sexta-feira, 18 de outubro de 2013

O "Feiticeiro da Água"


Não há dois pingos de água que sejam iguais e cada um alberga mais vida do que o número de seres humanos que o nosso planeta tem!

Viktor Schauberger
( 1885 - 1958 )


Há séculos que vivemos na convicção de que a água é igual ao símbolo H2O. Este pressuposto é um grande equívoco, uma mentira por omissão. A água é muito mais do que o conteúdo desta fórmula. Se bebêssemos H2O nas quantidades em que bebemos água, rapidamente morreríamos.

A definição científica H2O é oriunda dos pensamentos de cientistas ateus seiscentistas, cuja visão curta, obstinada nas suas convicções e cega nas suas limitações, resultou no materialismo actual. Nasceu assim uma mola-real de um processo destruidor do nosso mundo.

Milhares de outros cientistas, desrespeitantes das leis da natureza, têm fiéis seguidores deste pensamento, ao ponto de hoje se pensar que a energia atômica é a única solução.

Este caminho é profundamente errado!

Einstein só depois de décadas de pesquisas na direcção errada se apercebeu disso mesmo, juntou 40 colegas e expôs aos governantes as suas preocupações.

Quem ocupa o poder não gosta de ser criticado e, como ninguém é mais perigoso do que o medíocre com receio de ser desmascarado como tal, lançaram-se na perseguição dos cientistas não conformistas. Sabiam demais e mostravam sinais de potencial discordância, logo tinham de ser afastados.

Poucos houveram que já antes da frequência universitária se tenham apercebido dos graves erros cometidos no ensino.

Um dos maiores e menos conhecidos exemplos disto foi o austríaco VIKTOR SCHAUBERGER. Nascido em 1885, numa família de guardas florestais há quatro séculos, encontrou na observação da natureza a sua escola. Terminado o seu curso de liceu, resolveu, com grande tristeza do pai, não se integrar na Universidade, mas retirar-se durante um ano para viver sozinho na floresta das montanhas. Considerou a água, a terra, o dia e a noite os seus mestres máximos e dedicou-se a estudá-los, sem distracções.

A 1ª Guerra Mundial, porém, interrompeu os seus estudos. Combateu de 1914 a 1918, tendo ficado diversas vezes ferido e visto o lado negativo da utilização de conhecimentos que os governantes fazem da natureza e dos homens.

Regressado as suas florestas, assumiu a carreira de guarda florestal de 1919 a 1924, ano em que já ocupou o lugar máximo possível e em que passou para o serviço direto do Príncipe Adolf de Schaumburg-Lippe.

Viktor Schauberger descobriu capacidades na água nunca antes suspeitadas! Inventou sistemas de transporte de troncos do cimo das montanhas para as serrações, que encurtaram a despesa e perca da matéria-prima em 90%. Troncos que há milénios eram puxados por cavalos e trenós, passaram a ser colocados em calhas com água corrente, que em poucos minutos os levavam a quilómetros de distância!

Schauberger registou dezenas de patentes austríacas entre 1929 e 1959. Muitos dos seus estudos baseavam-se na sua ligação especial com a água, ao ponto de o chamarem, respeitosamente “FEITICEIRO DA ÁGUA”. Conseguia extrair desta, forças eléctricas, magnéticas e de levitação até.

Em 1930 inventou uma turbina a jacto. Em 1936 uma turbina de ar.

Parte do mundo científico rejeitou-o por não ser dos seus e também por não ter capacidade para o compreender. Os resultados dos seus estudos, porém, eram indiscutivelmente impressionantes.

Em 1934 foi apresentado a Adolf Hitler (que tinha chegado ao poder, no Reich Alemão, um ano antes). Schauberger concordou na realização do encontro, mas não escondeu a sua aversão ao novo governante. Quando o Reich anexou a Áustria (1938), o Exército Alemão confiscou os protótipos das suas invenções (para não caírem em mãos inimigas), e Schauberger foi obrigado a integrar uma equipa de estudos energéticos avançados da SS. Como se recusou a tal prepotência foi feito prisioneiro e enviado para o Campo de Concentração de Mauthausen. Perante o perigo de fuzilamento, reconsiderou a sua colaboração, acabando por ser admitido, em 1941, como técnico, na fábrica de Messerschmidt, a 1ª a produzir aviões a turbinas, que ainda chegaram a ser utilizados em combate em número significativo. A partir de 1943 trabalhou em técnicas avançadas para a propulsão de submarinos, criando um vácuo na água em frente deles. A sua invenção parece não ter sido colocada em prática, em mãos alemãs, e os seus planos caíram em mãos soviéticas. Muito recentemente a Federação Russa adoptou um tipo de torpedo, que atinge uma velocidade acima dos 800 km/h, por criar sucessivas zonas de vácuo à sua frente. Percorre a água sem se molhar!

A utilização militar das suas invenções foi sempre uma grande preocupação para Schauberger. Nunca foi devidamente clarificado como a sua turbina de ar, construída pela Siemens, em 1937, foi destruída num teste não autorizado e as suspeitas de auto sabotagem levantaram-se.

O mesmo aconteceu quando Schauberger construiu um disco voador, em 1940, em Viena, nas instalações fabris da Companhia Kertl. Schauberger patenteou este seu invento, em Viena, a 4 de Março de 1940, sob o número de registo 146.141. No teste esperava-se que o protótipo apenas se elevasse um pouco acima do chão. Assim, efectuou-se o teste dentro de um hangar e não ao ar livre. O resultado foi assustador: o protótipo levantou-se com tal força e rapidez que se desfez imediatamente contra o tecto do hangar!

A Associação dos Engenheiros de Viena considerou então Schauberger como um “louco perigoso”, conseguindo o seu internamento compulsivo no Hospital Mental de Mauer-Ohling. Foi Willy Messerschmidt quem o retirou daí.

O disco voador alemão, que levantou vôo a 19 de Fevereiro, perto de Praga (Boêmia alemã, hoje República Checa), atingindo uma altura de 15.000 metros em apenas 3 minutos e uma velocidade horizontal de 2.200 km/h, foi construído com base nos seus estudos. Outros discos voadores surgiram baseados noutras tecnologias.



Schauberger lançou um grande aviso à comunidade científica em geral:

“VOCÊS MEXEM DE FORMA ERRADA!”

O que ele queria dizer é que o mundo “mexe” de forma errada na natureza! Todos os nossos esforços de criação de energia se baseiam na explosão ou no calor obtido por destruição!

O cientista austríaco propôs a utilização da:

“IMPLOSÃO, EM VEZ DA EXPLOSÃO!”

Assim, nada se destrói! Usam-se forças energéticas terrestres, existentes de forma ilimitada, sem tirar nada que a natureza não nos ofereça, gratuitamente, e sem causar problemas ambientais de espécie alguma.

A única desvantagem que o uso gratuito das energias terrestres por ele propostas e testadas coloca é o colapso de todo o sistema financeiro mundial, que se ligou a formas de exploração do planeta e que sem isto não poderá sobreviver!

Em 1958, um consórcio americano convidou Viktor Schauberger para ir ao Texas, onde se proponham facultar-lhe tudo o que necessitasse para criar energia por implosão. Fizeram questão de que levasse consigo todos os seus planos (já se tinham apercebido que em relação ao que ele sabia só pouco tinha caído em mãos dos aliados).

Quando se deslocou com o seu filho ao Texas, levando uma boa parte dos seus planos com ele, apercebeu-se de que lhe tinham preparado uma cilada.

Visto que a 2ª Guerra Mundial oficialmente ainda não havia terminado (não há Tratado de Paz e o Reich Alemão ainda existe “de jure”), os americanos confiscaram-lhe todos os seus documentos e apontamentos e obrigaram-no a assinar um documento em que se comprometesse a nunca mais fazer pesquisas sobre a implosão. Não assinar significaria a sua prisão e a do seu filho. Nunca mais poderiam voltar a Áustria.

Schauberger teve de deixar tudo nos Estados Unidos e voltou à Europa a 20 de Setembro de 1959. Cinco dias depois da sua chegada, morreu de causa desconhecida ! Deixou três filhos e um crescente número de secretos seguidores.

 Fonte: Escovando Bits / Google

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Mito ou verdade:


 teria cientista russo flagrado alma abandonando um corpo?

Pesquisador alega ter registrado o momento em que um espírito deixa o corpo de um homem






Fonte da imagem: Imagem Ilustrativa - Revista Fotomania Mito ou verdade: teria cientista russo flagrado alma abandonando um corpo?
Embora a ciência já tenha conseguido desvendar — e até desmentir — inúmeros mistérios que assombravam a humanidade, ainda há tantos outros que continuam sem explicação, como é o caso da existência ou não da alma. Portanto, não é de se estranhar que existam pesquisadores que se dedicam a encontrar uma resposta para essa questão.
Inclusive existe um estudo no qual o peso da alma humana é revelado— aparentemente estabelecido em 21 gramas —, mas imagine a dificuldade em se medir algo tão etéreo como a alma! É claro que o estudo acabou sendo desacreditado pela ciência por falta de provas concretas. No entanto, o cientista russo Konstantin Korotkov garante ter registrado a imagem de uma alma abandonando um corpo com o uso de um equipamento especial.

Será?

Fonte da imagem: Reprodução/RT
Korotkov é diretor de um instituto de pesquisa em São Petersburgo, na Rússia, e especialista em fotografia Kirlian que, entre vários usos, supostamente permite capturar imagens da aura através de câmeras bioeletrográficas. Além disso, o russo teria desenvolvido um método para registrar a liberação de gases através dessa técnica fotográfica, empregando esse conhecimento para provar com imagens a existência da alma humana.
O cientista teria conseguido registrar o exato momento em que o espírito de um homem deixa seu corpo, além de acompanhar como esse processo ocorre. Segundo descreve Korotkov, as almas abandonam os corpos de forma gradual, e a cabeça e o umbigo seriam as primeiras áreas a perder sua força vital. A virilha e o coração, por outro lado, seriam os últimos pontos de ligação antes de o processo ser finalizado.
Fonte da imagem: Reprodução/Disclose.tv
Isso, claro, no caso de mortes naturais, pois, segundo o cientista, em caso de mortes violentas ou repentinas, os espíritos ficariam confusos durante vários dias, retornando com frequência para junto de seus corpos, especialmente à noite. Korotkov explica que a visualização em ambos os casos é possível a partir de energia acumulada na alma.

Ceticismo

A técnica de fotografia empregada por Korotkov foi, na verdade, popularizada na década de 60 por Semyon e Valentina Kirlian — daí o nome “Kirlian” —, que realizaram experimentos nos quais fotografavam objetos depois de aplicar altas voltagens sobre eles. O casal descobriu que o forte campo elétrico criava uma espécie de aura nas extremidades dos objetos, que inclusive podia ser vista a olho nu.
Experimentos do casal Kirlian Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia
Contudo, o curioso e belo efeito acabou atraindo a atenção da turminha ligada ao misticismo, e o próprio casal Kirlian chegou a declarar que o fenômeno representava uma forma de visualizar auras. Korotkov, evidentemente, também acredita nisso. Segundo o russo, a fotografia Kirlian permite, através do estudo das imagens, avaliar o estado físico e fisiológico de pacientes, além de auxiliar em diagnósticos e no monitoramento do progresso de tratamentos médicos.
Fotografia bioeletrográfica Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia
Testes realizados por uma equipe da Academia Médica Militar russa demonstraram que o equipamento utilizado por Korotkov é eficaz em matar bactérias presentes nas mãos, mas no que diz respeito aos diagnósticos, não foi possível comprovar nada cientificamente. Desta forma, como você já deve ter deduzido, as alegações do cientista russo foram prontamente desacreditadas pelos céticos, e continuamos sem ter comprovação sobre a existência ou não da alma humana.
***
Atualmente, o russo se dedica a viajar pelo mundo para participar de congressos e conferências, além de continuar conduzindo experimentos em uma instituição universitária de São Petersburgo. E você, leitor, o que acha das alegações de Korotkov? Acredita que algum dia será possível provar cientificamente que os humanos têm alma?

Nascidos para falar?

 Por que somos os únicos animais a dominar a linguagem?

Embora outros animais se comuniquem de formas diferentes, somos a única espécie a criar uma linguagem inteira.
 
 
 

Fonte da imagem: Reprodução/gtmmobilesreviews Nascidos para falar? Por que somos os únicos animais a dominar a linguagem?
Salvo algumas exceções, o humano é um animal muito falante. Pesquisadores indicam que chegamos a usar até 370 milhões de palavras em um tempo médio de vida. No entanto, ninguém sabe exatamente o motivo de sermos a única espécie a ter um linguajar próprio.
Mas de onde tudo isso surgiu? A história da linguagem é um quebra-cabeças tão complexo que, ainda hoje, poucos arriscam dizer que ele já foi completamente resolvido. Segundo Simon Kirby, membro da maior unidade de pesquisas de evolução da linguagem do mundo, mesmo com muito investimento, ainda sabemos muito pouco sobre nossa própria história.
“Ainda não sabemos quase nada sobre como chegamos a ter a nossa característica mais marcante. É um pouco embaraçoso pensar o quão pouco entendemos sobre a maior marca de nossa espécie”, diz Kirby.
Ao contrário de outros aspectos da evolução humana, nos quais fósseis colaboram de forma gigantesca para a compreensão, é muito difícil ter certeza sobre como o ser humano começou a falar. Quem definiu muito bem a situação foi Christine Kenneally, autor do livro “The First Word” (“A Primeira Palavra”, ainda sem tradução para o português): não existem verbos preservados em âmbar que possam esclarecer esses mistérios.
Os pesquisadores nem ao menos sabem quando começamos a falar. As pesquisas mais consideradas no meio acadêmico levam em conta datas entre 100.000 e 1,8 milhão de anos. Já se sabe, por exemplo, que todas as espécies do gênero Homo, como os Neandertais, contavam com meios de fala evoluídos. No entanto, os cientistas ainda não sabem se isso era utilizado ou exercitado de alguma forma.

A árvore genealógica da linguagem

Um grupo de pesquisas de Biologia Evolutiva da Universidade de Reading, no Reino Unido, está próxima de resultados mais precisos sobre as origens da linguagem humana. Eles traçaram os “rastros” da linguagem, criando uma espécie de árvore genealógica da fala, que mostra como chegamos até onde estamos. No entanto, algumas partes do quebra-cabeça ainda estão faltando.
Fonte da imagem: Reprodução/DARE
Nas pesquisas, eles descobriram fatos importantíssimos; por exemplo, há 20 mil anos os homens das cavernas já eram capazes de entender o significado de palavras simples, utilizando termos como “tu”, “ti” e “quem”.

Idiomas irmãos

Mark Pagel, do grupo de pesquisas da Universidade de Reading, acredita que palavras são transmitidas “de pai para filho”, assim como os genes. “Isso significa que podemos comparar as palavras que as pessoas usam da mesma forma que fazemos com os seus genes, com a finalidade de estabelecer como vários falantes podem estar intimamente relacionados. Da mesma forma, se duas línguas têm muitas palavras em comum, isso sugere que ambas derivam de uma mesma língua ancestral”, diz Pagel.
Um bom exemplo disso é o latim, que é o ancestral em comum para idiomas como o português e o espanhol, que contam com centenas de palavras com significados e sons semelhantes.

A capacidade de falar

Desde a década de 50, uma pesquisa do Instituto de Linguística da Universidade de Massachusetts tem sido a palavra final sobre o assunto. O autor do estudo, Noam Chomsky, defendeu que a fala está dentro dos genes humanos.
“Minha neta adquiriu sua linguagem, enquanto o seu gatinho de estimação, que foi influenciado pelos mesmos dados externos, não poderia nem mesmo começar a falar. Ou isso é um milagre ou a capacidade de fala é parte da herança genética humana”, complementa Chomsky.
Pesquisadores atuais, como Kirby, atentam para outros fatos: “É uma explicação perfeitamente razoável, mas eu diria que ele ignora algo importante: a linguagem não é totalmente formada a partir de qualquer tipo de faculdade biológica que temos. A linguagem é um produto humano, uma criação nossa a partir de habilidades.”
Talvez a soma de algumas habilidades, imitações e a capacidade de aprendizado seja o “elo perdido” da linguagem. No entanto, ao que tudo indica, ainda estamos longe de ter um veredito final sobre o assunto.

Descoberta de um texto antigo reacende polêmica sobre o possível matrimônio de Cristo.

Papiro do século IV sugere que Jesus de Nazaré era casado


(Fonte da imagem: Reprodução/Harvard Divinity School)
De acordo com uma notícia publicada pela Harvard Divinity School, um papiro do século IV sugere que Jesus de Nazaré foi casado com Maria Madalena. A descoberta foi apresentada durante um congresso em Roma e promete reacender a discussão sobre o possível casamento de Cristo.
Segundo a publicação, a pesquisadora Karen King apresentou uma lâmina de 4 por 8 centímetros escrita com tinta negra em copta — um antigo idioma que surgiu no Egito por volta do século III —, com textos visíveis tanto na frente como no verso do papiro. Embora apenas oito linhas sejam legíveis, Karen acredita que “elas apresentam a primeira prova de que alguns dos primeiros cristãos acreditavam que Jesus esteve casado”.

Será?

Conforme explica a pesquisadora, existem quatro palavras no fragmento — cuja tradução significa “Jesus disse a eles, minha esposa...” — que podem servir de evidência sobre o “estado civil” de Cristo.
O papiro pertence a um colecionador anônimo, que procurou a professora de Harvard para investigar o conteúdo da lâmina. A pesquisadora acredita que o mais provável é que as linhas pertençam a um texto sagrado perdido, conhecido como “Evangelho da Esposa de Jesus”.
Apesar de ainda precisar passar por algumas análises químicas, os exames preliminares parecem apontar que o papiro seja autêntico, baseados no tipo de linguagem e gramática presentes no fragmento.
Fontes: Harvard Divinity School e El Mundo

Arqueólogos descobrem relíquia que pode conter pedaço da cruz de Jesus


Arqueólogos descobrem relíquia que pode conter pedaço da cruz de Jesus

Os arqueólogos que trabalham no local de uma antiga igreja na Turquia acreditam que podem ter encontrado uma relíquia da cruz de Jesus. O objeto foi descoberto dentro de uma urna de pedra encontrado nas ruínas da Igreja Balatlar, em Sinop, nas margens do Mar Negro.
A líder da expedição, a professora Gülgün Köroğlu declarou:  ”Nós descobrimos um objeto santo em uma urna. É um pedaço de uma cruz, e achamos que fazia parte da cruz em que Jesus foi crucificado. Esta urna de pedra é muito importante para nós. Ela tem uma história e é o artefato mais importante que já descobrimos até agora”.
A arqueóloga apresentou o objeto para os repórteres presentes no local da escavação. O item, feito de pedra e com um símbolo de cruz esculpido, vai passar por testes para determinar seu período e verificar a autenticidade.

Objetos santos de verdade?

Relíquias do período de Cristo despertam sempre o interesse de grupos religiosos e de fiéis, mas não deixam de provocar polêmicas, controvérsias e discussões. Muitas igrejas afirmam possuir algum tipo de objeto sagrado, como um pedaço de madeira da cruz verdadeira de Jesus.
Por essas razões, todas as descobertas de objetos santos devem ser recebidas com cautela e certo ceticismo. Certa vez, o teólogo protestante Calvino comentou que “se todas as peças já encontradas fossem coladas juntas, elas fariam um grande navio de carga e não uma cruz de madeira”.
Enquanto isso, os arqueólogos continuam a trabalhar na região. Köroğlu e sua equipe de escavação estão nos arredores da Igreja Balatlar desde 2009 e já descobriram mais de mil esqueletos humanos no local. A igreja foi construída em 660 e possui afrescos em suas paredes representando Jesus, Maria e os Apóstolos.

Seria o Santo Sudário a primeira fotografia da História?





Historiador sul-africano defende teoria de que o tecido que supostamente envolveu o corpo de Cristo foi criado por "fotógrafo" da Idade Média
Por Maria Luciana Rincon em 16/10/2013

Fonte da imagem: Wikipédia 


Como você sabe, o Santo Sudário — também conhecido como Sudário de Turim — é uma relíquia histórica que há séculos fascina tanto a religiosos como céticos. A sua origem ainda causa muita polêmica, e trata-se de um enorme lenço de linho com aproximadamente 4,5 metros de comprimento e 1,1 de largura que traz em sua superfície a imagem de um homem de 1,83 metros de altura, cuja identidade é supostamente atribuída a Jesus Cristo.
As primeiras referências sobre o Sudário aparecem na própria bíblia, e a peça já era tida como o tecido que envolveu o corpo de Cristo desde o século 14. No entanto, a famosa imagem que todos conhecemos foi descoberta pelo fotógrafo italiano Secondo Pia apenas em 1898, quando ele encontrou a nítida figura de um homem no negativo de uma fotografia que ele havia tomado da relíquia.

Estudos e controvérsias

Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia
De lá para cá, o Sudário sobreviveu à passagem do tempo, inúmeras viagens, incêndios, restaurações, análises científicas e um sem fim de estudos, e inclusive foi submetido à famosa datação por radiocarbono, que traçou a sua origem ao período entre 1260 e 1390. Esse resultado ainda é muito discutido, e é claro que a peça continua sendo alvo de muitas controvérsias e teorias, já que ninguém conseguiu provar com absoluta certeza que se trata do tecido que envolveu o corpo de Jesus.
Uma dessas teorias é a de Nicholas Allen, um historiador que acredita que a peça seja a primeira fotografia da História, feita 500 anos antes de essa arte ter sido formalmente inventada. Segundo o Allen, existem inúmeros documentos que remontam da antiguidade e que trazem referências sobre alguns princípios da fotografia e, conforme explicou, não faltam evidências de que esses conhecimentos já circulavam durante a Idade Média.
Evidentemente, naquela época não existiam câmeras, filmes ou papéis fotográficos. No entanto, antes mesmo do nascimento de Cristo já se conheciam os princípios da “câmara escura” que, basicamente, consiste em uma simples caixa com uma pequena abertura em um dos lados coberta com uma lente pela qual a luz passa e reflete uma imagem invertida. Esse “equipamento” serviu de base para o surgimento da fotografia e é a mesma ideia por trás das câmeras estenopeicas.

Fotografia medieval

Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia
Segundo Allen, para conseguir produzir uma imagem tão grande como a do Sudário, a pessoa que criou a peça teria transformado um quarto em uma câmara escura, impedindo que a luz passasse por janelas ou portas, deixando apenas uma pequena abertura para a lente. Além disso, o tecido teria sido tratado com substâncias químicas — como o sulfato de prata — que o tornavam sensível à luz, ou seja, o material teria sido transformado em um negativo.
Assim, para produzir a figura, o suposto “fotógrafo” só precisaria posicionar um corpo fora da câmara e projetar a sua imagem sobre o tecido tratado por tempo suficiente para criar a impressão em negativo. Aliás, para provar que esse truque era possível, Allen reproduziu diversas réplicas do Sudário utilizando essa mesma técnica e usando apenas materiais disponíveis na Idade Média.

Mais controvérsias

Fonte da imagem: Reprodução/The Telegraph
A teoria de Allen se tornou bem famosa há alguns anos, e acabou dando origem a novas hipóteses. Com base nos estudos do historiador, inclusive foi sugerido que ninguém menos do que Leonardo da Vinci teria sido o astuto responsável pela criação do Santo Sudário, utilizando um cadáver e uma peça de tecido com aparência envelhecida. Há inclusive quem acredite que o rosto que aparece na relíquia seria um autorretrato do gênio!
Entretanto, apesar de tantas hipóteses, análises e estudos, o mistério sobre a verdadeira — e definitiva — origem do Sudário continua, e o mesmo pode ser dito sobre se esse fascinante tecido realmente seria ou não a primeira fotografia da História. Você pode conferir um breve vídeo (em inglês) no qual Nicholas Allen descreve suas descobertas através deste link.

***
E você, leitor, já conhecia essa teoria sobre a origem do Santo Sudário? Acredita que a hipótese é plausível ou pensa que seria impossível reproduzir esse tipo de técnica fotográfica em plena Idade Média? Além disso, o que você acha sobre a suposta autoria da relíquia? Não deixe de contar para a gente nos comentários.

Polêmica: para historiador americano, Jesus seria uma invenção dos romanos

Polêmica: para historiador americano, Jesus seria uma invenção dos romanos




Fonte da imagem: Wikipédia
 













Eis uma notícia que vai causar muita, muita polêmica mundo afora. De acordo com o The Independent, o controverso historiador norte-americano Joseph Atwill deve apresentar no dia 19 de outubro em Londres uma descoberta que provaria que a história de Jesus foi inventada pelos antigos romanos como forma de exercer controle mental sobre a população.
Segundo a notícia, Atwill apresentará sua hipótese durante uma conferência no próximo sábado, na qual alega que o cristianismo não começou como uma religião, mas que foi criado como um sofisticado sistema de propaganda desenvolvido pelo Império Romano para conter os ânimos dos povos sob seu domínio. Para o historiador, o Novo Testamento foi redigido pela aristocracia romana no século I, que teria “fabricado” o personagem de Cristo.

“Baseado em uma história real”

Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia
O pesquisador teria feito a sua descoberta enquanto comparava o Novo Testamento com o livro “A Guerra dos Judeus”, de Flávio Josefo, o único relato histórico em primeira pessoa que ainda resta sobre a vida na Judeia do século I. Conforme explicou, a história de Jesus foi construída com base na biografia de um imperador romano, mais especificamente na vida de Tito Flávio.
Atwill afirma ter identificado diversos paralelos entre os dois textos, e aponta como principal evidência a semelhança entre a sequência de eventos e locais percorridos por Jesus e a sequência descrita por Josefo em seu livro sobre a campanha militar do imperador romano.

Motivação romana

Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia
O historiador conta que na Palestina do século I existiam diversas facções judaicas que aguardavam a chegada de um “messias guerreiro”, representando um constante risco de insurreição. Isso, evidentemente, era encarado como um grande problema pelo Império Romano.
Depois de tentar resolver a questão de outras formas, os romanos partiram para a guerra psicológica, freando a disseminação das atividades missionárias exercidas pelos judeus com a criação de um novo sistema. Assim, o Império teria criado a ideia de um “messias pacífico” com o objetivo de guiar o comportamento da população. O novo personagem, em vez de motivar a guerra, “oferecia a outra face”, além de incentivar os judeus a pagarem seus impostos a Roma, “dando a César o que é de César”.
Atwill alerta que, embora a religião sirva para confortar os seguidores de todo o mundo, ela também é um grande mecanismo repressor, uma forma de controle mental que, ao longo da História, levou à obediência e à servidão, assim como à pobreza e à guerra. Por outro lado, a hipótese de Atwill não deixa de ser mais uma teoria da conspiração contra a Bíblia, como muitas outras que existem por aí.