segunda-feira, 8 de setembro de 2014

FISICA QUÂNTICA E A ALMA HUMANA



A LINHA TÊNUE QUE SEPARA A VIDA DA MORTE. CIÊNCIA E ESPIRITUALIDADE :


ATENÇÃO : MAIS ABAIXO, APÓS OS O RELATOS DESSA REPORTAGEM E DOS COMENTÁRIOS CRÍTICOS, VOCÊ PODERÁ ASSISTIR A UM VÍDEO QUE REGISTRA OS DEPOIMENTOS DAS PESSOAS ENVOLVIDAS E OS LOCAIS DAS EXPERIÊNCIAS.


                É um dos maiores enigmas da Ciência. Um ponto de interrogação que pesa sobre a cabeça de todos aqueles que não têm uma Religião ou simplesmente não acreditam em Deus : Afinal, existe ou não, vida após a morte ?

                A pesquisa feita em 10 hospitais da Holanda analisou 1500 pessoas no leito de morte. Pelo menos 63 delas voltaram para contar o que viram. É a primeira vez que a ciência assinala esse tipo de experiência.

                O médico Sam Parnia, do Hospital Geral de Southampton, no sul da Inglaterra, foi um dos chefes da pesquisa feita na Holanda : “Entrei descrente, não acreditava em Deus, muito menos na existência da alma. Agora, tenho minhas dúvidas. Acho que algo muito maior do que nós existe e nos espera depois da morte”, diz.

                As salas de ressuscitação dos hospitais serviram de laboratório para os pesquisadores. Noventa por cento das pessoas analisadas tiveram ataques cardíacos. Os outros 10% eram vítimas de acidentes : “Zerávamos o cronômetro assim que o paciente era posto sobre a maca, dessa forma analisamos casos de pessoas que ficaram de 15 segundos a 43 minutos clinicamente mortas”, conta o Médico.

                Como eles sabiam que as pessoas estiveram realmente sem vida ? “Porque tudo parou. O coração, a respiração, os impulsos do cérebro. Nada mais funcionava. Era gente que estava morta, mesmo que momentaneamente”, afirma Sam Parnia.

                E o que acontecia ? "Eles enxergavam nossa luta para trazê-los de volta à vida. Era como se a mente se desligasse do corpo e ficasse flutuando ao lado da maca. Alguns chegavam a tentar nos avisar que não adiantava mais continuar dando choque, pois o corpo já estava morto", relata.


Out the body
O cinema sempre usou e abusou desse tema: mortos que voltam ou que jamais vão para o céu ou para o inferno. Mas será que é possível continuar vivendo sem um corpo ? Será que existe consciência independente do cérebro ? "Para saber o que é normal, precisamos estudar o anormal”, acredita o Médico.

                Mas quem garante que nesses casos estudados existiu uma energia realmente fora do corpo ?"Os fatos. De alguma forma a mente e a consciência continuaram existindo separados do cérebro dos pacientes estudados. Eles garantem que viam tudo de cima, quase do teto do hospital. E o mais interessante é que eles viram coisas que aconteceram exatamente no momento em que seus cérebros estavam temporariamente mortos. Os ouvidos não poderiam estar ouvindo e nem os olhos poderiam estar vendo”, afirma.

                Mas a mente não pode ter criado essas imagens depois que os pacientes voltaram do coma ?“Também pensamos nisso. Foi aí que descobrimos algo de arrepiar. Alguns pacientes viram coisas em outros cômodos do hospital. Um, por exemplo, vagou pelos corredores enquanto nós lutávamos para evitar a morte do seu corpo. Ele disse que foi até a sala ao lado e conversou com uma mulher. Deu o nome dela, a idade. Fomos investigar e descobrimos que naquela hora a tal mulher também estava clinicamente morta. Isso só nos faz acreditar que a mente dele falou com a mente dela”, conta Sam Parnia.


Out the body
       O caso que mais surpreendeu os Médicos pesquisadores aconteceu fora do hospital. Enquanto do lado de dentro a Equipe Médica trabalhava para ressuscitar um corpo, o dono desse mesmo corpo jura que saiu para dar um passeio. Foi até a um parque perto do hospital, viu um conhecido que depois confirmou que estava lá naquela hora.

                E o mais impressionante: na hora de voltar, o paciente diz que presenciou um acidente na rua. Um homem foi atropelado. Os dois chegaram a conversar. Até que de repente, o paciente sentiu uma forte atração para voltar para o hospital. O homem atropelado teria desaparecido num facho de luz.

                “Checamos a história na delegacia e o atropelamento aconteceu mesmo. Só podemos acreditar numa coisa: as almas, ou seja lá o que for, se encontraram e depois tomaram rumos diferentes. A do nosso paciente voltou para o corpo. A do homem atropelado se foi”, diz o médico.

                Foi para onde ? "Os pesquisadores ainda não têm resposta. Isso vai depender de mais estudos. Por enquanto eles apenas cogitam. Essa energia pode ficar vagando eternamente, pode reencarnar em outro corpo, pode durar somente algum tempo e depois acabar. Nem se sabe ainda se essa energia é alimentada pelo cérebro ou se é o cérebro que se alimenta dela. Talvez, admitem os cientistas, sejam mesmo almas criadas por Deus, e que voltam para junto dele quando o corpo já não funciona mais..."


Texto obtido do Sistema Globo.


CRÍTICAS COMUNS DE OPOSITORES SISTEMÁTICOS E SEMPRE DE PLANTÃO :

Falta de Oxigênio ???!!!


                Com relação às possíveis causas que poderiam falsificar essas experiências, já existem respostas. Observem :


                Pesquisadores que acompanharam por um ano as EQM ( Experiências de Quase-Morte ) ouNDE ( Near-Death Experiences ) de sobreviventes de ataques cardíacos no Hospital Geral de Southampton, na Inglaterra, acreditam que encontraram evidências científicas que sugerem que a consciência pode continuar ativa após o estado de coma. O estudo concluiu que alguns pacientes que sobreviveram a "morte clínica" realmente tiveram experiências paranormais, já que se recordavam de coisas que normalmente não poderiam lembrar.
Reanimação de urgência
       Os pesquisadores disseram que conseguiram eliminar as duas mais freqüentes explicações para as EQM : "falta de oxigenação cerebral" e "efeitos alucinógenos da combinação de drogas".Experiências de quase morte têm sido relatadas por séculos, mas no estudo de Parnia, descobriu-se que nenhum dos pacientes recebeu baixo nível de oxigênio, o que alguns céticos acreditam que possa contribuir para o fenômeno.

“Quando o cérebro é privado de oxigênio, as pessoas tornam-se totalmente confusas, agitadas, e geralmente não têm quaisquer lembranças. Aqui há uma séria lesão cerebral, mas perfeita memória", disse Parnia.

                O Dr. Sam Parnia, pesquisador da Universidade de Southampton e o Dr. Peter Fenwick, consultor de Neuropsiquiatria da Universidade de Oxford, são Médicos respeitados mundialmente. A pesquisa foi tão promissora que esses Médicos constituíram uma Fundação para levantar verbas para futuros estudos e coleta de dados. Durante o estudo inicial, 63 pacientes de infarto considerados clinicamente mortos, e que voltaram do coma, foram entrevistados após reviver. Esses dois cientistas Britânicos tentam conseguir uma verba de US$ 256 mil para realizar um estudo em larga escala a fim de provar que pessoas clinicamente mortas podem realmente ter experiências fora do corpo.

                A pesquisa, apresentada a cientistas no Instituto de Tecnologia da Califórnia ( Caltech ) faz ressurgir o debate sobre se há vida após a morte e se existe aquilo que chamamos de alma humana. De acordo com o que é aceito pela Medicina, estas lembranças não deveriam ser possíveis, devido à ausência de atividade cerebral. No passado, outros estudos como este foram ridicularizados pela comunidade científica. Mesmo alguns especialistas que queriam acreditar acabaram se rendendo ao ceticismo, não por argumentos científicos que pudessem refutar tais experiências, mas por simples pressão social e religiosa do meio em que viveram.


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Perda da Consciência ???!!!

                Os céticos sugeriram também que as lembranças dos pacientes ocorreram nos momentos em que estavam perdendo a consciência, ou voltando a ela. Mas Parnia disse que quando um cérebro é traumatizado por um ataque ou acidente de carro, geralmente o paciente não se lembra dos momentos imediatamente antes ou depois de perder a consciência. Ao contrário, geralmente há um lapso de horas ou dias. "Fale com eles, e lhe dirão mais ou menos isso : Só consigo me lembrar do carro e a próxima coisa que sabia foi que estava no Hospital", disse ele.

"Com um ataque cardíaco, o dano ao cérebro é tão intenso que paralisa o cérebro por completo. Portanto, seria de se esperar uma profunda perda de memória antes e depois do incidente", acrescentou ele.


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Experiências de reprodução artificial, no cérebro, das sensações fora do corpo ???!!!


As considerações dos "céticos sempre de plantão" e as devidas refutações, a seguir, foram obtidas de um Fórum de Debates e no Portal IG de Notícias :
Tunel sempre relatado pelas pessoas que passam pela EQM - Experiência de quase-Morte


No aumento da atividade cerebral de ratos que estão prestes a morrer talvez esteja uma explicação para as visões realistas que alguns seres humanos têm ao sofrer paradas cardíacas, afirmam pesquisadores.

Aproximadamente 20 por cento dos pacientes dizem ter tido alucinações inteligíveis, semelhantes à vida real, após sua morte clínica, que muitas vezes são descritas como visões da vida após a morte ou outras histórias sobrenaturais. Em busca de uma explicação física para o fenômeno, cientistas induziram paradas cardíacas em nove ratos e monitoraram sua atividade cerebral usando um eletroencefalograma.


Visores enganam o cérebro e induzem experiência fora do corpo

Uma equipe de cientistas induziu experiências "fora do corpo" em pessoas sadias com a ajuda de óculos de realidade virtual que confundiram os sinais enviados ao cérebro.

As experiências fora do corpo, que muitos cientistas consideram indício de transtornos mentais, ocorrem quando uma pessoa em estado de vigília percebe que observa seu corpo de um lugar fora dele.

Há relatos de experiências desse tipo em condições clínicas que perturbam o funcionamento normal do cérebro. É o caso de infartos, ataques epilépticos parciais, abuso de drogas e experiências traumáticas, como em acidentes.

Segundo a pesquisa, uma de cada dez pessoas alega ter passado por uma experiência extracorpórea em algum momento de suas vidas. Na literatura esotérica, as referências a essas experiências são chamadas de "projeção astral".

Em anos recentes, porém, diversas experiências mostraram que o fenômeno pode ser induzido pelo estímulo de certas áreas do cérebro. Freqüentemente as experiências fora do corpo começam com um sonho lúcido. As pessoas relatam ter experimentado a sensação enquanto estavam dormindo, adormecendo ou acordando.



REFUTAÇÃO :

É interessante o funcionamento de uma lógica desinformada ...

É possível induzir isso de forma natural, levando a mente ao estado onde isso ocorre. É possível aprender a ter sonhos lúcidos sem meios artificiais para provocá-los, inclusive via meditação, isso por si só, resulta em experiências extra corpóreas. De fato, não dá para diferenciar um sonho lúcido e uma viagem astral, parecem apenas "sonhos lúcidos" diferentes.

Agora, esses meios de estimular o cérebro de qualquer forma, os estudos em geral que fazem sobre o assunto... o quanto risíveis são as conclusões a que chegam...

Tipo, observam o cérebro de uma pessoa durante esse estado e percebem que as áreas ligadas a visão, se acendem mesmo com a pessoa estando de olhos fechados. Conclusão: Com os olhos fechados ele não pode estar vendo de fato, então é uma ilusão mental. Não precisa nem desse tipo de "teste" fajuto para se tirar esse tipo de conclusão. E se ela estiver vendo algo real, com uma função desconhecida do corpo, nada mais natural que a mesma área do cérebro acenda. Ou seja... isso não muda nada, não acrescenta nada. A experiência que fizeram só faz "parecer" a coisa mais científica por estarem usando um aparelho tecnológico.

O que esses testes SEMPRE parecem ignorar, é que a nossa mente pode ser estimulada para criar qualquer sensação. Eu posso abrir a cabeça de alguém e estimular uma área onde ela venha a ouvir sons de apitos. Segundo a lógica desses "pesquisadores", então a pessoa nunca deveria ter ouvido o som de um apito, pois isso "seria" uma criação ilusória do cérebro. Vejam só ... !!!

Eu posso estimular outra área e a pessoa pode sentir gosto de chocolate ... qual a conclusão? Chocolates não existem (??!!), ela sempre criou isso com a mente ... Eu ainda posso estimular outra área do cérebro e fazer a pessoa ver aranhas por todos os lados. Aranhas não existem? Sim, não existem, segundo o raciocínio dos "ilustres e infalíveis" pesquisadores, essa é a conclusão deles : Aranhas não existem ... (??!!)

É obvio que o cérebro se envolve na "interpretação" e, por assim dizer, "co-criação", de tudo aquilo que vemos, sentimos, cheiramos e ouvimos. Estimular o cérebro e induzi-lo a criar essas mesmas coisas sem a presença do objeto real é possível, pois quando sonhamos fazemos isso. Em nenhum momento isso significa que SEMPRE seja assim e que não pode acontecer naturalmente e em resposta a uma situação real.

Viagens astrais ocorrem de verdade?
Não sei.
São exatamente a mesma coisa que sonhos lúcidos?
Não sei, "acho" que sim, mas posso facilmente estar errado.
As especulações desses cientistas são "lógicas"?
Sim... são lógicas, mas seguem uma lógica RISÍVEL, e facilmente refutável e MUITO MAL FORMULADA. Nem tudo, só por ser "lógico", seria "possível e verdadeiro". Se continuarmos a seguir a "lógica" desses "pesquisadores", a conclusão imediata ao observar o Sol nascer e se pôr, é a de que ele gira em torno da Terra ( ??!! ) ... Teria sua lógica, MAS não é verdadeiro. Só que essas conclusões que muitos tiram com base nesse tipo de pesquisa, seguem lógicas muito mais infantis que essa do Sol e só servem para apoiar a crença na irrealidade dessas coisas.

Se é pra ser tão superficial, melhor nem estudar o assunto. Que assumam logo que não acreditam em nada e que é tudo ilusão do cérebro e pronto !!! E que não fiquem tentando dar uma roupagem científica-ilusória a tudo isso.

Não me refiro ao equipamento inventado em si, isso é fruto de estudo e gera conhecimento. Refiro-me às conclusões que as próprias pessoas, que se dizem cientistas, adoram tirar dessas coisas.

Vejamos um pouco das atuações e qualificações do Dr. Sam Parnia :

Retirado dos Sites :

http://www.pacificoaks.edu

http://www.horizonresearch.org
Dr. Sam Parnia
Dr Parnia is a graduate of Guys and St. Thomas' medical schools in London. He is currently a registrar in internal and respiratory medicine as well as a clinical research fellow working towards a PhD in the molecular biology of asthma. He was a member of the Southampton University Trust Hospitals resuscitation committee between 1998 and 1999. He is also chairman of Horizon Research Foundation. While working on the medical and coronary care units of Southampton General Hospitals and together with Dr Peter Fenwick he set up the first ever study of near death experiences in the UK. The results of this study have received widespread coverage in the national and international press and have been published in the medical journal "Resuscitation".

Tradução : Dr. Parnia é formado pela Escola de Medicina “Gyus and St. Thomas” em Londres. Ele é atualmente Oficial de Registo em Medicina respiratória interna e também colaborador em pesquisas clínicas, trabalhando com o objetivo de Doutorado em Biologia molecular de asma. Ele foi membro do Comitê de reanimação dos Hospitais conveniados da Universidade de Southampton, entre 1998 1999. É também Presidente da “horizonte” Fundação de pesquisas. Enquanto trabalhava nas Unidades Médicas de prevenção coronárias do Hospital Geral de Southampton, junto com o Dr. Peter Fenwick, Ele preparava o primeiro e inédito estudo de Experiências próximas da morte do Reino Unido. Os resultados deste estudo receberam extensa cobertura nas Imprensas Nacionais e Internacionais e teve publicado ( este estudo ) no Jornal médico “Resuscitation”.


                Nem Fenwick nem os outros cientistas envolvidos nesse tipo de pesquisa postulam a vida após a morte propriamente dita. Eles falam apenas de consciência após a morte. Mesmo assim, as implicações são enormes. Se as experiências próximas da morte e fora do corpo não vêm do cérebro, então, em que se baseia a consciência ?

                "Existem duas maneiras de se ver o universo, o modelo aceito atualmente diz que tudo é matéria", diz Fenwick. Em outras palavras, tudo o que a ciência considera "real" possui uma forma física que pode ser percebida por nossos sentidos. Mas este modelo, que os filósofos chamam de "materialismo radical", não pode explicar a existência da consciência, que não possui uma essência física. Então, como faremos para explicá-la ? "Um pequeno fato inexplicado acontece, e então surge a consciência", diz Fenwick a respeito do atual paradigma. No entanto, outra teoria propõe que a constituição básica do universo seja não a matéria, mas a própria consciência.

                É a abordagem transcendental, uma perspectiva compartilhada por muitas religiões. "Esta segunda forma de ver o universo faz com que seja muito mais fácil compreender estas experiências",diz Fenwick, que acredita que um dia a Ciência vai adotar a visão transcendental do universo. O advento da mecânica quântica, segundo a qual a matéria pode ter ao mesmo tempo uma forma física e uma forma ondulatória, é um passo nessa direção, afirma, assim como as recentes pesquisas em torno do poder da oração, que sugerem que as pessoas são beneficiadas pelas orações alheias, mesmo que não estejam cientes delas. Estes estudos foram interpretados por alguns estudiosos como um indício de que a consciência se comporta como um campo de força, semelhante aos campos magnéticos, que podem ser alterados pela interação com outros campos. Se isso for verdade, então é possível que a consciência de uma pessoa tenha influência sobre a de outra. Agora, Fenwick e Parnia esperam realizar novas pesquisas. Se eles conseguirem arrecadar o dinheiro de que precisam, irão estudar cem vítimas reanimadas de ataques cardíacos que tiveram experiências próximas da morte.
Experiências em Hospitais
De acordo com as pesquisas 30 delas podem ter tido experiências fora do corpo. A dupla pretende ainda colocar cartas acima da cabeça dos pacientes, que só poderão ser identificadas se vistas de cima - exatamente de onde as pessoas alegam ver seu próprio corpo na UTI. Mas será que isso vai convencer os céticos ? "Não, nada vai. Mas tudo bem", diz Fenwick, rindo. "É assim que a ciência progride. Qualquer pesquisa que proponha grandes mudanças na forma como as pessoas vêem o mundo é rejeitada. Mas vamos provar que a consciência não está no cérebro".


Fonte : http://www.news24.com

                Em complemento, o Cientista Sam Parnia afirma que a "mente" continua mesmo no estado de coma. Estudando pacientes que sofreram enfarte, Ele afirma que está encontrando evidência de que a consciência pode continuar após o cérebro ter suas funções minimizadas, e o paciente ter sido declarado sem batimentos cardíacos.

                A pesquisa, apresentada a cientistas no Instituto de Tecnologia da Califórnia ( Caltech ) faz ressurgir o debate sobre se há vida após a morte e se existe aquilo que chamamos de alma humana.

"Os estudos são muito importantes, pois temos um grupo de pessoas sem função cerebral normal... que tem processos de pensamento lúcidos e bem estruturados, com raciocínio e formação da memória mesmo quando se demonstrou que seu cérebro não funciona," declarou Sam Parnia, um dos dois médicos do Hospital Geral de Southampton, na Inglaterra, que têm estudado as assim chamadas experiências na proximidade da morte (NDE).

"Precisamos de estudos em maior escala, mas a possibilidade certamente está lá para sugerir que a consciência, ou a alma, continua a pensar e raciocinar mesmo se o coração da pessoa parou, não está respirando e sua atividade cerebral é praticamente nula", disse Parnia.

                Ele disse ter conduzido, juntamente com colegas seus, um estudo inicial com um ano de duração, cujos resultados apareceram na edição de fevereiro do jornal Resuscitation. O estudo foi tão promissor que os médicos formaram uma fundação para avançar mais a pesquisa e continuar a coleta de dados. Durante o estudo inicial, disse Parnia, 63 pacientes enfartados foram considerados clinicamente mortos, mas posteriormente revividos, foram entrevistados dentro de uma semana após suas experiências. Destes, 56 disseram não se recordar do tempo em que ficaram inconscientes, e sete relataram ter lembranças. Destes, quatro foram classificados NDE por terem reportado lembranças lúcidas de pensamento, raciocínio, movimentos e comunicação com outros após os médicos determinarem que seu cérebro não estava funcionando.


Caso Correlato ( Transcrição ) :

http://www.near-death.com/experiences/evidence01.html


Pessoas têm EQMs durante morte Cerebral
Dr.Michael Sabom
O Dr. Michael Sabom é um Cardiologista, cujo o Livro mais recente, “Luz e morte”, inclui uma análise médica e científica detalhada de uma experiência surpreendente próximo-da-morte, de uma mulher chamada Pam Reynolds. Ela se submeteu a uma operação rara para remover um aneurisma gigante da artéria basilar em seu cérebro, que ameaçava sua vida.

O tamanho e a posição do aneurisma, entretanto, impossibilitaram sua remoção segura usando as técnicas neurocirúrgicas padrões. Foi consultado um outro Médico que abrisse caminho a um procedimento cirúrgico audaz, conhecido como “apreensão hipotérmica cardíaca”. Isso permitiu que o aneurisma de Pam Reynolds fosse eliminado com uma possibilidade de sucesso razoável. Esta operação, nomeada de "paralisação" pelos doutores que a executaram, exigia que a temperatura de corpo de Pam estivesse abaixo de 60 graus, seu batimento cardíaco e respiração pararam, suas ondas de cérebro se mantiveram aplainadas, e o sangue foi drenado de sua cabeça. Em termos atuais, foi posta à “morte” aparente.

Após ter removido o aneurisma, a paciente foi restaurada à vida. Durante o tempo que Pam estava em paralisação temporária, experimentou uma NDE ou EQM ( Experiência Quase-Morte ). Suas observações verídicas, notavelmente detalhadas, enquanto se encontrava “out-of-body” ( fora do corpo ) durante sua cirurgia, foram verificadas mais tarde e constatadas exatas. Este caso é considerado um dos exemplos mais fortes da evidência verídica na pesquisa de NDE por causa da habilidade de Pam ao descrever os instrumentos e os procedimentos cirúrgicos originais usados e sua habilidade ao descrever em detalhe esses eventos quando estava clínicamente “morta” e com o cérebro inoperante.
The Midas Rex Bone
Uma espécie de escova de dentes elétrica ou “socket wrench case” – “ Chave inglesa de encaixe ”, vista na mão do Cirurgião. Esta foi a ferramenta que Pam viu enquanto estava fora de seu corpo.

Quando todos os sinais vitais do Pam foram paralizados, o Doutor manipulando uma serra cirúrgica, começou a cortar completamente o crânio de Pam. Quando este procedimento estava em execução, Pam relatou que se sentiu "estalar" fora de seu corpo e pairar acima da mesa de operação.

Então, ela prestou atenção aos doutores trabalhando em seu corpo sem vida, por algum tempo. De sua posição out-of-body, observou o doutor verificando seu crânio através de uma espécie de escova de dentes elétrica. Pam ouviu e relatou mais tarde o que as enfermeiras tinham dito e exatamente o que estava acontecendo durante a operação na sala de cirurgia. Neste período, cada monitor ligado ao corpo do Pam não registrou "nenhum sinal de vida" qualquer.

Em algum momento, a “consciência” de Pam flutuou para fora do quarto, e viajou em um túnel que tinha uma luz em sua extremidade, onde seus parentes e amigos falecidos estavam esperando incluíndo sua avó a longo tempo falecida. A NDE de Pam terminou quando seu tio falecido lhe conduziu para trás de seu corpo para que ela o retomasse. Pam comparou o sentimento de reentrada em seu corpo inerte como "mergulhar em uma piscina gelada”.


                Em dezembro de 2001, o Neurologista Holandês Pim Van Lommel do Hospital Rijnstate, na cidade de Arnhem, liderou uma equipe que publicou um artigo no respeitado Jornal de Medicina Britânico "The Lancet". O estudo mostrou que 18% dos pacientes com morte clínica que puderam depois ser ressuscitados podiam lembrar de experiências próximas da morte mesmo anos depois do evento. Outro estudo, este conduzido nos Estados Unidos pelo pai da pesquisa das experiências próximas da morte, Kenneth Ring, usou pacientes cegos, que se lembravam de ter visto seu corpo enquanto se encontravam clinicamente mortos, embora ligeiramente fora de foco. O livro Mindsight foi inspirado neste estudo.


                Para finalizar, e como complemento, vejam a reportagem feita pela  BBC de Londres  sobre o caso :
BBC - British Broadcasting Corporation - Home Page : http://www.bbc.co.uk


http://news.bbc.co.uk/1/hi/health/  1685311.stm

http://news.bbc.co.uk/1/hi/health/986177.stm



Órgão Oficial do Departamento e Instituto de Psiquiatria Faculdade de Medicina - Universidade de São Paulo

http://www.hcnet.usp.br/ipq/revista/vol34/s1/116.html

Todas as pessoas possuem um lado bom e um ruim, isso é perfeitamente normal e é inerente à condição humana.

Por exemplo, não discuto o que Olavo de Carvalho, jornalista, escritor, filósofo e Editor do 'Mídia sem Máscara', Jornal eletrônico de análise política, pensa ou deixa de pensar. E reconheço que ele foi feliz neste pensamento : "O status quaestionis, ( estado da questão ) é a evolução dos debates sobre um determinado ponto desde a origem da discussão até hoje. O conhecimento do status quaestionis distingue o erudito profissional do palpiteiro amador."

Os pressupostos para querer buscar o "status quaestionis" são simples :

Existem pessoas tão ou mais inteligentes que você.

Existem pessoas tão ou mais inteligentes que você e que dedicaram um bom tempo para estudar o assunto que você quer discutir.

Existem pessoas tão ou mais inteligentes que você, que dedicaram um bom tempo para estudar o assunto que você quer discutir e debateram publicamente a questão com pessoas tão ou mais inteligentes que você que também dedicaram um bom tempo para estudar o assunto que você quer discutir.


ENTÃO, NÃO LER A PRODUÇÃO DESTES PROFISSIONAIS MÉDICOS ACIMA CITADOS, E QUERER REFUTÁ-LOS SIMPLESMENTE POR NÃO GOSTAR DO QUE ELES FIZERAM OU PORQUE O ASSUNTO CONTRARIA A CERTOS INTERESSES, É NÃO QUERER DISCUTIR SERIAMENTE O ASSUNTO!

Para uma melhor visualização das matérias a seguir, evitando constantes paralizações das mesmas, faz-se necessário o uso de Banda Larga.


Click no botão "play" ( seta ) no centro ou no canto inferior esquerdo das imagens abaixo :

VIDA APÓS A MORTE.
COMUNICAÇÃO DOS ESPÍRITOS   COM   O   MUNDO   MATERIAL.




Para aqueles que quiserem observar uma reportagem sob o aspecto Filosófico / Religioso a respeito da Vida após a morte, na Visão Espírita, recomendo assistir o Vídeo abaixo, obtido da FEB - Federação Espírita do Brasil.

Vida após a Morte









Aliar conteúdo doutrinário e qualidade técnica é a diretriz do programa de televisão Terceira Revelação.


A idéia é informar sobre a Doutrina Espírita para o Público em geral. Por isso o programa tem um toque jornalístico bem acentuado. Assinado pelo Sistema Espírita de Comunicação (SEC), ligado à FEB- Federação Espírita Brasileira, o Programa é apresentado pela Jornalista Cláudia Brasil, dirigido pelo Cineasta Ronaldo Duque, com produção de Daniel Amador.

Cada programa tem um tema central, analisado à luz da Doutrina Espírita em um "talk-show". Temas como morte, reencarnação, esquecimento do passado, perda de entes queridos e caridade, por exemplo, são explicados por convidados selecionados entre estudiosos da Doutrina Espírita, palestrantes e dirigentes de instituições. O quadro "Saiba Mais", apresentado por Stela Bertolino e Jorge Ferreira, complementa informações e dá dicas de leitura. O terceiro bloco do programa traz reportagens da Jornalista Luciana Navarro sobre temas relacionados ao movimento espírita. Foram apresentadas diversas matérias sobre o 4º Congresso Espírita Mundial, que ocorreu em Paris no período de 2 a 5 de Outubro/2004. Também foram noticiados o lançamento do selo em homenagem a Allan Kardec e vários eventos espíritas. O programa encerra com o quadro "Evangelho no Ar", em que Maria Euny Herrera faz comentários sobre os ensinamentos de Jesus, baseados em textos de "O Evangelho segundo o Espiritismo".

Terceira Revelação vai ao ar pela Rede CNT ( TV a cabo / NET ). Para conferir as cidades e os canais em que o programa é transmitido, basta acessar o endereço http://www.cnt.com.br

Em São Paulo e Brasília o programa é transmitido também em canal aberto pela TV RBI. Os Paulistanos assistem no canal 14 e os Brasilienses no canal 17. A intenção do SEC é disponibilizar o programa gratuitamente para as emissoras interessadas. Mais informações pelo telefone (61) 224-5575 ou pelo E-mail : imprensa@febnet.org.br


NOTA : Caso haja interesse em adquirir o Livro abaixo, o qual comprova cientificamente a existência de vida espiritual após a morte, o Leitor tem a opção de acessar o Site da Loja Virtual Candeia Net : www.candeianet.com.br . Na Página principal, selecione a opção "Título" e digite : Scole.


O Experimento Scole - Evidências Científicas sobre a Vida após a Morte, de Grant Solomon e Jane Solomon, Madras Editora.
Livro Experimento Scole
     Este livro registra cinco anos de investigação sobre a interação humana com o fenômeno paranormal. Membros do Grupo Experimental Scole (*) e investigadores da altamente respeitada S.P.R - Society for Psichical Research ( Sociedade de Pesquisa Psíquica ) cientificamente observaram, mensuraram e avaliaram esse fenômeno, com resultados extraordinários. Pessoas que assistiram às sessões do Grupo Scole saíram convencidas de que inteligências desencarnadas estavam fazendo contato direto com aqueles presentes. O Experimento Scole certamente irá fascinar, intrigar e deixar perplexos a todos os leitores. Esta obra pode realmente convencer de que existe vida após a morte.

(*) "Scole" é um pequeno Povoado, próximo a Diss, em Norfolk, sudeste da Inglaterra.




Corroborando com todas esses experimentos com fundamentos científicos acima relatados, o Engenheiro Americano e Ph.D. em Psicologia, Charles Tart, reproduziu, em laboratório, sob condições rigorosamente controladas, uma experiência com características muito similares à EQM.



PESQUISA DAS EXPERIÊNCIAS FORA DO CORPO EM LABORATÓRIO - UNIVERSIDADE DE DAVIS, CALIFORNIA, ESTADOS UNIDOS.


O primeiro pesquisador a fazer experimentos laboratoriais com a saída do corpo foi o psicólogo norte americano Charles Theodore Tart, nascido em 1937. Em 1966 ele convidou uma jovem, solteira, que dizia ter facilidade em sair do corpo ( fenômeno esse conhecido como projeciologia ), com pouco mais de 20 anos de idade para participar de uma série de experimentos no laboratório do sono da Universidade da Califórnia, em Davis, EUA.

Os experimentos duraram quatro noites, nas quais a jovem, até hoje identificada apenas como Miss Z, deveria deitar-se e tentar sair do próprio corpo físico, ligada a uma série de aparelhos para a medição de suas condições fisiológicas. O objetivo dos experimentos era a identificação de um número formado aleatóriamente, com cinco dígitos, colocado pelo próprio Tart, em uma estante que ficava na mesma sala, a aproximadamente um metro e meio de altura acima da cabeça da senhorita deitada (impossível de ser visualizado fisicamente).

Da segunda até a quarta noite, "Miss Z" disse ter visto o relógio que ficava acima da prateleira, enquanto flutuava fora do corpo. Nos horários informados por ela, os aparelhos demonstraram padrões de ondas cerebrais singulares e estranhos. Também foi registrada a ausência dos movimentos oculares rápidos (movimentos rápidos e sincrônicos dos olhos humanos, no período do sono, que caracterizam o momento do sonho).

Na quarta noite "Miss Z" informou com exatidão o número-alvo escodido: 25.139 ( dois, cinco, um, três, nove ). Com o resultado positivo do experimento, Charles Tart pôde registrar os dados que levam à conclusão inicial de que o padrão de ondas cerebrais durante a projeção consciente é diferente dos padrões do sono, do sonho, da sonolência e de outros estados alterados da consciência (expressão proposta pelo próprio Charles Tart), e diferente até mesmo da vigília física ordinária (estado acordado). Este experimento é considerado um marco histórico nas pesquisas da projeciologia.

Principalmente durante as décadas de 60 e 70, foram realizados outros experimentos laboratoriais visando conhecer mais e explicar detalhes do que ocorre nas experiências de saída para fora do corpo, relatados por milhares de pessoas em todo o mundo.



Para mais detalhes sobre os fatos acima, sugiro observar um filme dublado e distribuído pela Discovery Channel, que reproduz tais experiências, relatadas pelo próprio Cientista Charles Tart e que não foi contestado por nenhum cético do mundo. Aliás, tais céticos evitam terminantemente tocar neste assunto. Por que será? :

Experiências semelhantes à EQM ( Experiências de Quase-Morte ) são reproduzidas em laboratório, sob condições controladas, e sua veracidade é comprovada












CIENTISTA FOTOGRAFA A ALMA DEIXANDO O CORPO


Espírito liberto do Corpo

O Cientista Russo Konstantin Korotkov conseguiu fotografar o momento da morte de um homem e registrou o que é chamado de “espírito” deixando o corpo, com uma câmera bioelectrographic.

A imagem obtida usando o método de visualização de descarga de gás, uma técnica avançada de fotografia Kirlian, mostra a força da vida deixando gradualmente o corpo do homem.

De acordo com Korotkov, o umbigo e a cabeça são as partes que primeiro perdem sua força de vida (o que seria a alma) e na virilha e no coração são as últimas áreas onde o espírito se desliga.

Em outros casos, Korotkov observou que "a alma" das pessoas que sofrem uma morte violenta e inesperada geralmente se manifesta um estado de confusão em suas configurações de energia e retornam ao corpo nos dias seguintes à morte. Isto poderia ser devido a um excesso de energia não utilizada.

Veja o artigo completo no link a seguir, em inglês :

Cientista Korotkov fotografa o momento da morte de um homem







CONSCIÊNCIA E ALMA PODEM SER EXPLICADOS PELA FÍSICA QUÂNTICA?


Física Quântica estuda a possibilidade da existência da alma humana

Conceitos como consciência e alma nunca foram bem explorados pela ciência. Mas isso pode mudar, graças à uma nova teoria elaborada pelos pesquisadores Stuart Hameroff (diretor do Centro de Estudos da Consciência na Universidade do Arizona, EUA) e Roger Penrose (físico matemático da Universidade de Oxford, Inglaterra).

A dupla criou a “teoria quântica da consciência”. Segundo eles, a alma está presente em microtúbulos no interior de cada célula cerebral.

Até então, acreditava-se que nossa consciência seria fruto da interação entre os trilhões de neurônios presentes no interior da estrutura cerebral. A dupla então propôs que nossa consciência é resultado de fenômenos quânticos gravitacionais que ocorrem a todo instante nos neurônios.


Estudo do Cérebro pelas teorias da Física Quântica
Isso pode explicar fenômenos como as EQMs ( Experiências de Quase-Morte), cujas causas devem estar associadas com a alma e consciência. Por exemplo, quando o coração de uma pessoa para de bater e o sangue para de circular pelo corpo, os microtúbulos acabam perdendo seu estado quântico.

“A informação quântica contida neles não é destruída, não pode ser; apenas se distribui e se dissipa para fora do corpo”, explica Hameroff.

Quando uma pessoa consegue sobreviver, sendo trazida de volta da beira da morte, essa informação retorna aos microtúbulos. Se a pessoa morrer, talvez a informação quântica passe a existir fora do corpo, possivelmente de um modo não muito claro, como uma alma.

Claro que a teoria foi muito contestada pelos outros pesquisadores, mas Hameroff e Penrose acreditam que os avanços que temos tido na Mecânica Quântica ( que governa o bizarro mundo microscópico ) podem validá-la. Lembrando que a teoria foi criada baseada no método científico e em outros estudos, diferentemente da pseudociência, cujas teorias não têm fundo científico. Será que a Física Quântica é capaz de explicar esses conceitos tão abstratos como a alma e consciência? O que você acha leitor?




Não são todos os dias que vemos cientistas se lançando a explorar temas mais filosóficos como a existência da alma ou da vida após a morte, por exemplo, muito menos que venham a público defender suas teorias. Contudo, Robert Lanza, um respeitado pesquisador norte-americano, defende que a morte não existe, afirmando que esse evento não passa de uma ilusão criada pelas nossas mentes.

Segundo Lanza, a vida não passa de uma atividade do carbono e uma mistura de moléculas que dura por tempo determinado. O que morre é o nosso corpo que, então, se decompõe sob a terra. Para o cientista — que baseia suas alegações na física quântica e no biocentrismo — a ideia de “morte” apenas existe porque ela foi sendo passada de geração para geração, ou seja, porque fomos ensinados a acreditar que morremos.


Cientista Americano Robert-Lanza
Além disso, a nossa consciência associa a vida com a existência do corpo, e todos sabemos que os corpos morrem. De acordo com Lanza, a morte não deveria ser encarada como algo definitivo, como o fim de tudo, pois, seriam a biologia e a vida as responsáveis por criar a realidade do Universo, e não o contrário. E mais: o espaço e o tempo não passam de ferramentas criadas pela mente para que a nossa realidade faça sentido.

Sendo assim, uma vez que a ideia de que o espaço e o tempo não existem é aceita, isso significa que nos encontramos em um mundo sem limites espaciais ou lineares. Essa mesma hipótese é defendida pelos físicos teóricos, que acreditam na existência de múltiplos universos nos quais diferentes situações estariam acontecendo simultaneamente.

Portanto, se o transcorrer de nossas vidas — começo, meio e fim — está acontecendo em todos esses universos simultaneamente, então a morte não pode existir. Mas e o corpo, que morre e se decompõe? Essa “mistura de moléculas e atividade do carbono” volta para o Universo, onde passa a existir como parte dele.


Fontes :

.fisica quântica e alma humana
.Dayli Mail
Robert Lanza

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