quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

As teorias conspiratórias sobre os atentados de 11 de setembro de 2001...


Teorias conspiratórias existem desde sempre, uma vez que o ser humano sempre procurou enxergar nas entrelinhas fatos que poderiam estar ocultos; haja vista o assassinato de Abraham Lincoln, a morte do mágico Harri Houdini, o caso Roswell, a Área 51, o assassinato do presidente Kennedy etc. Não tem sido diferente desde setembro de 2001, logo após os ataques terroristas mais destrutivos da história, envolvendo os Estados Unidos.


Desde 11 de setembro daquele ano, surgiu uma variedade de teorias conspiratórias que disputam com o discurso oficial a narrativa dos eventos que ocorreram naquele dia que assustaram todo o planeta. O discurso oficial fala de uma conspiração, mas terrorista envolvendo os membros do Al-Qaeda. Entretanto, quando falamos de teorias conspiratórias deste evento, nos referimos ao que poderia ser uma espécie de operação interna.

De acordo com os defensores da conspiração, os indivíduos responsáveis tinham um bode expiatório – o grupo extremista afegão sob liderança de Osama Bin Laden – mas estavam associados ao governo norte-americano, que há pelo menos dois anos sabiam dos ataques iminentes e se recusaram a agir, durante a governança de George Bush, republicano. Neste ponto há divergências:

1ª divergência – Os terroristas muçulmanos, sim, orquestraram os atentados e o governo tinha essa ideia, mas achou que seria audácia demais e teria atribuído os relatórios a ficcionais e fantasiosos demais;

2ª divergência – É a considerada mais louca. Aponta que os atentados foram forjados pelo próprio governo americano, com o objetivo de incitar os ânimos mundiais contra o controle do petróleo no Oriente Médio e angariar apoio para uma guerra, uma vez que a indústria belicista estaria em baixa. Os defensores deste ponto mostram que a família Bush tinha ações em companhias de armas e de petróleo.


Algumas teorias conspiratórias afirmam que o desabamento das torres do World Trade Center foi o resultado de uma demolição controlada. Outras teorias também argumentam que um avião comercial não impactou contra o Pentágono, mas sim um míssil (uma vez que o rombo feito no edifício era “pequeno demais”), e que o voo 93, da United Airlines, foi abatido em pleno ar. Relatórios publicados pelo National Institute of Standards and Technology não confirmam a hipótese da demolição controlada. A grande maioria das autoridades estadunidenses, jornalistas e pesquisadores independentes concluíram que a Al-Qaeda é a única responsável pelos ataques de 11 de setembro de 2001 e a destruição resultante.


Desde os ataques, vários sites, livros e filmes têm desafiado o relato oficial dos acontecimentos. Embora a mídia tradicional afirme que a Al-Qaeda conspirou para efetuar os ataques ao World Trade Center e ao Pentágono, as teorias conspiratórias asseguram que os relatos oficiais são imprecisos ou incompletos.

Inicialmente, as teorias conspiratórias sobre 11 de setembro despertaram pouca atenção na mídia. Em um discurso nas Nações Unidas em 10 de novembro de 2001, o então presidente dos Estados Unidos, George Bush, denunciou o surgimento de “ultrajantes teorias conspiratórias que tentam tirar a culpa dos terroristas, afastá-los dos culpados”.

Posteriormente, à medida que aumentou a exposição na mídia das teorias conspiratórias sobre os eventos de 11 de setembro, as agências governamentais estadunidenses e a administração Bush emitiram respostas para as teorias, incluindo uma análise formal pelo National Institute of Standards and Technology das questões sobre o desabamento do World Trade Center.


Explicando o caso...
O grande problema das teorias de conspiração em relação a esta série de atentados é sustentar-se sobre bases pouco sólidas e muita boataria, bem como erros de identificação. São sempre testemunhas que preferem não aparecer, nenhum nome cientificamente reconhecido no meio, muitas situações na condicional: teria feito, teria sido, teria falado etc. Uns chegam a apontar que haveria um cofre cheio de ouro do subsolo do WTC e que, uma semana antes dos atentados, ele foi completamente esvaziado. Ou então que nos destroços do Pentágono não há restos de aeronave, como turbinas, cabine ou poltronas.

Há no You Tube uma série gigantesca de vídeos que as pessoas tentam analisar esses fatos com as explicações mais inventivas que possam existir!

Essa situação de teoria conspiratória sobre 11 de setembro nasce, se desenvolve e se perpetua por um número grande de dividendos:

1) A vítima da vez foi o país mais poderoso do mundo;

2) Os atentados foram tão bem orquestrados que nem mesmo o cinema foi capaz de produzir um roteiro tão catastrófico;

3) Graças às tecnologias emergentes, vimos tudo ao vivo em nossas casas e em ângulos diversos;

4) Os Estados Unidos têm um histórico de providenciar medidas urgentes e catastróficas para atingir os seus objetivos, como patrocinar os golpes de estado nos países latinos nos anos 60;

5) Há uma cultura entre os governos norte-americanos de escamotear a verdade dos fatos e emitir relatórios que encobrem o que realmente houve. Assim, desde o ocorrido em 1947, em Roswell, vários teóricos da conspiração desconfiam de boletins emitidos pelo governo norte-americano.



Recentemente, publiquei um post falando sobre a sociedade secreta Skull & Bones. Para ler, clique aqui!

Recentemente, escrevi um post sobre a Comissão Trilateral, que supostamente decidiria o futuro do mundo. Confira!

Recentemente, publiquei um texto sobre o famoso caso de Roswell. Leia clicando aqui!

Recentemente, escrevi um post falando sobre os Illuminati. Confira clicando aqui!

Recentemente, publicamos um texto falando sobre a Área 51. Leia clicando aqui!

Desde então, várias pesquisas de opinião sobre os atentados foram efetuadas para tentar estabelecer, grosso modo, quantas pessoas duvidavam do relato oficial, e quão prevalentes são as teorias conspiratórias. Pouco antes do quinto aniversário dos ataques, a grande imprensa produziu uma série de artigos sobre o crescimento das teorias conspiratórias. A “Time Magazine” declarou que este não é um fenômeno periférico, mas uma realidade política de primeiro nível. A cobertura da grande imprensa geralmente apresenta tais teorias como um fenômeno cultural e é frequentemente crítica quanto ao seu conteúdo.

No geral, por algumas vezes, acredito que algumas teorias conspiratórias são divertidas porque percebemos o nível crítico exagerado de algumas pessoas. Entretanto, elas se tornam extremamente tóxicas quando se transformam em um discurso cego.

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