segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Símbolo da Europa: a mulher montada na besta


Nimrod e a Torre de Babel: Gênesis 11, 1-9


No intuito de entender o símbolo para a Europa, devemos retornar à Babilônia, para Nimrod (Gênesis 10, 8-12). Cush foi o pai de Nimrod que cresceu para ser um poderoso guerreiro na terra. Os primeiros centros de seu reino foram Babilônia, Arac, Acad, Calane e, Senaar. Daquela terra ele chegou até a Assíria, onde construiu Nínive, Recobot-Ir, Cale e Resem, que fica entre Nínive e Cale, isto é, a grande cidade.

Deus mandou o homem ser frutífero e dispersar-se sobre toda a terra.  Sob o reino de Nimrod, as pessoas se opuseram a Deus, unidas e granjeadas em poder, para formar o primeiro império mundial.  Ele não somente foi um poderoso caçador de animais, mas de pessoas.  Esses dias o mundo inteiro teve uma língua e servia-se da mesma palavra.  (Acredita-se que eles foram sobreviventes do dilúvio, e seus descendentes).  Como os homens se moviam para o Ocidente, eles descobriram uma planície em Senaar e ali se assentaram.  Eles disseram um ao outro, "Vamos, façamos tijolos e cozamo-los no fogo." Eles usaram os tijolos em vezez de pedra, e de betume em lugar de argamassa. Então eles disseram," Vamos, façamos para nós uma cidade e uma torre cujo cimo atinja os céus. Tornemos assim célebre o nosso nome, para que não sejamos dispersos pela face de toda a terra." 

Nimrod foi o primeiro proponente da Torre de Babel.  Ela foi construída antes de sua morte na terra de Senaar, localizada na Babilônia, o Iraque da atualidade.  A típica torre do Templo Mesopotâmio, conhecido como um zigurate, era quadrado na base, tinha lados inclinados e pisos que conduziriam para cima até um pequeno santuário no topo para adorar as constelações, o sol, a lua e as estrelas, a criação em vez do Criador. Portanto, deve ser entendido que Babel é uma lembrança do esforço rebelde, unido e ateu do homem para estabelecer para si um reputado mundo através do qual dominasse a criação de Deus. 

Quando Deus viu o que eles tinham feito, Ele desceu e disse: “Eis que são um só povo, disse ele, e falam uma só língua: se começam assim, nada futuramente os impedirá de executarem todos os seus empreendimentos.” Como resultado, Deus confundiu sua linguagem e dispersou-os por toda a terra.  Ele foi misericordioso, e forneceu ainda uma outra chance para a humanidade em vez de destruí-los pelo seu orgulho e rebelião. (Gênesis 10: 5-9)

Rebelião Global

Depois de sua morte, Nimrod foi endeusado e adorado como o deus-sol. Por todo o mundo temos evidência com numerosas descobertas arqueológicas de templos para o deus sol, lua e estrelas e seus ídolos.  Os nomes dos deuses Babilônicos mudavam de idioma para idioma, país para país, cidade para cidade, mesmo em curtas distâncias, mas eram sempre os mesmos falsos deuses. 

Ele era Bel na Babilônia; 
Baal em Canaã (Israel); 
Belzebu em Ekron/Filisteus; 
Chemosh de Moab; 
Eshmun de Sidon; 
Horus do Egito; 
Júpiter/Mercúrio em Roma; 
Malchom em Amon
Tiro igualado a Moloch, Melcom, Marduk, freqüentemente chamado de Baal;  
Mitra da Pérsia (Irã); 
Nergal na Samaria; 
Rá no Egito. 
Zeus na Grécia. 

Ele era também conhecido como Orfeu, Baco, Dionísio, Aquiles, Hércules, Teseu, Perseu, Jasão e Prometeu.  Ele é Hélio na ilha Grega de Rodes.
               
"Teotihuacán, a cidade dos deuses", surgiu como um novo centro religioso na area montanhosa do México por volta do tempo de Cristo, com pirâmides e numerosos zigurates ao deus sol e lua[1].                                                                    

Vários touros ao redor do mundo

Não há verdadeiramente nada de novo sob o sol.  A adoração desses deuses era má.  É digno de menção que Deus chamou Belzebu de Satã.  Como tal, a adoração desses falsos deuses pagãos é igual à adoração de Satã.  Envolvia o sacrifício de crianças no fogo aos seus deuses, grotesca imoralidade sexual e todos os outros tipos de comportamento depravado. 

Todos os reis Babilônicos eram sucessores espirituais de Nimrod da Babilônia, o fundador das sociedades secretas.  Como Nimrod, eles vestiam uma "coroa de chifres de touros" para simular os pináculos do sol, e eram adorados como deuses do sol; representantes humanos do sol.  Por todo o mundo e antigo Oriente Médio encontramos referências ao touro, usado como um símbolo de força e fertilidade, bem como a "deuses touros." Cultos ao gado entre os Cushitas da Etiópia e na Índia predominam até hoje.
                                                                                            
Touro adequado
                                 
Depois de 400 anos de cativeiro no Egito, Deus escutou seu clamor e conduziu os Hebreus para fora do Egito numa poderosa libertação pela mão de Seu servo Moisés.  Eles logo se rebelaram e adoraram o bezerro dourado/touro, e desta forma retornaram às antigas práticas pagãs e de adoração do Egito, derivadas da Babilônia.  Não é espantoso que Deus julgou aquela geração conforme erravam por 40 anos na selvageria, antes que Deus concedesse a entrada na Terra Prometida. (Êxodo 32).

O punhado de tementes a Deus do povo Hebreu sabia o que era o touro.  Até essa época eles somente usavam um chifre de carneiro.  Não é somente uma lembrança do sangue do Cordeiro que livrou todo primogênito no Egito (Êxodo 11-12), mas da libertação de Isaac pelo carneiro capturado no bosque. (Gênesis 22, 13). É, além disto, uma óbvia rejeição dos falsos deuses Babilônicos, e um claro retrato apontado para o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. (João 1, 29) Para aqueles de nós que acreditamos em Jesus Cristo, recordemos na fé do Calvário até Seu único e sacrifício por muitos pelo pecado.  

Semíramis, rainha da Babilônia, a prostituta! 

Em acréscimo ao governo arrogante e ateu de Nimrod, sua esposa rainha Semíramis era uma mulher corrupta e imoral. Depois da morte de Nimrod e divinização como "deus sol", ela ganhou o controle do Reino da Babilônia através de seus métodos sedutores e licenciosos.  Seu domínio é representado pela Meretriz/Prostituta, montada sobre o touro, assim unido, mas controlando a besta. Ela alegava ter sido fecundada por um dos raios solares de Nimrod. Esse nascimento milagroso de seu filho Tamuz foi acreditado ser Nimrod renascido, um salvador falsificado e deus Babilônico da fertilidade. (Há somente uma menção de Tamuz nas Escrituras. (Ezequiel 8, 14)

Em sua morte ela foi divinizada como a ‘Rainha dos Céus’, a deusa lua, e deusa da fertlidade. Seus filhos eram as estrelas. A mulher aparece de diferentes formas por todas as várias culturas e tempos assim como Nimrod, mas permanence o mesmo corrupto e satânico sistema religioso e poder global. Escavações arqueológicas descobriram templos e ídolos ao deus-sol e à deusa-lua por toda a terra.

No Antigo Testamento entre as "antigüidades pagãs" Semíramis é a deusa dos Sidônios (I Reis 11, 1-5). 

Entre os Israelitas ela era conhecida como ASTARTE.

Nas Escrituras do Novo Testamento ela é Diana de Éfeso (Atos 19, 24- 34). 
Ela é Ísis no Egito,
Indrani na Índia, 
Cibele na Ásia, 
Vênus em Roma, 
Ceres na Grécia, 
Shing Moo na China, 
Hertha na Alemanha, 
Sisa na Escandinávia. 

Mas a mulher era realmente Semíramis, a esposa de NIMROD, a rainha da Babilônia,  rainha dos céus, a deusa da fertilidade. 

Baal e Astarte em Israel

Israel era para ser a nação santa, devotada a Deus que é Santo.  Porém, Israel não estava isento da fraude satânica e poder dos deuses Babilônicos, sua religião e auto-governo. Quando eles abandonaram Deus e procuraram fazer um nome para si, eles mesmos corromperam-se e construíram altares para adorar Baal (Moloch etc. etc.) e Astarte, a rainha dos céus. Eles, como os Babilônicos, queimavam seus filhos no fogo e até instalavam seus ídolos detestáveis na casa do SENHOR. Numerosas passagens falam dos Israelitas, sua rebelião e adoração do deus-sol. Nós também aprendemos com os conseqüentes julgamentos sobre Israel. (I Reis 11; Jeremias 7, 44; Juízes 2.) Somente depois que Israel arrependeu-se de sua adoração idólatra Seu pacto foi restaurado. 

A NOVA Torre de Babel

Na medida em que a torre de Babel refere-se a Nimrod, significando desafio e rebelião contra o verdadeiro Deus, e ainda aceitando falsos deuses, um povo reunido buscando poder mundial, é mais do que chocante descobrir que, no ano 2000, a nova construção do Parlamento para a União Européia inaugurado em Strasbourg, França, seja modelado após o famoso trabalho de arte da “Torre de Babel”, por Peter Bruegel. A nova construção parece não estar terminada, assim como a pintura.

Novo Parlamento da União Européia, em Strasbourg, França

Torre de Babel, trabalho de arte por Peter Bruegel, ano de 1563, Museu em Viena, Áustria
      Há 3 construções que compreendem os centros de operação da União Européia.  Elas são 3 construções distintas localizadas em 3 lugares, mas consideradas como uma.  O assento do Parlamento em Strasbourg onde as sessões semanais do plenário são organizadas uma vez por mês.  Os comitês parlamentares geralmente encontram-se por duas semanas em um mês em Bruxelas, para facilitar o contato com a Comissão e o Conselho.  A terceira semana é colocada para encontros dos grupos políticos e a quarta para a sessão plenária em Strasbourg. O Parlamento também organiza sessões plenárias em Bruxelas.  O Secretariado é localizado em Luxemburgo[2].

Pôster da União Européia: "Europa: muitas línguas, uma voz"
Moeda da União Européia e Selo Comemorativo

Aí nós temos uma mulher montada no "Touro".  Seu nome é "Europa" e ela teve o continente da Europa chamado após ela.  A moeda tem-na montada sobre muitas águas enquanto o selo retrata-a sobre sete colinas.  De acordo com a mitologia antiga, o deus pagão Zeus (Baal) seduziu sua jovem e bela donzela "Europa", transformando-se em um adestrado "touro" para ganhar sua confiança. Quando ela se sentou sobre ele, este carregou-a em seu retorno à Creta onde a estuprou, através disso pariu alguns semi-deuses, filhos semi-humanos com ela.  Europa se tornou conhecida como a “deusa lua” Cretense remetendo a suas "raízes Babilônicas".  Numerosos trabalhos de arte descrevendo "Europa montada sobre o touro" podem ser vistas[3].



Moeda da União Européia e Selo Comemorativo




A Alemã "Der Spiegel", uma revista bem conhecida e a Americana "Time magazine"
Apocalipse 17, 3-5

Transportou-me, então, em espírito ao deserto. Eu vi uma mulher assentada em cima de uma fera escarlate, cheia de nomes blasfematórios, com sete cabeças e dez chifres. A mulher estava vestida de púrpura e escarlate, adornada de ouro, pedras preciosas e pérolas. Tinha na mão uma taça de ouro, cheia de abominação e de imundície de sua prostituição. Na sua fronte estava escrito um nome simbólico: Babilônia, a Grande, a mãe da prostituição e das abominações da terra.” 

Babilônia misteriosa revelada!

Por séculos crentes tentaram identificar a "Babilônia Misteriosa".  Muitas seitas protestantes ensinaram ser ela a Igreja Católica Romana, já que Roma localiza-se sobre 7 colinas. Ela é acusada, além disso, de aceitar numerosas práticas pagãs Babilônicas na medida em que os Babilônicos adoravam o sol, e Maria é retratada com luzes do sol jorrando de sua cabeça, vestindo uma coroa retratando-a como a "rainha dos céus ". 

Eis aí, então, a questão nodal.  A Igreja simboliza Jesus Cristo como sol e Maria como lua do ponto de vista espiritual, e não mundano, como fora feito pelos paganismos antigos.  A Igreja, como sabemos, foi eclipsada por uma seita que usurpou seu domínio sobre o mundo, a seita do Vaticano II.  Esta sim está situada em Roma e falsifica a Igreja Católica com a mesma adoração mundana dos paganismos antigos e da União Européia.

Para aqueles que colocariam adiante o argumento que o catolicismo é inseparável de Roma, eu remeto-lhes a uma alocução dada pelo Papa Pio XII em 1949:

Se em algum tempo vir um dia – dizemos isso como uma matéria de pura hipótese – quando a realidade física de Roma se desmoronasse; se mesmo essa Basílica Vaticana, o símbolo da una, invencível e vitoriosa Igreja Católica, fosse sepultada debaixo de ruínas, os tesouros históricos e as tumbas sagradas, ainda assim a Igreja Católica não seria, por tal fato, derrubada ou minada; a promessa de Cristo a Pedro permaneceria sempre verdadeira, o papado continuaria imutável, assim como a una e indestrutível Igreja fundada sobre o papa vivo naquele tempo.

Assim é: Roma, a Eterna no sentido sobrenatural e cristão, é superior à Roma da história.  Sua verdade sobrenatural e eterna são superiores e independentes à cidade histórica.”

Fazendo outro paralelo, enquanto a Igreja, reduzida a um punhado, representa a agostiniana Cidade de Deus, a seita do Vaticano II usurpadora representa a Cidade dos homens.

A veneração espiritual à Maria, lua dos pecadores, é falsificada pela seita do Vaticano II pela veneração à Semíramis.  A adoração espiritual ao sol espiritual, Jesus Cristo, é falsificada pela seita do Vaticano pela adoração a Lúcifer, deus mundano e representado pelos vários ídolos da terra (cf. Sl. 95, 5)

Enquanto Jesus Cristo foi concebido em Maria pela obra do Espírito Santo, correu a lenda que Tamuz, Nimrod renascido, teria sido concebido milagrosamente por um de seus raios solares.  Enquanto o nascimento de Jesus é obra da verdade, o nascimento de Tamuz é obra da mentira.

Se Maria é espiritualmente mãe de Deus, Semíramis é carnalmente mãe de Tamuz.  Se Maria é exemplo maior de santidade, Semíramis é exemplo maior de prostituição.

A seita do Vaticano II encarna toda a falsificação da Igreja, remontando ao paganismo antigo, convertendo toda simbologia espiritual em perversão mundana.

Em resumo: enquanto tudo aquilo que concerne à Igreja é simbólico e espiritual, tudo aquilo que concerne à Anti-Igreja é mundano.

São João sabia que a literal Babilônia estava no poder no início, assim o primeiro império mundial licencioso que desafiou Deus, que casa com sua "Babilônia Misteriosa" é o império da Prostituta no poder no fim dos tempos.  Como tal, São João compara seu império do fim dos tempos à Babilônia, mas chama-a como um mistério, na já que ele desconhece seu nome.  Ela, como a antiga Babilônia, é muito corrupta e rica, abandonando o Deus verdadeiro.  Endereçando-a como a "Babilônia Misteriosa", ambos abraçam os mesmos valores ou falta deles.  Ele enxerga as pessoas unidas de muitas línguas e nações, fazendo um nome para si, e desta forma deixando Deus fora do quadro. (Apocalipse 18)  Não é, pois, de se estranhar que a União Européia rejeitou suas origens cristãs[4].

Roma Católica (poder espiritual) deveria controlar a Europa (poder temporal), berço da civilização católica, como ocorreu nos tempos da Idade Média.  Em decorrência da progressiva degradação no interior da Igreja Católica (heresia e cisma), a Europa Católica foi perdendo a fé até apostatar.  Seguiu-se a apostasia na Igreja, cujo clímax veio com o Vaticano II. 

Portanto, da mesma forma que o touro pretendia ser adestrado pela donzela Europa na esperança de enganar e conduzir sua volta, no intuito de estuprá-la (mas era em verdade uma manifestação de ZEUS ou Belzebu - Satã), a besta do fim dos tempos (a União Européia) pretendeu e conseguiu guiar a Roma Católica à apostasia. 

A Europa apóstata – com sua fé mundana – ditou as cartas à seita do Vaticano II, situada em Roma, e a prostituição é simbolizada por uma fé comum oposta à verdadeira fé, a genuína e tradicional fé católica.  Deste concubinato brotará (ou já brotou) o Anticristo.

Tendo crescido em tamanho e poder pela mão que a alimentou, a besta agora espera pela hora certa para atacar. Quão tola foi a prostituta em guiar uma besta feroz, mas ela mantém-se montada na besta por ter vendido sua fé em troca de poder, dinheiro e riquezas.

A verdadeira Igreja foi reduzida a um remanescente, pois a maioria dos então fiéis apostataram, abandonando Deus e Jesus Cristo, enquanto a União Européia está crescendo como material inflamável, à vista inclusive da massiva imigração islâmica. As igrejas na Europa são esvaziadas ou transformadas em mesquitas.  A seita do Vaticano II traiu a Igreja Católica. 

Tanto a Besta quanto a Prostituta sacrificam seus filhos. A Besta faz isso pregando o aborto como direito da mulher, para manter sua vida de conveniência e prostituição.  A prostituta não prega abertamente o aborto, mas o faz implicitamente, ao ceder em princípios como a liberdade de religião, os quais permitem flexibilizar os ditames morais da sociedade sob as contingências do voto majoritário.  É como Nimrod da Babilônia, que foi cruel em seu domínio, mas sua esposa rainha Semíramis também dominava; a prostituta depravada.  Juntos, governavam sobre a antiga Babilônia, assim governavam o mundo conhecido daquele tempo.

Notas:


Fonte: Blog Mídia Católica

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