quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Cemitérios – Antro de magia negra e larvas astrais

CEMITÉRIOS


Visitar ou residir próximo a um cemitério é altamente daninho aos nossos corpos internos e à nossa saúde física. E manter contato próximo com uma pessoa que ali esteve também pode resultar em prejuízo ao equilíbrio de nossa aura e de nossa residência.
Não à toa, diversas tradições orientais recomendam que ao sairmos de um cemitério, depois de cumpridos nossos deveres sociais em um velório, devemos lavar nossas roupas e calçados imediatamente, e, se possível, queimar um bom incenso nas pessoas e no próprio ambiente doméstico.
Segundo diversos esoteristas e clarividentes, inúmeras larvas e entidades são vistas nos chamados “campos santos”. Uma classe de larvas comentada no livro Os Elementais, do doutor Hartmann, são os Fantasmatas.
Os Fantasmatas, ou larvas astrais de cemitérios, podem ser expulsos ou destruídos com a queima de um bom incenso
Os Fantasmatas, ou larvas astrais de cemitérios, podem ser expulsos ou destruídos com a queima de um bom incenso
Essas entidades nascem dos fluidos astrais dos corpos em decomposição e são verdadeiros “encostos” do campo áurico das pessoas que visitam os cemitérios e/ou pensam constantemente nos defuntos.
Tais entidades podem ser afastadas ou dissolvidas defumando-se na casa e nas pessoas enxofre, cânfora, mirra, casca de alho…
Não pecam as tradições orientais, especialmente a hindu e a budista, ao afirmar que o mais recomendável para o desencarnado e sua família é a cremação.
Segundo ensinamentos gnósticos, o mais indicado é cremar o cadáver após 3 (três) dias de velório, assim haverá o desligamento total da alma do morto.
O mestre Leadbeater ensinava, em suas inúmeras obras, que antigamente a sabedoria esotérica ensinava a cultivar árvores com alto poder energético protetor ao redor de cemitérios, prostíbulos, leprosários, manicômios e demais locais infectados. Algumas plantas que o senhor Leadbeater e o VM Samael recomendavam são o eucalipto, o pinheiro e o floripôndio, além das árvores que pertencem ao Raio de Saturno (ou Raio da Morte), como os ciprestes, as quaresmeiras, os salgueiros etc.
No entanto, o mal que os cemitérios causam não é somente em nível energético, trata-se também de locais onde não raro existem templos de magia negra da pior espécie. Vejamos o que o VM Samael Aun Weor comenta a respeito dos cemitérios:
Por estranho que pareça para muitas pessoas, há nos cemitérios salões de magia negra situados dentro do plano astral. Esses tétricos salões aspiram toda a podridão do campo santo, e os magos negros de ditos salões utilizam para seus infernais propósitos todos os horríveis elementos do cemitério.
Existem no ambiente astral dos cemitérios muitos vampiros astrais que se nutrem das emanações cadavéricas e das podridões. Esses vampiros são utilizados pelos magos negros para causar dano a seus odiados inimigos.
Como a terra inspira e expele como nós, os cemitérios constituem grandes focos de infecção para as cidades. Dos cemitérios têm saído as grandes pestes, dos cemitérios têm saído o tifo e a varíola e toda classe de epidemias.
A terra de cemitério inspira oxigênio e expele epidemias. Os cientistas comprovaram que a terra inspira e expele, e portanto, essas nossas asseverações são rigorosamente científicas. Chegou a hora de que as autoridades sanitárias e saúde pública estabeleçam fornos de cremação em lugar dos cemitérios.
Os doentes estabelecerão em suas casas altares, onde porão nos belos y formosos “cofres” as cinzas de seus seres queridos, e nessas cinzas se manterão os laços entre os ascendentes e os descendentes.
Nos salões de magia negra dos cemitérios, os magos negros dispõem de verdadeiros enxames de entidades perversas e de átomos malignos para realizar suas operações de magia negra. Os magos negros desses salões põem a trabalhar sob suas ordens a milhões de almas perversas, cujos corpos têm sido enterrados no cemitério, e tudo isso faz com que os cemitérios sejam não só focos de epidemias físicas, senão também constituem focos de epidemias morais.
Cada átomo é um trio de matéria, energia e consciência, ou seja, cada átomo é uma inteligência atômica, e por consequência os átomos dos criminosos e dos malvados enterrados nos cemitérios constituem verdadeiras epidemias morais, concentradas especialmente nos cemitérios.
Esses átomos que nós respiramos nos cemitérios penetram em nosso organismo e formam suas colônias de maldade no espaço que separa o sistema objetivo de nosso sistema secundário ou grande simpático.
Se tivermos de "visitar" algum cemitério, recomenda-se colocar um pouco de pó de enxofre dentro dos calçados, pois a energia etérica desse elemento afasta poderosamente quaisquer entidades
Se tivermos de “visitar” algum cemitério, recomenda-se colocar um pouco de pó de enxofre dentro dos calçados, pois a energia etérica desse elemento afasta poderosamente quaisquer entidades. E praticar muitos, muitos mantras de proteção
Essas colônias falseiam nossas próprias mentes e flutuam invisivelmente em nossa atmosfera astral, e ali ficam infectando-a como uma epidemia moral ou como inteligências que nos incitam a toda classe de maldades. Comumente, mais em tempo chuvoso são mais facilmente ativas essas colônias de átomos malvados dos cemitérios.
Os cemitérios são verdadeiros infernos de maldade, pranto e podridão. Os corpos etéricos dos desencarnados flutuam ao redor das tumbas, como esqueletos ou espectros horríveis e constituem fonte de terror espectral para as almas atraídas por seus corpos físicos em estado de decomposição, rumo ao campo santo.
Os corpos etéricos vão se decompondo simultaneamente com os cadáveres e assumem as formas de horríveis espectros. Os tenebrosos dos salões de magia negra utilizam esses espectros para horrorizar as almas dos mortos, e até para atemorizar também os vivos. Esses são os inumeráveis casos de aparições espectrais que, através do tempo, se sucederam, muito apesar da já conhecida zombaria dos cronistas ignorantes e superficiais da época.
Esta frase dos analfabetos, de que ninguém pode saber do “telhado para cima”, ou de que “ninguém sabe do outro mundo, porque ninguém foi ali”, verdadeiramente só é possível entre os ignorantes da época.
(Retirado do livro Medicina Oculta, de Samael Aun Weor)

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