sábado, 27 de fevereiro de 2016

As Origens dos Rituais – Porque nós fomos condicionados a rituais – 03.07.2015



As Origens dos Rituais – Porque nós fomos condicionados a rituais –
– Prólogo
Existem inúmeras formas de expressão daquilo que chamamos de energia. A que nutre a tudo e a todos, a todo instante e no universo inteiro chama-se Energia Cósmica. Há inúmeras formas de conexão conscientes e inconscientes. Algumas pessoas têm mais facilidade de acesso que outras e o fluxo de energia é mais ou menos intenso de acordo com a limpeza dos canais internos de comunicação individuais (práticas espirituais, mente meditativa, alimentação vegana). Não existe o critério de merecedor ou não merecedor. Ela está disponível para que todos os seres se beneficiem. Cada pessoa, com seu livre-arbítrio, se inclui ou se exclui nesse processo universal. Também não existe um lugar específico, nem tampouco fórmulas secretas só para privilegiados. Tudo é muito simples, de acordo com as leis naturais e espirituais do universo. É só olhar para a natureza, com toda a sua complexidade/simplicidade, e procurar entender o que ocorre. Muitos mestres, das mais diferentes épocas e partes do mundo, ensinaram que o acesso direto à energia cósmica está definitivamente ligado à fé ativa, que não é palpável nem visível. É difícil descrever esse “sentimento”, e o que se aproxima de mais concreto é a certeza, a aceitação de que algo existe e faz com que esse algo seja transformado em Força. Será que um Reikiano tem mais fé do que quem não é? E uma pessoa que reza o terço católico ou o tibetano? Não, sem a fé viva e genuína, não manipulada e vinda do coração, não há efeito algum. Embora seja treinado a servir apenas de “bambu oco” para a passagem da energia, o canal dessa pessoa é também considerado, daí porque a disciplina pessoal de quem se conecta com energias cósmicas é fundamental. A Força representada pelo nome de fé, não pode ser medida nem é coisa para privilegiados. Ela é um ato de vontade consciente e acima de dúvidas, é um fator diferencial na nossa vida. Assim, é preciso treinar a conexão com as forças cósmicas e acreditar nelas. A certeza da conexão modifica padrões físicos, mentais e materiais pelo bom uso da energia cósmica, sempre com uma certa “ajuda” dos seres benevolentes da Hierarquia  das dimensões mais altas e evoluídas. Vamos ver como o homem primitivo iniciou suas crenças e rituais e como fomos influenciados pelos seres extraterrestres que por aqui estiveram e nos deixaram seu legado, que, somado às nossas crenças primitivas, formaram o padrão que estamos aceitando até hoje, com o acréscimo das manipulações de uma Elite Global que tem sido mantida através dos tempos, por todas as religiões de Templo, com seus rituais hipnóticos, sugestionáveis, amedrontadores (com pecados e punições) e limitadores.
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– O Homem Primitivo – Suas Crenças e Rituais
A religião primitiva teve uma origem biológica, um desenvolvimento evolucionário natural, independentemente das conjunções morais e de todas as influências espirituais. Os animais, mesmo os superiores, têm medos, mas não têm ilusões e, consequentemente, nenhuma religião. O homem cria as suas religiões primitivas dos próprios temores e por meio das suas ilusões. Na evolução da espécie humana, a adoração, nas suas manifestações primitivas, apareceu muito antes que a mente do homem fosse capaz de formular os conceitos mais complexos de vida os quais agora, e futuramente, merecem ser chamados de espiritualidade. A religião primitiva tinha uma natureza totalmente instintiva e era baseada inteiramente em circunstâncias corriqueiras. Os objetos da adoração eram sempre sugestivos, consistiam de coisas da natureza que estavam à mão, ou ocupavam lugar bem comum na experiência dos homens primitivos de mentes simples. Em uma época ou em outra, o homem mortal adorou tudo sobre a face da Terra, incluindo a si próprio. E adorou também tudo o que fosse imaginável, no céu e sob a superfície da Terra. O homem primitivo temia todas as manifestações de poder; e adorou a todos os fenômenos naturais que não podia compreender. As forças naturais poderosas, tais como as tempestades, enchentes, terremotos, deslizamentos de terra, vulcões, fogo, calor e frio, como observadas pelo homem, impressionaram em muito a sua mente em expansão. As coisas inexplicáveis da vida ainda são chamadas de “atos de Deus” e de “dispensações misteriosas da Providência”
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O primeiro objeto a ser adorado pelo homem em evolução foi uma pedra. As pedras impressionaram o homem primitivo, primeiro, por serem extraordinárias, em vista do modo pelo qual tão subitamente apareciam na superfície de um campo cultivado ou um pasto. Contudo, a influência mais profunda foi exercida pelos meteoros, os quais os humanos primitivos viam entrar na atmosfera, em uma grandiosidade flamejante. A estrela cadente era atemorizante para o homem primitivo, que acreditava com facilidade que aqueles riscos flamejantes marcavam a passagem de um espírito a caminho da Terra. Todos os clãs e tribos antigas tiveram as suas pedras sagradas. Um grupo de cinco pedras foi reverenciado na Índia, na Grécia, um agrupamento de trinta delas, em meio aos homens vermelhos, era comum um círculo de pedras. Os romanos sempre atiravam uma pedra para o ar, quando invocavam Júpiter, enfim, os simples mortais nem sempre identificam a Divindade com um objeto reverenciado com cerimônia. Tais fetiches são, muitas vezes, meros símbolos do objeto real da adoração. Ainda hoje, a pedra tumular é um símbolo sobrevivente de imagens e ídolos esculpidos, em vista das crenças nos fantasmas e espíritos dos companheiros que se foram.
A adoração de colinas veio depois da adoração da pedra, e as primeiras colinas a serem veneradas foram grandes formações de rochas. Em seguida, tornou-se hábito acreditar que os deuses habitavam nas montanhas, de um modo tal, que as altas elevações de terras eram adoradas por mais essa razão. Com o passar do tempo, sendo associadas a certos deuses, certas montanhas tornavam-se sagradas. Os aborígines ignorantes e supersticiosos acreditavam que as cavernas levavam ao submundo, com os seus espíritos e demônios malignos e, ao contrário, as montanhas, eram identificadas com os conceitos, num desenvolvimento mais recente, das deidades e dos espíritos bons. As plantas primeiro foram temidas e depois adoradas, por causa dos tóxicos que se derivavam delas. O homem primitivo acreditava que a intoxicação fazia com que alguém se tornasse divino. Supunham haver algo de inusitado e sagrado em tal experiência. Mesmo nos tempos modernos, o álcool é conhecido como “espírito”, “santo” e outras derivações.
O homem primitivo possuiu um sentimento peculiar e fraternal para com os animais superiores. Os seus ancestrais haviam vivido com eles e haviam, até mesmo, se acasalado com eles. No sul da Ásia acreditou-se primitivamente que as almas dos homens voltavam à Terra, na forma animal. Essa crença era um remanescente da prática ainda mais primitiva de adorar os animais. Os homens primitivos reverenciavam os animais pelo seu poder e astúcia. Julgavam que os apurados sentidos do olfato e da visão de certas criaturas fosse um sinal de orientação espiritual. Os animais têm sido adorados por uma raça ou por outra, em um momento ou em outro. Entre esses objetos de adoração, estavam criaturas que foram consideradas como meio humanas e meio animais, tais como o centauro e a sereia (Nota pessoal: Essas foram experiências genéticas feitas aqui por seres extraterrestres com DNA humano e animal, permutado com DNA extraterrestre).
As raças primitivas veneraram fontes e adoraram rios. O batismo tornou-se um cerimonial religioso na Babilônia, e os gregos praticavam o ritual anual do banho. Fácil era para os antigos imaginar os espíritos residindo nas nascentes borbulhantes, nas fontes efusivas, nos rios fluentes e torrentes intensas. As águas em movimento causavam impressões vívidas nessas mentes simples, que acreditavam na animação dos espíritos e no poder sobrenatural. Algumas vezes, a um homem que se afogava era negado o socorro, por medo de ofender algum “deus do rio”.
Os hindus frequentemente mostram Vishnu com uma cabeça de cavalo. Muitas vezes, o símbolo de um animal representa um deus esquecido ou um culto extinto. Primitivamente, na religião cristã, o cordeiro tornou-se o animal típico do sacrifício, e a pomba, o símbolo da paz e do amor. Falando em termos de religião, o simbolismo pode ser bom ou mau, na mesma medida em que o símbolo substitui ou não a ideia original “adorada”. E o simbolismo não deve ser confundido com a idolatria diretamente, na qual o objeto material é direta e factualmente adorado. Muitas coisas e numerosos acontecimentos têm funcionado como estímulos religiosos para povos diferentes, em épocas diferentes.
Um arco-íris ainda é adorado por muitas das tribos das montanhas na Índia. Tanto na Índia quanto na África, o arco-íris é considerado como sendo uma cobra celestial gigantesca, os hebreus e os cristãos consideram-no o “arco da promessa”. Do mesmo modo, influências consideradas como benéficas, em uma parte do mundo, podem ser consideradas malignas em outras regiões. O vento oriental é um deus na América do Sul, pois traz a chuva, na Índia, é um demônio, porque traz a poeira e causa a seca. Os beduínos antigos acreditavam que um espírito da natureza produzia os redemoinhos de areia e, mesmo na época de Moisés, a crença em espíritos da natureza foi forte o suficiente a ponto de assegurar a sua perpetuação na teologia hebraica, como anjos do fogo, da água e do ar.
– A Chegada dos “Deuses Astronautas Extraterrestres”
Existem vários portais na Terra que permitiram a intro­dução de espécies diferentes, de deuses criadores espaciais. Um dos portais mais gigantescos, que sempre foi muito cobiçado, é o portal do Oriente Médio. Se vocês voltarem na história da Terra, irão perceber quantos incidentes religiosos e quantas civilizações foram introduzidas por esse portal. É um portal enorme – com um raio de milhares de quilômetros. A “energia” predominante neste planeta forma os nossos “sistemas religiosos” segundo a própria vontade dela. Através destes sistemas, ela extrai fluxos de energia incríveis, e esta energia está viva. Nos é dito constantemente que todos os nossos pensamentos criam mundos: eles são reais e criam toda a nossa realidade. Não estamos aqui para dizer quem está certo ou erra­do, ou quem é mais ou menos espiritualizado. Queremos sim­plesmente desfazer as ilusões, alertá-los para aquilo que foram induzidos a acreditar. A nossa intenção é sugerir que todos nós possamos pensar maior e não reduzirmos a nossa capacidade a rituais, dogmas e idolatrias. 
“O Crucifixo Vergado é um símbolo sinistro, usado pelas forças sinistras no século VI, que tinha sido reavivado no tempo do Concílio Vaticano 2. Era uma cruz vergada ou quebrada, na qual era exibida uma figura repulsiva e distorcida de Cristo, que os magos e bruxos de magia negra da Idade Média criaram para representar o termo bíblico da “Marca do Anticristo”. Entretanto, não somente Paulo VI, mas seus sucessores, João Paulo I e João Paulo II, carregaram esse objeto e o exibiam para ser reverenciado pelas multidões, que não tinham a menor ideia do que ele representa. “Durante todo o pontificado de Paulo VI e de João Paulo II, o  crucifixo vergado foi continuamente apresentado diante das massas de fiéis católicos, que não tinham o menor conhecimento que estavam diante de um símbolo das forças escuras. Os “fiéis católicos” de todo o mundo não têm a menor ideia do que sua igreja vem fazendo todos esses anos. Há vários séculos que a Igreja de Roma incorpora muitas práticas pagãs em suas doutrinas, rituais e símbolos, e simplesmente lhes dá nomes cristãos. Sabemos que muito dos símbolos adotados pela igreja romana vieram ou foram importados do paganismo e das religiões de mistérios babilônicos, egípcios, persas, sumérios, etc., povos onde os extraterrestres interferiram com sua cultura de maneira maciça por centenas de anos.Rituais-Post-03.07.2015-16Outra imagem pagã visível nessa fotografia é a mitra, que não é nada mais que a antiga mitra em formato de cabeça de peixe usada pelos sacerdotes filisteus do deus Dagom. ”Dagom – Peixinho: diminutivo de dag = peixe, o deus-peixe; o deus nacional dos filisteus (Juízes 16:23). Esse ídolo tinha o corpo de um peixe, a cabeça e os braços de um homem. Era uma deidade assíria-babilônia.” (Easton’s Illustrated Dictionary). Dagom teve origem na Babilônia. Outra evidência de que a Igreja se apossa de símbolos pagãos e os distorce afim de implantar uma idolatria e controle das massas é a seguinte: é altamente provável que a “Virgem Maria” (dentre outras mulheres da antiguidade e deusas pagãs) possa ter sido tomada da figura da deusa Cibele, considerando-se especialmente o uso da mitra e a localização da Basílica de São Pedro no antigo sítio do principal templo de Cibele (Ibidem). Se pararmos para analisar, temos a figura de muitas mulheres carregando seus filhos no colo parecidas com a imagem da virgem Maria, vejamos:
(Observem esta imagem da “Virgem Maria e do Menino Jesus” no Vaticano)
– O Simbolismo do Obelisco
O culto pagão mais antigo de poder é o falicismo, ou seja, a adoração do órgão sexual masculino ereto. O obelisco é o principal símbolo dessa adoração, e é a razão por que vemos obeliscos por toda a parte; na Maçonaria, Rosacrucianismo, Paganismo e outras seitas herméticas (Nota pessoal: tenha isso em mente na próxima vez que você contemplar o obelisco no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, ou qualquer outro, como na cidade de Washington, ou na Praça de São Pedro, no Vaticano).Rituais-Post-03.07.2015-20Post relacionado: 10 Sinais de que a elite global está perdendo o controle
A glândula pineal é dada a seguinte definição em Ninth New Collegiate Dictionary de Webster:
A simbolismo da pinha não está perdido em culturas antigas; na Índia, a tradição hindu ensina seus seguidores a despertar o Terceiro Olho, ativando seus “sete” chakras. É um exercício antigo, ainda praticado hoje, chamado Kundalini Yoga; alega-se que afetam diretamente a consciência humana, desenvolvendo a intuição, aumenta o autoconhecimento, e libera seu potencial criativo. Curiosamente, o símbolo esotérico da kundalini yoga é o caduceu – um símbolo que possui duas serpentes opostas.Rituais-Post-03.07.2015-25Nos tempos modernos, autores famosos, pintores e poetas têm descrito o Terceiro Olho e Glândula Pineal como sendo nada menos do que o “segredo perdido” da Maçonaria. As pinhas aparecem regularmente em toda decoração Maçom e elas são retratadas na arte, ficam nos tetos de Lojas Maçons, e  estão gravados na pedra sobre edifícios Maçons construídos em todo o mundo. Um grande projeto maçom do lado do edifício Whitehall no New York Financial District mostra duas enormes cobras entrelaçadas em espiral até uma pinha (que é surpreendente semelhante ao Bastão de Osíris). O Terceiro Olho foi escondido à vista de todos no Ocidente, mascarado com o termo “olho que tudo vê” e superficialmente dito ser o olho da divindade judaica. Por esta razão, os maçons se referem a ele como o “olho que tudo vê de Deus”, quando na realidade é o Terceiro Olho desperto. O Terceiro Olho era comumente descrito por místicos antigos que tiveram a luz divina.
O símbolo da pinha, em seguida, faz alusão ao Terceiro Olho: ele é abundante na arte antiga e arquitetura, uma representação simbólica de nossa janela, agora dormente para o mundo. Enquanto o conhecimento do Terceiro Olho e a prática de despertar do Terceiro Olho continuou forte no Oriente, começou a morrer no Ocidente no início do Cristianismo. Consequentemente, as sociedades secretas, como os maçons, foram estabelecidas para proteger o conhecimento do Terceiro Olho, iniciar novos membros em sua sabedoria, e manter a prática viva. Isso explica por que a imagem de um único olho é comum às sociedades secretas ocidentais, cujos constituintes possuíam um conhecimento excepcionalmente filosófico, ativo e criativo. Um único olho é um dos emblemas supremo e sagrado na Maçonaria. O Terceiro Olho parece estranho para nós, no Ocidente, ainda hoje é, apesar de nossa vida na “era da informação” da “globalização”. O fato de que o Terceiro Olho é tão desconhecido, tão estranho e alheio a nossa maneira de pensar é algo que ainda é um enigma. A razão disso, é porque não parece ter sido sempre, e continua a ser, um esforço consciente para escondê-lo por uma Elite poderosa que não quer que as massas possam descobrir seus segredos.
2 – Momento de Despertar – Shakti Gawain
3 – A Biologia da Crença – Bruce Lipton
4 – O Homem e seus Símbolos – Carl Jung
5 – Os Mistérios Sombrios do Vaticano – Paul Jeffers
6 – Os Arquivos Secretos do Vaticano – Sérgio Pereira Couto
7 – Vaticano – Fábrica de Contradições – Maximiliano Zambom Filho
8 – O Processo da Iluminação Espiritual – Judith Blackstone
9 – Illuminatis – J. J. Tucker
10 – Urantia Book 
11 – Magias dos Símbolos, Talismãs e Amuletos – Antonio Di Profio
12 – O Poder do Mito – Joseph Campbell

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Os cultos de adoração de árvores estão nos grupos das religiões mais antigas. Todos os casamentos primitivos eram feitos sob as árvores e, quando as mulheres desejavam ter filhos, algumas vezes iam às florestas abraçar afetuosamente um robusto carvalho. Muitas plantas e árvores foram veneradas pelos seus poderes medicinais, reais ou imaginários. O selvagem acreditava que todos os efeitos químicos fossem devidos à atividade direta de forças sobrenaturais. As ideias sobre os espíritos das árvores variavam muito entre as tribos e raças diferentes. Algumas árvores eram habitadas por espíritos afáveis, outras abrigavam espíritos cruéis e enganosos. Os finlandeses acreditavam que a maior parte das árvores era ocupada por espíritos bons. Os suíços há muito desconfiavam das árvores, acreditando que continham espíritos traiçoeiros. Os habitantes da Índia e da Rússia Oriental consideravam os espíritos das árvores como sendo cruéis. Os patagônios ainda adoram árvores, como o fizeram os semitas primitivos. Muito depois de cessarem de adorar as árvores, os hebreus continuaram a venerar as suas várias deidades dos bosques. Exceto na China, houve um culto universal à árvore da vida. A crença de que a água, bem como os metais preciosos, debaixo da superfície da Terra, podem ser detectados por um divinatório ramo de madeira é uma lembrança dos antigos cultos às árvores. O mastro de Primeiro de Maio, a árvore de Natal e a prática supersticiosa de bater na madeira perpetuam alguns dos antigos costumes de adoração das árvores e dos seus cultos mais recentes.
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Os hebreus adoravam serpentes até os dias do rei Ezequias, os indianos ainda mantêm relações amigáveis com as suas cobras caseiras. A adoração chinesa ao dragão é um remanescente dos cultos das cobras. A sabedoria da serpente era um símbolo da medicina grega e é ainda empregado como um emblema pelos médicos modernos. A arte do encantamento das cobras tem sido transmitida desde a época das xamãs femininas do culto de amor às cobras, e, como resultado das picadas diárias das cobras, elas tornavam-se imunes.
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As nuvens, a chuva e o granizo têm sido todos temidos e adorados por numerosas tribos primitivas e por muitos dos cultos primitivos da natureza. As tempestades de vento com trovões e relâmpagos aterrorizavam o homem primitivo. Tão impressionado ele ficava com as perturbações dos elementos, que o trovão era considerado a voz de um deus irado. A adoração do fogo e o temor dos relâmpagos eram ligados um ao outro e foram bem disseminados entre muitos grupos primitivos. O fogo esteve associado à magia nas mentes dos mortais dominados pelo medo. Algumas tribos adoravam o fogo como uma divindade em si, outras reverenciavam-no como o símbolo flamejante do espírito da purificação e da purgação das suas divindades veneradas. A adoração da lua precedeu a adoração do sol. A veneração da lua esteve no seu auge durante a era da caça, enquanto a adoração do sol tornou-se a principal cerimônia religiosa das idades agriculturais subsequentes. A adoração solar arraigou-se extensivamente na Índia, inicialmente, e ali perdurou por mais tempo. Na Pérsia, a veneração do sol deu origem ao culto mitraico posterior. Entre muitos povos, o sol foi considerado o ancestral dos seus reis, já os caldeus colocavam o sol no centro dos “sete círculos do universo”. Mais tarde, as civilizações honraram o sol, dando o seu nome ao primeiro dia da semana. Quando evoluiu além da adoração da natureza, a religião adquiriu raízes de origem espiritual, entretanto, foi ainda sempre condicionada pelo ambiente social. À medida que se desenvolveu a adoração da natureza, o homem imaginou conceitos de uma divisão do trabalho para o mundo supramortal, havia espíritos da natureza para os lagos, árvores, cachoeiras, chuva e centenas de outros fenômenos terrestres comuns. Tendo adorado tudo o mais sobre a face da Terra, e nos céus acima, o homem não hesitou em honrar a si próprio com tal adoração. O selvagem de mente simples não faz distinção clara entre as bestas, os homens e os deuses (Nota pessoal: entraremos adiante na visão do homem primitivo com relação aos extraterrestres, mas podemos ver até aqui muito bem exemplificado, o porque deles terem sido considerados “deuses”).
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– O Homem e seus Condicionamentos sobre a Adoração
O homem involuído do passado, tinha como supra-humanas todas as pessoas inusitadas e, assim, ele temia tais seres, a ponto de ter por eles um respeito reverente, em uma certa medida, literalmente os adorava. Até o fato de dar irmãos gêmeos à luz era considerado ou de muita sorte ou de muita falta de sorte. Os lunáticos, os epiléticos e os de mente débil eram frequentemente adorados ou temidos pelos seus semelhantes de mentes normais, que acreditavam que tais seres anormais eram resididos por deuses ou demônios. Sacerdotes, reis e profetas foram adorados, os homens sagrados de outrora eram considerados como sendo inspirados pelas divindades, os chefes tribais eram divinizados quando mortos. Posteriormente, almas que se distinguiram eram santificadas depois de falecidas. Devemos lembrar de que o sentimento, e não o pensamento, foi a influência que guiou e controlou toda a maioria do desenvolvimento evolucionário até aqui. Para a mente primitiva, há pouca diferença entre temer, esquivar-se, honrar e adorar. A evolução, sem ajuda, nunca originou deuses mais elevados do que os espíritos glorificados, exaltados e evoluídos dos humanos mortos. Na evolução primitiva, a religião cria os seus próprios deuses. No curso da revelação, os Deuses formulam religiões. A religião institucionalizada cria os seus deuses à imagem e semelhança do homem mortal, a espiritualidade reveladora busca evoluir e transformar o homem mortal à imagem e à semelhança do Plenum Cósmico/Deus.
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Os exilados, colonizadores, conquistadores, cientistas geneticistas e instrutores que chegaram à Terra, transformaram o planeta em um cadinho de crenças, DNA (genótipo e fenótipo) e costumes, que foram aos poucos assimilados, com o consentimento e o aval dos seres primitivos, que não podiam entender estas “aparições” senão como divindades. Diríamos que constavam de uma classificação mediana, da qual faziam parte seres de todos os graus evolutivos e de espiritualidade relativa, também em evolução, que não souberam manter-se na linha reta das leis superiores. Também inclusos na leva, encontravam-se seus comandados diretos, aqueles que cumpriam suas determinações. Os planetas de onde vieram, também sofreram transformações evolutivas, assim como a Terra sofre no momento, e tiveram sua seleção entre joio e trigo. E assim, como ocorre atualmente nesse Orbe, naqueles planetas, muitos seres foram encaminhados para mundos afins com sua vibração e merecimento cármico, outros vieram para ensinar, outros melhorar a raça (experimentalmente), outros ainda a explorar recursos naturais, e para isso, nada como se passarem por “deuses”. E como fazer o homem primitivo aceitá-los como tal, senão com uma demonstração de força, tecnologia e os tais “poderes”? Formatando rituais, cheios de mistérios, medos, postulados incontestáveis (dogmas) e histórias de controle e dominação.
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Sintam a importância da perda que ocorrerá dentro desta “energia” predominante, quando um número cada vez maior de pessoas deixar de vibrar de acordo com este plano. Pensemos no que podemos fazer, quando vencermos esta modulação de frequência. Lembrem-se que identidade como frequência é a soma total das pulsações eletromagnéticas, que irradiam dos nossos corpos físico, mental, emocional e espiritual. Todas as vezes que possuírmos o que alguém estava modulando e tomando e culti­varmos isso de acordo com a nossa vontade própria, nós mudamos a vibração do planeta. Como “destruidores de sistemas”, esta é uma das tarefas que nós desempenhamos com mais habilidade. Nós não queremos depreciar ou desprezar o que usamos até agora como instru­mentos, queremos apenas  nos “desfazer” de nossos velhos ins­trumentos, afinal não podemos mais dedicar reverência e lealdade a sistemas de crenças que já não nos servem mais, da mesma forma que vai chegar o dia em que cada um de nós já terá ultrapassado os ensinamentos que estamos aprendendo ago­ra. A evo­lução não pára, nem há nada que tenha sido ensinado neste planeta que represente a verdade suprema. Na medida em que formos recuperando a história de nos­so passado reptiliano/Annunaki e de outras raças que por aqui estiveram, perceberemos que muitas características que influenciaram o “sistema patriarcal/religioso de adoração/ritualístico da nossa história faziam, na verdade, parte de um plano de dominação/conquista.
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– Os Rituais da Igreja Católica, Símbolos e os Illuminati
Durante quase duzentos anos, os Illuminati  buscaram se aliar ao Vaticano a partir de dentro. Em junho de 1963, Paulo VI foi coroado e começou a exibir o sinistro crucifixo vergado. A Maçonaria Iluminista tinha se aliado com a Sociedade dos Jesuítas. O livro “Vatican Assassins” detalha o primeiro grande evento que ocorreu em seguida: o assassinato do presidente John F. Kennedy. A Entronização do Arcanjo Caído foi efetivada dentro da cidadela católico-romana em 29 de junho de 1963, uma data apropriada para a promessa histórica prestes a ser cumprida. Como os principais agentes do cerimonial bem sabem, a tradição jesuítica há muito tempo predizia que o Tempo do Príncipe seria iniciado no momento em que um papa adotasse o nome do apóstolo Paulo. Esse requisito, o sinal que o Tempo Propício tinha iniciado, tinha sido cumprido exatamente oito dias antes com a eleição do último sucessor de Pedro. Esse papa que adotaria o nome do apóstolo Paulo não era ninguém menos que Paulo VI, que se tornou papa em 21 de junho de 1963. Poucas pessoas sabem que, naquele dia, ocorreu uma grande fusão das forças escuras e que trouxe o Vaticano em total concordância com os Mestres dos Illuminati. Vejamos: os jesuítas sabem que a Igreja Católica Romana tradicional sempre foi a mais poderosa praticante de feitiçaria no mundo, embora os Mestres dos Illuminati sejam os maiores praticantes de magia negra, desde a fundação da ordem em 1º de maio de 1776. Como os Illuminati gostam de produzir sinais simbólicos que somente os entendidos das forças escuras compreendem, não perderam tempo sinalizando simbolicamente que tinham finalmente conquistado o Vaticano para sua causa. O papa Paulo VI começou a usar o símbolo escuro conhecido como Crucifixo Vergado, mostrado nesta gravura nas mãos do papa João Paulo II. Nos referimos aqui ao autor Piers Compton em seu livro “The Broken Cross: Hidden Hand in the Vatican, Channel Island, Neville Spearman, 1981”:
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Semíramis, princesa Caldéia, foi adorada como Rainha e Deusa por muitas civilizações antigas: 
– na Babilônia a Deusa-Rainha Semíramis e seu filho Nimrod;
– na Índia como a deusa Devka e seu filho Krishna;
– no Egito como a deusa Ísis e seu filho Hórus;
– em Éfeso com a deusa Diana dos Efésios;
– em Roma como a virgem Maria e seu filho Jesus.
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Um Obelisco é um pilar de pedra (coluna) bem alto, de quatro lados, que termina no alto com uma pirâmide. O Obelisco é criticamente importante para os maçons, ocultistas e satanistas, porque eles crêem que o espírito do antigo deus egípcio do sol, Rá, habita no Obelisco. Assim, o Obelisco representa a presença do deus sol pagão “condenado” pela Igreja. Existem poucos Obeliscos grandes no mundo. De acordo com Epperson em seu livro, “The New World Order”, o primeiro grande Obelisco foi trazido do Egito e implantado na Praça da Basílica de São Pedro, no Vaticano, e está posicionado de tal forma que todo Papa ao falar à multidão na praça, encara o Obelisco de frente. O autor de livros sobre a Nova Era, Peter Tomkins, informa os mesmos fatos em seu livro “The Magic of Obelisks”, Harper and Row, New York, 1982. Citando o texto de Tomkins, na página 6, mostra um grande obelisco com esta inscrição, “O obelisco em Heliópolis é o mais antigo que existe no Egito. Com vinte metros de altura, pesa 121 toneladas… Heliópolis, como seu Templo do Sol, seus 13.000 sacerdotes cantando mantras diante de um enorme espelho de ouro polido, o falcão sagrado na gaiola de ouro, o bezerro sagrado Memphis, era o grande centro tecnológico do antigo Egito”.
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– Os Segredos Ocultos por trás da Pinha = Pineal
Na antiga Roman Pigna (Italiano para pinha), é a  escultura mostrada abaixo, e vemos uma enorme pinha que é ladeada por pavões opostos individuais. A escultura Pigna fica em um pátio do Vaticano chamado o Tribunal de Justiça do Cone de Pinha, e é hoje considerada a maior estátua de pinha do mundo.
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Acima: O bastão pinheiro de Osíris. Museu Egípcio de Turim, Itália, 1224 a.C.
Qual é o significado simbólico dessas pinhas, e o fato dos animais estarem opostos em seu sentido geral? Qual é o mais profundo segredo que essas imagens aparentemente inescrutáveis ​​escondem? A resposta para isso é que as pinhas, ao longo da história, tem simbolizado a “glândula pineal”, ou “Terceiro Olho”, e por associação o ato esotérico de despertá-lo. Esta glândula está localizada no centro geométrico do cérebro, e considerado por alguns como o Terceiro Olho biológico, o filósofo Francês Descartes fez referência para a glândula pineal como a sede da alma.
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“Um apêndice cônico do cérebro de todos os vertebrados que em poucos répteis tem a estrutura essencial de um olho, que funciona em algumas aves, como parte de um sistema de medição de tempo, e que é variadamente tida como um terceiro olho vestigial, um endócrino órgão, ou a sede da alma…”
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Fonte de pesquisa: kundaliniyoga
Kundalini é a energia espiritual ou força de vida presente em cada ser humano, localizada na base da coluna. Para despertar o Terceiro Olho, a energia kundalini deve ser convocada para a testa, onde se expande e, assim, desperta o Terceiro Olho. A energia é dita para viajar ao longo da ida (esquerda) e pingala (à direita), o pólo central ou sushumna. Este é o processo descrito esotericamente pelo símbolo caduceu de duas cobras opostas em espiral num bastão central. Vejam estas definições:
“…O caduceu, a vara de poder… Na Índia, é uma vara de bambu, com sete nós… que representa a coluna vertebral com os seus sete centros ou chakras… Ele também indica a medula espinhal… enquanto as serpentes eram simbólicas dos dois canais chamado na terminologia Oriental Ida e Pinagala, e o fogo anexado era a serpente de fogo que em sânscrito é chamada kundalini “. – C. W. Leadbeater, “A Maçonaria e Seus Antigos Ritos Místicos”.
Assim, a arte de animais opostos associados à pinha – elefantes gêmeos na Indonésia, pavões gêmeos em Roma, serpentes gêmeas no Egito – é realmente uma alusão aos canais Ida e Pingala (as serpentes gêmeas opostas sobre o caduceu). O Sushumna central é, por sua vez, simbolizado pelo terceiro, que é o desenho centrado (muitas vezes uma pinha) que no caduceu é a haste principal correndo de sul para o norte. Muitas culturas antigas incorporaram imagens da pinha em sua arte espiritual e arquitetura, e todos eles também criaram arte de animais opostos. Os deuses pagãos da Babilônia, Egito, México e Grécia foram associados com a pinha, e os bastões desses deuses eram frequentemente adornados com a pinha.
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Acima à esquerda, Deus sumério Marduk (um extraterrestre) com a pinha na mão. À direita: Dionísio, o romano Baco, carregava um “Tirso” coberto com uma pinha.
Mesmo os comportamentos naturais da pinha tem um significado esotérico: quando ela amadurece, a pinha abre-se lentamente para liberar suas sementes maduras. Este processo é um símbolo da expansão da consciência que acompanha a abertura da glândula pineal e do despertar do Terceiro Olho. A metáfora é uma lição valiosa e um estimulante mental de um fenômeno esotérico, que não pode ser visto ou explicado, uma vez que ocorre dentro do cérebro.
“…em cada homem há um olho da alma que… é muito mais precioso do que dez mil olhos do corpo, para isso apenas é verdade visto… O olho da alma… só está naturalmente adaptado para ser ressuscitado e animado com as disciplinas matemáticas.“ – Platão, República.
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O termo “olho que tudo vê” em si é realmente correto,  mas não é o olho-que-tudo-vê de Deus em hebraico, é o olho que tudo vê de você, a glândula pineal que todos nós temos.
Muitos maçons altamente treinados e educados, que viveram durante o século 20, incluindo vários autores e estudiosos observaram, estavam convencidos de que o olho-que-tudo-vê não é o olho do Deus da Bíblia, e que o sistema moderno da Maçonaria que herdamos, com base na Bíblia hebraica, é de fato corrompido.
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O Terceiro Olho pode ser visto acima da Declaração Francesa dos Direitos Humanos em uma pintura de 1789, e está no verso da nota de um dólar, que flutua acima de uma pirâmide egípcia, uma imagem Maçom clara e óbvia. É possível, então, que a glândula pineal tem sido negligenciada na sociedade ocidental intencionalmente, de modo a roubar as massas de seu poder? É possível que o terceiro olho é o segredo perdido da Maçonaria autêntica, perdida em algum momento em meados de 1800?
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Documentários recomendados:
O Poder do Mito – entrevista imperdível com Joseph Campbell – Parte 1 e 2 -Legendado
Documentários Imperdíveis – Mundos Secretos – Parte 1 – Akasha – Parte 2 – A Espiral – Parte 3 – A Serpente e a Lótus – Legendados em Português
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– A Perda da Conexão Cósmica pelo Homem
Muitos de nós tem essa capacidade de conexão adormecida e muitos outros tem ela superativada. A fonte é inesgotável e a manipulação dessa força exige responsabilidade. Saber manipular corretamente a energia cósmica é um compromisso de amor incondicional, de fraternidade humana e não pode haver deslize. É isso que o Plenum Cósmico/Deus, do qual provém nossa centelha divina, espera de cada um de nós. Há muitas formas de perder a conexão: delegar o poder pessoal é a principal delas. Quando adoramos coisas as quais nem sabemos o porque de estarem aqui, quando mesmo sabendo, continuamos a adorar, porque é mais cômodo, mais fácil e exige menos esforço intelectual/espiritual, estamos dentro de uma gaiola dourada, da qual só sairemos com conhecimento, discernimento e determinação, usando nossa própria VONTADE. A grande tendência de todos nós humanos é julgar que o conhecimento que temos é o verdadeiro e único. Quantidades imensas de energia poderiam ser economizadas, se compreendessemos que é uma perda de tempo achar que a própria crença é maior ou melhor do que a de outras pessoas que não fazem a mesma coisa, não seguem a mesma religião, não frequentam os mesmos lugares, e muitas outras tolices. A fé não tem nada a ver com a estética, com o visual ou com coisas e lugares. Qual será a diferença entre os cultos carismáticos católicos, os protestantes que evocam o espírito santo, as missas, as cerimônias de incorporação dos cultos africanos, das reverências budistas e das sessões espíritas? Nenhuma. Todas são provenientes da Adoração, em variados graus, algumas mais simbólicas que outras, mais despojadas, outras mais centradas na espiritualidade do que em objetos, paramentos, dogmas, imagens e cânticos hipnóticos. A fé/Força está ligada á um conjunto de emoções que conduz à elevação do nosso campo magnético, capaz de ver a verdade sem os olhos, com a pureza do coração. É essa pureza, a chave dourada que acessa facilmente as energias cósmicas e elas não foram reservadas para nenhum grupo ou indivíduo em especial. No dicionário cósmico não existe a palavra preconceito, porque ela está ligada à ignorância e o Cosmos é Sabedoria ilimitada. Muitas vezes as pessoas que vivem nos bancos das igrejas na verdade não estão lá. Muitas outras nem frequentam os templos, nem qualquer ritual/religião/seita, mas têm o coração puro e podem acessar as energias cósmicas de qualquer tempo e lugar. Já vimos que a mente comandada pela nossa vontade, programa e desprograma o que vai ser a nossa vida aqui e agora e que tudo, absolutamente tudo, fica gravado no nosso DNA espiritual ou sutil. Somos nós quem fazemos esse trabalho de arquivo. Vale lembrar que carregamos os registros de muitas vidas e que esses registros foram programados para se manifestarem aqui e agora para que possamos resolver pendências e restaurar energias distorcidas. Acrescente aí que todo esse movimento é realizado com a alimentação da energia cósmica, consciente ou inconsciente, para o bem ou para o mal, e ela vai se moldando de acordo com a nossa vontade – ou o livre arbítrio.
“Lançai-vos à Luz, num esforço árduo e sincero de progresso; progresso esse que já deveríeis ter alcançado há muito tempo atrás. Não existem mais desculpas para o atraso, pois o tempo acelerado e o planeta vilipendiado e usurpado não suporta mais os alunos repetentes em sua escola. Transformai as trevas em luz. O ódio em amor. A tristeza em alegria de viver num mundo melhor.” – Joana de Angelis.
– Conclusão e Nota do Blog
A evolução da religião tem sido traçada, desde o medo primitivo e a crença em fantasmas, passando por muitos dos sucessivos estágios de desenvolvimento, incluindo os esforços para coagir os espíritos, primeiro, e para bajulá-los, depois. Os fetiches tribais transformaram-se em totens e em deuses tribais, as fórmulas mágicas transformaram-se nas preces modernas. A circuncisão, inicialmente um sacrifício, transformou-se em um procedimento de higiene. A religião progrediu, desde a infância selvagem das raças, da adoração da natureza ao fetichismo, passando pela adoração dos fantasmas. Após a aurora da civilização, a raça humana desposou crenças mais místicas e simbólicas, ao passo que se aproximando da maturidade, agora, a humanidade está ficando pronta para o reconhecimento da verdadeira religião e, mesmo, para um começo da revelação da verdade em si. O mistério e o poder têm sempre estimulado os sentimentos e os temores religiosos, enquanto a emoção tem funcionado sempre como um fator condicionante poderoso do seu desenvolvimento. O temor tem sido sempre o estímulo religioso básico e o medo molda os “deuses da religião”, motivando o ritual religioso. À medida que a civilização avança, o medo é modificado pela reverência, admiração, respeito e simpatia, mas ainda é condicionado pelo remorso e pelo arrependimento. A religião é a mais rígida e a mais inflexível de todas as instituições humanas, e só tardiamente ela se adapta à sociedade em mudança. Finalmente, a religião evolucionária (leia-se espiritualidade) reflete a mudança dos costumes. Gradativa e seguramente, mas com uma certa resistência, a religião (o culto, rituais) caminha devagar para o fim na esteira da sabedoria – conhecimento dirigido pela razão experiencial e iluminado pela revelação da nossa centelha divina. Quando o homem moderno surpreende-se de que as escrituras das diferentes religiões apresentem tantas passagens que poderiam ser consideradas como obscenas, ele deveria refletir e observar que as gerações passadas temeram eliminar aquilo que os seus ancestrais consideravam santo e sagrado. Grande parte daquilo que uma geração poderia considerar obsceno, as gerações precedentes consideraram como os seus costumes aceitos e, mesmo, como rituais religiosos aprovados. Um número considerável de controvérsias religiosas tem sido ocasionado pelas tentativas, sem fim, de reconciliar práticas antigas, mas repreensíveis, com o novo avanço da razão, para encontrar teorias plausíveis para justificar as crenças que se perpetuam em costumes obtusos e ultrapassados. Mas seria apenas uma tolice esperar uma aceleração súbita demais na evolução religiosa. Uma raça ou uma nação pode assimilar, de qualquer religião avançada, apenas aquilo que é razoavelmente consistente e compatível com o seu status evolucionário momentâneo, e com o seu talento para a adaptação. As condições sociais, climáticas, políticas e econômicas são, todas, de muita influência na determinação do curso e progresso da evolução religiosa. A moralidade social não é determinada pela religião, ou seja, pela religião evolucionária (espiritualidade), antes, são as formas da religião que são ditadas pela moralidade da raça. A religião tem sido sempre, antes de tudo, uma questão de ritos, rituais, observâncias, cerimônias e dogmas. Geralmente ela se encontra contaminada por aquele erro que provoca discórdias persistentes: a ilusão do povo escolhido. As ideias religiosas cardinais – encantamento, inspiração, revelação, propiciação, arrependimento, expiação, intercessão, sacrifício, prece, confissão, adoração, sobrevivência pós-morte, sacramento, ritual, resgate, salvação, redenção, aliança, impureza, purificação, profecia, pecado original – remontam todas aos tempos iniciais do temor primordial dos fantasmas. Apenas duas influências podem modificar e elevar os dogmas da religião natural: a pressão dos costumes que mudam lentamente e a iluminação periódica feita pelas revelações dos mestres e seres que se prontificam a trazer mais Luz para toda uma época. Não é estranho que o progresso tenha sido lento, pois, outrora, ser progressista ou inventivo significava ser levado à morte como feiticeiro. A espiritualidade avança lentamente, em gerações históricas, denominadas épocas e ciclos que duram Eras, mas continua sempre indo para frente. A crença em rituais lançou as bases para uma filosofia de espiritualidade que está se revelando agora e que, finalmente, irá destruir a superstição que é parte da sua origem. Com relação a conexão com o Plenum Cósmico/Deus, ninguém necessita de intermediário para receber os benefícios diretos das energias cósmicas porque o cosmos não delegou competência a ninguém, embora haja hoje, como sempre houve, a tendência de certos indivíduos buscarem para si as patentes universais – conscientes ou não do que fazem. Também existem inúmeros preguiçosos no meio de nós que delegam poderes e competências e ajudam a criar os que falam e até fazem negócios “em nome de Deus”. A intenção aqui não é ofender a ninguém, mas tentar esclarecer que as energias universais estão à disposição de todos, sem distinção. Vale lembrar que existem entre nós aqueles que receberam missões específicas de orientar as pessoas e que o mundo precisa a cada dia mais dessas orientações, especialmente se elas trabalham os seus próprios desequilíbrios antes de partir para o serviço de ajuda. Quando o impulso da evolução está disciplinado e é dirigido pela sabedoria – do pensamento meditativo e experiencial -, então ele começa a desenvolver-se no fenômeno da verdadeira espiritualidade. A evolução é dinâmica e incessante, e nenhum ser de qualquer nível vibratório poderá fugir-lhe ou burlá-la. Tudo, inexoravelmente, segue um curso evolucional e avança de forma lenta ou apressada, de acordo com suas escolhas. Não há favoritismo ou apadrinhamento que venha a dar condições ao ser, de dar saltos evolutivos. O curso, a direção, a dinâmica, acelerada ou lenta, é escolha de cada espírito, centelha divina, imortal e ascendente.
EQUIPE DA “LUZ É INVENCÍVEL”
(Nota Gilberto – A região do Oriente Médio sempre foi um palco de disputas. Há um Portal no Golfo de Áden e um outro na cidade de Aleppo, na Síria (são os que recordo no momento). O Portal de Aleppo tinha uma determinada previsão de abertura em 2013 e foi no mesmo período que a guerra na Síria se alastrou para esta cidade. No Monte Sinai também está localizado o Primeiro Chakra de Gaia.
Neste link você pode assistir à uma missa celebrada no Vaticano idolatrando Lúcifer. Caso o Youtube retire o vídeo, você pode baixar Aqui.
Você também pode assistir um vídeo excelente sobre Chakras/Kundalini/Glândula Pineal (Pinha), ou baixar Aqui.
Também coloco uma imagem do atual papa com seu crucifixo. Tire suas conclusões)
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Bibliografia para consulta
1 – O Despertar de uma Nova Consciência – Eckhart Tolle
Nota: Alguns livros estão disponíveis em nossa Biblioteca Virtual.
Divulgação: A Luz é Invencível

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