segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

SUMÉRIOS - OS INVENTORES PRIMORDIAIS



A Suméria é a civilização mais antiga que se tem
 registro, estima-se que eles viveram a mais de 3.500 a
nos antes de Cristo. Muitos chegam a estimar que eles
 datam muito mais de 6 mil anos. 
No quarto milênio antes de Cristo, as primeiras 
populações sumerianas teriam se deslocado do planalto
 do Irã até se fixarem na região da Caldeia, que
 compreende a Baixa e a Média Mesopotâmia. 
Provavelmente, Quish foi a primeira cidade fundada e
 logo foi seguida pelo surgimento de cidades como Eridu,
 Nipur, Ur, Uruk e Lagash.

Os sumérios foram os pais da escrita, chamada
 escrita cuneiforme e posteriormente também foi creditado 
a eles os títulos de pai da astronomia. Neste sistema,
 observamos a impressão dos caracteres sobre uma base 
de argila que era exposta ao sol e, logo depois, 
endurecida com sua exposição ao fogo. De fato,
 essa civilização mesopotâmica produziu uma extensa
 atividade literária que contou com a criação de poemas, 
códigos de leis, fábulas, mitos e outras narrativas.






Criadores da roda, das carruagens e muito mais.
 Muitos confundem os Sumérios e os Acádios, mas na 
verdade o primeiro é muito mais antigo. Só depois
 é que eles foram invadidos pelos semitas, se tornando 
acádios.

Habitavam o sul da Mesopotâmia, entre o rio Tigre 
e Eufrates, lugar extremamente fértil que a Bíblia 
referencia como Terra Prometida e Hebrom. 
Possivelmente o berço da humanidade e é onde se 
encontrou as maiores e mais antigas descobertas da 
humanidade. Fósseis, artes e registros escritos datados 
de até 13 mil anos atrás.

Os sumérios foram uma civilização a frente da época
 que viviam. Eles chegaram a registrar informações que 
nossa civilização só foi (re)descobrir na idade moderna. 
São maquetes de abrigos anti-aéreos, livros sobre
 química, estudos aprofundados sobre o universo e seus 
corpos celestes, e cálculos matemáticos extremamente 
avançados para a época. 

A civilização grega (duas civilizações após a Suméria) 
no auge do seus conhecimentos, chegavam a calcular até 
o número 10.000. Após isso eles consideravam como infinito. 

Os sumérios faziam cálculos das distâncias entre os 
planetas de nosso Sistema Solar, inclusive quantos planetas 
existem, que o Sol é uma estrela e a órbita de cada um. 

Como bons comerciantes, os sumérios foram 
bastante dedicados à matemática. Há registros de 
transações comerciais envolvendo crédito, empréstimo
 e pagamento de juros mesmo sem sistema de cunhagem
 de moedas. Os preços eram geralmente fixados em
 relação ao valor de metais como cobre e prata, trazidos 
de outras regiões. 

Os sumérios foram os precursores da tábua pitagórica, 
raízes quadradas e cúbicas, frações com numerador 1, 
pi com valor de 3, bem como do sistema sexagesimal,
 que originou conceitos usados até hoje, como a hora de
 60 minutos e ângulo de 360 graus.

Toda essa matemática era usada para controlar as
 águas dos rios Tigre e Eufrates. Canais e barreiras
 eram construídos para controlar as cheias, o que também 
ajudava a facilitar a navegação e o abastecimento das 
cidades. Um desses canais partia da cidade de Hit 
e seguia paralelo ao Eufrates por quase 400 quilômetros. 
Ao contrário dos egípcios, que viam nas cheias do 
Nilo um benefício para o cultivo, os sumérios encaravam 
as inundações como uma maldição divina – uma delas 
pode ter criado a lenda bíblica do dilúvio. Esse 
medo de inundações provavelmente surgiu porque
 as cheias do Nilo aconteciam na época de germinação
 das sementes, ajudando a fertilidade do solo, 
enquanto na Suméria elas ocorriam sem data prevista 
e quase sempre perto da época da colheita. A força 
dos rios era usada até como tática militar: inundava-se
 uma cidade para dominá-la.



A astronomia suméria era incrível, algumas descoberta
 feitas por aquele povo, tal como a existência Plutão,
 só foram feitas pela humanidade moderna em 1930. 
Eles também sabiam que o núcleo da Lua era feito
 de ferro, algo que somente a NASA conseguiu descobrir 
a poucos anos atrás.

O conhecimento de astronomia deles era tão bom que
 os cálculos do ciclo lunar deles eram praticamente
 perfeitos, diferindo em apenas 0.4 segundos dos cálculos
 atuais, que se utilizam de instrumentos avançados.

Entretanto ainda existem afirmações feitas pelos sumérios
 que não foram comprovadas pela ciência moderna, mas
 devido ao enorme conhecimento desse povo é muito
 provável que estejam certos. Eles dizem que existe um
 décimo planeta no Sistema Solar e que nele vivem seres
 que ensinaram os povos antigos tudo que eles sabem
, de maneira que poderia explicar o porquê desses
 conhecimentos avançados que os Sumérios tinham.

O curioso desse povo era a fonte de tais conhecimentos.
 Como uma civilização tão antiga já sabia que nossa Lua 
era feita de ferro? 

Chegavam até a chamar a Lua de “pote de ferro” - fato
 que só agora a NASA teve capacidade para confirmar. 
Como é que eles já sabiam que a Terra era redonda?
 Que ela não estava no centro do Universo e já sabiam 
da existência de Plutão (só fomos descobrir isso em 1930)?
 Na verdade eles afirmavam que Plutão era um satélite 
de Saturno que se desprendeu e tomou uma órbita própria.
 Mistérios que só (re)descobrimos muitos anos depois!



Alguns desses mistérios ainda nem temos tecnologia 
suficiente para confirmar. Um exemplo é a presença de
 um 10º planeta no Sistema Solar (eles contavam todos 
os corpos celestes, incluindo a lua e o sol, totalizando 12).
 Os Sumérios tinham convicção de que existe um planeta
 chamado Nibiru, que é dono de uma órbita totalmente
diferente dos demais planetas do nosso Sistema Solar, 
e que faz um circuito tão grande, que dura 3.600 
anos para completar a trajetória. 


Os sumérios não só sabiam da existência do tal
 planeta Nibiru, como desenhavam sua órbita, e eram
 categóricos ao dizer que neste planeta vivem os Anunnakis,
 seres altamente inteligentes e considerados deuses por
 este povo. 



Segundo eles, Nibiru “visita a Terra” a cada 3.600 
anos, e quando isso acontece, ocorrem eventos
 cataclísmicos na Terra, e usaram como exemplo o 
dilúvio. Na verdade são deles o mais antigo registro
 do dilúvio!

“E depois veio o dilúvio e após o dilúvio a realeza tornou 
a descer mais uma vez do céu...” Escrito sumério cuneiforme.

Os Maias tinham um calendário que se resumia em
 vários ciclos, e o seu maior era um ciclo de 3.600 
anos. Os babilônios falavam de um planeta chamado
 de Marduck e os gnósticos acreditam num apocalipse 
causado por um planeta chamado Hercóbulos. 
Após toda essa polêmica, os cientistas tratam-no como
um planeta ainda não confirmado, e o chamam de Planeta X. 

Então todo esse conhecimento avançado dos sumérios 
é entendido por alguns estudiosos como uma interferência 
extraterrestre. Pois não é concebível que uma sociedade 
tão antiga saiba de tanta coisa, nem que tenha feito tanta 
coisa. 
Algumas peças de arte sumérias foram encontradas 
espalhadas por todo o mundo. Como isso seria possível? 
Os sumérios faziam pequenas estátuas de possíveis 
astronautas, naves espaciais e foguetes. Como isso é possível?

Zecharia Sitchin

O maior especialista vivo, em cultura suméria, é o 
historiador e arqueólogo Zecharia Sitchin nascido na 
Rússia e criado na Palestina, onde adquiriu profundos
 conhecimentos de arqueologia e história oriental. 
Sitchin tem traduzido massivamente, ao longo de sua 
vida, os escritos de mais de 2000 placas sumérias 
encontradas em suas pesquisas arqueológicas. E tem escrito
 inúmeros livros contendo essas traduções e sua
 interpretação sobre o assunto. 
Basicamente, o legado do conhecimento sumério revela
 que a Terra, teve origem através da colisão de dois
 gigantescos corpos celestes, Nibiru e Tiamat. Os 
escritos afirmam que Nibiru, um planeta avermelhado 
foi desviado de um sistema binário, há milhões de anos, 
e capturado pela gravidade do nosso Sol. Esse planeta 
viajou em nosso sistema solar, abaixo da elíptica,
 passando por Netuno e Urano. 
Como seu campo magnético era muito intenso, ele deslocou 
Urano para seu lado quando passou por ele. Naquela 
época não havia o planeta Terra, mas sim um outro 
planeta, muito maior, Tiamat, coberto quase que só
 de água. Durante a trajetória, as luas de Nibiru atingiram
 Tiamat dividindo-no em duas partes, pulverizando a 
metade onde ele foi atingido (criando o cinturão de
 asteroides entre Marte e Júpiter) e empurrando a outra 
metade para uma órbita mais baixa, a atual órbita da Terra. 
Durante esse processo, uma das luas de Nibiru foi capturada
 pela gravidade da Terra, e se tornou o nosso satélite. 
A primeira passagem de Nibiru foi responsável pela 
atual configuração do nosso sistema solar. 
Plutão era uma lua de Saturno que foi arrancada
 de sua gravidade e empurrada para a sua atual órbita.


Alguns conhecimentos sumérios que influenciaram
 a muitas outras civilizações posteriores:


• Técnicas de medicina, arquitetura, engenharia e hidráulica, 
baseados em magníficos conhecimentos em matemática, 
química, física e astronomia. Seus conhecimentos
 astronômicos eram incrivelmente avançados: seus 
observatórios obtinham cálculos do ciclo lunar que 
diferiam em apenas 0,4 segundos dos cálculos atuais.
• Desenvolveram a agricultura com técnicas de 
irrigação e drenagem de solo, construção de canais,
 diques e reservatórios;
• Sistema de leis baseados nos costumes;
• Habilidosas práticas comerciais;



• Sistema de escrita cuneiforme, assim chamado 
porque escreviam em plaquetas de argila com um estilete
 em forma de cunha;
• Sistema de unidade política das Cidades-Estados ou 
Estados soberanos, como Ur, Nipur e Lagash;
• Sistema de hierarquias sacerdotais para organização
 religiosa;
• Fundaram as primeiras bibliotecas. Na cidade de Nipur,
 150 km ao sul de Bagdá, foi encontrada uma biblioteca
 sumeriana inteira, contendo cerca de 60.000 
tabletes de barro com inscrições cuneiformes 
sobre a origem da humanidade.
• Criaram os fenomenais projetos arquitetônicos 
denominados zigurates. Verdadeiros complexos piramidais 
que englobavam vários módulos de edifícios, abrigando
 desde templos religiosos até plenários políticos, construídos 
ao redor de um bloco-célula central e interligados por
 rampas espirais desde a base até o topo. 

MITOLOGIA


Os mitos de Suméria são cosmológicos e procuram
 investigar a origem do povo, da raça, da sociedade.
 É a mitologia subjectiva: representa aquele estágio em 
que a reflexão humana, pela primeira vez, tomou 
conhecimento dos fenômenos psíquicos, internos  e do 
mundo exterior em função do Homem como ser racional
  é, sem dúvida, a mais antiga "reflexão humana
" que conhecemos.

A mitologia Suméria nos diz que o Homo Sapiens foi
 desenvolvido pelos deuses a partir dos hominídeos
 inferiores pra poder trabalhar na extração do OURO,
 pois os deuses precisavam desse material pra espalhar na 
atmosfera do seu planeta, a fim de conter o avanço 
de um fenômeno semelhante ao nosso efeito estufa. 
Podemos dizer que o fascínio que o ouro representa hoje
 é derivado do interesse dos deuses no metal. 

Os sumérios acreditavam que o Universo era governado
 por um panteão formado por um grupo de seres vivos, 
de forma humana, porém imortais e possuidores de 
poderes sobre-humanos. Esses seres, segundo acreditavam,
 eram invisíveis aos olhos dos mortais e guiavam e 
controlavam o cosmo de acordo com um plano
 pré-estabelecido e leis rigorosamente elaboradas. 



Os sumérios tinham quatro divindades fundamentais,
conhecidas como deuses criadores. Estes deuses eram: 
Anu, deus do céu; Ki, deusa da terra; Enlil, deus do ar e 
Enki, deus da água. Céu, terra, ar e água eram 
considerados os quatro componentes mais importantes 
do Universo. Os deuses concebiam o me, conjunto de 
regras e leis universais imutáveis que todos os seres 
eram obrigados a obedecer. 


Próximas em importância às deidades criadoras estavam
 as três divindades celestiais: Nanna, deus da Lua; Utu,
 deus Sol e Inanna, rainha dos céus. Inanna era também 
deusa do amor, da procriação e da guerra. Nanna era o
 pai de Utu e Inanna. Outro deus de grande importância
 era Ninurta, a divindade do violento e destrutivo vento sul.
 Um dos deuses mais queridos era o deus-pastor Dumuzi; 
originalmente era um governante mortal cujo casamento
 com Inanna assegurou a fertilidade da terra e a fecundidade 
procriadora.

ANUNNAKIS


A palavra Anunnaki vem da língua suméria e significa 
“aqueles que vieram do céu”. Segundo o historiador
 Zecharia Sitchin, os Anunnakis são extra-terrestres vindos 
do planeta Nibiru e que criaram a raça humana como 
ela é hoje. Eles também são os responsáveis por todo
 o conhecimento científico do povo Sumério.

Segundo os sumérios, uma raça de extraterrestres chamados
 Anunnaki (Os Do Céu Que estão Na Terra), que mais tarde
 foram chamados de Elohim (Senhores do Céu) eram 
humanoides gigantes vindos do planeta Nibiru e que devido
 à problemas no seu ecossistema, decidiram iniciar 
um processo de colonização no nosso planeta, por volta
 de 450 mil anos atrás.

Os Anunnakis visitaram a Terra primeiramente, durante 
nossa segunda Era Glacial. Uma vez que o planeta que 
eles viviam, Nibiru, estava prestes a ser extinto, eles
 vieram a Terra explorar minérios, pois só construindo 
uma camada de proteção de ouro em torno do seu
 planeta, é que eles poderiam evitar essa catástrofe.


A primeira expedição Anunnaki, liderada pelo mega-cientista 
ENKI (Senhor da Terra) , aterrizou na região do Golfo 
Pérsico, onde estabeleceu a primeira base de operações: 
ERIDU (Lar Longínquo Construído).

O plano original era extrair ouro do mar, o que de fato
 foi feito, mas à medida que esse processo foi ficando
 inviável, a única alternativa foi extrair o minério do
 sudeste da África, que já havia sido explorada por 
ENKI. Sem perda de tempo ele partiu para o continente
 africano, com uma equipe e ergueu o complexo ABZU.
 O ouro obtido nas minas da região iria ser transportado 
em embarcações até a Mesopotâmia, para derretimento
 e refinamento. Em seguida os lingotes eram enviados, 
através de uma nave de carga até uma outra nave 
que ficava orbitando a Terra, aguardando a chegada 
periódica de uma nave-mãe que levava o precioso 
metal para Nibiru, para ser usado como partículas
 suspensas, na atmosfera, a fim de conter o
 avanço de um fenômeno semelhante ao efeito estufa.


Tida como divindade,
 essa raça superior 
que estava na
 Terra era 
liderada por 
Enki e seu 
meio-irmão
 Enlil (hoje 
conhecidos como
 os primeiros 
astronautas 
pesquisadores). 
Os dois meio-irmãos eram responsáveis pelas atividades 
exploratórias na Terra, e se reportavam a seu pai Anu –
 que continuava morando em Nibiru. Os dois viviam em 
pé de guerra e e rivais, devido ao fato de que, mesmo
 sendo primogênito, ENKI não era o primeiro na linha de 
sucessão do trono nibiruano, mas sim ENLIL e se viram
 em meio a uma rebelião quando os anunnakis se 
cansaram de tanto trabalhar na exploração de minérios. 














Essa rebelião ficou conhecida como “A Rebelião dos Anjos” 
e foi sanada com a brilhante idéia de Enki em chamar a 
deusa da medicina, Ninharsag para criar um ser que
 pudesse trabalhar no lugar deles, poupando assim os
 deuses Anunnakis de tal esforço. Mesmo com todos
 os protestos de Enlil, Anu (o pai dos dois) autorizou
 o procedimento e começaram os testes de mistura genética.

Primeiramente os testes foram feitos misturando-se
 diversas espécies de animais entre si. Entende-se que 
foi daí que vieram as histórias mitológicas sobre sereias,
 esfinges, centauros, cavalos alados entre outros seres
 híbridos. 

Com o insucesso dos testes, Enki decidiu fazer misturas
 genéticas entre o DNA anunnaki e o DNA dos seres vivos 
da Terra. Dentre alguns testes que não deram certo, 
acabaram por descobrir a espécie perfeita que,
 misturada com o DNA anunnaki, resultava em um
 híbrido extremamente funcional.

Com a urgência de exploração de ouro, os alienígenas
 optaram pela criação desse ser híbrido (mistura raças
 humanóides da Terra com aliens), fazendo surgir 
o homo-sapiens.
O homo-sapiens, que veio ao mundo para ser escravo!
 Como os primeiros homo-sapiens eram híbridos, não
 se reproduziam. Como precisavam de mais escravos
 e o tempo que dedicavam para
 criarem mais servos estava comprometendo
 os volumes de produções, realizaram novas experiências 
que permitiram a auto-procriação de suas criaturas.

Quando os sapiens tornavam-se muito numerosos,
 parte deles era expulso das cidades Anunnaki e,
 assim, gradualmente espalharam-se pelo planeta.
 Mas as criaturas surpreenderam os criadores: 
eram belos e se desenvolviam muito bem. Algumas
 fêmeas começaram a servir de parceiras sexuais 
para os colonizadores. Essas uniões eram férteis,
 produziam prole. 


Mas isto era uma situação inaceitável para a elite
 dos Anunnaki que decidiram exterminar a população 
colonizada – a humanidade – provocando uma colossal
 inundação em época próxima à reentrada de Nibiru 
nas proximidades da órbita da terra. Esse 
dilúvio aconteceu há aproximadamente de 12 mil anos atrás.

Muitos humanos foram salvos por Enki, que simpatizava 
com aqueles que ele mesmo havia criado. 


TORRE DE BABEL , TEMPLO EDIFICADO  POR ENKI AO SEU FILHO ,
 O DEUS MARDUK.  

Por milhares de anos, homens e mulheres foram escravos 
e soldados. Os Anunnaki usavam seus servos nas guerras que 
travaram 
entre si, na construção de palácios e cidades, em instalações
 astronômicas
 localizadas em todos os continentes. Eles ocuparam não
 somente a
 Mesopotâmia, como também o Egito, a Índia. Por isso
 os sinais de sua presença 
são encontrados em praticamente todo o mundo.


PIRAMIDES DE GIZÉ

Seis mil anos depois do dilúvio, os Anunnaki que aqui
 permaneceram resolveram que era hora de deixar
 o planeta e, gradualmente, conduziram a raça humana
 à independência, introduzindo um sistema sócio 
político fortemente hierarquizado. Linhagens de reis 
foram estabelecidas, possivelmente considerando a 
descendência direta dos próprios Anunnaki: eram os 
“Iniciados”, versados em ciências como matemática
 e astronomia, conhecedores de técnicas de medicina,
 arquitetura e engenharia. Dinastias cuja continuidade era
 feita por meio “colégios” – os “colégios dos mistérios”.

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