quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Introdução às sete cátedras

Primeira cátedra – A origem da vida



Muito se investigou sobre a origem do homem e na realidade, os antropólogos materialistas desta idade decadente e tenebrosa só elaboraram hipóteses. Se perguntássemos aos senhores da antropologia oficial qual foi a data e o modo exato como surgiu o primeiro homem, seguramente não saberiam dar uma resposta exata.
Desde os dias de Darwin até Haeckel e depois, desde Haeckel até hoje, têm surgido inúmeras teorias sobre a origem do homem, porém temos de esclarecer de forma enfática que nenhuma delas pôde ser demonstrada. O próprio Haeckel assegurou com grande ênfase que nem a geologia nem tampouco a ciência chamada filogenia teriam jamais essa exatidão no terreno da ciência oficial. Se afirmação deste tipo fez Haeckel, que poderíamos acrescentar à questão? Na verdade, isto da origem da vida e da origem do homem, humanidade que não estudasse a fundo a antropologia gnóstica não poderia conhecer.
Que dizem os protistas materialistas? Que afirmam com tanta arrogância? Que supõem sobre a origem da vida e da psique humana? Lembramo-nos claramente da famosa monera atômica de Haeckel no seu abismo aquoso. Esse complexo átomo não poderia de modo algum surgir ao acaso, como supõe aquele bom senhor, ignorante de base, que, louvado por muitos ingleses, causou um grande mal ao mundo com as suas famosas teorias.
Só poderia repetir, parodiando Jó: que sua lembrança se apague da humanidade e que seu nome não figure nas ruas. Crêem vocês por acaso que um átomo do abismo aquoso, a monera atômica, poderia surgir ao azar? Se para construir uma bomba atômica precisa-se da inteligência dos cientistas, quanto maior talento não seria requerido para a elaboração de um átomo?
Se negássemos os Princípios Inteligentes da natureza, a mecânica deixaria de existir. Assim que não é possível a existência da mecânica sem mecânicos. Se alguém considerasse possível a existência de uma máquina sem construtor, gostaria que me o demonstrasse. Que pusesse os elementos químicos sobre a mesa do laboratório a fim de que deles surgisse um rádio, um automóvel ou simplesmente uma célula orgânica: Sabemos que Dom Alfonso Herrera, o Autor da plasmogenia, conseguiu fabricar a célula artificial, mas esta sempre foi uma célula morta, jamais viveu.
Que dizem os protistas? Que a consciência, o Ser, a alma, o Espírito ou simplesmente os princípios psíquicos, nada mais são do que evoluções moleculares do plasma através dos séculos! Obviamente, as almas moleculares dos fanáticos protistas não resistiriam jamais a uma análise de base. Aquela célula alma, o bathybius gelatinoso do famoso Haeckel, da qual surgiria toda a espécie orgânica, está muito boa para um Moliere e suas caricaturas.
No fundo de todo este assunto e por trás de tanta teoria mecanicista e evolutista, o que se tem é o afã de se combater o clero. Busca-se sempre um sistema que satisfaça a mente e o coração a fim de se demolir a gênese hebraica. Trata-se de uma reação contra o Adão Bíblico e sua famosa Eva extraída de uma costela. Esta é a vibrante origem dos Darwin, dos Haeckel e demais sequazes. Não está certo que por reações mecânicas se dê origem a tantas hipóteses desprovidas de qualquer embasamento sério. Que diz Darwin sobra a questão dos macacos catarríneos? Que possivelmente o homem proveio dele! No entanto, não o afirma com a ênfase que supõem os materialistas alemães e ingleses. Charles Robert Darwin, na verdade, dentro de seu sistema, pôs certos fundamentos que vêm desvirtuar e até aniquilar a suposta procedência humana do macaco, ainda que estes sejam catarríneos ou catarrinos.*
Em primeiro lugar, como já o demonstrara Thomas Henry Huxley, o esqueleto do homem é completamente diferente em sua construção do esqueleto do macaco. Não duvido que haja certa semelhança entre o antropóide e o pobre animal intelectual equivocadamente chamado homem, mas não é algo definitizante. O esqueleto do antropóide é de trepador, está moldado para trepar, assim o indica a elasticidade e a constituição do seu sistema ósseo. Em troca, o esqueleto humano foi feito para caminhar. Definitivamente, são duas construções ósseas totalmente diferentes.
Por outro lado, a flexibilidade dos ossos do eixo craniano do antropoide e do ser humano são completamente diferentes. Isto nos deixa pensando seriamente. Há também a afirmação feita pelos antropólogos materialistas, com inteira claridade meridiana, de que um ser organizado, de modo algum, poderia vir de outro ser que seguisse o sentido inverso, isto é, ordenado antiteticamente.
Nisto, teria de ser por algum exemplo: Vejamos o antropóide e o homem, ainda que este último esteja degenerado nos tempos atuais, é um ser organizado. Agora, estudemos a vida e os costumes do antropóide e veremos que está ordenado de forma diferente, contraria a técnica. Um ser organizado não poderia vir de outro ordenado de forma oposta, foi o que sempre afirmaram severamente as escolas materialistas.
Qual seria a idade do antropóide? Em que época teriam aparecido os primeiros símios sobre a superfície da Terra? Inquestionavelmente, no mioceno, quem poderia negá-lo? Teve de aparecer obviamente na terceira parte do mioceno entre 15 e 25 milhões de anos.
Por que apareceram os antropoides sobre a superfície da Terra? Porventura, os senhores da antropologia materialista, os brilhantes cientistas modernos que tanto se presumem de sábios, poderiam dar uma resposta exata? É óbvio que não! Ademais o mioceno de modo algum esteve localizado dentro da famosa Pangaea, tão acreditada pela geologia do tipo materialista. Resulta ostensível que o mioceno teve o seu cenário próprio na antiga terra lemuriana, continente localizado no oceano Pacífico.
Restos da Lemúria temos ainda na Oceania, na grande Austrália, na ilha de Páscoa, onde são encontrados certos monólitos talhados, etc. Isto, a doutrina materialista não aceita porque está engarrafada na Pangaea… Mas que importa às pessoas, à ciência e a nós? O fato é que não vão descobrir a Lemúria com os testes do carbono 14, do potássio argônio ou do pólen. Todos esses sistemas de provas materialistas servem muito bem para um Molière e suas comédias.
Pelos tempos atuais, depois das infinitas suposições dos Haeckel, dos Darwin, dos Huxley e de todos os seus sectários, segue-se entronizando a teoria da seleção natural das espécies. Em nome da verdade, temos de dizer que a seleção natural como poder criador é simplesmente um jogo de retórica para ignorantes, algo que não tem fundamento. Isso que mediante a seleção natural se consiga criar novas espécies, isso que mediante a seleção natural haja surgido o homem, resulta no fundo espantosamente ridículo e acusa uma ignorância elevada ao extremo.
Não nego a seleção natural. É óbvio que ela existe, porém não tem poder para criar novas espécies. O que existe na verdade é a seleção fisiológica, a seleção de estruturas e a segregação dos mais aptos; isso é tudo. Agora, levar a seleção natural até o grau de convertê-la em um poder criador universal é o cúmulo dos cúmulos. A nenhum verdadeiro sábio ocorreria semelhante tolice. Nunca vi, através da seleção natural, surgir alguma espécie nova. Em que época? Quando?
As estruturas sim, se selecionam; não o negamos. Os mais fortes triunfam nisso da luta pelo pão de cada dia, na batalha incessante de cada momento, em que se briga para comer e para não ser comido. Obviamente, triunfa o mais forte que transmite suas características aos seus descendentes: particularidades fisiológicas, propriedades estruturais e outras… Segregam e transmitem tais aptidões aos seus descendentes. Eis como se deve entender a lei da seleção natural. Eis como deve ser compreendida.
Uma espécie qualquer nas profundas selvas da natureza tem de lutar para devorar e para não ser devorada. Logicamente, a luta sabe ser espantosa. Como resultado, triunfam, como é próprio e natural, os mais potentes. No mais forte, há estruturas maravilhosas, características importantes, que são transmitidas à sua descendência, mas isso não significa o nascimento de uma nova espécie.
Nunca um cientista materialista viu surgir uma espécie de outra por lei de seleção natural. Não lhes consta que tenham tocado nela de algum modo. Então, em que se baseiam? É fácil lançar uma hipótese e depois afirmar dogmaticamente que esta é a verdade e nada mais do que a verdade.
No entanto, não são eles, por acaso, os senhores da antropologia materialista, os que dizem que não crêem senão naquilo que vêem, que não aceitam nada que não hajam visto? Que contradição horrível! Crêem em suas figurações e nunca as viram. Afirmam que o ser humano vem do ratão, porém isso não lhes consta, nunca o perceberam diretamente.
Também enfatizam a ideia de que o ser humano vem do mandril (quadrúmano cinocéfalo da África Ocidental).
São inumeráveis os sofismas desses cientistas tontos; afirmações absurdas de fatos que nunca viram. Nós gnósticos não aceitamos superstições e isso é fetichismo. Nós somos matemáticos na investigação e exigentes na expressão. Não gostamos dessas fantasias. Queremos atos e fatos concretos e definitivos.
Assim que, investigando este tema relacionado com os nossos possíveis antecessores, podemos evidenciar claramente o estado caótico em que se encontra a doutrina materialista. Há desordem total em suas mentes degeneradas e falta de capacidade para a investigação. Esta é a crua realidade dos fatos.
Este assunto de que certas formas hominídeas surjam de outras assim porque sim, fundamentando-se em provas ridículas como as do carbono 14, do pólen ou do potássio, demonstra palpavelmente a vergonha deste século XX.
Nós, antropólogos gnósticos, temos sistemas de investigação diferentes, possuímos disciplinas especiais que nos permitem pôr em atividade certas faculdades latentes no cérebro humano, certos sentidos de percepção completamente desconhecidos pela antropologia materialista. Que a natureza tenha memória é uma conclusão lógica e um dia poderá ser demonstrado! Os ensaios científicos já começaram e breve as ondas sonoras poderão ser decompostas em imagens, as quais serão perceptíveis através de telas especiais. Há certas tentativas técnicas nesse sentido.
Então, os televidentes do mundo inteiro poderão ver a origem do homem, a história da Terra, e de suas raças. Quando chegar esse dia, que não está longe, o anticristo da falsa ciência ficará despido diante do veredicto solene da consciência pública.
O problema da seleção natural, do clima, do ambiente, etc., tem fascinado a muita gente que termina se esquecendo dos tipos originais, dos quais surgiram as espécies. Crêem os néscios cientistas que a seleção natural poder-se-ia processar de maneira completamente mecânica, sem Princípios Diretores Inteligentes. Isso seria tão absurdo como pensar que uma máquina poderia ser construída sem um princípio inteligente, sem uma mente que arquitetasse ou sem um engenheiro que lhe desse forma.
Fora de dúvida, esses Princípios Inteligentes da natureza somente poderiam ser repelidos pelos néscios, por aqueles que pretendem que uma máquina orgânica surja ao acaso. Jamais esses princípios seriam recusados por homens verdadeiramente sábios no sentido mais completo da palavra.
Á medida que o tempo passa e nos aprofundamos nisso tudo, vemos, encontramos, todas as falhas da antropologia materialista. É necessário se refletir profundamente em todas essas coisas. Se, ao invés de assumir essa posição de ataque contra qualquer clericalismo, eles tivessem passado por um prévio período de análise reflexiva, em tempo algum se atreveriam a lançar hipóteses anticientíficas.
Bem sabemos que o Adão e a Eva, que tanto molestam aos senhores da antropologia materialista, não passam de símbolos. Seria bom que os senhores da antropologia materialista, que como profanos querem refutar a gênese bíblica, entendessem e que entendessem todos, que o Gênesis é tão somente um tratado de alquimia para alquimistas e que deveria ser estudado como tal e jamais de forma literal.
Assim é que os senhores da antropologia se esforçam em refutar algo que nem sequer conhecem. Por isso, atrevo-me a dizer que suas hipóteses simplesmente não têm bases sólidas.
O próprio Darwin jamais pensou em ir tão longe com suas doutrinas. Recordemos que ele fala de caracterizações. Depois que uma espécie orgânica passou por um processo seletivo, estrutural e fisiológico, inquestionavelmente caracteriza-se de maneira constante e definitiva. Vemos, pois, que o famoso antropoide teve de passar por processos seletivos, tendo posteriormente assumido características totais, porém não voltou a passar por mudança alguma; isso é óbvio.
Aquela questão do Noé pitecoide com seus famosos três filhos: o cinocéfalo com rabo, o macaco sem rabo e o homem arbóreo do paleolítico, nunca, na verdade, teve comprovação exata. São tão somente teorias sem embasamento algum e por certo espantosamente ridículas.
Vê-se que aqueles que se afanam tanto pelos mamíferos prossímios, entre os quais estão os famosos lêmures, nem remotamente suspeitam o que é o homem em si mesmo e qual a sua origem. Alguns cientistas atuais consideram os insignes lêmures como um de nossos antepassados devido a sua supôs placenta discoidal. No fundo, isso nada mais é do que fantasias desprovidas de realidade.
Os renomados cientistas materialistas entram em ação para estudar a evolução mecânica da espécie humana ou de qualquer uma das outras espécies na metade do caminho, depois que se cristalizaram em formas sensíveis. Desconhecem que antes passaram por terríveis processos evolutivos e involutivos dentro do espaço psicológico, no hipersensível, nas dimensões superiores da natureza e do cosmos.
Claro que ao falarmos assim, os antropólogos oficiais sentem-se tão nervosos e incomodados como chineses que escutam um concerto de música ocidental. Riem, possivelmente riem sem saberem que quem ri do que desconhece, está a caminho de tornar-se idiota.
Buscam semelhança, sim! Querem fazer crer que o formato da cabeça e da boca do tubarão prova se ele origem de outros mamíferos; entre eles está o irmão ratão que agora passou a ser um grande senhor. Supõe-se que seja nada menos do que o predecessor dos Haeckel, dos Darwin, possivelmente dos Huxley e dos famosos faraós do velho Egito, de Einstein… sei lá!
Modernamente considera-se o ratão como um mamífero prossímio. Passou para o primeiro posto nas salas de conferência. Até onde chegou a ignorância do ser humano! Não nego que o ratão tenha existido na Atlântida, quando certamente tinha o tamanho de um porco. Sobre isso, o insigne escritor espanhol Dom Mario Roso de Luna fala claramente. No dicionário Pequeno Larousse Ilustrado encontra-se um comentário de que o ratão na antiguidade era denominado com a palavra ALTO.
Sim, ele existiu na Atlântida e tampouco nega-se sua presença na Lemúria. Mas, que seja um dos mais importantes antecessores do homem resulta totalmente falso. Na verdade, quando se desconhece a antropologia gnóstica, cai-se nos mais espantosos absurdos. Em plena época espacial, os sequazes do anticristo inclinam-se diante do ratão, diante do tubarão, a quem também se considera um velho antecessor, ou diante dos lêmures, um animalzinho por certo muito interessante.


Quando se conhece bem a antropologia gnóstica, é lógico que não se cai nessas situações ridículas. Analisando cuidadosamente os princípios da antropologia materialista, descobrimos que as suas fantasias são devidas ao absoluto desconhecimento do gnosticismo universal. Isso de que a feição de um rosto ser parecida a de outro rosto servir para se estabelecer as bases de uma possível descendência, resulta tão empírico quanto aquilo de supor que o homem foi feito de barro, sem dar-se conta de que se trata apenas de um símbolo.
Os germes originais da grande natureza, homens ou animais, desenvolvem-se sempre no espaço psicológico, nas dimensões superiores, antes de se cristalizarem na forma física. Não há dúvida de que são similares em sua constituição, o que de maneira alguma poderia servir de base, de pedestal, para se lançar um conceito básico. Os germes diferenciam-se à medida que se cristalizam lentamente e isso é apenas normal.
A origem do homem é algo mais profundo. Ele desenvolveu-se do caos nas dimensões superiores da natureza até se cristalizar de forma sensível nos templos antigos. Inquestionavelmente, em futuros capítulos, iremos avançando mais e mais em toda essa exegese. Quero dizer que a origem da humanidade ficará á descoberto nestas cátedras. Exporemos, também as causas primárias e secundárias que deram origem à espécie humana e outros temas de transcendental repercussão.
Por acaso, alguém conhece as respostas das interrogações anteriores? Os antropólogos materialistas? Se os próprios cientistas seguidores de Haeckel sabem muito bem que todo passado geológico e a filogenia materialista não chegaram a ser ciências exatas! Assim o afirmaram, assim o disseram, então o quê ?
Vivemos um momento de grandes inquietações e o mistério da origem do homem deve ser esclarecido. O terreno das conjecturas é detestável. Assemelha-se a um muro sem cimentação. Basta que se lhe dê um ligeiro empurrão para convertê-lo em um monte de escombros. O mais grave da antropologia materialista é o fato de negar os Princípios Inteligentes da maquinaria universal.
Obviamente, tal atitude deixa a maquinaria sem cimentação. Não é possível que a maquinaria ande ou se construa ao azar. Os Princípios Inteligentes da natureza estão ativos em todo processo seletivo e se manifestam sabiamente.
Também é absurdo nos engarrafarmos no dogma da mecânica evolutiva. Se existe na natureza os princípios construtivos, sem dúvida também existe os destrutivos. Se há evolução nas espécies vivas, nelas também há involução. Por exemplo: há evolução no germe que morre para que o talo nasça; há evolução na planta que cresce, que lança folhas e flores e por fim dá frutos. Mas há involução na planta que murcha, que fenece e que por fim se converte em lenho seco.
Há evolução na criatura que está sendo gerada no ventre materno, no menino que brinca e no jovem. Mas há involução no ancião que envelhece e por fim morre. Os mundos evoluem quando surgem do caos da vida e depois involuem quando se convertem em cadáveres lunares.
Se considerarmos a antropologia exclusivamente dentro da mecânica evolutiva, estamos falando de forma parcial e caindo no erro. Mas, se estudamos a antropologia também à luz da involução, estamos caminhando equilibradamente porque evolução e involução constituem o eixo mecânico de toda a natureza. Estimar que a evolução é a única base de todo este grande mecanismo natural resulta totalmente absurdo.
Temos de considerar a vida e a morte, os tempos de desenvolvimento e os tempos caducidade; somente assim caminharemos corretamente dentro da dialética gnóstica em sua estrutura integral.
De modo algum estamos dispostos a ficar engarrafados no dogma materialista evolutivo. Temos de estudar também os processos involutivos da antropologia ou caminharemos pela senda do erro.
Quais são os tipos originais desta raça humana? Quem os conhece? Nós temos métodos científicos mediante os quais podemos ver, ouvir e tocar nos tipos originais da raça humana. Sabemos muito bem que antes de o animal intelectual aparecer na Atlântida de Platão, a qual não é uma simples fantasia como o pretendem os fanáticos ignorantes da famosa Pangaea materialista, o homem existiu na Lemúria, assim como na época hiperbórea e polar. Porém estes pontos iremos desenvolver nas cátedras seguintes.
Realmente, a Atlântida existiu. Restos dela são o arquipélago das Antilhas, as ilhas Canárias e também a própria Espanha, que é um pedaço da antiga Atlântida. Isto os apaixonados da antropologia materialista desconhecem, como também o desconhecem os geólogos, no fundo tão atrasados quanto incapazes de se projetarem no tempo. E como poderiam eles saber algo sobre o que ocorreu há tantos milhões de anos, na era do mioceno? Que sabem eles a respeito? Por acaso viram alguma coisa, tocaram?
Nós falamos do mioceno porque podemos vê-lo, o que é exequível para aquele que seja capaz de desenvolver as faculdades latentes do cérebro humano. Contudo, a atitude de negação dos materialistas é incongruente. Dizem que não creem senão naquilo que veem e terminam acreditando em todas suas figurações absurdas. Suposições que ninguém viu e que a ninguém consta.
Com toda a certeza declaramos que cientista algum viu surgir o primeiro homem, no entanto falam dele com suma autossuficiência, como se tivessem estado no mioceno, como se tivessem visto os antropoides surgindo, lá na antiga Lemúria.

Os antropólogos materialistas entronizam seus maravilhosos deuses, tais como os lêmures e os mandris, e colocam-nos como sublimes prossímios dos quais descendemos. Consta-lhes isso? Viram-no alguma vez? Nunca! Em que se baseiam?
Em casos que não viram e, porventura, não são eles os que dizem que não creem senão no que veem? Como que então estão crendo no que nunca viram? Não é uma contradição isso? No fundo, não resulta incongruente tudo isso?
(Samael Aun Weor, Antropologia Gnóstica)

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