sexta-feira, 28 de setembro de 2012

A Profecia Maia: O fim dos tempos: origem do calendário maia de 13 luas e 28 dias


"O tempo é uma construção. Na Terra vocês têm vivido na suposição de que o presente brota do passado. Sugerimos que o presente, da mesma forma, brota do futuro. O tempo possui muitos portais e o passado e o futuro têm validade e importâncias próprias. Tudo isso é parte do agora, sempre em expansão. O passado, no agora dele, continua a influenciar o próprio agora contínuo. Esses agora contínuos continuam a crescer e amadurecer, o mesmo acontecendo com suas contrapartidas futuras. A tarefa de vocês envolve a mudança de seu próprio passado, conforme vocês brotam do futuro, a fim de criarem um presente diferente".(Barbara Marciniak)

Descobrindo os mistérios maias

Em 1957, o antropólogo mexicano Alberto Russ escavou a pirâmide Templo das Inscrições, em Palenque, um centro sagrado no México, descoberto em 1952, quando identificou o corpo de Pacal Votan, um famoso rei-guerreiro maia - no sarcófago, uma linda obra executada em baixo relevo, com informações sobre a organização do Universo, os dias e as noites, os astros, como o Sol e a Lua, e a Via Láctea. Na década de 80, o cientista americano José Arguelles conseguiu decifrar os glifos desenhados no tampo do sarcófago e, a partir daí, começou a canalizar informações que resultaram na publicação de diversos livros, sendo o primeiro e mais famoso o Fator Maya - Um Caminho Além da Tecnologia, da Editora Ground, onde lançou as bases do calendário do Encantamento dos Sonhos. Arguelles dedica-se integralmente à divulgação do calendário no mundo e à decodificação do código do tempo da matemática maia, de modo que seu significado possa influenciar a nossa civilização.

Este calendário de 13 luas de 28 dias, baseado no conhecimento astronômico do povo maia, é o calendário do novo tempo, o calendário da paz para toda a humanidade. Trata-se de um instrumento espiritual para a sincronização do ser humano em uma freqüência natural, operado por um fantástico processo de ressonância cósmica.

A complexidade deste sistema é vastíssima, pois abrange cerca de 17 calendários, tendo como base o grande ciclo das plêiades - o nosso sistema solar descreve uma órbita em volta da estrela Alcyone, a maior estrela dentre as conhecidas Sete Irmãs - que, na verdade, são oito, pois temos que considerar o nosso Sol como integrante desse grupo de estrelas da constelação de Touro -, e para entendê-lo com profundidade são necessários conhecimentos de astronomia, astrologia, geometria e matemática. Felizmente, para o adotarmos no nosso dia-a-dia, só precisamos conhecer três: o Tzolkin, o Haab e o Tunuc.

Encantamento do Sonho é um charmoso nome para designar um fantástico processo de sincronicidade. Adotando-o, você passará, com certeza, a estar com muito mais freqüência no lugar certo, na hora certa, encontrando as pessoas certas e fazendo a coisa certa. E nem precisará olhar para o pulso, pois o relógio biológico que funciona em você será acionado. A harmonia se instalará em sua vida e a paz, que sempre começa com cada um de nós, será uma realidade e contagiará os outros.

O movimento dos ciclos e ritmos
Ele é um movimento regular, harmonioso, baseado em sistemas solares e não apenas no movimento do Sol - que leva quase 26.000 anos para dar a volta completa por Alcyone -, que respeita os ciclos naturais, o nosso direito biosférico, que é viver de acordo com os ciclos de seu corpo, do seu planeta e de toda a natureza. É formado por 13 períodos anuais, os quais, ao invés de meses, são chamados de luas, cada um com 28 dias, que é o ritmo biológico natural da espécie humana, já que somos regidos por ciclos e ritmos.

Uma das influências mais importantes que determinam a pulsação da vida é a da Lua. Segundo os ameríndios, é ela quem tece a trama das marés - que é a água ou sangue da Mãe Terra -, e os ciclos de uma mulher acompanham os ritmos dessa fiação. Quando mulheres vivem juntas em um espaço comum, seus corpos começam a regularizar as suas menstruações e todas terminam tendo seu tempo lunar simultaneamente - um dos fenômenos mais interessantes dessa sintonia é o que ocorre com as índias bororós, que, por manterem a tradição do calendário das 13 luas, e, portanto, a harmonia com o cosmos, menstruam todas ao mesmo tempo, na lua nova. Este calendário respeita isto, ao contrário do calendário gregoriano que rege o nosso dia-a-dia, com doze meses irregulares, números diferentes de dias nos meses, nomes inadequados (setembro é o nono mês, novembro é décimo-primeiro e dezembro é o décimo-segundo, ou seja, uma freqüência artificial do tempo. É bom lembrar que este instrumento nos conduz automaticamente por critérios raramente investigados desde 1582, e é um dos menos questionados pelas nossas instituições. Cada lei e transação monetária em quase todo o planeta tem este calendário ligado a ela. Por que será?

O motivo principal de querermos mudar o atual calendário gregoriano irregular para o do Encantamento dos Sonhos regular é que ele nos tira fora do nosso plano original, da nossa essência. De uma forma mecânica, vivemos sem sentir, numa freqüência artificial de tempo. Consideramos, ainda, o tempo uma linha reta! Isto nos tem levado a um desequilíbrio cada vez maior em relação a natureza e a um processo paulatino da destruição da biosfera. Tal qual um vírus, ele nos impede de aguçar a sensibilidade e despertar os sentidos internos, para assim conseguirmos ouvir os sutis ensinamentos de todas as formas de vidas que nos cercam.

Treze luas X 28 dias = 364 dias, e a Terra gira 365 dias inteiros em cada órbita, sendo o 365º dia o dia-fora-do-tempo, que não é um dia da semana e, sim, uma oportunidade para se experienciar total liberação do tempo.Os maias chamavam a si mesmos de Guardiões do Dia, mas nós os chamamos de Guardiões do Tempo. Do tempo físico e do espiritual. Do tempo em espiral, que não tem início, nem fim. O físico são os dias da semana, e os dias de cada lua são chamados de tons. O aspecto espiritual são as energias solares que se fazem presentes a cada dia, chamadas de selos. Sabendo sintonizar essas energias nos dias adequados, passamos a ser conduzidos mais pela intuição do que pela razão, recuperando os poderes telepáticos perdidos; primeiro passo para se transitar em outra faixa vibratória, ampliando o nível da consciência, aumentando o número e a qualidade dos sentidos. A conseqüência é a expansão do corpo de luz e a ampliação da consciência universal. Fazendo a conexão com as estrelas, deixamos de nos considerar um planeta isolado do resto do cosmos.

A cada dia uma energia se faz fortemente presente, vindo do Sol e se repetindo a cada vinte dias, com atributos específicos. Sendo assim, esses sóis refletem uma determinada energia que influencia e dá características aos indivíduos em seu nascimento, chamada de umbral ou identidade galáctica. Ela determina a qualidade do destino de cada um, a essência do ser - ao todo, são 260 identidades diferentes, chamadas de kins. Por isto vemos, às vezes, o Encantamento dos Sonhos ser utilizado como instrumento de análise de personalidade ou adivinhatório, mas, na verdade, essa energia marca o que podemos ser, verdade que pode estar esquecida no âmago da pessoa, causando bloqueios e desequilíbrios pela não sintonização com a missão contida em cada selo.

Reforçando esses vinte selos - representados simbolicamente por lindos glifos maias, agrupados em quatro tipos diferentes de famílias terrestres, cada uma com uma cor específica (branco, amarelo, azul e vermelho) - , aparecem os 13 tons. Eles representam os ciclos de energia galáctica, produzindo também energias diferentes para cada dia. Os números da matemática maia, de base vigesimal, representam elegantemente esses tons. Esses dois ciclos se interligam com o ciclo da Lua, como uma engrenagem de um relógio cósmico, daí resultando no Calendário Diário do Encantamento dos Sonhos, instrumento fundamental para a realização de todos os cálculos necessários para a análise das energias do dia e suas características. Esse material, ricamente apresentado, é editado e distribuído mundialmente em diversas línguas, inclusive o português, antes do ano novo solar galáctico, o dia 26 de julho no calendário gregoriano. Existem dezenas de especialistas espalhados pelas principais cidades responsáveis pela sua disseminação no planeta, geralmente em reuniões programadas e sem fins lucrativos.

Aparentemente de entendimento complexo, essa ferramenta da quarta dimensão é de fácil aplicação diária, pois com alguns minutos de visualização dos glifos, interpretação do oráculo do dia e da repetição do mantra correspondente já estaremos navegando na nave do tempo para recuperarmos a memória perdida e nos sintonizarmos com o cosmos. Utilizando o Encantamento dos Sonhos começamos a criar um mundo novo, onde o tempo deixará de ser o Senhor, que escraviza a todos. Afinal, o tempo não é dinheiro, o tempo é a quarta dimensão, que deve ser desfrutada com prazer e arte!

Algumas informações sobre os maias clássicos

Surgiram na América, por volta de 550 a.C., se misturaram aos Olmecas, o povo que descobriu a borracha e criou a bola e o jogo de bola.
Instalaram-se nas montanhas da Guatemala, nas selvas de Honduras e no México, onde construíram o grande centro artístico de Teotihuacan, com a Pirâmide do Sol dominando a cidade.
Elaboraram a primeira linguagem escrita do novo mundo.
Dedicaram-se quase que exclusivamente a agricultura e ao estudo do céu e do tempo. Cerca de 1.000 anos antes do advento da informática, calculavam acontecimentos celestes ocorridos há 500.000 anos.
Construíram gigantescas pirâmides, que eram calendários e relógios do Sol. Previam com absoluta precisão a hora e o local dos eclipses. Aí ancoravam a sabedoria cósmica, através de estradas de luz feitas pelo sol nas pedras, chamadas saches, que significa andar na luz.
Segundo eles, as pedras armazenam informações sobre a Terra e o Universo, e quando dos seus rituais no alto das pirâmides conseguiam acessar a sabedoria do cosmos.
Pacal Votan, o avatar da civilização dos maias clássicos, que encarnou na Terra de 603 a 683 d.C, em Palenque, México, reinou exatamente 52 anos, quatro grandes ciclos de 13 anos, chamado por eles de Castelo do Destino.
Elaboraram 17 calendários, sendo o Tunben Kak para anunciar as cerimônias do Fogo Novo, quando as plêiades ocupam no céu a mesma posição de 52 anos antes. As 7 irmãs aparecem no zênite, quando o sol se eleva naquele dia.
Os maias clássicos, ao contrário do que a Igreja diz dos maias que os sucederam, eram pacíficos e desapareceram misteriosamente sem deixar muitos vestígios.
Diversas pinturas e esculturas da época lembram as vestimentas dos astronautas.

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