domingo, 19 de outubro de 2014

Fatores emocionais extremos: decepções, cansaço mental e emocional.


Devemos investigar as causas de nossas insatisfações, nem sempre tudo está relacionado a problemas espirituais, o autor Robson Pinheiro em seu livro Energia, fala sobre essa investigação, pois ela pode estar dentro de nós.





Fatores emocionais extremos: decepções, cansaço mental e emocional.

Alguns fatores dificultam a absorção das energias que mantêm o equilíbrio vital. No planeta Terra, no presente momento evolutivo, estão incorporados nos corpos humanos egos ou consciências, em sua grande maioria, carentes de reeducação emocional. Pela simples observação, deduz-se que as pessoas em geral são bastante permeáveis ao descontrole emocional e energético, cujas bases remontam ao passado reencarna tório das multidões. Verificamos quanto as questões emocionais, com suas nuanças e seus agravantes, interferem no tônus vital de cada um.
Grande número de pessoas atribui seu desgaste e descontrole a agentes da dimensão extrafísica – às vezes até como pretexto para justificar seu comportamento. Assim, teima em continuar negando ou desviando a atenção das próprias deficiências emocionais e da desorganização moral que traz impregnada em seu ser, num fenômeno clássico denominado pela psicologia como projeção. Muitos estão mergulhados num mar de emoções descontroladas ou vivem nos limites do equilíbrio emocional, mas não estão dispostos a encarar a própria debilidade, pois que é mais atraente creditar tais perdas, desgastes e danos energéticos a terceiros. Daí a eleger causas mirabolantes, de natureza mística, extrafísica ou extra sensorial, é um passo. Logo aparecem argumentos que creditam tais distúrbios à paranormalidade ou à mediunidade descontrolada, “não desenvolvida” etc... Dessa maneira, a um só tempo, sustenta-se o desequilíbrio emocional e obtém-se destaque para si, preenchendo a carência por atenção, pois há certo status em ser vítima de forças ocultas e “sobrenaturais”, não? Para esses indivíduos parece que sim.
É muito comum encontrar esse tipo humano buscando soluções religiosas, prodigiosas e fantasiosas para problemática que é interna, psicológica e emocional. Ele imputa a um agente externo – seja um espírito ou um suposto trabalho de magia que visa prejudicá-lo- o próprio descontrole, desequilíbrio e, às vezes, até mesmo a fuga da realidade. Ao topar com pretensos terapeutas espirituais desinformados e incapazes de variadas espécie, com profunda tendência místicas, entrega-se a maiores desvarios, até desembocar em amargas decepções e tragédias pessoais. Eis como milhares, estacionados numa postura mística e sem nenhum senso prático da vida, entregam-se com facilidade e naturalidades impressionantes, à condução cega e perigosa de indivíduos cheios de segundas e terceiras intenções.
O caos emocional que não é trabalhado convenientemente acaba produzindo insatisfações, constrangimentos e perda de tempo, com consequente aumento da problemática inicial. Adiar indefinidamente o enfrentamento daquilo que incomoda, transferindo responsabilidades, é dos caminhos mais daninhos e drásticos que podem ser tomados. Com o passar do tempo, os ser constrói uma realidade paralela e, enredado em meio a tantas desculpas, justificativas e explicações que inventou para mascarar a fuga insensata de seus reclames internos, não sabe mais como se conduzir, perdendo a rédias da própria vida. Evidentemente, vive quase sempre um estado de perda energética ou de pseudo- obsessão.


Robson Pinheiro – Livro Energia.  

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