terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Somatização... quando as emoções atingem o físico


 


O alerta abaixo está colocado na porta de entrada de um espaço terapêutico:
"O resfriado escorre quando o corpo não chora.  A dor de garganta dói quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão amarga.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as dúvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza
O coração enfarta quando chega a ingratidão.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a "criança interna" tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade."
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Uma doença que nos acomete tem sempre a somatização de um pensamento ou de uma emoção negativa. Isto significa, que as doenças não surgem da noite para o dia em nossas vidas. Num primeiro estágio, acumulamos energias negativas por semanas, meses e anos. Essas energias são geradas por tensões que não conseguimos extravasar ou externalizar de maneira adequada, é como se transferíssemos para o organismo toda a carga emocional decorrente de algum problema que estamos vivendo.
Assim, nosso corpo vive, reage, registra e revela todo nosso conteúdo mental e emocional, e o resultado, muitas vezes, é o surgimento de uma doença ou um agravamento de uma doença já existente, ou seja, conflitos que não são resolvidos pela  razão e pelo bom senso são transferidos para o corpo.
Segundo a psicóloga americana Louise Hay, somos responsáveis por nosso corpo e por tudo que nele ocorre. Nossos pensamentos, principalmente os mais negativos, como tristeza, raiva. medo, ódio, ciúme, desamor, rejeição e vingança, dentre outros, podem desencadear doenças nos nossos órgãos mais sensíveis. 
A medicina tradicional associada ao acompanhamento psicológico é o primeiro passo para aquele que já impregnou seu organismo com energias deletérias. O segundo passo é a prevenção, e essa, só será alcançada com o equilíbrio emocional e a reforma interior.

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