sábado, 2 de junho de 2012

Leonardo da Vinci - Um dos maiores Génios da Humanidade



Leonardo da Vinci é considerado por muitos historiadores como o maior génio da história. Era um homem de infinita curiosidade e com uma versatilidade espantosa, foi escritor, cientista, músico, arquitecto, escultor, engenheiro. Foi o melhor de seu tempo em quase todos estes campos. Foi o melhor de todos os tempos na pintura.

Leonardo da Vinci foi um homem que pela genialidade revelada, transcendeu em muito os limites do seu tempo.

Da Vinci nasceu a 15 de Abril de 1452, existem dúvidas sobre o lugar de seu nascimento: para alguns historiadores, seu berço foi uma casa de Anchiano, uma localidade de Vinci, enquanto para outros, foi o próprio lugar de Vinci, situado na margem direita do rio Arno, perto dos montes Albanos, entre Florença e Pisa. Filho de Piero da Vinci, um escrivão, e de uma jovem camponesa chamada Caterina.
O seu talento artístico cedo se revelou, mostrando excepcional habilidade na geometria, na música e na expressão artística. Era também um excelente desportista, óptimo nadador e cavaleiro e engenhoso artesão e mecânico.


Em 1470, Piero da Vinci Reconhecendo as capacidades do seu filho, mostrou alguns dos seus desenhos a Andrea del Verrocchio, célebre professor em Florença. O grande mestre da renascença, percebendo o talento de Leonardo, recebeu-o em sua casa como aprendiz, até 1477. Com ele, Leonardo aprendeu as técnicas da pintura e escultura, bem como técnicas artesanais como as de ferreiro e mecânico. O seu primeiro trabalho foi um desenho do Vale do Rio Arno de 1473. Em 1476 Verrochio e Leonardo da Vinci pintam juntos O Baptismo de Cristo.

Em 1482 Leonardo muda-se para Milão, onde passou a trabalhar para o duque Ludovico Sforza, para quem realizou como engenheiro, várias construções militares. Nesta época, pintou algumas de suas obras-primas, entre elas, a primeira versão de A Virgem dos Rochedos em 1483. Em 1497 pintou o mural para o refeitório do mosteiro de Santa Maria delle Grazie, a conhecida obra A última Ceia.
Em 1499, quando Milão foi conquistada por Luís XII, Leonardo abandonou a cidade e voltou para Florença, já como artista consagrado. Em 1502 decidiu acompanhar Cesare Borgia na campanha de Romagna, como arquiteto e engenheiro militar.
Em 1503 Leonardo da Vinci começa a pintar o famoso e polémico quadro da esposa do mercador Francesco del Giocondo, a Mona Lisa, terminou-o três ou quatro anos mais tarde. A pintura a óleo sobre madeira de álamo encontra-se exposta no Museu do Louvre, em Paris, e é a maior atração do museu.
Em 1508 Leonardo da Vinci retorna a Milão, onde se dedica a seus estudos de anatomia, óptica e engenharia hidráulica, mas com a queda do domínio dos Sforzas muda-se para Roma em 1513, sob a protecção de Giuliano dei Medici, irmão do Papa Leão X. Neste período Leonardo da Vinci pinta a segunda versão da Virgem dos rochedos em 1508.

Em Roma havia intenso movimento cultural, que se revelou adverso a Leonardo, tanto por suas experiências científicas mal interpretadas, como pela presença de uma geração mais jovem de artistas que conquistava a preferência dos nobres. Então Leonardo da Vinci aceita o convite de Francisco I, sucessor de Luís XII no trono da França, para morar em Cloux, perto de Ambrosie.
Na França, Leonardo da Vinci viveu seus últimos dias, morrendo a 2 de maio de 1519 com 67 anos, após receber os sacramentos da Igreja. Morreu nos braços do rei Francisco I. Leonardo da Vinci foi enterrado na Capela de São Hubert no Castelo de Amboise.

Por testamento, Da Vinci legou ao seu pupilo favorito Francesco Meltzi todo o seu espólio. Cerca de 5.000 páginas de manuscritos e desenhos, incluindo roupas, dinheiro, livros, instrumentos de pintura e retratos, considerado a maior colecção de todo o Renascimento. Melzi preservou cuidadosamente a herança, mas com sua morte, cerca de cinquenta anos após a do mestre, os manuscritos dispersaram-se.

Principais trabalhos de da Vinci

Trabalhos de pinturas (artes plásticas):
Gioconda (Monalisa) , Leda, Dama do Arminho, Anunciação, A Última Ceia, Ginevra de Benci, São Jerônimo, Adoração dos Magos, Madona das Rochas, Retrato de Músico, São João Batista, Madona do Fuso, Leda e o Cisne, Madonna Litta.
Trabalhos de invenções:
Projectos de máquina voadora, máquina escavadora, isqueiro, besta gigante sobre rodas, máquina a vapor, submarino.

Trabalhos Científicos:
Homem vitruviano, anatomia do tronco, estudo de pé e perna, anatomia do olho, estudo da gravidez, estudos e embriões.

Projectos de Arquitectura :
Projecto arquitectónico de uma cidade, templo centralizado, projecto de um porto.
É fundamentalmente como pintor que é reconhecido. De todas as artes, a pintura era para Leonardo a mais sublime. Chamava-lhe “A ciência divina da pintura”.

Principais características das pinturas de da Vinci
Utilização da técnica artística da perspectiva, uso de cores próximas da realidade, figuras humanas perfeitas, temas religiosos, uso da matemática em cálculos artísticos, imagens principais centralizadas, paisagens de fundo, figuras humanas com com expressões de sentimento, detalhismo artístico.

Não se sabe muito mais acerca da educação e formação do artista, no entanto, muitos autores afirmam que o seu conhecimento não provém de fontes tradicionais, mas sim da observação pessoal e da aplicação prática das suas ideias.
Curiosidades sobre Leonardo da Vinci
Leonardo da Vinci era canhoto e, numa época em que os canhotos eram tidos como enviados do diabo, a teimosia de Leonardo em continuar a escrever com a mão esquerda foi causa de alguns dissabores. Além disso, Leonardo escrevia também da direita para a esquerda, sendo apenas possível a leitura dos seus textos em frente a um espelho.

Leonardo Da Vinci planificou várias máquinas voadoras, entre elas, o parafuso aéreo que inspirou o primeiro modelo de helicóptero!

Leonardo da Vinci desenhou o que se pensa ser o primeiro fato de mergulho funcional do mundo, apesar de tal feito ter sido atribuído ao alemão Karl Heinrich Klingert em 1797.

Nos seus esboços, Leonardo Da Vinci desenhava as suas invenções com defeitos, isto é, com pequenos erros para que só ele soubesse como fazê-las funcionar correctamente.

Da Vinci destacou-se em diversas áreas como a engenharia, a medicina e a arte.
Na medicina, por exemplo, Leonardo descobriu a razão pela qual as pessoas morrem de velhice (acumulação de substâncias que vão precipitando nos vasos sanguíneos, estreitando-os). Exceptuando a palavra colesterol, Da Vinci fez uma descoberta do séc. XXI em pleno séc. XV.

Leonardo esboçou várias máquinas de guerra entre elas, um tanque de combate e catapultas de contra-peso e braço flexível, contribuindo assim para o avanço da engenharia militar. No entanto, apenas o fazia como meio de subsistência na medida em que mostrava um enorme desprezo pelas guerras humanas.

Pouco se sabe sobre a sua vida pessoal, os seus amores, a sua saúde, mas sabe-se que a atitude de Leonardo perante o mundo do século XV era diferente.

Sedento de saber mas ainda mais de fazer bem, tinha como lema “non mi sazio di giovare” (não me canso de ajudar).

Leonardo da Vinci foi um dos grandes mestres do Renascimento, um dos génios mais extraordinários de todos os tempos. Uma personalidade impar na história da humanidade.

Fontes: Drawings of Leonardo da Vinci ,Leonardo da Vinci - by Le Cagot, Enciclopédia Larousse, Leonardo Da Vinci : Origins of a Genius, projecto da vinci, Leonardo Da Vinci: Um Génio Universal, Wikipédia, Suapesquisa
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"A arte é a assinatura da civilização." (Beverly Sills)

INCAS - OS FILHOS DO SOL


Uma das culturas mais intrigantes até hoje, em todos os aspectos, é sem dúvida, a Inca.

A palavra inca significa "chefe", "príncipe". O Inca era o chefe religioso e político de todo o Tawantinsuyo. Ele praticava a soberania suprema. Pesava o facto de que o Inca era venerado como um deus vivo, pois era considerado o Filho do Sol. Os seus súditos seguiam as suas ordens com total submissão. Apenas o mais nobre homem da linhagem Inca podia dirigir a palavra ao Inca e repassar as informações aos outros súditos.

A Civilização Inca desenvolveu-se na região da Cordilheira dos Andes (América do Sul ) nos actuais Peru, Bolívia, Chile e Equador. Fundaram no século XIII a capital do império a cidade sagrada de Cusco, era lá que havia o maior templo de culto ao deus Sol, o principal deus da religião inca.

Expandiram-se entre 1438 e 1531 em 1532, iniciou-se uma guerra civil e nesse mesmo ano Francisco Pizarro atingiu o Peru com o seu pequeno exército espanhol e conseguiu capturar o seu Inca (Atahuallpa). Este foi morto por estrangulamento no dia 29 de Agosto de 1533. Com a sua morte também acabava a "existência independente de uma raça nobre". A morte de Atahualpa foi o começo do fim do Império Inca.

O povo Inca tornou-se conhecido em todo o mundo pela sua cultura e tradição.
Cultura Inca
Os incas desconheciam a escrita, mas criaram um interessante e eficiente sistema de contagem o Quipo. Era um instrumento feito de cordões coloridos, onde cada cor representava a contagem de algo. Com o quipo, registravam e somavam as colheitas, habitantes e impostos. Mesmo com todo desenvolvimento, este povo não desenvolveu um sistema de escrita.

Praticavam diversas danças, como rituais, cada uma com o seu significado e em ocasião adequada à mesma de acordo com os costumes e crenças.
Os artesãos incas eram peritos na lavra de ornamentos de ouro e prata e deixaram peças admiráveis feitas nesses metais, em cobre e cerâmica. Excelentes tecelões, decoravam tecidos de vicunha e algodão com penas coloridas.

Os Incas realizavam uma peregrinação até ao chamado “Vale Sagrado dos Incas”que se localiza nas cidades de Pisac e Machu Picchu, no Peru, prolongando-se por mais de 100km. É chamado assim por ser localizado próximo a Cuzco e ser formado pelas correntezas do rio Willkanuta (Casa do Sol), além de possuir milenares centros administrativos, rica flora e fauna, inumeráveis riachos e quedas de água entre os bosques mais altos do mundo.
Os Incas acreditavam que o rio Willkanuta era sagrado. Para eles o rio era o espelho da Via-Láctea, sendo que esta era o rio sagrado no Céu e aquele o rio sagrado aqui na Terra.

De acordo com a cultura inca, de 1990 a 2012, a Humanidade estaria vivendo um período chamado Taripay Pacha (idade de conhecermos a nós mesmos), em que evoluiria espiritualmente e, em seguida, o tempo, conforme o conhecemos, deixaria de existir.

A agricultura era extremamente desenvolvida, pois plantavam nos chamados terraços (degraus formados nas costas das montanhas). Plantavam e colhiam feijão, milho (alimento sagrado), algodão, tabaco e batata. Construíram canais de irrigação, desviando o curso dos rios para as aldeias.

Domesticaram a lhama (animal da família do camelo) que utilizavam como meio de transporte, para além de retirar a lã , carne e leite deste animal. Além da lhama, eram também criadas alpacas e vicunhas.

Religião
Os Incas eram politeístas, ou seja, acreditavam em vários deuses como o trovão, a lua, o mar, o sol. Adoravam principalmente o Sol (deus Inti) reencarnado em no Inca ou imperador, que era filho do Grande Sol, deste modo o Imperador era considerado deus dentre o povo.
Adoravam também animais considerados sagrados como o condor e o jaguar. Acreditavam num criador antepassado chamado Viracocha (criador de tudo). A religiosidade dos incas era marcada pela adoração de vários elementos da natureza. No sistema de valores da religião inca, todos os benefícios alcançados deveriam ser retribuídos com algum tipo de sacrifício que expressava a gratidão dos homens. Por esse facto, observamos que os incas organizavam vários rituais onde os sacrifícios, inclusive de humanos, eram comuns.

Educação
Entre os Incas existia uma elite formada por funcionários, chefes valorosos e mesmo por chefes vencidos que haviam sido integrados ao império. Os filhos desta elite eram educados nas escolas de Cuzco onde aprendiam história, astronomia, agrimensura, respeito a um deus supremo. Também lutavam, corriam, fabricavam armas e sandálias. A educação era severa, compreendendo jejuns e exercícios violentos que poderiam até resultar em morte. Terminado este período, o menino era apresentado ao Inca que lhe furava a orelha passando a ser este um símbolo de sua distinção social.

Economia
Dirigida pelo estado, a economia inca era acima de tudo agrária e baseada no plantio de batata e milho. As técnicas eram muito rudimentares, pois não se conhecia o arado. Os incas, no entanto, desenvolveram um sistema de irrigação com canais e aquedutos. As terras pertenciam ao estado e eram repartidas, a cada ano, entre os vários estratos sociais. Não existia, portanto, a propriedade privada. A aristocracia recebia as melhores terras, cultivadas pelas classes mais baixas. Na pecuária, também importante, destacavam-se os rebanhos de lhamas, alpacas e vicunhas, que forneciam carne, leite e lã, além de serem usadas no transporte. O comércio não era importante e não existia moeda. Os incas desconheciam a roda, mas construíram uma excelente rede de estradas que ligava Cuzco a todo o resto do império.

Comércio
O comércio entre os indígenas era feito através de permutas. Nas feiras podiam encontrar alimentos (milho, mandioca, feijão, mel etc) cerâmica, tecidos e instrumentos agrícolas. Os indígenas muitas vezes utilizavam-se de uma espécie de "serviço de crédito", ou seja, já tendo trabalhado, podiam receber alimentos. Contudo, o comércio não era grande porque parte considerável da população produzia o que necessitava.

Os incas eram construtores exímios. Sem o auxílio da argamassa, edificaram paredes tão perfeitamente ajustadas que era impossível introduzir a lâmina de uma faca entre as pedras . Milhares quilômetros de estradas ligavam as quatro províncias ou confins como as chamavam, à Cuzco a capital, era superior a tudo o que existia à data na Europa.

Na arquitetura, desenvolveram várias construções com enormes blocos de pedras encaixadas, como templos, casas e palácios. Os principais monumentos são o templo de Coricancha, em Cuzco, as fortalezas de Sacsahuamán, Pukara e Paramonga e as ruínas de Machu Picchu .
A cidade de Machu Picchu foi descoberta somente em 1911 pelo historiador americano Hiram Bingham e revelou toda a eficiente estrutura urbana desta sociedade. Edificada num penhasco situado a mais de 2350 metros de altitude, a antiga cidade inca de Machu Picchu (em língua quíchua, velha montanha) encerra ainda muitos dos seus segredos.

Era um lugar sagrado, onde somente o inca, a nobreza, os sacerdotes e as mulheres escolhidas podiam entrar.

A magia de Machu Picchu, a cidade perdida dos incas, como é apelidada, reside no facto dela nunca ter sido descoberta pelos espanhóis. Portanto, foi um local praticamente intocado e onde, hoje, se pode ter uma ideia bem clara de como viviam os Incas. Actualmente apenas cerca de 30% da cidade é de construção original, o restante foi reconstruído. As áreas reconstruídas são facilmente reconhecidas, pelo encaixe entre as pedras. A construção original é formada por pedras maiores, e com encaixes com pouco espaço entre as rochas. Machu Picchu é sinônimo de beleza, mistério e mágia.

O lugar foi elevado à categoria de Patrimônio Mundial pela UNESCO por ser considerada o berço de uma das civilizações mais misteriosas e atraentes da história, os Incas.
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"A história é testemunha do passado, luz da verdade, vida da memória, mestra da vida, anunciadora dos tempos antigos. "
(Cícero)

A Missão de cada signo – O principio do Horóscopo



...E então, naquela manha Deus compareceu ante suas doze crianças e em cada uma delas plantou a semente da vida humana.



Uma por uma, cada criança deu um passo à frente para receber o Dom e a função que lhe cabia.

CARNEIRO (ARIES), venha cá...
"Para ti, Carneiro, dou a primeira semente, para que tenhas a honra de planta-la. Para cada semente que plantares, mais outro milhão de sementes se multiplicará em tuas mãos. Não terás tempo de ver a semente crescer, pois tudo o que plantares criará cada vez mais e mais para ser plantado. Tu serás o primeiro a penetrar o solo da mente humana levando a Minha Idéia. Mas não cabe a ti alimentar e cuidar desta idéia, nem questiona-la. A Tua vida é acção, e a única acção que te atribuo é a de dar o passo inicial para tornar os homens conscientes da Criação. Por este trabalho, Eu te concedo a virtude do Respeito por Si Mesmo."
E Carneiro, silenciosamente, voltou ao seu lugar
Principal Característica: individualidade, acção
Qualidade: coragem, sinceridade
Defeito: impulsividade e franqueza excessivas


TOURO

, venha cá...
“A ti Touro, Eu dou o poder de transformar a semente em substância. Grande é a tua tarefa, requer paciência; pois tens que terminar tudo o que foi começado, para que as sementes não sejam dispersadas pelo vento. Não deves mudar de idéia no meio do caminho, nem depender dos outros para a execução do que te peço. Para isso, Eu te concedo o Dom da Força. Trata de usá-la sabiamente!"
E Touro voltou ao seu lugar.
Principal Característica: estabilidade
Qualidade: lealdade, persistência
Defeito: teimosia, conservadorismo


GÉMEOS, venha cá...
"A ti, Gémeos. Eu dou as perguntas sem respostas, para que possas levar a todos um entendimento daquilo que o homem vê ao seu redor. Tu nunca saberás por que os homens falam ou escutam, na tua busca pela resposta encontrarás o Meu Dom reservado a ti: o Conhecimento."
E Gémeos voltou ao seu lugar.
Principal Característica: movimento
Qualidade: adaptabilidade, versatilidade
Defeito: racionalidade excessiva, falta de comprometimento


CARANGUEJO (CÂNCER), venha cá...
"A ti Caranguejo, atribuo a tarefa de ensinar aos homens a emoção. A minha Idéia é que provoques neles risos e lágrimas, de modo que tudo o que eles vejam e sintam desenvolva uma plenitude desde dentro. Para isso, Eu te dou o Dom da Família, para que a tua plenitude possa se multiplicar."
E Caranguejo voltou ao seu lugar.
Principal Característica: sentimento
Qualidade: empatia, sensibilidade
Defeito: possessividade, apego ao passado, flutuabilidade


LEÃO, venha cá...
"A ti Leão, atribuo a tarefa de exibir ao mundo a Minha Criação em todo o seu esplendor. Mas deves Ter cuidado com o orgulho, e sempre lembrar que é Minha Criação, e não tua. Se o esqueceres, serás desprezado pelos homens. Há muita alegria no teu trabalho; basta fazê-lo bem. Para isso Eu te concedo o Dom da Honra."
E Leão voltou ao seu lugar.
Principal Característica: alegria
Qualidade: dignidade, generosidade, extroversão
Defeito: egocentrismo, autoritarismo, teimosia


VIRGEM, venha cá...
"A ti Virgem, peço que empreendas um exame de tudo o que os homens fizeram com a Minha Criação. Terás que observar com perspicácia os caminhos que percorrem, e lembrá-los de seus erros, de modo que através de ti a Minha Criação possa ser aperfeiçoada. Para que assim o faças, Eu te concedo o Dom da Pureza."
E Virgem retornou ao seu lugar.
Principal Característica: Principal Característica: a vontade de fazer sempre melhor
Qualidade: capricho, humildade, aperfeiçoamento constante
Defeito: criticismo, meticulosidade excessiva, mania de perfeição


BALANÇA (LIBRA) , venha cá...
"A ti Balança, dou a missão de servir, para que o homem esteja ciente dos seus deveres para com os outros; para que ele possa aprender a cooperação, assim como a habilidade de reflectir o outro lado de suas acções. Hei de te levar onde quer que haja discórdia, e pelos teus esforços te concederei o Dom do Amor."
E Balança voltou ao seu lugar.
Principal Característica: a busca do outro, a sociabilidade
Qualidade: diplomacia, elegância, simpatia, bom senso
Defeito: hesitação, necessidade de agradar, dificuldade com conflitos.


ESCORPIÃO, venha cá...
"A ti Escorpião, darei uma tarefa muito difícil. Terás a habilidade de conhecer a mente dos homens, mas não te darei a permissão de falar sobre o que aprenderes. Muitas vezes te sentirás ferido por aquilo que vês, na tua dor te voltarás contra Mim. Verás tanto e tanto do homem enquanto animal, e lutarás tanto com os instintos em ti mesmo, que perderás o teu caminho; mas quando finalmente voltares, terei para ti o Dom supremo da Finalidade."
E Escorpião retornou ao seu lugar.
Principal Característica: a profundidade
Qualidade: conhecimento do ser humano
Defeito: intensidade excessiva


SAGITÁRIO, venha cá...
"A ti Sagitário, Eu peço que faças os homens rirem, pois entre as distorções da Minha Idéia eles se tornam amargos. Através do riso darás ao homem a esperança, e por ela voltarás seus olhos novamente para Mim. Chegarás a Ter muitas vidas, ainda que só por um momento; e em cada vida que atingires, conhecereis a inquietação. A ti Sagitário, darei o Dom da Infinita Abundância, para que te possas expandir o bastante até atingir
cada recanto onde haja escuridão, e levar aí a luz."
E Sagitário retornou ao seu lugar.
Principal Característica: a expansividade
Qualidade: o optimismo
Defeito: a arrogância


CAPRICÓRNIO, venha cá...
"A ti Capricórnio, quero o suor da tua fronte, para que possas ensinar aos homens os trabalhos. Não é fácil a tua tarefa, pois sentirás todo o labor dos homens sobre os teus ombros; mas pelo jugo de tua carga, te concedo o Dom da Responsabilidade."
E Capricórnio voltou ao seu lugar.
Principal Característica: a persistência
Qualidade: disciplina
Defeito: rigidez


AQUÁRIO, venha cá...
"A ti Aquário, dou o conceito de futuro, para que através de ti o homem possa ver outras possibilidades. Terás a dor da solidão, pois não te permito personalizar o meu amor. Para que possas voltar os olhares humanos em direcção a novas possibilidades, Eu te concedo o Dom da Liberdade, de modo que, livre, possas continuar a servir a humanidade onde quer que ela esteja."
E Aquário retornou ao seu lugar.
Principal Característica: a originalidade
Qualidade: o humanismo
Defeito: o radicalismo


PEIXES, venha cá...
"A ti Peixes, não foi a toa que te deixei para último, pois te dou a mais difícil de todas as tarefas. Peço-te que reunas todas as tristezas dos homens e as tragas de volta para Mim. As Tuas lágrimas serão, no fundo, as minhas lágrimas. A tristeza e o padecimento que terás de absorver são os efeitos das distorções impostas pelo homem à Minha Idéia, mas cabe a ti levar até ele a compaixão, para que possa tentar de novo. Será tua a missão de amparar e encorajar a todos os teus irmãos, fazendo-os acreditar que eles são capazes, e sempre podem tentar novamente. Por esta tarefa, Eu te concedo o Dom mais alto de todos: tu serás o único dos Meus doze filhos que me Compreenderás. Mas este Dom do Entendimento é só para ti, Peixes, pois quando tentares difundi-lo entre os homens eles seguirão e poucos te escutarão." E entre todos, Peixes, foi o único que retornou ao seu lugar sorrindo carinhosamente para cada um dos seus onze irmãos, sabendo que cada um deles agora tinha se tornado parte da vida dele. Naquele momento ele já amava a cada um deles profundamente. E agradeceu a Deus tanta honra por uma missão tão difícil...
Principal Característica: a sensibilidade.
Qualidade: a doação nas amizades e perante a vida
Defeito: tendência para a fuga quando sofre.

Os Maias uma civilização Misteriosa



A extraordinária civilização pré-colombiana denominada Maia, desaparecida há 300 anos do continente americano, legou-nos maravilhas e conhecimentos que são até hoje, objecto de investigação de historiadores do mundo inteiro.
A civilização dos Maias desenvolveu-se lentamente ao longo do primeiro milênio a.C., e alcançou o seu auge no século III d.C.. O território dos Maias abraçava quase toda a Guatemala, o ocidente de Honduras, Belice, e os actuais estados de Yucatán, Quintana Roo, Campeche, parte de Chiapas e Tabasco, no México.

Durante dois mil anos, os maias conseguiram desenvolver uma sofisticada cultura num meio ambiente extremamente adverso, como a selva tropical das Terras Baixas. Eles ocuparam um território caracterizado por uma diversidade ecológica enorme bastante exigente. As populações das planícies do norte, cujo subsolo está cortado por rios subterrâneos, dependiam da emersão de lagos naturais, e de acumulação em cisternas, chamadas de chultunes.
Por volta do século XIII, a sociedade maia entrou em colapso. Ainda hoje, não existe uma explicação que consiga responder a essa última questão envolvendo a trajetória dos maias. Recentemente, um grupo de pesquisadores norte-americanos passou a trabalhar com a hipótese de que a crise desta civilização esteja relacionada à ocorrência de uma violenta seca que teria se estendido por mais de dois séculos
Sem centralização estatal que unificasse as cidades, os maias desenvolveram uma cultura extremamente homogénea no tempo e espaço.

Organização e Sociedade
Nunca chegaram a formar um império unificado, facto que favoreceu a invasão e domínio de outros povos vizinhos. As cidades formavam o núcleo de decisões e práticas políticas e religiosas da civilização e eram governadas por um estado teocrático.O império maia era considerado um representante dos deuses no Planeta Terra. A zona urbana era habitada apenas pelos nobres (família real), sacerdotes (responsáveis pelos cultos e conhecimentos), chefes militares e administradores do império (cobradores de impostos). Os camponeses, que formavam a base da sociedade, artesão e trabalhadores urbanos faziam parte das camadas menos privilegiadas e tinham que pagar altos impostos.



Economia e Agricultura
O esplendor da sociedade maia é fundamentalmente explicado pelo controle e as disciplinas empregadas no desenvolvimento da agricultura. Entre os vários alimentos que integravam a dieta alimentar dos maias, podemos destacar o milho, produto de grande consumo, o cacau, o algodão e o agave. Para ampliar a vida útil de seus terrenos, os maias costumavam organizar um sistema de rotação de culturas.
A economia era baseada na agricultura e praticavam o comércio de mercadorias com povos vizinhos e no interior do império.

Cultura
A arte maia tinha suma importância na preservação das tradições religiosas, ao mesmo tempo em que contava e reproduzia as feições de suas principais divindades.
Expressava-se, sobretudo, na arquitectura e na escultura. As suas monumentais construções — como a torre de Palenque, o observatório astronómico de El Caracol ou os palácios e pirâmides de Chichén Itzá, Palenque, Copán e Quiriguá — eram adornadas com elegantes esculturas, estuques e relevos. Podemos contemplar as suas pintura nos grandes murais coloridos dos palácios. Utilizavam várias cores. As cenas tinham motivos religiosos ou históricos. Destacam-se os frescos de Bonampak e Chichén Itzá.
Os murais e as esculturas relatavam a grandeza das dinastias que controlavam uma determinada cidade-Estado. Sendo indicada como uma família abençoada pelos deuses, as expressões artísticas maias eram importantes na legitimação do poder político.



Os maias trabalhavam com pedras, matérias em madeira e cerâmica para construírem estátuas e figuras em baixo relevo que adornavam os templos e demais construções urbanas. Na cidade de Bonampak encontram-se várias construções e pinturas da civilização maia. No chamado Templo das Pinturas existem câmaras que relatam a história política, cultural e militar dos povos que se fixaram naquela região. Em outras regiões encontramos ainda o importante legado deixado pela arquitectura maia.

Escrita
Utilizavam uma escrita hieroglífica que ainda não foi totalmente decifrada. Somente com o auxílio de computadores é que, recentemente, cerca da metade dos caracteres foram traduzidos. Toda esta dificuldade é proveniente da falta de um padrão simplificado onde um glifo representa um único som ou letra. A escrita dos maias adopta o uso de um mesmo caractere para representar dois ou mais símbolos e sons. Ao mesmo tempo, um mesmo conceito poderia ser representado por caracteres completamente diferentes.
Além de constituir uma forma de comunicação entre os maias, a escrita também tinha uma vinculação religiosa. Os maias acreditavam que a escrita era um presente dos deuses e, por isso, deveria ser ensinada a uma parcela privilegiada da população. De maneira geral, utilizavam diferentes materiais para o registro de alguma informação. Pedras, madeira, papel e cerâmica eram os materiais mais recorrentes. Além disso, os maias também fabricavam livros e códices confeccionados a partir de fibra vegetal, resina e cal.

Arquitetura
A arquitetura deste povo esteve sempre muito ligada à reafirmação de seus ideais religiosos. Várias colunas, arcos e templos eram erguidos em homenagem ao grande panteão de divindades celebrado pela cultura maia. A face politeísta das crenças maias ainda era pautada pela crença na vida após a morte e na realização de sacrifícios humanos regularmente executados.


Cidades
As cidades da civilização maia contavam ;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;avenidas, calçadas, templos e palácios, configurando a grande engenhosidade de suas construções. Em Chichén Itzá e Tikal podem ser encontrados poços, pirâmides e palácios que demonstram a grande riqueza do traçado arquitetónico maia. Espalhadas por toda Meso-América, as cidades astecas são grande fonte de conhecimento da cultura e da história maia.
As cidades templo
As pirâmides-montanha de Tikal e Palenque
Nas florestas tropicais ao sul da península de Yucatán, o antigo povo maia construiu um enorme centro cerimonial conhecido como Tikal. Uma das maiores e mais importantes cidades maias.
Muito vinculados a Teotihuacán, os monarcas de Tikal foram grandes guerreiros. Eles enfrentaram outras cidades como Uaxactun, Caracol e Calakmul. A influência de Teotihuacan é observada na arquitectura.
Provávelmente, Tikal foi a cidade maia mais povoada. Tem os templos mais altos e mais numerosos. Os arqueólogos contabilizaram mais de 3.000 construções.

A Praça da Grande Pirâmide concentrava os eventos. Entre os destaques estão o Templo do Grande Jaguar, o Templo do Grande Sacerdote e o Templo da Serpente Bicéfala, a construção mais alta que oferece uma vista imponente do conjunto Tikal.


Palenque controlava o rio Usumacinta, e o sul de Yucatán. Dentro do complexo destaca-se o Templo das Inscrições, assim chamado devido aos 617 hieróglifos gravados no interior. Lá estão os restos de K’inich Janaab Pakal, rei em cuja memória o templo foi erguido.
As pirâmides-montanha de Tikal e Palenque representavam o universo e serviam como meio de comunicação com o Além. Elas exaltavam o poder dos governantes. Os santuários ficavam no nível superior e representavam a criação do mundo, a união do subterrâneo com a superfície da terra e do céu.

No nível inferior, as carrancas do “Monstro da Terra” marcavam a entrada do inframundo. Os labirintos no interior das grutas naturais e nos subterrâneos de Palenque mostravam o caminho para descer ao inferno. O rei passava por este ritual antes de ser glorificado. Procurava no subsolo o segredo para assegurar a ordem cósmica, e lutar contra o caos.

As crenças religiosas
A religião deste povo era politeísta, pois acreditavam em vários deuses ligados à natureza.
Os murais pintados surpreendem pelo realismo e pela capacidade para transmitir sentimentos. É o caso dos vasos de Bonampak, elaborados entre 600 e 800 a.C. na região mexicana de Chiapas. Eles mostram as cerimônias e os momentos que antecediam as batalhas, o seu desenvolvimento, e o sacrifício final dos prisioneiros.
O jade era um material ritual e mágico mais valorizado do que o ouro. Era a jóia favorita. Os reis maias utilizavam-na como dentes postiços. Uma vez enterrados, as máscaras fúnebres cobriam o seu rosto, e depositavam na sua boca contas de jade e milho para saciar a fome no País dos Mortos.
O Calendário Maia
Os avançados conhecimentos que os maias possuíam sobre astronomia, como eclipses solares e movimentos dos planetas, e sobre matemática, permitiram-lhe criar um calendário cíclico de notável precisão.
Na realidade são dois calendários sobrepostos: o tzolkin, de 260 dias, e o haab de 365 dias. O haab era dividido em dezoito meses de vinte dias, mais cinco dias livres. Para datar os acontecimentos utilizavam a "conta curta", de 256 anos, ou então a "conta longa", que principiava no início da era maia. Eles determinaram com exatidão incrível o ano lunar, a trajetória de Vênus e o ano solar (365 dias, 5 horas, 48 minutos e 45 segundos).
Graças à exactidão do calendário, os maias eram capazes de organizar as suas actividades quotidianas e registar simultaneamente a passagem do tempo, historiando os acontecimentos políticos e religiosos que consideravam cruciais.

Os maias compreendiam o tempo não como uma medida linear - passado, presente e futuro - mas formado por ciclos que se repetem e constituem o "eterno tempo presente", da mesma forma que afirmava Pitágoras, de Samos, no século V ac.

O Calendário Maia previa o final do ciclo actual no ano de 2012, quando tudo se extinguiria para o início de uma nova era.
O povo Maia concebia a Terra como um ser vivo orgânico, antecipando o pensamentos dos ecologistas de nosso século e entendiam o tempo da mesma forma que o conceito de noosfera de Teilhard de Chardin e o Num dos egípcios, oceano cósmico de onde tudo flui e de onde plasmam todas as formas vivas.

A sua vasta cultura é muito similar a do antigo Egipto, não só pela precisão matemática de seus monumentos (templos e pirâmides), mas pela maneira como interpretavam o sentido da vida.

Fontes: "historiadomundo”, Suapesquisa; Wikipédia; enciclopédia Larousse; outros.
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"Se queres prever o futuro, estuda o passado." (Confúcio)

LOUIS BRAILLE


LOUIS BRAILLE (1809 / 1852)- “O Menino que Trouxe Luz ao Mundo da Escuridão”.

Louis Braille nasceu em 4 de janeiro de 1809 no povoado de Coupvray, cerca de 40 quilômetros a leste de Paris.

Ficou cego no ano de 1812, com 3 anos de idade, devido a um acidente na oficina do seu pai. Algum tempo depois uma infecção atingiu o outro olho e ele perdeu completamente a visão com apenas 5 anos de idade.
Aprendeu a ajudar o pai na oficina, trazendo ferramentas e peças de couro. Ia para a escola e todos se admiravam da sua memória. Mas ele não estava feliz com os seus estudos. Queria ler livros. Escrever cartas, como os seus colegas. Um dia, ouviu falar de uma escola para cegos. Aos dez anos, Louis chegou a Paris, levado pelo pai e matriculou-se no instituto nacional para crianças cegas.


Louis, que era o estudante mais jovem, foi se ajustando à escola, aos professores, aos supervisores e aos colegas. Participava com entusiasmo da recreação, gostava de música clássica, e apesar das condições do ensino da música não serem ideais, ele tornou-se um excelente pianista e mais tarde talentoso organista do órgão de Notre Dame das Champs.
Os estudantes sentiam, pelo tacto, as formas das letras e aprendiam as palavras e frases. O jovem Louis descobriu que era um método limitado. As letras eram muito grandes. Uma história curta enchia muitas páginas. O processo de leitura era muito demorado.

O amor à música aguçou o seu desejo pela leitura. Queria ler também notas musicais. Passava noites acordado, pensando em como resolver o problema.
Ouviu falar de um capitão do exército, que tinha desenvolvido um método para ler mensagens no escuro. A escrita noturna consistia em conjuntos de pontos e traços em relevo no papel.

Procurou o capitão Barbier que lhe mostrou como funcionava o método. Fez uma série de furinhos numa folha de papel, com um furador muito semelhante ao que cegara em pequeno.

Louis Braille aprendeu com rapidez a usar o sistema. A escrita era possível com uso de uma régua guia e de um estilete. Como o sistema de Barbier apresentava uma série de dificuldades, como a impossibilidade de se representar símbolos matemáticos, sinais de pontuação, notação musical, acentos, números, além dos caracteres serem lidos com dificuldade, Braille começou a estudar maneiras diferentes de fazer os pontos e traços no papel. Passou noites experimentando incansavelmente sobre a régua e o estilete que ele próprio inventou.

Aos 15 anos de idade inventou o alfabeto Braille, semelhante ao que é usado hoje, um sistema simples em que usava 6 buracos dentro de um pequeno espaço. Com esses 6 buracos dentro deste espaço, ele pôde fazer 63 combinações diferentes.

Cada combinação indicava uma letra do alfabeto ou uma palavra. Havia também combinações para indicar os sinais de pontuação.
Em 1827, Louis escreveu em Braille a "Gramática das Gramáticas". Em 1828, continuando seus estudos, ele aplicou seu sistema à notação musical.

Em 1829, apresentou a primeira edição do "Método de Palavras Escritas, Músicas e Canções por meio de Sinais, para uso de Cegos e Adaptados para eles". No prefácio desse livro, Braille refere-se a Barbier: "Se nós temos vantagens de nosso método sobre o seu, devemos dizer em sua honra que seu método deu-nos a primeira idéia sobre o nosso próprio".

No instituto, o novo código só foi adoptado oficialmente em 1854, dois anos após a morte de Braille, provocada por tuberculose em 6 de Janeiro de 1852, com apenas 43 anos.

Na França, a invenção de Louis Braille foi finalmente reconhecida pelo Estado. Em 1952, seu corpo foi transferido para Paris, onde repousa no Panthéon.
Os livros puderam fazer parte da vida dos cegos. Tudo graças a um menino imerso em trevas, que dedicou a sua vida a fazer luz, para enriquecer a sua e a vida de todos os que se encontram privados da visão física.

"A sabedoria está, justamente, em superar as piores condições e realizar o melhor para si e para os outros."