domingo, 19 de outubro de 2014

Quando os nossos melhores amigos "animais" morrem

Estou muito triste, pois a minha cadelinha de nome Pretinha desencarnou ontem, eu assisti todo o sofrimento até o fim, toda sua agonia, para deixar esse mundo, a busca de ar que não vinha, à procura de uma posição que lhe aliviasse o sofrimento, tudo em vão. Mesmo com a ajuda do veterinário que eu chamei, não foi possível salvar a vida da minha Nininha. Nunca pensei que seria tão sofrido perder um animal, nunca pensei que esse bichinho me faria tanta falta. Corri para internet, em busca de informação sobre a vida do animal depois da morte, muita coisa eu já havia lido, mas a minha dor é tão grande que procuro mais informação. Sei que nada irá aliviar essa saudade, mas, espero com o tempo, torná-la mais suportável. Minha fé em outra vida, a certeza de que a mesma foi ajudada por espíritos que cuidam dos animais depois de seu desencarne, me confortam. Hoje ainda dói muito olhar para as fotos que tenho dela. Vivemos 13 anos juntas; amiga, companheira, amável, engraçada.
Saudades, muitas saudades!!!!
 
 
 


Mel  
Pretinha























  
Espero com esse artigo que pesquisei, ajudar outras pessoas que com eu amam os animais.


A Alma dos animais

Muitos duvidam da existência da alma nos animais, achando que apenas o homem a possui. Outros, entretanto, afirmam que eles não só têm alma, como esta é igual à do homem. Entendendo-se como alma a parte imaterial do ser, o espírito, os animais a possuem sim e esse princípio independente da matéria sobrevive ao corpo físico.
Nesse propósito, temos em O Livro dos Espíritos a seguinte explicação: “É, porém, inferior à do homem. Há entre a alma dos animais e a do homem distância equivalente à que medeia entre a alma do homem e de Deus”. Na mesma obra, encontramos também um esclarecimento muito importante para o assunto em pauta: “Após a morte, conserva a alma dos animais a sua individualidade e a consciência de si mesma? Conserva a sua individualidade; quanto à consciência do seu eu, não. A vida inteligente lhe permanece latente”.
No livro Os Animais têm Alma?, Ernesto Bozzano, conhecido filósofo e metapsiquista italiano, apresenta 130 casos de materializações de animais, visão e identificação de espíritos de animais mortos, alucinações telepáticas percebidas ao mesmo tempo pelo animal e pelo homem, bem como várias aparições de animais sob forma simbólico-premonitória. Cada caso é devidamente documentado e os comentários, apresentados com suas respectivas conclusões, são de difícil contestação.
Dna Célia, uma espírita muito conhecida aqui no Rio de Janeiro, durante as sessões do centro, ela citava animais e o nome dos mesmos e emocionava os donos dos bichinhos.
No livro de Marcel Souto Maior, "Por Trás do véu de Ísis", que trata de um trabalho de investigação, de muita qualidade e isenção desse repórter, versando sobre a comunicação entre vivos e mortos, ele cita o Centro de dona Célia, como um dos que mais lhe impressionou. Evita, porém, a pedido da mesma, citar seu nome, mas, quem a conhecia, sabia muito bem que era dela que o mesmo falava.  Neste belo trabalho, Marcel conta também histórias sobre  Francisco Candido Xavier e outros médiuns de renome.
A psique animal
A respeito de sua obra, Bozzano afirma: “Ela consiste em um primeiro ensaio para demonstrar, por um método científico, a sobrevivência da psique animal. É preciso voltar ao nosso assunto e concluirmos salientando que a existência de faculdades supranormais na subconsciência animal, existência suficientemente comprovada pelos casos que expusemos, constitui uma boa prova em favor da psique animal. Para o homem, deve-se inferir que as faculdades em questão representam, em sua subconsciência, os sentidos espirituais pré-formados esperando se exercerem em um meio espiritual (como as faculdades dos sentidos estavam pré-formadas no embrião esperando se exercerem no meio terrestre). Se assim é, como as mesmas faculdades se encontram na subconsciência animal, deve-se inferir daí, logicamente, que os animais possuem, por sua vez, um espírito que sobrevive à morte do corpo”.
Em Nosso Lar, de André Luiz, encontramos um trecho que dá conta da existência de animais no plano astral: “Seis grandes carros formato diligência, precedidos de matilhas de cães alegres e barulhentos, eram tirados por animais que, mesmo de longe, me pareceram iguais aos muares terrestres. Mas a nota mais interessante era os grandes bandos de aves, de corpo volumoso, que voavam a curta distância, acima dos carros, produzindo ruídos singulares”.
O que estariam fazendo esses animais que acompanhavam a caravana dos samaritanos, constituída por espíritos abnegados que iam até o umbral buscar enfermos para serem tratados nas “câmaras de retificação”? Colaborando. Os cães facilitavam a penetração nas regiões obscuras e afastavam seres monstruosos, os muares puxavam cargas e forneciam calor onde necessário e as aves devoravam as formas mentais odientas e perversas.
O pai da médium Yvonne A. Pereira, por meio de mensagem psicografada por ela, enviou um importante contributo para o nosso assunto. Ao desencarnar, ele foi levado para uma cidade pequena, sossegada, apropriada para convalescentes. Ao despertar, após três dias de seu decesso, encontrava-se só em uma varanda orlada de trepadeiras floridas. “O único rumor partia do orquestrar longínquo de uns pássaros, verdadeira melodia que ressoava aos meus ouvidos com delicadeza e ternura”, disse.

Cuidar dos animais
No livro O Consolador, Emmanuel esclarece quanto à missão que os humanos têm com relação aos nossos irmãos menores, que são os animais: “Sem dúvida, também a zoologia merece o zelo da esfera invisível, mas é indispensável considerarmos a utilidade de uma advertência aos homens, convidando-os a examinar detidamente seus laços de parentesco com os animais dentro das linhas evolutivas, sendo justo que procurem colocar os seres inferiores da vida planetária sob seu cuidado amigo. Os reinos da natureza, aliás, são o campo de operação e trabalho dos homens, sendo razoável considerá-los mais sob a sua responsabilidade direta que propriamente dos espíritos, razão porque responderão perante as leis divinas pelo que fizerem em consciência com os patrimônios da natureza terrestre”.
Sábia advertência, felizes os que a escutarem. Nosso carinho e solidariedade devem se estender aos seres que, mesmo estando abaixo de nós na escala evolutiva, são capazes de nos servir e amar. Necessitamos deles como eles necessitam de nós. E nessa troca de trabalhos e afetividade, todos ganham.

A Alma dos animais
Revista Cristã de Espiritismo.


CHICO XAVIER E OS ANIMAIS

Chico Xavier tem uma singular estima pelos animais; aqueles que freqüentam seu modesto lar sabem que o médium vive cercado por algum animal doméstico.
Chico tinha um cão que atendia pelo nome de Lorde, o qual conhecia as pessoas que visitavam seu dono, quais eram as amigas, as curiosas e as maliciosas.
 “- Senti-lhe, sobremodo, a morte. Fez-me grande falta. Era meu inseparável companheiro de oração. Toda manhã e à noite, em determinada hora, dirigia-me ao quarto para orar. Lorde chegava logo em seguida.
Punha as patas sobre a cama, abaixava a cabeça e ficava assim em atitude de recolhimento orando comigo.
Quando eu acabava ele também acabava e ia deitar-se a um canto do quarto.
Em minhas preces mais sentidas, Lorde levantava a cabeça e enviava-me seus olhos meigos, compreensivos, às vezes cheios de lágrimas, como a dizer que me conhecia o íntimo, ligando-se ao meu coração.
Desencarnou. Enterrei-o no quintal lá de casa...”
Um dia certo visitante lhe pergunta se animais têm alma, Chico responde: rápido: "- Ah! sim, os animais têm alma e valem pelos melhores amigos...”
Possuímos provas pessoais destas verdades, querido Irmão Chico!...

DO LIVRO: Chico Xavier - O Homem, o Médium, o Missionário
AUTOR: Antônio Matte Noroefé

CHICO, O AMIGO DOS ANIMAIS
 

Márcia Q. Silva Baccelli

 

Todos aqueles que conhecem a vida de Chico Xavier, vêm observando, ao longo do tempo, o seu grande amor pelos animais.

Em sua casa, ele já teve inúmeros animais. Vamos agora falar de um período em que tinha dois cachorrinhos da raça pequinês, chamados Brinquinho e Fofa.

Brinquinho, apesar de encontrar-se cego e doente, acompanhava o Chico em todos os seus movimentos dentro de casa.

Enquanto o médium trabalhava psicografando páginas e mais páginas dos Amigos Espirituais, Brinquinho permanecia debaixo da mesa, aos pés do dono, como se estivesse orando...

À chegada de alguém, ele latia ou aproximava-se mais de seu benfeitor, no intuito de protegê-lo

Brinquinho só faltava falar, pois Chico conversava muito com ele, e o mais espantoso é que ele compreendia tudo e respondia a seu modo.

No dia 12 de outubro, quando comemorávamos o Dia da Criança, ele partiu para o Mundo Espiritual.

Apesar de não se queixar, percebemos a dor do Chico, com a separação transitória do “grande amigo”, qual ele se referia sempre ao cachorrinho.

O amigo dos animais o enterrou no quintal de sua casa, bem próximo de seu quarto. Chico contou-nos um lindo fato sobre Brinquinho, evidenciando que ele era um cachorro diferente.

Em certa época, havia em sua casa uma gata que tinha dado à luz a muitos gatinhos.

Eles, porém, eram muito pequeninos e tinham muita dificuldade de aproximarem-se da mãe, para mamar.

Brinquinho, então, conduzia-os ternamente, com a boca, até a “mamãe gata”, da mesma forma que ela procedia para carregá-los...

Ao recordar do amigo, os olhos de Chico brilhavam pelas lágrimas de saudades!

Fofa, a outra cachorrinha, que ainda permanece ao lado do médium, também sentiu muita falta de branquinha, e a cada dia apega-se mais ao seu grande protetor...

E muitas vezes, ao distanciar-se dele, ela o chama, num som bem nítido: “Chi ... Chi ...”

Outro lado interessante do amor de Chico aos animais, é o que acontece quando ele vai à Goiânia, nas vésperas do Natal, visitar os irmãos hansenianos na Colônia Santa Marta.

Como mensageiro da esperança, a sua presença é o melhor presente de Natal, como dizem os próprios doentes.

Mas, a chegada de Chico à Colônia é precedida de grande inquietação, não somente por parte dos amigos que lá residem, mas, sobretudo, por um cão...

Contam alguns amigos goianenses que este cachorro tinha uma doença na pele e estava destinado a ser sacrificado ...

Ao vê-lo na Colônia, Chico aproximou-se, ajoelhou e abraçou-o.

Desde então, ele curou-se. Chico deu-lhe o nome de Menino.

Ele parece pressentir quando o amigo está para chegar, pois fica todo agitado, ganindo muito. Quando o carro que conduz Chico estaciona, Menino tenta soltar-se da coleira para ir ao seu encontro.

Ele que era um cão feroz, devido à erupção na pele, agora é dócil, principalmente com o seu grande amigo de Uberaba.

Os animais têm alma e Chico é sensível a esta realidade, auscultando-lhe o psiquismo e, em sua vida de renúncia, eles lhe valem por grandes companheiros em suas horas de solidão

Página extraída do livro Chico Xavier Mediunidade e Ação, escrito por Carlos Antônio Baccelli, de Uberaba, MG, e que nos foi enviado, juntamente com outras belas obras, pelo IDEAL – Instituto Divulgação Editora André Luiz, Rua Lacônia, 101, Jardim Brasil, CEP 04634-050, São Paulo, SP, a quem agradecemos à gentileza de uma convivência fraterna, de mais de duas décadas.

Ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/convivio-dos-membros-do-forum/lindos-casos-de-chico-xavier/15/#ixzz17AaVWkpS
Celso Martins é militante espírita, escritor e palestrante espírita.
Mensageiro
Revista Espírita-Cristã do terceiro milênio

Pergunta: - Como os animais vivem no mundo espiritual?
Resposta: - No mundo espiritual, conforme li em André Luiz, os animais vivem com os espíritos (humanos desencarnados) do mesmo modo que aqui nós vivemos com os bichos (aves, animais domésticos, etc.).

Pergunta: - Sabemos que os animais têm alma e no livro "A Próxima Dimensão" quando a personagem está andando na cidade Nosso Lar com André Luiz observa um casal de passarinho no ninho com ovinhos, assim indaga para André se é possível os animais reproduzirem no meio espiritual? André não quis comentar a questão dizendo ser complexo. O senhor acha isto possível?
Resposta: - Não conheço o livro “A Próxima Dimensão”. Assim, não posso dizer nada mas posso afirmar que nascimento de um pássaro a partir de um ovo só mesmo aqui  no mundo material.

Pergunta: - Um animal doméstico pode reencarnar em um lar em que já viveu?
Resposta: - Por quê não? Pode, sim!

Pergunta: - Os animais entram no processo evolutivo? Ou seja, todos os espíritos que hoje são humanos, já foram animais um dia?
Resposta: - Sim, todos os espíritos que agora animam corpos humanos, num passado distante, animaram animais, onde adquiriram atributos que hoje se apresentam nos seres humanos. Nisto é que consiste a evolução anímica.

Pergunta: - Como e onde se dá a transição do reino animal para o hominal?
Resposta: - Como se dá eu não sei. Porém, ocorre no mundo espiritual com o  burilamento do seu perispírito.

Pergunta: - Partindo do pressuposto que animais não têm carma, qual a necessidade de seu sofrimento?
Resposta: - A dor é uma circunstância a que se submete o animal para que, mais tarde, habitando o corpo humano e aí ao errar acabe sofrendo para reequilibrar-se diante de sua consciência moral, não tenha um impacto muito intenso diante do contato com a dor. Eu penso assim. Emmanuel tem uma mensagem que ensina que o sofrimento do animal serve para despertar a sua consciência.
Mas o assunto, a meu ver, continua em aberto, comportando outras ponderações.

Pergunta: - Sabemos que no mundo espiritual a alimentação seria bem mais "leve", totalmente despojada de carne. Não seria bom se começássemos a nos exercitar no vegetarianismo?
Resposta: - Sim, seria bom, desde que o vegetariano ingira verduras, cereais, frutas, mel, derivados do leite a fim de não vir a ter doenças carências por falta da ingestão de proteínas da carne, do ferro, do fígado do boi, etc., etc. Todavia – nunca esquecer a frase de Jesus – não é o que entra pela boca que torna o homem impuro, porém tudo aquilo que dela sai – palavras que expressam sentimentos da alma.

Pergunta: - Os animais são médiuns?
Resposta: - Não. Os animais podem ter uma percepção extra-sensorial mas isto não chega a ser mediunidade, não. Kardec tem no Livro dos Médiuns uma explicação bem clara sobre este assunto.

Pergunta: - Após o desencarne de um animal de estimação, nunca mais teremos notícias dele, ou seja, não saberemos se está bem ou não na sua caminhada evolutiva, se já passou para o reino hominal? E poderemos reencontrá-lo após o nosso desencarne?
Resposta: - Nada posso afirmar. Uma coisa é mais do que certa – debaixo da proteção de Deus este animalzinho estará sempre bem em sua marcha evolutiva. Deus é amor e Justiça.

Pergunta: - Na questão 600 do Livro dos Espíritos, os Espíritos esclarecem que o princípio  inteligente ainda vinculado à fase animal da evolução, após a desencarnação, é classificado pelos dirigentes espirituais e aproveitado quase imediatamente, sem entrar em relação com outras criaturas. Não é um espírito errante. No entanto, dentre outros autores espirituais, André Luiz nos dá notícia da existência de animais no mundo espiritual. Como explicar esse fato? Seriam esses animais plasmados pelos espíritos, como as plantas o são, segundo descrição de alguns autores daquele plano?
Resposta: - Kardec não podia dizer tudo de uma só vez. Até porque o mundo não entenderia como não entende até hoje temas mais simples. A meu ver, André Luiz  apenas ampliou e aprofundou os assuntos quando a humanidade teve mais elementos na psicologia animal para entender a matéria.

Pergunta: - As almas de animais nos mundos superiores são tão evoluídas quanto os homens, aqui, da terra?
Resposta: - Tão evoluídos como os homens na Terra creio que não. Kardec diz que
os animais de lá são mais evoluídos dos que os animais daqui.

Pergunta: - Os ditos elementais são almas de animais ou homens?
Resposta: - A meu ver, os elementais (citados por Kardec quando se refere à ação).
dos espíritos sobre a natureza, como os ventos, os temporais, etc.) são entidades que estão passando gradativamente do reino animal para a espécie humana. Assim penso eu. Assim se explica por que Jesus acalmou a tempestade.

Pergunta: - Como devemos interpretar o item 283, do capítulo XXV do Livro dos Médiuns - Das evocações - em que diz que não existem almas de animais no mundo espiritual? Devemos interpretá-lo, ou entendê-lo, como se estivessem falando dos níveis espirituais superiores ou que eles, os espíritos superiores não queriam falar sobre este assunto naquele momento, deixando para André Luiz revelar depois, optando pela negativa das almas de animais na espiritualidade, evitando, assim, polêmicas descabidas naquele tempo?
Resposta: - Volto a dizer, Kardec não pôde à sua época dizer tudo... Por outro lado, mesmo hoje, o princípio inteligente dos animais não pode dar comunicações mediúnicas pois que não há um entrosamento fluídico entre o espírito humano e o espírito (vamos dizer assim!) dos animais.

Pergunta: - A evolução dos animais é só corporal, biológica ou ocorre evolução no relacionamento que eles têm entre si? Em um número da revista Superinteressante, infelizmente não me lembro qual, diz que os macacos tiveram uma pequena evolução no seu relacionamento com os da mesma espécie, como nós espíritas devemos ver isto?
Resposta: - Não li a Revista citada, mas entendo que pequena ou grande a evolução sempre se dá, tanto dentro dos indivíduos da mesma espécie (veja o nosso caso, somos todos da mesma espécie) como dentro dos relacionamentos com outras espécies (decorrência mais ampla da Lei da Sociedade e também da Destruição, lá de O Livro dos Espíritos).

Pergunta: - Os instintos nos animais são originários do seu corpo ou da sua alma?
Resposta: - Os instintos (nossos também) nunca nascem da parte material. Todos eles partem da natureza espiritual dos animais e também dos seres humanos.

Pergunta: - Existem casos em que animais (cães e, até, escorpiões) teriam cometido suicídio, isto realmente ocorre? Se sim, o que isto revela, na visão espírita?
Resposta: - Sim, há relatos dignos de confiança de animais que se matam. Creio seja um caso de depressão e esta hoje em dia se sabe provém por problemas de substâncias do cérebro. O animal poderia estar com tais problemas neurológicos. Conheci um gato que tinha crises de epilepsia.

Pergunta: - Os espíritos inferiores podem influenciar os animais para que cometam crimes, prejudiquem alguém?
Resposta: - Não. No máximo meter medo ao homem a quem os espíritos inferiores querem atingir. Mas cometer crimes, acho que não.

Pergunta: - Houve casos de materializações de animais, em sessões específicas para este fenômeno?
Resposta: - Sim, já houve e no meu livro “A Alma dos Animais” eu dou exemplo disto.

Pergunta: - O uivo dos cães é uma premonição, como muitas acreditam que seja?
Resposta: - Não creio. O cão uiva por sentir-se solitário. Pede o carinho dos seus donos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário