terça-feira, 20 de agosto de 2013

REGISTRO PARA A HISTÓRIA FUTURA





LULA VOCÊ É UM CANALHA:
Não há neste artigo uma só frase mentirosa. Pelo contrário, todas elas são verdades incontestáveis. Parabéns Caio Lucas, seja lá você quem for.
Você conseguiu traduzir toda a repudia que sinto por essa figura maligna.

PUBLICO >

O homem que esteve à frente desta nação e não teve coragem, nem competência, nem vontade para implantar reforma alguma neste país, pois as reformas tributárias e trabalhistas nunca saíram do papel, e a educação, a saúde e a segurança ficaram piores do que nunca.

O homem que mais teve amigos safados e aliados envolvidos, da cueca ao pescoço, em corrupção e roubalheira, gastando com os cartões corporativos e dentro de todos os tipos de esquemas.

O homem que conseguiu inchar o Estado brasileiro e as empresas estatais com tantos e tantos funcionários, tão vagabundos quanto ele, e ainda assim fazê-lo funcionar pior do que antes.

O homem que tem uma mulher medíocre, inútil, vulgar e gastadeira, que usava, indevidamente e desbragadamente, um cartão corporativo, ao qual ela não tinha direito constitucional, que ia de avião presidencial para São Paulo "fazer escova" no cabelo e retornar a Brasília.

O homem que ajudou seu filho a enriquecer, tornando-o milionário do dia para a noite, sem esforço próprio algum, só à custa de conchavos com empresas interessadas em mamar nas “tetas” do governo. E depois ainda disse para a nação que “esse garoto é um fenômeno”, e lhe concedeu um passaporte diplomático.

O homem que mais viajou inutilmente, quando presidente deste país, comprando um avião caríssimo só para viajar pelo mundo e hospedar-se à custa da nação brasileira nos mais caros hotéis, tão futilmente e às custas dos impostos que extorquiu do povo.

O homem que aceitou passivamente todas as ações e humilhações contra o Brasil e contra os brasileiros diante da Argentina, Bolívia, Equador, Paraguai.

O homem que, perdulária e irresponsavelmente, e debochando da nossa inteligência, perdoou dívidas de países também corruptos, cujos mandatários são “esquerdistas”, e enviou dinheiro a título de doação para eles, esquecendo-se que no Brasil também temos miseráveis, carentes de bons hospitais, de escolas decentes e de um lugar digno para viver.

O homem que, por tudo isso e mais um elenco de coisas imorais e absurdas, transformou este país num chiqueiro libertino e sem futuro para quem não está no seu "grande esquema".

O homem que transformou o Brasil em abrigo de marginais internacionais, FARC'anos etc., negando-se, por exemplo, a extraditar um criminoso vaga-bundo, para um país democrático que o julgou e condenou democraticamente. Esse homem representa o que mais nos envergonha pelo Mundo afora!!

O homem que transformou corruptos e bandidos do passado em aliados de primeira linha.

O homem que transformou o Brasil num país de parasitas e vagabundos, com o Bolsa-Família, com o repasse sem limite de recursos ao MST, o maior latifúndio improdutivo do mundo e abrigo de bandidos e vagabundos e que manipulam alguns ingênuos e verdadeiros colonos.

Para se justificar a estes novos vagabundos, o homem lhes afirma ser desnecessário ESTUDAR e que, para se "dar bem" neste País, basta ser vagabundo, safado, esquerdista e esperto. Aliás, neste caso, o homem fez inverter uma das mais importantes Leis da Física, que é a Lei da Atração e repulsão; significa que força de idênticos sinais se repelem e as de sinais contrários se atraem. Mas esse homem inventou que forças do mesmo sinal se atraem. Por exemplo: ele (o homem) atrai, para sua base, políticos como JOSÉ SARNEY, COLLOR, RENAN... Que ficaram amiguinhos de seus comparsas JOSÉ DIRCEU, GENOÍNO, GUSCHIQUEN, e ainda agregaram o apoio de juristas como LEWANDOVSKI, TOFOLI, etc. ...

É, homem... Você é o cara... É o cara-de-pau mais descarado que o Brasil já conheceu.

Você é o homem que deveria apanhar na cara, porque envergonha todo brasileiro honesto e trabalhador.

É, homem, você é o cara... É o cara que não tem um pingo de vergonha na cara, não tem escrúpulos, é "o cara" mais nocivo que tivemos a infelicidade de ter como presidente do Brasil!

Mas...como diz o velho ditado popular:
NÃO HÁ MAL QUE SEMPRE DURE...

IMPÉRIO ÁRABE



introdução 
O Império Árabe teve sua formação a partir da origem do islamismo, religião fundada pelo profeta Maomé. Antes disso, a Arábia era composta por povos semitas que, até o século VII, viviam em diferentes tribos. Apesar de falarem a mesma língua, estes povos possuíam diferentes estilos de vida e de crenças. 
Arabia pré-islâmica 
Os beduínos eram nômades e levavam uma vida difícil no deserto, utilizando como meio de sobrevivência o camelo, animal do qual retiravam seu alimento (leite e carne) e vestimentas (feitas com o pêlo). Com suas caravanas, praticavam o comércio de vários produtos pelas cidades da região. Já as tribos coraixitas, habitavam a região litorânea e viviam do comércio fixo.
Expansão do islamismo e a formação do império 
Foi após a morte do profeta, em 632, que a Arábia foi unificada. A partir desta união, impulsionada pela doutrina religiosa islamita, foi iniciada a expansão do império árabe.  Os árabes foram liderados por um califa, espécie de chefe político, militar e religioso.
Os seguidores do alcorão, livro sagrado,  acreditavam que deveriam converter todos ao islamismo através da Guerra Santa. Firmes nesta crença, eles expandiram sua religião ao Iêmen, Pérsia, Síria, Omã, Egito e Palestina. Em 711, dominaram grande parte da península ibérica, espalhando sua cultura pela região da Espanha e Portugal. Em 732, foram vencidos pelos francos, que barraram a expansão deste povo pelo norte da Europa. Aos poucos, novas dinastias foram surgindo e o império foi perdendo grande parte de seu poder e força. 
Expansão da cultura árabe 
Durante o período de conquistas, ampliaram seu conhecimento através da absorção das culturas de outros povos, levando-as adiante a cada nova conquista. Foram eles que espalharam pela Europa grandes nomes como o de Aristóteles e também outros nomes da antiguidade grega. Eles fizeram ainda importantes avanços e descobertas médicas e cientificas que contribuíram com o desenvolvimento do mundo ocidental. 
No campo cultural, artístico e literário deixaram grandes contribuições. A cultura árabe caracterizou-se pela construção de maravilhosos palácios e mesquitas. Destacam-se, nestas construções, os arabescos para ilustração e decoração. A literatura também teve um grande valor, com obras até hoje conhecidas no Ocidente, tais como: As mil e uma noites, As minas do rei Salomão e Ali Babá e os quarenta ladrões.

História do Islamismo


Maomé , História da religião islâmica, doutrinas , Alcorão, Expansão do Império Islâmico, preceitos religiosos,
Festas e lugares sagrados , Divisões do Islamismo
, império árabe.

Caaba na cidade de Meca: local sagrado dos muçulmanos
Introdução
A religião muçulmana tem crescido nos últimos anos (atualmente é a segunda maior do mundo) e está presente em todos os continentes. Porém, a maior parte de seguidores do islamismo encontra-se nos países árabes do Oriente Médio e do norte da África. Assim como as religiões cristãs, a religião muçulmana é monoteísta, ou seja, crê na existência de apenas um deus, Alá ou Allah (palavra para designar Deus em árabe).
Criada pelo profeta Maomé, a doutrina muçulmana encontra-se no livro sagrado, o Alcorão ou Corão. Foi fundada na região da atual Arábia Saudita.
Vida do profeta Maomé
Muhammad (Maomé) era da tribo de coraich e nasceu na cidade de Meca no ano de 570. Filho de uma família de comerciantes, passou parte da juventude viajando com os pais e conhecendo diferentes culturas e religiões. Aos 40 anos de idade, de acordo com a tradição, recebeu a visita do anjo Gabriel que lhe transmitiu a existência de um único Deus. A partir deste momento, começa sua fase de pregação da doutrina monoteísta, porém encontra grande resistência e oposição. As tribos árabes seguiam até então uma religião politeísta, com a existência de vários deuses tribais.
Maomé começou a ser perseguido e teve que emigrar para a cidade de Medina no ano de 622. Este acontecimento é conhecido como Hégira e marca o início do calendário muçulmano.
Em Medina, Maomé é bem acolhido e reconhecido como líder religioso. Consegue unificar e estabelecer a paz entre as tribos árabes e implanta a religião monoteísta. Ao retornar para Meca, consegue implantar a religião muçulmana que passa a ser aceita e começa a se expandir pela península Arábica.
Reconhecido como líder religioso e profeta, faleceu no ano de 632. Porém, a religião continuou crescendo após sua morte.

Livros Sagrados e doutrinas religiosas
O Alcorão ou Corão é um livro sagrado que reúne as revelações que o profeta Maomé recebeu do anjo Gabriel. Este livro é dividido em 114 capítulos (suras). Entre tantos ensinamentos contidos, destacam-se: onipotência de Deus (Alá), importância de praticar a bondade, generosidade e justiça no relacionamento social. O Alcorão também registra tradições religiosas, passagens do Antigo Testamento judaico e cristão.
Os muçulmanos acreditam na vida após a morte e no Juízo Final, com a ressurreição de todos os mortos.
A outra fonte religiosa dos muçulmanos é a Suna que reúne os dizeres e feitos do profeta Maomé.

Preceitos religiosos
A Sharia define as práticas de vida dos muçulmanos, com relação ao comportamento, atitudes e alimentação. De acordo com a Sharia, todo muçulmano deve seguir cinco princípios:
- Aceitar Deus como único e Muhammad (Maomé) como seu profeta;
- Dar esmola (Zakat) de no mínimo 2,5% de seus rendimentos para os necessitados;
- Fazer a peregrinação à cidade de Meca pelo menos uma vez na vida, desde que para isso possua recursos;
- Realização diária das orações;
- Jejuar no mês de Ramadã com objetivo de desenvolver a paciência e a reflexão.
Locais sagrados
Para os muçulmanos, existem três locais sagrados: A cidade de Meca, onde fica a pedra negra, também conhecida como Caaba. A cidade de Medina, local onde Maomé construiu a primeira Mesquita (templo religioso dos muçulmanos). A cidade de Jerusalém, cidade onde o profeta subiu ao céu e foi ao paraíso para encontrar com Moises e Jesus.

Divisões do Islamismo
Os seguidores da religião muçulmana se dividem em dois grupos principais : sunitas e xiitas. Aproximadamente 85% dos muçulmanos do mundo fazem parte do grupo sunita. De acordo com os sunitas, a autoridade espiritual pertence a toda comunidade. Os xiitas também possuem sua própria interpretação da Sharia.

HINDUÍSMO




A VERDADE ETERNA
SÉRIE DE ESTUDOS SOBRE AS MATRIZES RELIGIOSAS
O nome Hinduísmo foi dado no século XIX ao conjunto de religiões existentes na índia. A palavra provém do persa hindu, em sânscrito, shindhu, significa rio, e refere-se às pessoas que viviam no vale do Indo. Também significa Indiano. Segundo a visão que tem de si, o hinduísmo não possui origem: É o caminho eterno que segue as regras e exigências básicas da ordem cósmicas à medida que passa por ciclos infinitos.
A casta social onde o indivíduo nasce é, portanto, indicação de seu status espiritual. Almeja-se a libertação do ciclo de reencarnações em várias formas, animais e humanas. Sua posição é determinada pelo Karma.O ascetismo e a disciplina da ioga são praticados com o intuito de atingir essa libertação.
Não existe um cânone definido de livros sagrados. Os quatro Vedas, são os mais antigos textos literários sânscritos conhecidos do período bramânico, são 1.200 hinos e magias sacrificiais compilados de uma antiga tradição oral e dirigidos a várias divindades, como as do fogo e do vento.
Para o homem comum, o hinduísmo significa também a observação cuidadosa de regras quanto ao casamento, alimentação, peregrinação a rios e lugares sagrados, participação e adoração nos templos sagrados em cada aldeia.
Em muitos séculos o Hinduísmo produziu várias reformas que produziram outros movimentos como é o caso do Budismo. As modernas condições sociais e culturais trouxeram mudanças no sistema de castas e ainda no status social das mulheres.
O mais velho deles, O Rig Veda, remonta 1.200 a.C.; O quarto livro, o Atharva Veda, data de 900 a.C. e consiste principalmente em fórmulas e encantamentos; os Brahmanas, associados aos Vedas, são instruções rituais. Em outro momento deu-se origem a trabalhos filosóficos como os Aranyakas, ou livros da floresta e mais tarde, os Upanixades. Entre esses existe um poema famoso que é o mahabharata, um relato das guerras da casa de Bharata. Nele há uma seção chamada Bhagavad Gita, “ A canção do Senhor”, poema famoso pelo diálogo de Krishna, um dos avatares de Vishnu, e seu auriga, Arjuna.
1 – Deuses e Castas
A sociedade foi dividida em quatro grandes grupos, denominados varnas (castas), com direitos, deveres, previlégios e práticas religiosas diferenciados. De acordo com o hinduísmo os Varnas passaram existir na criação do mundo.
BRAHMA
É o primeiro deus da trindade Hindu.
Para os Hindus, o universo vive sendo destruído para ser reconstruído novamente por Brahma, eternamente.
Sem ele nada existiria. É o primeiro deus da Trindade Hindu: Brahma, Vishnu e Shiva.
SHIVA – O destruidor
Shiva é o terceiro deus da trindade Hindu; ou trimirti, junto com Vishnu e Brahma. Ele é tudo, logo, aparece de muitas formas diferentes. Tem mais de mil nomes, como (Maheshvara) Senhor do conhecimento, (Mahakala) Senhor do Tempo. Ele é o criador e é o destruidor e preservador, e normalmente é retratado em três faces: Duas opostas, como machoe fêmea, grande iogue e chefe de família diligente, ou Bhairava, o destruidor, e a terceira, serena e pacífica, as reconcilia.
MAHADEVI – A deusa mãe
Manifesta-se tanto como consorte das principais divindaes masculinas hindus como de uma forma genérica, várias deuses e mulheres, que podem ser benignas e frutuosas, como Laskshmi ou Parvati, ou poderosas e destrutivas, como kali e Durga. Por toda a India a muitos templos erguidos a essas deusas.
VISHNU – O preservador
“Aquele que toma muitas formas”, não era proeminente nos Vedas, mas tornou-se uma importante divindade e um membro da trindade Hindu. Ele preserva o universo.
Além das divindades principais, Shiva, Brahma e as deusas, há numerosas outras que ocupam importantes posições no panteão hindu.
Surya (o deus do sol), Agni (o deus do fogo), Indra (o deus da guerra), Vayu (o deus do vento), Duas reencarnações do deus Vishnu (Narasinha, o leão, e Varaha, o javali, provavelmente remontam sua origem aos cultos locais de animais. Três dos deuses importantes: Hanuman (o deus macaco) e os dois filhos de Shiva e Parvati: Ganeshi (o deus da cabeça de elefante e o jovial Kartkeyya.
GANESH
Filho de Shiva, Com cabeça de elefante, É talvez o Deus mais popular. É sábio, ponderado e bem versado nas escrituras. É invocado pelos crentes antes de qualquer empreendimento para assegurar o seu êxito.
Matsia: O Peixe de Chifres que representa a intercessão de Vishnu no tempo do Dilúvio Universal. O peixe avisou Manu (que é o Noé Hindu) e salvou-o com o barco preso aos seus chifres.
Curma: A tartaruga. È o segundo avatar de Vishnu que apareceu na Terra depois doDilúvio para recuperar os tesouros.
Varaa: O Javali. Originalmente o Porco Sagrado de um culto primitivo, tornou-se num avatar de Vishnu depois de um segundo Dilúvio. Cavando sob a água com as presas, ele fez subir a terra e reestabeleceu a terra firme.
Narasima: O Leão-Homem que foi um avatar de Vishnu. Brahma tinha dado invulnerabilidade a um Demônio durante o dia e durante a noite. O avatar matou o demônio até ao crespúsculo.
Vamana: O Anão, É outro avatar que se tornou num gigante para frustrar um Demônio que procurava controlar o Universo. Tendo permissão para conservar tudo o que pudesse cobrir com três passos, Vamana abrangeu o céu, a terra e o ar intermediário.
Parasurama: Foi Vishnu como filho de um Brâmane roubado pelo rei Kshatryia. Parasurama matou o rei, cujos os filhos por sua vez mataram o Brâmane. Então Parasurama matou todos os Kshatryias masculinos durante 21 gerações.
Rama: O Herói da epopéia literário-religiosa “O Ramaiana”, Foi um outro avatar de Vishnu que venceu Ravana, o mais terrível Demônio do Mundo. Rama representa o Hindu ideal: um marido gentil, um rei bondoso e um chefe corajoso contra a opressão.
Krishna: O avatar mais importante de Vishnu, Foi um Deus-Herói amado pelos seus aspectos: como um menino travesso, como um adolescente amoroso, como um herói adulto que proferiu as grandes lições do “Bagavad Gita”. Esses aspectos de Krishna tiveram origens diferentes: árias, dravídicas e talvez cristãs.
Lacshimi: Mulher de Vishnu. Muitas vezes aparece sentada numa flor de Lótus e empunhando outra, Representa a Boa Sorte. Os seus companheiros são dois elefantes. Sendo por si mesma uma importante Deusa.
Sita: Mulher de Rama que é um avatar de Vishnu. Ela é uma encarnação de Lacshimi. Representa a esposa Hindu ideal. Foi rapatada pelo Demônio Ravana e levada para a morada deste, mas permaneceu devotada ao marido.
Hanuman: O Rei dos Macacos que emprestou a sua agilidade, a sua velocidade e a sua força a Rama para ajudar a salvar Sita de Ravana. Pediu em troca que pudesse viver enquanto os homens se lembrassem de Rama. Assim Hanuman tornou-se imortal.
Garuda: Vishnu aparece montado em Garuda, É uma ave mítica de cara branca, de cabeça e asas de águia e corpo e membros de homem. Transporta o Deus no seu cintilante dorso dourado. Muitas vezes era confudida com o Deus do fogo, Ágni.
OS QUATRO ESTÁGIOS DA VIDA:
Segundo a tradição hindu,a vida do homem está dividida em quatro estágios, denominados Ashramas.
Bramacarya: É o estágio da juventude.
Gnhastha: Fase adulta, em que assume o papel de chefe de família.
Vanaprastha: É o estágio do homem idoso
Samnyasin: nesta fase, indivíduo deve renunciar ao mundo.
Esses, são aspectos importantes na doutrina Hindu. Evidentemente, ainda há tantos outros aspectos doutrinários filosóficos. Dentro do Hinduísmo surgem muitas outras religiões como o Jainismo, é importante uma pesquisa sobre esse aspecto para que as informações não fiquem superficiais.
DERIVAÇÕES DO HINDUÍSMO
MEDITAÇÃO TRANSCENDENTAL: Fundada na índia, em 1958, por Maharishi Meheresh Yogi, conta hoje com uns 3 milhões de adeptos no mundo. É uma técnica de relaxamento que visa a eliminar o stress e a tensão atingindo-se o chamado estado de consciência pura. Repetindo mentalmente um mantra (fórmula ritual). O mediante esvazia a mente de forma a atingir o nível mais abstrato da atividade mental.
HARE KRISHNA: Fundada na ìndia em 1986 por Caitanya Mahapraphu e trazida para o Ocidente em 1966 por Bhaktivedanta Suami Prabhupada, considerada Krishina como deus único, criador universal e última morada do espírito, propondo técnicas de Bhakti-ioga (ioga da devoção) como o caminho que permitirá ao fiel integrar-se em sua verdade absoluta.
Teosofia: Fundada em 1875, em Nova Iorque, por Madame Helena Petrovna Blavatsky e Henry Steel Olcott e levada adiante por Besant – Propõe um tipo de meditação que faz a síntese de ensinamentos hinduístas e budistas, em 1913, a seção alemã da Sociedade Teósofica, dirigida por Rudolf Steiner, rompeu com Besant, por não concordar com a atribuição de um papel fundamental a Jesus Cristo na evolução espiritual da humanidade, e criou a Sociedade Antroposófica.

JUDAISMO – O ETERNO “EU SOU”





NO PRINCÍPIO CRIOU, DEUS CRIOU.
É uma religião de salvação que também possui seu Livro Sagrado apresentado pelo próprio Deus a homens escolhidos por Ele. Os judeus também são descritos como o “povo do Livro”.
Seu livro sagrado é a TORÁ: A Tora são na verdade “os cinco primeiros livros da Bíblia cristã”, além de história possui 613 mandamentos fundamentais na vida judaica. Os judeus crêem que Deus enviou Moisés como o profeta que livrou os israelitas da escravidão.
Judaísmo (do hebraico יהדות, vindo do termo יהודה Yehudá ) é o nome dado à religião do povo judeu, e é a mais antiga das três principais religiões monoteístas (as outras duas são o cristianismo e o islamismo).
A Grande Sinagoga (Velká synagoga) Plzeň, República Checa
Surgido da religião mosaica, o judaísmo, apesar de suas ramificações, defende um conjunto de doutrinas que o distingue de outras religiões: a crença monoteísta em YHWH (às vezes chamado Adonai Meu Senhor, ou ainda HaShem, i.e. o Nome – ver Nomes de Deus no Judaísmo ) como Criador e D-us e a eleição de Israel como povo escolhido para receber a revelação da Torá que seriam os mandamentos deste Deus. Dentro da visão judaica do mundo, Deus é um Criador ativo no universo e que influencia a sociedade humana, na qual o judeu é aquele que pertence à uma linhagem com um pacto eterno com este Deus.
Há diversas tradições e doutrinas dentro do judaísmo, criadas e desenvolvidas conforme o tempo e os eventos históricos sobre a comunidade judaica, os quais são seguidos em maior ou em menor grau pelas diversas ramificações judaicas conforme sua interpretação do judaísmo. Entre as mais conhecidas encontra-se o uso de objetos religiosos como a kipá, costumes alimentares e culturais como cashrut, brit milá e peiot ou o uso do hebraico como língua litúrgica.
Ao contrário do que possa parecer, um judeu não precisa seguir necessariamente o judaísmo ainda que o judaísmo só possa ser necessariamente praticado por judeus. Hoje o judaísmo é praticado por cerca de quinze milhões de pessoas em todo o mundo (2006). Da mesma forma, o judaísmo não é uma religião de conversão, efetivamente respeita a pluralidade religiosa desde que tal não venha a ferir os mandamentos do judaísmo. Alguns ramos do judaísmo defendem que no período messiânico todos os povos reconhecerão YHWH como único D-us e submeter-se-ão a Torá.
Berechit bara Helorim et hashamaine veet haarats (Genesis 1:1)
Tal como o árabe, o hebraico, e a Torá deve ser lida da direita para esquerda. As letras do alfabeto hebraico existem apenas as consoantes. Alguns símbolos foram criados (massoretas) para dar som entendimento as palavras. A única palavra que não pode ser pronunciada pelos judeus é o nome de Deus. No qual chamam de “O ETERNO”. A palavra como conhecemos DEUS, não existe no alfabeto hebraico, é um tetagrama, não existe pronuncia, portanto o judeu para não errar o nome do eterno não o pronuncia. Chama-o de Adonai. YHWH.
A Tora possui cerca de 613 mandamentos, dos quais 248 são positivos e 365, negativos. Moisés recebeu nas tábuas instruções e leis da divindade.
Entre toda religião existe uma união indissolúvel entre a Palavra e a Escritura. A Palavra se faz Escritura e a Escritura se proclama, se canta.
Como Foi escrita: Deus escolheu homens para que ouvissem suas Palavras e a escrevessem. Dando origem então a Escritura, muitos séculos depois houve os concílios que seriam a reunião de sábios para que decidissem sobre a canonicidade, ou a validade desses livros, porque muitos outros livros foram escritos se intitulando como sendo a revelação de Deus.
O Judaísmo tem sua “fundação” no século XII aC. A história do povo judaico começa pelo ano de 1700 aC. Com Abraão. Portanto seu fundador é Moisés. Por que ele deus ao seu povo aos Dez Mandamentos, que são considerados a pedra base do Judaísmo.
1 – O judaísmo é comumente dividido nos seguintes movimentos:
Judaísmo ortodoxo (separado entre grupos “chassídicos” e “não-chassídicos”, chamados mitnagdim).
Judaísmo conservador (fora dos Estados Unidos é conhecido por Judaísmo Masorti).
Judaísmo reconstrucionista
Judaísmo da reformista (fora dos Estados Unidos também é conhecido como Judaísmo progressista e, no Reino Unido, Judaísmo liberal)
O judaísmo laico não é propriamente um movimento, mas uma visão de uma parte do povo judeu de que é possível viver o judaísmo desvinculado da religião.
Surgiram variadas formulações das crenças judaicas, a maioria das quais com muito em comum entre si, mas divergentes em vários aspectos. Monoteísmo – O judaísmo baseia-se num monoteísmo unitário estrito, a crença num único Deus. Deus é visto como eterno, o criador do universo e a fonte da moralidade.
Deus é unico – A idéia de Deus como uma dualidade ou trindade é herética para os judeus. É encarada como próxima do politeísmo. Curiosamente, enquanto que os judeus defendem que tais concepções de Deus estão incorretas, são geralmente de opinião que os gentios que têm tais crenças não são culpados.
Deus é onipotente (todo-poderoso) e onisciente (tudo sabe) e onipresente (está em todo lugar). Os diversos nomes de Deus são maneiras de expressar diferentes aspectos da presença de Deus no mundo. Ver a entrada acerca do nome de Deus no judaísmo.
Deus é não-físico, não-corpóreo e eterno. Todas as declarações na Bíblia hebraica e na literatura rabínica que utilizam antropormofismo são encaradas como conceitos linguísticos ou metáforas, por ser impossível falar de Deus de outro modo.
A Bíblia hebraica e muitas das crenças descritas na Mishná e no Talmud são tidas como produto de Revelação divina. As palavras dos profetas são verdadeiras. Moisés foi o maior de todos os profetas e também o mais humilde. Como um grande professor para o povo judeu.
A Torá (os cinco livros de Moisés) é o texto principal do judaísmo. O judaísmo rabínico defende que a Torá é idêntica à que foi entregue por Deus a Moisés no Monte Sinai. Os judeus ortodoxos acreditam que a Torá que existe hoje é exatamente aquela que foi entregue por Deus a Moisés, com um número reduzido de duvidas de cópia. Devido aos avanços nos estudos bíblicos e na pesquisa arqueológica e linguística, a maioria dos judeus não-ortodoxos rejeita este princípio. Em vez disso, aceitam que o núcleo da Torá Oral e Escrita pode provir de Moisés, mas afirmam que a Torá escrita que existe hoje foi amalgamada a partir de vários documentos.
Deus escolheu o povo judeu para participar numa aliança única com Deus; a descrição desta aliança é a própria Torá. Os judeus acreditam que foram escolhidos para desempenhar uma missão específica: para servir de luz para as nações e para ter uma aliança com Deus tal como descrito na Torá.
A era messiânica. Haverá um Mashíach (Messias), e uma era messiânica.
A alma é pura no momento do nascimento. As pessoas nascem com um yêsser hattôb, uma tendência para o bem, e com um yêsser harâ’, uma tendência para o mal. As pessoas podem expiar os seus pecados. A “profissão de fé” de um judeu é: “Shemá‘ Yisraél Adonay Elohênu Adonay echad” Tradução: “Ouve israel, o Eterno é nosso Deus, o Eterno é um” (Nota-se que muitos judeus asquenasí usam aqui a palavra hebraica ‘Hashem’ em lugar de ‘Adonay’, literalmente “o nome”, como uma alusão a Seu Santo Nome que não pode ser pronunciado ou escrito.).
MAIS INFORMAÇÕES:
Dor: Por que Deus permite a desgraça no presente? Por que justamente o inocente deve sofrer? Um pensamento judaico responde sustentando ser necessário curvar-nos à vontade todo-poderosa de Deus, mesmo quando não a compreendemos.
Facções: No tempo de Cristo existiam os Fariseus )admitindo a ressurreição); os Saduceus (os que negavam); e a dos Essêniosue teria sofrido influência do Budismo,mas não se tem documentos para provar.
Pecado: É uma revolta contra Deus e um rebaixamento da própria natureza do homem. É o que nós encontramos nos outros povos. É uma infidelidade ao eterno.
Ritos: Rito da iniciação; circuncisão; Casamento.
Morte: Os mortos vão para o Sheol, tanto os bons, como os maus. Os justos ficam até o juízo final, quando serão ressuscitados e recompensados. Aceitam a ressurreição, não a reencarnação.
Moral: Além dos dez mandamentos, há muitas outras leis a serem observadas.
Festas: Páscoa; Shavwót;Sucót;Rosh Hashnaah; Yon Kipur;
Oração: Deus houve sempre a oração;
Credo: Maimônides resumiu a fé judaica em treze artigos:
Deus criou e governa todos os seres;Deus é uno; Não tem corpo; É eterno; Deve ser o único a ser adorado; Todas as palavras dos profetas são verdadeiras; Moisés é o maior dos profetas; toda Tora é que foi dada a Moisés; Deus conhece todas as ações e todos os pensamentos dos homens; Deus recompensa os que observam seus mandamentos e pune os que transgridem; Deus fará vir o Messias; Deus fará reviver os mortos.
As Festas Judaicas
As datas das festas religiosas dos judeus são móveis, pois seguem um calendário lunisolar. As principais são as seguintes:
Purim - os judeus comemoram a salvação de um massacre elaborado pelo rei persa Assucro.
Páscoa ( Pessach ) - comemora-se a libertação da escravidão do povo judeu no Egito, em 1300 AC.
Shavuót - celebra a revelação da Torá ao povo de Israel, por volta de 1300 a.C.
Rosh Hashaná – é comemorado o Ano-Novo judaico.
Yom Kipur - considerado o dia do perdão. Os judeus fazem jejum por 25 horas seguidas para purificar o espírito.
Sucót - refere-se a peregrinação de 40 anos pelo deserto, após a libertação do cativeiro do Egito.
Chanucá - comemora-se o fim do domínio assírio e a restauração do tempo de Jerusalém.
Simchat Torá - celebra a entrega dos Dez Mandamentos a Moisés.