quinta-feira, 28 de novembro de 2013

VOLTAIRE




O arrependimento de um pilantra que tem muita culpa no surgimento bandidos letrados e de porcos vermelhos, como Marilena Chauí, a doida da USP:

"Eu, o que escreve, declaro que, na idade de oitenta e quatro anos e tendo sofrido com vômitos de sangue faz quatro dias, não pude ir à igreja; assim, o pároco de São Sulpício quis de bom grado me enviar o sacerdote M. Gautier. Eu com ele me confessei, e se Deus assim quiser, morro na santa religião católica em que nasci, esperando que, com a misericórdia divina, sejam perdoados todos os meus pecados; e se tenho escandalizado a Igreja, peço perdão a Deus e a ela."

Assinado: Voltaire, 2 de março de 1778 na casa do marquês de Villete, na presença do padre Mignot, do meu sobrinho e do meu amigo, senhor marquês de Villevielle".




O PAI DA PORCARIA


Como o povo brasileiro resolveu abandonar a realidade e se agarrar cegamente aos devaneios e ilusões ofertados pelas canalhices da intelectualidade Moderna?


Exemplificando: como os brasileiros (políticos, advogados, juízes, médicos, professores, etc.) chegaram ao absurdo de não acreditar que ladrões, assassinos, estupradores e pedófilos são realmente o que são?
Resposta: foram aqueles intelectuais que são estudados dia e noite nas universidades brasileiras, às custas dos contribuintes, e às custas dos cortes de verbas de setores como educação fundamental, segurança e saúde. 

Revolução foi essa, a que as mentes de uma nação inteira sucumbiu? 

Resposta: "E esta revolução não começa com Voltaire ou Rousseau, mas com um homem que ninguém diria desonesto ou perverso. Começa com Immanuel Kant. Foi ele o primeiro que, negando a nossa capacidade de conhecer a realidade como tal, atribuiu ao mesmo tempo à inteligência humana o poder de inventar um mundo válido. 
Com isto ele substituiu involuntariamente, à legítima pretensão de conhecer, uma ambição ilimitada de poder. 

Diante da porcaria intelectual moderna, está na hora de alguém bater à porta do ilibado Immanuel Kant e dizer aquelas palavras fatídicas: 
- Toma que o filho é teu". 
(O.de C.)




LULA, O ABRAÃO LINCOLN BRASILEIRO

Lula, amante dos pobres? Ah, conta outra! Lula, o Abraão Lincoln brasileiro?
Ah, tá. Só na cabeça de um jumento! Vejamos uma simples diferença entre Lincoln e o cachorro de Cuba:

"O paralelo entre a educação de Lula e a de Abraham Lincoln é falso até o limite da alucinação. Ambos esses políticos vieram, é certo, de família pobre, e mal tiveram educação formal. A diferença é que Lincoln, estudando sozinho, tornou-se um grande conhecedor de história e de literatura, e dominou seu idioma natal ao ponto de escrever, já aos vinte e poucos anos, como um autêntico clássico da língua inglesa.


Já o sr. Lula da Silva só o que consegue é pronunciar com língua presa uns discursinhos miseráveis que, se lhe granjeiam alguns votos, é apenas graças ao efeito tranquilizante que a exibição de mediocridade pode ter sobre plateias de invejosos doentios que fogem do admirável como da peste. Para estes, a melhor qualidade que um candidato pode apresentar é a de não ser melhor que eles. O sucesso de Lula é, de fato, a plena legitimação da incultura orgulhosa. Este senhor não se deu o trabalho de aprimorar sua formação nem mesmo depois de salvo da miséria pela ascensão política. Gasta seu dinheiro com a satisfação de vaidades tolas, mas não com auto-educação. Usa ternos elegantes e fuma charutos caros, mas não contrata um fonoaudiólogo para corrigir aquele medonho ceceio na sua pronúncia, que ele prefere continuar ostentando como uma grife. " (O.de C.)

Nenhum comentário:

Postar um comentário