domingo, 28 de dezembro de 2014

NATAL E O FALSO MESSIAS

Natal, o nascimento do Falso Messias

(Ver também:Natal, festa pagã)
Aproveitando que, segundo os esotéricos, já estamos na "Nova Era" irei através deste post apresentar o significado real do Natal. Essa data é muito importante para os conspiradores,afinal é a data do nascimento do 'deus' deles. Estando na "Nova Era", está data torna-se ainda mais especial  para eles, de tal maneira que irão passar na satânica rede de televisão, a Globo, o filme-desenho " Rei Leão". Nesse desenho há um número de simbologias consideráveis sobre o nascimento do Falso Messias. Irônico eles passarem isso em um dia tão próximo do Natal. Muitos teóricos da conspiração teorizam que o Anticristo já está em nosso meio, mas os eventos simbólicos recentes me fazem teorizar que somente agora, no inicio dessa "Nova Era" que o Falso Messias veio a nascer. Bem, tudo é apenas uma possibilidade, mas não deixam de ser fatos os números grande de símbolos pagãos-ocultista presentes nas festas de Natal.
Do nascimento de Simba à morte do Pai de Simba são simbologias significativas e simbólicas referentes ao inicio da Nova Era. Tudo armado e planejado por lúcifer, que é retratado como Scar no filme, mas as vezes Simba é mencionado por Scar como Messias verdadeiro, de forma a zomba-lo, embora simbolicamente Simba representa no filme o Anticristo, o Falso Messias. A questão é que em todo o filme à uma propaganda oculta ao governo da Nova Era e ao Falso Messias, uma propaganda significativa ao Satanismo, aonde Satanás tenta inverter os papeis, fazendo parecer que lúcifer é Deus e que o Anticristo é o Messias. Desde cedo os conspiradores programão as crianças à aceitar o governo da Nova Era através de desenhos satanista como esse. Vivemos em um mundo cheio de ilusões, devemos tomar cuidado e vigiar e orar sem cessar. 
A questão principal fica no ar, porque a Globo passará esse desenho na véspera de Natal? As simbologias são bem claras. A origem do natal não é cristã, mas sim pagã! E essa prática dentro do Cristianismo faz muitos críticos, principalmente teóricos da conspiração cético-ateus e antinomianistas, desacreditar na religião verdadeira relacionando-a com as falsas religiões. Embora entre outras coisas dentro da religiões cristãs fazem o teóricos desviarem-se da Verdade sobre o Conspiracionismo. Mas são as práticas pagãs dentro de religiões, que deveriam ser compromissadas com o verdadeiro Criador, acabam por desviar as pessoas da Verdade.
Natal Parte II, A origem pagã.
O Mitraísmo
(ver também: Religiões da Nova Era)
O Natal é uma celebração bem antiga, era feita pelos pagãos, presente em uma religião chamada Mitraísmo. No natal há correrias às compras, consumismo e muita depressão em quem não tem dinheiro ou não tem família, sendo que atualmente a maioria das pessoas passa por uma desestruturalização familiar e dificuldades financeiras.
25 de Dezembro é a data de nascimento de um deus(demônio) oriental: Mithra, o deus da guerra. Adorado pelos guerreiros persas, gregos e romanos no Mitraísmo que era uma religião bem presenta na Roma Antiga. Esta data foi copiada pelos pseudo-cristãos (em especial católicos) para concorrer com os prelados mitraístas que eram mais poderosos. 
Essa é uma data de nascimento de um deus-demônio guerreiro e não a data de nascimento do Messias. Por isso acontece algumas crises e pertubações na sociedade nessa época, mas a Mídia esconde esses detalhes, como o fato de ser a época que mais acontece casos de depressão, assim como nos tempos de Halloween eles escondem o fato de ser o tempo que mais acontecem mortes. Essas coisas acontecem e raramente a mídia chama atenção a esses detalhes porque é tempo de "festa". Os conspiradores alienam as pessoas fazendo-as não perceberem esses detalhes e fazendo-as a aceitarem o paganismo e o ocultismo entrar na sociedade de forma progressiva.
Também no 25 de dezembro (época do Solstício de Inverno no Hemisfério Norte), se comemorava o nascimento do deus Hórus, no Egito, do deus Krishna, na Índia adorado pelos hindus; do deus da alegria e das orgias, Dioniso, na Grécia, entre outros.
Os pseudo-cristãos foram revestindo o Natal de várias simbologias que causam grandes alegrias em alguns, mas profundo desconforto na maioria: sendo fonte de neuroses terríveis e sendo o mês que mais acontece suicídios.
O Consumismo
O "Papai Coca" que você conhece como "Papai Noel" existe como uma egrégora e símbolo que vem tentar roubar o lugar do Criador Todo-Poderoso como atendente de pedidos. O "Papai Noel" é uma figura católico-pagã criada pelos conspiracionista para condicionar as crianças desde pequenas à buscarem falsos deuses. Além de ser o símbolo do consumismo nesse período.
O "Papai Coca" foi criado em 1931, e não era exatamente como o papai Noel atual. Existiu um bispo cristão na antiga Turquia de nome Nicolau (280 d.c.). Ele era famoso por arrecadar coisas entre os ricos e distribuir para os pobres. Uma espécie de Teresa de Cacutá, daí criou-se o mito do "bom velhinho" vestido com roupas de frio, marrons.
Aí, em 1931, os marqueteiros da Coca-Cola resolveram embarcar no espírito natalino. Só que marro só tem a ver com a cor do líquido, mas não com as cores-símbolo da empresa de refrigerantes: vermelho e branco (cor do socialismo burguês). O que fizeram para conseguir Marketing? Na campanha publicitária do Natal de 1931 a Coca-Cola inventou o novo papai Noel: vestido de vermelho com detalhes brancos, a marca da Coca-Cola.
Sim, é isso aí: o que muitos reverenciam, quando crianças, e é ensinado para os filhos a reverenciar até hoje, é uma farsa, uma farsa conspiracionista, da Coca-Cola. Um jogo de marketing de caráter oculto-ideológico e elitista, que ironicamente também faz com que nessa épocas muitas pessoas engordam.
25 de Dezembro o Nascimento do Sol Invicti
A verdade é que o dia 25 não é o nascimento do Messias, mas sim do deus-demônio Sol Invicto ( "Natalis Solis Invicti"), também conhecido como Mithra, divindade oriental que chegou ao Ocidente através de Alexandre, o Grande, quando de sua vitória sobre o Império da Persa, três séculos antes do nascimento do Messias verdadeiro.
A festa do "Natalis Invict" coincidia, no calendário juliano (anterior ao nosso atual, que é o gregoriano), com o Solstício de Inverno, a partir de quando, na Europa e Ásia as noites ficam maiores e se rezava pelo retorno da luz do Sol. Em todo o mundo civilizado, 25 de dezembro era data de festas para comemorar o nascimento de deuses: Mithra, o Sol Invicto, em Roma, na Grécia ou na Pérsia; Adônis, no Império Romano; Dioniso, na Grécia; ou Amom-Rá, no Egito.
E em todas essas culturas havia um "deus-menino" que nasce nessa mesma época, se adorava à mãe e ao filho, Anahira com o seu filho "menino-deus" Mithra, mesma analogia feita pelos católicos ao adorar a Maria e o menino-jesus, idolatria essa que descende dos babilônios servos de Semíramis e do ''deus-menino'' Tamuz.
Buda "O Illuminado", também nasceu de uma mulher virgem, engravidada pelo  "deus elefante" hindu. E até o Alexandre, O Grande, para justificar a sua adoração ao 'deus-menino' as suas tropas, disse que ele era nascido de uma cobra sagrada (Sic) que teria visitado sua mãe, Olímpia. O povo definitivamente acredita em tudo! Já existe milhões de seguidores de um "deus espaguete" na Internet, da religião chamada Pastaferianismo, criado por 'neo-ateus'.
O Natal era em Janeiro. Na Verdade, nos primeiros séculos do Cristianismo, o nascimento de Jesus era comemorado no mesmo dia da festa dos Reis Magos, em 6 de janeiro, porque não há registro histórico da data exata do nascimento de Jesus nem mesmo na Bíblia. E a Igreja Ortodoxa é a unica que ainda comemora o natal em janeiro. Os católicos pegaram o dia 25 de dezembro porque era a data de nascimento de outros deuses reverenciados no Império Romano e, assim "roubaria" crentes de outras religiões. Era um jogo conspiracionista para corromper a verdade, pois é possível que o nome do Messias nem seja realmente Jesus, porque eles corromperam a religião verdadeira.
Os romanos aceitaram o Cristianismo (já corrompido) por meio de Constantino, que só "oficializou" a divindade de Jesus Cristo em 19 de junho de 325, no concílio de Niceia. Constantino era também sumo Pontífice de culto ao deus Mithra, o Sol Invicto, e só foi batizado poucos minutos antes de morrer. Os prelados católicos usam aquelas vestimentas riquíssimas justamente porque apenas imitaram este deus persa cujos prelados tinha vestes bordadas de ouro. Até 325, Cristo era tido pelos ''cristãos'' apenas como um profeta assim como é até hoje reverenciado pelos judeus e muçulmanos só como um profeta.  O papa com as vestes douradas, com o símbolo do Sol invicto.
Mithra, o Sol Invicto, era o culto majoritário, era mais fácil impor o Cristianismo se as datas e liturgias mitraístas fosse absorvidas pela nova religião. E assim o fez os católicos. Mas infelizmente se preocupar com quantidade não é se preocupar com qualidade, e por muitas vezes é isso que vem corrompendo o Cristianismo. A oficialização do Natal só se deu mesmo com o papa Libério, em 354 d.c. O Natal era uma festa também para os seguidores de Saturno, deus da agricultura em Roma, séculos antes de Cristo. E nas "Saturnálias", no 25 de dezembro, o povo trocava presentes, dançava e adornava árvores com máscaras de Baco, deus-demônio do prazer e das bebedeiras. Já os druidas (sacerdotes dos povos celtas), adornavam carvalhos com maçãs pintadas de dourado. Os egípcios colocavam folhas de palmeira dentro de casa em dezembro reverenciando seus deuses. Na Babilônia, Ninrode, casado com Semíramis, renegou ao Criador. Depois de morto prematuramente, sua mulher garantiu que ele ressurgiria dos mortos, o chamando de "Messias", filho do deus-sol, Baal; quando um pedaço de pinheiro renasceu do nada.
fonte:(http://osinimigosdorei3.blogspot.com.br/2011/12/natal-e-festa-de-deus-guerreiro-mithra.html)

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