quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Os Sons do Silêncio





Quando o Passado Grita!


"A Bíblia diz: Um dia as pedras por-se-ão a falar!
Elas começam agora a fazê-lo"
(FREDE MELHEDEGAARD)




O horror atômico é apenas uma redescoberta!
Vestígios  inegáveis,  espalhados  por  todas  as  partes do
nosso  planeta, atestam  que  em  tempos  muito recuados
explosões  nucleares  de altíssima  intensidade  podem ter
sido as  responsáveis  pela  destruição de  muitas  civiliza-
ções evoluídas,  dentre  as  quais a Atlântida.   A Tradição,
bem  como  antigos livros religiosos indianos, nos revelam
que  guerras  terríveis, nas quais foram empregadas armas
além  da  nossa imaginação,   puseram  em confronto duas
 grandes potências,  possivelmente a Atlântida e a Lemúria.
Os  sábios extraterrestres,   fundadores da Atlântida,  antes
disso,  porém,  deixaram o  nosso planeta  mas permitiram
que missionários   partissem  para  uma das suas colônias,
precisamente o  Egito, com a   finalidade  de   soerguer  a
humanidade, de  volta  ao  caminho do Espírito...  Até que
 a  grande lição seja finalmente aprendida!


A enigmática  Esfinge de Gizé,  guardiã de antigos mistérios e profundos
segredos,  por milênios sem conta,   é  de  fato tão antiga que os próprios
egípcios  desconheciam a  sua existência.   Ela somente foi desenterrada
durante o reinado de Tutmés IV, faraó da  XVII Dinastia, o qual tivera uma
estranha  visão  que  indicava a localização de  um  monumento deixado
pelos   antigos   antepassados.   De  fato,  ainda hoje se pode ver entre as
patas   do  colosso uma estela comemorativa na qual aquele faraó relata
essa curiosa revelação.

Mas a Esfinge não é meramente um monumento decorativo. Os verdadeiros Rosa-
Cruzes,  a  mais  antiga  fraternidade de toda a Terra, sucessora em linha direta da
sabedoria  do  Antigo  Egito,  SABEM  e têm antigos mapas em seu poder que mos-
tram  o  quê  verdadeiramente  existe por debaixo dela! Uma imensa rede de gale-
rias,  templos   e  corredores  que  secretamente  e  desde  tempos imemoriais a in-
terligam  com as três grandes pirâmides vizinhas!  A Esfinge, diga-se de passagem
um símbolo essencialmente  ATLANTE, segundo a Tradição demarcaria os lugares
em  que  aquela perdida  civilização  deixou  para posteridade as suas CÁPSULAS
DO TEMPO,   onde   estariam   guardadas,   até  que os momentos se tornem propí-
cios, todos   os   seus   grandes   conhecimentos  científicos   e   tecnológicos;   toda
a  sua  verdadeira história, e também os elos que nos ligariam a outras humanida-
des benevolentes, espalhadas pelo Cosmo Infinito!


As  pirâmides, por seu turno,  onde quer que se encontrem,
- e  também  segundo   a  Tradição -    igualmente  velam   o
simbolismo  e  são marcas da afiliação atlante.   Tratam-se
de  simples  réplicas  da  Pirâmide  Suprema,  que  um  dia
existiu naquele perdido continente!


E,  uma   certeza  que  se  torna  maior a cada dia,  a  Atlântida
não  é  meramente uma simples lenda. Seus restos submersos
encontrar-se-iam   no Atlântico Norte, sendo uma grande parte
localizada  na  região em que se situa o   chamado "Triângulo das
Bermudas".    Além   de  enormes edificações   já fotografadas por
aeronaves   e   satélites,   coisas  ainda  mais  estranhas repousam
nas  profundas  águas  do  oceano.  Nesta foto de Dimitri Rebikoff,
vemos  um  gigantesco  símbolo,  ou  talvez  um monumento, que
pode ser   visto  em  sobrevôo ao alto-mar,  próximo às Bahamas.


Não  resta a  menor dúvida que civilizações, além de
desconhecidas,    muito  evoluídas habitaram o nosso
planeta.   Os  grandes monumentos  e a utilização de
tecnologias  fora  do  seu  tempo e da sua época, não
são  todavia  as  únicas evidências. Na foto, temos os
enigmáticos  mapas   de  Piri Reis,  datados de 1513 e
certamente  copiados  de  uma outra fonte secreta, já
que  naqueles   tempos  não existia  a cartografia  e a
totalidade   dos  continentes terrestres  era desconhe-
cida.   Esses mapas,  talvez  utilizados por "Cristóvão"
Colombo  na  sua missão,   mostram com incrível per-
feição  a   América do Sul;   a  Antártica (numa época
que  ainda  não  era coberta pelo gelo!)   e, na região
em  que   se  hoje  se situa o Brasil,  inclusive  o enor-
me  Rio Amazonas!   Lembremos que o Brasil somen-
te  foi  oficialmente "descoberto" em 1500  e  a Antár-
tica, por sua vez, no Século XIX!


Os incríveis  vestígios  de  uma  tecnologia  extemporânea e insólita es-
palham-se  por  todas  as partes do planeta. Em 1900, pescadores de es-
ponjas  gregos, quando mergulhavam em Antikythera, descobriram um
navio naufragado  por  volta  de 56 A.C. -Do seu interior, trouxeram este
curioso artefato, que revelou ser dotado de uma tecnologia inteiramen-
te  desconhecida  na  antigüidade!  Metálico  e  constituído por diversas
engrenagens,  o  curioso  objeto,  fruto  de  uma  mecânica  de precisão
absoluta,  possivelmente  fazia  parte  de  uma espécie de computador!


Este curioso e além de tudo inédito tripulante de
um  OVNI foi avistado nos  EUA por várias testemunhas,
 perto  da  sua  nave.   Reparem  no estranho objeto que,
segundo descreveram,  segurava. E prestemos também
atenção na sua espécie de toucado......

Seria  ele  extremamente  parecido  com o milenar deus egípcio
Horus, ou.....

....... Quem  sabe mais apropriadamente PTAH,   outro enigmático
deus  do  panteão egípcio?   Note-se o estranho  aparelho que tem
nas mãos.  PTAH,  segundo a mitologia egípcia,   era  o "coração e
a  língua  da  Enéada  dos deuses,  tendo  com  eles dividido todo o
poder  na Terra" e também responsável pela entrega aos  egípcios
de uma misteriosa ciência associada aos "raios verdes negativos",
desconhecida e muito utilizada por sinal na mumificação! Já sabe-
mos que os deuses egípcios eram símbolos, verdadeiras metáforas
para esconder certas "forças" universais muito atuantes. Em outras
palavras, a intervenção extraterrestre na sua civilização!

E essas  marcas  estão por todas as partes do nosso pequeno planeta,
como  uma espécie de registro de uma afiliação há muito esquecida.
Nem todos os extraterrestres são maus.  Nossa civilização, que muito
provavelmente  deles descende,  evoluiu através da antigüidade sob
a égide dos  sábios instrutores  - segundo a Tradição tendo nos aban-
donado  ante  o  iminente cataclismo  da  Atlântida, voltando  às suas
origens. Mas os monumentos e os símbolos ficaram, como uma espé-
cie de recordação, ou quem sabe uma advertência!
Na  foto,  o chamado "Cavalo Branco de Uffington", na Inglaterra, um
colosso moldado através das montanhas e somente visível a partir do
céu. Na verdade,  não é um cavalo mas, sim, a estilização de um ani-
mal belíssimo e desconhecido!

E  por  vezes,  inadvertidamente, o espírito humano colide
com a  verdade.  O artista que elaborou a capa deste livro,
talvez  sem  o  querer   (ou quem  sabe com um grande co-
nhecimento de causa!),  trouxe à luz uma grande verdade:
O toucado dos  faráos  egípcios não se tratava de um mero
enfeite.  Homenageava  e  de fato retratava as marcas e os
sinais  de  uma  linhagem  sagrada: os trajes espaciais dos
primeiros  e  grandes  Iniciadores  da  nossa  humanidade!


E, assim sendo, aquilo que os egiptólogos e arqueólogos costumam chamar
de "O Sol Alado" do Antigo Egito, nós, por uma questão de justiça e verdade
histórica,  preferimos  denominar  este  sagrado  símbolo dos egípcios como
"O DISCO-ALADO", a marca indelével dos Primeiros Mestres. Não exatamen-
te  os humanóides, tampouco os reptilianos ou outras das diversas criaturas
que aqui exercem as suas obscuras atividades. Mas, SIM, Eles, os humanos,
semelhantes  a nós,  que, conforme veladamente dizem os livros religiosos
e tradicionais, em tempos muito recuados aqui estiveram e que, com 99,9%
das probabilidades,  verdadeiramente   moldaram  as  criaturas autóctones
do planeta Terra, criando-nos  portanto À SUA IMAGEM E SEMELHANÇA!


E, pois,  sabendo  que  a História é cíclica e sempre se repete, aguardemos que a
grandiosidade  de  um  passado remoto e esquecido, retorne um dia a este nosso
pequeno  planeta,   quando  a  nossa sofrida humanidade, finalmente liberta dos
pesados  grilhões   da  ignorância,  das maldades  e das  superstições, receba de
 braços  abertos   aqueles  que   um  dia  aqui  estiveram  e   que, assim como nós,
praticando   a   Religião   Cósmica,   Universal,   encontrarão  todas   as  criaturas
terrestres    irmanadas,    em   um  mundo  finalmente  sem guerras, fronteiras ou barreiras.   Enfim,  redimida  -  seja através da  dor ou  pela evolução do Espírito:
Uma oitava de  evolução acima!    E, sob  a  égide da  Sagrada  Luz  de Aquário,
tendo de forma   maravilhosa  reencontrado   o   seu    Perdido  Horizonte:
    O  Horizonte Perdido do  Homem,  que é Deus!


Das entranhas malditas desse artefato maligno, surgiu o fogo infernal
que  destruiu Hiroshima. Um simples "fósforo" diante dos nossos mais
modernos  petardos  nucleares,  estocados  indiscriminadamente  em
várias  partes do mundo  e que possuem uma capacidade de Overkill
acima  de   80  -  ou seja, capazes de destruir todo o planeta por mais
de 80 vezes! Dos vestígios do passado remoto surge, por conseguinte,
um aviso,  uma severa  advertência:   o  homem  caiu  pela  primeira
 vez  por  "abusar  dos frutos da árvore da ciência  do bem e do  mal"!


O Átomo é a Essência do Próprio Deus e utilizá-lo
de forma pervertida é uma blasfêmia - o verdadeiro
pecado original. Que  pode proporcionar, ainda mais
uma vez, a "perda do paraíso" e, por conseguinte, inter-
ditar as nossas portas do tempo!


Aqueles que  renegam  o passado, correm o risco de revivê-lo.
O   homem,  através   do   seu   livre  arbítrio,   tem,  pois,   nas
mãos as chaves do seu próprio destino.  A Ciência, desprovida
de  alma,  torna-se  assassina.  Ela,  ao  simples  apertar de um
botão,  pode  aniquilar  mais  de  6 bilhões  de criaturas huma-
nas e destruir o planeta. Em contrapartida, a Ciência aliada ao
amor  pode  verdadeiramente  abrir  as  portas da tão sonhada
redenção,  que  permitirá  à criatura humana terrestre  velejar
em  direção  à  Eternidade,  rumo a novas e muito promissoras
conquistas, em  busca  da  união  final a todos os demais seres
sensíveis que povoam a Inefável Criação de Deus.
A  Lei  da  Causa e Efeito,  portanto,  se  torna   inflexível:  todo
aquele  que   aproxima  a  mão  de uma chama forçosamente a
queimará.  E tantas e quantas vezes que assim o fizer, esta mão
será   queimada.   Até  que a lição seja finalmente aprendida...
Ou até que não haja mais a mão para ser queimada!

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