segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Enigmas


Realmente, o planeta Terra merece ser estudado profundamente. Os seus habitantes querem viajar a outros mundos quando ainda não conhecem o mundo em que vivem.
Por todo o planeta, se encontra inúmeros fatos, eventos, fenômenos, completamente ignorados pela ciência oficial. Não será demais recordar alguns acontecimentos que se verificam nos mares. Comecemos trazendo à lembrança certos fenômenos que ocorrem a algumas criaturas dos oceanos. Em agosto de 1917, foi vista em Cape Ann (Massachussets, Estados Unidos) uma serpente marinha que media 27 metros de comprimento. A Sociedade de Naturalistas de Boston a esteve observando detidamente. Lamentavelmente, nunca mais se voltou a vê-la por aquelas regiões, é óbvio.
O oceanógrafo dinamarquês Anton Brunn viu em um barco de arrastão a captura de um filhote de rã em estado de larva que media uns dois metros de tamanho. Se o tivessem deixado se desenvolver, de acordo com os estudos naturalistas, teria alcançado uns 22 metros. São geralmente criaturas desconhecidas, mas, como vivem? Como atuam? De onde se desenvolver? Por que existem?
Pensemos agora no famoso peixe azul que se considerava desaparecido. Se lhe chamou sempre de forma poética com um nome que nos lembra o canto, a poesia. Refiro-me a coleocanto; animal algo estranho que tem extremidades parecidas com as dos seres humanos. Vive especialmente no fundo do oceano Índico e existiu na Lemúria. Isso indica que ainda pelos dias atuais aquele peixe segue habitando a Lemúria. Vive nas profundezas oceânicas e rara vez sobe para a superfície. Inquestionavelmente, as profundezas do Oceano Índico são extraordinárias. Deixa-nos muito para pensar a existência de um animal antediluviano em pleno século XX. Por que nestes tempos? A que se deve?
Certa vez, encontrou-se os restos fossilizados de um coleocanto e calculou-se-lhe 18 milhões de anos de existência. O coleocanto era muito conhecido há 60 milhões de anos. É assombrosa a aparência do coleocanto. Chama a atenção que tenha as extremidades residuais desenvolvidas, isto é, membros parecidos com braços, mãos ou pés do ser humano. Ainda existe e está bem vivo. Criatura antediluviana nas décadas finais desse século? Que poderiam dizer os antropólogos materialistas sobre um animal assim? Qual seria seu conceito? Tudo isso nos convida para uma grande reflexão. Que diremos nós em verdade sobre o mosassauro ou sobre o ictiossauro dos tempos arcaicos, os quais ainda seguem vivendo nas profundezas terríveis do Pacífico? Que sabem sobre isso os homens da ciência profana? Absolutamente nada! Assim que, convém que sigamos explorando essas questões a fim de formarmos um conceito claro.
O caso das enguias resulta por certo muito especial. Algumas enguias procedentes da Europa e da América vão se encontrar no mar do Sargaços com o propósito de se reproduzirem. Porém, o interessante é que nunca voltam ao ponto de partida. Quem na verdade retorna são os filhos. Por que isso acontece? Por que os pais não voltam e sim os filhos? Como os antropólogos da falsa ciência poderiam explicar esses fenômenos? O que sabem sobre este particular? Estou seguro que eles ignoram completamente esses assuntos.
Estudemos o caso do atum, o qual em verdade merece muita reflexão. Os atuns saem do Brasil e se dirigem para a Escócia, depois aproximam-se da Europa e passam perto do Mediterrâneo, porém é raro o atum que viaja pelo Mediterrâneo. Que poderiam dizer sobre isso os homens da ciência? Por que as correntes migratórias do atum não entram no Mediterrâneo? Quem as dirige? Por que o fazem? Em que época os senhores da antropologia definiram esses eventos? Se eles pretendem ter a sabedoria do universo, por que não falam sobre isso em particular? Essa gente materialista não somente ignora, como ainda ignora que ignora. Isso é gravíssimo.
Há enormes calamares, monstros gigantescos dotados de grandes tentáculos, sobre os quais a ciência retardatária nunca falou nada. Pode-se calcular o tamanho desses calamares através dos esqueletos achados ocasionalmente. Marcas de tentáculos enormes foram encontrados no lombo das baleias. Sem qualquer dúvida, os tentáculos dos calamares succionam o pigmento da pele e deixam a marca que sugere titânicas lutas nas profundezas oceânicas.
Há peixes-lagartos ou ichthysaurus de origem desconhecida sobre os quais a pseudo-antropologia nunca fez comentários.
Continuando, falaremos também de outros fenômenos que são desconhecidos pelos ditos senhores. Sabemos que há rios no mar a centenas de metros de profundidade e que se deslocam em direções opostas. Por que o fazem? Por que um rio vizinho do outro tem seu curso em direção oposta e no mesmo oceano? Esses rios giram: os do norte da esquerda para a direita, como os ponteiro de um relógio visto de frente, e os do sul ao inverso. Porém, por que a corrente de Bengala não gira? Que se passa? Qual a explicação dada pela pseudosapiência? Por que ficam calados? Que podem nos dizer a respeito?
Frente à costa do Peru, a 1.500 metros de profundidade, pôde-se observar colunas talhadas entre edifícios. Foram obtidas magníficas fotografias. Fica assim demonstrada a existência da Lemúria, porém os tontos cientistas continuarão negando, negando e negando.
Há civilizações desaparecidas como a da ilha da Páscoa, onde ainda hoje existem monumentais estátuas, enormes cabeças humanas talhadas por mãos de titãs. A ciência materialista nunca disse nada, somente cala, cala, cala… Que diremos da Antártida? Não há dúvida que antes da revolução dos eixos da Terra existiram poderosas civilizações nos pólos sul e norte. Sem dúvida alguma, nos gelos da Antártida, estão os restos dessas antiguíssimas culturas. Chegará o dia em que a pá dos arqueólogos poderá desenterrá-los. Enquanto isso, a ciência não dá explicações.
Há ondas gigantescas em mares tranqüilos e serenos, ondas isoladas que não tem razão de ser. Refiro-me precisamente às ondas seiche. Qual a sua origem? Algum terremoto submarino? Como os senhores cientistas materialistas poderiam explicá-las? Que dizem os inimigos do eterno a respeito? Que hajam ondas em mares furiosos se aceita, mas que em um mar tranqüilo surja uma onda isolada, solitária, gigantesca e monstruosa, sem se saber o motivo, por que? Isso nunca teve explicação científica! No entanto, esses fatos ocorrem no oceano e os cientistas materialistas não podem explicar.
Na cordilheira submarina central do Atlântico, onde antes estivera o grande continente atlante, ocorrem ao redor de cem mil terremotos anuais….Recordem que terríveis terremotos e grandes maremotos acabaram com o continente atlante. Porém, ainda nos dias atuais, a submersa Atlântida segue tremendo.
Convém que reflitamos sobre todos estes temas, pois no fundo criam muita inquietação. A Terra é desconhecida pelos antropólogos materialistas. Na realidade, este mundo continua sendo um verdadeiro enigma para eles.
Há uma certa espécie de lagosta que se reúne em quantidades suficientes para constituírem uma migração. Elas descem pela plataforma continental seguindo para a planície abissal com rumo desconhecido. Que dizem sobre isso os supostos sábios? Quem explicações dão? Para onde se dirigem? Qual é a meta exatamente? Por que realizam semelhantes migrações? Enigmas que os ignorantes ilustrados não entendem!
A Terra não foi sempre como é agora. Sua fisionomia geológica mudou várias vezes. Se nós examinarmos os quatro mapas de Elliot Scott veremos que a Terra há um milhão de anos era completamente diferente. Esses quatro mapas geográficos merecem ser tidos em consideração. Eles se assemelham a quatro mapas que existem em algumas criptas subterrâneas da Ásia Central. Os sabichões da ciência materialista desconhecem tais mapas, pois são guardados secretamente com o propósito de conservá-los intactos, já que os senhores da antropologia estão sempre dispostos a alterar tudo com a finalidade de justificar suas tão cacarejadas teorias.
 
O primeiro mapa de Elliot Scott chama muito a atenção, resulta interessantíssimo. Nele se vê como era o mundo há uns oitocentos mil anos A.C. Naquela época, a região dos braquicéfalos da preclara antropologia ultramoderna não existia. Desde o estreito de Bering, passando pela Sibéria e Europa, até a França e Alemanha, a única coisa que havia era água. Nem a Sibéria nem a Europa tinham ainda aparecido do fundo do oceano. Da África, não havia senão a parte oriental porque o oeste e o sul permaneciam submersos nas embravecidas ondas do oceano. O pequeno continente que então existia na África oriental era conhecido com o nome de Grabonzi. A América do Sul estava no fundo das águas do oceano. Estados Unidos, Canadá e Alasca estavam submersos e, no entanto, o México existia.
Parece incrível que há oitocentos mil anos A. C. o México já existisse. Quando a Europa ainda não tinha aparecido, o México já existia. Quando a América do Sul ainda não tinha saído do fundo dos mares, o México já existia. Isso nos convida a compreender que nas entranhas da sagrada terra mexicana , tão antiga quanto o mundo, há tesouros arqueológicos e esotéricos que ainda não foram descobertos.
A Lemúria foi naquele tempo um gigantesco continente que se estendia pelo Pacífico e o cobria todo. Sua área que abrangia a Austrália, a Oceania e o Índico projetava-se por todo o Pacífico até estes lugares onde mais tarde brotaria a América do Sul. Quão monumental era a Lemúria! Que enorme!
A fisionomia do globo terrestre era completamente diferente há uns oitocentos mil anos A. C. A capital da Atlântida era Toyan, a cidade das sete portas de ouro maciço.
Dirão os antropólogos materialistas, que não vêem além de seus narizes: em que nos baseamos para poder falar sobre a grande capital? Quero dizer aos senhores que tanto trabalharam para tirar os valores eternos da humanidade e para precipita-la no caminho da involução que temos dados exatos. Podemos falar sobre a Atlântida com segurança. Há mapas que são conservados secretamente em criptas subterrâneas e que indicam onde estava Toyan, a capital atlante. Assim, pois, se falamos, o fazemos com conhecimento de causa. Se situamos a Lemúria e a Atlântida é porque foram continentes reais.
Toyan estava situada em um ângulo, no sudeste daquele grande país, frente á costa sudeste de uma franja de terra que se estendia claramente até o Loire, no Mediterrâneo, e leste da África e que por fim chegava até o sul da Ásia, a qual já existia. A Atlântida em si se projetava desde o Brasil até os Açores e desde a Nova Escócia diretamente por todo o oceano Atlântico.
A Atlântida cobria em sua totalidade ao oceano que leva seu nome. Era um grande país. Imaginem por um momento a Atlântida projetando-se até os Açores e Nova Escócia e descendo até onde hoje é o Brasil. Que enorme continente era! Estendia-se de norte a sul! Era grandioso! Afundou devido a grandes terremotos. Várias catástrofes foram necessárias para que a Atlântida desaparecesse definitivamente.
O cenário do mundo tem mudado. A fisionomia do globo terrestre não foi sempre a mesma e nele se desenvolveram as diferentes raças humanas. Precisamos estudar cuidadosamente a fisionomia do mundo dos antigos tempos e as diferentes alterações geológicas pelas quais passou. Apenas assim conseguiremos formar um conceito preciso sobre a origem do homem, de suas diversas culturas e de seus diversos processos evolutivos e involutivos. Mas, se ficarmos engarrafados nos preconceitos contemporâneos, não conseguiremos conhecer nada sobre a geologia, e muito menos sobre o desenvolvimento da raça humana.
É necessário inquirir, investigar e analisar…Há muitos enigmas sobre a superfície da Terra e muitos deles a ciência oficial nem os conhece. Como é possível que o ictiossauro ou monossauro, que pertenceu às épocas do plioceno, siga existindo em pleno século 20 nas profundezas do Pacífico?São enigmas que os insignes materialistas até agora nem puderam compreender, quanto mais decifrar.
Temos de conhecer os diferentes cenários do mundo. Temos de lançar luz às trevas. Uma vez que tenhamos posto os fundamentos científicos da antropologia gnóstica, revisaremos as antigas culturas. É indispensável saber como surgiram os pelasgos na Europa. É preciso conhecer as culturas arcaicas. É urgente saber algo sobre a civilização dos hiperbóreos etc. Porém, antes de tudo, há que se revisar as diferentes mudanças geológicas pelas quais passou a Terra.
Compreendemos que cada raça teve um cenário. Precisamos conhecer o ambiente, o clima, as condições que teve para viver, etc. Isto é indispensável!… Quando se diz que as culturas da América vieram do continente asiático através do estreito de Behring, está se afirmando uma espantosa falsidade porque os mapas antigos demonstram que o estreito de Behring, a Sibéria, o Canadá e os Estados Unidos não existiam.
Há 800 mil anos o México tinha uma população solene, maravilhosa, separada do Estreito de Behring pelos grandes oceanos. Assim é que a ciência materialista está falando do que não viu, do que não lhe consta. Enquanto que nós falamos tomando como base mapas como os de Elliot Scott e outros similares que se encontram nas criptas subterrâneas das cordilheiras do Himalaia na Ásia Central.
Os que afirmam que a raça humana chegou à América pelo estreito de Behring estão demonstrando uma grande ignorância, um desconhecimento total das antigas cartas geográficas. Com esse tipo de afirmações, os antropólogos materialistas estão enganando a opinião pública e abusando da inteligência dos leitores.
Nós, repito, somos amantes da investigação científica e da análise exata. Não nos permitimos ao luxo de aceitar teorias materialistas. Não somos tão tontos a ponto de deixar que nos enganem como suposições fundamentadas em falsos utopismos. Temos cartas geográficas e estamos seguros que os leitores desta obra compreenderão bem a nossa posição e compreenderão ainda melhor depois que as entregarmos ao mundo.

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