sábado, 3 de novembro de 2012

A ORIGEM DOS POVOS NEGROS




 





Somália tradicional mulheres Vestuário











Ancient Egyptian Vestuário 












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A ORIGEM DOS POVOS NEGROS
O texto apócrifo o Combate de Adão e Eva traduzido do etíope fala sobre os filhos de Deus que desceram na Terra e casaram com as filhas dos homens, dando credito aos exegetas autorizados da Bíblia, teríamos anjos descidos do céu de Deus para fazerem amor com as mulheres e engravidá-las!? Que soldados espertos eram estes anjos! Seriam estes anjos seres materiais como nós, mas mais do que nós e invadidos pelo demônio da concupiscência? Tais viajantes, sem outra explicação plausível, não podem ser senão homens que voavam pelos céus, astronautas, quanto a estes anjos negros soldados de Enoch que destino tiveram na Terra? Teriam acabado de por adquirir atributos viris – a necessidade cria o órgão, dizia Lamark- tornando-se então os antepassados superiores dos negros ? No capitulo VIII do livro de Enoch, temos:

‘1- Azazyel ainda ensinou aos homens a fazerem espadas, facas, escudos, couraças e espelhos; ensinou-lhes o fabrico de pulseiras e ornamentos, o uso da pintura, a arte de pintar as sobrancelhas, e de utilizar pedras preciosas e todas as espécies de tinturas, assim o espelho, as armas, os ornamentos e os artifícios femininos não seriam de origem e invenção terrestre, em um outro planeta os homens teriam uma civilização idêntica a nossa e as mulheres de lá utilizariam produtos de beleza iguais ou análogos aos vendidos em nossas lojas, nos versículos seguintes, outros anjos ou soldados negros ensinam os sortilégios , os encantamentos, a arte de observar as estrelas, os signos, a astrologia, os movimentos da Lua etc.

Meroe (ou Meroé) é o nome de antiga cidade na margem leste do rio Nilo, na Núbia, a região do vale do rio Nilo que actualmente é partilhada pelo Egipto e pelo Sudão, a cerca de 300 km a nordeste de Cartum, que foi a capital do reino de Kush entre o século VII a.C. e o século IV da nossa era.No local onde se encontrava a cidade existem mais de 200 pirâmides em três grupos.Uma visão impressionante das milenares ruínas da enigmática Meroé, uma civilização bem mais antiga do que a egípcia! Apesar de o atual Sudão estar situado muito ao sul do Egito, os habitantes do Nilo somente souberam da sua existência durante as mais recentes Dinastias da sua História! Portanto, é inegável que ambas as civilizações desenvolveram-se separadamente.

Um vasto conjunto piramidal cercando todo o complexo meroíta!As diversas pirâmides de Meroé não chegam a ser tão grandes como as egípcias, porém impressionam pela precisão arquitetônica e pela sua rara beleza. A influência egípcia é bem visível nas pirâmides, nos templos, algumas divindades da zona agora classificada. Embora o conjunto apresente características que só se encontram nesta região. No seu apogeu, o reino de Cush, um dos mais extensos impérios da antiguidade, estendia-se do Centro do Sudão até às fronteiras da Palestina. Uma bitola: nessa época, Roma era uma pequena cidade e as cidades-estado gregas governavam territórios minúsculos. Cush durou 1250 anos. O seu legado não são só monumentos e ruínas. Mas também a certeza de que é muito difícil apagar a alma negra de África.


Alguma vez uma pessoa negra inventou alguma coisa? A resposta inevitável deve ser não, nunca, sempre e quando você continuar acreditando na ‘história oficial’ e tendenciosa. No entanto, os fatos contam uma história diferente.


Um homem negro, por exemplo, inventou os semáforos sem os quais o mundo não pode andar e o pai da medicina não foi Hipócrates, mas Imhotep, um multifacético gênio negro que viveu dois mil anos antes do médico grego. É que os europeus ainda se negam a reconhecer que o mundo não estava à espera na escuridão para que levassem a luz. A história da África já era antiga quando a Europa começou a engatinhar.






( Antiga pintura egipcia de Imhotep (2650-2590 AC) - o primeiro cientista da história da humanidade. Ele trabalhou como engenheiro, astrônomo, físico, professor, e conselheiro para a Terceira Dinastia do Faraó Djoser (reinado 2630-2611 AC), para quem ele construiu a famosa pirâmide em degraus de Saqqara. Imhotep escreveu livros de medicina que ficaram 'escondidos' até o tempo de Hipocrates, 2000 mil anos depois!

IMHOTEP

Um professor do ensino secundário de Gana, que visitou recentemente Londres, não podia acreditar que um homem negro tivesse inventado os semáforos. “O que?!”, perguntou com absoluta incredulidade. “Como pode um homem negro ter inventado os semáforos?!”

Bem, você pode imaginar o tipo de educação que este professor de ensino secundário ensinou e continua a ensinar a seus estudantes, não por malícia, mas por pura ingenuidade. Que tipo de educação recebem os africanos? Muitos meios de comunicação, insistem em difundir essa idéia, que os negros ‘não sabem’ inventar nada, e que se restringem a comprar as invenções dos outros.


Um novo livro chamado, "Cientistas e inventores negros", publicado recentemente em Londres por BIS Publications, descarta totalmente a idéia de que as pessoas negras não são altamente capazes. Escrito em conjunto por Ava Henry e Michael Williams (ambos diretores da filial de Londres da BIS Publications), o livro é destinado para crianças entre 7 e 16 anos, uma fase importantíssima na formação da personalidade.



“Nós esperamos que os pais e mestres ajudem as crianças nesta tarefa de conhecimento e redescoberta”, dizem os autores. As pessoas negras estão encontrando cada vez mais obstáculos para entender por que, inclusive na era do conhecimento livre caracterizada pela Internet, continuam a negar os créditos aos cientistas e inventores negros.


E isto acontece apesar de existir documentação que prova que várias invenções importantes para o mundo têm sido obra da inteligência dos negros.



O PRESENTE SE BASEIA NO PASSADO; UM PASSADO DESTRUÍDO É UM FUTURO À MERCÊ


Escrevendo sobre as invenções e as descobertas africanas, Count C. Volney, o renomado historiador francês, escreveu: “Pessoas agora esquecidas descobriram os elementos das artes e da ciência, enquanto outros ainda eram bárbaros", referindo-se aos africanos negros e a europeus bárbaros.


Uma raça de homens agora rejeitada pela sociedade por sua pele escura, seu cabelo enroscado e principalmente por sua essência civilizada e pacífica, cimentou, no estudo das leis da natureza, todos os sistemas civis e religiosos que agora não passam de arremedos do que eram antes.


Ao que o Dr. John Henrik Clarke, um historiador afro-americano, acrescenta: “Primeiro, as distorções devem ser admitidas. O fato lamentável é que a maioria do que nós chamamos agora de história mundial é só a história do primeiro e segundo florescimento da Europa. Os europeus ainda não reconhecem que o mundo não estava à espera deles na escuridão para que trouxessem a luz. A história da África já era muito antiga quando a Europa nasceu”.


O Dr. Clarke é apoiado pelo estudioso e explorador alemão Leo Frobenius, que escreveu em sua principal obra, Und Afrika Sprach, publicada em 1910: “Nessa porção do globo, o anglo-saxão Henry Morton Stanley lhes deu apelido de ‘escuros’ e ‘escuríssimos’...

[[ Até mesmo para os padrões do imperialismo do século dezenove, Henry Morton Stanley foi abusivo. Sua carreira abrange as piores práticas do colonialismo: racismo, elitismo e oportunismo, entre outros. ]]

Mas antes das invasões estrangeiras, os africanos não viviam em grupos pequenos, mas em comunidades de 20 mil ou 30 mil habitantes, cujas estradas estavam escoltadas por esplêndidas avenidas de palmeiras, plantadas a intervalos regulares e de uma maneira ordenada”.


O trabalho de Frobenius inclusive foi melhorado por Thomas Hodgkins, um historiador britânico que escreveu depois: “Quando as pessoas falam, como ainda algumas vezes o fazem, sobre a África do sul, do Saara como um continente sem história, o que eles realmente dizem é que essa porção da África tem uma história da que nós, os ocidentais, somos deploravelmente ignorantes...


Todos devem admitir que ainda somos vítimas de uma mentalidade colonial: para nós é difícil de compreender que os africanos possuíam sua própria civilização durante muitos séculos antes dos europeus, começando pelos portugueses, que ao final do século XV, conceberam maliciosamente para a Europa a "brilhante" idéia de tentar impor a deles”.


A maioria dos historiadores aceita agora que os antigos impérios africanos da Gana, Mali e Songhay tinham desenvolvido sociedades científicas.

Em Uma História do Desenvolvimento Intelectual da Europa, publicada em 1864, J. W. Draper escreveu sobre o desenvolvimento social e artístico imensamente superior dos mouros (os negros), que bem poderiam ter visto com arrogante desprezo as moradas dos governantes da Alemanha, França e Inglaterra, que naquele tempo apenas eram melhores do que seus estábulos”.
Recentemente, o jornalista britânico de TV Jon Snow, que fez seu nome como jornalista na África na década de 1970, ficou assombrado ao encontrar numa biblioteca em Tombuctu (Mali), pilhas de livros fechados “faz mais de 500 anos” (suas próprias palavras em frente a câmera).

“Para nós (os europeus) é cômodo pensar que foi nossa cultura a que levou os livros a África, mas aqui em minhas mãos está a evidência que demonstra o contrário. Eles nos deram os livros”, disse Snow, enquanto revisava um deles. Os documentos demonstram que as primeiras universidades da Europa foram fundadas muito depois da Universidade de Sankore, em Tombuctu, cujos professores eram todos africanos.

Sir J. G. Wilkinson admitiu em seu livro Os Antigos Egípcios (1854) “que os antigos egípcios possuíram um considerável conhecimento da química e do uso de óxidos metálicos, como ficou evidenciado nas cores aplicadas a suas peças de vidro e porcelana; e eles, inclusive, estavam familiarizados em como os efeitos dos ácidos sobre as cores eram capazes de lograr matizes nas tinturas das telas utilizando métodos semelhantes aos que nós empregamos em nossos trabalhos sobre o algodão”, ou seja, criavam qualquer cor a partir de óxidos e ácidos.

Também no ramo da química e engenharia, existe a teoria de que blocos de algumas pirâmides teriam sido feitos a partir da geopolimerização.


Em seu livro Antigo Egito: a Luz do Mundo (1907), Gerald Massy admitiu que Imhotep, o multifacético gênio negro, foi o verdadeiro “pai da medicina” e não, como se sustenta maliciosamente, o médico grego Hipócrates. Imotep era um antigo egípcio que viveu aproximadamente em 2300 antes de Cristo.

LEIAM

Havia de 20.000 para 24.000 africanos na Alemanha entre1933-1945. Muitos destes africanos casaram com mulheres alemãs e desejado meia e meia alemão crianças Africano. Eles eram chamados de "bastardos da Renânia", outros dizem que eles chamavam de "filhos ilegítimos", com as mulheres alemãs, também chamado de Renânia Bastardos. Muitos destes africanos sofre o mesmo destino que os judeus fizeram durante o Holocausto. Muitos americanos Africano servindo como soldados na II Guerra Mundial tornou-se o sofredor para o mesmo destino, assim como os africanos, do Senegal e outros países colonizados franceses. Assim você pode ver irmãos e irmãs porque eu estou com raiva como o inferno, todo mundo se aproveita de nós e nos usar na sua prática. Para obter mais informações, existe um livro intitulado "Black alemão do Holocausto, por Firpo W. Carr, Ph.D.

Os programas de esterilização dos negros foram instituídos por altos nazistas mais geneticista Alemanha, Doutor Eugen Fischer, que desenvolveu suas teorias raciais em alemão do Sudoeste Africano (hoje Namíbia), muito antes da Primeira Guerra Mundial I. Na Namíbia, Fischer afirmou que havia perigos genética decorrente da corrida mistura entre os colonos alemães e mulheres Africano.


Não há evidência fotográfica do alemão tendências genocidas na África. Em 1904, a tribo Herero se revoltaram contra seus mestres coloniais alemãs na tentativa de manter suas terras. Foi uma rebelião que durou quatro anos e provocou a morte de 60 000 pessoas Herero Ø 80% de sua população. Os sobreviventes foram aprisionados em campos de concentração ou utilizados como cobaias para experimentos médicos, uma antevisão das coisas vindouras.





OS JUDEUS NEGROS

(O racismo sionista discrimina até membros da própria religião judaica como, por exemplo, as falashas, judeus negros provenientes da Etiópia, que são impedidos de residir em bairros dos judeus brancos para não desvalorizar os imóveis destes últimos. Os judeus negros são obrigados a residir confinados em guetos em Israel)


SOMOS DESCENDENTES DOS POVOS NEGROS


Os que estudam as diversas revoluções por que tem passado a Terra, desde o período em que fazia parte da grande nebulosa que se decompôs no sistema solar, até os nossos dias, ficaram convencidos de que os fenômenos que denominamos vitais estão intimamente ligados a essas revoluções. O homem só podia aparecer na época ternária. As hipóteses sobre a criação do homem, que me parecem mais conformes com a geologia são: Como o tronco negro é o que melhor suporta o calor; como a marcha do planeta que habitamos tem sido do calor para o frio, e como todos os fenômenos vitais se ligam a marcha de temperatura, o tronco negro parece que foi o primeiro criado, e devia sê-lo naquela parte do globo onde primeiro do que em outras, a temperatura desceu ao grau compatível com o organismo do homem. Pela mesma série de comparações, creio que o tronco amarelo veio depois do preto, o vermelho depois do amarelo, e finalmente o branco, que deve ser contemporâneo dos primeiros gelos, foi o último. Julgo também que, na ordem do desaparecimento, a natureza a de proceder da mesma forma- o tronco preto há de desaparecer antes do amarelo, e assim sucessivamente até ao branco. Este há de talvez por seu turno desaparecer também no fim do período geológico de que somos contemporâneos para, quem sabe?, dar lugar ao aparecimento de outra humanidade, tanto mais perfeita e tão distante da atual quanto esta o é dos grandes quadrúmanos antropomorfos que chegaram até os nossos dias. A ciência, por enquanto, não pode aceitar estas hipóteses senão como conjeturas; dia virá em que elas serão esclarecidas e provadas.

FONTE: TRECHO DO LIVRO DO GENERAL COUTO DE MAGALHÃES

www.crystalinks.com/pyramidsudan.html

en.wikipedia.org/wiki/Nubian_pyramids
Os faraós núbios: Reis Negros no Nilo [Capa Dura]
Dominique Valbelle, Charles Bonnet (Autor)

As Pirâmides Nubian

Por Kelly Smith


Um mapa da Núbia (Sudão)
A história da Núbia , ao sul da terra do Egito, muitas vezes em conflito com o Egito, pelo menos, freqüentemente sob controle parcial do Egito e no final da história, no controle do Egito, é uma parte integrante da história egípcia . Quando o Egito era forte, e expandir seu território, que muitas vezes fez a Núbia, mas quando o Egito era fraco, o território cresceu Núbia, ao norte.
Núbia era conhecida pelos egípcios como Kush. Durante o Reino Médio , a sua principal cidade era Kerma, que fica logo abaixo da Terceira Catarata do Nilo River. Foi governado por chefes ou os reis que os egípcios do Reino Médio, evidentemente, visto como uma ameaça, para os egípcios construíram uma série de fortalezas no Norte de Núbia de proteger as fronteiras do Egito.
Durante o Egito do Novo Império , o período do império, Núbia foi na sua maior parte uma província do Egito, governado pelo "Filho do Rei de Kush". O limite sul desse controle pode ter sido Gebel (montanha de) Barkal, onde um templo de Amonfoi localizado. Então, como o Reino Novo diminuiu eo Egito caiu em vários principados rivais, o controle egípcio da Núbia era uma vez mais perdido. Por quase dois séculos após o fim do Império Novo, encontramos registros muito escassa de vizinho do sul do Egito.
Então, um reino de Kush apareceu de repente, não é surpresa num momento em que o Egito foi a mais fraca ela. Já em 770 aC, um poderoso governante nomeado Kashta surgiu de Napata, localizada no sopé da Gebel Barkal, para assumir o controle não só da Baixa, ou do norte da Núbia , mas também do Alto, do Egipto ou do sul para o norte até Tebas . Lá, ele tinha sua irmã instalado como " Divino Adoratice de Amon ", uma posição que tinha se tornado tão importante, se não mais, do que o Sumo Sacerdote. Enquanto o povo de Tebas Kashta reconhecido como rei do Alto e Baixo Egito, que seria seu sucessor,Piye (Piankhi), que seria verdadeiramente uma regra ou menos completa o Egito mais. Ele deixou para trás documentos notável em Karnak , Memphis e Gebel Barkal, embora apenas o último sobrevive, que lança-se no papel tradicional de Faraó, o restaurador da ordem contra as forças do caos.
O Campo de pirâmide em el-Kurru
Após assumir o controle da maior parte do Egito, Piye estabelecidas para Heliópolis, para adorar o deus sol e comemorar sua coroação como rei do Egito . Não nos é dito que ele:
"... Ficou por si só;. Quebrar os selos dos parafusos, abrindo as portas vendo seu pai Re na santa Casa Pyramidion; da Manhã Latido de Re e da noite de Casca de Amon. Adornar"
Depois, ele voltou para Napata, onde fundou uma dinastia núbia , Egito 25, que iria durar cerca de um século. Após a sua morte, ele se tornou o primeiro rei do Egito em 800 anos para ser enterrado em uma pirâmide. Ele construiu em El-Kurru, cerca de 13 km a jusante do Templo de Amon em Gebel Barkal, e sua foi a primeira de um número estimado de 223 pirâmides que seria construído em Núbia ao longo dos mil e tantos anos que vem. Pensamos que o seu palácio pode ter sido localizado nas proximidades, embora nunca tenha sido descoberto. Entre 1918 e 1919, George Reisner realizadas escavações em El-Kurru, mas até então apenas uma pirâmide ainda estava de pé. Ele encontrou sob montes de entulho baixa os túmulos de Piye e seus sucessores da 25 ª Dinastia, Shebaka , Shebitku e Tantamani . Seus túmulos haviam sido cobertas por pirâmides, mas no início do século 20, eles tinham sido totalmente removida.
Planejar e Seccionais de Tomb Piye está em Kurru el
Essas pirâmides deu muito mais em comum com os privados que ainda podem ser encontrados no West Bank em Tebas(moderna Luxor ) do que com a Grande Pirâmide do Egito norte, embora seja comum pensar que ele foi inspirado por este último. Mesmo que a superestrutura do seu próprio túmulo havia sido removido, a sua trincheira fundação indicou uma pirâmide com um comprimento de base de apenas cerca de oito metros e uma inclinação de, provavelmente, cerca de 68 graus. Dezenove passos levaram para baixo a partir do leste para a câmara funerária que foi cortada na rocha como uma trincheira aberta e coberta com um telhado de alvenaria corbelled. Piye o corpo tinha sido colocado em uma cama que descansava no meio da câmara em uma pedra banco com os seus quatro cantos cortados para receber as pernas da cama, de modo que a plataforma cama ficava diretamente no banco. Esta foi, provavelmente, um costume da Núbia, embora fragmentos de vasos de vísceras foram descobertas, levando os egiptólogos a crer que ele era mais provável embalsamado em estilo egípcio. Havia também os restos mortais de figuras Shabti , mais geralmente encontrados em tumbas egípcias. Não havia uma capela construída sobre e cobrindo a escada para a câmara de sepultamento, mas também foi completamente destruída.
A pirâmide de seu sucessor, Shebaka , tinha um esquema semelhante, embora a câmara mortuária foi totalmente subterrânea, e incluiu um corte de teto abobadado na rocha natural. Aqui, a entrada para a pirâmide foi construída longe o suficiente para o leste para permitir que ele seja inserido após o templo mortuário foi construído. Uma escada levava para um pequeno túnel que o que levava à câmara funerária.
Junto com os reis da dinastia de 25 , também houve catorze rainhas "pirâmides construídas em El-Kurru, medindo entre seis e sete metros quadrados, na verdade, apenas um pouco menor do que os reis 'pirâmides, que mede entre oito e onze metros quadrados.
Reisner também descobriram as sepulturas de 24 cavalos e dois cães por perto. Quatro dos cavalos pertencia Piye , e mais quatro para Tantamani . Estudiosos especulam que eles possam ter cada pertencia a uma equipe carruagem. Houve também dez cavalos pertencentes a cada Shebaka e Shebitku . Todos os animais tinham sido sacrificialmente decapitados, e seus crânios estavam faltando. Cada um deles foi enterrado em pé, e seus corpos estavam cobertas com redes de contas penduradas com conchas e miçangas bronze pesado. Eles também tinham colares de prata e detentores de pluma dourada tira.Existe também alguma especulação sobre se estes cavalos podem corresponder com os enterros de barco de pirâmides anteriores.
Plano e da pirâmide de Taharqa em Nuri
Um dos últimos reis da Dinastia 25 , Taharqa (conhecido na Bíblia, Reis 19:9, como Tirakah), mudou-se para Nuri, um site só do outro lado do rio, de Gebel Barkal, para construir a sua pirâmide. Lá, ele construiu uma medida muito maior pirâmide algumas 51,75 metros quadrados com uma altura entre 40 e 50 metros. Foi a maior pirâmide já construída no Nuri, e é única entre as pirâmides Nubian de ter sido construída em duas etapas. A primeira pirâmide foi envolto em arenito suave. Desenhos e relatos escritos do início do século 19 revelar o topo truncado do interior da pirâmide projetando a partir do topo da pirâmide decadente exterior. A pirâmide exterior foi o primeiro de um tipo com cursos reforçada e cantos aplainada. Ele tinha um ângulo de inclinação de aproximadamente 69 graus. Uma parede do recinto estreitamente cercada da pirâmide, masReisner não foi capaz de descobrir vestígios de uma capela.
No entanto, as câmaras subterrâneas desta pirâmide são os mais elaborados de qualquer túmulo Núbia. A entrada era por meio de uma trincheira escada leste, ao norte da pirâmide do eixo central, mas em consonância com o original pirâmide menor.Três passos levou até uma porta com uma estrutura moldada e gola em cornija. A porta, em seguida, levou a um túnel que ampliou e abriu em uma antecâmara com um teto abobadado. Seis enormes pilares esculpidos na rocha natural dividiu a câmara de sepultamento em duas laterais e uma nave central, cada uma com um teto abobadado.
Algumas das pirâmides sobreviventes no Nuri
Apesar de um recesso retangular foi cortado no chão da câmara mortuária de um sarcófago, nenhum sarcófago foi encontrado.Além disso, havia quatro nichos retangulares nas paredes norte e sul e dois na parede oeste. O conjunto da câmara foi cercado por um fosso, como o corredor que poderia ser inscrita por meio de escadas que levam em frente à porta antecâmara. Outro conjunto de etapas levaram ao corredor da extremidade oeste da nave. Na verdade, todo o arranjo não é diferente doOsireion , uma simbólica Osiris túmulo construído por Seti I em Abydos .
Durante o reinado de Taharqa , os assírios estavam se tornando uma ameaça crescente. Na verdade, o seu sucessor,Tantamani , depois de ter recebido uma breve apresentação de todos os Delta governantes egípcios, foi então forçado a voltar pelos assírios de Napata. Estado Núbia do Egito veio gradualmente e terminam como Psamtik I , um egípcio sob controle assírio, consolidou o seu powerbase no Egito. No entanto, Tantamani e seus sucessores governaria um território que se estendia da primeira catarata (em Aswan ) ao sul do Nilo Branco para os próximos 350 anos.
O campo de pirâmides de Nuri layout plano
Embora Tantamani voltou a el-Kurru para construir sua pirâmide, 21 reis e 53 rainhas e príncipes foram enterrados em Nuri sob pirâmides construídas de alvenaria boa, usando blocos de arenito vermelho local. Em geral, eles eram todos muito maiores do que aqueles em el-Kurru, alcançando alturas de vinte a trinta metros. Eles tinham planos consistentes, principalmente, com capelas construídas contra a leste faces decoradas com relevos e uma estela construída em alvenaria da pirâmide representando o rei, antes dos deuses . As subestruturas quase sempre incluem trincheiras escada a leste das capelas que dava acesso a câmaras, incluindo dois ou três quartos, que às vezes eram inscritas com a "Confissão Negativa" do egípcio Livro dos Mortos .
Suas práticas de enterro foram em grande parte egípcia. Eles foram mumificados em moda egípcia, e os seus enterros incluiu múltiplas shabtis (cerca de 1070, em Taharqa 's pirâmide sozinho). As múmias reais eram adornados com jóias de ouro, escaravelhos coração verde de pedra, peitorais de ouro no peito e obturações de ouro em nos dedos das mãos e dos pés. Os reis também foram equipados com bandidos e manguais . Os caixões foram anthropid, feito de madeira e cobertas com folhas de ouro e incrustada com pedras coloridas. Havia, por vezes, caixões exterior que eram ainda mais elaborado, cobertos com ouro e incrustações de pedras com o motivo das asas de falcão e abutre. Vários corpos dos reis, nomeadamente de Anlami e Aspelta (cerca de 568 aC), foram colocados em sarcófagos de granito enorme. Aspelta, em particular, pesava 15,5 toneladas, e teve uma acesa pesando quatro toneladas, esculpido com Textos da Pirâmide , capítulos do Livro dos Mortos , e mostrando vários deuses egípcios .
O campo Nubian pirâmide de Nuri continuou a receber os corpos da realeza, até cerca de 308 aC. Posteriormente, o site de Meroe, mais a sul entre a Quinta ea Sexta Cataratas ganhou destaque como um cemitério real. Nenhuma prova foi realmente à tona sobre o motivo dessa transferência foi feita, embora haja alguma especulação de que o Meroe pode ter poucos ganhou importância a partir do inicio de 590 aC, após Psamtik II campanha no norte da Núbia . Ele pode ter derrotado o exército do rei Aspelta e marcharam em Napata, mas muito disso é muito incerto.
Na verdade, Peter Shinnie, um dos escavadores em Meroe, salientou que nenhum acordo tenha sido encontrado em Napata (perto Nuri), e nenhuma residência real pode nunca ter sido localizado no local. Por outro lado, Meroe foi liquidada já no século 8 aC. Pode ter predadas Napata, e até mesmo sido o centro cultural e política o tempo todo. De qualquer forma, forneceu uma almofada um pouco mais confortável que a separa da terra do Egito.
Meroe continuaria a ser o cemitério real de 600 anos, até cerca de 350 dC. O coração principais nesta área, hoje conhecida como Butana, foi mais conhecido dos escritores antigos como a "Ilha de Meroe". É banhada por três lados pelos rios Nilo , o Atbara eo Nilo Azul. A maioria do tráfego de Napata de Meroe, no entanto, tomou a estrada ao longo do Wadi Abu Dom que corta toda a grande curva do Nilo a partir do quarto para o sexto Cataratas. Meroe foi repetidamente um refúgio para Napatan e reis Meroitic quando recuou de potências mundiais que penetrou pelo Nilo. Ficava um pouco além do alcance do Império Romano, com a qual estava vinculado economicamente através do comércio.
Os campos Pirâmide de Meroe, na Núbia (Sudão)
Os campos Pirâmide de Meroe, na Núbia (Sudão)
Alguns autores têm descrito Meroe como um dos maiores sítios arqueológicos do mundo. A resolução real de Meroe é apenas uma meia milha a leste do rio e seus cemitérios encontram no deserto um pouco mais a leste. O primeiro rei, conhecido importante para construir seu túmulo em Meroe foi Arkamaniqo (por vezes referido como Arikakaman, conhecido como Diodoro Ergamenes). Ele governou aproximadamente no mesmo tempo em que Ptolomeu II do Egito. Sua pirâmide foi construída no Cemitério do Sul, que tinham sido em uso desde o tempo de Piye . Havia até três reis enterrado aqui, incluindo Yesruwaman e Kaltaly, bem como seis rainhas, mas a aglomeração causada por mais de 200 túmulos individuais solicitado royalty futuro para mover através de um vale estreito para uma crista curva, onde iniciou um Norte Cemitério. Cerca de 30 reis podem ter sido enterrado no Cemitério do Norte. Um cemitério terceiro em Meroe, conhecida como o Cemitério Oeste, inclui pirâmides de escombros de tijolos de face e de menor royalty cercado por uma série de sepulturas, muitas das quais estão bem equipados, pertencentes a importantes famílias de Meroe.
Duas pirâmides de Meroe restaurado por F. W. Hinkel
Como Nuri, essas pirâmides são bastante padronizados. São todas as pirâmides íngreme construída de arenito, com altura entre dez e trinta metros. Em Nuri, que são pisados e construído sobre um pedestal, mas aqui cada face triangular foi enquadrado por faixas lisas de alvenaria levantadas ao longo das bordas, onde os rostos se encontram. Note-se que as pirâmides de Gebel Barkal também têm esta característica.
Sempre que as partes superiores das pirâmides são preservadas, essas linhas são arredondadas, como os frisos toro nos cantos dos templos egípcios, para o quarto superior da pirâmide de altura total.
Pirâmides de Meroe com sua torre-como a Capela de Entradas
Contra o lado oriental da pirâmide estava situada uma capela, muitas vezes liderada por miniatura pilões .
No final do período Meroitic, as pirâmides não são mais intensificadas, mas suave e os blocos da carcaça ficam muito menores previsto em um núcleo mal construída. Na verdade, a última dessas pirâmides foram construídas de entulho e tijolo, e tinha uma superfície de reboco.
Para a infra-estrutura, eles têm uma escada descendente oriental a uma porta bloqueada em frente normalmente três câmaras adjacentes. Normalmente, duas das câmaras havia pilares quadrados esculpida em rocha natural, com uma câmara, em terceiro lugar mais íntimo menores. Tectos abobadados eram ligeiramente em câmaras anterior e mais grosseiramente talhado, redondo abobadados em outros mais tarde.
Mais pirâmides de Meroe
Em Meroe, o corpo do falecido foi enterrado no interior da câmara em um caixão de madeira antropóides colocado num caixão de alvenaria levantadas. Os finos foram esculpidas com figuras divinas. cenas de Socorro nas capelas anexado às pirâmides, incluindo representações de múmias e restos de equipamentos de vísceras , sugerem que pelo menos os corpos reais ainda estavam mumificados . Escavações desenterrado corpos que estavam adornadas com jóias de ouro e prata, com arcos, aljavas de flechas, anéis arqueiros "polegar, arreios de cavalo, caixas de madeira e móveis, luminárias de bronze, vasos de bronze e prata, garrafas de vidro e cerâmica. A câmara mais próxima a entrada, muitas vezes contidas ânforas de vinho e os frascos de armazenamento de alimentos.
Aqui, e no resto da Núbia , reis e até mesmo os plebeus ricos também levou consigo para sepulturas seus servos que estavam aparentemente sacrificados no momento do funeral de seu mestre. Os animais, incluindo cavalos atrelados, bois, camelos e cães também foram abatidos e enterrados fora das entradas das câmaras de sepultamento.
Um tesouro famoso, conhecido como o Tesouro Ferlini nomeado para o seu descobridor, o explorador italiano Giuseppe Ferlini, foi descoberto em 1830 numa das Pirâmides Cemitério do Norte (Beg. N.6). Esta foi a pirâmide de rainha Amanishakhto que viveu durante o final de primeiro século aC. Ferlini informou que esse cache de anéis de ouro, colares e outros ornamentos foi encontrado em uma câmara secreta no topo de uma das pirâmides, com resultados óbvios. Logo, outros caçadores de tesouro foram arrancar os topos das pirâmides outros. Na verdade, o tesouro foi certamente encontrada em uma das câmaras subterrâneas.
Plano e da Secção de Meroe Pirâmide Beg N.6
A re-emergência da pirâmide real, depois de cerca de 800 anos é um caso interessante de uma transferência de arquitectura, bem como uma idéia religiosa de uma região e cultura para outra. Parece que os núbios, por um período considerável de tempo, provavelmente tinha uma relação bastante elevada para a sua cultura vizinhos do norte. Quando o Egito fracassarem, os reis anteriores núbios que assumiu o controle do Egito tentaram fazer o tempo voltar a um passado mais clássica egípcia, e tomaram alguma desta casa passado, quando eles saíram do Egito.
As pirâmides Nubian são caracterizados por menor escala, com encostas mais íngremes, mas eles são muito mais numerosos, muito mais padronizados e de propriedade de mais membros das famílias reais (e provavelmente não-membros da realeza também) do que a egípcia clássica pirâmides . Quando os núbios eles pararam de construir, a pirâmide como um marcador para uma tumba real não seria mais.
Recursos:
TítuloAutorDataEditora
Tesouros das Pirâmides, Ohttp://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&langpair=en|pt&u=http://www.touregypt.net/featurestories/nubiapyramids.htm


www.crystalinks.com/pyramidsudan.html

en.wikipedia.org/wiki/Nubian_pyramids
Os faraós núbios: Reis Negros no Nilo [Capa Dura]
Dominique Valbelle, Charles Bonnet (Autor)

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O MELHOR COMENTÁRIO


Sobre a origem desses troncos, realmente creio ser difícil se chegar a certeza, quanto mais a sucessão de obliteração dos mesmos.


Porém, estudando os pormenores das civilizações saberemos que os negros outrora reinaram no globo, tanto sobre os amarelos quanto sobre os vermelhos, e subjugavam os brancos incipientes.


Estes últimos surgiram não se sabe como, mas seus registros primevos procedem da área setentrional da escandinávia.


A raça bórea, no silêncio dos séculos civilizava-se, aprendendo com seus senhores(os povos de pelasgos, os negros).


As mulheres em tal época recebiam o tratamento idem ao dado entre os samoanos.


A raça negra estava em toda sua pompa, ocupava toda a Arabia, e estendia-se não somente pelas costas meridionais da Ásia, como também pelo seu interior.


Ainda hoje podemos perceber contruções como as de Mahabalipuram, as cavernas de Elora, os templos de isthakar, as pirâmides de Mênfis, todas obras da portentosa raça negra de outrora.


Aquele povo dotado de formidável cavalaria, que utilizava vãrios braceletes e artigos de ouro pelo corpo, imbuídos pela providência apresentaram-se a primitiva raça branca para castigá-la com seu poderio durante bom tempo.

Os bóreos deram a si mesmos o nome de celtas, os heróis.


Souberam que os negros chamavam-os do nome injurioso de citas( originária da palavra scuth, escarro, pois essa era a maneira injuriosa que a raça negra caracterizava a branca pelo seu aspecto), resolveram designá-los por pelasgos, isto é, os pele curtidas.


Os celtas em tão época que iniciaram as batalhas com o povo de pelasgos, não estavam muito distante da era dos peruanos quando foram dizimados pelos íberos, porém tinham certas vantagens, e isso determinou as suas vitorias e posterior dominio sobre os negros.


Seus corpos eram robustos devido a vida errante, como também ao clima austero, e seus corpos desenvolveram-se muito antes que surgisse a centelha da parte intelectual com os óbices da vida civil e religiosa.


Entre os peruanos entretanto o desenvolvimentos intelectual ocorreu precocemente, destarte, o físico foi tardio e reprimido.



A TERRA DOS DEUSES 


Um breve estudo da etimologia da Somália e do seu potencial histórico-linguística


Ali Abukar


I. INTRODUÇÃO


Quando o autor começou o estudo de forma a etimologia da Somália em 1982, era mais na forma de um hobby do que qualquer coisa séria. Por uma questão de fato, o autor não tinha nem a formação académica, nem os recursos para iniciar o estudo de um assunto tão complexo como a etimologia da Somália, mesmo sem o benefício de um precedente. No entanto, seu sucesso com o primeiro conjunto de palavras foi uma inspiração e lhe convenceu que era um meio Somália realmente antiquado com um rico potencial para o estudo histórico-lingüístico.


No decurso do presente estudo limitado, o autor não só tinha para enriquecer seu conhecimento um tanto rudimentar de Oromo e árabe, mas também achei prudente estudar egiptologia, o islamismo eo cristianismo - assuntos que ele julgava de valor potencial para o estudo.


Para efeitos do presente estudo, o autor cuidadosamente selecionados dezenas de importantes palavras cultural para trabalhar. Ocasionalmente, ele teve de ponderar e se sentar em uma única palavra durante dias, semanas ou mesmo meses antes que ele pudesse dividir uma palavra e entender seus componentes. Naturalmente, a primeira palavra que encabeça a lista era intrigante e muitas vezes mal interpretado nome da língua e seus falantes - somali.


O presente estudo não é de forma conclusiva. Muito mais precisa ser feito para concretizar todo o potencial histórico-linguística da Somália. Como lingüista amador, o autor espera estimular o interesse entre os linguistas, historiadores e arqueólogos e proporcionar-lhes uma nova perspectiva de o país conhecido como "A terra dos deuses '. Seu povo e sua língua. Se for bem sucedido nesta tarefa, então, teria servido ao seu propósito.


II. A perspectiva histórica


Somalis são uma raça homogênea, principalmente nômades e ocupam um vasto território, mas pouco povoada entre Djibuti, no Mar Vermelho e do Rio Tana no nordeste do Quênia. Acreditava que um membro do grupo de Cu Oriental **** CI, que também inclui o Afar, Oromo, Rendille e outros, somalis são muçulmanos sunitas da seita Shafi. Embora geralmente fanáticos em defesa do Islã, os somalis tendem a ser bastante liberal na prática. Companheiros do Profeta Maomé teria migrado para o Corno de África apenas alguns anos após o surgimento do Islã em seu local de nascimento de Meca. Para este dia, porém, a fé é para fazer ainda um impacto significativo sobre as vidas destes nômades resistentes e parece combinar bem com algumas tradições pagãs de velhice.


Historicamente, muito pouco se sabia sobre o passado do povo somali pré-islâmica. Apesar de fósseis recentes e evidências genéticas que defendemos fortemente a teoria de que a humanidade teve origem na África, África e Oriente, em particular, havia relativamente pouco estudo arqueológico da península da Somália. A maioria dos arqueólogos e paleontólogos tendem a concentrar as suas pesquisas sobre os países mais hospitaleira e turística-friendly da Tanzânia, Quénia e Etiópia. O terreno logicamente mais potencial e geologicamente mais antiga da Somália foi de certa forma ignorada. Os habitantes das costas da Somália foram conhecidos para ter contatos e relações comerciais com as duas mais antigas civilizações conhecidas do mundo, nomeadamente o Egipto antigo e Suméria. Ao contrário do antigo Egito, onde os estudiosos foram capazes de descobrir e traduzir numerosos escritos e registros, nosso conhecimento da Suméria se manteve relativamente escassas e insuficientes. O autor, porém, achou que de interesse que Sumarian cabanas feitas de junco tecido foi uma réplica exata da cabana dobrável um nômade somali. Também curiosamente, a divindade mais importante Sumarian, MARDUK, significa literalmente em 'Aquele que já foi enterrado' somali.


Talvez o registro mais antigo e histórico detalhado da Somália foi a de viagem da famosa rainha egípcia Hatshepsut à Terra de Punt, em 1500 aC. À chegada, porém, o rei ea rainha de Punt perguntou por que ela veio depois de seus antepassados ​​abandonaram-los por um longo tempo. Aparentemente, o contato entre os dois países não começa com a visita da rainha, mas existia muito antes.


Registros antigos egípcios narrar como pretensos faraós eram ritualmente obrigado a ir em peregrinação a 'Terra dos Deuses ", antes da sua ascensão ao trono. "Terra dos Deuses" O nome e este ritual aparentemente perdida para os historiadores que não aprecio o fato de que o país foi um importante centro da religião e do berço da idolatria.


Infelizmente, os egiptólogos freqüentemente trabalhavam na premissa de que a antiga civilização egípcia começou ao longo do fértil vale do Nilo, onde a agricultura e outros assim chamados pré-requisitos para as civilizações eram possíveis. Sem contestar o fato de que esta civilização fez um grande desenvolvimento e tem seu ápice ao longo do vale do Nilo, suas origens humildes poderia ter se originado em outros lugares onde o tempo e as condições obliterado quaisquer sinais visíveis de sua existência. Com a sua enorme obeliscos, pirâmides gigantescas, cidades arruinadas e outros inestimáveis ​​tesouros arqueológicos, no Egito, sem dúvida desde estudiosos tudo o que sempre sonhou e muito mais - e nunca olharam para além de uma vez.


Enquanto o misterioso "Punt" foi provavelmente o ancestral do povo somali falar (? O Phut bíblico de Gênesis), foi sobretudo "A Terra dos Deuses", que capturou a imaginação do autor. Foi um fato indiscutível que, em civilizações antigas, a religião dominava a vida das pessoas e formaram os pilares de sua cultura. Não admira que a maioria dos deuses do Egito antigo, assim como os componentes mais importantes de sua cultura provenientes do país que eles conheciam como "A Terra dos Deuses".


Pinturas de seus deuses mostram pelo menos seis detidos da Somália nômade comum de HANGOOL - um gancho em forma de material acessível em uma extremidade e uma forma de V na outra tradicionalmente utilizados para o tratamento de arbustos espinhosos. Outros três deuses realizada a delgada lança somali. Egípcias tradicionais vestidos antigos, o lenço Real gasto em torno da cintura, bem como as do Marfim) encosto de cabeça (todos lembra da Somália dias de hoje. Curiosamente, a maravilhosamente decorado lenço para este dia ficou parte do cerimonial menina nômade traje somali um e que foi chamado BOQOR . A palavra BOQOR também foi a única palavra da Somália para o rei. Enquanto o método de enterrar os mortos com seus pertences foi também um islâmico somali tradição pré, lá onde os relatos persistentes de existência do homem-montes feitos no leste-nordeste da Somália um antecessor provável geométricas pirâmides do antigo Egito.


Além dos registros antigos egípcios, a única menção da Somália pré-islâmica que foi pelos geógrafos gregos e viajantes Heródoto, Estrabão, Plínio, Ptolomeu e Indicopleustas cosmos que visitaram a costa do Mar Vermelho entre Barbaria e seu povo foram Barbars. O nome foi, aparentemente, um berbere corrupção de Barbar e, portanto, Barbaria deve ter sido a pátria original dos berberes do Norte Africano.


Com toda probabilidade, o Mar Vermelho cidade portuária de Berbera era Bárbara, a cidade mais importante da Barbaria. Talvez fosse interessante notar aqui que os antigos egípcios Hieróglifo também foi chamado de Barba. Aliás, Barba na Somália significava "ensinar a escrever e ainda estava em uso no antigo bairro de Mogadíscio. significa BAR na Somália "ensinar" e BA foi a primeira letra do Hieróglifo, bem como a ortografia da Somália. Embora a palavra barbárie e bárbara encontrou sua maneira em alguns dicionários europeus na sua grafia correta, eles obviamente se refere à condução da "selvagem" hostil e de os norte-africanos que então eram os Barbars apenas em contacto com a Europa.


Outra fonte inesperada que o autor encontrou valiosos foram os dois Livros Sagrados das duas principais religiões monoteístas, ou seja, a Bíblia eo Alcorão. Na opinião do autor, a idade dos dois livros e sua referência a eventos históricos torna-os uma fonte valiosa que não pode ser simplesmente ignorado ou rejeitado. Por uma questão de facto, os dois livros forneceu algumas dicas úteis que se somou ao crescente evidência etimológica na mão. Por exemplo, o YAHWE Bíblica (que mais tarde virou Yehova e Jeová) era, evidentemente, o mesmo que o Yahu Somália - tradicionalmente invocado para afastar o mal ou perigo. Enquanto o deus Cananite "Pal" ainda estava presente na Somália, no mesmo sentido em uma ou duas palavras, o antigo nome aramaico para o Todo-Poderoso, Ebbe, foi até hoje o nome mais comumente usado para Deus, além de "Alá" islâmico. A Bíblia Tuban-Caim, cuja profissão era fazer instrumentos (Gênesis 4:22) foi obviamente uma pronúncia grega de TUMAL, a Somália ferro traficante.


De acordo com as primeiras interpretações do Alcorão, o lugar onde Caim matou seu irmão Abel, foi "GERIYAT", que supostamente significa "O lugar da morte". Aliás, a parte mais quente mais desolado do deserto no noroeste da Somália, foi chamado e, portanto, também significava, na Somália. GERIYAT (GEERIYAAD) fica a cerca de 25 km ao sul da zona histórica do Porto de Mar Vermelho Zeila (provavelmente o Zilá bíblicos, a mãe de Tubalcaim). Ainda de acordo com o Alcorão Sagrado, WAD (o deus Hamite antigo) foi um dos cinco deuses adorados ídolos durante o tempo do Profeta Noah. Houve agora uma evidência etimológica WAD que era uma divindade da Somália como também foi HOBAL e vários dos deuses do Egito antigo.



III.THE Terra dos Deuses


Lingüisticamente, Somália foi classificado como um membro do Leste Cu IC **** sub-grupo do ramo **** Cu ic da família Hamito-semita. Línguas que pertencem à família Hamito-semitas eram geralmente sub-divididas em ramos que representam dialetos da língua-mãe original. Estes eram semitas, egípcios, berberes, Cu **** IC e Chadic.


Enquanto alguns lingüistas rejeitou a existência de uma afinidade genética entre os ramos Chadic e outros do Hamito-semita, outros aceitaram mesmo modo, em função do baixo percentual de itens de vocabulário compartilhado entre o Ocidente Cu **** línguas IC e outros membros do Poder Cu **** IC, alguns estudiosos classificam West Cu IC **** como um ramo separado da Hamito-semita conhecido como Omotic. Ainda outros Omotic contato com o grupo Chadic.


Em vista dessas diferenças consideráveis ​​de opinião entre os lingüistas como a língua que pertencia a qual grupo e os critérios a serem aplicados na identificação de uma linguagem, que seria na opinião do autor, ser sábio para expandir o alcance dos critérios a ser aplicada . Assim como novos pontos de evidências genéticas para o fato de que todos os seres humanos vieram de uma mesma família do homem e da mulher, evidências lingüísticas disponíveis também aponta para a mesma origem genética de todas as línguas. Obviamente, o critério para classificar as línguas presentes na base da origem comum do vocabulário mais antigos e elementos palavra usada para expressar relações gramaticais eram claramente insuficientes e a causa dessa diferença de opinião. Conseqüentemente, um estudo da etimologia de uma língua não só acrescentar ao nosso conhecimento da história de um povo antigo e cultura, mas também poderia ajudar a determinar a idade de uma língua, assim como sua relação com outras linguagens. No entanto, o estudo da formação de palavras de uma língua foi um assunto bastante complexo e só poderia ser tentada por um nativo com um reservatório bastante grande de vocabulário, um sentimento interno de circunstâncias culturais em que uma palavra formada, bem como um conhecimento de trabalho das línguas irmãs. Estudar uma língua estrangeira como um meio foi, na opinião do autor, quase o suficiente para compreender as variações das palavras de uma língua antiga ainda viva, como Somália.


Infelizmente, o presente estudo levanta mais perguntas do que respostas em uma disciplina já atormentado com as teorias e argumentos conflitantes. No entanto, independentemente lingüísticas características da Somália parece compartilhar com outras línguas do grupo de Cu **** IC, a presença de um número bastante grande de objetos antigos de culto, bem como nomes de Deus claramente a separa do grupo e solicita uma estudo mais abrangente da língua.


(PS Para efeitos de clareza, os deuses de origem somali identificadas no estudo, bem como palavras usadas somalis são processados ​​na nova ortografia da Somália).


Ao contrário do que a classificação tradicional e aceitou a recente afirmação do Prof M. Nuh (PhD UCLA, 1981), separada do pai da Somália Cu **** IC alguns 3.000-3.500 anos atrás, era evidente a partir do estudo da língua poderia muito bem pertencer para a fase antiga da Hamito-semita, se não antes. O facto de ter sobrevivido quase intacta ao longo de vários milênios provavelmente poderia ser devido à forma como seus falantes inalterada pastoris da vida e do seu isolamento geográfico quase no canto nordeste do Corno de África.


Provavelmente a palavra mais importante na língua somali é o seu nome, ou seja, SOMÁLIA. Muitas vezes incompreendido e mal interpretado, ocasionalmente, por estudiosos da Somália e estrangeiros, o autor pensou que merecido que o estudo deve começar com isso. Contrariamente a todas as teorias erróneas avançada e significados atribuídos a ele, o nome era um substantivo simples Somália descrever a profissão dos seus falantes, ou seja, SOMAAL. Na Somália idade, por isso "significava carne - agora passa a ter a palavra moderna HILIB. Entre os falantes do dialeto MAI, entretanto, assim que foi ainda muito em uso e foi a única palavra para a carne. O sufixo Maal meios para viver ou para fazer o ganho de. Daí SO'MAAL significa literalmente "aquele que vive na carne" - em outras palavras, uma pastoris.


Aparentemente, nos tempos antigos, os somalis foram divididos de forma mais eficiente em moldes profissionais, por oposição ao actual sistema de linhagem pesada. O TUMAAL foi o ferro-monger, BAAJIMAAL era o oleiro e BIYOMAAL (literalmente, aquele que vive em ou faz ganho da água) era ou um agricultor ou um pescador. Atualmente, um sub-clã da família *** clã principal é chamado BIYOMAAL e viver ao longo da parte inferior do rio Shabelle - embora ambas as práticas da agricultura e pastorícia. Para este dia, porém, o SO'MAAL, TUMAAL e BAAJIMAAL viver fiel a suas profissões antigas. Em consonância com palavras semelhantes na língua, a dificuldade de pronunciar Hamzah (') no SO'MAAL foi posteriormente abandonada e substituída pela SOOMAAL vogal longa.


A única outra palavra da Somália com o sufixo foi maal DUMAAL que significava 'aquele que ganhou da morte'. DUMAAL era o termo comumente usado para herança da esposa. Na tradição da Somália, um homem deve herdar a esposa de seu irmão falecido. Da mesma forma, em caso de morte de uma esposa, sua irmã mais nova geralmente é dado a ele em casamento para tomar o lugar de sua irmã falecida ancião. Portanto, na Somália, uma cunhada era uma DUMAASHI (que deveria ter sido basicamente DUMAAL-shi).


WAD'AAD (agora WADAAD), evidentemente pré-islâmica, a palavra para sacerdote (homem de religião) ainda era comumente utilizado e continha a antiga "Hamitic" Deus WAD . Daí WAD'AAD, ou mais recentemente WADAAD, significou a atendente da WAD. Na Somália moderna, WAD significava a "morte". Da mesma forma, GAR'AAD (atualmente GARAAD) significava "um especialista em lei" - provavelmente o advogado do clã. Na Somália modernos, porém, GARAAD hoje significa príncipe ou sultão de um clã.


Outra suposta 'Hamitic antigo deus', HOBAL , também era, evidentemente, de origem somali. HOOBAL - alternativamente HOOYAL - foi provavelmente o mais conhecido de todos os deuses da Somália e continua a dominar a poesia da Somália e músicas do folclore tradicional. mais importante que Deus Saudita Pagan, Hubal , não era outro senão o da Somália Hubal , cooptadas e deu um som arabizados. Na Somália hoje moderna, HOBAL , foi entendida como 'Artista'. O antigo deus era provavelmente o deus-patrono da literatura da Somália.


Sem dúvida, o aspecto importante da maioria do presente estudo foi o egípcio relação somali. Presente evidência lingüística apresentaram pelo menos cinco dos do Egito antigos deuses veio ou teve ligações óbvias com o país que, por vezes chamado de "A Terra dos Deuses". Por exemplo , o dom supremo de Deus, RA '(também chamado alternativamente RA e RE) ocorre como um componente de uma série de palavras culturalmente importantes da Somália. O importante palavra ritual, todos destinados ao abate, GOWRAC , indica claramente o deus sol era tão antiga quanto a própria linguagem. GOWRAC literalmente significa 'cortar para RAC. Oromo A palavra para o mesmo ritual foi GORA ' com um Hamzah substituído pelo mais difícil de pronunciar C ('). RA foi o único deus Somália partilhada com outros **** IC Cu ramo oriental com a exceção de Waq que também compartilha com o Oromo. Outras palavras da Somália, que também continha o dom supremo deus GARAC (um filho ilegítimo), ARRAWEELO (AR-RA-WEELO), a rainha pagã lendário que castrados toda uma geração de homens da família somali . ARRAWEELO literalmente significa "Aquele que obedeceu RA . A palavra da Somália para "errado" foi GURRAC (GUR-RAC). GUR significava "mão esquerda", que na maioria das línguas significava 'errado'.


As duas palavras Garré (GAR-RE) e BARRE (BAR-RE) incorporou o apelido terço do deus sol, RE. Por conseguinte, Garre significava o mesmo que GARAC - tanto significado como um filho ilegítimo . Daí o ditado "Garre GARAC MACHO" - significando a Garré (um clã no sul) não têm qualquer filho ilegítimo. Era uma tradição aceita até hoje entre o clã que uma noiva recém-casada foi imediatamente levado por pastores jovens e não poderia ser devolvido ao seu marido até que ela estava grávida . Barre (BAR-RE) significou deus da chuva. BAR significa gotas de chuva como em BARWAAQO (BAR-WAQ).


HOROUS, o segundo mais importante dos deuses do Egito antigo, também parece ter se originado na "terra dos deuses '. O deus falcão negro (Somália Aboodi) continua a ser uma ave muito temido. Acredita-se ser especialmente perigosa para os bebés recém-nascidos e mães que amamentam. Um pedaço dos ossos das aves ou a sua garra era tradicionalmente amarrada em torno da criança como uma proteção contra seus feitiços prejudiciais. No Nordeste da Somália, em particular, a HORUSE nome masculino foi dado a uma criança de tez escura. Para se proteger contra o mau olhado do falcão, nutrizes frequentemente carregam uma faca ou uma vara curta da árvore Wagar. Aliás, os faraós egípcios teria transportado o material Wagar mesmo para o campo de batalha para garantir a vitória contra o inimigo.


OSIRIS, outro dos deuses do Egito antigo, que teria governado o submundo depois de ser morto por SET (Ed. Somália SED), foi evidentemente uma distorção grega de ISIR WASIIR e na Somália. Hoje, somalis, por vezes, referem-se a AB e ISIR em sua negação de uma acusação de que era culturalmente horrendo. Se costuma dizer 'eu não tenho nem AB, nem ISIR para tal ato "- ou seja, não tenho nem a probabilidade genética, nem a orientação cultural ou religioso para cometer um ato tão horrendo.


O par WALCAN e WASIIR, agora no seu caminho para o esquecimento, também foram utilizados em um contexto semelhante, mas ligeiramente diferentes. Na Somália modernos, porém, ISIR era comumente usado como um nome feminino.


NEPHDEYS e BES , dois a menos proeminentes antigos deuses egípcios, também parecem ter alguma afinidade com o idioma somali. Enquanto NAF na Somália significava "alma", NEF significa "respiração". Daí NEPHDEYS literalmente significa " Aquele que liberta a respiração - uma função mais ou menos atribuída ao antigo deus . BES na Somália significava "Aquele que foi em seu" leito de morte - também em função do deus último foi associado.


O deus Cananite antiga, PAL , ainda estava vivo na Somália, no mesmo sentido mas, provavelmente, em apenas duas palavras-UUR-KU-baale-LE e YABAAL. O raramente usado UUR-KU-BAAL-LE significava "Aquele que tem BAL nele". Geralmente se perguntar: "Como você espera que eu sei que suas intenções? Você acha que eu tenho BAAL em mim? "Em essência, isso significava apenas que tinha BAAL nele poderiam predizer o oculto ou o desconhecido. YABAAL, possivelmente um nome alternativo para Baal, foi geralmente associado com a voz de um ser invisível que disse a um o que fazer ou não fazer em tempos de crise no deserto.


Finalmente, o antigo deus do mar Maia, Manya, significava simplesmente mar no dialeto falado na Somália os antigos bairros de Mogadíscio.


IV. CONCLUSÃO


O estudo acima breve da etimologia da Somália não tenta re-classificar a linguagem nem definir sua idade provável. Mas o fato evidente de que Somália contém os dois mais antigos deuses camitas, WAD e HOBAL, pelo menos cinco das divindades mais importantes do Egito antigo, assim como dois semita e um nomes Cananite antiga de Deus claramente chama para uma revisão profunda deste meio até então classificadas como orientais Cu IC ****.


Fiel ao seu antigo nome "Terra dos deuses", a Somália foi, provavelmente, um importante centro da religião nos tempos antigos e berço provável da adoração de ídolos para ambos os lados do Mar Vermelho e mais longe. O facto de o Corno de África foi o assentamento mais antigo que combinava Hamites semitas e também confere maior credibilidade à teoria corrente popular que espécie humana se originou na região do Leste Africano.


Sem qualquer tentativa de tirar qualquer conclusão, o presente estudo breve pretende apenas lançar alguma luz sobre o nosso conhecimento da língua somali e seus falantes, principalmente pastores, que até agora atraídos relativamente pouca atenção dos estudiosos. Foi um estudo mais aprofundado evidente era necessária não apenas para re-classificar a linguagem e avaliar a sua idade provável, mas também para perceber o seu potencial histórico-lingüístico.


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Número de Referência
Pirâmides Completa, O (Resolvendo os Mistérios Antigos)Lehner, Mark1997Thames and Hudson, LtdISBN 0-500-05084-8
Guia Ilustrado para as pirâmides, aHawass, Zahi; Siliotti, Alberto2003Universidade Americana no Cairo Press, TheISBN 977 424 825 2
Enciclopédia Oxford do Antigo Egito, ORedford, Donald B. (Editor)2001Universidade Americana no Cairo Press, TheISBN 977 424 581 4

OS HEBREUS NEGROS





































Esta página está sendo dedicada a todos aqueles que desejam conhecer a verdade que ficou oculta há quase que 2000 anos sobre o verdadeiro povo de Israel.
Antes da dispersão da humanidade na chamada "Torre de Babel", a região não era conhecida por Babilônia, e sim, Sinar ou Suméria. Babel ou Babilônia significa "confusão" e nada têm a ver com o nome original daquele espaço geográfico, os habitantes eram conhecidos como Sumérios e habitavam a região baixa do Vale do Eufrates. Esses sumérios ou etíopes assim como eram conhecidos parecem ter se situado ao longo de toda aquela área desde a Mesopotâmia (originariamente chamada Terra dos Etíopes) até a Índia, essa região atualmente inclui: Sudeste do Irã, Afeganistão, Paquistão e o Nordeste da Índia. As escrituras fazem referencia a Suméria em Gen.10:10 e 11:1 sob o nome de Sinar, Sinar e Suméria são nomes relacionados.
Existe sem sombra de dúvida uma relação sanguínea entre as tribos dravidianas da Índia e os Etíopes sumérios. Arqueologistas escavaram cidades sumérias como Eridu, Lagash, Nippu, kish e Ur, e foram datadas anteriores de 4.000 anos.
Os arqueologistas também encontraram esqueletos de antigos dravidianos e Nedda em Ur e em Kish.
Durante a Idade média as nações negras da África e Ásia exerciam grandes influencias mundiais na política, economia, educação e militar. Nessa época a Europa ainda estava adormecida. A partir do século XVII o mais tardar é que a Europa começou a submergir da dormência, escuridão e estado de ignorância.
Johann F. Blumenbach um médico alemão, fisiologista e antropólogo que viveu entre 1752-1840, foi o primeiro a classificar a humanidade com base na sua pesquisa craniometrical (análise de crânios humanos), Blumenbach dividiu a espécie humana em cinco raças:
Raça caucasiana ou raça branca
Raça mongol ou amarela
Raça malaia ou marrom
Raça etíope ou preta
Raça Índio americano ou vermelho.
Note que antes a humanidade não era classificada em brancos, pretos e amarelos.
A raça negra, por exemplo, era classificada por Etíopes. Todo o Continente hoje conhecido como África era chamado nos tempos bíblicos de Etiópia. Contudo esse alemão considerou que a raça caucasiana era a superior e isso levou a uma viciosa filosofia racial e daí surgiu várias perseguições, sabemos que no inicio da história toda a humanidade era da cor negra, mais com o passar dos tempos houve uma mutação de genes. Na Austrália, por exemplo, existem aborígenes pessoas de pele escura com cabelos louros ou até avermelhados.
Há entre os negros os albinos que também é mais um fator que contribuí para a mutação dos genes, reconhecido entre a maioria dos geneticistas que através da raça negra podemos obter todos os outros tons epiteliais até mesmo o branco mais não o vice versa. Do negro surge o branco, mas do branco não pode surgir o negro.
Quando Moisés liderou os israelitas na saída do Egito (Nordeste da África), e morreu no deserto, Josué deu prosseguimento e liderou os liderou até a terra de Canaã e desapossou os cananitas que lá estavam, está escrito no talmude que por volta de 322 a.C. quando Alexandre da Macedônia conquistou a Palestina esses cananitas africanos vieram implorar diante de Alexandre e fizeram queixas contra os hebreus pedindo a Alexandre que retomasse as terras dos israelitas, pois diziam: "Canaã pertence a nós", O ponto que quero elucidar é que esses cananitas se consideram eles próprios como sendo africanos, conseqüentemente podemos afirmar corretamente que a linguagem hebraica-cananita é uma das línguas africanas.

FONTE: Por Miryahm Ysrayl, Hebréia Israelita.
E-mail: hebreu@email.com

Moisés, que era oriundo de Etiópia, foi um dos mais pitorescos dos Padres do Deserto. Em seus primeiros anos de vida foi criado como escravo por um aristocrata egípcio que, mais tarde, se viu obrigado a despedi-lo – e, surpreende-se que não o tenha matado, considerando a barbárie da época – por causa de suas inclinações ao roubo e a imoralidade. Depois disso, Moisés tornou-se um bandido e, sendo um homem muito forte e de grande estatura, logo se juntou a um bando de marginais que o elegeram como seu líder, passando a causar terror em toda a região. Certa vez, quando estava prestes a cometer um assalto, o cão de um pastor latiu para Moisés que, por isso, jurou matar o pastor. Para chegar até onde estava o pastor teve de atravessar à nado o Rio Nilo, levando uma faca entre os dentes. Mas o pastor teve tempo de esconder-se entre as dunas. Não conseguindo encontrá-lo, Moisés matou quatro dos seus carneiros, amarrando-os em seguida pelas pernas e levando-os através do rio. Depois, cortou-os em pedaços, assou e comeu as melhores porções, vendendo depois as sobras da carne. Logo foi se juntar aos companheiros, oitenta quilômetros de distância dali.  Isso nos dá uma idéia do tipo de pessoa que era Moisés. Nada se sabe, infelizmente, sobre como se deu a sua conversão à fé cristã. Talvez tenha ido buscar refúgio entre os solitários do deserto, quando fugia da justiça, e o exemplo de vida destes homens o tenha conquistado. O fato é que se tornou monge no monastério de Petra, no deserto do Esquela. Read the rest of this entry »

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agosto 28th, 2010 at 12:01 am
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FONTE: Por Miryahm Ysrayl, Hebréia Israelita.


E-mail: hebreu@email.com


OS DOGONS SÃO DESCENDENTES DOS EGÍPCIOS




O pesquisador americano Robert K. G. Temple, especialista em sânscrito da Universidade da Pensilvânia, em Filadélfìa, publicou um livro tão complicado quanto fascinante: The Sirius Mystery (0 Mistério de Sírius). Nesse livro, ele defende a tese de que o planeta Terra foi no passado visitado pelos habitantes de Sírius. "Quando comecei a trabalhar, aprofundando-me no assunto, essa questão já fora postulada nas tradições de uma tribo africana, os dogons , que vivem no Mali, região do antigo Sudão francês. Os dogons possuíam dados tão incríveis a respeito da estrela Sírius que me senti forçado a examinar as informações deles. Sete anos mais tarde, em 1947, consegui provar que os dados dos dogons têm mais de 5 mil anos de idade, fazendo parte também do conhecimento dos egípcios nos tempos pré-dinásticos. Também provei que os dogons descendem cultural e biologicamente daqueles egípcios". De acordo com a doutrina secreta desta tribo, nosso mundo terrestre surgiu da Constelação de Sírius. Não de Sírius propriamente dita, mas de uma estrela pequena e branca, próxima dela. De acordo com os sábios dogons, essa estrela é a menor de todo o cosmos, e também a mais pesada. Eles acreditam que a terra ali consiste em algo chamado por eles de sagolu, que significa ao mesmo tempo terra podre e metal. Essa substância brilha um pouco mais que o ferro, e é tão imensamente pesada que um grão dessa matéria tem o mesmo peso de 480 burros carregados de trigo. Dessa estrela, flutuando em um ovo dourado, veio Amma, que criou a Terra. Mais tarde, Amma mandou os nommos para nosso mundo. Nommos são seres anfíbios, capazes de movimentar-se na água ou na terra, e são chamados "mestres". Eles chegaram em uma espaçonave cuja descrição lembra muito as descrições atuais dos UFOs. Para os dogons, a estrela mais importante dos céus é a pequena estrela perto de Sírius, de onde vieram seus deuses Amma e os nommos. Eles a chamam Po Tolá . Po é o nome de um grão de cereal oriundo da nascente o rio Niger e que possui um peso muito grande em relação ao seu tamanho; Tolo quer dizer estrela. Tudo isso já seria bastante interessante, não fossem os demais atributos de Po Tolo, que são simpIesmente estonteantes.


1- Existe realmente uma estrela desse tipo na Constelação de Sírius, chamada de Sírius B pelos astronomos.



2 - Ela pertence à categoria das estrelas anãs - estrelas implodidas - descoberta por Clark em 1862, não através de observações diretas, mas por meio de cálculos matemáticos .



3 - Sírius B, o Po Tolo dos dogons, é 1000 vezes menos luminosa do que Sirius A ; e sua massa é 36 mil vezes mais pesada que a do Sol e 50 mil vezes mais densa do que a água . Seu diâmetro é de 39 miÌ qüilometros , mas ela contém a mesma quantidade de matéria que uma estrela normal com um diâmetro de 1.296.000 km. Uma caixa de fósforos cheia de matéria de Sirius B pesaria no mínimo uma tonelada . . .



4 - Sírius B gira ao redor de si mesma e , a cada 50 anos, dá uma volta ao redor de Sïrus A , descrevendo uma elipse. Como os dogons não conheciam as leis de Kepler, eles não tinham como saber deste fato. E, no entanto, eles sabiam.



5 - 0 mais espantoso é que Sírius B é totalmente invisível a olho nu. Ela pode ser vista através de um telescópio de 320 milímetros, já que se encontra a apenas 11 segundos de Sírius A. A doutrina religiosa secreta dos dogons a respeito de uma estrela invisível e com atributos incomuns é uma tradição "impossível".





No entanto, ela existe. . . Os sacerdotes dogons veneram Po Tolo, ou Sírius B, com o mais profundo respeito. Eles fazem desenhos do seu lugar no céu e na Constelação de Sírius; determinam, também com desenhos, os movimentos de Sírius A e B. Tudo isso faz parte de uma sabedoria secretissima e sagrada, junto com a gênese de Po Tolo, de onde veio Amma, a divindade suprema, e mais tarde os nommos anfíbios, mestres mandados por Amma. Essa doutrina domina todo o pensamento religioso dos dogons, para quem o número 50, número de anos que Po Tolo precisa para girar ao redor de Sírius A, é também a quantidade dos nommos e o núcleo do seu calendário . Os conhecimentos dessa tribo "primitiva" a esse respeito são tão incríveis que somos levados a esquecer que eles possuem outros conhecimentos de astronomia, tão "impossíveis" quanto eles sabem de Sírius. Eles sabem, por exemplo, que os planetas giram ao redor do Sol não ao redor da Terra. Eles conhecem 4 luas de Júpiter bem como o anel de Saturno, fenômenos impossíveis de serem registrados a olho nu. Mas o que faz os astronomos perderem a fala é que essa tribo africana sabe que a Terra faz parte da Via Láctea e que existem outras galáxias espiraladas no universo. Mais: os dogons dizem que o movimento das estrelas é comparado ao fluxo do sangue no corpo humano. Isso significa simplesmente que eles conhecem a circulação do sangue , fenômeno descoberto por Harvey apenas no século 17 . Indo além , eles conhecem a função do oxigenio nesse processo: "0 sangue no corpo corre pelos orgãos que se encontram no ventre . . . " . Eles diferenciam o sangue aguado , que contem oxigênio do sangue oleoso, que contém o gás carbônico. O conhecimento do cosmos, porém, é sempre o mais importante: "0s mundos ao redor das estrelas que se movimentam em forma de espiral(como a Via Láctea) são universos habitados" - afirmam os dogons. "Foi Amma quem deu forma à Terra, criando os seres vivos. Também em outras terras existem seres vivos como na nossa" . Eles sabem tudo sobre a estrutura do nosso sistema solar e que a Terra gira em torno do seu próprio eixo . . .



Temple enfatiza sempre que se trata de uma sabedoria secreta. Colocar os iniciados a par desses segredos corresponde àquilo que imaginamos dos mistérios antigos. A idéia central era de que essa sabedoria tinha que ser conservada. 0 mundo só podia continuar rodando e o ser humano continuar vivendo, se um grupo de sábios conservasse a recordação das nossas origens e o conhecimento dos segredos cósmicos. Os dogons conseguiram conservar a mitologia em seu estado mais puro. Mas Temple achou improvável que esse povo, habitando a nascente do rio Níger, houvesse contatado com visitantes interplanetários na sua pré-história. A cultura - afirma Temple - é um fenômeno dinâmico que faz com que as tradições se modifiquem continuamente para, em um dado momento, perder sua forma original ou ficar irreconhecivelmente distorcida. O conhecimento oculto, conservado em seu estado puro pelos dogons, conservou-se assim fossilizado porque intocado por outras culturas fortes. Esse conhecimento chegou até os dogons em um período da sua pré-história. Mas ele veio de fora, afirma Temple. Esse "fora" deveria ser um lugar determinado, onde ele se originou, mas onde a sua forma pura e seu sentido ficaram parcialmente encobertos por outros desenvolvimentos mitológicos. Porém, essa mitologia não se perdeu. Possivelmente ela formava, no seu lugar de origem; o núcleo de mistérios ocultos - somente conhecidos por seus mais altos sacerdotes --- cujo conteúdo jamais foi escrito sobre material algum, perdendo-se para as gerações futuras e os arqueólogos quando a cultura em questão entrou em declínio. Assim, o conhecimento secreto permaneceu secreto.



Mas Robert Temple conseguiu encontrar sua verdadeira origem :



"Sabemos muito sobre as nossas civilizações antigas. Essas mitologias não estão baseadas em uma sabedoria primordial, cósmica, conservada em uma forma velada ou simbólica?" Temple pensou primeiro no Egito. Principalmente por causa do nome do deus da Criação dos dogons, Amma, muito parecido com o deus egípcio Amon. Mas existiu um motivo mais importante pará ele pensar no Egito. É que na mitologia dos egípcios, em sua relação com o cosmos, Sírius - também chamada Sothis ou Estrela do Cão, é identificada com Ísis --- tem um papel muito importante. Sírius não aparece acima do horizonte durante 70 dias do ano. No período em que ela se encontra invisível, Ísis, segundo os antigos egípcios, reside no submundo. 0 dia em que ela aparece é um momento importantíssimo para o Egito: o nível do rio Nilo começa a crescer, marcando o primeiro dia do seu calendário. Os egípcios construíram muitos templos para comemorar o aparecimento de Sírius/Ísis. Nesses templos (como, por exemplo, o de Dende-rah), os raios da estrela nascente foram captados através de um túnel construído a partir de cálculos absolutamente exatos de maneira que ela, como um holofote, iluminasse o altar, que se encontrava na mais completa escuridão. Ao escrever sobre a tradição egípcia, Plutarco disse que Ísis tinha uma irmã, a deusa Nephtys. Ísis simbolizava a luz da Criação, e Nephtys, a escuridão. Os seus reinos foram separados um do outro por um círculo horizontal de nome Anúbis, simbolizado por um deus com cabeça de cachorro (algumas vezes por um chacal), cuja tarefa é proteger Ísis como um cachorro fiel. Neste ponto deparamos com uma verdadeira neblina mitológica. Mas não tão densa ao ponto de não podermos discriminar o sistema de Po Tolo dos dogons, ou seja, o sistema de Sírius A (Ísis) e Sírius B (Nephtys). Temos até uma abstração: a órbita de Sírius B (Anúbis) é bem clara. Por onde Temple segue o caminho mitológico, seus argumentos inerentes à matéria tornam-se bastante complicados. Mas isso não surpreende. Sua intenção é desenterrar a tradição antiga dos dogons que ele considera a tradição pura. Para ele; a mitologia dos dogons veio do Egito, mas de um período anterior ao estabelecimento das dinastias. Só que no Egito ela se perdeu quase que totalmente na neblina do desenvolvimento cultural, por causa do seu caráter secretíssimo e das estruturas religiosas egípcias, cada vez mais complicadas: isto acabou encobrindo totalmente o seu sentido primordial. Mesmo assim, Temple descobriu na mitologia egípcia muitos elementos indicando uma ligação direta com a mitologia dos dogons. Assim, Ísis nasceu em uma região sempre úmida. A respeito do caráter anfíbio dos nommos, é possível pensar em um corpo coberto de água --- Sírius A ou B. Outro exemplo nos vem da astronomia árabe, cuja origem é egípcia. Na Constelação do Cão, à qual Sírius pertence, encontra-se uma estrela cujo nome moderno é Wezen, originário do árabe Al Wazn , que significa peso. Segundo os árabes, essa estrela era tão pesada que mal conseguia levantar-se acima da linha do horizonte. Isso nos lembra muito a descrição da pesada estrela Sírius B. Os árabes deram o nome de Al Wazn também à estrela Cymopus, na Constelação de Argo. Essa constelação tanto representa a arca de Noé como também o Argo de Jasão com seus cinqüenta argonautas, na procura do Velocino de Ouro.



É bem típico do espírito egípcio representar a órbita de Sírius B ao redor de Sírius A através de uma nave celestial. Na tradição antiga da Grécia, os 50 anos de órbita de Sírius B são representados pelos 50 argonautas. Além disso, o número 50 tem um papel imensamente importante (pela sua persistência) na lenda dos argonautas, ao incluir também a história das 50 filhas de Danaus, trazidas do Egito. E parece que as histórias dos argonautas têm a ver com as viagens de grupos pré-históricos da região grega, que mais tarde avançaram até a África. O número de 50 remadores no Argo nos faz pensar nos 50 nommos que, segundo os dogons, foram enviados pelo deus Amma para a Terra em uma espaçonave para ensinar a humanidade. Os argonautas eram homens do mar. Os nommos eram seres com rabo de peixe e que viviam preferencialmente na água. Ísis veio de um mundo úmido . . . Isto nos leva a um outro mito, a História da Babilônia do historiador Berossus, contemporâneo de Aristóteles. Ele descreve a origem da Babilônia de forma semelhante à origem da Suméria. Nessa criação tomaram parte criaturas estranhas, anfíbias, entre as quais estava Oannes. Falando sobre Oannes e seus companheiros, Berossus jamais fala em deuses. Ao contrário, para ele trata-se de criaturas estranhas, animais exóticos. Segundo Robert Temple, é muito importante a idéia de Carl Sagan, desenvolvida em seu livro Intelligent Life in the Universe (Vida Inteligente no Universo), de que depois do degelo o interesse das culturas mais longínquas sobre a Terra aumentou muito , mesmo limitando-se a uma visita em alguns milhares de anos. Essas visitas depois se tornaram mais frequentes . O exemplo que Sagan dá a uma visita daquele tipo é justamente o aparecimento de Oannes, que , de acordo com a tradição sumeriana, trouxe a civilização para a humanidade. Como os nommos dos dogons, Oannes e seu grupo são anfibios . lsto é, trata-se de seres que vivem na água mas que se movimentam bem na terra, e que tinham a aparência de sereias, machos e fêmeas. Seria tudo isso fruto da imaginação? Como já explicamos anteriormente, eles teriam vindo da Constelação de Sírius. Um detalhe bastante peculiar é o de o deus celestial dos sumerianos chamar-se Anu, que nos leva a pensar em Amma . Anu é tambem é chamado "chacal selvagem". E, como também frisamos, o chacal e o cachorro são igualmente idênticos no mito. E de novo aparece a imagem da Constelação do Cão, aliás Sírius. Os egiptólogos modernos, entre eles Wallis Budge, são de opinião que não se trata de uma semelhança ocasional. Somente uma fonte primordial e coletiva pode explicar essas semelhanças surpreendentes. A hipótese mais lógica de uma tal fonte coletiva leva-nos em direção de um conhecimento extra-oculto, proibido de ser revelado, pertencente aos verdadeiros mistérios. Porém, mesmo as mitologias conhecidas e preservadas por nós revelam muita coisa, resultante das semelhanças no terreno da tradição mitológica, que não tem nada a ver com o intercâmbio entre culturas separadas pelo tempo e espaço. Jasão e seus 50 argonautas estão ligados à Constelação de Sírius (Cão), mas uma !igação semelhante existe entre o herói sumeriano Gilgamesh e seus 50 companheiros, indicando a órbita de 50 anos da estrela anã, branca, invisível: Sírius B.



Sob cada uma das tradições antigas citadas esconde-se sempre a mesma imagem primordial, mesmo arquétipo: a gênese dos dogons, que tem como ponto de origem a misteriosa Sírius B. "Parece incrível", diz Robert Temple, que como acadêmico tinha que omitir muitos preconceitos e , a idéia em sí é não somente inacreditável como é também bastante perturbadora. "Mas não há outro jeito", ele afirma , "quando nos aprofundamos no que chamamos a origem da civilização humana neste planeta, temos que contar com a possibilidade de que homens primitivos tenham recebido uma quantidade de elementos culturais das mãos de seres extraterrestres, verdades que deixaram rastros que hoje já podemos decifrar" Não há descrições mais concretas que as dos dogons quando falam da chegada de Amma ou dos nommos. As espaçonaves pousaram na região Noroeste da sua terra. Eles fizeram um barulho comparável ao que as crianças fazem quando batem pedras sobre pedras, como acontece durante determinadas comemorações em uma gruta onde os ecos são bastantes amplificados. Essa descrição lembra muito as vibrações causadas por um avião a jato. No pouso da espaçonave Argo temos um espetáculo com redemoinhos, tempestades de areia e chamas que saíam dela. Quando Argo está no chão, aparece uma máquina de quatro pés que o arrasta até o lago mais próximo. A tripulação prefere ficar ali, o que parece compreensível quando pensamos que os nommos respiram através de guelras. Esse também era o caso de Oannes. Enquanto isso Amma ficou no céu, na região de Sírius, ao lado de um nommo chamado Die, substituto de Amma. Os nommos não poupam seus esforços para ajudar os terráqueos, até sacrificando seus corpos para os homens poderem se alimentar com sua carne e beberem seu sangue. Um entre eles foi crucificado , sob a árvore Kilena, mas ressuscitou depois . . . É provável que os dogons tenham conservado o núcleo mais importante da sua astronomia. Em todo caso, Temple achou que valia a pena investigar até que época da pré-história se estende o conhecimento da astronomia, e até que ponto ela pode ser considerada "impossível" (tão "impossivel" quanto os mapas de Piri Reis). 0 resultado é simplesmente extraordinário. Um filósofo grego, Próclos (410-484), disse que no círculo fechado dos discípulos de Platão, até as vésperas da penetração definitiva , do cristianismo, tinha-se um conhecimento adiantadíssimo a respeito do universo. Somente mil anos mais tarde, com o impacto do Renascimento, esse conhecimento começou a se desenvolver novamente desde o início e com muitas dificuldades. Ou, talvez, esse conhecimento sempre tenha sido transmitido através de seitas secretas de iniciados em um mistério nunca totalmente perdido. Os egípcios identificaram Sírius a Ísis, sua deusa suprema. Quando o cristianismo se espalhou, o papel de Maria, mãe de Jesus, foi minimizado. Com o correr do tempo, porém, aconteceu uma osmose com a crença em Ísis, intensa em toda a região do Mediterrâneo e até nas terras ocupadas pelos romanos. Cada vez mais Maria foi sendo deificada. Podemos dizer que, em um determinado momento, ela se tornou muito mais popular que o próprio Cristo. Algumas vezes ela é venerada com sua imagem cercada de estrêlas, e é chamada SteIla Maris, em uma imagem estranha, sem que o povo fique ciente disso. Em alguns lugares da França, como por exemplo na catedral de Chartres, no Flandres (Halle), existe uma devoção antiqüíssima ao redor das Madonas Negras. Não se trata de estátuas enegrecidas sob a influêñcia do tempo, mas de estátuas propositadamente esculpidas com madeira preta. Todos os estudos dedicados a essas madonas mostram que os arqueólogos não sabem o que fazer com elas. Alguns especialistas pensam tratar-se de relíquias de Ísis datando dos primeiros tempos de veneração de Maria , mas admitem que a cor negra ainda não foi explicada. A esta altura , deve-se ter concluído conosco o segredo : Maria foi identificada com Nephtys, irmã negra de Ísis, a misteriosa estrela invisível que os dogons chamam Po Tolo , e nós , Sírius B .



Extraído de um artigo de Hubert Lampo - 1979

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