sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

CONTINENTES PERDIDOS:ATLÂNTIDA E LEMÚRIA – Parte 6


Cayce tinha a suposta capacidade de ver o futuro e de se comunicar com os mortos. Ele identificou centenas de pessoas, incluindo a ele mesmo, como atlantes reencarnados; muitos dos consulentes de Cayce recebiam informações sobre o seu passado atlante nas “leituras” que o médium fazia de seus casos. Ele disse que o limite ocidental da Atlântida seria descoberto perto da costa de Bimini até o final da década de 60. Em 1969 mergulhadores britânicos descobriram duas “estradas” de pedra paralelas na costa de Bimini. Mas os primeiros pesquisadores e arqueólogos que estudaram o local, conhecido como “Estrada de Bimini”, logo o consideraram como uma ocorrência natural. No entanto, investigações recentes descobriram evidências que parecem sustentar a idéia de que as pedras foram moldadas e colocadas lá para formar uma parede. E essa descoberta de uma possível cidade submersa próxima de Cuba só vai aumentar o ímpeto dos que apóiam a teoria da Atlântida.
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Edgar Cayce afirma que dois grupos diversos tiveram grande poder nessa época, um deles chamados de “Os Filhos de Belial”. Estes trabalhavam pelo prazer, tinham grandes posses, mas eram espiritualmente imorais. Um outro grupo chamado de “As Crianças da Lei Um”, era constituído por pessoas que invocavam o amor e praticavam a oração e a meditação juntas, esperando promover o conhecimento divino. Eles se chamavam “As Crianças da Lei Um” porque acreditavam em Uma Religião, Um Estado, Uma Casa e Um Deus, ou melhor, que Tudo é Um. Logo após essa divisão da civilização atlante, foi que ocorreu a primeira destruição da Atlântida, ocasião em que grande número de imensos vulcões entrou em erupção. Então uma parte do povo foi para a África onde o clima era muito favorável e possuíam muitos animais que podiam servir como fonte de alimentação. Ali os descendentes dos atlantes viveram bem e se tornaram caçadores. A outra parte direcionou-se para a América do Sul onde se estabeleceu na região onde hoje é a Bacia Amazônica. Biologicamente os atlantes do grupo que foi para a América do Sul começou a se degenerar por só se alimentarem de carne pensando que com isso iriam obter a força do animal, quando na verdade o que aconteceu foi uma progressiva perda das habilidades psíquicas. Assim viveram os descendentes atlantes até que encontraram um povo chamado Ohlm, remanescentes dos descendentes da Lemúria, que os acolheram e ensinaram-lhes novas técnicas de mineração e agricultura.


“Os acontecimentos acontecerão gradualmente. Haverá terremotos onde normalmente não existem e vulcões extintos há séculos ficarão ativos. Predominarão condições meteorológicas anormais, que se agravarão com a progressão do tempo. As estações do ano perderão o significado, pois haverá dias quentes nos meses do inverno e frios nos períodos tradicionalmente cálidos (aparente inversão dos polos). À medida que a data se aproximar, será registrada uma escuridão crescente, pois os raios solares serão bloqueados. Cairá dos céus uma substância vulgarmente conhecida como chuva negra e haverá um grande caos. Quando estes acontecimentos atingirem um clímax, a Terra se inclinará. Muitas terras desaparecerão sob os mares em ebulição e algumas serão erguidas dos leitos submersos. Entre estas últimas, aparecerá o continente de Atlântida”.

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A terceira, a Lemúria, habitaram um continente vasto que ocupava o atual oceano Pacífico e também áreas do Atlântico; Esse continente submergiu com o fim da civilização da Lemúria, ocasionado por convulsões geológicas como terremotos e erupções vulcânicas. Começou sua jornada ontológica também em corpos de matéria sutil; foram chamados de “os sem-ossos” e eram assexuados; mentalmente pouco desenvolvidos (e por isso também chamado “SEM-MENTE”). Produziram, já nas últimas gerações, seres dotados de esqueleto ósseo, dimensões agigantadas – em relação ao sapiens atual, e foram inicialmente bissexuais passando a ser heterossexuais, divididos em machos e fêmeas, no fim do período. Este foi o primeiro passo para um tipo de reprodução que iria se desenvolver dali por diante: a reprodução sexuada (os modos anteriores foram a EXUDAÇÃO e o BROTAMENTO).







Construíram aeroplanos, mas nada muito desenvolvido, algo que se assemelharia mais ao que é hoje é conhecido como “asa delta”. Isto, de acordo com a Teosofia, tem sido confirmado através de gravuras em certos hieróglifos egípcios e maias. Também fazia uso de tecnologia nuclear. Os Atlantes tinham grande conhecimento da engenharia genética, o que os levou a tentar criar “raças puras”, raças que não possuíssem nenhum defeito. Em busca do aperfeiçoamento racial, como é da natureza humana o querer sempre mais os cientistas atlantes tentaram desenvolver certos sentidos humanos mediante gens de espécies animais detentoras de determinadas capacidades. Tentaram que a raça tivesse a acuidade visual da águia, e assim combinaram gens deste animal com gens humano; aprimorar o olfato através de gens de lobos, e assim por diante. Mas na verdade o que aconteceu foi o pior, aqueles experimentos não deram certo e ao invés de aperfeiçoarem seus sentidos acabaram  criando bestas-feras, onde algumas são encontradas na mitologia grega e em outras mitologias e lendas. Ainda no campo da engenharia genética criaram algumas doenças que ainda hoje assolam a humanidade. A moral começou a ruir rapidamente e o materialismo começou a crescer. Começaram a guerrear. Por último os atlantes começaram a fazer experimentos com displicência de forma totalmente irresponsável com cristais e como conseqüência acabaram canalizando uma força cósmica, que denominaram de “Vril”, sob as quais não tiveram condições de controla-la, resultando disso a destruição final da Atlântida, que submergiu em uma noite.


Durante o ponto mediano da evolução dos Atlantes, eles se cruzaram com seres simiescos, produzindo os animais que hoje são chamados de primatas. Esta atitude condenou a Raça, pois perante o karma esta bestialidade era um pecado grave. Segundo Helena Petrovna Blavatsky os Atlantes foram punidos com a destruição da Raça e de seu continente. Foram quatro os grandes cataclismos, espaçados entre si por muitas centenas de anos, que destruíram a grande civilização atlante. O último deles, ocorrido aproximadamente 10.000 anos antes da época de Platão, submergiu a última terra remanescente do grande continente. À medida que as catástrofes iam se sucedendo, submergindo áreas inteiras do continente atlante, os povos remanescentes iam migrando em todas as direções. Aqueles que apresentavam um estado de consciência mais elevado e que não se imiscuíram na baixa magia e nos terríveis crimes perpetrados pelos povos revoltados que instalaram a desordem sob a égide dos perversos Rackshasas, seres híbridos provindos da Raça anterior, a Lemuriana, foram conduzidos por um enviado dos Céus, um Manú, chamado Vaisvásvata, para o Planalto do Pamir, no Norte da antiga Aryavartha, atual Índia. Os demais povos atlantes foram se dispersando nas terras que restaram da submersão. Isso aconteceu, segundo a cronologia esotérica, cerca de 850 mil a 1 milhão de anos atrás.Os sobreviventes deste cataclisma fundaram a quinta e atual Raça-raiz, a Ariana.




Um discípulo de Blavatsky, William Scott-Elliot, aprofundou as idéias da mestra em seu livro A Lemúria Perdida, de 1904. Na obra, ele descreve a Lemúria como um continente que “quase rodeava o globo”, habitado por humanóides de inteligência escassa e altura que variava entre 3,5 e 4,5 metros. Dotados de três olhos (um deles na parte posterior da cabeça), que lhes permitiam uma visão de 360 graus, eles caminhavam também para trás. Segundo Scott-Elliot, os lemurianos eram inicialmente hermafroditas e desenvolveram posteriormente a reprodução sexual. Mas esse processo não foi tranqüilo: no início, eles tiveram relações sexuais com animais, de onde resultaram os grandes símios de hoje. Os deuses criadores dos lemurianos ficaram tão horrorizados com esses cruzamentos que deixaram seus postos. No entanto, os humanóides não ficaram desprotegidos: magos vindos de Vênus encarregaram-se de orientar a evolução lemuriana. Tudo isso, porém, foi interrompido por erupções vulcânicas e sismos, que submergiram o continente.
fonte: lumini

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