sexta-feira, 12 de setembro de 2014

O amor Fraterno

No dia a dia ,dos nossos afazeres, na rua, no comercio em fim no meio dos transeunte percebi que dois jovens,pararam um senhor acompanhada de sua senhora e indagaram se eles  aceitavam um abraço. O gesto, num misto de surpresa e alegria tocou-me profundamente e, com emoção fiquei observavdo aquela cena de um AMOR TOTALMENTE FRATERNO,pois era uma  afetuosa e sincera oferta, sem que nada fosse solicitado de volta, que aliviou o meu caminhar. Não sei se estavam a serviço de alguma religião, talvez da campanha da fraternidade, ou não, mas isso não importa, o que vele é o desprendimento, o propósito, a iniciativa, verdadeira semente para elevar o espírito, notadamente de criaturas que já carregam o peso da canseira do dia a dia ou do tempo presente, prenho de maldade, de violência e de busca de vantagens nem sempre elogiáveis. Aproveitei, então, para meditar um pouco sobre aquele proceder e,em silêncio roguei a Deus que aumentasse esse exército de amor, principalmente neste momento propício de atividades cívica em nosso País . Dentro desse clima, fiz breve reflexão sobre o papel das religiões e fui obrigado a reconhecer a importância da Igreja Católica no correr do tempo, mantendo vivos os escritos dos nossos ancestrais, berço da sabedoria e do conhecimento Teológico e mesmo científico de dois milênios, desde os monges copistas que, sob a pressão dos bárbaros, souberam conservar nos mosteiros todos os escritos, desde fragmentos da Bíblia, Cartas, Sermões, Atos e instrumentos da conservação da grandeza de Jesus e dos seus seguidores até os dias presentes. Não fosse a Igreja Católica, também através das Escolas e Universidades criadas em todos os recantos da terra, estaríamos amargando a ignorância da criação e da vida santa dos nossos obreiros. Diante disso meditei a atitude repulsiva de alguns cristãos de outras igrejas, embora do mesmo credo, que insistem em postergar valores das santas criaturas que carregaram física e emocionalmente, os ensinamentos Teológicos através dos tempos, que merecem ser reverenciados como heróis e aos quais devemos ser eternamente gratos. Não compreendo como alguns rejeitam o culto a Maria, mãe do Nosso Senhor Jesus Cristo, consagrada por Deus para gerar o Redentor da Humanidade. Também não vejo explicações para a crítica ao culto aos nossos ancestrais, representados por imagens esculpidas, como poderiam ser através de fotografias, que somente nos permitem lembrá-los para um agradecimento justo pelo papel que exerceram, com risco da própria vida. Irmãos em Cristo, vamos nos unir para fortalecer a fé, a caridade e o amor pelo próximo, cada um adotando a formalística que cada igreja adotar, mas sem ressentimentos, sem fanatismo, sem racionalidade. Certa vez fiquei sabendo que um Mestre,meu, Metodista , na epoca que eu  cursava a Universidade Metodista ,enviou  para uma aluna uma bela mensagem de Chico Xavier e ele depois me informou que que a moça  nem chegou a abrir o e-mail, pois mencionado o nome daquele bom cristão, ela não ousaria sua leitura, por ser um agente do demônio. Apenas, intimamente, lamentei o ocorrido e constatei como alguns não sabem interpretar a mensagem do Senhor e cada dia mais se afastam da máxima de uma igreja única e um só Pastor para dar sequência à nossa vida religiosa,ainda que em casas diferentes. Uni-vos Igrejas de todos os matizes e vamos trabalhar pelos necessitados, sem disputa de quem dá ou faz mais, mas quem reparte com mais intensidade o amor. Rogo ao Cristo Jesus, como poderá ser a Buda, Maomé ou Alá pela paz entre os povos e pela erradicação da dor, da fome, da ignorância e da miséria, para que todos os irmãos se abracem todos os dias, fortalecendo e valorizando a vida e possibilitando uma páscoa universal ad aeternum.

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