domingo, 14 de setembro de 2014

POR QUE ACONTECEM AS MORTES COLETIVAS?


As mortes coletivas acontecem por fenômenos cármicos,
 decorrência natural da lei de causalidade. Aqueles que 
coletivamente feriram, magoaram, agrediram, 
desrespeitaram, as leis de uma ou de outra forma, 
encontram-se nas sucessivas jornadas da 
reencarnação para coletivamente resgatarem os crimes 
perpetuados.
Quantas vezes, uma lei arbitrária é atirada contra um

 povo, ou contra um grupo social, político, 
religioso, racial, fundamentado em preconceitos e 
injustiças, e essa lei que é firmada para alguém, 
foi elaborada por assessores, foi transmitida por 
grupos que tinham interesses subalternos e que depois
 de firmada vai explorar muitas vidas e afligi-las.
Quantas vezes, em cumplicidade, grupos se reúnem,

 para caluniar, para denunciar, para infelicitar, para
 dividir, para esmagar, e como conseqüência, ficam em
 débito com a consciência cósmica.
Através das sucessivas experiências, mesmo que 

venham realizar novas jornadas, reencontram-se pela 
lei de afinidade para resgatar aqueles crimes, aqueles 
terríveis delitos por intermédio dos fenômenos naturais: 
maremotos, terremotos, tragédias como acidentes
 coletivos, epidemias, pestes, ou através de guerras.
 A história nos fala que periodicamente no passado 
ocorreram terríveis massacres.
Mas, os que se dedicaram ao Bem, à caridade, ao amor

 ao próximo, podem mudar seu carma. Estes, são
 aqueles que, escaparam "por sorte", ou melhor, 
por mérito, do resgate coletivo. Ex.: "Eu não morri no
 incêndio do prédio em que trabalhava porque perdi a hora.
Isto nunca me aconteceu. Mas este atraso salvou-me a vida."  
As mortes coletivas impõem um agitar das consciências

 humanas, tanto para aqueles que desencarnam em
 circunstâncias dolorosas e traumáticas, quanto para os
 que colhem as conseqüências da devastação 
ocasionada. Experiências assim representam a 
oportunidade de resgate de seus débitos do pretérito,
 ao mesmo tempo em que fazem sua iniciação nos 
domínios da solidariedade. As vítimas das grandes 
calamidades tornam-se menos envolvidas com as
 ilusões, mais dispostas a ajudar o semelhante, após 
sentirem na própria carne a dor que aflige seus irmãos.
A Lei de Destruição funciona, também, para conter

 os impulsos desajustados da criatura humana. Não é 
preciso grande esforço de raciocínio para perceber
 que a AIDS, a síndrome de insuficiência imunológica
 adquirida, representa uma resposta da Natureza 
aos abusos cometidos pelo Homem nos domínios do sexo,
 a partir da decantada liberdade sexual, na década de
 sessenta.
A AIDS vem impondo ao Homem disciplinas às quais não

 se submeteria em circunstâncias normais. O mal terrível 
e assustador ajudá-lo-á a compreender que é preciso 
respeitar o sexo, que podemos exercitá-lo com liberdade,
 desde que não resvalemos para a liberalidade e muito
 menos para a licenciosidade. Sexo sem 
compromisso, sem responsabilidade, é mera
 semeadura de frustrações e comprometimento
 com o vício, resultando em inevitável colheita de
 desajustes e sofrimentos.



OBSERVAÇÃO: Clique neste link para assistir o filme espírita
 "JOELMA, 23º ANDAR". Ele conta o acidente do Edifício 
Joelma de São Paulo. Foram 183 mortos no incêndio. 
É baseado no livro psicografado por Chico Xavier.


http://youtu.be/6vmMu8GfxS8



Clique nos links e assista uma entrevista que 
explica MORTES COLETIVAS E CATÁSTROFES.

 
http://youtu.be/YIgOti9j4Ko

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