domingo, 29 de julho de 2012

lula e o foro de são paulo


 Lula fala do Foro de São Paulo
 Por Reinaldo Azevedo
Qualquer partido brasileiro que 
pertencesse a uma rede que 
congregasse militantes de 
extrema direita seria massacrado pela 
imprensa em três dias. E com razão.
 Tanto pior se essa rede abrigasse 
grupos terroristas e tivesse uma agenda 
internacionalista. Mais grave ainda 
se, com tudo isso, tal partido chegasse
 ao poder. Pois o PT chegou e é
 membro do Foro de São Paulo, 
junto com as Farc
 (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia),
 dedicada à guerrilha comunista e ao narcotráfico. E o silêncio a
 respeito é ensurdecedor.
Texto completo  

O tal Foro foi criado em 1990, entre outros, por Lula e Fidel Castro e reúne
 partidos e grupos de esquerda e extrema esquerda da América Latina.
 Em julho de 2005, no aniversário de 15 anos, a reunião dos “companheiros” 
se deu no Brasil. E Lula discursou para a turma. A íntegra está aqui, num site 
oficial do Planalto. Na véspera do início do 3º Congresso do PT — aquele
 de que falo posts abaixo — cumpre ler a fala do petista, de que destaco 
alguns trechos (em vermelho), com comentários (em azul):

“E eu queria começar com uma visão que eu tenho do Foro de São Paulo.

 Eu que, junto com alguns companheiros e companheiras aqui, fundei 
esta instância de participação democrática da esquerda da América
 Latina, precisei chegar à Presidência da República para descobrir o 
quanto foi importante termos criado o Foro de São Paulo. (...)
 nesses 30 meses de governo, em função da existência do Foro de 


São Paulo, o companheiro Marco Aurélio tem exercido uma função
 extraordinária nesse trabalho de consolidação daquilo que começamos em
 1990, quando éramos poucos, desacreditados e falávamos muito. “
A imprensa, de maneira geral, não acredita nem mesmo que o Foro exista.

 Está aí. O “Marco Aurélio” a que se refere é o “Top Top” Garcia, um dos 
idealizadores do tal Foro.

“Foi assim que nós, em janeiro de 2003, propusemos ao nosso companheiro,

 presidente Chávez, a criação do Grupo de Amigos para encontrar uma
 solução tranqüila que, graças a Deus, aconteceu na Venezuela. 
E só foi possível graças a uma ação política de companheiros. Não era
 uma ação política de um Estado com outro Estado, ou de um presidente
 com outro presidente. Quem está lembrado, o Chávez participou de um dos
 foros que fizemos em Havana. E graças a essa relação foi possível 
construirmos, com muitas divergências políticas, a consolidação do 
que aconteceu na Venezuela, com o referendo que consagrou o
 Chávez como presidente da Venezuela.”
Chávez, encontro em Havana, Grupo dos Amigos da Venezuela... 

Eis aí: ficam claras as articulações do foro com o ditador de Cuba — 
O Partido Comunista daquele país pertence ao grupo —
 e a movimentação para dar apoio internacional a Chávez,
 num momento em que ele precisava. A “consolidação do que
 aconteceu na Venezuela”, a esta altura, ninguém ignora, pode se
 traduzir por “ditadura”.

“E eu quero dizer para vocês que muito mais feliz eu fico quando tomo

 a informação, pelo Marco Aurélio ou pela imprensa, de que um 
companheiro do Foro de São Paulo foi eleito presidente da Assembléia,
 foi eleito prefeito de uma cidade, foi eleito deputado federal, senador,
 porque significa a aposta decisiva na consolidação da democracia no nosso país.”
Eis aí. É um foro que reúne entidades de extrema esquerda, algumas 

ilegais, que, não obstante, elege pessoas.

“Se não fosse assim, o que teria acontecido no Equador com a saída

 do Lucio Gutiérrez? Embora o Presidente tenha saído, a verdade é
 que o processo democrático já está mais consolidado do que há 
dez anos atrás. O que seria da Bolívia com a saída do Carlos
 Mesa, recentemente, se não houvesse uma consciência
 democrática mais forte no nosso continente entre todas as forças 
que compõem aquele país? A vitória de Tabaré, no Uruguai: quantos
 anos de espera, quantas derrotas, tanto quanto as minhas.“
É a confissão da existência de uma agenda do foro e de ajuda

 mútua, coisas que têm de ser investigadas. À época escrevi e 
reitero: o passa-moleque que levamos, como país, do governo da 
Bolívia só não surpreendeu, é evidente, o Foro de São Paulo. Como 
diz Lula, eles estão todos lá para se ajudar. O que eu gostaria de
 saber é que tipo de auxílio é prestado, por exemplo, às Farc. Ou, 
pior, que tipo de colaboração elas têm com o nosso país. Lembro
 que já prometeram US$ 5 milhões à campanha de Lula, segundo
 relato de um agente da Abin — o que todos negam (não me digam!)
. Também concedemos asilo político a um de seus terroristas: Olivério Medina.

“Eu estava vendo as imagens do primeiro encontro e fico triste 

porque a velhice é implacável. A velhice parece que só não mexe 
com a Clara Charf, que é do mesmo jeito desde que começou o
 primeiro Foro, mas todos nós, da mesa, envelhecemos muito. Espero
 que tenha valido a pena envelhecer, Marco Aurélio. Eu me lembro
 que eu não tinha um fio de cabelo branco, um fio de barba branca 
e hoje estou aqui, todos estão, de barba branca.”
Para quem não lembra, Clara Charf é a mulher de Carlos Marighella.

“Vejam que os companheiros do Movimento Sem-Terra fizeram uma 

grande passeata em Brasília. Organizada, muito organizada. E todo 
mundo achava que era um grande protesto contra o governo. O que
 aconteceu? A passeata do Movimento Sem-Terra terminou em festa,
 porque nós fizemos um acordo entre o governo e o Movimento Sem-Terra
 pela primeira vez na história, assinando um documento conjunto. “
Considerando a agenda do MST, o trecho fala por si mesmo.

“Por isso, meus companheiros, minhas companheiras, saio daqui 

para Brasília com a consciência tranqüila de que esse filho nosso, 
de 15 anos de idade, chamado Foro de São Paulo, já adquiriu maturidade,
 já se transformou num adulto sábio. E eu estou certo de que nós
 poderemos continuar dando contribuição para outras forças políticas, 
em outros continentes, porque logo, logo, vamos ter que trazer os 
companheiros de países africanos para participarem do nosso movimento,
 para que a gente possa transformar as nossas convicções de relações 
Sul-Sul numa coisa muito verdadeira e não apenas numa coisa teórica. “
Há aí o delírio megalômano de sempre, mas é evidente o caráter 

realmente supranacional do Foro. “Que mal há? Não existe a
 Internacional da Democracia Cristã?”, poderiam perguntar. Existe, é 
evidente. Com partidos legais. O tal movimento bolivariano, de 
Chávez, que se saiba, não pertence ao Foro. Mas é certo que o 
coronel foi um dos principais beneficiários da existência do grupo.
Os bobalhões, supondo sempre que idiotas são os outros, logo indagam:

 “Está achando o quê? Que haverá uma revolução comunista continental?” 
Não sejam tolos e não me suponham tolo. Cada país vai chegar o mais 
longe possível na agenda do grupo. As condições venezuelanas permitem 
Chávez a ditadura? Permitem. Os sócios lhe darão apoio. No Brasil, 
é possível fazer o quê? Entregar a Petrobras quase de mão-beijada à 
Bolívia e sem soltar um pio? Assim se fará. Revejam o vídeo preparatório 
do 3º Congresso à luz deste discurso de Lula. Maluquice é ignorar o óbvio
.Integram o Foro além dos brasileiros PT e PC do B: 
Movimento de 
Esquerda Revolucionária (Colômbia), Partido Comunista Colombiano,
 Exército de Libertação Nacional (Colômbia), Forças Armadas
 Revolucionarias de Colômbia, Partido Comunista de Cuba, Partido
 Comunista da Argentina, Movimento Clement Payne (Barbados ), Partido
 Comunista da Bolívia, Partido Comunista do Chile, Partido Socialista 
do Chile, Partido Popular Costa-Riquenho, Partido Trabalhista de 
Dominica, Partido de Libertação Dominicano, Frente Farabundo Martí de
 Libertação Nacional (El Salvador), União Revolucionária Nacional da 
Guatemala, Aliança do Povo Trabalhador (Guiana), Partido do 
Trabalho (México), Partido Socialista Popular (México), Partido da
Revolução Democrática (México), Frente Sandinista de Libertação Nacional 
(Nicarágua), Partido Comunista Paraguaio, Partido Pátria Livre (Paraguai),
 Partido Comunista Peruano, Partido Socialista do Peru, Partido 
Porto-riquenho, Frente Socialista (Porto Rico), Movimento de Independência 
Nacional Hostosiano (Porto Rico), Federação Universitária 
Pró-Independência de Porto Rico, Frente Ampla (Uruguai), 
Partido Comunista do Uruguai, Partido Socialista do Uruguai,
 Tupamaros (Uruguai), Partido Comunista da Venezuela


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"DELENDA CARTAGO EST"
Marco Pórcio Catão (234 – 149 a.C.)


Que é o Foro de São Paulo?
 Por Alejandro
 Peña Esclusa
Resumo: Alejandro Peña Esclusa, presidente 
da Força Solidária
 - que 
organizou 
as 
passeatas-monstro 
contra 
Hugo Chávez - 
denuncia: 
O Foro de São Paulo vive de narcotráfico, seqüestro, 
assalto a banco e roubo de gado.© 2002 MidiaSemMascara.org
Interrogado pelos jornalistas, Raúl Reyes, líder guerrilheiro colombiano, 
admitiu em sua recente visita à Venezuela que as FARC formam parte 
do chamado Foro de São Paulo. Vejamos a que se referia.
Depois da queda do Muro de Berlim em 1989 e da derrubada do

 comunismo na ex-União Soviética, Fidel Castro decidiu substituir 
o apoio que recebia do Bloco Oriental pelo de uma transnacional 
latino-americana.
Texto completo  
Aproveitando o poder parlamentar que tinha o Partido dos Trabalhadores 
(PT) no Brasil, Fidel Castro convocou em 1990, junto com Luis Inácio
 “Lula” da Silva, todos os grupos guerrilheiros da América Latina a 
uma reunião na cidade de São Paulo.
Além do próprio PT e do Partido Comunista de Cuba, acudiram ao 
chamado o Exército de Libertação Nacional (ELN) e as Forças 
Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC); a Frente 
Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) da Nicarágua; a União 
Revolucionária Nacional da Guatemala (URNG); a Frente Farabundo
 Martí de Libertação Nacional (FMLN) de El Salvador; o Partido da
 Revolução Democrática (PRD) do México; e várias dezenas mais 
de grupos guerrilheiros e partidos de esquerda da região que iam 
se juntando ao longo dos anos, como o Exército Zapatista de


 Libertação Nacional (EZLN) do México.
Alí decidiram formar uma organização que se auto-denominou
 Foro de São Paulo.
Para dirigi-lo centralizadamente, criaram um Estado Maior civil, dirigido 
por Fidel Castro, Lula, Tomás Borge e Frei Betto, entre outros,
 e um Estado Maior militar, comandado também pelo próprio
 Fidel Castro, o líder sandinista Daniel Ortega, e no qual tem 
um papel importante o argentino Enrique Gorriarán Merlo.
Gorriarán Merlo foi fundador do Exército Revolucionário do Povo 
(ERP) e posteriormente do Movimento Todos pela Pátria (MTP).
 Gorriarán Merlo é o autor do ataque terrorista de janeiro de
 1989 ao regimento de infantaria La Tablada, em Buenos Aires, 
no qual morreram 39 pessoas, e foi quem encabeçou a esquadra 
que assassinou Anastasio Somoza em Assunção, Paraguai, em
 setembro de 1980.
Gorriarán Merlo também organizou a maquinaria militar do Movimento 
Revolucionário Tupac Amaru (MRTA), o mesmo que há três anos
 e meio tomou a residência do embaixador japonês em Lima.
O Foro de São Paulo tem um sistema de comunicação
 permanente, 
e até produz uma revista trimestral própria, denominada
 América Livre.
Estabeleceu uma forma sólida e permanente de financiamento, baseada
 em sequestro, roubo de gado, cobrança de impostos, assaltos a 
bancos, pirataria, narcotráfico e demais atividades ilegais que rotineiramente 
praticam os grupos guerrilheiros na América Latina.
Tendo em vista que o marxismo dos anos sessenta já estava caduco e 
desprestigiado, os diretores do Foro de São Paulo decidiram 
adotar formalmente diversos disfarces:
um foi o do indigenismo, ou a suposta luta pelos direitos dos indígenas,
 para encobrir a formação de grupos guerrilheiros (Exército Zapatista 
de Libertação Nacional), e também a promoção do separatismo, 
argumentando que os territórios ocupados pelas tribos indígenas 
são próprios e não do Estado nacional.
Outro foi o do ecologismo radical que, alegando a proteção do meio
 ambiente, justificou a ação de terroristas que obstaculizaram o 
avanço do Estado em obras públicas de infraestrutura como rodovias
 e tensão elétrica.
E finalmente, o de uma versão extremista da chamada Teologia
da Libertação (Frei Betto, Leonardo Boff, Paulo Evaristo Arns), 
com o objetivo de dividir a Igreja Católica e justificar a violência
 com argumentos supostamente cristãos.
Segundo um informe da AP, datado em Montevidéo, Hugo Chávez
 se inscreveu no Foro de São Paulo em 30 de maio de 1995. Isto
 foi confirmado por Pablo Beltrán, líder do ELN, em uma entrevista 
realizada pela Globovisión em 17 de novembro de 1999.
 Financiamento do narcotráfico 
Há quatro anos o investigador 
colombiano Jesús E. La Rotta publicou
 um livro intitulado As Finanças 
da Subversão Colombiana, no qual 
revela os resultados de suas
 investigações sobre as fontes de 
financiamento das FARC, do ELN e do EPL.
Fazendo uso de numerosos gráficos e tabelas, La Rotta identifica 
seis formas ou modos gerais por meio dos quais os guerrilheiros 
colombianos obtêm entrada de dinheiro, a saber:
a extorsão em menor escala, como os impostos, o bilhete e a cobrança 
de pedágios, de onde obtêm um total de 1.030 milhões de dólares ao ano;
a extorsão em grande escala a empresas nacionais e multinacionais
 nos diversos setores como o petroleiro, agrícola, pecuário, 
industrial, comercial e financeiro, de onde arrecadam 5.270 milhões 
de dólares anuais;
o abigeato ou roubo de gado, de onde recolhem 270 milhões de 
dólares anualmente; os assaltos, por meio dos quais conseguem
 400 milhões de dólares ao ano;
a pirataria, seja terrestre, fluvial, marítima ou aérea, que lhes rende 
150 milhões de dólares em depósitos anuais e, finalmente,
 o narcotráfico, de onde obtêm 1.130 milhões de dólares ao ano.
Tudo isso soma oito mil duzentos e cinquenta (8.250) milhões
 de dólares ao ano, cifra muito superior aos orçamentos de 
todas as Forças Armadas Nacionais de todos os países andinos.
Todavia, La Rotta admite que se tratam de cifras de 1994, e
 explica que “os grupos subversivos, em particular as FARC e
 o, entraram em franco processo de substituição dos cartéis da 
droga desmantelados e que, cumprido tal processo, se 
fechará o círculo do enriquecimento quando incorporarem em
 plenitude o produto global do narcotráfico, que pode
 representar-lhes depósitos de dinheiro superiores”.
Poucos meses depois de haver-se publicado o livro de La Rotta,
 saiu o livro O Cartel das FARC, elaborado por major colombiano
 Luis Alberto Villamarín Pulido, o qual alega que as Forças Armadas 
Revolucionárias da Colômbia constituem o terceiro e mais poderoso 
cartel das drogas.
Embora já existissem provas da vinculação do ELN e das FARC 
com o narcotráfico, os documentos retidos em 31 de janeiro de 
1996 das quadrilhas 14 e 15 das FARC, por tropas da Brigada 
12 em Paujil (Caquetá), comprometem ainda mais os guerrilheiros
 com o tráfico de drogas: aparecem as frequências de VHF e inúmeros 
telefonemas dos capos do Cartel de Cali, assim como atas de
 reuniões entre as FARC e os narco-traficantes.
O livro está cheio de afirmações impressionantes, como esta:
“A infraestrutura do cartel das FARC tem todos os elementos
de organização e controle próprios dos bandos de mafiosos
 que inundam o mundo civilizado com o tráfico ilícito de cocaína, 
com o agravante de que ameaçam camponeses, envolvendo-os
 com as milícias bolivarianas e o partido comunista clandestino. 
A ação dos delinquentes do cartel das FARC ultrapassa as fronteiras
 nacionais”.
Alejandro Peña Esclusa é o presidente da Fuerza Solidaria, a 
ONG que organiza os protestos populares contra o governo 
Hugo Chávez na Velezuela.
Tradução: Graça Salgueiro

 O golpe do MERCOSUL e do Foro de São Paulo
 Graça Salgueiro
Como era previsível,
 o ex-bispo
 Fernando Lugo, 
conhecido como
 “pai da pátria” por seus
 incontáveis
 filhos ilegítimos ainda 
quando era
 bispo, foi defenestrado 
do cargo de
 Presidente da República do
 Paraguai, 
após um legítimo e constitucional 
julgamento político.
Fernando Lugo foi o candidato do 
Foro de São Paulo (FSP) e, como tal,
tinha uma plataforma política estabelecida
 pelos ditames dos encontros anuais.
Texto completo
 Em seu mandato, a primeira providência foi romper o acordo sobre Itaipú
 obrigando o Brasil a pagar pela energia consumida, ferindo de morte o contrato
 feito na época de sua criação. Como todo comunista apátrida, o então presidente
 Lula advogou pelo seu camarada do FSP em detrimento dos direitos legais e 
prejuízos brasileiros.
Adepto da malfadada “teologia da libertação”, Lugo levou esses quatro 

anos de mandato governando apenas para seus camaradas de ideologia, 
os “Carperos” (Acampados - similares ao MST brasileiro) e os terroristas do
 Exército do Povo Paraguaio (EPP). O EPP surgiu na década dos 70-80 e
 se havia extinguido, porém não totalmente. Seus cabeças vivem hoje como anistiados
 políticos no Brasil, e daqui do território nacional brasileiro coordenaram, junto 
com as FARC, o seqüestro e assassinato de Cecilia Cubas, filha do ex-presidente
 Raúl Cubas. Com Lugo na presidência esses bandos terroristas se fortaleceram 
pois, em vez de combatê-los, oferecia-lhes total apoio, impunidade e apadrinhamento,
 levando a população ao caos e à insegurança com seus novos atos de terrorismo 
e bandidagem.
No último dia 15 de junho as Forças de Segurança foram vítimas de uma emboscada,
 quando Lugo os enviou para resolver um conflito com ditos “carperos” totalmente
 desarmadas. Ao tentar uma negociação, os policiais foram atacados com tiros 
deixando de imediato 6 deles mortos. O restante pediu reforço e no confronto 
11 agressores foram mortos, deixando ao final mais 30 feridos. Lugo não foi ao 
velório de nenhum deles mas imediatamente determinou que se desse assistência 
às famílias dos que assassinaram os policiais. O encarregado de cumprir 
fielmente a traiçoeira operação, determinada por Lugo, ascendeu ao posto
 de Comandante da Polícia Nacional.
E isto foi a gota d’água para causar revolta na população paraguaia que, 
respeitando o que reza a Carta Magna, o Congresso realizou uma sessão 
ordinária, garantindo-lhe o devido processo (Leiam aqui o “Libelo Acusatório”
 na íntegra:), onde por maioria absoluta Lugo foi destituído do cargo por
“mal desempenho de suas funções”, sentença que ele aceitou de imediato mas, 
insuflado pelos camaradas do Foro de São Paulo da Venezuela, Argentina,
 Bolívia, Equador, Uruguai e Brasil, passou a chamar de “golpe de Estado”.
Os países-membros do MERCOSUL reuniram-se na Argentina entre os dias 
25 e 29 de junho e, ferindo os procedimentos legais e o devido processo 
(sem dar direito de ampla defesa), decidiram não permitir a participação do
Paraguai no encontro, uma vez que não reconhecem o novo governo. Entretanto,
 esta decisão foi tomada em conjunto com países “convidados” que não
 têm direito a voz nem voto, como Chile e Venezuela. E qual era o objetivo que
 jazia por trás desta decisão? Como se sabe, o Paraguai era, até o momento,
 o único país a se opor ao ingresso da Venezuela no bloco pois, com sobradas
 razões, alegava que lá não existe democracia. Pois bem, sem o Paraguai 
nesse encontro a Venezuela foi admitida oficialmente e passou a fazer parte do
 MERCOSUL! Era isso o que desejava esta organização desde sempre e eles sim,
 acabam de dar um golpe na democracia!
Sinto em relação a este caso a mesma repugnância que senti no caso de
 Honduras, pois articulistas de opinião brasileiros que só reconheciam o Paraguai 
como o país da muamba e da falsificação, hoje falam como grandes conhecedores
do que se passa no país vizinho com uma intimidade e um respeito hipócrita que
 só merecem desprezo. O Paraguai é um país pequeno e pobre mas sua gente 
é patriota e majoritariamente católica, como o novo presidente Federico 
Franco. Seus parlamentares sabem o que é honra, dignidade e respeito às leis, 
daí terem tomado esta atitude absolutamente constitucional. Ademais, os que 
hoje clamam para que se faça o mesmo no Brasil esquecem - ou desconhecem -
 que em nossa Carta Magna não existe um artigo dizendo que se poderá destituir
o presidente por “mal desempenho de suas funções”. Reforme-se a Constituição,
 aprenda-se a votar em gente decente antes de ficar invejando aqueles que
 antes eram vistos como escória da região.
(Escrito originalmente para o Jornal Inconfidência de Minas Gerais

foro são paulo - paraguay


Paraguai dá uma cacetada no Foro de São Paulo


 
http://aluizioamorim.blogspot.com.br/
 - 26/06/2012

É por isso que os comunistas estão 
furiosos.
O grande assunto político continua 
sendo a destituição do ex-bispo comunista
Fernando Lugo. Todos os demais

 assuntos referentes à política 
interna brasileira ou a decantada 
crise européia têm suas estaturas diminuídas face aos acontecimentos no país vizinho.
 Por que? Esta indagação, tenho certeza, é formulada pela maioria dos brasileiros.
 Quem acompanha a política tanto nacional como internacional e, sobretudo 
latino-americana, entenderá as razões que fundamentam a minha assertiva.
É que desde a criação do Foro de São Paulo, a organização esquerdista fundada 
em reunião na capital paulista no inicio dos anos 90 por Lula, Chávez e outros
 comunistas e os ditos "movimentos sociais", implementa um plano continental que 
visa à implantação de regimes socialistas em todos os países latino-americanos. 
 É por isso que a destituição de Lugo, como foi a destituição de Zelaya em Honduras,
 soou como um um petardo de grandes proporções entre os comunistas do Foro de
 São Paulo.  A designação de comunista sempre acaba sendo aparentemente descabida
 depois da dèbacle do comunismo no final dos anos 80. Todavia o movimento comunista,
 embora tenha levado um baque significativo, rearticulou-se e continua tão vivo como
 nos tempos de Lenin. O que houve foi uma mudança de estratégia, mas o objetivo 
continua o mesmo. Como não teria mais sentido a violência pura e simples que o 
comunismo sempre utilizou para conquistar o poder, até porque seria rechaçada, 
mudaram a estratégia para "paz e amor", ambientalismo e a utilização dos 
conceitos politicamente corretos. Valeram-se por exemplo, da questão dos
 direitos humanos consagrada na Carta da Onu e a primeira coisa que fizeram
 foi transformar comunistas em vítimas, embora sejam eles protagonistas de uma 
história pregressa de horror e assassinatos brutais como ocorreu na ex-URSS e
 continua ocorrendo em Cuba e na Coréia do Norte, que são ditaduras comunistas. 
 Até hoje nenhum país comunista foi democrático. Todos foram ditaduras e
 são ditaduras, como a cubana que já tem mais de 50 anos.
        Mídia cala sobre o Foro de S. Paulo

Os comunistas então passaram a aceitar - entre aspas - as regras democráticas 
e começaram uma luta para alcançar o poder dentro da lei. Todavia, uma vez no 
poder passaram à uma segunda fase, que constitui no aparelhamento de todas
 as instâncias do Estado. O avanço desse projeto diabólico, até que seja consolidado,
 obedece a etapas. Basta que observem como era agia o PT no início do governo 
ou como agia Chávez nos primeiros tempos de seu governo e até mesmo o tiranete
da Bolívia.  Em mais de uma década de poder em vários países, os 
comunistas já estão aprofundando o seu processo de conquista total do Estado e, 
ainda, dos corações e mentes, através da lavagem cerebral que começa no jardim
 de infância e segue até as universidades. Quem conhece Antonio Gramsci,
 o italiano vagabundo e mentiroso metido a intelectual, verá que os comunistas 
do século XXI seguem sua cartilha. Já conseguiram êxito no domínio de todos
 os sindicatos de trabalhadores, universidades, bem como das redações
 dos veículos de comunicação, já que os cursos de jornalismo formam a cada 
ano um grupo mais ou menos homogêneo que vai para o mercado de trabalho
 de cabeça feita.  Em linhas muito gerais é isso que vem ocorrendo. No
 entanto a palavra "comunismo", quando falada ou escrita, é repudiada pelos 
próprios comunistas que se apressam em ridicularizá-la e afirmam que
 "comunismo não existe mais". (Todo comunista é um doente mental e o sintoma 
dessa moléstia é a mentira). Todavia isso é um embuste, porque a palavra 
comunismo passou a ser odiada justamente porque todas as ditaduras 
liquidaram a liberdade e a democracia e prenderam ou assassinaram seus
 oponentes. Imaginem se esses embusteiros contumazes admitirão que são 
comunistas?
Gramsci: o embusteiro italiano.
E aí vem a questão: por que países pequenos e frágeis como o Paraguai e 
adquirem essa notoriedade toda? Ora, porque foram até agora os únicos
 que, com sucesso e dentro da democracia, sem tanques e soldados nas
 ruas, sem macular a liberdade de expressão e de ir e vir das pesssoas, sem 
prisões e opressões, conseguiram assestar um poderoso revés aos planos
 do Foro de São Paulo. Infelizmente a grande imprensa nacional e internacional
já está em boa parte controlada pelos comunistas. E isto faz com que o noticiário
 do Paraguai seja completamente distorcido, como foi o de Honduras. A mídia dá
 relevo não para a questão principal, que é a ameaça comunista. Sim, 
porque os jornalistas militantes cuidam zelosamente para que este aspecto
 ideológico seja escamoteado. É como se os fatos sofressem uma "lavagem" 
depurando-os do conteúdo eminentemente político. O foco é dirigido no interesse 
dos comunistas e a palavra de ordem desde o início foi "golpe". Os comunistas 
como vítimas!, mais uma vez. A sordidez não tem limite.Invocam instituições 
democráticas para depois destruí-las. Então, o que houve no Paraguai foi uma
 reação notável não só à figura de Fernando Lugo e seus bate-paus, mas 
cravou um dardo certeiro no coração do Foro de São Paulo, razão pela qual em 
uníssono todos os tiranetes vagabundos do continente latino-americano gritaram:
"é golpe". Mas não colou. Pegaram o bonde errado justamente num país em
 que davam como favas contadas o seu domínio absoluto. Nenhum tanque
 na rua. Forças Armadas nos quartéis. Nenhuma prisão, nenhum ato de violência 
por parte do novo governo. Nada. Os paraguaios seguem a vida normalmente.  
Esta é, acreditem prezados leitores, a verdade absoluta sobre o episódio paraguai;
 uma leitura honesta do ponto de vista político e jornalístico. Conclusão: o sonho 
democrático latino-americano voltado para a paz, a liberdade e o 
desenvolvimento ainda prevalece e com ele a ajeriza ao arreganho de qualquer 
tipo de ditadura.  Os paraguaios surpreenderam o mundo! E, sobretudo, a canalha
 comunista do Foro de São Paulo.  Pena que as oposições aos velhacos aqui 
no Brasil, na Venezuela, no Uruguai, no Chile, na Argentina, no Peru, no Equador 
e demais países do continente sul-americano, ficaram mudas! Em troca, líderes 
como Fernando Henrique Cardoso preferem sair por aí defendendo a liberação
 da maconha ou dando discursos idiotas sobre desenvolvimento sustentável. 
Até agora não ouvi e nem li pronunciamento de qualquer liderança de 
nível internacional importante fazendo uma crítica leal e justa sobre o evento político 
paraguaio e seus reflexos sobre a América Latina. O continente faz pouco que
 saiu de ditaduras de despotas cucarachas e corre o risco de ser dominado 
por ditaduras comunistas. Em pleno século XXI! Hora de reagir. O Paraguai já 
está fazendo a sua parte.

"OS MILITARES DE ONTEM"

RELEITURA -

Excelente resposta!
Alguem tem que falar a verdade sobre esta falacia

 mentirosa
 de que os, ANTIGOS TERRORRISTAS que hoje 
estao neste 
GOVERNO CORRUPTO, foram "garotos embuidos
 de um ideal"
. Foram criminosos no passado e o sao no presente!

LEIA:

Resposta do General Torres de Melo à carta da jornalista.

À Senhora Jornalista Miriam Leitão
Li o seu artigo 
"Enquanto isso", com todo cuidado

 possível.
Senti, em suas linhas, que a senhora procura mostrar que

 os MILITARES BRASILEIROS de HOJE, são bem
 diferentes dos MILITARES BRASILEIROS de ONTEM.
Penso que esse é o ponto central de sua tese. Para criar 

credibilidade nas suas afirmativas, a senhora escreveu:

"houve um tempo em que a interpretação dos militares 

brasileiros sobre LEI E ORDEM era rasgar as leis e ferir 
a ordem.
Hoje em dia, eles demonstram com convicção terem aprendido

 o que não podem fazer".

Permita-me discordar dessa afirmativa de vez que 

vejo nela 
uma injustiça, pois fiz parte dos MILITARES DE ONTEM e 
nunca vi os meus camaradas militares rasgarem leis e ferir
 a ordem. Nem ontem nem hoje. Vou demonstrar a minha tese.

No Império, as LEIS E A ORDEM foram rasgadas no Pará, 

Ceará, Minas, Rio, São Paulo e Rio Grande do Sul pelas 
paixões políticas da época.
AS LEIS E A ORDEM foram restabelecidas pelo Grande

 Pacificador do Império, um Militar de Ontem, o Duque de Caxias, 
que com sua ação manteve a Unidade Nacional.

Não rasgamos as leis nem ferimos a ordem. Pelo contrário.

Vem a queda do Império e a República. Pelo que sei, 

e a História registra,foram políticos que acabaram envolvendo
 os velhos Marechais Deodoro e Floriano nas lides políticas.

A política dos governadores criando as oligarquias regionais,

 não foi obra dos Militares de Ontem, quando as leis e a ordem 
foram rasgadas e feridas pelos donos do Poder, razão maior 
das revoltas dos tenentes da década de 20, que sonhavam com
 um Brasil mais democrático e justo.

Os Militares de Ontem ficaram ao lado da lei e da Ordem.

Lembro à nobre jornalista que foram os civis políticos que

 fizeram a revolução de 30, apoiados, contudo, pelos tenentes
 revolucionários, menos Prestes, que abraçou o comunismo russo.

Veio a época getuliana, que, aos poucos, foi afastando os 

tenentes das decisões políticas.
A revolução Paulista não foi feita pelos Militares de Ontem

 e sim pelos políticos paulistas que não aceitavam a ditadura
 de Vargas.

Não foram os Militares de Ontem que fizeram a revolução

 de 35 (senão alguns, levados por civis a se converterem para 
a ideologia vermelha, mas logo combatidos e derrotados pelos 
verdadeiros Militares de Ontem); nem fizerama revolta de 38;
 nem deram o golpe de 37.

Penso que a senhora, dentro de seu espírito de justiça, há de 

concordar comigo que foram as velhas raposas GETÚLIO - 
CHICO CAMPOS - OSWALDO ARANHA e os chefetes que 
estavam nos governos dos Estados, que aceitaram o golpe de 37.

Não coloque a culpa nos Militares de Ontem.

Veio a segunda guerra mundial. O Nazismo e o Fascismo

 tentam dominar o mundo.
Assistimos ao primeiro choque da hipocrisia da esquerda.

A senhora deve ter lido - pois àquela época não seria nascida -,

 sobre o acordo da Alemanha e a URSS para dividirem a pobre
 Polônia e os sindicatos comunistas do mundo ocidental fazendo
 greves contra os seus próprios paísesa favor da Alemanha
 por imposição da URSS e a mudança de posição quando a
 "Santa URSS" foi invadida por Hitler.

O Brasil ficou em cima de muro até que nossos navios (35) 

foram afundados. Era a guerra, a FEB e seu término. Getúlio -
 o ditador - caiu e vieram as eleições. As Forças Armadas foram
 chamadas a intervir para evitar o pior.
Foram os políticos que pressionaram os Militares de Ontem

 para manter a ordem. Não rasgamos as leis nem ferimos a ordem.

Chamou-se o Presidente do Supremo Tribunal Federal para,

 como Presidente, governar a transição. Não se impôs
 MILITAR algum.

O mundo dividiu-se em dois. 
O lado democrático, chamado pelos comunistas de imperialistas, 

e o lado comunista com as suas ditaduras cruéis e seus celebres 
julgamentos "democráticos".
Prefiro o primeiro e tenho certeza de que a senhora, também. 

No lado ocidental não se tinham os GULAGs.

O período Dutra (ESCOLHIDO PELOS CIVIS E ELEITO

 PELO VOTO DIRETO DO POVOteve seus erros - NUNCA 
CONTRA A LEI E A ORDEM - e virtudes como toda obra
 humana.

A colocação do Partido Comunista na ilegalidade foi uma obra

 do Congresso Nacional por inabilidade do próprio Carlos Prestes, 
que declarou ficar ao lado da URSS e não do Brasil em caso de
 guerra entre os dois países.

Dutra vivia com o "livrinho" (a Constituição) na mão, pois os

 políticos, nas suas ambições, queriam intervenções em 
alguns Estados, inclusive em São Paulo.

A senhora deve ter lido isso, pois há vasta literatura sobre a 

História daqueles idos.

Novo período de Getúlio Vargas.

Ele já não tinha mais o vigor dos anos trinta. Quem leu CHATÔ, 

SAMUEL WEINER (a senhora leu?) sente que os falsos 
amigos de Getúlio o levaram à desgraça.

Os Militares de Ontem não se envolveram no caso, senão para 

investigar os crimes que vinham sendo cometidos sem apuração 
pela Polícia; nem rasgaram leis nem feriram a ordem.

Eram os políticos que se digladiavam e procuravam nos colocar 

como fiéis da balança. O seu suicídio foi uma tragédia nacional,
 mas não foram os Militares de Ontem os responsáveis pela
 grande desgraça.

A senhora permita-me ir resumindo para não ficar longo.

Veio Juscelino e as Forças Armadas garantiram a posse,

 mesmo com pequenas divergências. Eram os políticos que
 queriam rasgar as leis e ferir a ordem e não os Militares de Ontem.
Nessa época, há o segundo grande choque da esquerda.
No XX Congresso do Partido Comunista da URSS (1956) 

Kruchov coloca a nua desgraça do stalinismo na URSS.
 Os intelectuais esquerdistas ficam sem rumo.
Juscelino chega ao fim e seu candidato perde para o senhor

 Jânio Quadros.

Esperança da vassoura. Desastre total.

Não foram os Militares de Ontem que rasgaram a lei e

 feriram a ordem.
Quem declarou vago o cargo de Presidente foi o Congresso 

Nacional.
A Nação ficou ao Deus dará.

Ameaça de guerra civil e os políticos tocando fogo no

 País e as Forças Armadas divididas pelas paixões políticas, 
disseminadas pelas "vivandeiras dos quartéis" como muito
 bem alcunhou Castello.

Parlamentarismo, volta ao presidencialismo, aumento das

 paixões políticas, Prestes indo até Moscou afirmando que
 já estavam no governo, faltando-lhes apenas o Poder.

Os militares calados e o chefe do Estado Maior do Exército

 (Castello) recomendando que a cadeia de comando deveria 
ser mantida de qualquer maneira.

A indisciplina chegando e incentivada dentro dos Quartéis, 

não pelos Militares de Ontem e sim pelos políticos de 
esquerda; e as vivandeiras tentando colocar o Exército 
na luta política.

Revoltas de Polícias Militares, revolta de sargentos em Brasília,

 indisciplina na Marinha, comícios da Central e do Automóvel Clube representavam a desordem e o caos contra a LEI e a ORDEM.

Lacerda, Ademar de Barros, Magalhães Pinto e outros

 governadores e políticos (todos civis)incentivavam o povo 
à revolta.
As marchas com Deus, pela Família e pela Liberdade 

(promovidas por mulheres) representavam a angústia do País.

Todo esse clima não foi produzido pelos MILITARES 

DE ONTEM.
Eles, contudo, sempre à escuta dos apelos do povo, pois ELES 

são o povo em armas, para garantir as Leis e a Ordem.

Minas desce.Liderança primeira de civil; era Magalhães 

Pinto.
Era a contra-revolução que se impunha para evitar que o 

Brasil soçobrasse ao comunismo.
O governador Miguel Arraes declarava em Recife, nas 

vésperas de 31 de março: haverá golpe.
Não sabemos se deles ou nosso.
Não vamos ser hipócritas.

A senhora, inteligente como é, deve ter lido muitos livros 

que reportam a luta política daquela época exemplos:

A Revolução Impossível de Luis Mir - Combates nas 

Trevas de Jacob Gorender - Camaradas de William Waack - 
etc sabe que a esquerda desejava implantar uma ditadura
 de esquerda.

Quem afirma é Jacob Gorender. Diz ele no seu livro: "a luta

 armada começou a ser tentada pela esquerda em 1965 e 
desfechada em definitiva a partir de 1968".

Não há, em nenhuma parte do mundo, luta armada em que se

 vão plantar rosas e é por essa razão que GORENDER afirma:

"se quiser compreendê-la na perspectiva da sua história, A 

ESQUERDA deve assumir a violência que praticou".

Violência gera violência.

Castello, Costa e Silva, Médici, Geisel e João Figueiredo

 com seus erros e virtudes desenvolveram o País.
Não vamos perder tempo com isso.
A senhora é uma economista e sabe bem disso.

Veio a ANISTIA. João Figueiredo dando murro na mesa e

 clamando que era para todos; e Ulisses não desejando que 
Brizolla, Arraes e outros pudessem tomar parte no novo
 processo eleitoral, para não lhe disputarem as chances de Poder.
João bateu o pé e todos tiveram direito, pois "lugar de 

Brasileiro é no Brasil", como dizia.

Não esquecer o terceiro choque sofrido pela

 a esquerda:
Queda do Muro de Berlim, que até hoje a nossa esquerda não

 sabe desse fato histórico.

Diretas já. Sarney, Collor com seu desastre, Itamar, FHC,

 LULA e chegamos aos dias atuais.
Os Militares de Hoje, silentes, que não são responsáveis

 pelas desgraças que vivemos agora, mas sempre aguardando
 a voz do Povo.
Não houve no passado, nem há, nos dias de hoje, nenhum 

militar metido em roubo, compra de voto, CPI, dólar em 
cueca, mensalões ou mensalinhos.
Não há nenhum Delúbio, Zé Dirceu, José Genoíno, e que tais.
O que já se ouve, o que se escuta é o povo dizendo:
SÓ OS MILITARES PODERÃO SALVAR A NAÇÃO.

Pois àquela época da "ditadura" era que se era feliz e não 

se sabia...Mas os Militares de Hoje, como os de Ontem, não 
querem ditadura, pois são formados democratas. E irão 
garantir a Lei e a Ordem, sempre que preciso.

Os militares não irão às ruas sem o povo ao seu lado.
OS MILITARES DE HOJE SÃO OS MESMOS QUE OS

 MILITARES DE ONTEM.A nossa desgraça é que políticos de hoje (olhe os PICARETAS
do Lula!) - as exceções justificando a regra - são ainda piores
 do que os de ontem. São sem ética e sem moral, mas também
 despudorados.
E o Brasil sofrendo, não por conta dos MILITARES, mas 

de ALGUNS POLÍTICOS - uma corja de canalhas, que rasgam 
as leis e criam as desordens.

Como sei que a senhora é uma democrata, espero que publique 

esta carta no local onde a senhora escreve os seus artigos, que
 os leio atenta e religiosamente, como se fossem uma Bíblia.

Perfeitos no campo econômico, mas não muitos católicos ou

 evangélicos no campo político por uma razão muito simples:
 quando parece que a senhora tem o vírus de uma reacionária
 de esquerda.

Atenciosa e respeitosamente,
 GENERAL DE DIVISÃO REFORMADO 

DO EXÉRCITO FRANCISCO BATISTA TORRES DE MELO. (Um militar de
 ontem, que respeita os militares de hoje, que pugnam pela Lei e a Ordem). 

2 comentários:

Anônimo disse...
De Adoniran Antunes de Oliveira:-General Francisco Torres,estou plena e inteiramente de acordo com seu comentário a respeito desta funesta e deselegante Mirian Leitao,que em se reparando bem quando ela entrevista alguma figura politica e/ou economica,massacra o entrevistado e tenta de toda maneira, com permanentes cortes mal educados,fazer como só sua opiniao fora a correta.Nao sei porque de vez em quando leva ela alguem a ser entrevistado,melhor seria que fizesse um comentário próprio e deixar o povo analizar se e ou nao correto aquilo que ela propoem-se a afirmar.Essa senhora é como já disse extremamente mal educada,megalomaniaca,abusada em sua falsa sabedoria.E, como disse V.Excia.general, a única e última esperança de que se melhore esta naçao, é que os filhos da patria amada,militares,patriotas agarrem as redeas para recolocar na boa senda de progresso e ordem,além de dotar e melhorar a infra estrutura,tao em falta em todos os sentidos nesta patria.E corruptos na cadeia, ou melhor ainda EN EL PAREDON.
Anônimo disse...
PARABÉNS POR COLOCAR A DONA SANDRA NO LUGAR CERTO. ALIÁS A MIDIA VIVE INFLUENCIANDO A MENTE DO POVO IGNORANTE E ISTO FAZ COM QUE A BANDIDAGEM ASSUMA O PODER CADA VEZ MAIS. ACHO QUE ESTÁ NA HORA DO POVO SE INTEIRAR DO QUE ACONTECEU NO EGITO E DEIXAR DE TER SANGUE DE BARATA. COMO EU JÁ DISSE A COISA QUE O BRASIOLEIRO MAIS GOSTA É SER ROUBADO, CARNAVAL, BBB E FICAR CHORAMINGANDO PELAS QUEBRADAS DA VIDA.