sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Eram os deuses astronautas?



Walter Portela



Por todo planeta existem indícios de nossa natureza Divina, essas provas estão em esculturas, monumentos, manuscritos, heliógrafos e até em pinturas rupestres. Muitos cientistas têm se dedicado a documentar e explicar seus significados e atribuições. Várias obras disponíveis no mercado editorial falam sobre a nossa “Origem Divina”. A crença de que os deuses da antiguidade na verdade eram seres infinitamente mais evoluídos e suas carruagens de fogo eram sofisticadas naves espaciais, começou com o lançamento de um polêmico livro que ano passado comemorou 40 anos.
O escritor e pesquisador suíço Erich Von Däniken, lançou "Eram os deuses astronautas" em 1968, logo se tornou um sucesso mundial. Erich ainda escreveu onze títulos co-relacionados, que já venderam mais de cinqüenta milhões de exemplares, tendo sido traduzidos para 38 idiomas. Neste livro, que considero um dos mais fascinantes, o autor apresenta teorias baseadas em descobertas arqueológicas no Oriente Médio (Império Persa à Mesopotâmia), Povos Egípcios e Andinos. Por se tratar de um livro muito bem ilustrado, as evidências ficam claras a cada passada de página, e o leitor faz uma viagem para um mundo onde o ser humano ainda era ligado à Luz e tinha contato direto com nossos Eloins.
Esta obra questiona algumas façanhas tecnológicas dos povos antigos: Como os antigos egípcios levantarem obeliscos gigantes no deserto? Como conseguiram construir as pirâmides? Como homens e mulheres moviam imensas pedras esculpidas e as colocavam em lugares sagrados, isso em plena idade da pedra? Será que eles tiveram uma mãozinha dos deuses? Neste livro fiquei impressionado com os “Totens” na Ilha de Páscoa, cabeças gigantes esculpidas de um único bloco de pedra. Fiquei me perguntando, quem fez, porque fizeram e o que levou seu povo a abandonar a ilha?

Uma teoria mais detalhada

Erich Von Däniken deu o pontapé inicial, mas depois da publicação do livro de Zecharia Sitchin, O 12° Planeta, em 1978, ficou claro que Däniken deu um “chute na trave”. Esta fantástica obra é fruto de mais de 30 anos de trabalho do pesquisador, que hoje é consultor na Nasa. No princípio deste século, em escavações arqueológicas nas ruínas do que foi a antiga Babilônia (atual território do Iraque), foram encontradas peças de argila com inscrições de escrita cuneiforme, (forma de cunha) que foram traduzidas e estudadas pelo historiador e arqueólogo judeu. Ele ainda, as compara com visão da ciência moderna do Torah (Velho Testamento). Segundo Sitchin, estes deuses eram os Anunnakis (Os do céu aqui). Estes seres vieram para colonizar nosso planeta à cerca de 450.000 AC. A presença destes deuses ou semideuses é marcante em todas as civilizações Atlantis e Pós-Atlantis.
Sitchin é hoje um dos autores mais respeitados no mundo, já escreveu vários livros comprovando suas teorias sobre nossas origens. Seus trabalhos estão sendo publicados no Brasil em português pela Editora Best Seller: O 12° Planeta; A Escada para o Céu; As Guerras de Deuses e Homens; Os Reinos Perdidos; Gênesis Revisitado; O Começo do Tempo; Encontros Divinos e O Código Cósmico. Do seu livro “A Guerra dos Deuses e Homens” extraímos o incrível cronograma abaixo, que nos abre uma “janela” sobre os acontecimentos que marcaram os alicerces das primeiras civilizações humanas.
De acordo com o autor, no ano de 445 mil a.C., o povo Annunaki (Nefilim, na Bíblia), vindo de um mundo extraterrestre (Planeta Nibiru) e liderado por Enki, filho de Anu, aterrissou em nosso planeta e fundou a cidade de Eridu, ao norte do Golfo Pérsico, com o objetivo de explorar o ouro das águas do mar. Depois, em 416 mil A.C., chega à Terra uma nova expedição trazendo Enlil, irmão de Enki, que passa a explorar ouro na África do Sul. Já no ano de 400 mil A.C., existiam sete povoados funcionais no sul da Mesopotâmia, além de um espaço-porto num local chamado Sippar e um centro de controle da missão, chamado Nippur, além dos centros metalúrgicos e médico.

Atlântida e Lemúria

Qualquer livro quer relate a cultura Atlântida ou Lemuriana, contam sobre continentes densamente povoados, onde existiam civilizações muito avançadas, milhares de anos antes das primeiras cidades na Mesopotâmia. Cidades funcionais, sociedades organizadas, naves voadoras, sofisticadas máquinas e até robôs, eram comuns nestas culturas antigas que desapareceram, depois que uma grande catástrofe global inundou e afundou seus territórios. Esses povos eram muitos avançados, porque eram conectados com nossos criadores. Eles tinham contato direto com a Planície Superior. Mas o que causou o fim de suas sociedades? Muitos acreditam que eles, assim como nós, se afastaram da Luz, e por isso pagaram o preço com a decadência e o desaparecimento, ficando apenas nas lembranças kármicas de poucos.
De 40 anos pra cá, muitos pesquisadores e cientistas seguiram o caminho aberto por Erich Von Däniken e lapidado por Zecharia Sitchin, e não param mais de publicar livros desvendando os mistérios arqueológicos de povos antigos. Hoje, editoras científicas, populares e espíritas, exploram o tema. Estas obras têm boa aceitação e muito interesse daqueles que buscam as respostas de nossas três perguntas básicas: quem somos, de onde viemos e para onde vamos? Acreditamos que essas respostas podem vir da investigação científica, mas também acreditamos que existe um caminhão mais rápido e certo: DEUS!
Luz e Paz!

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