segunda-feira, 23 de julho de 2012

Laços familiares...


Quando possível, esforça-te - mas esforça-te de verdade - para viver em harmonia com os parentes que te pareçam menos afinados com os teus pontos de vista.
No plano físico, não nos achamos vinculados com alguém nos laços da consangüinidade, sem justa razão de ser.
Aqueles que alimentam ódio e aversão, quando desejosos de melhoria, são induzidos por Benfeitores da Vida Sublimada, a se reencarnarem juntos, a fim de apagarem as labaredas de discórdia que lhes atormentam a vida íntima, através de provações atravessáveis em comum.
Se os própositos desse ou daquele familiar te parecerem claramente opostos aos ideais superiores que abraças, abençoa-o com os teus melhores pensamentos e não lhes barres os passos no caminho das experiências que se lhes fazem precisas.
Não desprezes teus pais ou teus filhos por serem desorientados ou doentes, porque talvez tenhas sido , em existência já transcorridas, a causa direta ou indireta dos desequilíbrios ou enfermidades que patenteiam.
Se não tens a devida força para carregar os compromissos que assumistes diante de uma pessoa com que partilhastes as alegrias do sentimento, nunca abandones a criança ou as crianças que houverem nascido de semelhante união.
Educa ou reeduca os pequeninos, sob a tua responsabilidade, respeita-lhes a liberdade de caminhar no mundo, conforme suas próprias escolhas, porque nem todos conseguem trilhar o mesmo caminho para união com Deus.
Paz e Luz em seu coração!
(Emmanuel)

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