quinta-feira, 11 de julho de 2013

A Revista TIME de abril de 1986 publicou um artigo sobre homens sem perspectiva de futuro:

1. Beethoven – “Esse jovem tem uma maneira estranha de manusear o violino. Prefere tocar suas próprias canções ao invés de aprimorar suas técnicas”. Seu professor o qualificou como sem esperança como compositor. 2. Walt Disney – “Foi despedido pelo editor de um jornal por falta de ideias”. Walt Disney foi à falência várias vezes. 3. Thomas Alva Edison – Seu professor disse que ele era muito estúpido para aprender qualquer coisa. Thomas registrou a patente de mais de 1.000 invenções. 4. Albert Einstein – “Sua tese de doutorado em Bonn foi considerada irrelevante e sofisticada. Alguns anos depois seria expulso da Escola Politécnica de Zurich”. 5. Henry Ford – “O primeiro a fabricar carros em série. Foi à falência cinco vezes antes de ser bem sucedido nos seus negócios”.

O que esse homens fizeram de diferente? Tomando eles como exemplo, podemos afirmar que foram pessoas que persistiram em seus ideais, lutando pelos seus sonhos, apesar das opiniões alheias não desistiram. Porém, buscaram e realizaram seus objetivos. Arrisco a dizer: fizeram um bem a si mesmo.

Seja diferente, faça diferença - Mural do Coach
O que você e eu temos feito de diferente? Não sei, mas acredito que precisamos começar pelas pequenas coisas. Portanto, repense sua atuação no mundo, comece mudando suas atitudes, transformando seu cotidiano. Ande do outro lado da rua; durma ao contrário; sente em outro lugar da mesa; tome um sorvete; sorria; diga um bom dia; tome chuva!
Viva cada minuto como se ele fosse o único; abrace uma pessoa e sinta o prazer de ser abraçado; ame e seja amado.
Tenha coragem de mudar agora! Suba um degrau de cada vez, usufrua das coisas mais simples da vida e alcance as mais complexas. Com esforço dedicado de sua parte, você poderá alcançar o êxito da vitória e ter a certeza que nasceu não por acaso.
O que você pode fazer de diferente hoje, que ainda não fez?

“Quando se crê em Deus, não há cotidiano sem milagres”.

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