sábado, 11 de maio de 2013

Como o Gramscismo está obstinado na destruição dos princípios basilares da Nação brasileira


Implementação gradativa e imperceptível na sociedade brasileira
O GRAMSCISMO foi uma alternativa proposta por Antônio Gramsci, fundador e dirigente do Partido Comunista Italiano, no período de 1921 a 1937. Ele percebeu que o ataque frontal ao Estado, de modo violento, conduzido pela Rússia com sucesso em 1917, não funcionara em tentativas subseqüentes na Alemanha, Polônia, Hungria, Bulgária e Estônia. Por que isso acontecera?
Sob a ótica de Gramsci, a Rússia na ocasião tinha uma sociedade frágil que não ofereceu respaldo ao Estado Czarista, ao passo que nos países acima, que personalizavam sociedades de capitalismo desenvolvido, aqueles Estados foram resguardados por verdadeiras trincheiras, as forças-vivas da Nação.
E quais foram essas FORÇAS-VIVAS  e com atacá-las ?
As Forças Armadas, o Aparelho Policial, os Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), o Ministério Público, os Partidos Políticos, a Mídia, o Sistema Econômico Capitalista, o Sistema de Ensino, a Família, a Igreja e outras.
Gramsci raciocinou que, se essas trincheiras fossem dominadas e acatassem a causa marxista, o Estado não mais contaria com a proteção daquelas e cairia pela ação revolucionária sem oferecer efetiva resistência.
A partir de 1991, vários Movimentos Comunistas locais adotaram a postura Gramscista e um deles foi o do BRASIL.
E quem abraçou essa técnica, modificando seu estilo truculento, foi o marxista Partido dos Trabalhadores (PT), que chegou ao poder em 2003.
Para provar que o PT, na atualidade, age como previsto por Gramsci e quer implantar a ideologia marxista, observe abaixo como ele está anulando as Forças-Vivas da Nação brasileira, sem que ninguém perceba:
  • Poder Executivo – ocupado por ferrenhos comunistas, antigos  guerrilheiros, assaltantes de bancos e seqüestradores;
  • Poderes Legislativo, Judiciário e Ministério Público – sob constantes ameaças de neutralização, vindas do Governo;
  • Partidos Políticos democráticos – sob o risco de real extinção, face ao crescimento hegemônico do PT decorrente das contribuições de cerca de 200.000 funcionários implantados pelo Partido, e a compra da lealdade de seus  parlamentares, como mostra o mensalão e outros tipos de aliciamento, em meio à corrupção generalizada do PT.
  • Mídia (TV, Jornais, Rádios, revistas, etc) – além de alvo prioritário do MCI, que a domina, tem a parcela democrática opositora intimidada por ações cerceadoras, como a atual deliberação da Conferência Nacional de Comunicação, de exercer a censura e o controle dos meios de comunicação;
  • Forças Armadas – tradicionalmente anticomunistas, tiveram seus Ministérios suprimidos e submeteram-se ao Ministério da Defesa, chefiado por elementos fiéis ao Governo do PT; no evento dos controladores de vôo amotinados, sentiram ameaçadas sua hierarquia e disciplina pelo próprio Governo.
  • Polícias Militares – desmoralizadas pela criação, pelo Governo, de sindicatos de Cabos e Soldados na Corporação, o que acarretou a quebra de sua hierarquia e disciplina;
  • Sistema Capitalista – empresários nacionais esmagados por alta taxa de juros e carga tributária exorbitante;
  • Sistema de Ensino – alvo de eficaz doutrinação marxista;
  • Família brasileira – em vias de desintegração, pela ação da mídia perversa e tendenciosa; população urbana perplexa e apavorada pelo banditismo facilitado pela falta de policiamento e a rural acuada pelo clima de terror gerado pelo MST, este patrocinado e financiado pelo PT e embrião do futuro Exército Popular Revolucionário; povo na miséria, sem emprego e com salários vis, como nos regimes comunistas. A destruição da família é um dos objetivos, pois assim uma sociedade torna-se desintegrada, sem princípios, sem ética, sem moralidade.
  • Igreja Cristãs – atacada em sua inflexibilidade doutrinária (homossexuais, aborto, natalidade, indissolubilidade do matrimônio), a fim de desmoralizá-lá.

O conceito de sociedade nacional está sendo substituído pelo de ´sociedade civil`. A comunidade como conjunto das pessoas interdependentes, com sentimentos e interesses comuns, passa a ser o espaço das classes em oposição. Embora não seja aparente, é a cena da luta de classes.”
“Além destes exemplos, há muitas outras ´superações` do senso comum, menos evidentes (mas visíveis e apontados) porque o ´antes` e o ´depois` já estão muito afastados no tempo e porque já estão integrados, intelectual e moralmente, principalmente no senso comum dos mais jovens da sociedade:
- A personalidade popular como protagonista da história nacional em substituição ao vulto histórico, apresentado como opressor, representante das classes dominantes e criação da ´história oficial`.
- A história ´revisada` (na interpretação marxista) que substitui a História Pátria ´oficial` (´invenção` do grupo dominante).
- A união conjugal episódica ou temporária e de pessoas do mesmo sexo em substituição à família estável e célula básica da sociedade.
- Ecletismo religioso em substituição ao compromisso e fidelidade aos princípios religiosos de opção.
- Moral laica e utilitária em substituição à moral cristã e à tradição ética ocidental.
- Discriminação racial, dita como sutil e disfarçada e como realidade que desmente a crença ´burguesa ultrapassada` de tolerância e de sociedade multirracial e miscigenada. Este conceito recente é interessante porque se tornou senso comum apesar de todas as ostensivas evidências de que é falso; resultado da ´orquestração` (afirmação repetida).
- O preconceito, como qualidade que estigmatiza as pessoas conservadoras ou discordantes de certas atitudes e comportamentos permissivos ou tolerantes.
- A informalidade em substituição à convenção e à norma social que pressupõe vinculação institucional e à tradição.
- A moralidade substituindo a ética tradicional que se diz sufocar a felicidade e a liberdade individuais.
- Os direitos humanos como proteção ao criminoso comum (identificado como vítima da sociedade burguesa) e indiferente à vítima real (identificada geralmente como burguês privilegiado).
- ´Satanização` do ´bandido de colarinho branco`, identificado como burguês corrupto e fraudador do povo.
- A opinião pública como critério de verdade maior que os valores morais tradicionais e a própria lógica, quando inconvenientes.
- A mudança como valor superior à conservação.
- A ecologia como projeto superior ao desenvolvimento econômico (´especulação` capitalista burguesa) e social. A organização popular (aparelho privado não-estatal, ´eticamente` superior ao organismo estatal burguês.”
Os principais meios de difusão dos conceitos do novo senso comum são os órgãos de comunicação social, a manifestação artística, em particular o teatro e a novela, a cátedra acadêmica e o magistério em geral. A eles se soma a atividade editorial, com menor alcance social.”
“É preciso acrescentar que nem toda mudança do senso comum resulta de uma atuação intencional e direta destes intelectuais orgânicos. Algumas transformações são decorrentes de uma evolução social natural. O projeto gramsciano de superação do senso comum, porém, é efetivamente um elemento desencadeador do fenômeno em cadeia, criando um clima de mudanças naturalmente estimulador que elimina a estabilidade dos valores e conceitos da sociedade, enfraquecendo suas convicções culturais e sua resistência a certos projetos políticos socializantes.”
Neutralização das ´Trincheiras` da Burguesia
“De um modo superficial, mas apoiados nas indicações de Gramsci, podemos reconhecer as ´trincheiras` do grupo dominante, da burguesia brasileira, indentificando-as no conjunto das organizações estatais, da sociedade política e das organizações privadas da sociedade civil. Indicamos apenas algumas das mais significativas:
- O Judiciário;
- O Congresso;
- O Executivo (Governo);
- Os Partidos Políticos Burgueses;
- As Forças Armadas;
- O Aparelho Policial;
- A Igreja católica;
- O Sistema Econômico Capitalista.”
“A neutralização, se possível a eliminação destas ´trincheiras`, é predominantemente uma guerra psicológica (mas não só esta) visando a atingi-las e miná-las [...], por meio do:
- Enfraquecimento, pela desmoralização, desarticulação e perda de base social, política, legal e da opinião pública;
- Esvaziamento, pelo isolamento da sociedade, perda de prestígio social, perda de funções orgânicas, comprometimento ético (´denuncismo`), quebra de coesão interna, ´dissidência interna`;
- Constrangimento e inibição por meio do ´patrulhamento`, penetração ideológica, infiltração de intelectuais orgânicos.”
Resumo das idéias-força (objetivos) da penetração cultural e os temas explorados para realizá-las:

Fonte: Grupo Inconfidência e Endireitar

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