sexta-feira, 10 de maio de 2013

Deus é, na verdade... deuses!!!


Para os adeptos da Astroarqueologia, o “Deus” que criou o Universo é um, talvez uma interpretação (de base cabalística) para o surgimento do Universo, da Terra e do homem (no centro de tudo); e o “Deus” que criou Adão e Eva parece mais próximo da tradução de “ELOIN”, os “deuses”.


Esses “deuses” podiam ser uma ou várias equipes de cientistas e colonizadores espaciais que aqui aportaram e teriam criado com sua tecnologia avançadíssima para os nossos padrões, um laboratório de vida na Mesopotâmia, isto é, o Jardim do Éden. Através de operações genéticas, eles teriam criado um ser humano desenvolvido através de símios, sob a orientação dos cientistas-colonizadores. Será por isso que não conseguimos encontrar o elo perdido?


Acontece que uma parte da tripulação se teria rebelado contra a ordem que os havia enviado à Terra, e teria de uma forma que ainda é difícil se interpretar, dado aos homens-cobaias a capacidade de se desenvolver por meios próprios. “Deus” proíbe que o homem coma de determinado fruto do Jardim, pois no dia “em que deles comerdes, vossos olhos se abrirão e sereis como Deus, conhecedores do bem e do mal!” (Gênesis, cap.3, vers.5)


Eva comeu o fruto oferecido pela serpente, que foi então condenada a “rastejar” (teriam os tripulantes amotinados sido presos à superfície terrestre?). E Adão e Eva, foram expulsos do laboratório? A experiência teria sido suspensa?


É importante levar em conta que o que parece ter acontecido em dias, de acordo com a narrativa bíblica, pode ser a condensação simbólica de centenas, milhares de anos. Muito tempo pode ter passado entre a expulsão do paraíso e esta cena descrita no Gênesis, cap.6, vers.1: “Quando os homens começaram a multiplicar-se na Terra e tiveram filhos, vendo os “Filhos de Deus” que as “filhas dos homens” eram bonitas, escolheram para mulher as que entre elas mais lhe agradavam (...) havia então, “gigantes” na Terra, e mesmo depois que os “Filhos de Deus” se uniram com as “filhas dos homens” e lhes geraram filhos. São eles os heróis famosos dos tempos antigos”.


Se substituirmos DEUS por DEUSES, por visitantes extraterrestres, a narrativa poderia ser mais elucidativa? Comparando-a com a Epopéia de Gilgamesh, encontramos muita ‘coincidência’.


Oanes: Seria um astronauta saído do Mar?


Em seguida vem o dilúvio, que também é citado e descrito por diversas tradições de muitos povos da América, da Índia ou da Europa. O Dilúvio parece ter sido uma decisão dos “deuses” de eliminar uma experiência degenerada. Suas várias versões sugerem isso. Na Bíblia, as atitudes de “DEUS” estão cheias de decisões contraditórias. Por exemplo: Um “Deus” não se arrepende do que faz, mas o “Senhor” se arrependeu de ter feito o homem na Terra e ficou com o coração magoado (Gênesis, cap.6, vers.5).


Mais adiante, ainda no Gênesis, cap.18, o “Senhor” surge de forma muito humanizada durante o episódio que envolve a destruição de Sodoma e Gomorra. O patriarca Abraão recebe a visita de três “enviados do Senhor” que o avisa sobre a destruição de Sodoma e Gomorra.


Dois dos “anjos” vão a Sodoma e Gomorra e lá encontram Ló, que lhes oferece um jantar. “Ló insistiu muito com eles, de modo que foram com ele para casa, onde lhes preparou um jantar e alguns pães, e eles comeram. (Gênesis, cap.19, vers.3). Afinal, que “anjos são esses que jantam”?


O povo de Sodoma e Gomorra decide invadir a casa de Ló para conhecer os dois visitantes. E Ló oferece suas duas filhas virgens para que os populares deixem os “anjos” em paz. Mas a multidão resolve atacar de qualquer jeito. E os “anjos” cegam os atacantes. Cegaram como?


O resto é conhecido. Ló fugiu da cidade e o “Senhor” fez então chover do céu enxofre e fogo sobre Sodoma e Gomorra. Destruiu as cidades e toda a região, junto com os habitantes e até com as plantas da terra. A mulher de Ló olhou para trás e virou estátua de sal. (Gênesis, cap.19, vers.24/26).


Esta descrição é considerada pelos adeptos da História Aberta como um tipo de explosão semelhante à produzida pelas bombas nucleares. A verdade é que a região de Sodoma e Gomorra afundou ás margens do mar Morto, que hoje retém a maior concentração de sal conhecida.


Em Gênesis, cap.32, Jacó luta com um “anjo”, querendo que ele o abençoe, (que anjo material é esse?). Terminada a luta, Jacó diz: “Vi a Deus face a face”.


Em seguida, o Velho Testamento desvia a sua atenção para o Egito, onde José, filho de Jacó, é vendido como escravo e passa a progredir na corte do Faraó. ( Já foi encontrada a casa de José, onde inclusive também foi encontrado seu anel, com o qual ele detinha poder) . E assim começa a grande saga da construção do povo judeu, relatada no livro do “Êxodo”. “DEUS” deixa de significar “ELOIN” para se transformar em “IAVÉ”.


“IAVÉ” é bastante diferente dos “deuses” citados anteriormente. Ele age de forma calculista e vingativa, de forma a colocar os hebreus a seu serviço, como o “seu povo”.


O estudioso Plínio Rollin de Moura, formulou uma teoria interessante sobre “IAVÉ”, que nos faz pensar:


“IAVÉ” seria a serpente que provocou a “queda do homem”, e teria sido condenado pelos colonizadores do espaço à permanecer preso durante muitos séculos. Solto. “IAVÉ” parte para a vingança utilizando-se de Moisés e do povo judeu como instrumento de sua expansão.


Moisés (filho de um casal da tribo de Levi) é adotado pela filha do Faraó durante o período em que os judeus estavam escravizados pelos egípcios. (ainda não temos provas arqueológicas desse cativeiro). Um dia, no Monte Horeb, “apareceu-lhe o anjo do Senhor” e ordenou-lhe que libertasse o povo judeu e o fizesse sair “desse País, para uma boa e espaçosa terra onde corre o leite e o mel!” (Êxodo, cap.3, vers.8) E “IAVÉ” garante também a retirada, “de modo que, ao sairdes, não ireis de mãos vazias”, mas cheios de prata, ouro e vestidos.


Em seguida, usando Moisés como porta-voz, o “Senhor” transformou a vida do Faraó (e do Egito) num horror de pragas e desastres forçando-o a liberar os hebreus. O Faraó acaba concordando e 500 mil judeus partem para a Terra Prometida, através de um longo desvio na Península do Sinai.


Nessa travessia, “IAVÉ” providencia todo o apoio logístico. “O Senhor os conduzia, de dia, numa coluna de nuvens, de noite, numa coluna de fogo para iluminar”. (Êxodo, cap.13, vers.21). Quando O Faraó resolve agir em perseguição aos judeus, Moisés os tranqüiliza: “O Senhor combaterá por vós, podeis ficar tranqüilos”.


Então o “anjo”, que estava na vanguarda das tropas de Israel, foi para a retaguarda. A coluna de nuvens que estava na frente postou-se atrás, metendo-se entre as tropas do Egito e as leis de Israel. Na vigília da manhã, de cima da coluna de fogo e de nuvens, o “Senhor” lançou um olhar sobre as tropas egípcias e as pôs em pânico. (Êxodo, cap.14, vers.24).


Com todas essas conclusões, é possível chegar a um monte de dúvidas:

Que “DEUS” é esse que protege a um só Povo e massacra outro com requintes de crueldade? Que “DEUS” é esse que participa pessoalmente de uma batalha usando um veículo aéreo? (As nuvens, a coluna de fogo). Que “DEUS” é esse que desapropria terras de outros povos e as entrega a um único povo escolhido por Ele? Que “DEUS” é esse que exige sacrifícios intermináveis e estabelece leis repressivas? E, por fim, que “DEUS” é esse que ameaça extinguir seu próprio povo quando este desobedece às suas ordens?


Fonte:http://www.portalufonet.com/

Nenhum comentário:

Postar um comentário