sábado, 9 de abril de 2016

Sinais divinos ou Ovnis? O Contato Extraterrestre nos livros sagrados


Nos anais de Tutmés III, cerca de 1504 a 1450, antes de Cristo, 
escribas viram no céu círculos de fogo que, em seguida, subiram
 mais alto e dirigiram-se para o sul.
Em 163 AC, em Concius, um homem foi queimado por um raio
 que veio de um espelho no céu.
Em 436 DC, em Bizâncio, após fortes tremores de terra, uma 
criança sobe ao céu e volta, a vista de muitas pessoas.
Cruzes no céu foram vistas em diversas épocas:
No ano de 776, os franceses, dentro do castelo de Sigibut, estavam 
sitiados pelos saxões. No entanto, foram salvos quando surgiram 
sobre a igreja da fortaleza dois escudos vermelhos no céu. E assim os 
saxões fugiram. (Annales Laurissense).
Crônicas do ano 1120, do monge Mateus de Paris, nos fala de uma cruz
 voadora sobre o santo sepulcro. (Hist. Anglorum)
No ano de 1200, também foi vista uma cruz no céu sobre Jerusalém. 
Em 312 DC, surgiu uma cruz no céu quando o imperador Constantino 
aceitou o Cristianismo, no Império Romano.
Em 1528, no cerco de Utrech, foi vista uma cruz de Borgonha, de cor amarela,
 no céu da Holanda.
Em 1954, uma patrulha de discos voadores sobrevoa Roma, fazendo evoluções 
e ao final, forma uma cruz sobre a basílica de São Pedro, no dia do aniversário 
da revolução Comunista.
Temos milhares de contatos descritos na história universal e a maioria 
deles foi interpretada como sinal divino:
“608 AC – É a segunda vez que me foi dirigida a palavra do senhor a qual dizia:
 Que vês tu? E respondi: Vejo panela a ferver que vem da banda do Aquilão.
” (Jeremias-1.13)
“Levantei de novo os olhos e eis que havia rolo que voava, o qual tinha 200 
côvados de comprimento e 10 côvados de largura.” (Zacarias – Liv. 1 – 5.1.-2.)
 Seria um charuto?
“Parou, pois, o sol no meio do céu e não se apressou a por-se durante o espaço de
 um dia.” (Livro de Josué)
166 DC – Julius Obsequens, em Prodigiorum Libellus, cita que em Capua o sol
 brilhou à noite. E Tito Livius escreveu que Albae viram-se dois sóis à noite. Em De
 Divination, Cícero fala sobre dois sóis e três luas vistas no céu.
Do livro Aparições, de Erich Von Daniken:
28/12/1933 – A Sra. Van Nieke Van Den Diji, em Onkerzeele, Bélgica, viu um sol verde
 vermelho girando.
15/04/1950 – Em Casalicchio, a Aquivava, na Itália, milhares de espectadores dizem
 ter observado uma nuvem que se abriu e em cujo centro havia uma estrela de brilho
 opaco e, respectivamente, um sol girando e brilhando em todas as cores.
30/10/1950 – Segundo relato expresso do Cardeal Todeschini, por várias vezes o 
Papa Pio XII viu nos jardins do Vaticano o sol girando, semelhante ao milagre
 do sol de Fátima.
13/10/1917 – Em Fátima, Portugal, 70.000 pessoas presenciaram o milagre do 
sol. Estava chovendo, quando o sol apareceu através das nuvens. Parecia um disco 
achatado, com um contorno nitidamente definido. Tinha o brilho mutante e, 
de repente, começou a fazer manobras e a rodar com crescente velocidade. 
Começou a cair e logo aquilo, avermelhando-se, manobrou e desapareceu nas nuvens.
Se raciocinarmos, poderemos ver que todos esses avistamentos, tidos como sol, 
nada mais são do que OVNIS. Como o sol poderia deslocar-se, aproximando da 
Terra? Todo o sistema solar seria destruído. E ainda mais em Fátima, como esse
 astro poderia caber entre as nuvens e o solo do nosso planeta se ele tem 1.300.000
 vezes o diâmetro da Terra.
Em 1463, Catarina de Bolonha, na Itália, viu o Senhor sentado num trono resplandecente. 
E em 214 AC, em Hádria, no Golfo de Veneza, houve um estranho espetáculo.
Surgiu um homem vestido de branco sobre um altar no céu. (Julius Obsequens e 
Tito Livius em história romana – Liv. 21- Cap. 62)
Esses avistamentos de altares no céu nada mais eram do que tripulantes vistos em
 OVNIs em vôo, tendo uma parte transparente que permitia ver o interior do mesmo.
Em 1950, um observador da zona rural, contou-nos que viu um objeto pousado
 emitindo intensa luminosidade. Ele tinha a forma de um “chapéu” e, no local
 onde seria a copa, tinha uma cúpula transparente e lá ele viu um ser assentado com as mãos no queixo e os cotovelos apoiados nas pernas. E disse-nos que aquilo era uma assombração.
E o que poderiam pensar, aqueles que citamos, há mais de 500 anos?
“Em 14, um moribundo contou a seguinte história a São Tomás de Villanueva,
 Arcebispo de Valência:
Eu era judeu, tendo sido rigorosamente educado de acordo com as leis judaicas.
 Estávamos três a passear, quando subitamente, o céu se abriu como uma cortina. 
Ficamos assustadíssimos, pois nenhum de nós havia visto um espetáculo dessa 
natureza. Então, surgiu no ar um cálice de ouro com uma hóstia branca sobre ele.
 (Aparições – Erich Von Daniken).
Como são os contatos observados com olhos religiosos! Pois o que o moribundo viu
 foi um OVNI iluminado em determinadas partes, emitindo um facho de luz em cone, 
para baixo. Já ouvimos de moradores rurais, em nossas pesquisas, a expressão: “parecia
 um ostensório”, que é um objeto usado na religião apostólica romana.
15/12/1631 – Perto de Nápoles, pairando sobre um campo de trigo, a “Rainha dos 
céus”, apareceu a vários jesuítas, para anunciar a iminente erupção do Vesúvio.
 (Aparições – Erich von Daniken).
04/11/1799 – Em Cumana, Venezuela, houve um terremoto, sendo vistas várias bolas
 vermelhas no céu.
Em 26/09/1954, OVNIs foram vistos, durante um terremoto, pairando no espaço.
E também, em 11/02/1957, em Leicestershire, Inglaterra, OVNIs foram vistos no céu, 
durante terremoto.
Muitas vezes os OVNIs foram vistos antes de algum cataclisma do planeta. 
Talvez seus instrumentos sofisticados tenham detectado o que se sucederia e se
 mostram como um sinal dos céus, já que conhecem nossas crenças. Ou, então, 
pretendem avisar-nos que algo suceder naquele lugar, já que essas visões sempre
 foram consideradas mau presságio. E, especulando, podemos pensar que se aproveitam 
de sua tecnologia para manipularmos e continuar a fazendo-nos encarar suas
 Aparições como divinas ou demoníacas.
12/09/1914 – Em La Marne, França, quando estava em curso a grande batalha do Rio 
Marne, muitos soldados alemães distinguiram, no firmamento, uma dama de branco
 que impediu seu avanço. (Aparições – Erich Von Daniken)
Em 1099 AC, os cruzados, sitiando Jerusalém, viram um cavaleiro agitando o escudo
 brilhante sobre o Monte das Oliveiras, ordenando atacarem novamente.
Em 204 AC, apareceram dois anjos resplandecentes no céu, de aparência pavorosa 
e paralisaram o exército egípcio de Ptolomeu IV, quando ele resolveu matar os judeus.
É interessante destacar que esses avistamentos de OVNIs sempre se fizeram presentes
 em guerras. Será que eles tem até o interesse de interferir em nossa história,
 mudando o curso de uma batalha?
Mas vejamos os OVNIs e as religiões…..
OVNIS E AS RELIGIÕES
Gostaríamos de frisar, antes de expormos nossas idéias, que acreditamos em 
Deus, um ser espiritual, onipresente e onisciente. Cremos na evolução do espírito 
através de sucessivas reencarnações nos incontáveis mundos do Cosmo. Mas, por
 Deus ser tão complexo, nossa mente ainda não pode compreendê-lo. E assim, a
 humanidade, nessa busca incessante para explicá-lo, buscou em fatos reais, 
acontecidos ao correr dos milênios, uma maneira de entendê-lo.
E dessa maneira tudo que vinha do céu era considerado divino. E, nossos
 antepassados, em contatos com seres de outros planetas, interpretaram isso como 
aparições de anjos, santos e até o próprio Deus. No entanto, não queremos, de
 maneira alguma, criticar qualquer religião que seja – pois todas elas encaminham o
 homem para o “bem” – e também influir na crença de um Deus Criador. nós somente
 estamos colocando-o no lugar que ele ocupa, o cosmo e não um pequenino planeta
 como a terra, pois, “Ele” semeou a vida em múltiplos mundos desse universo maravilhoso 
e nós não estamos sós.
Estudando as religiões antigas, podemos notar a presença de seres físicos,
 dotados de tecnologia avançadíssima, em contato com a humanidade. E surgiram os
 falados cruzamentos entre seres celestiais e mulheres da terra, fatos descritos em livros
 sagrados e na história universal.
Luciana Lemos Bocchetti
A Bíblia Sagrada nos diz: ” Entrementes os homens haviam se multiplicado na terra 
e lhes tinham nascido filhas. Os filhos de Deus vendo a beleza das filhas dos
 homens tomaram por esposas aquelas que mais lhe agradaram.” (Gênesis)
Mais adiante temos:
“E havia naquele tempo gigantes sobre a terra e os houve também depois que os 
filhos de Deus se uniram às filhas dos homens e destas nasceram filhos; são estes
 os heróis famosos desde o tempo antigo.” (Gênesis)
Os livros sagrados de Dzyan contam-nos que os primeiros homens na Terra eram filhos 
dos homens celestes ou Pitris e que os “Reis da Luz” ocupavam “tronos Celestes”.
O Nihongi, Japão, descreve-nos seres divinos que desceram do céu, em “barcos
 celestiais”, e se uniram às filhas dos homens. E também nos falam de uma “ponte 
celestial ou flutuante” entre o céu e a terra.
Zeus, Mercúrio e outros deuses gregos desciam do Olimpo para amarem as lindas 
mulheres da Grécia.
O Bundhasvamin Brihat Katha Shlokasanigraha, um antigo romance do Nepal, narra 
contos de seres divinos descendo do céu e seduzindo as mulheres e guerreando em
 seus “carros voadores”.
Na Índia, o Rig Veda os conta histórias sobre “seres celestiais” que desciam à Terra
 para amar ou fazer guerra. O mesmo encontramos no Ramaiana, também da Índia, pois
 nos fala de histórias de seres do espaço com mulheres de nosso planeta.
Em muitas civilizações antigas, as virgens eram sempre destinadas aos deuses. 
Na Babilônia, segundo alguns autores, os Zigurats, altas torres, eram reservados
 aos deuses, para seus encontros com as virgens a eles destinadas. Na Grécia antiga, 
era costume de muitas outras mães solteiras dizerem que seus filhos tinham origem 
divina. Os Súcubos e íncubos na idade média apavoravam muitas mulheres e homens
 com suas seduções. Podemos especular dizendo que esses contatos, entre homens 
de outros planetas e mulheres da terra, tinham uma finalidade de melhorar geneticamente
 as raças por eles escolhidas, pois, os cruzamentos entre parentes as degeneravam,
 atrasando a evolução. Por isso é que muitos povos tinham proteção dos deuses, 
ajudando-os até a lutar contra outros. No entanto, é difícil compreendermos tudo isso,
 porque o que citamos vai de encontro a dogmas religiosos de mais de dois mil anos.
Posteriormente, os seres extraterrestres que nos visitavam passaram a uma segunda fases
 de suas missões na Terra. Começaram a dar a humanidade noções de justiça, moral e 
ordem. Mas os homens daquela época não podiam conceber engenhos voadores, daí 
sempre vermos textos antigos a expressão: “O céu se abriu “. Imaginavam que atrás do 
céu, no espaço, estaria a morada de Deus, inacessível ao homem.
Porém, esse podia abrir-se e dar passagem a Ele ou a seus enviados para contatos com 
a humanidade. E os contatos sucediam-se e daí selecionavam um líder e a ele eram
 dadas instruções para transmiti-las a seu povo. E desses contatos entre nave tripulante
 nasceram os anjos, santos e até o próprio “Deus”, que era visto como “nuvem”, 
“bola de fogo”, com fumaça, trovões e relâmpagos. E assim surgiram as religiões…
Hamurabi, na Babilônia, recebeu suas famosas leis de seu Deus Sámas, numa 
montanha. Minos, fundador de Cnossos, recebeu as leis cretenses, também de um
 Deus, num monte sagrado. Em 550 AC, Zoroastro, numa caverna que foi banhada
 em fogo (luz), teve seu contato com Ahura Mazda (Dono da Luz) e fundou o Zoroastrismo.
Em 610 DC, Maomé visionou o anjo de Alá que lhe mostrou uma tabuinha de ouro, em
 montanhas próximas à Meca, daí criando o Islamismo.
Por volta de 1.500 AC, no cume do Himalaia, Manu sobreviveu ao dilúvio e visionou Brama.
Em cerca de 1800, nos Estados Unidos, Joseph Smith visionou o anjo Moroni que surgiu 
em seu quarto, envolto numa luminosidade. E depois ele o viu subir num poço
 de luz (elevador?). Posteriormente, em outros contatos, fora lhe indicado um local 
aonde se encontraram as tabuinhas de ouro que lhe deram noções para criar a religião
 Mórmon.
Fato semelhante aconteceu com o Papa São Gregório, em 589 DC, cognominado o
 Grande, em Roma, quando ele escondeu-se numa caverna e foi descoberto por um 
clarão. E ali ele viu anjos subindo e descendo por um espectro. Na realidade, ele viu uma
 nave com seu sistema de propulsão ligado e seus tripulantes entrando e saindo.
Hoje conhecemos vários casos em que a nave, pousada ou próxima ao solo, projetava
 uma “coluna de luz”, e os tripulantes foram vistos, entrando nesta coluna e eram “sugados” 
para dentro da nave, ou descendo através dela. Um tipo de elevador?
 (Nota de Aloysio Carvalho)
São especulações, mas não podemos admitir que seres espirituais precisariam de
 veículos que emitissem fogo para suas subidas e descidas do céu. Aviões e helicópteros não poderiam ser, já que nas mencionadas datas eles não existiam.
Vejamos o que a Bíblia Sagrada nos mostra:
“Um dia, tendo conduzido seu rebanho para o deserto, chegou ao Monte de Deus,
 Horeb, o Senhor ali apareceu em uma chama de fogo, do meio de uma sarça, Moisés
 via a sarça arder, sem se consumir.” (Êxodo)
Nesse encontro com Deus, Moisés estava diante de uma luz, já que a expressão “sarça
 arder sem se consumir” exclui “fogo”. Seria uma nave profusamente iluminada? Mas 
vejamos outros encontros que teve com Deus no Monte Sinai:
“Já chegava o terceiro dia e a manhã estava brilhando; Eis que começou a ouvir um 
estrondo de trovões, e relâmpagos apareceram; Uma nuvem densíssima cobria o monte, 
um soar de trombetas se fazia ouvir com estrépito e o povo que estava nos
 acampamentos experimentou um grande medo. Moisés conduziu-os para fora do 
acampamento ao encontro de Deus, e eles pararam ao pé do monte. Todo o Monte Sinai 
fumegava, porque o Senhor baixara sobre ele no meio de chamas; O fumo subia como se
 fora de uma fornalha e o monte inteiro incutia pavor.” (Êxodo)
Experimente ler o texto novamente e trocar a palavra “Senhor” por “nave”. É evidente
 que Moisés estava diante do pouso de uma grande nave, ouvindo o barulho de 
seus motores, vendo sua fantástica iluminação e o fogo que saia de seus jatos
 propulsores, que chegavam a incendiar o solo do monte, provocando fumaça. 
E raciocine, isso aconteceu há mais de dois mil anos. Ali, Moisés ficou por 40 dias e 
40 noites, sendo instruído para guiar o povo hebreu. Recebeu os “Dez Mandamentos”, 
gravados em pedras, e enquanto isso o povo não podia aproximar-se do monte, veja:
“Desce e avisa ao povo para que não ouse ultrapassar os limites para ver o senhor, 
para que não morra um grande numero deles.”
É claro que aqueles seres tinham medo da multidão, que poderia até danificar a nave. 
E, ademais, não queriam ser percebidos como seres físicos, daí é que somente Moisés
 entrava em contato direto com eles. Vejamos outros textos bíblicos que nos mostram naves:
“O Senhor precedia-os para ensinar-lhes o caminho, de um dia, numa coluna de nuvens e
 à noite, numa coluna de fogo, a fim de lhes servir de guia dia e noite.”
“O anjo do Senhor que precedia os bandos de Israel levantou-se para chefiar os grupos
 que iam atrás dele; Moveu-se com ele a coluna de nuvens, que estava à frente e seguiu
 atrás do povo, entre o campo egípcio e aquele de Israel, a nuvem era escura em
 um lado, mas do outro iluminava.”
OVNIs guiando o povo hebreu, durante o dia com suas luzes apagadas e à noite
 acessas, nuvem e coluna de fogo. Daí, por esse motivo, é que a “nuvem era escura em
 um lado, mas do outro iluminava”. Especulando, podemos dizer que seria um holofote 
dirigido para a frente.
Ezequiel teve um contato onde ele descreve o seguinte:
“Eis que um vento de tempestade vindo do norte e uma grande e espessa nuvem com
 fulgurações de um fogo todo resplandecente; E ela encerrava uma espécie metal 
brilhante, que estava completamente inflamado.
Tinham também a semelhança de quatro seres vivos e eis qual era o seu aspecto:
 Pareciam-se homens. Cada um possuía quatro faces e quatro asas. As suas 
pernas, bem verticais, tinham cascos de bovinos e cintilavam como bronze polido (…)
E tais eram seus rostos. As suas asas estavam desdobradas, duas unindo-se em cima
 e duas cobrindo-lhes o corpo. Cada um andava em frente; Aonde o espírito lhes ordenava 
que fossem, elas iam; Não se viravam ao caminhar. E quando a estas criaturas vivas,
 dir-se-ia serem carvões em brasa ardendo como tochas e isso circulava entre
 os viventes, em fogo deslumbrante, e do fogo saíam clarões. E as criaturas vivas corriam
 em todos os sentidos, qual a faca.
Eu olhava para os viventes e eis, no solo, uma roda junto deles, sobre as suas quatro
 faces. O aspecto das rodas e sua matéria eram como tarxixe e todas as quatro eram 
parecidas; O seu aspecto e a sua estrutura eram como uma roda enganchada numa
 (outra) roda. (…)
Quando as criaturas vivas andavam, as rodas giravam também, ao lado delas, e
 quando as criaturas vivas se elevaram da terra, as rodas elevaram-se também. Para 
onde o espírito as impelia, elas iam, o espírito empurrando-as e as rodas elevando-se 
com elas; E quando se elevavam da terra, as rodas elevavam-se igualmente, porque o
 espírito de cada vivente estava nas rodas. Por sobre a cabeça das criaturas
 vivas havia como que um firmamento semelhante a um cristal cintilante, estendido por 
cima de suas cabeças.
E sob o firmamento erguiam-se suas asas uma contra a outra e cada qual tinha duas 
que lhe cobriam o corpo. E ouvi as suas asas ressoarem quando andavam, qual o ruído 
das grandes águas, qual o trovão do Todo Poderoso, qual o túmulo de um exército;
 Quando paravam, deixavam pender as asas e ouvia-se um ruído, que partia do 
firmamento estendido por sobre suas cabeças.
Por sobre o firmamento, que estava por cima de suas cabeças via-se como 
que uma pedra de safira, assemelhando-se a um trono; E sobre essa semelhança
 de trono parecia surgir um semblante de homem. No interior e por fora, vi como 
que metal brilhante, com aspecto de fogo, resplandecendo tudo ao redor.”
A narração de Ezequiel, de onde extraímos os textos principais, nos mostra que ele 
teve um contato com uma nave. Ele fala claramente nas suas luzes, seu sistema
 de propulsão, cúpula ou grandes janelas transparentes e a tripulação dentro da
 nave. É claro, isso numa linguagem como ele podia conceber naquela época, já que até 
um simples automóvel seria para Ezequiel uma aparição divina, ainda mais um OVNI. Ele
 também fala do ruído dos motores da nave, nas escotilhas da mesma e quando cita 
asas ele claramente nos mostra que o engenho podia voar. Não há duvida que Ezequiel
 teve seu contato com um engenho oriundo de outros planetas.
São João, no Apocalipse, nos descreve um anjo que tinha olhos como labaredas e outro
 com um rosto como o sol e os pés como colunas de fogo. Muitos outros termos que 
nos levam aos OVNIs são citados na Bíblia, tais como: “tronos de fogo” , “braseiros 
consumidores” e “rios que jorram em montes de fogo”.
Os livros de Enoque e Esra, que não figuram na lista de obras canônicas, também
 nos trazem contatos com seres de outros planetas. No livro de Reis, encontramos 
o seguinte:
“Continuando seu caminho entretidos a conversar, eis que de repente surge um carro
 de fogo, e uns cavalos de fogo, que os separam um do outro. E Elias subiu ao céu
 num turbilhão.”
O texto nos dá a entender que Elias subiu ao espaço à bordo de uma nave,
 “um carro de fogo”. Com Ezequiel também aconteceu um fato semelhante, vejamos:
“(…) aparência de fogo, resplendor com brilho de âmbar. Aquilo o levantou entre a
 terra e o céu e nas visões de Deus o levou a Jerusalém.”
Daniel também teve seu encontro com um OVNI e o descreveu: ” (…) Daniel, próximo 
ao rio Tibre, viu o Senhor: Era como berilo, com aparência de relâmpagos, olhos como 
lâmpadas de fogo e seus braços e pés de cor semelhante a cobre polido e som de
 suas palavras como uma multidão.”
Os Celtas tinham Balder, filho de Odin, e sua mansão denominada largamente Brilhante.
 Os germânicos, Thor e seu martelo encantado e as Valquírias, cavaleiras mágicas
 que desciam de Asgard (céu). Na Índia o Rig Veda nos fala deDyas-Pitar, Indra 
com seu carro aéreo, com corcéis de crina de ouro e pele brilhante, os Maruts em seus 
carros dourados e Vayu com sua carruagem brilhante puxada por cavalos rubros como
 o sol. Vishnu, Puxam e Surya, juntamente com os Asvins que voavam em carros 
fulvos brilhantes e flutuavam por sobre o oceano, eram outros deuses indianos.
No Ramaiana, temos as aventuras de Rama na busca de Sita, sua esposa, em 
seu carro aéreo e dotado de armas mortíferas. No Mahabarata temos relatos de
 guerras espaciais com armas que só a ficção científica atual nos pode descrever. 
Os egípcios acreditavam que o faraó era um ser divino e Manetho, Sacerdote de
 On, no Aegyptica, diz que os primeiros reis eram deuses. O Shan-hai-ching 
nos fala de uma raça humana dotada de asas, chamadas Miao que por volta de
 2.400 AC perdeu a capacidade de voar, depois de se desvair com o Senhor do
 Alto, foi exilada. Seria uma lembrança da expulsão do primeiro homem do Paraíso?
Os índios Hopis, dos Estados Unidos, acreditavam que seus ancestrais vieram de 
outros planetas, Os Navajos e Sunis, também dos Estados Unidos, veneravam 
deuses louros e acreditavam em outros mundos no cosmo. O “Thunderbird” 
(Pássaro Trovejante) é uma lenda entre muitas tribos da América do Norte.
Os Noothaus falam da visita de um deus que veio numa “canoa de cobre”, e
 os Pawnees, em um ser que brilhava com estranhas radiações. Quetzalcoaltl 
fez maravilhas no México e os Maias os chamavam de Kukulkan, os quichuas da 
Quatemala, de Gucumatz e no Peru foi conhecido como Viracocha, na Colômbia
 como Bochica e os Polinésios, de Wakee. Os índios Machiguengas do Peru 
falam no “povo de céu” que veio por uma “estrada brilhante”.
O Livro dos Mortos, do antigo Egito, nos fala em “legiões no céu”, “espíritos da luz” 
e “seres brilhantes”. Pandoro escreveu, em 400 AC, sobre os Egregori (guardas-anjos) 
que desceram à Terra no ano cósmico 1.000. Osíris, Isis e Hórus eram representados
 como disco solar, como também eram comuns os barcos solares egípcios.
Na América do Sul existem centenas de lendas que nos falam de seres que desceram
 do céu e viveram entre os índios. No Brasil, temos o Bacororo e Baitagogo, dos índios
 Bororós. Os Kadweus, do Mato Grosso, falavam de Karana. Os Caiuás tinham o Baira,
 porém o Guaricana era um ser sagrado que vinham curar os enfermos. Jupari foi
 um dos deuses indígenas brasileiro mais cultuados. Mas, quando o homem branco
 chegou, para catequizá-los, transformaram-no em um “espírito do mal”. Os índios
 diziam que Jupari era filho de Ceuci, nome que davam as Plêiades.
Sumé também foi outro deus civilizador das tribos brasileiras e diziam que sua morada
 sagrada era Itaoaoca. O Dr. João Américo Peret colheu entre os índios a lenda de
 Bebgororoti, Era um ser que vestia o Bo (traje) e levava à mão a Kob (arma). Viveu 
entre os índios e quando foi embora, na serra de Punkato-Ti, ouviu-se um grande
 estrondo e Bebgororoti desapareceu nos ares, envolto em fumaça, chama e trovão.
 E o mais interessante é que quando os índios relembram Bebgororoti, fazem uma
 roupa que se assemelha a dos astronautas atuais em suas festividades.
Além da presença marcante de deuses físicos em toda a história da humanidade,
 os OVNIs também foram denominados de aves, répteis e animais voadores,
 principalmente pelos indígenas. Tivemos Boitat , Mbai-Tat (cousa de fogo),
 Mboi-Guaçú (cobra grande), Nhandutat (passaro de fogo – “Thunderbird”), Carbúnculo 
(lagarto de fogo), etc… tudo isso no folclore brasileiro. Já os civilizadores os situaram
 no campo sobrenatural e criaram Mãe do Ouro, fantasmas, luzes fantasmas, Fogo 
Corredor, Curacanga, Mulher de branco, Alamoa, João Galáfuz e dezenas de outros
 mitos, por todo o território brasileiro. No início do século, criou-se uma denominação 
interessante para os OVNIs, a do Carro Fantasma. Um veículo que assombrou
 muita gente nas estradas intermunicipais.
Na história universal, encontramos milhares de relatos que nos falam sobre os OVNIs
 no correr dos milênios. No entanto, apesar de se fazerem presentes na história de
 todos, muitos não crêem na sua existência. E se assim o fazem é porque querem 
ainda considera-los como oriundos do céu, divinos. Não queremos dizer com isso
 que Deus é astronauta, pelo contrário, queremos dizer que Deus é o criador de 
tudo que existe e que não precisa de naves para vir ao nosso planeta…

Nenhum comentário:

Postar um comentário