sexta-feira, 24 de maio de 2013

A HISTÓRIA DA HUMANIDADE (7)


Conselho Intergaláctico – Interferência Nibiruana
O Grande Salão do Conselho da Federação Inter Galáctica era uma sala de reunião imensa com tetos transparentes e arqueados que davam ao espaço infinito. Anu, Enlil, Enki, Ninhursag, Nannar, Ninurta, Nergal, Utu e Inanna estavam todos formalmente sentados no círculo do Conselho.


Marduk não quis assistir. De repente sentiram se pequenos e até Anu parecia diminuído neste lugar. Só a presença dos membros do Conselho os deixou humildes, um sentimento ao qual não estavam acostumados.

Os Doze Superintendentes do Conselho (10D) eram uma amostra representativa das galáxias. No auditório havia centenas de outros representantes de todo o universo. Tantas espécies! Havia membros de Sírius, Andrômeda, Órion, Arcturo, Cruzeiro do Sul e muitos outros sistemas.


Os Etéreos estavam muito bem representados. Eles têm uma freqüência vibratória muito alta. Às vezes se vêem sólidos, outras vezes transparentes ou translúcidos e se diz que estão por cima da polaridade. Os nibiruanos jovens não sabiam por que, mas parecia que os Etéreos tinham a última palavra na condução da reunião.

Também haviam seres que eram esferas ou bolas de luz e voavam ao redor deles, transformando-se nas cores do espectro; primeiro dourado, depois rosado ou turquesa. Possuíam a habilidade singular de entrar dentro dos outros seres com permissão, de encher suas células com luz e, por meio disto, conhecer a soma total de seu ser. Tudo estava muito interessante, mas a disposição de ânimo no Salão trocou.

King Anu
Quando Anu ficou de pé diante Dos Doze, deles saiu simultaneamente um som o qual se converteu em palavras que foram claramente entendidas por cada raça: “NÃO INTERFERÊNCIA!”

Não interferência é a lei do universo do livre-arbítrio e os Pleidianos-Nibiruanos, disseram Os Doze, tinham violado esta lei ao interferir diretamente na evolução de uma espécie. 
A lei afirmava que era possível ajudar à evolução dos seres se, e somente se, eles solicitavam essa ajuda.

Alterar seu DNA e romper os campos eletromagnéticos de um planeta inteiro com a arma Gandiva era algo monstruoso e ilegal.

Inanna pensava para si que este conceito de livre-arbítrio devia ser como o mercado livre na Terra: é somente livre quando serve aos que estão no poder. Parecia-lhe que este Conselho estava tratando de fazer pressão ao interferir no seu livre-arbítrio.

Para o Conselho era óbvio que os membros da família de Anu não entendiam muito bem, de modo que explicaram cuidadosamente que não os iriam castigar, fazê-los voar em pedaços ou confiscar suas armas.
Contudo, algo aconteceria a eles. Um estado de consciência, uma energia, uma disposição de ânimo – que refletia a totalidade de suas ações na Terra – chegaria até os seus mundos.

Esta energia lentamente, mas por certo, afogaria a criatividade e espontaneidade de suas vidas. Ver se íam bloqueados, incapazes de evoluir. O Conselho chamou a esta energia a Rede.
Claramente explicaram que eles não eram vítimas, que eles mesmos tinham criado esta Rede. Era seu próprio invento. Eles criaram.

Também proibiram que usassem o Gandiva outra vez. Ou se fizessem seria considerado como um ato de guerra e pagariam as conseqüências.
Se eles não acreditavam que as armas do Conselho eram mais fortes que as suas, talvez poderiam lhes mostrar hologramas de outros grupos errantes que tinham sido aniquilados por violar a lei. Acrescentaram que suas armas não somente destruíam civilizações mas sim, eram tão fortes que podiam vaporizar as almas dos habitantes. Eles podiam retornar-los à mente do Primeiro Criador para não existir mais, não os dariam a possibilidade de encarnar em nenhuma forma! Sentiram um calafrio na espinha.

O Conselho continuou dizendo que mais tarde em seu desenvolvimento seria óbvio para os nibiruanos que estavam na fase adolescente. Desavenças como as de Enki e Enlil passariam com o tempo e teriam servido para um fim. Enquanto isso não lhes iriam permitir destruir planetas ou fraturar o tempo com estas explosões. Recordem. Eles concluíram com a palavra RECORDEM!!!


Anu estava visivelmente aturdido; nenhum membro da família nunca o tinha visto assim. Anu retornou a Nibiru, Enki e Enlil voaram à estação orbital. Os três ficaram em comunicação permanente


HISTÓRIAS até hoje. E 2012

Como os Nibiruanos/Pleiadenses cometeram o engano de usar a Grande Arma Radioativa, a Gandiva. O resultado foi que ondas de radiação letal fluíram para o sistema solar, para a galáxia, o que os levou a serem chamados atenção pelo Conselho da Federação Inter galáctica.

Durante alguns anos do século XX, grande parte da humanidade temeu a guerra nuclear, mas ela já aconteceu há milhares de anos… 

Segundo a Deusa Inanna, a sua família estava tão ocupada lutando, competindo e jogando que se esqueceu por completo do “chato” Conselho da Federação Intergaláctica. E além do mais, a Terra era propriedade da família de Anu na visão de mundo dos membros da família de Anu. Mas nem todos os argumentos que apresentavam permitiram que pudessem fugir da intervenção do Conselho Inter Galáctico.

Os membros do Conselho argumentaram que a Terra tinha sido colonizada antes da família de Anu chegar, realmente os Sirianos Etéricos aqui estavam há éons e a eles, sim, foi dado o direito de guardiões do planeta e de semeadores da raça herdeira, os humanos.
E eles, os nibiruanos pleiadenses simplesmente infringiram a Lei do Primeiro Criador ao pôr em perigo outros mundos com suas maravilhosas armas.

Os nibiruanos também foram acusados de alterar as capacidades genéticas da espécie humana, despojando-os assim da habilidade para evoluir. E de violar a Lei de Não Interferência. Enredados em meio de seus próprios problemas, pareceu-lhes que isto não era assunto do Conselho. A família de Anu, estava em guerra, irmão contra irmão – a velha e interminável guerra entre Enki e Enlil. Nem lembravam e alguns mesmo nem sabiam, que deviam obediência ao Conselho da Federação Inter Galáctica e a sua raça Conselheira, os Sírianos Felinos.

Para eles, o Conselho da Federação Inter Galáctica não importava em nada, até que se viram rodeados da Rede. Não era uma rede real, como uma de pescador com cordas e tecidos; esta era uma parede de freqüência invisível e, por conseguinte, para eles tudo começou a mudar. A magia desapareceu por completo de suas vidas; já não havia faísca, não havia ação. A vida se voltou muito sólida e densa, deixou de circular.

A Deusa da Sabedoria de Sírius estava a ponto de os ensinar algo que tinham esquecido, ou que possivelmente nem sequer tinham começado a aprender…

Cuidadosamente o Conselho da Federação Inter Galáctica explicou-lhes que teriam que outorgar aos terrícolas os mesmos poderes que possuíam!
Informaram-lhes que teriam que tomar a responsabilidade para si pelo que tinham feito. Que Desacato! A família de Anu jamais poderia aceitar isso!

A Deusa Innana, neta de Anu, explica: “Podem imaginar que coisa chata seria se seus animais domésticos fossem iguais a vocês? Poderiam começar a falar e inclusive lhes dizer o que gostariam de jantar. Onde terminaria, com um jantar de quatro pratos e trufas de chocolate como sobremesa?”
Imaginem só: Animais Domésticos! Como você trata os seus? Pense bem…

Muito chateados e em meios a infindáveis discussões, onde uma acusava o outro por tal situação, a família de Anu voou para casa. Brigaram muito, para variar, entre eles mesmos, como era seu costume. Alguns imaginaram que a Federação Inter Galáctica estava conspirando com seus inimigos, outros pensaram que o Conselho obviamente queria ficar com a Terra só para si.

Os Sirianos eram mais antigos no Conselho que os pleidianos ou, eram os Acturianos? A família de Anu era tão auto-centrada que não sabia coisas básicas da realidade cósmica, a não ser o próprio Anu. Alguns deles acreditaram que era por certo algo pessoal e começaram logo a culpar uns aos outros por provocar tal situação. São uma família fragmentada na verdade.

Foi quando tentaram dissolver a Rede por meio de um sacrifício ritual colossal, belo e realmente horripilante a gosto dos que se consideram entendidos nestes assuntos. Nada de fato aconteceu; nada mudou, a Rede ainda estava ali e eles ainda mais aborrecidos, estancados e desorientados. O desespero, anteriormente desconhecido para os Deuses Nibiruanos Pleidianos, cravou suas garras dentro de suas almas, suas almas reptilianas, exatamente.


Nesse momento em suas telas de comunicação apareceu uma mensagem urgente: 
Marduk tinha sitiado todo o sistema solar pleidiano. Eram os momentos críticos do KaliYuga se aproximando. Durante muitos anos em segredo, Marduk tinha fabricado exércitos de clones e os tinha treinado em Marte, um planeta abandonado. O temor que tinha aprendido a tirar da raça humana lhe servia agora como alimento e energia para apoiar este projeto impressionante.

Com um ataque supressivo entrou nas Plêiades e destruiu a monarquia governante. Agora tinha tudo sob seu tirânico controle e ordenou a Anu que se rendesse ou do contrário destruiria Nibiru.
Anu escapou com Antu, sua rainha, a um sistema vizinho.

Todos estavam sobressaltados.
Enki e Inanna voaram com Matali ao centro da Terra para se esconderem no profundo mundo subterrâneo do Reino da Serpente, onde estariam a salvo dos restos da radiação do Gandiva. 
Enlil saiu para unir-se a seu pai Anu. Os dois estavam decididos a desenvolver um plano para recuperar Nibiru e liberar as Plêiades.

Marduk estava agora no controle de Nibiru e do planeta Terra e começou a mudar muitas coisas. Foi nesta época que as mulheres diminuíram em estatura e foram consideradas inferiores na espécie, junto com as crianças.

Marduk criaria as igrejas para apagar a Deusa e o modo de vida pleidiano comunitário que tinham recebido dos Fundadores do Universo, os Felinos e Carians.



Mulheres que eram líderes nas comunidades eram reprimidas, estigmatizadas como bruxas e queimadas na fogueira. Este processo continuou através da época escura da Idade Média, e terminou no final do século 18 d.C. Foi à coisa mais importante que Marduk fez para atingir o controle absoluto da Humanidade.

Marduk proclamaria a si mesmo como o “Deus entre os deuses”. Depois, mudaria para “Deus” apenas. E toda vez que se pronunciasse a palavra Deus, a imagem dominadora, repressora e temível de Marduk estaria por trás. O politeísmo agora daria lugar ao monoteísmo de Marduk.
Ele dominaria através do medo; e isto ele tem feito até os dias de hoje.

A salvo, e além das freqüências de tempo do planeta desolado, a família divina observava com horror como Marduk conseguia apoderar-se do que estava na Terra e seus habitantes. Com o tempo se apoderou de todo o planeta. Não utilizou exércitos para conquistar a Terra, usou a propaganda.

Os sacerdotes de Marduk acusaram Enlil de desatar o terrível Gandiva contra os indefesos humanos, realizando a Guerra Nuclear. E isto era, antes de tudo, a verdade e por isso Marduk fez com que os habitantes da Terra se voltassem contra Anu e Enlil. Apoiando a sua ideologia do Deus Único (o Deus MARDUK!)

Marduk fez tudo o possível para difamar Inanna.
Dizia que ela era uma bruxa malvada que devorava aos homens e convertia mulheres inocentes em prostitutas.

Como cobiçava seus templos e as terras que possuíam suas sacerdotisas, iniciou uma campanha de difamação para destruir a estas mulheres.

As sacerdotisas, que estavam muito bem treinadas em negócios e nas artes, foram acusadas de magia negra, de lançar conjuros por toda a Terra.
Sempre que algo saía mal, uma tormenta ou um problema nas colheitas, jogavam a culpa nessas mulheres.

E Marduk se encarregou de que muitas coisas saíssem mal.

As belas sacerdotisas foram encarceradas, golpeadas, torturadas, violadas e queimadas vivas. 
Confiscaram-se todas as suas propriedades. Marduk estava se vingando de Inanna, aquela que ordenou que o enterrassem vivo.

No Reino da Serpente, Inanna jazia em uma pequena cama em um quarto cômodo mas não se dava conta do que havia a seu redor. No olho de sua mente viu como os homens de Marduk desfiguravam e mutilavam seus templos. Todas as imagens das deusas foram substituídas pela de Marduk. Esculpiu seu nome em pedra por cima do de Inanna e reescreveu a HISTÓRIA, convertendo-se a si mesmo no herói de cada conto e lenda.

Em meio de uma agonia impotente, Inanna viu como suas sacerdotisas sofriam todo tipo de humilhações. Há tantos contos de fadas sobre virgens, às que se levam aos dragões e as presas em cavernas escuras. Estas histórias estão apoiadas na verdade, mas não havia nenhum cavalheiro em armadura que devesse resgatar as suas belas sacerdotisas.

Marduk não se deteve com as mulheres da Deusa Inanna apenas; ele não estaria satisfeito até que esmagasse a todas as mulheres.
Para obter isto, usou os homens. Disse aos humanos varões que eles eram superiores, que a mulher tinha sido criada da costela de um homem para que lhe servisse. Mentiras, mentiras saíam da boca dos sacerdotes de Marduk.


À medida que as mulheres perdiam sua posição de respeito, os homens por sua vez perdiam parte de si mesmos. As coisas não voltaram a ser iguais.

Inclusive fazer amor se converteu em uma guerra. Como Marduk queria mais súditos para controlar e mais energia do temor que se gerava, fomentou a procriação de seus súditos.

lado escuro da Lua
Na lua da Terra colocou um aparelho eletromagnético que conectava a ovulação feminina com seus ciclos.
Nem sequer os animais da Terra se podiam fecundar com tanta freqüência como suas mulheres.

Marduk queria produzir o temor como uma mercadoria, assim que ordenou aos Lulus que se multiplicassem.
Isto lhe daria mais súditos para tiranizar e assim poderia gerar mais energia a partir de seu temor.

O temor se converteu na mercadoria mais valiosa para Marduk.
O temor imperava: temor à morte, temor ao castigo, temor ao conhecimento.
Com uma fonte tão ilimitada, Marduk podia alimentar a suas legiões de clones e a Terra se converteu em uma central elétrica para Marduk e seus tiranos.

E tiranos eram; dos governantes dos países até os administradores de companhias, a tirania era a lei. 
Impor a vontade de um sobre outro era a expressão mais altamente valorizada da vida humana. Com a tirania chegou sua amiga, a avareza. E como ninguém pode estar perto daquele que controla as coisas, os troféus da conquista e o controle substituíram ao amor. O prazer se definia em termos de posse e os objetos substituíram à intimidade.

Do Reino da Serpente, Inanna viu o futuro deste mundo projetar-se ante seus olhos. Viu como Marduk se voltava mais e mais ardiloso em suas técnicas de controle e de gerar temor sobre os Lulus.
Sacerdotes e políticos desfilavam diante de si; os estilos trocavam, mas a tirania fundamental permanecia intacta.

Uma garra invisível se pulverizou pelas mentes e almas dos habitantes da Terra. A Inquisição, o sistema feudal, centenas de “ismos” que prometiam esperança vinham e se foram.

A industrialização trouxe consigo o trabalho vazio, aumentou o materialismo e poluiu as águas, a terra e os mantimentos.



Marduk aperfeiçoou a manipulação com a chegada dos meios de comunicação: televisão e jornalismo.

Repetidamente os humanos eram treinados para adorar algo fora de si mesmos; não lhes animava a olhar para dentro. Sempre havia alguém lá para adorar, alguém que era melhor e mais elevado.
Duvidando de si mesmos, os Lulus escutavam sem cessar aos “peritos”, quem por sua vez se contradiziam entre si aumentando deste modo a confusão.

Os humanos que conseguiam pensar por si mesmos eram excluídos como desadaptados, eram castigados ou no melhor dos casos os faziam se sentir culpados.
Se a gente obtinha algo, os outros se sentiam inferiores e se fomentou o sentimento de culpa. 
A psicologia se fez popular e os humanos lhes davam o dinheiro àqueles que escutavam seus sentimentos de culpa e temor durante horas, dias, anos. Para Marduk a culpa era tão nutritiva como o temor.

 A Rede Marduk e o Time de Administradores do Mundo agem simplesmente assim:


...se há uma escassez de temor, Marduk ocasiona uma escassez de alimento, um terremoto, um furacão, ou uma GRIPE SUÍNA. Isto pode ser real como um acontecimento real na natureza, por exemplo, ou pode ser simplesmente um holograma ou apenas um programa de televisão. Dá pra imaginar quantos milhões mais podem ganhar todas as empresas e corporações do Time de Administradores do Mundo se o negócio do MEDO continuar crescendo?????

À medida que viajava pelo tempo, de repente alguns membros da família divina de Anu começaram a compreender como um raio que golpeava seus cérebros cansados, que Marduk eram eles mesmos. Ele era o inconsciente coletivo da família de Anu projetado sobre a Terra. Tinha criado do mesmo modo como tinham criado tudo em suas vidas. Cada um deles tinham dado a luz ao Marduk nesta dimensão. Obviamente, se o haviam criado, também podiam se desfazer dele. Mas como?

Anu nos encoraja a lembrar: Marduk, o 4º aspecto dimensional de Satã, faz parte das Casas Reais de Avyon e Aln, e, portanto, é da família.
Marduk concordou em representar seu papel como líder das Forças Escuras, para dar à Humanidade as necessárias oportunidades para sua evolução espiritual.
Sem este seu esforço em benefício da Humanidade ela não poderia evoluir, pois não haveria nenhuma negatividade.

Marduk está pronto para voltar para casa!!!! Como você sabe, é muito mais difícil representar o papel do vilão do que representar o papel do herói.

Marduk será contido, e serão cada um de nós que o pararão, não com força, violência, mas com amor, através da integração do lado escuro de nós mesmos e, portanto, de Marduk e as forças dele. Assim anuncia Anu.

E a Agenda Pleidiana/Nibiruana é “Tomem de volta seu poder, para os Nibiruanos isso ocorre através da recodificação do DNA.

Agora é o tempo. Vocês, os Sirianos Etéricos, são os herdeiros deste planeta. Reivindiquem seu direito inato, dado a vocês há tanto tempo atrás pelos Fundadores.

Os Nibiruanos Avyonianos (pleiadianos) sua raça paterna, seus irmãos e irmãs, os Sirianos Aquáticos e os Sirianos Crísticos, estamos aqui para ajudá-los. Vocês só têm que estender a mão e convidar.”





 fim

...


Material livre para divulgação.

Por gentileza, respeite os créditos citando as fontes:

Fonte do texto: http://www.projetovega.com.br
Edição, elaboração e fotos: 
http://despertardegaia.blogspot.com/

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