sábado, 13 de abril de 2013

Revelações da Ilha de Páscoa


(Artigo escrito por Leandro para o site Mistérios Antigos - Os antigos habitantes da Terra)
http://misteriosantigos.50webs.com
e-mail: misteriosantigos@uol.com.br

 
Todos conhecem as enormes cabeças de pedra ('moai') da fascinante Ilha de Páscoa, situada numa região isolada no meio do Oceano Pacífico. O que desconhecem, é que as pedras usadas para a construção das extravagantes estátuas foram retiradas de crateras circulares de mais de 500 metros de diâmetro cravadas no centro dos montes Rano Raraku e Rano Kao.
Exatamente, se tratam de montes, não existem e nunca existiram vulcões na Ilha de Páscoa.
Em primeiro lugar, o solo vulcânico é infértil, pois não contém o húmus necessário para a nutrição das plantas, no entanto, a ilha inteira possui vegetação, até mesmo uma floresta, como demonstra a imagem de satélite a seguir:
Foto de satélite da Ilha de Páscoa.


O fato é que não há sequer um indício de que em algum período houve atividade vulcânica na ilha.

Moai na Ilha de Páscoa.


Repare como é desolador o cenário em áreas formadas por atividade vulcânica:

Vulcões Popocatepetl e Iztaccíhuatl, no México.

Na foto acima dos vulcões mexicanos Popocatepetl e Iztaccíhuatl, podemos perceber os extensos e profundos canais que se formam no solo criados pelo movimento da massa super-aquecida que transbordou na erupção, elementos que não vemos na Ilha de Páscoa.
Como esses vulcões eclodiriam das profundezas do oceano e formariam uma ilha? Esta é uma questão que realmente deve pasmar os geólogos que inventaram essa história de vulcões. Não vou entrar em detalhes a respeito dos empecilhos óbvios, sobre como tais vulcões precisariam estar ativos ao mesmo tempo, liberando uma quantidade de lava em vasão equivalente para que se pudesse ter uma certa estabilidade de crescimento, até que de alguma maneira todo esse volume de massa se acumulasse, solidificasse e atingisse um nível superior ao das águas.
E se isso realmente acontecesse, seria provável que os vulcões se encontrariam no ponto mais alto, rodeados por toda a lava condensada.
Veja o caso do Monte Fuji, na ilha Honshu. O vulcão é o ponto mais elevado de todo o Japão, a 3,7 km de altura:
Monte Fuji, a montanha mais alta do Japão.

O Popocatepetl é o segundo pico mais alto do México, a 5,4 km de altura.
Estranhamente, os supostos vulcões da Ilha de Páscoa se localizam em partes baixas.
(clique para ampliar)
Mapa topográfico da Ilha de Páscoa.

Analisando a topografia da área, podemos notar que a parte central da ilha apresenta a maior altitude. Cerro Terevaka, o ponto mais elevado, fica a 507 m de altura, já o 'vulcão' mais elevado, Puakatike, fica a mais de 130 m abaixo, como isto é possível? Teria toda a lava convergido a um ponto central e escorrido para cima?
Vale a pena explorar a ilha através deste site que disponibiliza imagens de satélite:
http://www.wikimapia.org/#lat=-27.1203339&lon=-109.3105316&z=14&l=0&m=a&v=1
Agora veja algo extremamente curioso, esta de cima é Wolfe Creek, uma das chamadas 'cratera de impacto de meteoro', e localiza-se no oeste da Austrália. Embaixo, o 'vulcão' Rano Raraku, da Ilha de Páscoa:
(clique para ampliar)
Comparação entre as crateras Wolfe Creek e Rano Raraku.


Ambas crateras apresentam uma marca triangular na borda e uma concentração interna. Uma dizem se tratar de um impacto de meteoro, a outra, por estar numa ilha minúscula, dizem se tratar de um vulcão. A verdade, é que não são nem uma coisa nem outra.
Você sabia que o material que os pesquisadores dizem ter encontrado nas 'crateras de impacto' e que poderia ser de origem externa, como o Irídio, na verdade se encontra mundialmente no subsolo, como remanescente de uma era em que o planeta Terra passou por uma nuvem de poeira? As rochas derretidas, são na verdade formações ígneas, magma solidificado no subsolo. Estes 2 indícios condizem com um processo de extração do solo revelando camadas inferiores.
Outro fator intrigante, é que no Golfo do México, perto do local do suposto impacto que teoricamente teria causado a extinção dos dinossauros, o Irídio é encontrado em baixas concentrações, já distante, na Dinamarca, concentrações mais altas são encontradas, o que indica que este material não está relacionado com um impacto de meteoro.
Há mais indícios bem relevantes de que realmente não houve impacto, como a distância geológica entre a formação da cratera e a camada onde foi encontrada material, com intermediários de origem orgânica. Isto significa que após a formação da cratera não houve nenhuma tragédia, organismos continuaram habitando o local e somente muito depois apareceu a camada de poeira cósmica.
Sítio de extração do solo em Marte: (clique para ampliar)
Cratera de extração do solo em Marte.

A cratera no deserto do Arizona, Estados Unidos:
Cratera de extração do solo no deserto do Arizona.

Rano Kao:
Rano Kao. Cratera de extração do solo na Ilha de Páscoa.

Outra cratera marciana:
Marca característica na borda da cratera de extração do solo em Marte.

Qualquer semelhança não é mera coincidência.
Posso dizer com toda a tranquilidade que a realidade em que vivemos hoje foi totalmente manipulada para que não possamos enxergar a verdade. Nós fomos enganados por quase todas as ciências e instituições governamentais, já que o interesse deles é nos manter como mão-de-obra semiconsciente, sempre consumindo o lixo e as migalhas que eles nos jogam.
Os conceitos que temos do mundo e do universo estão simplesmente todos equivocados. A ciência ortodoxa, para se estabelecer, tratou de tirar a vida e a consciência do universo, e transformou tudo em um mero fruto do acaso. Se eu te disser que montei um castelo com cartas de baralho colocando uma bomba embaixo das cartas e explodindo, você acreditaria? Certamente que não. Mas muitas pessoas hoje acreditam em algo tão ridículo quanto isso, eles chamam de Big Bang.

Tradução dos Evangelhos Gnósticos

(Artigo escrito por Leandro para o site Mistérios Antigos - Os antigos habitantes da Terra)
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Durante muito tempo, vários livros do Cristianismo permaneceram na obscuridade. Por apresentarem informações que divergiam da doutrina ortodoxa estabelecida pela igreja, foram considerados heréticos, e acabaram não sendo incluídos na versão oficial da Bíblia.
Muitos desses livros se perderam no tempo, outros foram destruídos, e é provável ainda que o Vaticano tenha em seu poder parte dessas obras cujo conteúdo é de extrema importância para que possamos entender o surgimento da religião que tem hoje o maior número de seguidores no mundo.
Diferente do relato da Criação encontrado no Gênesis, escritos apócrifos contam uma história complexa e fascinante sobre as coisas que já estavam em existência antes da Criação; e que neste Universo, que surgiu depois, não tem apenas um céu e um deus, mas muitos céus e deuses numa hierarquia de poderes conflituosos. Esses poderes e autoridades que foram estabelecidos produziram não somente os humanos, mas também inúmeros outros seres, e raças que se assimilaram à humanidade há muito tempo atrás.
Há descrições de como a vida se iniciou 'nas águas', e eventos catastróficos de destruição em massa que se sucederam; como o dilúvio, que ecoa nas tradições de diversos povos antigos; e a conflagração, uma chuva de fogo, asfalto, e enxofre, lançada sobre a Terra pelos regentes. Poderiam estes acontecimentos terem sido os responsáveis pela extinção e o desaparecimento dos dinossauros?
Se não fosse pelas evidências materiais que podem ser rastreadas através dos acontecimentos narrados, poderia se dizer que estes textos são o mais fantástico trabalho de ficção já feito, dada a coerência da história relatada, e a sofisticação de seus conceitos metafísicos que hoje possuem poucos ou nenhum equivalente.

A sabedoria proibida ressurge

Com a descoberta da Biblioteca de Nag Hammadi, em 1945 no Egito, treze manuscritos antigos contendo mais de cinquenta textos trouxeram à tona os pensamentos que circulavam nos meios gnósticos do início do Cristianismo e que tanto preocupavam a igreja.
O que em tempos remotos era um privilégio apenas para os mais avançados estudantes de teosofia, hoje revoluciona nosso entendimento sobre um dos personagens mais intrigantes de toda a história. Quem foi Jesus? Um louco? Um mensageiro? Ele realmente existiu?
Um dos evangelhos apócrifos encontrados em Nag Hammadi é o Evangelho de Tomé, e nele encontramos uma versão bem diferente do Jesus bíblico. Nos escritos, Jesus pouco menciona pecado, se posiciona contra a igreja; acusa os doutores e cientistas de terem roubado e escondido as chaves da sabedoria, obstruindo o processo de salvação; e diz que não veio ao mundo para a paz, mas para a guerra.
Tem também uma impressionante reviravolta na lenda de Adão e Eva, a árvore da sabedoria e a queda do Paraíso; a relação dos deuses com a humanidade; reinos eternos e a descida de seres imortais para a Terra; impérios de deuses e anjos em outros planetas e seus domínios nos céus do caos. Conteúdos estes que por vezes se assemelham a lendas Sumérias e Babilônicas, como os tabletes do Enuma Elish, ou o Épico de Gilgamesh. E se são apenas lendas, por que culturas distintas em épocas tão diferentes insistem em contá-las com uma sequência de fatos e riqueza de detalhes tão extraordinárias?
Se a verdade estiver na sua frente, você seria capaz de reconhecê-la?
Veja aqui em primeira mão e na íntegra, a tradução dos livros secretos:

A Origem do Mundo

 (portanto, quatro raças existem)

Apocalipse de Adão

 (palavras que nenhuma geração dos homens conhecerá)

Apócrifo de João (versão longa)

 (e assim a humanidade foi escravizada para sempre)

Apocalipse de Pedro (gnóstico)

 (aquele que eles crucificaram era o primogênito na casa dos demônios)

Segundo Tratado do Grande Seth

(Porque ele era um homem terrestre, mas eu, eu vim do lugar acima dos céus)

Revelações e Pensamentos Gnósticos

(No fim desta estrada há uma árvore cuja altura chega até as nuvens) *

Protenóia Trimórfica

 (Desistam, vocês que andam na matéria, pois vejam, eu estou descendo ao mundo dos mortais)

Carta de Pedro a Felipe

 (eles não me reconheceram; eles estavam achando que eu era um homem mortal)

O Trovão, Mente Perfeita

 (E eles me encontrarão lá, e eles viverão, e eles não morrerão novamente.)

A Sabedoria Secreta de Cristo

 (Eu lhes dei autoridade sobre todas as coisas como Filhos da Luz, para que vocês possam pisar sobre o poder deles com seus pés)

Apocalipse de Paulo

 (Deixe a sua mente acordar, Paulo)

A Hipóstase dos Arcontes

 (e todos que se instruíram sobre estas coisas existem como imortais no meio da humanidade mortal)

O Livro de Tomé o Contendor

 (Pois quando você sair dos sofrimentos e das paixões do corpo, você irá receber descanso)

Ensinamento Autorizado

 (Deste mesmo modo nós existimos neste mundo, como peixes.)

Apocalipse de Tiago

 (EU SOU aquele que estava dentro de mim. Eu nunca sofri de modo algum, nem estive angustiado.)

Apócrifo de Tiago

 (deste momento em diante, eu irei me despir, para que eu possa me vestir)

Segundo Apocalipse de Tiago

 (esta sabedoria é cobiçada por um criador inferior, e a civilização que ele criou ainda não terminou.)
 


Atualizado em 30/11/2011

Arqueologia Proibida - Parte 1


(Matéria Forbidden Archeology traduzida por Leandro com trechos compilados do livro A História Secreta da Raça Humana, para o site Mistérios Antigos - Os antigos habitantes da Terra)
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e-mail: misteriosantigos@uol.com.br

Anomalias cronológicas estão espalhadas pelo mundo inteiro -- coisas que não poderiam pertencer ao período no qual elas foram encontradas. Existem evidências abundantes, bem pesquisadas e bem documentadas de civilização humana, artefatos e tecnologia fora do tempo.
Esta sabedoria proibida está sendo protegida e escondida de todos nós. A visão popular atual da presença humana no passado distante é uma fachada falsa. A verdadeira realidade está lá fora, mostrando prova de povos e tecnologia avançada milhões de anos antes do que é declarado sobre a evolução da humanidade no planeta.
Por que o estabelecimento científico e o governo suprimiram e ignoraram estas notáveis descobertas?
De onde eles vieram? Como chegaram aqui?
Ao estudar a sabedoria proibida nestas páginas, uma verdade completamente nova irá emergir e se tornar evidente para você... a verdade que a terra foi visitada ou habitada por humanos modernos usando tecnologia avançada muito tempo antes do que os livros de história nos dizem hoje.
Tabela Geológica.
A tabela acima apresenta a visão científica aceita da evolução neste planeta. Ela mostra os seres humanos aparecendo na terra cerca de 1.6 milhões de anos atrás, e a civilização humana tendo surgido há apenas 10,000 anos atrás. No entanto, usando métodos científicos convencionais, várias descobertas demonstram de maneira conclusiva a prova da presença ou visita de humanos modernos no passado da terra, muito antes do que esta linha cronológica indica ser possível. A prova é chocante!
Ao aprofundar-mos ainda mais no passado através das diferentes eras, você verá que as evidências continuam a aflorar...

A Era Cenozóica

 é a última das quatro maiores eras do período geológico, iniciando cerca de 65 milhões de anos atrás, e se estendendo até o presente. Ela sucede o período Cretáceo da era Mesozóica, e é subdividida entre o período Terciário e o período Quaternário. As características dos tempos Terciários são estabelecidas em artigos sob os nomes dos vários períodos (épocas) mais curtos que compõem este período; do mais antigo ao mais recente eles são respectivamente: Paleoceno, Eoceno, Oligoceno, Mioceno, e Plioceno. A visão científica aceita da evolução na Era Cenozóica mostra os seres humanos aparecendo na Terra cerca de 1.6 milhões de anos atrás, e a civilização humana há apenas 10,000 anos atrás. No entanto, as descobertas científicas apresentadas abaixo mostram uma história bem diferente e chocante.

Descobertas do período Pleistoceno

Moeda de Cobre de Illinois, mais de 200,000 anos de idade

Moeda de Cobre de Illinois.
Esta versão de um objeto semelhante a uma moeda, de uma perfuração de poço próxima a Lawn Ridge, Illinois, foi encontrada numa profundidade de 37 metros abaixo da superfície. De acordo com informações fornecidas pelo Serviço de Inspeção Geológica do Estado de llinois, os sedimentos nos quais a moeda estava contida possuem entre 200,000 e 400,000 anos de idade... quem deixou esta moeda centenas de milhares de anos antes do homem civilizado evoluir?




Esqueleto Humano Moderno da Tanzânia, mais de 800,000 anos de idade

Crânio da Tanzânia.
Em 1913, o Professor Hans Reck, da Universidade de Berlim, conduziu investigações em Olduvai Gorge (Garganta de Olduvai), na Tanzânia, Leste da África, na época, pertencente à Alemanha. Durante sua estadia em Olduvai Gorge, Reck encontrou um esqueleto humano anatomicamente moderno que permanece uma fonte de mistério e controvérsia até hoje. Este crânio moderno é de um esqueleto humano completo encontrado naquele ano. Os restos do esqueleto humano, incluindo o crânio inteiro, estavam incrustados na rocha, e tiveram que ser removidos com martelos e talhadeiras. Ele foi encontrado na parte superior de uma formação rochosa com datação superior a 1,000,000 de anos de idade. Como este humano moderno veio parar 1,000,000 de anos no passado?


Vênus de Willendorf, mais de 30,000 anos de idade

Vênus de Willendorf.
A Vênus de Willendorf, da Europa, datada em 30,000 anos de idade. Quem criou ou deixou este artefato quase 20,000 anos antes da civilização humana aparecer?




Crânio Humano Moderno em Buenos Aires, mais de 1,000,000 de anos de idade

Crânio humano moderno em Buenos Aires.
Em 1896, trabalhadores escavando uma doca seca em Buenos Aires encontraram um crânio humano moderno. O estrato Pré-Ensenadeano no qual o crânio de Buenos Aires foi encontrado é de no mínimo 1.0 - 1.5 milhões de anos de idade. Mesmo a 1 milhão de anos, a presença de um crânio humano inteiramente moderno em qualquer parte do mundo é altamente anômala. Por que, e como este humano moderno chegou em Buenos Aires, mais de 1,000,000 de anos à frente de seu tempo?



Descobertas do período Plioceno

Estatuetas de Nampa, Idaho, cerca de 2 milhões de anos de idade

Estatueta de Nampa.
Uma pequena imagem humana moldada habilidosamente em barro foi encontrada em 1889, em Nampa, Idaho. A estatueta provinha do nível de 98 metros de profundidade, numa área de escavação de poços datada da idade do Plio-Pleistoceno, cerca de 2 milhões de anos de idade. G. F. Wright comentou, "A imagem em questão é feita do mesmo material que as bolas de argila mencionadas, tendo cerca de 4 centímetros de comprimento; e é extraordinária pela perfeição com a qual representa a forma humana... Tratava-se de uma figura feminina, e tinha as feições naturais nas partes com acabamento que seriam motivo de honra para os centros clássicos de arte". "Ao mostrar o objeto ao professor F. W. Putnam", Wright escreveu, "ele imediatamente voltou a atenção para o caráter das incrustações de ferro sobre a superfície como sendo indicativo de uma relíquia de antiguidade considerável. Havia manchas de óxido de ferro vermelho anídrico em áreas protegidas sobre o objeto, as quais não poderiam ter se formado em algum objeto fraudulento." Os humanos ainda não haviam evoluído neste planeta dois milhões de anos atrás. Portanto, quem criou ou deixou este artefato no passado distante da Terra?




Crânio Humano Moderno encontrado na Itália, mais de 3 - 4 milhões de anos de idade.

Crânio humano moderno encontrado na Itália.
Em fins do verão de 1860, o professor Giuseppe Ragazzoni, geólogo do Instituto Técnico de Bréscia, viajou para Castenedolo, cerca de 10 quilômetros a sudeste de Bréscia, para recolher conchas fósseis nos estratos do Plioceno, expostos numa vala na base de uma colina baixa, o Colle de Vento. Aqui ele descobriu este notável crânio humano anatomicamente moderno. A camada onde ele foi encontrado foi estabelecida como sendo do período Astiano do Plioceno. De acordo com autoridades modernas, o Astiano pertence ao Plioceno Médio, o que daria ao crânio uma idade de 3 - 4 milhões de anos. Por que, e como este humano moderno visitou a Itália quase dois milhões de anos antes dos seres humanos caminharem no planeta?




Concha Entalhada de Red Crag, Inglaterra, entre 2.0 e 2.5 milhões de anos de idade.

Concha entalhada de Red Crag.
Em 1881, num relato transmitido à Associação Britânica para o Avanço da Ciência, H. Stopes (Membro da Sociedade Geológica) descreveu uma concha cuja superfície trazia o entalhe de um rosto tosco, mas inconfundivelmente humano. A concha entalhada foi encontrada nos depósitos estratificados de Red Crag, parte de Walton Crag, cuja datação indica ser do fim do Plioceno, entre 2 e 2,5 milhões de anos de idade. Esta descoberta colocaria seres inteligentes na Inglaterra cerca de 2.0 milhões de anos, e talvez até 2.5 milhões de anos atrás. Deve-se ter em mente que segundo a opinião paleantropológica convencional, não se deveria encontrar tais artefatos até a época do homem de Cro-Magnon inteiramente moderno, no Plioceno Superior, cerca de 30,000 anos atrás. Que visitante do passado da Terra entalhou e deixou esta concha?



Descobertas do período Eoceno

Bola de Giz perto de Laon, França, 45 - 55 milhões de anos de idade.

Bola de giz, França.
Na edição de abril de 1862 da The Geologist, constava uma tradução para o inglês de um intrigante relato de Maximilien Melleville, vice-presidente da Sociedade Acadêmica de Laon, França. Esta bola de giz foi descoberta num estrato de linhita do Eoceno Inferior. Com base em sua posição estatigráfica, se pode lhe atribuir uma data remontando entre 45 - 55 milhões de anos atrás. Para Melleville, não havia possibilidade da bola ser um forjamento: Ela é de fato permeada em mais de quatro quintos de sua altura por uma cor betuminosa escura, que se funde em direção ao topo num círculo amarelo, o que decerto se deve ao contato com a linhita na qual estivera tanto tempo imersa. A parte superior que estava em contato com o lençol de conchas, pelo contrário, preservou sua cor natural -- o branco opaco do giz [...] Quanto à rocha em que foi encontrada, posso afirmar ser ela perfeitamente virgem, sem apresentar vestígios de qualquer exploração antiga. Extraordinário quanto possa parecer àqueles afeiçoados à visão evolutiva padrão, a evidência associada a esta descoberta sugere que, se humanos fizeram esta bola, eles deviam estar na França 45 - 55 milhões de anos atrás. Quem fez e deixou este artefato, criado pelo homem, em nosso passado longínquo anterior à evolução humana... anterior até mesmo aos mamíferos herbívoros e carnívoros caminharem pelo planeta?


Pilão e Mão de Almofariz na Califórnia, superior à 55 milhões de anos de idade.

Pilão e mão de almofariz, Califórnia.
Em 1877, o Sr. J. H. Neale era superintendente da Montezuma Tunnel Company, e supervisionava o túnel Montezuma, que dava no cascalho subjacente à lava de Table Mountain, no condado de Tuolumne... A uma distância entre 460 e 490 metros da boca do túnel, ou entre 65 e 98 metros além da margem da lava sólida, o Sr. Neale viu diversas pontas de lança de uma espécie de rocha escura, e com cerca de 30 centímetros de comprimento. Continuando com a exploração, ele próprio encontrou um pequeno gral de 8 ou 10 centímetros de diâmetro e de formato irregular. Isso foi descoberto a uma distância de 30 ou 60 centímetros das pontas de lança. Em seguida, ele encontrou uma grande e bem delineada mão de almofariz e próxima de um gral grande e bem regular. Todas estas relíquias foram encontradas na mesma tarde, próximas ao leito de rocha a uma distância de 70 centímetros umas das outras. O Sr. Neale declara ser totalmente impossível que estas relíquias possam ter chegado à posição em que foram encontradas de outro modo, excetuando-se à época em que o cascalho sedimentou-se e antes da formação do lençol de lava. Não havia o menor vestígio de qualquer perturbação da massa ou de qualquer fissura natural nela cujo acesso pudesse ter sido obtido ou por ali, ou pela vizinhança. A posição dos artefatos no cascalho próximo ao leito de rocha em Tuolumne, Table Mountain, indica que eles tinham de 33 a 55 milhões de anos de idade. Mamíferos herbívoros e carnívoros ainda não tinham nem evoluído no planeta nessa época. Então, quem trouxe e deixou estes artefatos na Califórnia quase 50 milhões de anos atrás?


Pedra de estilingue de Bramford, Inglaterra, 5 - 50 milhões de anos de idade.

Pedra de estilingue de Bramford, Inglaterra.
Esta pedra de estilingue é da camada inferior de detritos de Red Crag, em Bramford, Inglaterra. No mínimo, da idade do Plioceno, a pedra tem ao menos 5 milhões, e possivelmente até 50 milhões de anos de idade. Sob a análise era óbvio que a pedra havia sido esculpida pela mão do homem.... A superfície inteira... foi raspada com uma pederneira, de tal modo que ela foi coberta por uma série de facetas que correm de maneira bem regular de ponta a ponta.... A raspagem descrita acima cobre a superfície inteira do objeto e penetra nas suas irregularidades. Permanece que o objeto é inteiramente artificial... no entanto, deixado numa época milhões de anos antes dos humanos sequer terem evoluído na Terra.

Mais informações podem ser encontradas no livro A História Secreta da Raça Humana, por Michael Cremo e Richard Thompson
  • Provas da Era Cenozóica
  • Provas da Era Mesozóica
  • Provas da Era Paleozóica

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    Arqueologia Proibida - Parte 2


    (Matéria Forbidden Archeology traduzida por Leandro com trechos compilados do livro A História Secreta da Raça Humana, para o site Mistérios Antigos - Os antigos habitantes da Terra)
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    A Era Mesozóica

     é uma das maiores divisões da história geológica, sucedendo a era Paleozóica e precedendo a era Cenozóica. Com uma duração que vai de aproximadamente 240 milhões até 65 milhões de anos atrás, a era Mesozóica pode ser caracterizada como a Idade dos Répteis, porque foi nesta época que eles tiveram o seu maior desenvolvimento. Os primeiros pássaros e mamíferos e as primeiras plantas com flores também apareceram nesta época. A era Mesozóica é dividida em três períodos: o Triássico, Jurássico, e Cretáceo. Ao voltar-mos no tempo, entramos num período da Era Mesozóica que começou com o surgimento dos primeiros dinossauros na terra, e terminando com o desenvolvimento das plantas com flores. Os humanos não apareceriam por pelo menos outros 136 milhões de anos. No entanto, as descobertas científicas apresentadas abaixo sugerem que civilizações estavam visitando o passado da Terra e caminhando numa época em que os dinossauros andavam pelo planeta.

    Descobertas do período Cretáceo

    Tubo Metálico em Saint-Jean de Livet, França, superior a 65 milhões de anos de idade.

    Tubo metálico, França.
    Y. Druet e H. Salfati anunciaram em 1968 a descoberta de tubos metálicos semi-ovóides, de formatos idênticos, mas tamanhos diferentes, no calcário Cretáceo. O leito calcário, exposto numa escavação em Saint-Jean de Livet, na França, é avaliado como tendo pelo menos 65 milhões de anos de idade. Tendo considerado e eliminado várias hipóteses, Druet e Salfati concluíram que seres inteligentes viveram 65 milhões de anos atrás. Quem trouxe e deixou estes tubos metálicos na França mais de 65 milhões de anos antes do aparecimento do primeiro ser humano?




    Descobertas do período Triássico

    Sola de Sapato de Nevada, datada em 213 - 248 milhões de anos atrás.

    Sola de sapato, Nevada.
    Em 8 de outubro de 1922, o caderno American Weekly do jornal New York Sunday American publicou um artigo de destaque intitulado "Mistério da 'sola de sapato' petrificada", pelo Dr. W. H. Ballou. Ballou escreveu: Algum tempo atrás, enquanto explorava fósseis em Nevada, John T. Reid, destacado engenheiro de minas e geólogo, parou de repente e olhou para baixo em total perplexidade e espanto para uma rocha perto de seus pés. Pois ali, numa parte da própria rocha, estava o que parecia ser uma pegada humana! Uma inspeção mais rigorosa mostrou que aquela não era a marca de um pé nu, mas que era, aparentemente, uma sola de sapato que se transformara em pedra. A parte dianteira estava faltando. Mas havia o delineamento de pelo menos dois terços dela, e em volta deste delineamento passava um fio costurado e bem definido que tinha, segundo parecia, colado o debrum à sola. A seguir havia outra linha de costura e, no centro, onde teria pousado o pé se o objeto tivesse sido mesmo uma sola de sapato, havia uma reentrância, exatamente como teria sido feita pelo osso do calcanhar esfregando e desgastando o material com que a sola havia sido feita. Reid entrou em contato com um microfotógrafo e um químico analítico do Instituto Rockefeller, que tirou fotos e fez análises do espécime. As análises eliminaram quaisquer dúvidas quanto ao fato da sola de sapato ter estado sujeita à fossilização Triássica... As ampliações microfotográficas são vinte vezes maiores do que o próprio espécime, mostrando os mais diminutos detalhes da torção e urdidura do fio, e provando, de forma conclusiva, que a sola de sapato não é uma semelhança, mas estritamente o trabalho manual do homem. Mesmo a olho nu, podem ser vistos distintamente os fios e os delineamentos de perfeita simetria da sola de sapato. Dentro desta borda e em sentido paralelo a ela, está uma linha que parece ser regularmente perfurada como que por pontos. A rocha Triássica portadora da sola de sapato fóssil é hoje reconhecida como sendo datada em 213 a 248 milhões de anos de idade. Um sapato obviamente moderno, completo com costura, e gravado no tempo numa rocha Triássica antiga. Que visitante moderno estava caminhando em nosso passado distante mais de 210 milhões de anos atrás antes da época dos dinossauros?

    Mais informações podem ser encontradas no livro A História Secreta da Raça Humana, por Michael Cremo e Richard Thompson
  • Provas da Era Cenozóica
  • Provas da Era Mesozóica
  • Provas da Era Paleozóica
  • Arqueologia Proibida - Parte 3


    (Matéria Forbidden Archeology traduzida por Leandro com trechos compilados do livro A História Secreta da Raça Humana, para o site Mistérios Antigos - Os antigos habitantes da Terra)
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    A Era Paleozóica

     é a maior divisão do tempo geológico, precedida pela Era Pré-Cambriana e seguida pela Era Mesozóica, e incluindo os períodos Cambriano, Ordoviciano, Siluriano, Devoniano, Carbonífero, e Permiano. A Era Paleozóica começou cerca de 570 milhões de anos atrás e terminou cerca de 240 milhões de anos atrás. Ao aprofundar-mos no tempo, entramos num período da Era Paleozóica em que a vida estava evoluindo de formas primitivas, flutuadores errantes multicelulares no oceano, para grupos avançados em terra. As formas mais avançadas no final deste período eram anfíbios, insetos, florestas de pteridófitas, e pequenos répteis. Os humanos não surgiriam por aproximadamente outros 300 milhões de anos. No entanto, as descobertas científicas abaixo sugerem novamente de forma mais acentuada que humanos modernos com tecnologia avançada estavam visitando o passado da Terra e andando numa época em que as primeiras formas de vida começavam a aparecer no nosso planeta.

    Descobertas do período Carbonífero

    Cordão de Ouro na Inglaterra, entre 320 - 360 milhões de anos de idade.

    Em 22 de junho de 1844, esta curiosa notícia foi publicada no London Times: "Poucos dias atrás, enquanto alguns operários trabalhavam para extrair uma rocha próxima ao Tweed, cerca de 400 metros abaixo do moinho de Rutherford, foi descoberto um cordão de ouro incrustado na pedra a uma profundidade de 2,4 metros." O Dr. A. W. Medd, do Instituto Britânico de Pesquisas Geológicas, escreveu em 1985 que esta pedra é da era do Carbonífero Primitivo, com idade entre 320 e 360 milhões de anos. Quem deixou cair este cordão de ouro nas antigas florestas pteridófitas, num passado distante quando as formas mais avançadas de vida no planeta eram anfíbios e insetos?

    Corrente de Ouro de Morrisonville, Illinois, 260 - 320 milhões de anos de idade.

    Em 11 de junho de 1891, o The Morrisonville Times noticiou: "Uma curiosa descoberta foi trazida à luz na última terça-feira de manhã pela Sra. S. W. Culp. Enquanto quebrava um pedaço de carvão para colocá-lo num balde, ela descobriu, ao despedaçar o carvão, uma pequena corrente de ouro, incrustada em forma circular, com cerca de 25 centímetros de comprimento, de artesanato antigo e singular. A princípio, a Sra. Culp pensou que a corrente tinha caído por acaso no carvão, mas, ao tentar erguê-la, a idéia dela ter caído ali recentemente se tornou de imediato falaciosa, pois, quando o pedaço de carvão se quebrou, ele separou-se quase que na metade, e a posição circular da corrente colocou as duas extremidades próximas uma da outra, e quando o carvão se separou, o meio da corrente afrouxou-se enquanto cada extremidade permaneceu presa ao carvão. O pedaço de carvão do qual foi extraída esta corrente provém provavelmente das minas Taylorville ou Pana (sul de lllinois), e quase tira o fôlego pelo mistério de se pensar por quantas longas eras a terra vem formando estratos após estratos que ocultaram da visão as correntes douradas. A corrente era de ouro de 8 quilates e pesava 9 gramas." Segundo o Instituto de Pesquisas Geológicas do Estado de Illinois, o carvão em que foi encontrada a corrente de ouro tem de 260 a 320 milhões de anos. Isto levanta a possibilidade de seres humanos culturalmente avançados terem estado presentes ou visitando a América do Norte durante aquela época. Como esta corrente de ouro veio parar no passado distante da Terra mais de um quarto de bilhão de anos antes dos humanos terem surgido?

    Pedra Entalhada perto de Webster, Iowa, 260 - 320 milhões de anos de idade.

    A edição de 2 de abril de 1897 do Daily News de Omaha, Nebraska, trazia um artigo intitulado "Pedra Entalhada Enterrada em Mina", que descrevia um objeto de uma mina perto de Webster City, Iowa. O artigo declarava: "Hoje, enquanto extraía carvão na mina de carvão de Lehigh, a uma profundidade de 42 metros, um dos mineiros deparou com um pedaço de rocha que o intrigou, não sendo ele capaz de explicar a presença dela no fundo da mina." A pedra é de cor cinza escura e tem cerca de 60 centímetros de comprimento, 30 centímetros de largura e 10 centímetros de espessura. Sobre a superfície da pedra, que é muito dura, existem linhas desenhadas em ângulos que formam diamantes perfeitos. O centro de cada diamante é um rosto bem feito de um homem velho com uma reentrância peculiar na testa, que aparece em cada uma das imagens, todos sendo extraordinariamente parecidos. Dos rostos, todos, exceto dois, estão olhando para a direita. Quem entalhou e deixou esta pedra no passado distante da terra?

    Xícara de Ferro da Mina de Carvão em Oklahoma, 312 milhões de anos de idade.

    Em 27 de Novembro de 1948 o seguinte comentário foi feito por Frank J. Kenwood, em Sulphur Springs, Arkansas. "Enquanto eu trabalhava na Estação Elétrica Municipal em Thomas, Oklahoma, em 1912, deparei com um naco sólido de carvão que era grande demais para ser usado. Quebrei-o com uma marreta. Esta peça de ferro caiu do centro, deixando a impressão do seu molde no pedaço de carvão. Stall (um empregado da companhia) testemunhou a quebra do carvão e viu a xícara cair. Eu investiguei a fonte do carvão e descobri ser ele oriundo das Minas Wilburton, em Oklahoma". Segundo Robert O. Fay, do Instituto de Pesquisas Geológicas de Oklahoma, a mina de carvão Wilburton tem cerca de 312 milhões de anos. Que civilização avançada ou visitante estava criando ou usando potes de ferro em nosso passado, mais de 300 milhões de anos atrás?

    Parede de Blocos numa Mina em Oklahoma, pelo menos 286 milhões de anos de idade.

    W. W. McCormick, de Abilene, Texas, registrou o relato de seu avô de uma parede de blocos de pedra que foi encontrada no fundo de uma mina de carvão: No ano de 1928, eu, Atlas Almon Mathis, trabalhava na mina de carvão número 5, localizada a 3 quilômetros ao norte de Heavener, Oklahoma. Esta era uma mina de poço, e nos disseram que ela tinha 3 quilômetros de profundidade. A mina era tão profunda que descíamos nela de elevador ... Bombeavam ar para nós lá embaixo, de tão profunda que ela era. Certa noite, Mathis estava dinamitando carvão com explosivos no "recinto 24" desta mina. "Na manhã seguinte", disse Mathis, "havia diversos blocos de concreto estirados no recinto. Estes blocos eram cubos de 30 centímetros e eram tão lisos e polidos por fora que todos os seis lados podiam ser usados como espelhos. Todavia, estavam cheios de cascalho, porque lasquei um deles com minha picareta, e era concreto maciço por dentro." Mathis acrescentou: "Quando eu começava a colocar vigas de madeira no recinto, ele desmoronou, e eu escapei por pouco. Quando regressei após o desmoronamento, vi que ficara exposta uma parede sólida desses blocos polidos. Cerca de 90 a 140 metros mais abaixo do nosso núcleo de ar, outro mineiro deparou com esta mesma parede, ou outra muito parecida." O carvão na mina era do Carbonífero, o que significaria que a parede tinha pelo menos 286 milhões de anos de idade. Segundo Mathis, os funcionários da empresa de mineração imediatamente tiraram os homens da mina e proibiram eles de falar sobre o que haviam visto. Mathis disse que os mineiros de Wilburton também contaram sobre a descoberta de "um bloco sólido de prata na forma de um barril ... com as marcas das aduelas nele" numa área do carvão datada entre 280 e 320 milhões de anos atrás. Que civilização avançada construiu esta parede?... Por que a verdade, como em tantos outros casos, foi protegida e escondida?... Qual a verdade sobre a presença de visitantes humanos modernos e tecnologia moderna em nosso passado?

    Hieróglifos numa Mina de Carvão em Ohio, 260 milhões de anos de idade.

    Foi relatado que James Parsons e seus dois filhos exumaram uma parede de ardósia numa mina de carvão em Hammondville, Ohio, em 1868. Era uma parede grande e lisa, revelada quando uma grande massa de carvão destacou-se dela, e em sua superfície, entalhadas em alto-relevo, havia diversas linhas de hieróglifos. Quem entalhou estes hieróglifos mais de 250 milhões de anos antes dos humanos caminharem pela terra?

    Descobertas do período Devoniano

    Prego em Arenito Devoniano, entre 360 e 408 milhões de anos de idade.

    Em 1844, Sir David Brewster relatou a descoberta de um prego firmemente incrustado num bloco de arenito da Pedreira Kingoodie (Mylnfield), na Escócia. O Dr. A. W. Medd, do Instituto Britânico de Pesquisas Geológicas, indicou recentemente que este arenito é da "idade Inferior do Antigo Arenito Vermelho" (Devoniano, entre 360 e 408 milhões de anos de idade). Em seu relatório à Associação Britânica para o Avanço da Ciência, Brewster declarou: "O bloco em particular no qual o prego foi encontrado tinha 23 centímetros de espessura, e no processo de preparar o bloco bruto para polimento, a ponta do prego foi encontrada projetando-se cerca de 1,5 centímetros (bastante corroída pela ferrugem) para dentro do 'till' (argila depositada por geleiras), e o restante do prego jazendo ao longo da superfície da pedra numa extensão de 2,5 centímetros até a cabeça, que penetrava o corpo da pedra." O fato da cabeça do prego estar enterrada no bloco de arenito pareceria descartar a possibilidade do prego ter sido martelado no bloco após este ter sido extraído. Esta era uma época em que os anfíbios e insetos eram as únicas formas de vida dominantes no nosso planeta. Então quem derrubou este prego que acabou sendo preservado em pedra numa época há mais de 350 milhões de anos antes dos humanos aparecerem?

    Descobertas do período Cambriano

    Impressão de Sapato no Xisto de Utah, 505 a 590 milhões de anos de idade.

    Impressão de sapato antiga, em Utah.
    Em 1968, William J. Meister, desenhista e colecionador amador de trilobita, registrou a descoberta de uma impressão de sapato em Wheeler Shale, perto de Antelope Spring, Utah. Esta reentrância em forma de sapato e seu feitio foram revelados quando Meister abriu um bloco de argila xistosa. Claramente visíveis dentro da impressão, estavam os restos de trilobitas, artrópodes marinhos extintos. A argila xistosa portadora da impressão e dos fósseis de trilobita é do Período Cambriano, e deste modo, teria de 505 a 590 milhões de anos de idade. Meister descreveu a antiga impressão em forma de sapato num artigo publicado na Creation Research Society Quarterly: A impressão do calcanhar estava afundada na rocha cerca de um quarto de centímetro a mais do que a sola. A pegada era nitidamente aquela do pé direito, porque a sandália estava bem gasta do lado direito do calcanhar de forma característica. Nesta época da história do nosso planeta não havia planta ou vida animal em terra, mesmo os mais antigos tipos de peixes nadando nos oceanos não haviam evoluído. Deve ter sido uma paisagem estéril que este visitante do passado viu ao caminhar pela terra. Como ele chegou numa época tão distante do nosso passado?

    Descobertas do período Pré-Cambriano

    Vaso Metálico em Rocha Pré-Cambriana, mais de 600 milhões de anos de idade.

    O seguinte relatório, intitulado "Relíquia de uma Era Antiga", foi publicado na revista Scientific American (5 de junho de 1852): Poucos dias atrás, foi dinamitada a rocha em Meeting House Hill, em Dorchester, uns 15 metros ao sul da casa de reuniões do Reverendo Hall. A explosão lançou uma imensa massa de rocha, com alguns dos pedaços pesando algumas toneladas, e espalhou fragmentos em todas as direções. Entre esses fragmentos foi encontrado um vaso metálico em duas partes, separadas pela explosão. Ao juntar as duas partes, formou-se um vaso campanular, com 12,7 centímetros de altura, 17,7 centímetros na base, 7,6 centímetros no topo, e cerca de 0,3 centímetros de espessura. O corpo deste vaso tem cor parecida com a do zinco, ou de um metal composto, havendo nele uma considerável porção de prata. Na lateral há seis figuras de uma flor, ou buquê, com uma bela decoração em pura prata, e contornando a parte inferior do vaso há uma vinha, ou grinalda, também com decoração em prata. A gravação, o entalhe, e a decoração, são feitos com o requinte da arte de algum hábil artesão. Este vaso curioso e desconhecido foi extraído pela dinamitação da massa sólida de pedra, 4,5 metros abaixo da superfície. Segundo um recente mapa norte-americano de levantamento geológico da área de Boston-Dorchester, a massa de pedra, hoje chamada o conglomerado de Roxbury, é de idade Pré-cambriana, com mais de 600 milhões de anos. Pelos relatos convencionais, a vida apenas começava a se formar neste planeta durante o Pré-Cambriano. Contudo, a julgar pelo vaso de Dorchester, temos evidência indicando a presença de artesãos em metal na América do Norte mais de 600 milhões de anos antes de Leif Erikson. Nesta época da história do nosso planeta não havia vida em terra, vegetal ou animal. As formas de vida mais avançadas nesta época estéril da história do nosso planeta eram algas simples, flutuando nos oceanos. No entanto, de algum modo esta bela peça de arte foi trazida e deixada para trás, e finalmente enterrada e preservada na rocha antiga.

    Esfera Sulcada da África do Sul, 2.8 bilhões de anos de idade.

    Esfera encontrada em estrato Pré-Cambriano, África do Sul.
    Nas últimas décadas, mineiros sul-africanos encontraram centenas de esferas metálicas, e pelo menos uma delas tem três sulcos paralelos girando em torno de seu equador. As esferas são de dois tipos ­ "uma de metal sólido azulado com manchas brancas, e outra que é uma bola oca recheada com um centro esponjoso branco". Roelf Marx, curador do museu de Klerksdorp, África do Sul, onde estão guardadas algumas das esferas, disse: "As esferas são um mistério completo. Elas parecem feitas pelo homem, todavia, na época da história da Terra em que vieram descansar nesta rocha, não existia vida inteligente. Os globos são encontrados em pirofilita, que é extraída perto da pequena cidade de Ottosdal, no Transvaal Ocidental. Esta pirofilita é um mineral secundário bastante macio, com uma contagem de apenas três na escala de Mohs, e foi formada por sedimentação cerca de 2,8 bilhões de anos atrás. Porém, os globos são muito duros e não podem ser arranhados, nem sequer com aço". A esfera com os três sulcos paralelos a contornando são perfeitos demais para serem qualquer outra coisa senão feitos pelo homem. O depósito mineral Pré-cambriano onde os globos foram encontrados é datado em pelo menos 2.8 bilhões de anos de idade. Nesta época, células microscópicas simples eram as únicas coisas vivas na terra - mas isto obviamente não é verdade. Quem criou ou deixou para trás estas esferas magníficas? Obviamente feitas pelo homem, e mais resistentes do que aço. Qual era a finalidade delas para as pessoas que visitaram e deixaram elas perdidas no tempo?

    Mais informações podem ser encontradas no livro A História Secreta da Raça Humana, por Michael Cremo e Richard Thompson
  • Provas da Era Cenozóica
  • Provas da Era Mesozóica
  • Provas da Era Paleozóica
  • A Terra é velha, e há muitas histórias que não foram contadas


    (Artigo escrito por Leandro para o site Mistérios Antigos - Os antigos habitantes da Terra)
    http://misteriosantigos.50webs.com
    e-mail: misteriosantigos@uol.com.br
     

    Dinossauro em arte rupestre de Minas Gerais. Comparação entre um brontossauro, uma criatura teoricamente extinta há 65 milhões de anos atrás, e uma figura encontrada no Vale do Peruaçu, em Minas Gerais. Será que eles viram um?
    A idade aproximada do início da presença humana no local é de 11 mil anos.

    Dinossauro em arte rupestre no Vale do Peruaçu, Minas Gerais.

    Você consegue adivinhar qual paisagem é de Marte e qual é o deserto de Marrocos? Resposta no final da página


    Esta pedra se encontra no Parque Municipal da Pedra Montada, em Guararema. Ela apresenta uma curvatura em 'L', parecida com algumas estruturas do Antigo Egito.
    Pedra quina, visão lateral.      Pedra quina, visão frontal.

    No Irã, 12 km a noroeste de Persépolis, se localiza Naqsh-e Rostam. Lá estão as tumbas colossais dos imperadores persas, incluíndo a de Dario o Grande e Xerxes. São 4 tumbas completas, a 5ª tumba não foi finalizada.
    Tumbas dos reis persas.      Tumbas dos reis persas.

    Vista aérea de alguns 'moai' na rocha. Ilha de Páscoa.
    Ilha de Páscoa.

    Domus de janas ou 'casa de fadas' é como são conhecidas estas câmaras escavadas em rocha encontradas em Sardenha, na Itália. Datam de 4 mil anos atrás.
    Casa de fadas.   Casa de fadas.   Casa de fadas.

    Não é só no Egito que tem esfinge. Esta aqui fica em Babele, na Romênia. Dizem que se formou pela ação dos ventos...
    Esfinge na Romênia

    Asteróides e meteoros não são tão relevantes para a história e desenvolvimento dos planetas como eles são representados atualmente. O que acontece é um grande jogo de interesses. A importância desses pedregulhos errantes nunca foi realmente aceita até o final da década de 50, quando a ciência planetária começou a crescer e eles perceberam o que estava acontecendo 'lá fora'. Teorias foram abraçadas, não por serem válidas, mas porque certas coisas deveriam ser tratadas para moldar a mente das pessoas, antes que se pudesse falar da geologia dos nossos planetas vizinhos.
    Aqui estão eles, não são perfeitamente redondos, não criam crateras esféricas com uma fenda na borda, e não desaparecem.
    Meteoritos em Iowa, nos Estados Unidos, 1875.    Meteorito Willamette, Oregon, Estados Unidos.    Meteorito de ferro fotografado em Marte pela sonda Opportunity, em 2005.    Meteorito Bocaiuva, encontrado em Minas Gerais em 1965. Grupo de Astronomia da UFMG.

    Comparação entre uma cratera do Asteróide 253 Mathilde visualizada pela espaçonave NEAR, em 1997, e um OVNI filmado na missão STS-75 da NASA, em 1996 - isto deve explicar as enormes crateras.
    Asteróide 253 Mathilde apresenta crateras de extração do solo de formato característico e condizente com os objetos não-identificados filmados na missão STS-75.

    Cratera Sirenum, em Marte.
    Cratera de extração do solo em Marte.

    E outra:
    Fenda característica em cratera marciana.

    A sabedoria dos antigos aborígines australianos nos conta sobre a origem da cratera Wolfe Creek, conhecida por eles como Kandimalal, e como duas serpentes míticas moldaram e deram características à terra pobre enquanto cruzavam o deserto, formando cordilheiras, vales e canais. A tradição diz que a Serpente Arco-Íris (Rainbow Serpent) procurava por um lar naquelas planícies, e, se movendo debaixo do solo, ela emergiu, criando a cratera. Primeiro ela foi para uma ilha pequena, então para outra, e em seguida para uma terceira. Após verificar essas três ilhas, ela resolveu fazer da primeira a sua morada.
    Isto poderia explicar a semelhança entre Wolfe Creek e as crateras na Ilha de Páscoa.
    Serpente Arco-Íris emergindo do subsolo
    Serpente Arco-Íris.
    Artista: Jack Lanningan, Halls Creek / Título: Kandimalal

    Clique na imagem abaixo para conhecer mais sobre Rainbow Serpent e a cultura dos aborígines australianos.
    Serpente Arco-Íris.
    Artista: Boxer Milner, Billiluna / Título: Kandimalal (Cratera Wolfe Creek) e a Serpente Arco-Íris

    Gigante de Paruro, Cusco, Peru, 1917. Uma foto rara de um descendente dos antigos construtores e habitantes das cidades incas como Machu Picchu e Sacsayhuaman.
    Gigante de Cusco, Peru, 1917.jpg
    Foto: Martín Chambi

    Comparação entre uma cratera na superfície de Marte, e uma trilha deixada por um animal que se movia abaixo do solo arenoso. Talvez a lenda da Serpente Arco-Íris não seja tão absurda quanto parece.
    Evidência circunstancial da Serpente Arco-Íris.

    Monumentos dentro da cratera Rano Raraku, Ilha de Páscoa.
    Na Ilha de Páscoa, as extrações do solo foram feitas com o intuito de utilizar as pedras para construir os monumentos.

    Afloramento rochoso, Wolfe Creek, Austrália.
    Extração do solo na Austrália.

    Vaso de diorito do Egito Pré-Dinástico, 3.600 antes de Cristo. O diorito é um dos tipos de rochas mais resistentes encontrados na natureza. Hoje, com o aparato tecnológico de que dispomos, é possível talhar ou perfurar blocos de diorito utilizando uma broca de diamante, porém, não é possível modelar o diorito do modo como ele foi modelado na fabricação de diversos artefatos milenares.
    Vaso de diorito.

    Estátua de diorito da 4ª Dinastia Egípcia, 2.600 a.C.
    Estátua de diorito do Egito Antigo.

    Devils Marbles (Mármores do Diabo), ou Karlukarlu na língua aborígine, é como são chamadas estas rochas arredondadas gigantes encontradas no norte da Austrália. A tradição antiga diz que estas pedras são os ovos depositados pela Serpente Arco-Íris. Interessante...
    Mármores do Diabo, Austrália. Ovos da serpente Arco-Íris.


    Manuscrito Islandês do século XVII mostrando Jormungand sendo fisgado com a cabeça de um boi. Na mitologia nórdica encontramos registros da criatura do caos chamada Jormungand, ou Serpente de Midgard, habitante do oceano cósmico. Segundo as lendas, seu tamanho seria tão imenso que ele é capaz de envolver a Terra inteira.
    Jormungand. Manuscrito Islandês AM 738 4to.


    Concepção artística da Serpente de Midgard.
    Serpente de Midgard, ou Jormungand, habitante do oceano cósmico.


    Conceito similar é visto em outro símbolo antigo, Ouroboros, uma serpente ou dragão que envolve e contém o mundo com seu corpo, mordendo a própria cauda, e realizando um constante movimento circular.
    Ouroboros.


    Uma jóia gnóstica da coleção de Bernard de Montfaucon. No gnosticismo temos a figura do regente chefe Yaldabaoth, uma serpente com cabeça de leão, que criou o universo e suas forças ao tentar fazer uma réplica dos reinos eternos que existiam antes dele.
    Regente chefe Yaldabaoth.




    Resposta: Marte é a da direita. É possível identificar pela ausência da coloração azul na atmosfera. Isto é, segundo os cientistas.