domingo, 29 de julho de 2012

GERAÇÃO 60


- UMA GERAÇÃO MENTIROSA E TRAIDORA
 JB Xavier 
Começo exaltando as
 exceções do título deste
artigo. São Poucas, mas
 existem. A elas o meu
respeito.
O fato é que estou
cansado. Cansado e 
. Muito desanimado. 
Já não sei mais o 
que dizer aos meus filhos. 
Eles estão na casa 
dos 30 anos. Eu? tenho
 sessenta. Eles sempre 
me admiraram, e à minha 
geração, pelo que
 ela significou para as
 mudanças ocorridas no Brasil.
 E o que ela significou
 realmente?
Eis uma pergunta que me faço há pelo menos uns
 20 anos, tão logo
 comecei a me sentir traído por ela! Por me sentir 
assim, já escrevi o artigo 
Carta à Minha Geração
Eu gostaria de ter escrito este artigo ainda na década de sessenta
, quando eu era voz vencida entre os estudantes de meu colégio
, onde eu ocupava o perigoso cargo de Presidente do Gremio
 Estudantil Henrique Fontes, no Colégio Normal Gov. Celso Ramos,
 em Joinville, Santa Catarina. Idem, mais tarde, na faculdade.
 Eu queria ter escrito este artigo há época, e o teria feito, mas
 por outras razões, muito diversas daquelas que me levaram a
 escrevê-lo agora.
Texto completo
Se eu tivesse escrito este artigo na década de 60, eu teria
 sido linchado não pelo exército, mas pelos meus pares, que 
me considerariam traidor da causa! Sim, porque se o exército
 não fez carinho nos revolucionários, estes por sua vez não
 eram nenhum anjinhos, e os exemplos estão aí, com Celso Daniel etc... 
Quanto às torturas, prisões etc...apesar de terem sido cruéis
 e desnecessárias, eram previsíveis. Nenhuma guerra se faz 
atirando rosas no inimigo. Tanto da parte dos revolucionários 
quanto da parte do exército. Vide as ações armadas de nossa
atual Presidente.
Na verdade, quem queria trabalhar - e progredir - em paz, como
 eu, não foi molestado em nenhum momento pela ditadura 
militar. Trabalhei, estudei, casei, progredi e tive meus filhos sem 
nunca ter tido o menor problemas com os milicos. 
Problemas sim, com a ditadura, tiveram os que não conseguiam 
seguir as regras do jogo da competição sadia, ou por incompetência,
 ou por desejo de enriquecimento rápido. E qual é o caminho mais
 rápido para isso? Desfazer o jogo e criar outro, com suas próprias regras -
 geralmente exclusivas e desonestas. É o que temos hoje! E foi aí, que,
 há época, o exército disse Não!
Mas o fato é que, apesar de tudo, não posso morrer sem escrever 
este artigo, para que permaneça fiel às minhas idéias e me posicione
 de vez no lugar onde sempre desejei estar: Ao lado da modernidade,
 do progresso pessoal e intelectual, da meritocracia e dos princípios
 básicos da verdade.

Porque não escrevi antes? Porque a estupidez e a imbecilidade coletiva 
das décadas de 60, 70 e 80, motivada por uma lavagem cerebral coletiva
 dos jovens de minha geração, orquestrada pelos países totalitários e
 lideradas por artistas "esclarecidos" e pseudo-intelectuais brasileiros, levou 
minha geração a uma histeria sem precedentes que a tornou cega e surda,
 mas não muda!
Meus filhos, quando adolescentes, admiravam as mudanças conseguidas 
pela sociedade brasileira, em sua resistência ao regime militar. Como eles
 não tinham vivenciado o "antes" e o "durante", deixei-os se deliciarem
 com o "depois", não sem certo orgulho por ter pertencido a uma 
época única da história brasileira.
E por que eu não me deixei contagiar por essa lavagem cerebral? 
Simples! Eu me lembro que eu era o único que queria aprender francês
, nas aulas deste idioma - sim, porque aprendíamos francês nos dois
 primeiros anos do curso chamado ginasial, há época. Nos dois últimos 
e nos três anos do colegial, aprendíamos inglês, que tampouco ninguém
, exceto eu e uns poucos, tinha interesse.
Por que estou dizendo isto? Acreditem não é para jogar confete sobre
 eu mesmo, nem para parecer ter uma inteligência privilegiada, que sei que
 não tenho. É apenas para lhes dizer que eu queria ler em outros
 idiomas o que estava acontecendo fora do Brasil. E quando eu pude ler
 com desenvoltura o "Le Monde" e "TIME", comecei a enxergar o outro
 lado do discurso popular da "resistência" brasileira. Pude ver que
 tudo não passava de uma fraude monumental, orquestrada por
 países da Cortina de Ferro interessados em abocanhar poder na 
então ultra sub-desenvolvida América Latina, como já haviam feito na 
Europa do Leste e Cuba.

Pude ver então que o tão valente caudilho que desceu a Sierra 
Maestra para salvar Cuba do corrupto Fulgencio Batista, acabou por
 se render ao dinheiro fácil, e por quatro bilhões de dólares anuais, 
alugou o território cubano para que a então União das Repúblicas 
Socialistas Soviéticas instalasse seus míssseis quase no quintal dos 
americanos.
No Brasil sempre se achou que Fidel Castro foi um herói. 
Bulhufas! Até seu discurso de guerrilheiro era uma farsa! Ele disse
 "Desenvolvemos uma guerra de movimento, de atacar e retirar-se.
 Surpreendê-los. Atacar e atacar. Desenvolvemos a arte de confundir
 as forças adversárias, para obrigá-las a fazer o que queríamos.
 E muita arma psicológica", disse Fidel sobre a guerrilha.
Isto saiu, há época nos jornais europeus e americanos, mas quem,
 no Brasil, há época, além dos intelectuais interessados em tomar 
o poder, como fez Fidel, e alguns artistas cretinos desejosos de 
mamar em suas tetas, sabia inglês? Ninguém! Então rezava-se pela
 cartilha desses hipócritas que hoje estão no poder.
Ora, a técnica de guerrilha descrita por Fidel, foi uma das duas
 únicas e estúpidas invenções de Mao Tsé Tung, que revolucionou
 o que se sabia até então sobre guerra, descrita por sua máxima:
 "O inimigo avança, recuamos. O inimigo cansa, provocamos. O 
inimigo acampa, fustigamos. O inimigo se retira, perseguimos.
" A outra invenção foi lançar a moda de queimar montanhas de livros
 praças públicas!
Invenções, vírgula, porque Mao, também um mentiroso retrógrado
 empedernido, que conseguiu fazer a China retornar à escuridão
 da ignorância medieval, apropriou-se deste conceito de guerrilha que
 foi, na verdade escrito no século IV a.C. pelo estrategista militar Sun 
Tzu, em seu livro famoso A Arte da Guerra, que tanto sucesso
 faz entre nós hoje em dia. Aliás outros déspotas famosos fizeram
 o mesmo, como Gengis Khan e Napoleão, só para ficarmos com dois
 dos mais conhecidos. 
Quem lia inglês, há época ficou sabendo que foi o jornalista 
Herbert Matthews, do "New York Times", que apresentou fidel aos 
Estados Unidos e ao mundo, após entrevistá-lo em Cuba.
E um detalhe, o ataque de Fidel aos quartéis de Moncada, na 
cidade de Santiago de Cuba, fracassou. Fidel foi preso, julgado e
 condenado a 15 anos de prisão. Quem se informava há época
 ficou sabendo que em 1955, fidel foi anistiado por Batista e,
 clandestinamente, montou o Movimento 26 de Julho. Em 7 de julho, 
ele partiu em exílio para o México, onde conheceu o argentino Che 
Guevara e organizou o embrião da guerrilha.
Um anistiado que se voltou contra o anistiador - uma fórmuila
 seguida à risca pelos "revolucionários" brasileiros da geração 60, 
ainda que os anistiadores brasileiros nem de longe se comparem, em
 crueldade, a Fidel. 
Por que estou narrando esses fatos? Porque este homem foi - e 
ainda é - considerado pelos governantes brasileiros, uma espécie
de "mentor revolucionário", quando o que realmente fez foi - quem já 
foi a Cuba sabe - transformar seu país num enclave miserável, onde
 impera a prostituição e a corrupção, com padrões de pobreza 
próximos aos do Chade. Isto num dos locais mais bonitos do globo!
Basta ver com que países o Brasil está alinhado hoje: Irã, Venezuela e Cuba, 
só para citar alguns. É para rir ou para chorar? 
Concordo, Fulgencio Batista não era flor que se cheirasse. Ele
 instaurou um regime autoritário, prendeu seus opositores e restringiu 
as liberdades através do controle da imprensa, da universidade e do
 congresso, usando métodos terroristas e fazendo fortuna para si e para seus
 aliados.
Pergunto: Por que Fidel Castro não arrumou a bagunça deixada por Fulgêncio
 Batista e devolveu o poder aos civis, como fez o Exército Brasileiro? Por
 que ele se transformou num ditador sanguinário, talvez pior que Batista?
Em seu bunker com certeza não falta papel higiênico e sabonetes, que
 é uma das moedas de troca de todo turista que visita a parte pobre de
 Cuba. Sim, porque existe uma Cuba para ricos - uma península literalmente
 "para inglês ver" com hotéis maravilhosos e infra-estrutura de primeiro mundo! 
Quem defende Fidel que explique por que tanta gente arrisca a vida em
 embarcações precárias, num mar infestado de tubarões para fugir 
do país? Estarão loucos? Arriscar a vida para fugir do paraíso? 
Já pensaram se o último dos "ditadores" brasileiros, o General Figueiredo,
 resolvesse permanecer no poder, como fez recentemente Ghadafi?
Pergunto mais: Quais países onde o poder foi tomado por golpes 
militares, tiveram o poder devolvido democraticamente aos civis? 
Cuba? Egito? Líbia? Síria? Coréia? Chile? Bolívia? Rússia? Irã? China?
 Venezuela? Iraque?
E ainda mais ridículo: qual desses países indenizou os vencidos, como
 faz o Brasil até hoje, quase trinta anos após o fim da ditadura, mantendo
 insepulto esse cadáver da "ditadura militar" apenas para continuar 
sugando as milionáriass indenizações que até gente acima de qualquer
 suspeita, como Ziraldo - o do Pasquim - recebeu?
O único dos políticos que não aceitou a indenização foi Mario Covas. 
Ele disse certa vez: "Eu lutei uma revolução. e venci. Como posso
 indenizar eu mesmo por uma vitória?" 
Infelizmente, tão logo morreu, sua esposa e filhos receberam a
 indenização, descontados os devidos numerários advocatícios, claro, 
curiosamente defendida por um advogado manjado, que um dia
 conseguiu retirar Lula de sua detenção no DOPS.
Para se ter uma idéia, desde a décda de 80, trinta e três regimes
 militares perderam o poder para regimes civis, mas mergulhados 
em sangue e com muitos deles caminhando para novas ditaduras.
E não me venham com essa história de que foi a militância que 
derrubou a ditadura militar brasileira! A tão propalada militância,
 um movimento incipente, acanhado e mal organizado, restrito
praticamente apenas a algumas das grandes cidades brasileiras. 
Os militares sempre disseram que devolveriam o poder aos civis 
quando tivessem erradicado os comunistas de nossas fronteiras.
 E foi o que fizeram.
Sorte a nossa que nenhum dos cinco generais que administraram
 o Brasil gostava mais do poder que da caserna!
Quem viveu aquela realidade sabe que o General João Batista
 Figueiredo assumiu já com essa missão declarada: Preparar a 
transição para o governo civil. Levou cinco longos anos para isso
, e ao final do seu mandato, estava visivelmente impaciente para 
passar ao anonimato, como ele próprio declarou. Para isto, anistiou 
a maioria dos revolucionários no exílio, e aí, sim, errou, porque trouxe
 de volta ao cesto, as maçãs podres, que hoje estão se lambuzando no 
dinheiro público - também uma forma de ditadura, exercida pelo poder
 do voto de cabresto, num país de semi-analfabetos, ou como diz
o IBGE, de "analfabetos funcionais".
Claro, considero que o leitor tem discernimento para considerar 
que quando falo em "maçãs podres" naturalmente havia exceções,
 como Mário Covas, por exemplo, e alguns outros. 
A redemocratização do Brasil, começou já com uma farsa. 
Quem não se recorda do quase cadáver Tancredo Neves sendo mantido
 sentado sabe-se lá como para exibição à imprensa? Esperidião era
 para ser seu vice, mas tinha pretenções próprias ao Planalto, e perdeu 
o bonde da história para o Marimbondo de Fogo*, José Sarney. 
E o que fizeram os "grandes revolucionários" anistiados, as grandes 
cabeças cheias de boas intenções com o Brasil, que batiam no 
peito, dizendo que foram torturados e trocaram tiros pelas ruas? 
Brizola arrebentou o Rio de Janeiro, Sarney faz o Maranhão não 
só não progredir, como consegue a proeza de fazê-lo andar para trás. 
Quércia e Cia. quebraram o Banespa, o 2º maior banco brasileiro,
 a VASP, uma tradidional companhia aérea, e só não quebraram o Estado
 de São Paulo, porque este Estado resistiu, pelo poder econômico que
 tem. Mas conseguiram deixá-lo de joelhos. Covas precisou de quase um 
ano apenas para colocar os salários do funcionalismo público em dia!
 O Nordeste continua loteado, tanto quanto estava antes da Grande Marcha
 da Coluna Prestes. O revolucionário PT mostrou que aprendeu tudo o 
que seu "herói" cubano tinha a lhes ensinar: A cobiça pelo poder, pelo
 dinheiro e mesmo pela violência - não necesariamente nesta ordem.
Só rindo. A maioria deles - inclusive Lula, o Grande Líder - nunca sequer
 tocou numa arma de fogo. A arma que eles sabem usar bem é a caneta e a 
demagogia rasteira.
Em 2009, o então senador Cristovam Buarque disse a outro senador
 o que havia declarado domingo, 5 de abril, numa entrevista radiofônica
: "A reação é tão grande hoje contra o Parlamento, que talvez fosse a hora
 de fazer um plebiscito para saber se o povo quer ou não que o parlamento 
continue aberto". Foi um escândalo há época, com os hipócritas de 

plantão ficando todos indignados. 
O General Artur da Costa e Silval fechou o Parlamento com o Ato
 Institucional nº 5. O AI-5, sobrepondo-se à Constituição de 24 de janeiro 
de 1967, bem como às constituições estaduais, dava poderes extraordinários 
ao Presidente da República e suspendia várias garantias constitucionais. 
O AI-5 foi o instrumento que deu ao regime poderes absolutos e cuja 
primeira conseqüência foi o fechamento do Congresso Nacional por
 quase um ano. 
Pergunto, qual a diferença, em termos de poder que há entre o AI-5 e 
as Medidas Provisórias em vigor? Poderá dizer o leitor: "As MPs 
precisam ser votadas pelo congresso." Pois então saiba que a MP
 que instituiu a moeda Real ainda não foi votada!  
Pergunto novamente: O plebsicito sugerido por Cristovam Buarque -
 um dos petistas que não teve estômago para continuar na "militância" 
do partido - teria hoje resultado diferente? Não é preciso ser mago para 
saber que oito entre dez brasileiros volatilizaria o Congresso Nacional
, se pudesse. Mas é uma pena que tão poucos brasileiros desconheçam
 que o outro poder - o Judiciário - é tão ou mais corrupto que o Legislativo! 
Como se pode mudar um país onde a Casa que faz as leis é um antro 
de corrupção e a Casa que as executa, é ainda pior? E o terceiro
 poder? A Presidência da República? Ok. Pouparei o leitor de falar disso. 
E que se enterre de vez essa vergonhosa "verba indenizatória". Quem 
precisa ser indenizado é a imensa maioria do povo brasileiro: as crianças, 
os enfermos, os idosos e as mães pobres e miseráveis. 
Citem-me os críticos deste artigo, um só ditador do séc. XX ou XXI que não 
tenha ficado bilionário. De Bokassa a Idi Amim Dada, de Gaddafi a 
Sadam Hussein, de Hitler a Stalin, de Papa Doc a Pol Pot, de Pinochet
 a Kim Jong II, de Robert Mugabe a Bashar al-assad. E a lista vai longe! 
Agora me apontem um só general da ditadura brasileira que tenha
ficado rico. Vou clarear: 
- Quando o Marechal Castelo Branco morreu num desastre de avião,
 verificaram os herdeiros que seu patrimônio limitava-se a um apartamento 
em Ipanema e umas poucas ações de empresas públicas e privadas.
- O General Costa e Silva, acometido por um derrame cerebral, 
recebeu de favor o privilégio de permanecer até o desenlace no palácio
 das Laranjeiras, deixando para a viúva a pensão de marechal e um 
apartamento em construção, em Copacabana. 
- O General Emílio Garrastazu Médici dispunha, como herança de 
família, de uma fazenda de gado em Bagé, mas quando adoeceu não t
inha dinheiro para pagar o tratamento e precisou ser tratado no
 Hospital da Aeronáutica, no Galeão.
- O General Ernesto Geisel, antes de assumir a presidência da
 República, comprou o Sítio dos Cinamonos, em Teresópolis, que 
a filha vendeu para poder manter-se no apartamento de três quartos e sala, no Rio.
- O General João Figueiredo, depois de deixar o poder, não aguentou 
as despesas do Sítio do Dragão, em Petrópolis, vendendo primeiro
 os cavalos e depois a propriedade. Sua viúva, recentemente falecida, 
deixou um apartamento em São Conrado que os filhos agora colocaram
 à venda, ao que parece em estado de lamentável conservação.
Isso numa época em que eles tinham o poder total e não havia sites
 divulgando suas gastanças. Foi a época de Itaipu, Ponte Rio-Niterói e
do "Milagre Brasileiro" .
Você deve achar que sou louco, defendendo a ditadura militar. Nem
 uma coisa nem outra. Nem sou louco, nem defendo ditadura alguma.
 Tenho tanto horror às ditadutas quanto à demagogia. Mas também 
tenho horror à mentira histórica, que acabará por prevalecer quanto
 tiverem desaparecido todos os que testemunharam este período da 
história brasileira. 
Como disse Carlos Chagas, o conceituado jornalista: "Erros e excessos 
foram praticados durante o regime militar, eram tempos difíceis. Mas 
mesmo assim, no reverso da medalha, foi promovida ampla modernização
 das nossas estruturas materiais".
Antes do Regime Militar, o Brasil era apenas uma republiqueta exportadora
 de matéria prima, com uma agricultura incipiente, uma indústria ridícula,
 sem tecnologia, sem mão-de-obra especializada e principalmente, sem
 perpectivas. Para se manter no poder, João Goulart, o Presidente 
há época flertou com o comunismo. A caserna assumiu o poder e o 
devolveu, e graças a isto não somos hoje uma Cuba, ou uma Coréia do Norte. 
O paradoxal, e hilário, se não fosse trágico, é que o perigo que 
enfrentamos agora é ainda maior que a instalação do regime comunista 
no país. Desta vez vivemos uma "ditadura branca" apoiada pela Lei! 
Não há nada combinado, não há bandeiras, não há golpe. Mas há um 
acordo tácito entre todos os fascínoras que se escondem atrás
 das togas ou de cargos legislativos, fazendo com que todos se
 protejam mutuamente por trás de leis, medidas provisórias, promessas
 de campanha, liminares, estatutos, decretos, etc. de tal forma que o 
país não consegue avançar em suas instituições mais básicas, como a saúde 
e a educação.
Esta é, em minha opinião, o perigo real e imediato, que exército algum 
consegue extirpar, porque tudo acontece sob a égide da Lei. É tudo
 descaradamente imoral e aético, mas é legal!  
Resta o poder do voto. Mas teríamos que ser suecos para votar
 com a consciência que a emergência atual do Brasil exige. Mas não 
somos. Somos apenas um povo que o poder - exercido agora pela 
"geração 60" - mantém cuidadosamente ignorante. A demagogia
 e a corrupção precisam desesperadamente da ignorância popular para

 sobreviver.
Convenhamos, pelo menos nesse aspecto, a "geração 60" - com seus 
heróis revolucionários, artistas "esclarecidos" e arautos da intelectualidade
 - está fazendo um trabalho primoroso! 
* * *
*Nome de um livro de José Sarney
JB Xavier
Enviado por JB Xavier em 09/02/2012 - Reeditado em 10/02/2012 -
 Código do texto: T3488937

GERAÇÃO 60 - UMA GERAÇÃO MENTIROSA E TRAIDORA -
 A verdade está sufocada, mas não para sempre...
NOVAS GERAÇÕES LEIAM ESSE RELATO E  REFLITAM ... 

lula e o foro de são paulo


 Lula fala do Foro de São Paulo
 Por Reinaldo Azevedo
Qualquer partido brasileiro que 
pertencesse a uma rede que 
congregasse militantes de 
extrema direita seria massacrado pela 
imprensa em três dias. E com razão.
 Tanto pior se essa rede abrigasse 
grupos terroristas e tivesse uma agenda 
internacionalista. Mais grave ainda 
se, com tudo isso, tal partido chegasse
 ao poder. Pois o PT chegou e é
 membro do Foro de São Paulo, 
junto com as Farc
 (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia),
 dedicada à guerrilha comunista e ao narcotráfico. E o silêncio a
 respeito é ensurdecedor.
Texto completo  

O tal Foro foi criado em 1990, entre outros, por Lula e Fidel Castro e reúne
 partidos e grupos de esquerda e extrema esquerda da América Latina.
 Em julho de 2005, no aniversário de 15 anos, a reunião dos “companheiros” 
se deu no Brasil. E Lula discursou para a turma. A íntegra está aqui, num site 
oficial do Planalto. Na véspera do início do 3º Congresso do PT — aquele
 de que falo posts abaixo — cumpre ler a fala do petista, de que destaco 
alguns trechos (em vermelho), com comentários (em azul):

“E eu queria começar com uma visão que eu tenho do Foro de São Paulo.

 Eu que, junto com alguns companheiros e companheiras aqui, fundei 
esta instância de participação democrática da esquerda da América
 Latina, precisei chegar à Presidência da República para descobrir o 
quanto foi importante termos criado o Foro de São Paulo. (...)
 nesses 30 meses de governo, em função da existência do Foro de 


São Paulo, o companheiro Marco Aurélio tem exercido uma função
 extraordinária nesse trabalho de consolidação daquilo que começamos em
 1990, quando éramos poucos, desacreditados e falávamos muito. “
A imprensa, de maneira geral, não acredita nem mesmo que o Foro exista.

 Está aí. O “Marco Aurélio” a que se refere é o “Top Top” Garcia, um dos 
idealizadores do tal Foro.

“Foi assim que nós, em janeiro de 2003, propusemos ao nosso companheiro,

 presidente Chávez, a criação do Grupo de Amigos para encontrar uma
 solução tranqüila que, graças a Deus, aconteceu na Venezuela. 
E só foi possível graças a uma ação política de companheiros. Não era
 uma ação política de um Estado com outro Estado, ou de um presidente
 com outro presidente. Quem está lembrado, o Chávez participou de um dos
 foros que fizemos em Havana. E graças a essa relação foi possível 
construirmos, com muitas divergências políticas, a consolidação do 
que aconteceu na Venezuela, com o referendo que consagrou o
 Chávez como presidente da Venezuela.”
Chávez, encontro em Havana, Grupo dos Amigos da Venezuela... 

Eis aí: ficam claras as articulações do foro com o ditador de Cuba — 
O Partido Comunista daquele país pertence ao grupo —
 e a movimentação para dar apoio internacional a Chávez,
 num momento em que ele precisava. A “consolidação do que
 aconteceu na Venezuela”, a esta altura, ninguém ignora, pode se
 traduzir por “ditadura”.

“E eu quero dizer para vocês que muito mais feliz eu fico quando tomo

 a informação, pelo Marco Aurélio ou pela imprensa, de que um 
companheiro do Foro de São Paulo foi eleito presidente da Assembléia,
 foi eleito prefeito de uma cidade, foi eleito deputado federal, senador,
 porque significa a aposta decisiva na consolidação da democracia no nosso país.”
Eis aí. É um foro que reúne entidades de extrema esquerda, algumas 

ilegais, que, não obstante, elege pessoas.

“Se não fosse assim, o que teria acontecido no Equador com a saída

 do Lucio Gutiérrez? Embora o Presidente tenha saído, a verdade é
 que o processo democrático já está mais consolidado do que há 
dez anos atrás. O que seria da Bolívia com a saída do Carlos
 Mesa, recentemente, se não houvesse uma consciência
 democrática mais forte no nosso continente entre todas as forças 
que compõem aquele país? A vitória de Tabaré, no Uruguai: quantos
 anos de espera, quantas derrotas, tanto quanto as minhas.“
É a confissão da existência de uma agenda do foro e de ajuda

 mútua, coisas que têm de ser investigadas. À época escrevi e 
reitero: o passa-moleque que levamos, como país, do governo da 
Bolívia só não surpreendeu, é evidente, o Foro de São Paulo. Como 
diz Lula, eles estão todos lá para se ajudar. O que eu gostaria de
 saber é que tipo de auxílio é prestado, por exemplo, às Farc. Ou, 
pior, que tipo de colaboração elas têm com o nosso país. Lembro
 que já prometeram US$ 5 milhões à campanha de Lula, segundo
 relato de um agente da Abin — o que todos negam (não me digam!)
. Também concedemos asilo político a um de seus terroristas: Olivério Medina.

“Eu estava vendo as imagens do primeiro encontro e fico triste 

porque a velhice é implacável. A velhice parece que só não mexe 
com a Clara Charf, que é do mesmo jeito desde que começou o
 primeiro Foro, mas todos nós, da mesa, envelhecemos muito. Espero
 que tenha valido a pena envelhecer, Marco Aurélio. Eu me lembro
 que eu não tinha um fio de cabelo branco, um fio de barba branca 
e hoje estou aqui, todos estão, de barba branca.”
Para quem não lembra, Clara Charf é a mulher de Carlos Marighella.

“Vejam que os companheiros do Movimento Sem-Terra fizeram uma 

grande passeata em Brasília. Organizada, muito organizada. E todo 
mundo achava que era um grande protesto contra o governo. O que
 aconteceu? A passeata do Movimento Sem-Terra terminou em festa,
 porque nós fizemos um acordo entre o governo e o Movimento Sem-Terra
 pela primeira vez na história, assinando um documento conjunto. “
Considerando a agenda do MST, o trecho fala por si mesmo.

“Por isso, meus companheiros, minhas companheiras, saio daqui 

para Brasília com a consciência tranqüila de que esse filho nosso, 
de 15 anos de idade, chamado Foro de São Paulo, já adquiriu maturidade,
 já se transformou num adulto sábio. E eu estou certo de que nós
 poderemos continuar dando contribuição para outras forças políticas, 
em outros continentes, porque logo, logo, vamos ter que trazer os 
companheiros de países africanos para participarem do nosso movimento,
 para que a gente possa transformar as nossas convicções de relações 
Sul-Sul numa coisa muito verdadeira e não apenas numa coisa teórica. “
Há aí o delírio megalômano de sempre, mas é evidente o caráter 

realmente supranacional do Foro. “Que mal há? Não existe a
 Internacional da Democracia Cristã?”, poderiam perguntar. Existe, é 
evidente. Com partidos legais. O tal movimento bolivariano, de 
Chávez, que se saiba, não pertence ao Foro. Mas é certo que o 
coronel foi um dos principais beneficiários da existência do grupo.
Os bobalhões, supondo sempre que idiotas são os outros, logo indagam:

 “Está achando o quê? Que haverá uma revolução comunista continental?” 
Não sejam tolos e não me suponham tolo. Cada país vai chegar o mais 
longe possível na agenda do grupo. As condições venezuelanas permitem 
Chávez a ditadura? Permitem. Os sócios lhe darão apoio. No Brasil, 
é possível fazer o quê? Entregar a Petrobras quase de mão-beijada à 
Bolívia e sem soltar um pio? Assim se fará. Revejam o vídeo preparatório 
do 3º Congresso à luz deste discurso de Lula. Maluquice é ignorar o óbvio
.Integram o Foro além dos brasileiros PT e PC do B: 
Movimento de 
Esquerda Revolucionária (Colômbia), Partido Comunista Colombiano,
 Exército de Libertação Nacional (Colômbia), Forças Armadas
 Revolucionarias de Colômbia, Partido Comunista de Cuba, Partido
 Comunista da Argentina, Movimento Clement Payne (Barbados ), Partido
 Comunista da Bolívia, Partido Comunista do Chile, Partido Socialista 
do Chile, Partido Popular Costa-Riquenho, Partido Trabalhista de 
Dominica, Partido de Libertação Dominicano, Frente Farabundo Martí de
 Libertação Nacional (El Salvador), União Revolucionária Nacional da 
Guatemala, Aliança do Povo Trabalhador (Guiana), Partido do 
Trabalho (México), Partido Socialista Popular (México), Partido da
Revolução Democrática (México), Frente Sandinista de Libertação Nacional 
(Nicarágua), Partido Comunista Paraguaio, Partido Pátria Livre (Paraguai),
 Partido Comunista Peruano, Partido Socialista do Peru, Partido 
Porto-riquenho, Frente Socialista (Porto Rico), Movimento de Independência 
Nacional Hostosiano (Porto Rico), Federação Universitária 
Pró-Independência de Porto Rico, Frente Ampla (Uruguai), 
Partido Comunista do Uruguai, Partido Socialista do Uruguai,
 Tupamaros (Uruguai), Partido Comunista da Venezuela


*******************************************

"DELENDA CARTAGO EST"
Marco Pórcio Catão (234 – 149 a.C.)


Que é o Foro de São Paulo?
 Por Alejandro
 Peña Esclusa
Resumo: Alejandro Peña Esclusa, presidente 
da Força Solidária
 - que 
organizou 
as 
passeatas-monstro 
contra 
Hugo Chávez - 
denuncia: 
O Foro de São Paulo vive de narcotráfico, seqüestro, 
assalto a banco e roubo de gado.© 2002 MidiaSemMascara.org
Interrogado pelos jornalistas, Raúl Reyes, líder guerrilheiro colombiano, 
admitiu em sua recente visita à Venezuela que as FARC formam parte 
do chamado Foro de São Paulo. Vejamos a que se referia.
Depois da queda do Muro de Berlim em 1989 e da derrubada do

 comunismo na ex-União Soviética, Fidel Castro decidiu substituir 
o apoio que recebia do Bloco Oriental pelo de uma transnacional 
latino-americana.
Texto completo  
Aproveitando o poder parlamentar que tinha o Partido dos Trabalhadores 
(PT) no Brasil, Fidel Castro convocou em 1990, junto com Luis Inácio
 “Lula” da Silva, todos os grupos guerrilheiros da América Latina a 
uma reunião na cidade de São Paulo.
Além do próprio PT e do Partido Comunista de Cuba, acudiram ao 
chamado o Exército de Libertação Nacional (ELN) e as Forças 
Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC); a Frente 
Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) da Nicarágua; a União 
Revolucionária Nacional da Guatemala (URNG); a Frente Farabundo
 Martí de Libertação Nacional (FMLN) de El Salvador; o Partido da
 Revolução Democrática (PRD) do México; e várias dezenas mais 
de grupos guerrilheiros e partidos de esquerda da região que iam 
se juntando ao longo dos anos, como o Exército Zapatista de


 Libertação Nacional (EZLN) do México.
Alí decidiram formar uma organização que se auto-denominou
 Foro de São Paulo.
Para dirigi-lo centralizadamente, criaram um Estado Maior civil, dirigido 
por Fidel Castro, Lula, Tomás Borge e Frei Betto, entre outros,
 e um Estado Maior militar, comandado também pelo próprio
 Fidel Castro, o líder sandinista Daniel Ortega, e no qual tem 
um papel importante o argentino Enrique Gorriarán Merlo.
Gorriarán Merlo foi fundador do Exército Revolucionário do Povo 
(ERP) e posteriormente do Movimento Todos pela Pátria (MTP).
 Gorriarán Merlo é o autor do ataque terrorista de janeiro de
 1989 ao regimento de infantaria La Tablada, em Buenos Aires, 
no qual morreram 39 pessoas, e foi quem encabeçou a esquadra 
que assassinou Anastasio Somoza em Assunção, Paraguai, em
 setembro de 1980.
Gorriarán Merlo também organizou a maquinaria militar do Movimento 
Revolucionário Tupac Amaru (MRTA), o mesmo que há três anos
 e meio tomou a residência do embaixador japonês em Lima.
O Foro de São Paulo tem um sistema de comunicação
 permanente, 
e até produz uma revista trimestral própria, denominada
 América Livre.
Estabeleceu uma forma sólida e permanente de financiamento, baseada
 em sequestro, roubo de gado, cobrança de impostos, assaltos a 
bancos, pirataria, narcotráfico e demais atividades ilegais que rotineiramente 
praticam os grupos guerrilheiros na América Latina.
Tendo em vista que o marxismo dos anos sessenta já estava caduco e 
desprestigiado, os diretores do Foro de São Paulo decidiram 
adotar formalmente diversos disfarces:
um foi o do indigenismo, ou a suposta luta pelos direitos dos indígenas,
 para encobrir a formação de grupos guerrilheiros (Exército Zapatista 
de Libertação Nacional), e também a promoção do separatismo, 
argumentando que os territórios ocupados pelas tribos indígenas 
são próprios e não do Estado nacional.
Outro foi o do ecologismo radical que, alegando a proteção do meio
 ambiente, justificou a ação de terroristas que obstaculizaram o 
avanço do Estado em obras públicas de infraestrutura como rodovias
 e tensão elétrica.
E finalmente, o de uma versão extremista da chamada Teologia
da Libertação (Frei Betto, Leonardo Boff, Paulo Evaristo Arns), 
com o objetivo de dividir a Igreja Católica e justificar a violência
 com argumentos supostamente cristãos.
Segundo um informe da AP, datado em Montevidéo, Hugo Chávez
 se inscreveu no Foro de São Paulo em 30 de maio de 1995. Isto
 foi confirmado por Pablo Beltrán, líder do ELN, em uma entrevista 
realizada pela Globovisión em 17 de novembro de 1999.
 Financiamento do narcotráfico 
Há quatro anos o investigador 
colombiano Jesús E. La Rotta publicou
 um livro intitulado As Finanças 
da Subversão Colombiana, no qual 
revela os resultados de suas
 investigações sobre as fontes de 
financiamento das FARC, do ELN e do EPL.
Fazendo uso de numerosos gráficos e tabelas, La Rotta identifica 
seis formas ou modos gerais por meio dos quais os guerrilheiros 
colombianos obtêm entrada de dinheiro, a saber:
a extorsão em menor escala, como os impostos, o bilhete e a cobrança 
de pedágios, de onde obtêm um total de 1.030 milhões de dólares ao ano;
a extorsão em grande escala a empresas nacionais e multinacionais
 nos diversos setores como o petroleiro, agrícola, pecuário, 
industrial, comercial e financeiro, de onde arrecadam 5.270 milhões 
de dólares anuais;
o abigeato ou roubo de gado, de onde recolhem 270 milhões de 
dólares anualmente; os assaltos, por meio dos quais conseguem
 400 milhões de dólares ao ano;
a pirataria, seja terrestre, fluvial, marítima ou aérea, que lhes rende 
150 milhões de dólares em depósitos anuais e, finalmente,
 o narcotráfico, de onde obtêm 1.130 milhões de dólares ao ano.
Tudo isso soma oito mil duzentos e cinquenta (8.250) milhões
 de dólares ao ano, cifra muito superior aos orçamentos de 
todas as Forças Armadas Nacionais de todos os países andinos.
Todavia, La Rotta admite que se tratam de cifras de 1994, e
 explica que “os grupos subversivos, em particular as FARC e
 o, entraram em franco processo de substituição dos cartéis da 
droga desmantelados e que, cumprido tal processo, se 
fechará o círculo do enriquecimento quando incorporarem em
 plenitude o produto global do narcotráfico, que pode
 representar-lhes depósitos de dinheiro superiores”.
Poucos meses depois de haver-se publicado o livro de La Rotta,
 saiu o livro O Cartel das FARC, elaborado por major colombiano
 Luis Alberto Villamarín Pulido, o qual alega que as Forças Armadas 
Revolucionárias da Colômbia constituem o terceiro e mais poderoso 
cartel das drogas.
Embora já existissem provas da vinculação do ELN e das FARC 
com o narcotráfico, os documentos retidos em 31 de janeiro de 
1996 das quadrilhas 14 e 15 das FARC, por tropas da Brigada 
12 em Paujil (Caquetá), comprometem ainda mais os guerrilheiros
 com o tráfico de drogas: aparecem as frequências de VHF e inúmeros 
telefonemas dos capos do Cartel de Cali, assim como atas de
 reuniões entre as FARC e os narco-traficantes.
O livro está cheio de afirmações impressionantes, como esta:
“A infraestrutura do cartel das FARC tem todos os elementos
de organização e controle próprios dos bandos de mafiosos
 que inundam o mundo civilizado com o tráfico ilícito de cocaína, 
com o agravante de que ameaçam camponeses, envolvendo-os
 com as milícias bolivarianas e o partido comunista clandestino. 
A ação dos delinquentes do cartel das FARC ultrapassa as fronteiras
 nacionais”.
Alejandro Peña Esclusa é o presidente da Fuerza Solidaria, a 
ONG que organiza os protestos populares contra o governo 
Hugo Chávez na Velezuela.
Tradução: Graça Salgueiro