terça-feira, 15 de abril de 2014

Evolução humana chegou ao ápice, diz geneticista Steve Jones da Universide de Londres em conferência sobre o “O Fim da Evolução Humana”



Humanos reduziram taxas de mutação devido às mudanças de padrões reprodutivos. O geneticista Steve Jones, professor da Universidade de Londres, em uma conferência chamada “O Fim da Evolução Humana”, argumentou que, devido aos avanços da tecnologia e da medicina, já não são apenas os mais fortes que passarão seus genes para a geração seguinte. E que a humanidade chegou ao fim de sua evolução.
Ele sugeriu que o tipo de homens que encontramos no mundo hoje é o único que haverá – porque os seres humanos não ficarão mais fortes ou inteligentes ou saudáveis.
“Acho que todos estamos de acordo com o fato de a evolução ter funcionado de forma adequada para o ser humano no passado”, afirmou.

Evolução e passado
“Um dos exemplos está nas razões que permitiram que o homem negro vivesse na África e o branco pudesse viver na Europa.”
“O homem branco perdeu o pigmento de melanina da pele, absorvendo mais radiação solar e produzindo mais vitamina D, permitindo que seus filhos crescessem mais saudáveis.”
“Este é apenas um exemplo, há vários outros. Ao compreender como foi a evolução no passado, podemos deduzir como será no futuro”, afirmou.
Segundo o cientista, para que exista evolução são necessários três fatores: seleção natural, mutação e mudanças aleatórias.
O cientista acredita que os humanos reduziram de forma inesperada nossas taxas de mutação devido às mudanças de nossos padrões reprodutivos.
Estes padrões reprodutivos incluem mudanças sociais como os padrões de casais e os mecanismos anticoncepcionais. As substâncias químicas e a poluição também alteraram a genética humana.
Mas, o fator mais importante que alterou as mutações é a redução do número de homens mais velhos que têm filhos.
Mutações
Diferente das mulheres que, com o avanço da idade produzem menos óvulos, os homens nunca deixam de produzir espermatozóides.
Quando o homem chega aos 29 anos, em média a idade de procriação masculina ocidental, ele já copiou e repassou 300 vezes o espermatozóide original que o criou (e que foi passado por seu pai). Em um homem de 50 anos, isto já ocorreu mil vezes.
Cada vez que o espermatozóide é copiado e repassado, ocorrem divisões celulares, cada uma com possibilidades de mutação, e talvez de erros.
Desta forma, com menos pais em idade avançada existem menos possibilidades de passar para a geração seguinte mutações ou defeitos aleatórios.
Sem seleção
“Outro fator (a ser levado em conta) é a diminuição da seleção natural”, afirmou Jones.
“Na antiguidade a metade das crianças que nasciam na Inglaterra morria antes de chegar aos 21 anos e estas mortes eram a base da seleção natural.”
“Hoje, em grande parte do mundo desenvolvido, 98% destas crianças sobrevivem, chegam aos 21 anos, quase não existem diferenças entre os que morrem e entre os que sobrevivem antes de se reproduzirem”, acrescentou o cientista.
Segundo o cientista também foi reduzida a quantidade de mudanças aleatórias na raça humana.
“Atualmente os humanos são 10 mil vezes mais comuns do que deveríamos ser, tendo como base as regras do reino animal. E isto se deve à agricultura.”
“No mundo todo, todas as populações estão cada vez mais ligadas e as possibilidades de mudanças aleatórias estão diminuindo”, afirmou Jones.
De acordo com o geneticista, “estamos nos misturando em uma espécie de massa global e o futuro não será branco e negro, será cor de café”.
“Acredito que vão ocorrer mudanças, mas nossas mudanças não serão físicas, serão mentais”, afirmou Jones.
Comentários meus:
Concordo com muitas das afirmações do Dr. Steve Jones, mas não penso mesmo que as mutações chegaram ao ápice; não mesmo. Acreditar nisto seria acreditar que já atingimos algum tipo de perfeição, mas não é o que vemos diariamente, onde podemos citar como exemplo simples a longevidade que podemos alcançar nos dias atuais, todavia, percebe-se que as mulheres deixam de ovular muito jovens diante disto, e que os humanos tem problemas ainda a serem melhor desenvolvidos, como os dentes que tendem a durar menos que a longevidade, os cabelos que caem antes da hora, e assim como ainda somos muito frágeis a inúmeras doenças degenerativas que impedem o uso pleno das capacidades mentais na terceira idade que deveria ser a melhor de todas.

Entretanto, também é impossível acreditar em aleatoriedade genética, justo porque o universo não trabalha com eventos aleatórios, acasos, sorte ou azar. Tudo tem uma razão de acontecer. Mas acertou ao falar sobre os novos seres com tons café. Ele vislumbrou a futura raça dourada.

Também ele está certo ao indicar que as mutações diferenciadas estão se findando. É claro que a tendência após períodos longos de várias gerações tenderá a criar seres humanos cada vez mais homogêneos e cada vez mais ocorrerá a apuração genética. Hoje os humanos são ainda muito diferentes entre si ainda, em função ainda da falta de maior miscigenação racial e física entre si. Aliás, por este princípio de homogeneidade é que o programa de evolução segue.

Logo, num futuro ainda distante, não caberá termos aqui gordos, magros, baixos, altos, diferentes cores raciais, físicos diferenciados, etc. tudo caminha para sermos todos muito parecidos entre si, físicos, cabelos, pele, olhos, formatos, etc.

A marca de uma raça mais adiantada e com mais tempo de evolução é a homogeneidade.
Quanto mais parecidos formos todos, mais próximos estaremos da evolução final. Então afirmar hoje que já atingimos o limite da evolução é falso pois não corresponde com a visão do futuro.

Mas este Dr. Steve é bom, pois inferiu muitas coisas importantes que a teosofia vem ensinando há décadas, como por exemplo, o desenvolvimento do mental abstrato, desenvolvimento e evolução esta que será a tônica nos milhões de anos que se seguirão nas Civilizações Humanas do futuro.
E creio que também está correto em afirmar que não será mais as características do mais forte que se sobresairão no futuro, mas outras qualidades muito mais importantes na evolução, como capacidades mentais.
Quanto as formas e a “mão de Deus na evolução (e não aleatoriedade)” já explicamos esta tese em vários textos deste blog. Acreditar que os criadores iriam deixar tudo somente por conta da raça hominal é acreditar demais que há acasos, sorte e azar. Não, o ser humano em sua evolução tanto física quanto mental é muito importante para deixar para o aleatório e por conta própria, pois, sozinhos apenas somos capazes de criar monstruosidades.
Há evolucionismo e criacionismo, é claro, ambos tem a mesma origem: o Criador, pois tudo que existe é do Criador e não resultado da criatura em si mesmo e por si mesmo. E a ciências conhecerão mais sobre isto em breve, na minha visão.
E durma-se com este barulho.

Atama Moriya,


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