quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Introdução às sete cátedras

Quinta cátedra – Acontecimentos cósmicos


Há fatos, acontecimentos cósmicos e geológicos, que bem vale a pena estudar neste tratado de antropologia. Não há dúvida que a antropologia científico-gnóstica retira todos os véus que cobrem a origem do homem e do universo. Obviamente, resulta portentosa essa mecânica da natureza, porém jamais aceitaríamos a possibilidade de uma matemática sem matemáticos ou de uma mecânica sem mecânicos.
Não quero defender um Deus antropomórfico ao estilo do Jeová judaico, aquele da doutrina do olho por olho e dente por dente. Sabemos que este tipo de dogmatismo traz como conseqüência ou corolário a reação do tipo ateísta e materialista.
Torna-se necessário entender que qualquer abuso é prejudicial à humanidade. Nos tempos antigos, rendeu-se culto aos Deuses, isto é, aos Princípios Inteligentes da natureza e do cosmos, ao Demiurgo, arquiteto do universo, o qual não é um sujeito humano nem divino, mas antes, Unidade Múltipla Perfeita, o Logos dos platônicos.
Infelizmente, na augusta Roma dos césares e até na Grécia do passado houve um processo de degeneração religiosa. Quando se abusou do culto aos Deuses surgiu por reação o monoteísmo com seu Deus antropomorfo. Mais tarde, esse monoteísmo com o seu Deus antropomorfo produziu por reação o materialismo atual.
De maneira que o abuso do politeísmo traz por fim o antropomorfismo monoteísta, a crença em um Deus antropomórfico. Por sua vez, o monoteísmo dá origem ao ateísmo materialista. Estas são as fases religiosas pelas quais passam os povos.
Francamente, em nome da verdade, considero que chegou o momento de se eliminar esse antropomorfismo monoteísta, o qual deu origem a tão más consequências. O ateísmo materialista não existiria hoje se os cleros religiosos não tivessem abusado do culto monoteísta.
Portanto, o ateísmo surgiu por reação ao antropomorfismo monoteísta, o qual já surgira como oposição ao abuso politeísta. Sempre que se abusa dos cultos aos Deuses do universo surge, por simples reação, o monoteísmo.
Precisamos reconhecer os Princípios Inteligentes da Natureza e do Cosmo. Repito, não estamos defendendo um Deus antropomórfico. Reconhecer Princípios Inteligentes parece que resiste a qualquer análise científica.
Observemos por exemplo um formigueiro. Aí vemos os Princípios Inteligentes em plena atividade. Vejam como essas formigas trabalham, como fazem seus palácios, como governam, etc. A mesma coisa acontece numa colmeia de abelhas; a sua ordem é assombrosa.
Dotemos cada uma das formigas ou cada uma das abelhas de uma mônada pitagórica ou de um jiba hindu e todo o formigueiro, toda a colmeia, toma sentido, porque todas as criaturas vivem de um princípio monádico. O materialismo de Haeckel, de Darwin e de Huxley cai completamente destroçado diante disto.
Não estamos rendendo culto a nenhum Deus antropomórfico. Queremos unicamente que se reconheça uma inteligência da natureza. Parece-nos absurdo que a natureza esteja desprovida de inteligência. A ordem que existe na construção da molécula e do átomo está nos demonstrando dom inteira claridade meridiana os Princípios Inteligentes.
Estamos na época exata de se revisar princípios. Se não estamos de acordo com o materialismo é porque ele não resiste a uma análise de base. É puro lixo; isto é óbvio. Aquela criação do homem através de processos mecânicos é mais incongruente que a do Adão surgido instantaneamente do barro da terra. Tão absurda uma como a outra.
Reconhecemos que há inteligência em toda essa mecânica da natureza: no movimento dos átomos ao redor de seu centro de gravitação, no movimento dos mundos ao redor dos sóis, etc.
É certo e de toda verdade que o nosso sol, este que nos ilumina e dá vida, é um dos sóis dessa grande constelação que gira ao redor de Alcione, a qual se chamou nos tempos antigos de Plêiades. Que existem sete sóis girando ao redor de Alcione não é estranho. Vivemos em um rincão das Plêiades, em um pequeno planeta que gira ao redor do Sol, o qual está povoado de animais intelectuais. Esse mundo chama-se Terra.
Cada um dos sóis das Plêiades, cada um dos sete sóis, dá vida aos seus mundo correspondentes os quais giram ao redor deles. É certo e não o negamos que nosso planeta Terra é um pequeno mundo que gira em torno do sétimo sol da Plêiades. Não é menos certo que as Plêiades precisam de um princípio diretor inteligente.
Naturalmente, os porcos do materialismo não creem senão na ração e na gordura. Estão empenhados a reduzir o pobre bípede tricentrado ou tricerebrado a uma simples máquina de produção e consumo tridimensional.
Os materialistas querem tirar os Princípios Inteligentes da humanidade. Querem à força despojar a mentalidade humana de seus valores eternos, os valores do Ser. Compreendemos perfeitamente que ao se tirar os valores do Ser da humanidade, esta degenera espantosamente. Isto é o que está acontecendo nestes momentos de crise mundial e de bancarrota de todos os princípios. Os sabichões da antropologia materialista obstinam-se em precipitar as pobres gentes do século 20 no caminho da mais franca perdição.
As plêiades precisam de um Princípio Diretor ou melhor de Princípios Diretores; só assim não se cairá outra vez no antropomorfismo que foi tão fatal, produzindo o ateísmo materialista. O Princípio Diretor é plural, mas tem uma representação que os porcos do materialismo de modo algum aceitariam.
Quero me referir ao Sol Astral Equatorial das Plêiades, invisível para as lentes dos telescópios, mas visível para quem desenvolveu um tipo de visão extraordinária: a visão da intuição, prajnaparamita em seu grau mais elevado. Este termo, de pronúncia bastante difícil por ser sânscrito, não é aceito pela antropologia ateísta, porém é real em sua transcendência para os homens verdadeiros.
O Sol Equatorial das Plêiades coordena inteligentemente todos os labores e atividades cósmicas, humanas, minerais, vegetais e animais; e ainda esse grupo de corpos celestes conhecido como as Plêiades. O Sol Equatorial é na realidade uma soma de Princípios Inteligentes.
Tudo isto é aborrecível para os sequazes do materialismo, porém o mundo é mundo e sempre será… O materialismo sempre produz a degeneração do cérebro e da mente, involução dos valores humanos, decadência total, incapacidade de desenvolvimento da razão objetiva do Ser etc.
As Plêiades com o seu sol constituem um belo panorama do universo. O sol das Plêiades não é um sol visível, é um sol astral situado na quinta coordenada. Se aceitássemos apenas as três coordenadas, se estivéssemos engarrafados na geometria tridimensional de Euclides, seríamos como os ateus materialistas, inimigos do eterno, que somente creem, como os burros, no pasto que veem.
Que os Princípios Inteligentes desse sol astral mantêm as Plêiades em perfeita harmonia é algo que não ignoramos. Temos métodos e procedimentos para o desabrochar de certas faculdades transcendentais do Ser que permitem ver além dos simples telescópios e se aprofundar além dos microscópios.
Já não nos devemos ater agora simplesmente às Plêiades e sim ter em conta toda a galáxia em que existimos: a grande Via Láctea com os seus cem mil sóis, milhões de mundos, de luas e de pedras soltas. Galáxia extraordinária que gira ao redor do sol Sírio.
Esse sol é gigantesco e perto dele há uma lua 5 mil vezes mais densa que o chumbo. Essa lua gira ao redor do sol Sírio. Desse sol vêm radiações extraordinárias para a matéria cósmica. Não devemos negar que daquela lua, cinco mil vezes mais densa que o chumbo, vêm também terríveis radiações infra humanas.
Poder-se-ia dizer que as radiações do sol Sírio afetam a todos os supracéus de qualquer corpo e que as infrarradiações tenebrosas do satélite que o rodeia afetam os infrainfernos, os quais produzem estados caóticos na mente das criaturas humanas, engendram ateísmo materialista etc.
A galáxia em si, com toda essa ordem extraordinária, com sua forma espiraloide a girar ao redor do sol Sírio, sem dúvida alguma precisa de Princípios Inteligentes que a governem. Vem-nos à memória nestes momentos o sol Polar. É óbvio que nele estão os Princípios Inteligentes que controlam, governam e coordenam sabiamente esta galáxia na qual vivemos, movemos e temos nosso Ser. Trata-se de um sol espiritual maravilhoso que dirige completamente a Via-Láctea.
É óbvio que esta galáxia sem Princípios Inteligentes, ainda que gravitasse toda ao redor do sol Sírio, ainda que fosse governada inteligentemente, algo lhe ficaria faltando. Faltar-lhe-ia o sol espiritual, o Sol Polar, o fundamento mesmo de todos esses princípios Inteligentes. Mas a questão não termina aqui. Temos de ir mais longe. Einstein disse O infinito tende a um limite. Ele ainda afirmou que o infinito era curvo.
Não há dúvida que existem muitos infinitos. Além deste infinito há outro infinito e, mais além, entre infinito e infinito há espaços vazios. Não há um limite para os incontáveis infinitos. Nosso infinito, o infinito de Einstein, tem cerca de 100 mil galáxias com uma média de cem mil sóis cada uma mais os seus milhões de mundos correspondentes. Isto é o que alcança a percepção com os telescópios.
Mas, na verdade, este infinito em que vivemos precisa de Princípios Inteligentes soberanos para tudo coordenar e evitar no possível as colisões e fracassos de todo tipo.
Felizmente, existe o Sol Central, o Sagrado Sol Absoluto. Nesse Sagrado Sol Absoluto estão as Inteligências Diretoras de todo este infinito, no qual, repito, vivemos, nos movemos e temos nosso ser.
A inteligência governa todo o cosmos, no infinitamente pequeno e no infinitamente grande: no macrocosmo, no microcosmo, num sistema de mundos, em um formigueiro, numa colmeia etc. A inteligência cósmica reside justamente em cada partícula desta grande criação.
Vivemos aqui, como já dissemos, num pequeno planeta do infinito universo, num diminuto mundo que gira ao redor do sétimo sol das Plêiades e que tem uma mecânica governada por Princípios Inteligentes. Inquestionavelmente, os geólogos, que tanto têm estudado, não conhecem a mecânica viva deste planeta Terra.
Sem acreditou que os continentes nos quais vivemos fossem fixos, firmes, imóveis, porém tal conceito não está certo. Bem sabem os cientistas gnósticos que a Terra em sua constituição mais se parece a um ovo do que a uma massa firme. Se observarmos um ovo de galinha, vemos que tem uma gema que se movimenta e que se sustenta sobre uma clara. A mesma coisa acontece com a Terra.
Os continentes são como a gema sustentando-se sobre uma substância como a clara, pastosa, fluidica e gelatinosa. A gema não está quieta. Mexe-se e gira sobre um eixo periodicamente.
Um dia, toda a América e a Europa estavam juntas e agora estão separadas, isto é o que dizem os antropólogos materialistas, sobre a Pangaea. Eles desconhecem os ritmos, os movimentos periódicos e a verdadeira história geológica.
Há provas mais do que suficientes para demonstrar o movimento das massas continentais. Um dia existiu a Atlântida no continente que levou seu nome. Continente que foi considerado fantasia pelos seguidores do materialismo. A Atlântida já foi devidamente demonstrada de forma concludente pelos verdadeiros sábios que apareceram de quando em quando na Terra.
Que aquele continente tivesse afundado como a nada do leite é uma afirmação absurda e tola dos ignorantes ilustrados. Se a Atlântida afundou foi devido à revolução dos eixos da Terra, mas isso os dedicados materialistas desconhecem.
A catástrofe atlante deixou os nossos continentes em má situação. Observem as Américas e verão que do lado do Pacífico se inclinam, como que querendo afundar no oceano, enquanto que o lado oriental levanta. Assemelha-se ao que sucede num barco; nunca afunda verticalmente e sim sempre de lado. A própria cordilheira dos Andes se carrega para o oceano Pacífico.
Olhemos a Europa. Não há dúvida que quer afundar pelo mediterrâneo; está mais submersa para esse lado. A mesma coisa acontece com a Alemanha e a Rússia. O continente asiático está inclinado como que querendo afundar no mar das Índias.
Os continentes foram avariados pela grande catástrofe da Atlântida que desequilibrou a formação geológica do nosso mundo.
Falamos muito de sóis, de catástrofes e de muita coisa por extensão. Os sóis de Anahuac convidam-nos à reflexão. Eles são interessantíssimos pois são de fogo, ar, água e terra. Eles marcam terríveis catástrofes cósmicas.
Diz-se que os filhos do primeiro sol, os protoplasmáticos, pereceram devorados pelos tigres. Está claro que se trata dos tigres da sabedoria!
Diz-se que os filhos do segundo sol, os hiperbóreos, pereceram arrasados por fortes furações. Isto se refere à humanidade que viveu na ferradura que circunda o pólo norte.
Afirma-se que os filhos do terceiro sol, os lemurianos, pereceram por um sol de chuva e fogo e grandes terremotos.
Os filhos do quarto sol, os atlantes, foram mortos pelas águas.
Quanto aos filhos do quinto sol, os arianos, as pessoas desta época, perecerão pelo fogo e por terremotos. Assim será, assim se cumprirá dentro de pouco tempo.
Os filhos do sexto sol, os coradis, da futura Terra de amanhã, também morrerão.
Depois de lhes falar sobre os sóis de Anahuac, passaremos a um ciclo menor. Naturalmente que sempre houve idades primária, secundária, terciária e quaternária. Só que não embasaremos essas idades nas cinco raças que existiram. Desta vez, nos fundamentaremos em algo diferente, precisamente nos movimentos da gema terrestre, nesses movimentos geológicos que se processam periodicamente sobre o seu próprio eixo, nos movimentos dos continentes sobre essa substância pastosa e gelatinosa.
Deste ponto de vista, podemos falar de idades primárias, secundárias, terciárias e quaternárias; de um Eoceno, de um período primário desconhecido por quase todos. Podemos falar de Oligoceno, Mioceno e Plioceno sim, bem como dos tipos de catástrofes que também existem, como glaciações terríveis, as quais não negamos. A Atlântida marca o final da era terciária com o seu desaparecimento. Essa era terciária foi belíssima devido aos seus edênicos jardins e deliciosa por seus vastos paraísos.
Houve várias dessas glaciações. Não há dúvida de que nos aproximamos de outra glaciação. Há catástrofes produzidas pelas revolução dos eixos da Terra, pela verticalização dos polos do mundo, porém também há catástrofes causadas pelo movimento dos continentes, quando surgem os terremotos e sobrevêm as glaciações.
Fala-se de cinco glaciações que se processaram de acordo com os movimentos continentais, mas saibam que também houve glaciações produzidas pela verticalização dos pólos da Terra. As catástrofes e glaciações são múltiplas, isso é óbvio.
Se disséssemos que o homem não existiu nas épocas do Mioceno, Plioceno e Eocenoo, estaríamos a afirmar algo falso. Resulta curioso que á medida que as espécies arcaicas de animais foram se extinguindo, o homem tenha continuado existindo.
Estou falando de homens no sentido meramente convencional, pois já sabemos que o animal intelectual não é o verdadeiro homem, mas de alguma forma temos de falar. Que houve mudanças terríveis, houve!
Pensemos naquela raça humana que surgira do Eoceno com seu clima tropical , naquela raça que desabrochou e se desenvolveu durante o Oligoceno com sua temperatura média e, por fim, naquela outra que viveu no frio Mioceno, das baixas temperaturas que se aproximaram com as últimas glaciação. O interessante é que apesar de tantas glaciações e catástrofes os seres humanos continuam existindo.
O homem paleolítico ainda existe! Incrível, porém verdadeiro! Todas as espécies de animais arcaicos desapareceram; os enormes répteis do mesozóico morrera, e, no entanto, os seres humanos continuam existindo. Como isso é possível? Como é que todas as criaturas arcaicas tenham morrido e os seres humanos ainda vivam?
Passaram-se as épocas primária, secundária e terciária do nosso mundo e ainda vemos os seres humanos caminhando pelas ruas. Isso nos dá autoridade mais que suficiente para dizer aos Darwin, aos Huxley e aos Haeckel, que tanto mal causaram à humanidade com suas teorias materialistas, que o ser humano existiu muito antes da era paleolítica.
Na cátedra passada, comentei algo sobre o umbigo do universo, sobre o Omeyocan, e o comparei ao germe do qual nasceu este planeta. É claro que o Omeyocan desenvolveu-se em várias dimensões antes de que a Terra pudesse existir fisicamente. Quero dizer que no Omeyocan, no umbigo do mundo, verificou-se a gestação de todo o planeta que passou por períodos de atividade em diversas dimensões antes de se cristalizar na forma física atual.
O ser humano, como semente, desenvolveu-se do Omeyocan e foi cristalizando-se pouco a pouco através de diversas dimensões até tomar a forma física da Época Polar.
Estamos tocando em assuntos que incomodam aos materialistas. Eles dizem que não creem senão no que veem e no entanto acreditam em todas as suas utopias. Andam buscando o homem primordial entre as camadas subterrâneas da época quaternária e a cada dia inventam mais e mais teorias, nas quais creem sem havê-las visto. Andam dizendo mentiras. Estão acreditando no que não veem. São uns falsários.
Nós podemos comprovar o que afirmamos, já que temos sistemas de investigação. Com a técnica da meditação, podemos desenvolver certas faculdades, como a do tipo intuição prajnaparamita, a qual nos permite estudar os registros akáshicos da natureza. Nesses registros, está toda a história da Terra e de suas raças.
Se os porcos do materialismo deixassem sua posição fanática e se resolvessem a entrar nas disciplinas gnósticas, poderiam desenvolver certas faculdades mediante as quais a história da Terra e de suas raças se lhes tornaria acessível.
Chegou a hora de cada um refletir sobre si mesmo e sobre o universo. O homem existe sobre a Terra muito antes da era primária, muito antes da era paleolítica. O fato concreto de que sigamos existindo apesar de os animais dos tempos idos já terem desaparecido em sua maioria nos dá o direito de fazer tal afirmação.
Se isso é assim, temos o direito de dizer que somos tão antigos quanto a terra e quanto a natureza. Fatos são fatos e diante deles temos de nos render.
Se não perecemos, se não desaparecemos do cenário do mundo apesar de tantas catástrofes, apesar de todas as criaturas do Mesozoico terem se acabado, isso nos dá autoridade para declarar que somos seres especiais, que existimos na Terra antes de as criaturas do Paleoceno ou do Mesozoico terem aparecido sobre a superfície da Terra. Este direito nos dá o fato de ainda existirmos, o fato concreto de que se passaram eternidades e continuamos vivendo.
Morreram criaturas contemporâneas e no entanto estamos vivos. Todos pereceram porém seguimos existindo. Portanto, temos bases para rirmos nos narizes de Huxley, Darwin e Haeckel, personagens que foram letais para a humanidade.

Devemos ter em conta os diversos cenários em que se desenvolveu esta humanidade. Eles merecem ser estudados. Quão maravilhosos e sábios são os sóis nahuas! Não somente contemplam a raça que foi devorada pelos tigres da sabedoria, como também aos hiperbóreos, que foram arrasados por fortes furacões, aos lemurianos que pereceram pelo sol de chuva de fogo e grandes terremotos e aos atlantes que foram tragados pelas águas.
Esses sóis nahoas vão muito longe. Eles contemplam os movimentos dessa gema sobre a clara, os movimentos periódicos desses continentes que tão depressa se separam e se afastam, produzindo grandes glaciações onde toda a vida perece, como dão origem a novas atividades. Esses sóis de Anahuac trabalham através dos períodos terciário, secundário e primário.
Por último, se lhes eleva nas trocas de fogo de cada 52 anos. Agora, estamos na quinta dessas mudanças, no quinto sol. A doutrina secreta de Anahuac contém tesouros preciosos que os inimigos do México, os antropólogos do materialismo ateu, nunca aceitariam.
(Samael Aun Weor, Antropologia Gnóstica)

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