sábado, 9 de março de 2013

A RAÇA DA REALEZA EGÍPCIA E MAIA








































Estes crânios encontram-se expostos no Museu de Antropologia de Lima (Peru). Ainda causam controvérsia, pois não se encaixam totalmente nas técnicas das "deformações cranianas", empreendidas pelos antigos, que as usavam esses procedimentos com fins mágico-religiosos e estéticos.







Esotéricamente, o Egito é um baú de mistérios ainda não revelados. Muitas lendas envolveram a construção das grandiosas pirâmides, sendo uma delas a possibilidade de que os antigos egípcios tinham contatos com outros planetas, e que sua população era descendente dos povos do perdido continente de Atlântida. Não se é comprovada a existência desse continente, mas de fato algumas pistas levam a crer que a Atlântida já existiu, assim como seu "irmão" Lemúria, também afundado no mar. Desde os primórdios da civilização egípcia, difundia-se na realeza daquele país uma raça estranha e diferente. Fato constatado nos bustos e murais da época. Tutankhamon foi, pois, o último integrante dessa raça diferente que reinava o Egito. Akhenaton é um exemplo nítido, já que em seu reinado as artes ganharam mais realismo e ele foi representado como ele realmente era. Possuiam o crânio longo e alto, o corpo cavalado, com ancas largas e o rosto alongado. Além do mais pesquisas feitas em múmias provam a existância de um sangue raríssimo correndo em suas veias e de toda família real.A própria mãe de Akhenaton, a rainha Tiy, tinha essa conformação andrógina e os cabelos loiros.
Especula-se que os faraós do Egito eram realmente descendentes de Atlantes, pois o egípcio comum, não a realeza, não possuia essa diferença corporal. Aliás, eis a explicação do motivo pelo qual as coroas faraônicas eram tão longas e vistosas, uma vez que o povo se revoltaria em saber que seus destinos estavam nas mãos de homens diferentes corporalmente. Com a morte de Tutankhamon, essa realeza "predestinada" se acabou, e o Egito foi governado por falsos faraós, sendo um país conquistador e cruel, e invadido por milhares de outros povos.
Sobre o Maias sabemos que uma astronave brilhante como o ouro pousou sobre a ilha do Sol do lago Titicaca.Dessa astronave desceu uma mulher semelhante às mulheres actuais quanto ao corpo, dos pés até aos seios; mas tinha a cabeça em forma de cone, grandes orelhas(1) e mãos apalmadas com quatro dedos. Os reis divinos, ou reis-pássaros falcões das primeiras dinastias egípcias não eram evidentemente falcões. Quetzacoatl do México , não era um pássaro-serpente. Os deuses chifrudos e alados ou então montados em cobras das mitologias do Oriente Médio não eram criaturas divinas, e não resta dúvidas quanto a essa questão... da descendência Divina, ainda insistimos em não aceitar a miscigenação de Humanos com seres vindos de outras estrelas, planetas e constelações?





Como os maias adquiriram profundo conhecimento do tempo continua um mistério, mas eles atribuiam este conhecimento a Kukulcan, um deus onisciente, que não tinha nenhuma semelhança com o povo de pele morena. Kukulcan era descrito como um homem alto e branco com longos cabelos e barbas brancas e brilhantes olhos azuis. Tinha o crânio alongado, o que fazia as mães maias amarrarem tábuas nas cabeças dos bebês para alongar os crânios. Por volta do ano 1000 d.C., por razões desconhecidas, Kukulcan deixou Chichen Itza e voltou para o mar, de onde muitos acreditam que ele viera. Antes de partir prometeu ao povo que um dia voltaria, mas isto nunca aconteceu.

REFERÊNCIAS: NOS DOMÍNIOS DO MISTÉRIO – Sérgio O. Russo – Ed.
Tecnoprint Ediouro

NOS PORTAIS DO INEXPLICÁVEL – Sérgio O. Russo –
Ed. Tecnoprint Ediouro

EM BUSCA DAS CIVILIZAÇÕES PERDIDAS – Sérgio

O. Russo – Ed. Tecnoprint Ediouro
MONSTROS, SERES ESTRANHOS E CRIATURAS
EXTRAORDINÁRIAS – Sérgio O. Russo

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