quarta-feira, 1 de maio de 2013

O caso Karin (contato extraterrestre)




Transcrição da sessão de Hipnose Regressiva (Contato Extraterrestre) de Karin Yoshitake realizada em 2012. Esta transcrição está no livro "Conversando com os Extraterrestres", entre outras tantas semelhantes.

K para Karin - H para Hipnoterapeuta Cassyah Faria

H - Você pode falar se está em uma missão secreta ou algo assim?

K - Acho melhor não.

H – Por quê? De onde você é?

K - Daqui. Estou atrás de uma pedra. Atrás da montanha, tem uma árvore e aí você chega... Aqui está a porta, você atravessa e está na entrada da cidade. Tem muita coisa aqui, mas é tudo construído na pedra e barro, do modo que pode ser feito aqui dentro. A maioria das casas é só de pedra, outras precisam de uma extensão, mas não entendo disso,  não sou eu que faço. A maioria das cosias é feita aqui mesmo.

H - Muita gente por aí?

K - Tem. O suficiente para fazer bastante comércio e tudo o que é necessário sem precisar sair muito.

H - E vocês se pintam, você disse?

K - Na verdade é uma máscara que pode ser retirada. Eu posso tirar, mas só aqui.

H - E como é você por baixo da máscara?

K - Uma pessoa. Sou mulher, casada, tenho dezesseis anos e já tenho filho. Eu já ocupo minha posição por aqui. Eu não vejo muito meu filho, tenho que sair. Eu tomo conta do lado de fora para ver se não tem ninguém chegando perto da cidade. Nós fazemos turnos de guarda. Eu também ensino como fazer isso. O local não é muito atacado, não descobriram aqui ainda. Existem túneis para que os outros pudessem vir, mas não teve jeito, morreu muita gente. Nós temos famílias, mas não nos vemos com frequência, existe tanta coisa para fazer. Meu pai faz boas armas, mas eu não o vejo. Mas eu me sinto ótima, tenho boa saúde. Por isso mesmo tenho que ficar lá fora, porque eu suporto isso. Eu não gosto de fazer isso, mas sei que talvez um dia aconteça, mas eu preferiria estar em paz. Às vezes não parece ninguém por longo tempo, mas nunca se sabe, alguém pode vir e descobrir tudo, e acabar com tudo, eles mataram todo mundo onde eles foram. É importante que tudo aqui dê certo. É algo individual e ao mesmo tempo coletivo. Porque nós amamos nosso povo e principalmente os irmãos das estrelas.

H - Como são os irmãos das estrelas?

K - São os deuses. Eles vieram e nos deram tudo e precisamos ficar com eles agora. Eles ainda não descobriram que eles estão aqui, mas não tem como ir embora, e eles tem que ficar todos aqui, embaixo.

H - E como eles contaram isso para vocês, sobre vir do céu?

K - Eles apenas disseram isso para nós, mas é tão engraçado na verdade, eles moram todos debaixo da terra. Mas nós acreditamos nele, a gente já viu como eles vão e voltam. Mas eles não vão embora, na verdade. Alguns vêm de fora visitar, mas a maioria mora aqui embaixo. Eles nos acolheram, em retribuição construímos mais galerias para eles ainda mais agora que temos todos que fugir. Nós estamos fazendo alguma coisa juntos pela primeira vez, mas antes a gente ficava sobre a terra e eles embaixo. A gente só se via quando era necessário, não era preciso que ficassem todos aqui apertados, nessa loucura de agora. Antes era possível visitar as outras cidades por superfície, mas agora é preciso ir pelos túneis. Mas eles vêm pela luz, a luz os deposita dentro da outra luz e eles chegam aqui. Eles andam na luz, de uma luz para outra, não sei explicar. Eles chegam e pronto a gente não pode ficar olhando, senão fica cego.

H - Agora caminhe cinco anos para o futuro desta vida, onde você está agora?

K - Estou sentada a uma mesa, e nós planejamos evacuar mais esta cidade. Os guerreiros protegendo as crianças e os velhos. Eles já estão acostumados a isso. Meu filho eu não mais vi, mas deve estar bem, porque as mulheres cuidam das crianças todas juntas. Os que vêm de cima sabem onde estão os homens (de superfície?). Sem que eles olhem de cima, não saberíamos o que fazer aqui embaixo. Há muito tempo eu não sei mais o que é o sol. A gente não sobe mais.

H - E você é um deles (irmão das estrelas), você é como eles?

K - Não, não sou. Mas eles dizem que todos somos filhos deles, então na verdade todo mundo é filho deles. Mas não eu sou como qualquer outra das pessoas aqui, mas na verdade a gente se parece mais com os nossos irmãos do que os outros que moram há mais tempo lá em cima, a gente é um pouco mais clarinho... Mas também a gente está há tanto tempo aqui embaixo sem sol que acho que a gente está perdendo a cor (o tipo físico era parecido com o típico índio asteca ou inca, com a diferença de um nariz pequeno em vez adunco a mesma baixa estatura, cor claro-pardo e magro em vez de forte).

H - E a saúde?

K - Está difícil. Nós comemos muito mal. Trabalhar fica difícil. Os túneis estão muito rudimentares. Há desabamentos, infiltrações. Falta luz, tem gente demais. Eles falam em nos levar, mas já faz tanto tempo, não tem como eles nos levarem para as estrelas. Tem mesmo é gente matando os nossos povos, eu estou já ficando irritada. Eu não quero mais continuar fugindo por causa deles. Eu vejo as pessoas morrendo, mas eles se cansam, pegam a nave e vão embora. Nós defendemos aqueles outros que não podem ir embora e são muito frágeis. Mas eu não sei o que achar daqueles que vão e vem.
Muitas vezes o cheiro da morte nos avisa que todos em um lugar já estão mortos, não é necessário nem ir até lá. E na verdade eu nem sei bem quem são os assassinos.

H - E os deuses, você esperava mais deles?

K - Não, eles não podem fazer nada. Os que estão aqui embaixo não podem fazer mais nada sozinhos, não podemos nem tocar neles. Os que vão e voltam poderiam fazer alguma coisa. Eu acho que existe uma rixa entre eles, porque eles largaram os que estão aqui desse jeito? Eles sabem que nós não podemos ajudar, não podemos tocar neles, nem temos a comida para eles. Nós não podemos fazer nada por eles exceto vê-los morrer. Eu não sei, eles defendem os outros. Eu não acho justo o que eles fizeram. Eles teem que voltar. Eles começaram isso. Eles nos puseram em um buraco dizendo que era perigoso lá fora, e houve então uma chacina. E nós temos fugido desde então, a gente não sabe mais para onde vai, correndo para cá e para lá nos túneis. Eu não sei o que vai acontecer, tenho raiva. Só eles sabem aonde vão parar os túneis, nós não sabemos. Por vezes, eu gostaria de subir e ver quem são estes assassinos que matam sem conversa, isso não é possível. Os que saem em pequenos grupos nunca voltam. O tempo passa existe muita conversa, mas nada acontece. Eu não me importo mais se vamos sobreviver ou não. Mas existe um túnel que foi fechado pelos irmãos de cima, os que realmente vêm das estrelas. Os deuses que não podem mais ir embora vão viver neste lugar protegido e poderão viver a vida deles. Somente alguns poucos que tiveram permissão vão viver com eles. E os demais humanos vão viver na superfície em uma cidade não encontrada ainda pelos assassinos. Sobraram somente umas seis famílias, muita gente já morreu. Mas como todos nós somos filhos deles, podemos nos fundir às outras tribos na superfície. Eles dizem que vem das plêiades, mas nós viemos da Terra mesmo.

H - Quê mais vocês aprenderam? Entre os feridos... Vocês cuidavam como? Da dor, doença...?

K - Ninguém fica doente, ninguém tem grandes problemas, porque aqui o mundo é outro agora, aqui em vez de briga, você simplesmente cai morto. Um buraco de sangue e está morto. Só isso, não tem mais briga, não tem mais luta. É simplesmente isso... Os assassinos teem aquelas armas deles, acabou, faz um buraco, a pessoa sangra e morre (armas de fogo?). Simples assim, não tem como tratar, a gente não pode chegar perto deles porque tem coisas piores... (lembrança de um tiro no peito de uma pessoa, no momento não conseguia entender que era um tiro de arma de fogo, só via o buraco abrir junto com o barulho da arma). Faz muito barulho, mas não existe luta. De resto nos alimentamos de ervas e frutas. Outras coisas crescem na luz verde, mas isso já não é tão mais fácil (?). Mas os assassinos não tem como chegar aqui. E os irmãos vão nos proteger.Aqui também existem alguns animais, alguns macacos e aves e ratos do mato, mas seria melhor para eles viver lá fora. E existe pouca água aqui. E nós extraímos águas das mantas que os irmãos deixaram para nós, de lá sai a água.

H - Tem mais alguma coisa que você queira me apontar nesse período?

K - Todo mundo tem medo da gente ficar preso aqui pra sempre, é a única coisa que eu posso dizer que vai marcar demais. O fato de a gente ter que praticamente se suicidar aqui. Que isso aqui tem que dar certo, entende? (houve uma lembrança aqui de uma discussão entre humanos e irmãos que vem das estrelas, mas o conteúdo não pareceu claro. Era algo sobre o medo de a tecnologia deles não ser o bastante pra manter tudo sem desabar. Mas tinha algo sobre ir ou não pra superfície ou pra outro planeta, ficou muito confuso. Parece ser um questionamento de porque eles voltaram para fazer o subterrâneo em vez de nos levar pras estrelas. Os irmãos da terra estavam quietos, presentes, mas sem interferir e eu quis fazê-los falar, mas fiquei assustada pelo fato deles não interferirem na discussão. E eles perceberam e continuaram sem falar). Nós só vamos morrer aqui em baixo se os assassinos nos acharem. Eles sabem que nós entramos dentro da terra.

H - E porque eles perseguem vocês?

K - Ninguém jamais conversou com eles, mas os irmãos de cima estão sempre de olho neles. Agora eles já tomaram toda a terra e não restou mais nada que seja nosso. Por isso nós escondemos tudo o que pudemos levar. Tiramos todo o ouro todas as pedras, porque no que depender deles, eles vão destruir a Terra inteira. Parece que eles só querem ouro e pedras, mas eles também querem gente para ser escravo deles. E já vimos mulheres vestidas como as mulheres deles, e é tão esquisito. Os irmãos dizem que é o fim do nosso mundo, mas não o fim do nosso povo, e que eles virão morar aqui e os que vieram com eles, o mundo deles também já acabou (os escravos africanos?). Mas ficaremos nas cidades subterrâneas a espera de um novo recomeço.

H - Viaje pelo tempo até algum momento onde aconteça algo novo.

K - Sim, tudo mudou, chegou muita gente, gente especial. Os últimos vão entrar e então nunca mais poderemos sair. Agora tudo está bem, foi tudo tão rápido. Agora a energia verde está perfeita, temos rios e tudo. Podemos plantar. Tudo vai dar certo. Chegaram outros, das outras tribos de lugares distantes de onde só se chega se for pela luz. São exilados que vieram com os que são das estrelas. Alguns vêm do Egito, eles são especiais e devem sobreviver e um pessoal de olho puxado, vários. E tem uns de pele mais escura, um com mais cabelo, uns mais branquinhos, tem todo tipo de gente. São pessoas muito selecionadas. Eles dizem que a gente nasce pronto, mas em outros lugares só um ou outro fica prontos, só por isso vem uns pouquinhos desses lugares pra cá (a lembrança aqui era de ter feito telepatia com essas pessoas e ver que são de outros lugares do mundo, exiladas em diferentes épocas, que todas se esconderam no subterrâneo, em florestas, montanhas, com outros irmãos de luz que moram na Terra e são visitados por irmãos das estrelas. Até que decidiram trazer todos para dentro da Terra em diferentes cidades e depois houve algumas cidades fechadas devido ao perigo de serem descobertas pelos humanos da superfície. Inclusive foi possível ver melhor onde era a cidade onde eu estava, porque eles tinham a visão do caminho percorrido pela nave. A cidade onde estava era perto do México, mas mais pra cima, nos EUA.). E existem muitos ruivos que são muito fortes, e um dia vamos contra atacar quando todas as nossas raças estiverem misturadas, combinando a força física deles e a nossa inteligência. Eles não terão mais como nos pegar. Os de cabelo preto são carecas ou usam perucas e falam das coisas maravilhosas que faziam quando viviam na superfície como nós. Mas eles também foram vítimas de uma guerra e se juntaram conosco aqui. Chegaram à conclusão que aqui é mais seguro, nas Américas. São uns poucos indivíduos selecionados de muitos outros lugares. Eles sabem tudo sobre o corpo, sobre medicina, inclusive a medicina para os irmãos das estrelas, que são muito frágeis. Este é o último lugar protegido para todos aqueles que aguardavam por esta proteção. Agora não haverá mais busca por um lugar para ficar, a busca acabou. Talvez no futuro a coisa melhore e poderemos reocupar as cidades subterrâneas com aberturas mais vulneráveis, por enquanto devemos restringir o número de filhos e controlar a população. O número atual de habitantes precisa se manter como está agora. E os assassinos vão ficar por aí, com o mundo todo, mas não é mesmo mais o nosso mundo. Eles que façam o que quiserem lá em cima. Já pegamos tudo o que importava e levamos aqui para baixo. Infelizmente os irmãos não conseguiram muita coisa, ou estavam mentindo, eu não sei bem. Agora os assassinos teem cidades inteiras, eles constroem coisas enormes, escuras e derrubam tudo que existe ao seu redor, é inacreditável. Eles constroem muito bem, em pedra, é tão diferente, e isso significa que eles estão fazendo as casas deles aqui. Eles vieram da terra dos brancos, perto da terra dos outros que estão aqui (o Egito, portanto são os colonizadores europeus). Eles são brancos, mas estes conhecem o caminho do mar. Eles chegaram aqui enquanto nós estávamos preocupados em falar com os irmãos das estrelas. Nós encontramos irmãos nossos doentes, mas os irmãos das estrelas disseram para que nós não os tocássemos, porque os assassinos traziam doenças que nós não conhecemos. Diarréia, sangue pela boca, feridas, vomito, coisas horríveis, e então a gente não chega nem perto deles. Nós nem podemos pisar na terra que eles pisam, senão a maldiçoa espirra em nós. Isso nos disseram os irmãos e nós não temos porque não acreditar neles.

No início pensamos que não fosse verdade, mas depois pedimos perdão por não ter acreditado, porque eles realmente tomaram tudo. No início eu tive raiva, mas não me arrependo, porque eles davam ordens sem dar explicações, porque eles (os irmãos das estrelas) se acham tão inteligentes que eles não poderiam errar. Foi com isso que eu não concordei, eu só queria mais respeito deles. Eles falavam somente com sacerdotes e com os mais velhos, mas não são os velhos que plantam, que saem lá fora e nem trabalham. Eles podem ficar o dia todo conversando com os irmãos, nós não. Mas agora eles entenderam que nós também temos idéias boas, apesar deles terem maquinas e “pauzinhos” que fazem coisas maravilhosas, nós sobrevivemos muito bem sem eles quando eles se vão. Nós nunca negamos ajuda aos irmãos que tem corpo físico, mas os de cima não sabem o que fazer perfeitamente, os de cima não tem mais corpo físico (extraterrestres), os de cá tem, e então, como fica? Então eles pedem ajuda aos homens do Egito, mas no resto os irmãos das estrelas do lado de cá dependem de nós. E nós fazemos isso como se eles fossem nossos bebês. Nós não merecemos mais respeito?

Os irmãos disseram que nos vamos nos ser como eles, mas eu não preciso disso, eu quero tê-los como professores. Mas muitos deles vão morrendo e quando morrem se tornam irmãos das estrelas (que não mais têm corpo físico) e o relacionamento já não é o mesmo. Eles teem um corpo leve e mole, como uma “gosma de lagarto”. E conforme envelhecem ficam lentos, fica difícil para eles fazer as coisas. Nada pode esbarrar neles, como insetos, porque eles ficam inchados, eles exigem muitos cuidados. Cada um deles precisa de pelo menos três pessoas cuidando deles, porque este será o último corpo deles, que é supersensível. Depois disso eles vão se transformar em luz. E talvez na próxima vida alguns de nossas venham a ser como eles, mas isso não importa agora. E foram eles que criaram nossos avós, e nossos pais e nós e nossos filhos depois de nós.

H - Avance mais no tempo...

K - Tudo está certo, estamos seguros aqui, existe um plano. Nós vamos retomar uma cidade que tínhamos abandonado, mas eu não vou junto, eu vou desencarnar logo. Estou velha.

H - Está doente?

K - Aqui ninguém fica doente, apenas decidimos quanto tempo de vida e quando chega a hora você vai.

H - Você está chegando ao final da sua missão aí?

K - É minha missão era essa, ter certeza que todo mundo vai conseguir junto liderar as outras pessoas. Eu conseguia conversar com as outras pessoas e era bom ter sempre alguém que acalma quando as pessoas entram em pânico, quando querem brigar, então eu fiquei até o momento em que as pessoas começaram a se entender melhor. Não precisava mais de uma pessoa mediando os assuntos. Então, agora eu sei que em pouco tempo deve está indo, eu estou só resolvendo umas últimas coisas aí, mas já graças a Deus acabou essa loucura e a mudança está completa (lembrança de que houve uma mudança, agora só se desencarnava conforme se acessássemos o plano da nossa vida e terminássemos de fazer o que precisava ser feito nessa vida. Não ia mais ter doenças a partir de um determinado momento, onde todos agora dominávamos telepatia, intuição, contato com os desencarnados, várias coisas de outros sentidos).

H - E vocês acreditam em Deus?

K - Existe um Deus maior, que controla todas as luzes, mas este não dá para nós vermos. Este fica em um lugar mais distante de onde ele controla os nossos irmãos que vêm para a Terra, mas este não abandona seu lugar, porque ele deve cuidar de todos seus filhos, porque na verdade somos todos filhos dele. Ele mora perto de Vênus (o planeta), e quando ele vem os irmãos ficam alvoroçados. Fazemos rituais, cantamos para ele, é maravilhoso! Quando ele está perto da Terra, é tão maravilhoso, nós sentimos sua presença, mesmo estando ainda longe. Mas ele não gosta de ser chamado de Deus.

Nota do autor:  O que Karin parece estar se referindo como Deus parece mais com um grande comandante supremo dos irmãos das estrelas, um extraterrestre de alto escalão. Isso explicaria o fato dele residir perto de Vênus, e descer para visitar os irmãos, e ainda por não desejar ser chamado de “Deus”.

H - E vocês serão à base da futura civilização da Terra?

K - Não, a base da civilização da Terra parece ser aqueles que estão na superfície, mas nós estamos seguros aqui. Não é outra dimensão, nós somos físicos. Por isso podemos ser escravizados e tudo o mais. Havia riquezas e sabedoria que precisavam ser protegidos pelo povo de cima, que destrói tudo. Os livros, os amuletos, os crânios de cristal. Aqui nós usamos a energia verde, que é a energia mais pura. O sol faz muita coisa, mas por aqui a energia verde faz o que o sol faz. É uma energia mentalizada, plasmada para nós. Ela é produzida a partir de todos nós, se um de nós não mentalizar junto, ela não acontece. Nossa vida depende disso que nos dá vida. Por isso mesmo as pessoas que estão aqui tem que ser muito bem selecionadas. Antes isso era controlado pelos irmãos das estrelas, mas agora somos nós que fazemos isso.

H - Parece que está chegando sua hora, como você vai desencarnar?

K - Eu acho que vou receber outro corpo, por aqui vai haver muita miscigenação até nós atingirmos um povo homogêneo. Nós vamos refinar o ser humano que existe aqui, e um dia, se for o caso, não mais precisar de corpo físico.

H - Agora vá para o momento do seu desencarne. Como foi?

K - Vejo várias pessoas levando meu corpo.

H - E você vai embora da Terra?

K - Não, eu me sinto muito bem aqui, este lugar, estas pessoas esta terra que me acolheu muito bem. É como viver em um sonho, eu não quero ir embora nunca. Eu não entendo com um povo expulsa outro, eles nos fizeram fugir com as coisas que os povos das estrelas nos deixaram. Uma mudança de planos, que ninguém esperava. Mas aqui ainda é seguro, temos nossa cidade do lado da cidade dos irmãos das estrelas eles mantêm um contato intenso. Aqui onde nós estamos, a quarta e a terceira dimensão são bem próximas.
Nós não precisamos de chás ou fumar algo para falar com os desencarnados, o contato é bem fácil, por isso eu vou ficar aqui mesmo (desencarnada) dando orientações para este povo até poder reencarnar. Vou trabalhar com os irmãos desencarnados que são das mesmas famílias em geral, para iniciarmos os jovens, ajudar nos partos, ajudar os outros a desencarnar e eu devo aprender. Agora é o começo de uma nova fase para mim. E depois vou renascer aqui mesmo, acho que não vou sair tão cedo. Mesmo presos aqui debaixo da terra, aqui nós somos livres. Mesmo sem a luz do sol, temos animais e peixes, e todos estão conectados entre si. É como o útero da sua mãe, e eu não quero sair daqui.

H - E agora, você renasce? Conte sobre seu renascimento.

K - Eu vejo uma moça com bebê. O pai não está aqui e todos parecem preocupados. Esta é uma nova cidade, e o portão não esta tão seguro. O disfarce é “espiritual”, e quando uma mulher tem filho ela fica frágil e é preciso muita concentração dos restantes para que a corrente espiritual se mantenha. Todas as cidades agora são interligadas, as quatro cidades, e se uma mulher tem filho ela baixa seu padrão vibracional, porque para as mulheres, no momento que o corpinho do bebê sai dela, ela sente demais esta separação, antes as duas almas estava juntas. E o pior é que muita gente não entende, os homens mesmo sentem isso no momento da concepção, e olhe só, o filho nem mesmo sai da barriga deles. Seria preciso aprender isso nas escolas, porque todas as crianças sentem também essa separação, ninguém nasce feliz, todos nascem com medo. Sabe, querendo voltar para dentro da mãe. Aqui não nascem crianças com defeito, porque tudo é feito dentro do padrão vibracional. Se uma mulher não estiver apta a ter filhos por motivos físicos, ela simplesmente não tem. Ela mentaliza que não vai engravidar quando pratica sexo e pronto.
Desta vez eu sou menino.

H - Viaje dez anos para frente.

K - Agora eu estou carregando um balde de água, minha mãe está trabalhando na porta e meu pai está reforçando umas casas. Nós estamos construindo um rio (interno) e eu não posso fazer muita coisa por ser criança. Sou filho único. Meu nome é Kwi. Minha mãe diz que tudo está bem, agora existem muitas crianças, antes quase não havia. Tem gente dando aula. Aulas de mentalização, sobre como mentalizar da maneira certa, praticando antes de poder mentalizar com adultos, primeiro entre os nossos amiguinhos (da mesma idade). Meu professor mandou que eu mentalizasse um gato. Mas eu me lembrei do que eu comi, e do meu amigo Choy, e meu professor disse para eu me concentrar no gato, até poder imaginá-lo por dentro e por fora. Então eu consegui. E como tempo nós desenvolvemos a capacidade de ver o que os outros estão pensando. Você tenta perceber o que eu estou pensando e eu tento perceber o que você está pensando, depois cada um puxa o pensamento para si. Mas isso demora, porque conexão é outra coisa. Telepatia é uma coisa, conexão é outra. Você não deve se conectar a todo mundo, conexão é algo muito perigoso, senão tudo vira uma bagunça.

Nota do autor:  Ao que parece, Karen, ou melhor, Kwi quis dizer que a telepatia é uma mera transmissão de mensagens, enquanto a conexão mental seria uma influência mútua da mente de um indivíduo para outro, uma transmissão de padrões mentais.

H - Entendi. E está tudo bem?

K - Sim, porque o plano é muito longo, para as cidades. Está tudo tranquilo. A retomada das cidades, a reparação dos túneis, tudo certo.

H - Ok, vá para dez anos mais à frente. Alguma mudança?

K - Hoje trabalhamos menos, porque estamos longe da cidade dos irmãos das estrelas que ainda vivem. Alguns estão bem, mas muitos irmãos das estrelas saem muito do corpo e quase não voltam. E outros já desencarnaram e se tornaram conselheiros como os outros. Nós reencarnamos, mas eles, os irmãos das estrelas, eles voltam para cima. Mas eles também ajudam no nosso plano espiritual.

H - Qual sua aparência?

K - Eu sou mais como meu pai, que é ruivo. Minha mãe é uma mistura de tantas raças, de tantos lugares, mas eu pareço mais com ele (o que confirma que estava havendo uma grande miscigenação nas cidades subterrâneas).
H - Você quer reencarnar na superfície?

K - Não, lá só tem maluco! Nós estamos aqui para nos salvar deles! A Terra é nossa, eles não são os verdadeiros humanos, os verdadeiros humanos somos nós!

H - Mas, quando a matança acabar, você não quer ajudar a humanidade de superfície?

K - Bem, se lá existir humanidade... Poderemos compartilhar as experiências de todos os povos que estão aqui misturados. Nós nem conseguimos imaginar com é a vida lá em cima, a vida daqueles que cospem na terra onde nasceram. Se eles forem mesmo humanos, vamos salvá-los como salvamos os povos que vieram para cá. Mas acho que não existe nenhum humano ali. Nós tivemos muito trabalho aqui para trazer um maluco desses para cá somente para desequilibrar nossa energia e tudo o que fizemos aqui.

H - em que época você está, passado ou futuro, próximo ou distante?

K - Faz muito pouco tempo na verdade, estamos ainda traumatizados. Foi a invasão das Américas. E os povos que viviam aqui eram descendentes dos povos mais preciosos que viveram na Terra, colocados aqui com muito amor. E sabe lá como, essas pessoas pouco evoluídas, comandadas por seus obsessores conseguiram chegar aqui e maltratar aqueles que cuidaram da sua evolução. Eles se lançaram às Américas, À África, destruíram tudo e fizeram a sociedade que existe hoje no seu tempo. Até 1500, havia muita coisa boa guardada, mas quando eles chegaram os espanhóis, os portugueses, os holandeses, os ingleses, todos esses povos (Incas, maias, etc.) tiveram de ser protegidos deles a qualquer custo. A matança ainda existe, mas de uma forma disfarçada. Existe tanta maldade, um fala mal do outro, um ataca o outro, coisa de tão baixa vibração que é impossível para nós (conviver com o humano de superfície). Temos pena deles, mas fazer o que? É mais fácil eles subirem (ao nosso nível) que nós descermos (ao nível deles). Eu sei que há povos que estão aí em cima que poderiam estar conosco aqui em baixo. Mas eles ficaram tanto tempo aí em cima que é melhor não arriscar... Aborígenes, e até algumas tribos das Américas desceram depois, em 1700 ou 1800. Se eles vibram de modo semelhante conosco, é só abrir uma passagem e pronto. E algumas poucas pessoas da África e até algumas poucas pessoas “normais” da sua sociedade, mas muito poucas. Algumas pessoas podem vir depois de desencarnadas. Elas podem viver em outro lugar onde ficam bem, depois de desencarnar, se elas querem mesmo vir, podem renascer aqui. Mas nós não temos um trabalho de adaptação. Quem vem para cá tem que estar pronto. Mas é um choque. Quando um desses vem, isso desnorteia a todos os demais que estão aqui em baixo. É como se um meteoro caísse na Terra novamente.

H - E o que você poderia dizer sobre o futuro do planeta?

K - Geralmente os planetas são mantidos, são os povos que tem que se arranjar. A Terra é um organismo, ela é o verdadeiro organismo, e os demais seres são apenas bichinhos andando sobre ela. Você pode até modificar um planeta. Os irmãos das estrelas falam sobre como é até possível fazer um planeta gasoso tornar-se um planeta sólido, mas não é possível matar a Terra.

H - Mas agora você está na superfície da terra. Porque você veio?

K - Olhe, como gora é um momento muito importante da Terra, onde os seres de todos os planos e todas as pessoas daqui, o humano e o não humano está para voltar, todos terão um papel a desempenhar. E algumas pessoas têm que estar na superfície para absorver o baque. É um baque energético muito forte e muita gente vai surtar. Muitas já estão em surto, mas algumas pessoas vieram para equilibrar esta energia. Seja mentalizar coisas boas, ou para servir de exemplo. Como eu disse, os verdadeiros humanos são os que estão debaixo da Terra, e os que estão na superfície precisam vibrar melhor. Temos que estender a mão, porque na hora do baque, não se sabe quem vai aguentar ou não. Por isso muitos subiram para equilibrar a energia do planeta.

H – Prepará-los...

K - Mais ou menos, por que tudo está saindo diferente do esperado. Na hora da correria, quando alguém por lá gritar: “-Quem está preparado?” Bem, quem está pronto sobe, não é? Como eu sempre fui assim maluco, eu fui um dos primeiros a subir... ”-Por favor, deixe-me subir, estou com tédio aqui embaixo” (risos). E muitas pessoas vão ter que aprender a vencer o medo, porque muitas energias tentam impedir a mudança de plano. Eu não sei quem quer atrapalhar, ninguém entende direito. Mas eu tenho um amor absoluto por este planeta. Claro que o corpo físico sofre muito mais que a consciência pura. Mas eu aqui em cima vou incomodar, eu vou gritar. Todos os que subiram (das cidades subterrâneas) se tornam protetores de animais, enfermeiros, etc., porque queremos tocar e mostrar o nosso amor. Nós grudamos, nós não conseguimos ficar quietos, é energia vibracional pura.

H - E os outros de baixa vibração, eles tentam impedir?

K - Parece que sim, eles estão correndo dos pingos da chuva ácida...eles acham o plano deles melhor, então eles vão atacar, porque a melhor defesa é o ataque.

H - Alguma linhagem específica de seres?

K - Não sei linhagens diferentes, está uma bagunça para todos os lados, eu vou focar apenas no trabalho que vim fazer. É doloroso, porque eu vim vibrar o bem, assim como alguns irmãos que vieram como eu vibrar o bem, mas alguns deles ficaram loucos. Eles estão adormecidos no astral da terceira dimensão. Digamos que o desencarnado comum vibra 4.2 e nós vibramos 4.6. E se ele enlouqueceu, e vibra apenas 4.2, ele deve ser tratado até poder vibrar 4.6 e só aí pode reencarnar. A vida aqui não dá, é de ficar louco mesmo. E os irmãos (das cidades subterrâneas) que resolvem subir vêm porque não lembram como é. Esta terceira dimensão aqui não é para qualquer um. E ainda tem greys que vêm atrapalhar e até conseguem.

Nota do autor: Este é o primeiro momento em que Karin menciona os greys, e os considera como inimigos e perturbadores de sua paz. Olhe eu perdi algumas pessoas que subiram comigo, vamos juntos que vai ser melhor, a gente precisa desses laços. De repente com alguém próximo que sente esse amor... e não se perde. Se você tiver alguém pra dar a mão, você não vai se sentir só, não vai se perder. Quem disse? Soltei a mão de todo mundo. Eu não sou maluco de me perder eu também. Mas eu me senti muito mal, soltei a mão de algumas pessoas e não aguentei. Eu realmente fui extremamente atacado pelos greys por causa disso, minha vida virou puro medo. Eu não queria perder ninguém, além de perder, vem alguém me aborrecer. Não tem como! Claro que você fala "- Ah, é verdade, realmente melhor desistir, está pesado demais, não quero mais". Aconteceram coisas muito difíceis nessa vida, demais! (lembrança de ter vindo uma luz perto de mim e ainda na vida anterior dizer que vou "subir", que eu entendia o que ia acontecer nessa vida agora. Mas não consegui ver tudo. Sei que no momento da luz, eu vi o que eu devia fazer nessa vida, mas não foi possível acessar. Em seguida vi algumas pessoas comigo e conversamos de que nos veríamos em vida na Terra agora, só que elas apareceram em outro momento, me dizendo que não iriam mais "agir". Iam simplesmente esperar o desencarne, sem tentar mais vibrar bem porque estava muito difícil de aguentar a família nova e a vida que estavam tendo aqui na Terra. Eu chorava sem falar nada e então eu vi um grey chegando perto de mim e eu fiquei surpresa porque nunca tinha visto um. Isso provavelmente foi no plano astral em alguma noite dormindo normalmente já nessa vida) - Nota da própria Karin. Aconteceram coisas muito difíceis nesta vida (atual). Mas não é possível voltar atrás. Eu sei que vou encontrar irmãos que estão indo bem, mas acontece que nós perdemos os referenciais. Por mais que busquemos o conselho dos irmãos das estrelas, ainda é muito difícil. E é mais doloroso ainda agora que a hora está chegando as coisas negativas chegam do mundo todo, e até as boas notícias parecem estranhas.

H - E você vai ajudar em nome do amor?

K - Mais ou menos, porque eu vim em nome do amor, mas por vezes dá vontade de, sei lá, porque aqui não existe o mínimo senso de justiça, está difícil amar estas pessoas. Não existe crise maior que acreditar no Amor Universal e de repente duvidar dele. Eu nunca tinha duvidado. É por isso que tantos enlouquecem. Claro que eles não se perdem para sempre, eles vão voltar ao caminho, lógico. Para os humanos de superfície que não ouvirem ninguém, vai dar muito errado. Para nós, acabada a missão vamos voltar para o local de onde viemos reencarnar tranquilamente. Lá nós nos entendemos, nós somos uma família. Aqui nem os pais cuidam dos filhos. Talvez ter subido tenha sido um grande erro. E eu não sei direito o porquê dos ataques dos greys. Porque eu sou só um humano em ascensão. E aqui neste mundo confuso existem até duas humanidades, e uma não sabe da outra (a de superfície e a subterrânea) e novamente eles (os irmãos das estrelas?) não querem  falar nada, porque nós não somos especiais como eles. Não temos a “Luz” que eles têm somos só bois de carga. Sinceramente, o amor está acabando. A mudança precisa acontecer antes de nós finalmente enlouquecermos, porque este é um mundo de muita dor. 

H - Mas se vocês abandonarem os humanos de cima...

K - Nós embaixo estamos bem. Se um dia nós subirmos novamente, nós vamos consertar tudo. Parece que só quem é ruim consegue lidar com o humano de superfície. Talvez para os seres de Luz seja fácil explicar, porque eles teem aquele jeito de falar, “-Tudo bem, tudo certo...” e então, eles embarcam na luz e vão embora. Mas e para os seres evoluídos que ficam para trás? Resta a você fazer o seu melhor, sem nem mesmo saber por quê. Eu não sei como eles esperam a evolução deste ser humano (de superfície). Depois que tudo acontecer eu poderei mudar de idéia, eu já mudei de idéia tantas vezes na vida e fora dela. Eu estou segurando uma barra muito pesada, mas vai dar certo. Eu vim preocupado, mas feliz, o pior é ficar apenas na Luz, sem descer para fazer este serviço sujo. Estes seres de Luz não conseguem mais vibrar na terceira dimensão. Eles só conseguem algo se nos enviarem, mas é difícil estar a serviço dos outros sempre. Às vezes eu me revolto, mas eu sei por que eles fazem isso. É porque eles não podem fazer isto eles mesmos, senão eles mesmos viriam sofrer um pouco. Antes eu sofria um pouco lá embaixo, mas não se compara ao que temos aqui na superfície. Não. Lá embaixo tudo é tranquilo, aqui é uma agonia. Os greys não descem lá embaixo sem elevar um pouco a vibração, e como podem existir tantos deles por aqui? Antes eu nem sabia o que era isso. Eles são literalmente demônios que aterrorizam as pessoas, isso é horrível. Eu vejo pessoas agindo por influencia de obsessores, de greys, de chips. Eu (Karin) moldei este corpo nesta vida, e as pessoas dizem: ”-Que beleza, como você é determinada, tão cheia de propósito” Mas eu me sinto uma turista, não falo esta língua, eu me visto diferentemente, tenho outros valores, e as pessoas percebem. Eu só espero que outros do subterrâneo tenham vindo e estejam sob controle. Porque não vai haver tempo de voltar...

 Observações de Karin:

H - Tem alguma coisa que você queira registrar nesse momento ou podemos ir em frente? Algum ponto importante a salientar?

K - Tudo que é feito aqui talvez dê errado e vai levar culpa pro resto da vida se der errado. É muito importante que tudo aqui dê certo. Pra todas as pessoas que moram aqui. (Isso foi uma lembrança de um dos irmãos de luz dizendo que nós humanos teríamos culpa se algo desse errado nas vigílias e nas construções)

H - E como eles vêem do céu? Vocês viram isso?

K - Eles contaram pra gente que eles são de lá, mas pra gente eles moram debaixo da terra. É esquisito até, eles mora embaixo, mas dizem que vem das estrelas. A gente acredita, já vimos como eles vão e voltam, mas eles moram aqui, eles são daqui, não vão embora. (existiam dois tipos de seres: os que vão e voltam nas luzes eram de estrelas distantes, feitos de luz por inteiro. Os outros morando embaixo da terra tinham aparência de luz também, mas mais físicos, com corpo muito delicado, leve, pareciam seres humanos normais feitos de luz e "geléia". Ambos altos, acima de 1,80 de altura no mínimo. Só que não podiam ser olhados diretamente porque a luz era muito forte, os da terra não tanto, mas ainda era recomendado não olhar muito tempo para não ficar cego, chegar perto também não podia).

H - Mas de vez em quando eles retornam de onde eles vieram?

K - Alguns vêem visitar, a maioria mora aqui embaixo e eles nos acolheram agora. E nos estamos construindo mais galerias pra eles e pra nós, agora que nos temos que ir embora todo mundo e se defender, então estamos fazendo uma coisa juntos pela primeira vez, mas antes a gente morava em cima e eles em baixo e a gente só se via quando tinha que se ver. E a gente não tinha que ficar todo mundo entulhado junto nessa loucura que está agora. (a lembrança seria de que eles passaram a mensagem de que assassinos iriam matar todos os povos que encontrassem então deveríamos ir morar perto deles, dentro da terra. Isso foi muito antes deles chegarem. Depois uma lembrança mais forte mostrava uma luz muito forte dizendo "Eles chegaram" dando um tom de apressarmos tudo logo e muito medo por parte deles, de nós não irmos rápido o bastante).

H - E você imagina que essa orientação que você recebe deles é porque você é um deles?

K - Não, não sou. Mas eles dizem que todos somos filhos deles, então na verdade todo mundo é filho deles. Mas não eu sou como qualquer outra das pessoas aqui, mas na verdade a gente se parece mais com...os nossos irmãos do que os outros que moram a mais tempo lá em cima, a gente é um pouco mais clarinho... Mas também a gente está há tanto tempo aqui embaixo sem sol que acho que a gente está perdendo a cor. (o tipo físico era parecido com o típico índio asteca ou inca, com a diferença de um nariz pequeno em vez adunco, a mesma baixa estatura, cor claro-pardo e magro em vez de forte).

H - Quê mais vocês aprenderam? Entre os feridos... Vocês cuidavam como? Da dor, doença...?

K - Ninguém fica doente, ninguém tem grandes problemas, porque aqui o mundo é outro agora, aqui em vez de briga, você simplesmente cai morto. Um buraco de sangue e está morto. Só isso, não tem mais briga, não tem mais luta. É simplesmente...os assassinos tem aquelas armas deles, acabou, faz um buraco, a pessoa sangra e morre. Simples assim, não tem como tratar, a gente não pode chegar perto deles porque tem coisas piores... (lembrança de um tiro no peito de uma pessoa, no momento não conseguia entender que era um tiro de arma de fogo, só via o buraco abrir junto com o barulho da arma)

H - Tem mais alguma coisa que você queira me apontar nesse período?

K - Todo mundo tem medo da gente ficar preso aqui pra sempre, é a única coisa que eu posso dizer que vai marcar demais. O fato de a gente ter que praticamente se suicidar aqui. Que isso aqui tem que dar certo, entende? (houve uma lembrança aqui de uma discussão entre humanos e irmãos que vem das estrelas, mas o conteúdo não pareceu claro. Era algo sobre o medo de a tecnologia deles não ser o bastante pra manter tudo sem desabar. Mas tinha algo sobre ir ou não pra superfície ou pra outro planeta, ficou muito confuso. Parece ser um questionamento de porque eles voltaram para fazer o subterrâneo em vez de nos levar pras estrelas. Os irmãos da terra estavam quietos, presentes, mas sem interferir e eu quis fazê-los falar, mas fiquei assustada pelo fato deles não interferirem na discussão. E eles perceberam e continuaram sem falar)

H - Quem são essas pessoas? Vieram de onde?

K - Disseram que vêm de outras tribos nossas, mas de lugares muito distantes, que só dá pra trazer se for de luz.

H - Ah, vieram através de orbe então?

K - Vieram com eles, com os das estrelas, porque elas também foram exiladas por algum motivo. Mas elas também são especiais e têm que sobreviver aqui. Parece que alguns deles são do Egito e outros de um lugar esquisito...  zen... zan... um pessoal de olho puxado, vários. E tem uns de pele mais escura, um com mais cabelo, uns mais branquinhos, tem todo tipo de gente. São pessoas muito selecionadas. Eles dizem  que a gente nasce pronto, mas em outros lugares só um ou outro fica prontos, só por isso vem uns pouquinhos desses lugares pra cá. (a lembrança aqui era de ter feito telepatia com essas pessoas e ver que são de outros lugares do mundo, exiladas em diferentes épocas, que todas se esconderam no subterrâneo, em florestas, montanhas, com outros irmãos de luz que moram na Terra e são visitados por irmãos das estrelas. Até que decidiram trazer todos para dentro da Terra em diferentes cidades e depois houve algumas cidades fechadas devido ao perigo de seres descobertas pelos humanos da superfície. Inclusive foi possível ver melhor onde era a cidade onde eu estava, porque eles tinham a visão do caminho percorrido pela nave. A cidade onde estava era perto do México, mas mais pra cima, nos EUA.)

H - Você está chegando no final da sua missão aí?

K - É minha missão era essa, ter certeza que todo mundo vai conseguir junto liderar as outras pessoas. Eu conseguia conversar com as outras pessoas e era bom ter sempre alguém que acalma quando as pessoas entram em pânico, quando querem brigar, então eu fiquei até o momento em que as pessoas começaram a se entender melhor. Não precisava mais de uma pessoa mediando os assuntos. Então agora, eu sei que em pouco tempo deve está indo, eu to só resolvendo umas últimas coisas aí, mas já graças a Deus acabou essa loucura e a mudança ta completa. (lembrança de que houve uma mudança, agora só se desencarnava conforme se acessássemos o plano da nossa vida e terminássemos de fazer o que precisava ser feito nessa vida. Não ia mais ter doenças a partir de um determinado momento, onde todos agora dominávamos telepatia, intuição, contato com os desencarnados, várias coisas de outros sentidos).

H - Porque é mesmo os que estão aqui com você acabam temendo eles?

K - Olha eu perdi algumas pessoas que subiram comigo, vamos juntos que vai ser melhor, a gente precisa desses laços. De repente com alguém próximo que sente esse amor... e não se perde. Se você tiver alguém pra dar a mão, você não vai se sentir só, não vai se perder. Quem disse? Soltei a mão de todo mundo. Eu não sou maluco de me perder eu também. Mas eu me senti muito mal, soltei a mão de algumas pessoas e não aguentei. Eu realmente fui extremamente atacado pelos greys por causa disso, minha vida virou puro medo. Eu não queria perder ninguém, além de perder, vem alguém me encher o saco. Não tem como! Claro que você fala "ah é verdade, realmente melhor desistir, está pesado demais, não quero mais". 

Aconteceram coisas muito difíceis nessa vida, demais! (lembrança de ter vindo uma luz perto de mim e ainda na vida anterior dizer que vou "subir", que eu entendia o que ia acontecer nessa vida agora. Mas não consegui ver tudo. Sei que no momento da luz, eu vi o que eu devia fazer nessa vida, mas não foi possível acessar. Em seguida vi algumas pessoas comigo e conversamos de que nos veríamos em vida na Terra agora, só que elas apareceram em outro momento, me dizendo que não iam mais "agir". Iam simplesmente esperar o desencarne, sem tentar mais vibrar bem porque estava muito difícil de aguentar a família nova e a vida que estavam tendo aqui na Terra. Eu chorava sem falar nada e então eu vi um grey chegando perto de mim e eu fiquei surpresa porque nunca tinha visto um. Isso provavelmente foi no plano astral em alguma noite dormindo normalmente já nessa vida). 

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