sábado, 29 de setembro de 2012

Cultos se assemelham ao efeito das drogas para o cérebro, afirma estudo


Há um pouco mais de um ano atrás eu afirmei isto que hoje nos vem à público por meio de um estudo científico. Em meu livro a autópsia da igreja, disse claramente sobre a função alucinógena do culto no indivíduo:
O culto é o feitiço rogado aos praticantes da religião, a maneira com a qual se acredita estar fundamentada a prática religiosa; desse modo, praticar tal credo é participar de tal culto correspondente, de tal ritual, missa… As flutuações subjetivas são os momentos em que os fatores psicológicos de elevação e sublimação estão em seu mais alto nível, submetendo o indivíduo á uma hipnose celeste de emancipação com o mundo terreno e por conseguinte; uma suposta aproximação com o supra mundo; com as idéias eternas de Platão, por exemplo, e com o deus religioso que descarrega na mente humana uma quantidade alargada de hormônios para fazê-lo suportar a miséria de sua vida. O culto, que corresponde ao significado subjetivo da práxis, intercala a categoria de delimitação da conexão com a divindade no modo temporal, com relação à pratica religiosa. Não se pratica a religião à todo os momentos do dia, pois ela está fragmentada e separada da existência humana, ela possui um horário determinado, com um dia determinado para ocorrer.
(A autópsia da igreja. Pag. 30)
Cultos se assemelham ao efeito das drogas para o cérebro, afirma estudo
A sensação de euforia pode explicar o sucesso das megaigrejas
Karl Marx sempre disse que a religião é o ópio do povo, mas sua afirmação era baseada na política, não em fatos científicos. Porém, um estudo divulgado pela Universidade de Washington sugere que participar de cultos em megaigrejas pode desencadear sentimentos de transcendência e gerar mudanças na química do cérebro. Esse sentimento de “euforia” espiritual faz os fieis voltarem para receber mais.
“Nós vemos essa experiência de pura alegria ser comum nas megaigrejas. Por isso digo que é como uma droga”, explica James Wellman, professor de religião e co-autor do estudo.
O estudo ‘God is like a drug’: Explaining Interaction Ritual Chains in American Megachurches” [Deus é como uma droga: Explicando cadeias de interação ritual em megaigrejas” foi apresentado na reunião anual da Associação Americana de Sociologia, em Denver. Além de Wellman, Katie E. Corcoran e Kate Stockly-Meyerdirk, estudantes da pós-graduação em sociologia e religião comparada na Universidade de Washington, estiveram envolvidos na pesquisa com dados coletados desde 2008.
Grandes reuniões de experiências compartilhadas, como shows e eventos esportivos também desencadeiam sentimentos de euforia, disse a doutoranda Katie Corcoran, co-autora da pesquisa. Segundo ela, “as igrejas parecem ser algo único, onde esses sentimentos não são apenas experimentados como euforia, mas sim como algo transcendente ou divino”.
Os autores teorizam que esse sentimento de “chapação” espiritual é interpretado pelo cérebro como um “coquetel de oxitocina”. Essa experiência transcendente libera a oxitocina, uma substância química que estimula a interação social. Já ficou comprovado que emoção e experiências em grupo aumentam os níveis de oxitocina.
Muitos participantes usaram a palavra “contagioso” para descrever o sentimento de participar de um desses cultos, onde os membros chegam com fome de experiências e acreditam sair do ambiente “energizados”. Um dos fieis entrevistados relata que “o amor de Deus se torna … uma droga que você não pode esperar para vir buscar depois… Você não pode esperar para se receber essa ‘dose’ que vem de Deus.” Outro disse: “Você pode olhar-se para cima e ver o Espírito Santo passar por cima da multidão como uma ‘ola’ em um jogo de futebol”, relata Corcoran.
As megaigrejas conseguem gerar esse estimulo elevado por causa de seu estilo de culto. Os pesquisadores acreditam que elas usam tecnologia e apelos emocionais para criar uma experiência compartilhada por congregações com milhares de pessoas em cada culto.
“A música moderna com letras otimistas, câmeras que mostram no telão uma audiência sempre sorridente, dançando, cantando, ou chorando, além de um líder extremamente carismático cujos sermões deixam as pessoas sensíveis ao toque do ponto de vista emocional… servem para criar essas fortes experiências emocionais positivas”, resume a doutoranda.
As funções de pastor como um “gerador de energia”, que se comunica com a congregação através de um sermão fácil, informal e emocional. Ao invés de ser analítico ou teológico, suas mensagens querem que as pessoas presentes apenas “sintam-se bem” ou compreendam tudo”, ressalta Wellman.
Fonte: Gospel Prime
E para endossar as nossas constatações; a minha filosófica e a sociológica dos estudiosos americanos de Denver, há alguma ssemanas passadas a igreja renascer demonstrou publicamente em uma propaganda, que de fato o culto serve aos seres humanos como um entorpecente alucinógeno. A foto acima é do pastor Lucinho que deu uma cheirada na bíblia para dar provas de que é louco por Jesus. Não precisa usar a bíblia simulando o uso de drogas, a própria ida às suas igrejas já nos dá uma firme impressão que de que o uso de drogas é a condição natural de suas mentes… A mente dopada, sem a mínima capacidade de efetuar raciocínios de causa e efeito, dedutivo e indutivo e não compreensão da linguagem metafórica, sempre interpretada como linguagem objetiva, é uma amrca da deterioração sofrida pelo cérebro devido o uso constante e domingueiro do alucinógeno religioso.
Fonte: liberta-te

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