sexta-feira, 24 de maio de 2013

A base racial dos QIs nacionais


A base genética para as diferenças nacionais em inteligência repousa na identidade racial das populações.  Isso se torna aparente quando as nações são categorizadas pela raça.  As nações são agrupadas nas raças da antropologia clássica e consistem em orientais (mongolóides), europeus (caucasóides), asiáticos do Sul e africanos do Norte (caucasóides do Sul da Ásia e do Norte da África), asiáticos do Sudeste (malaios), insulares do Pacífico e africanos subsaarianos (negróides).  A existência dessas raças genéticas foi confirmada por Cavalli-Sforza, Menozzi e Piazza (1994), embora eles prefiram chamá-los de “grupos genéticos”.
Uma raça pode ser definida como uma população procriadora que é em algum grau geneticamente diferente de outras populações como um resultado de isolamento geográfico, fatores culturais e endogamia, e que é demonstrada em um número de inter-relacionadas características determinadas geneticamente, tais como a cor do cabelo, pele, olhos, aspecto do corpo, grupos sangüíneos etc., quando comparada com outras populações procriadoras.  Proximidade geográfica entre as raças geralmente produz uma zona contendo híbridos raciais que demonstram valores intermediários de freqüência de genes das distribuições mais centrais das duas raças.  Essas populações de raças híbridas e misturadas são conhecidas como ‘clines’.
Os orientais são primeiramente demonstrados com um QI médio de 105.  As seis nações dessa raça têm QI estreitamente similares na extensão entre 105 e 108.  Os próximos são os europeus, com um QI médio de 99.  Os QIs das 29 nações européias classificam-se entre 91 na Lituânia e 102 na Itália.  Próximo vem a população híbrida do Sul da Europa-Ásia com um QI médio de 92 e um perímetro entre 89 na Sérvia e 94 na Romênia e 95 em Israel.  Israel é incluído nesse grupo porque aproximadamente 20% de sua população são árabes, cujo QI de 86 é virtualmente o mesmo que aqueles de Asiáticos do Sul no Oriente Próximo.  Aproximadamente 40% da população são judeus europeus (principalmente Ashkenazim da Rússia e Leste Europeu), cujo QI é 103, e aproximadamente 40% são judeus orientais da Ásia e Norte da África (Yaish, 2001) cujo QI é 91.  O QI de 95 para Israel é o pesado significado dos QIs dos árabes, judeus Ashkenazim e judeus orientais.
Próximos estão as seis nações dos asiáticos do sudeste com um QI médio de 90 e um perímetro entre 86 das Filipinas e 94 no Vietnã.  Depois dessas vêm as oito nações das ilhas do Pacífico, cujo QI médio é 85 e cujos QIs repousam na extensão entre 81 das ilhas Mariana e 89 das ilhas Cook.  Próximas estão as quinze nações do Sul da Ásia e África do Norte com um QI médio de 84, e cujos QIs repousam no perímetro entre 78 no Nepal e Qatar e 89 na Maurício.  O alto QI em Maurício é um pouco maior do que aqueles das outras nações nesse grupo devido à presença de 6 por cento dos chineses e europeus na ilha.
Finalmente, há as dezenove nações da África subsaariana com um QI médio de 67 e cujos QIs repousam no perímetro entre 59 na Guiné Equatorial e 73 em Uganda.  O QI de 72 da África do Sul é próxima ao topo da extensão porque isso é derivado dos africanos e também dos europeus, indianos e minorias da raça negra cujos QIs são mais altos.  Madagascar com seu QI de 82 foi omitido da categoria de africanos subsaarianos porque a população tem um substancial elemento do Sudeste Asiático cujos ancestrais migraram para a Ilha.  A precisa proporção da mistura sudeste-asiática é desconhecida, mas o efeito da mistura é produzir um QI de 82, que é intermediário entre aqueles do Sudeste da Ásia (90) e os africanos subsaarianos (67).” 

Fonte: “IQ & Global Inequality”, Richard Lynn and Tatu Vanhanen, Washington Summit Publishers, 2006, pp. 236-238

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