segunda-feira, 25 de novembro de 2013

O Mistério da Pedra da Gávea



pedra
Há uma gigante pedra na Cidade Maravilhosa. Ela não esta entre as sete maravilhas do mundo como o Cristo Redentor, mas é um dos muitos enigmas da terra. A 842 metros acima do nível do mar, entre os bairros da Barra da Tijuca e São Conrado, existe uma lendária montanha, chamada Gávea, um nome dado pelos primeiros portugueses que notaram que ela era um observatório perfeito das caravelas que chegavam.
A pedra da Gávea é a face de um gigante desconhecido, onde existem inscrições antigas que podem ser de um povo que viveu na terra cerca de 1.000 a.C. Mas ninguém até hoje conseguiu provar quem as fez e o por quê.
Os estudos começam no século XIX, quando o então imperador do Brasil D. Pedro I inicia pesquisas oficiais na rocha, segundo relatório fornecido pelo grupo de pesquisa diz que eles “viram as inscrições e também algumas depressões feitas pela natureza.”. Entretanto essa análise foi muito refutada, pois qualquer um que veja as marcas de perto acredita que nenhum fenômeno natural faria aquelas inscrições.
Depois do primeiro relatório a Pedra voltou à tona, quando em 1931 um grupo de excursionistas formou uma expedição para achar uma suposta tumba de um rei fenício que subiu ao trono em 856 a.C. Escavações amadoras foram feitas sem muito êxito. Em 1937 este mesmo clube organizou outra expedição, desta vez com um número grande de participantes, com o objetivo de explorar a face e os olhos da cabeça até o topo, usando cordas. Esta foi a primeira vez que alguém explorava aquela parte da rocha depois dos fenícios, se a lenda está correta.
No ano de 1946, o Centro de Excursionismo Brasileiro enviou um grupo de exploradores para uma escalada no lado Oeste, eles conquistaram a orelha direita da cabeça, a qual está a 20 metros de altura e tem uma inclinação de 80 graus do chão. Depois dessa perigosa subida, encontraram ali, na orelha, uma entrada para uma gruta que leva a uma longa e estreita caverna interna que vai até ao outro lado da pedra.
O lado leste da cabeça, chamado de “Paredão do Escaravelho”, só foi explorado em 1972 pela Equipe Neblina. Nessa expedição eles encontraram inscrições feitas a 30 metros abaixo do topo, as quais estão muito bem conservadas para um lugar de chuvas constantes como Rio. As inscrições só foram traduzidas em 1963 pelo professor de habilidade científica chamado Bernardo A. Silva Ramos.
Foto da inscrição
Foto da inscrição
LAABHTEJBARRIZDABNAISINEOFRUZT
Que lidas ao contrário:
TZUR FOENISIAN BADZIR RAB JETHBAAL
Ou:
TIRO, FENÍCIA, BADEZIR PRIMOGÊNITO DE JETHBAAL
Fim do Mistério?
Fim do Mistério?
O jornal “O Globo” no dia 6 de Agosto de 2000 publicou a pesquisa feita por um grupo de geólogos que acreditam ter colocado um ponto final no mistério da Pedra da Gávea, depois de mais de 200 anos de muitas teorias, de que ela poderia ser: uma tumba de um rei fenício, a cabeça de uma gigante esfinge, portal para um outro mundo ou, até mesmo, pouso para  naves espaciais. Os dados apresentados pelo grupo formado por estudantes da UFRJ e da UERJ, que utilizando na pesquisa o GPR(sigla que inglês quer dizer radar de penetração no solo) chegaram a seguinte conclusão “Os dados obtidos não mostram nada além de rocha maciça na  Pedra da Gávea” -  declaração feita pela geofísica Paula Ferrúcio da Costa . Concluíram também que as inscrições não passam de falhas geológicas causadas pelas intemperes que desgastaram os minérios mais sensíveis.
Os arqueólogos diferentes dos geólogos ainda não confirmaram a tese dos fenícios tampouco a descartam.
O que despertou 200 anos de muitas teorias?
  • Uma enorme cavidade na forma de um portal na parte nordeste da cabeça que tem 15 metros de altura e 7 metros de largura e 2 metros de profundidade;
  • O local de um suposto nariz, que teria caído há muito tempo atrás
  • As enormes pedras no topo da cabeça a qual lembra um tipo de coroa ou adorno;
  • Um observatório na parte sudeste como um dólmen, contendo algumas marcas;
  • Um ponto culminante como uma pequena pirâmide feita de um único bloco de pedra no topo da cabeça;
  • As famosas e controversas inscrições no lado da rocha;
  • Algumas outras inscrições lembrando cobras, raios-solares, etc. Espalhados pelo topo da montanha
“Para cada coisa que acredito saber, dou-me conta de nove que ignoro”
(Provérbio Árabe)

A humanidade está cercada de mistérios, de grandes enigmas os quais alimentam nossa sede por saber, por novas descobertas. O que seria de nós, humanos, se não houvesse mais nada a saber, se não houvesse mais nada para descobrir?

Os maiores enigmas do mundo e suas respostas


Muitos enigmas que você sempre quis saber as respostas, agora explicados em detalhes pra você!


1 - Porque laranja se chama laranja e limão não se chama verde?
Porque laranja vem do árabe “narandja” e limão vem do persa “laimum”: são de origens diferentes. Além do mais, a cor recebeu o nome da fruta e não o contrário.

2 - Porque lojas abertas 24 horas possuem fechadura?
Porque elas fecham em feriados e dias santificados.

3 - Porque “separado” se escreve tudo junto e “tudo junto” se escreve separado?
Porque “separado” é um adjetivo e “tudo junto” é um pronome indefinido associado a um adjetivo.

4 - Porque os kamikazes usavam capacete?
Porque no código de honra da aeronáutica, o capacete faz parte do fardamento, que é a identidade da corporação.

5 - Porque se deve usar agulha esterilizada para injeção letal em um condenado a morte?
Porque os condenados a morte estão sob a supervisão da anistia internacional, que confere ao presos condições humanitárias mínimas (e quem sabe a pena não pode ser suspensa no último minuto).

6 - Quando inventaram o relógio, como sabiam que horas eram, para acertá-lo?
Ele foi acertado às 12:00 horas, quando o sol estava em perfeita perpendicularidade com a terra.

7 - Como que os cegos sabem quando terminaram de se limpar quando estão no banheiro?
Os cegos têm a percepção do tato muito mais aguçada que os que têm visão, e eles percebem quando “tudo” está ok!

8 - Para que serve o bolso em um pijama?
Prá guardar a dentadura, esquentar a mão enquanto se vê televisão.

9 - Porque os aviões não são fabricados com o mesmo material usado nas suas caixas pretas?
Porque a caixa preta é feita com um metal de alta densidade (mistura de ferro, dênio, sílica e tungstênio), e se o avião fosse feito desse material ele nem sairia do chão, de tão pesado.

11 - Por que o Pato Donald depois do banho sai com uma toalha em volta da cintura, se ele não usa short no desenho?
Prá que a água do banho não escorra pelo chão, e a margarida não fique enchendo o saco dele!

12 - Se o Super-Homem é tão inteligente, porque usa a cueca por fora da calça?
Bem… Coisa de viado, não se discute!

13 - O Pluto e o Pateta são cachorros, certo? Por que o Pateta fala e o Pluto não?
Porque o pateta pertence a espécie canis erectus.

14 - Por que tem gente que acorda os outros para perguntar se estavam dormindo?
Por educação (ou você acha melhor falar: – “você quer transar”…?).

15 - Por que os Flintstones comemoravam o Natal se eles viviam numa época antes de Cristo?
Por uma questão de arquétipo: quem criou os flintstones nasceu depois de cristo.

16 - Por que os filmes de batalhas espaciais tem explosões tão barulhentas Se o som não se propaga no vácuo?
Porque as explosões acontecem dentro das naves que têm ar, e o som nasce da ação hipersônica sobre a matéria densa, que se dissipa logo depois.

17 - Por que aquele filme com o Kevin Costner se chama “Dança com Lobos” se só aparece um único lobo durante toda estória?
Os lobos andam em matilha e depois do filme aquele lobo ensinou todos os outros a dançar…

18 - Se o vinho é líquido, como pode ser seco?
Seco é a percepção do tanino do vinho sobre a porção mediana da língua, que tanto pode ser suave ou adstringente (é como falar que o conhaque “esquenta” no frio).

19 - Como se escreve zero em algarismos romanos?
Em roma não se conhecia o zero (por isso aquele monte de “pauzinhos”). O zero foi uma invenção dos árabes (al gebar, álgebra) que foi trazida ao ocidente pelos mesmos romanos.

20 - Por que as pessoas apertam o controle remoto com mais força, quando a pilha está fraca?
Porque o mau desempenho do controle pode ser causado por um mau contato nas teclas, e é um reflexo condicionado, como acelerar mais que necessário quando se ultrapassa uma carreta.

21 - O instituto que emite os certificados de qualidade ISO 9000 tem qualidade certificada por quem?
Pelo “bureau veritas quality internacional”, que tem no seu conselho representantes de várias entidades que atuam na área de certificação. É um mecanismo reverso.

22 - Por que quando você pára no sinal vermelho, tem sempre alguém no carro do lado com o dedo no nariz?
E tem coisa melhor prá fazer durante o sinal vermelho?

Confira 15 enigmas arqueológicos que podem mudar os rumos da história da humanidade


Ruínas encontradas nos últimos anos podem mudar muito do que sabemos sobre a saga da humanidade. E lugares conhecidos, como Stonehenge, na Inglaterra, ainda têm o que revelar. Conheça os 15 maiores desafios apresentados hoje pelo nosso passado mais remoto

Tiago Cordeiro
Submersa na costa do Japão, uma pirâmide de 25 m de altura cercada por templos pode fazer parte da mais antiga cidade já encontrada. Até onde se sabe, a primeira surgiu na Mesopotâmia, meio mundo longe dali, por volta de 4200 a.C. Pois as ruínas na ilha Yonaguni seriam quase quatro milênios mais velhas. E esse é só um exemplo dos novos enigmas que podem virar de ponta-cabeça versões estabelecidas sobre a trajetória da humanidade.

(imagem: Corbis)
Falta ainda uma Pedra de Roseta para decifrar o grande mistério remanescente da Antiguidade: os hieróglifos indianos. Só com algo como o monolito que deu a chave para entender o Egito antigo, conseguiríamos traduzir essa escrita criada pelos harappianos, população que surgiu há 5 mil anos e desapareceu sem razão clara, assim como os rapanuis da ilha de Páscoa. O que levou à extinção desses povos? A resposta ajudará a evitar que situações parecidas se repitam? É possível. "A arqueologia é a ciência do futuro", diz Julian Thomas, diretor do Stonehenge Riverside Project. Esse, aliás, é um dos mais famosos sítios arqueológicos do mundo e está longe de ser explicado. Pode parecer contraditório, mas esse é um campo recente do conhecimento. A arqueologia surgiu no século 15 e só se organizou 400 anos depois. É pouco tempo para sistematizar teorias sobre a saga de 200 mil anos da nossa espécie. "O mais difícil é entender o período anterior à escrita", afirma a arqueóloga Kathryn Hirst, da Universidade de Iowa. Por isso mesmo, as marcas do passado são tão importantes. Conheça as 15 descobertas (estudadas enquanto você lê esta reportagem) que hoje mais intrigam os pesquisadores.

15º A Alexandria perdida

Imperador pode ter fundado sua capital sobre Rhacotis, uma pequena vila

Mistério - Ainda se buscam o túmulo de Alexandre e referências como a famosa biblioteca

Onde - Costa do Egito

Origem - 331 a.C.

A Alexandria moderna é a segunda maior cidade do Egito, com 4,1 milhões de habitantes. Abriga o principal porto do país e um grande centro industrial. Mas poucas cidades do mundo são tão procuradas por arqueólogos - de preferência os que sabem nadar. É que, diante da cidade atual, no mar Mediterrâneo, estão os restos da Alexandria fundada em 331 a.C. por Alexandre, o Grande, uma das mais influentes cidades de seu tempo. Com os recursos recentes de investigação submarina, os pesquisadores se acostumaram a encontrar maravilhas na região - o maior sítio arqueológico debaixo d’água do mundo abriga mais de 2 mil peças, principalmente estátuas e colunas. Nada disso era conhecido antes de 1991. "Os artefatos dão um quadro mais completo da vida na cidade", diz o historiador Pedro Paulo Funari, da Unicamp. Algumas das descobertas trazem novas dúvidas a respeito do cotidiano de seus moradores. Até recentemente, não se imaginava que a cidade havia sido fundada por Alexandre sobre um vilarejo chamado Rhacotis, mas, a respeito disso, ainda pairam mais dúvidas do que certezas. Muitos edifícios de renome ainda não foram encontrados, como a Biblioteca de Alexandria - ingleses suspeitam de sua localização desde 2004, mas não há confirmação. Também incerto é o paradeiro do túmulo de Alexandre - há quem duvide até mesmo que seus restos estejam na cidade. Destruída por uma guerra em 115 e devastada por um tsunami 250 anos depois, a cidade foi reconstruída várias vezes nos últimos séculos. Os achados no antigo centro do helenismo podem virar o primeiro museu subaquático do mundo. O problema é que o sítio é puro caos. Há peças de várias épocas e estilos, hieróglifos de faraós desde 1880 a.C., colunas gregas e romanas e ainda esculturas de Heliópolis, cidade que ficava a 230 km de distância. Só o mapeamento da área vai levar décadas.


14º A primeira metrópole

Tell Brak inovou na forma de organização das cidades

Mistério - Povo desconhecido redefine ocupação da Mesopotâmia

Onde - Síria

Origem estimada - Anterior a 3900 a.C.

Há décadas, arqueólogos acreditam que as primeiras civilizações do Oriente Médio se desenvolveram na Mesopotâmia, na terra fértil entre os rios Tigre e Eufrates. Em 2007, Jason Ur, da Universidade de Harvard, anunciou a descoberta de uma cidade de 6 mil anos em Tell Brak. Localizada em 525 mil m2, a metrópole chegou a ter, por volta de 3900 a.C., um governo rigidamente hierarquizado. Cidades surgidas no mesmo contexto, como Ur, 300 anos antes, nasciam de um grupo de nômades, que definia um lugar adequado para se instalar. Tell Brak, porém, começou como vilarejos dispersos, que se agruparam em direção do centro, como uma região metropolitana. O que isso significa? Não se sabe ao certo, assim como são desconhecidos seus habitantes, por que viviam em um lugar tão seco e que tipo de religião seguiam. Em 2006, em Mugahara, também na Síria, surgiram evidências de ocupação da área: um mural de 11 mil a.C. e um cemitério de 3800 a.C. cujos corpos tinham os mais antigos sinais de mortes violentas de que se tem notícia.


13º As esculturas "alienígenas" da Costa Rica

Artefatos chegam a pesar 16 toneladas

Mistério - Civilização desconhecida

Localização - Rio Díquis, Costa Rica

Origem estimada - Anterior ao século 15

Pedras arredondadas com perfeição ao norte da América Central trazem um desafio diferente aos pesquisadores. Elas estão na Costa Rica, foram descobertas no delta do rio Díquis na década de 1930, são cerca de 300 e variam de tamanho, de poucos centímetros a mais de 2 m de diâmetro. Algumas chegam a pesar 16 toneladas. Sabe-se que foram obra de mãos humanas. Todas têm como matéria-prima uma rocha ígnea chamada granodiorito. Mas, para os ufólogos, os artefatos são um sinal inequívoco de inteligência extraterrestre agindo na Terra - teoria apresentada em 1971 pelo suíço Erich von Däniken, autor de Eram os Deuses Astronautas?

Os arqueólogos consideram que é tudo trabalho de alguma civilização antiga, já que as pedras costumam ser encontradas próximas a cerâmicas pré-colombianas. Qual civilização produziu as esculturas? Como? Ainda não há respostas.


12º Os "astecas" de Cuba...

Ruínas mostram que ilha já esteve ligada ao México

Mistério - Cidade submersa de povo incógnito

Onde -
Mar do Caribe

Origem estimada - Desconhecida

Tudo começou há dez anos com um trabalho de exploração no mar do Caribe para instalar cabos de fibra ótica. Os sonares de uma empresa canadense encontraram, em área de Cuba, uma pirâmide de pedra com 67 m de altura. Pesquisas posteriores, com o uso de um minissubmarino, revela que o local, a 650 m de profundidade, abrigou uma grande cidade. "É impossível que aquelas pedras colocadas simetricamente sejam obra da natureza", diz o oceanógrafo Jean-Daniel Stanley, pesquisador do Museu Smithsonian de História Natural. O instituto é quem está explorando o local. "Não sabemos quem habitou o lugar ou quando. Mas a localização das construções sugere que Cuba já esteve ligada ao território mexicano por uma faixa de terra.


11º ...E os dos EUA

Anasazis escavaram palácios e moradias na rocha

Mistério - De onde vieram e como desapareceram os anasazis.

Onde - Divisa dos estados de Utah, Arizona, Novo México e Colorado

Origem estimada - Século 8

No caso dos anasazis, o começo da civilização é tão misterioso quanto o seu fim. Certo mesmo é que esses indígenas, que viveram nos EUA, surgiram por volta do século 8. "Não sabemos como eles nomeavam seu próprio povo. Anasazi era o apelido pejorativo dado pelos índios navajos: ‘Inimigo antigo’", diz John Ware, diretor da Amerind Foundation. Vizinhos de outros três povos nativos menos pujantes (mogollon, hohokam e patayan), os anasazis viviam em platôs 2,6 mil metros acima do mar. Em cânions verticalizados, aproveitaram a rocha para escavar moradias. Em 1997, foram encontradas pinturas que indicam que eles já conheciam a tecnologia dos pararraios. Não se sabe exatamente como eles surgiram e por quê, por volta de século 14, começaram a migrar muito rápido, aparentemente sem rumo, até desaparecer (ou apenas se diluir entre outros povos). A culpa seria dos períodos de seca intensa. A tese é contestada, já que outras fases sem chuva não haviam abatido os nativos. Hoje, vários povos indígenas americanos se dizem descendentes dos anasazis.


10º A verdadeira Troia

Várias ruínas sobrepostas indicam ao menos nove cidades

Mistério - A cidade que teria inspirado os épicos de Homero

Onde - Hissarlik, Turquia

Origem estimada - 1200 a.C.

Não existe apenas uma Troia, mas nove, todas na mesma área, e as mais novas construídas sobre as mais antigas. Cada uma delas vem sendo descoberta desde que arqueólogos amadores, como o inglês Frank Calvert e o alemão Heinrich Schliemann, encontraram a primeira e a segunda, em 1865 e em 1871, respectivamente. Qual foi o cenário da grande guerra descrita por Homero na Ilíada e na Odisseia? Hoje acredita-se que é a chamada Troia 7. Schliemann, um obcecado por encontrar a cidade, que, em suas escavações apressadas, destruiu artefatos importantes, ficaria frustrado. Como muitos que vieram depois dele, pois o alemão tinha certeza de que sua Troia é que tinha visto as façanhas descritas pelo historiador grego. Nem sempre se acreditou que Troia ficava na atual Turquia. Ao longo dos séculos, historiadores chegaram a localizar a cidade original na costa grega, na Itália, na Croácia e até mesmo na Escandinávia e na Inglaterra. Foi o achado de um muro e de indícios que localiza aquele trecho do sítio arqueológico como de 1200 a.C., a época aproximada do conflito. "Não é impossível que localizemos outras Troias no mesmo ponto ou mudemos a data estimada de algumas. O local ainda precisa de muitas investigações", diz Frank Starke, arqueólogo da Universidade de Tübingen, na Alemanha, que hoje pesquisa o sítio, juntamente com a Universidade de Ege, na Turquia.


9º Apocalipse na Ilha de Páscoa

Tese tradicional do colapso ecológico é contestada

Mistério - O que exterminou os rapanuis?

Onde - Chile

Origem estimada -
Século 9

Por volta do ano 800, um grupo de navegadores polinésios se instalou no lugar que hoje conhecemos como ilha de Páscoa, um dos pontos mais isolados do planeta. Em 1200, eles já formavam uma civilização avançada, capaz de construir gigantescas figuras monolíticas de pedra, os moais. Perto do século 17, os rapanuis desapareceram. Até recentemente, a tese mais aceita para explicar esse fenômeno era a do colapso ecológico: a exploração exagerada dos recursos naturais teria inviabilizado a vida na ilha. Agora essa teoria vem sendo refutada. "A derrubada de árvores e a extinção de espécies animais simplesmente não explica o fim. A história é muito mais complexa", diz o arqueólogo Terry Hunt, professor da Universidade do Havaí que conduziu um estudo de datação de carbono na ilha. A extinção seria resultado de uma combinação de fatores, incluindo a proliferação descontrolada de ratos, mudanças climáticas (não provocadas por humanos, como o aumento de temperatura de 3 oC entre os séculos 12 e 16, talvez consequência da atividade vulcânica na região), o desaparecimento de florestas (para erguer os moais) e ainda o contato com exploradores europeus. Até mesmo o conceito tradicional de que a civilização local desapareceu rapidamente está em xeque. "Os primeiros relatos que descrevem a ilha como um lugar decadente são influenciados por preconceitos típicos da Europa da época", afirma Hunt.


8º A Pompeia da Indonésia

Erupção soterrou Tambora

Mistério - Detalhes sobre o reino perdido de Tambora

Onde - Ilha Sumbawa

Origem estimada - Desconhecida

A Indonésia também tem sua Pompeia, mas ela tem sido estudada só há cinco anos. A cidade, batizada com o mesmo nome de um vulcão da região, foi completamente destruída em 1815, quando aconteceu aquela que é tida como a maior erupção já registrada - matou cerca de 90 mil pessoas e foi pelo menos quatro vezes mais potente que a famosa explosão do Krakatoa, de 1883. Encontrada em 2006 sob cinzas e sedimentos na ilha Sumbawa, a provável capital do antigo reino de Tambora tinha cerca de 10 mil moradores. No local foram achados até agora peças de bronze, algumas casas e corpos carbonizados (um deles parece o de uma mulher cozinhando). Até este achado, o reino existia apenas nos relatos de exploradores britânicos e holandeses, impressionados com o idioma daquele povo, muito diferente dos demais falados no arquipélago da Indonésia.


7º A mega-Stonehenge

Local pode ter abrigado sofisticados rituais funerários


Mistério - Construção era maior e mais complexa do que se imaginava

Onde - Salisbury, Inglaterra

Origem estimada -
3000 a.C.

Se os maiores mistérios da arqueologia pudessem ser sintetizados em uma só imagem, seria a das colunas de Stonehenge. Quanto mais se estuda a construção, menos se sabe sobre ela. Pesquisadores debatem a respeito de sua origem exata, sua função e até suas dimensões. Em 2010, foi identificado no subsolo, graças sobretudo a radares, algo que pode ser mais um conjunto de pedras do complexo, a 1 km de distância do centro. "O apelo de Stonehenge é enorme. São mais de 1 milhão de visitantes por ano", diz o historiador Julian Thomas, diretor do Stonehenge Riverside Project. "Há mais de um século, muitas pessoas se reúnem ali para celebrar o solstício de verão (o dia mais longo do ano)." Há seis fases conhecidas de construção do local, estimadas entre 3000 a.C. e 1520 a.C. - a primeira ainda usava estacas de madeira e a última deixou o legado que conhecemos. Para isso, acredita-se que as pedras de até 50 toneladas tenham sido levadas por uma distância de 30 km (alguns geólogos, porém, defendem que elas estavam mais próximas). Entre os séculos 17 e 18, ele foi considerado um templo druida, ideia superada, assim como a de que ajudaria a prever eclipses. O lugar já foi considerado também ponto de encontro das tribos da região (que tem registros humanos há pelo menos 10 mil anos). Mas a hipótese mais aceita hoje é a mais antiga - a de que servia para homenagear os mortos. "De fato, há restos humanos", afirma Thomas. E quanto ao novo local, encontrado no ano passado? O historiador, que lidera uma iniciativa de checar todos os dados disponíveis atrás de respostas, acredita que poderia ser o ponto de partida dos rituais funerários - ele era ligado ao monumento central por uma avenida. Mas também pode ser um cemitério anexo.


6º O sismógrafo de 6 mil anos

Mais de mil blocos de pedra estão dispostos de modo ordenado em dez filas

Mistério - A função dos megalitos de Carnac

Onde - França

Origem estimada
- 4500 a.C.

Se não existisse Stonehenge, Carnac seria o sítio arqueológico mais enigmático da Europa. O lugar consiste de 3 mil megalitos, alinhados ao longo de 12 km na costa oeste da França. De acordo com a mitologia da região, esse é o resultado de uma ação do mago Merlin, que teria transformado cada legionário em formação numa pedra. Por enquanto, sabe-se que o local é obra de humanos do Neolítico e foi erguido entre 4500 e 3000 a.C. - época em que os construtores de Stonehenge ainda usavam madeira para erguer a primeira versão de seu monumento. Quanto ao objetivo da obra, a teoria menos refutada é a de que a formação ajudava a prever terremotos. Isso porque as pedras alinhadas mudavam de posição com tremores. Quanto maior a diferença de posição e o local onde ela ocorreu, seria possível controlar as variações de tremores. "Conheci Carnac nos anos 1960. Nunca mais parei de pesquisar o lugar e ainda sei muito pouco sobre ele", afirma Roslyn Strong, historiadora e pesquisadora da Neara (New England Antiquities Research Association). As pedras têm tamanhos diferentes e em alguns pontos aparecem amontoadas. No trajeto, há túmulos em que, acredita-se, os construtores haviam deixado artefatos, talvez religiosos. A maior das linhas em que o sítio se divide, chamada Kermario, apresenta outra possível resposta para as motivações dos construtores: são 1 029 blocos de pedra, em dez filas de 1 120 m, que seguem na direção leste e se orientam para um ponto do céu onde o sol se levanta no solstício de verão (o dia mais longo do ano). "Estamos muito longe de responder a todas as dúvidas que Carnac nos apresenta", diz Roslyn, adepta da teoria de que o local é um grande e sofisticado sismógrafo.


5º A descoberta da Europa

Creta marca migração

Mistério - O homem chegou à Europa 100 mil anos mais cedo?

Onde - Ilha de Creta

Origem estimada - 128 mil a.C.

Talvez a mais impressionante descoberta de 2010, liderada pelos arqueólogos Thomas Strasser e Curtis Runnels, artefatos em Creta devem revolucionar o que se pensava sobre a ocupação da Europa e a datação das primeiras migrações de populações africanas pelo mar Mediterrâneo. Na ilha, que fica a meio caminho entre Europa e África, foram achados pequenos machados de pedra. Encontrados entre vários outros itens, tinham 130 mil anos e eram semelhantes a outros achados na África e no sudoeste da Ásia. Até então, aceitava-se que o Homo sapiens só tinha chegado ali 30 mil anos atrás. A diferença é gigantesca. "Temos certeza absoluta da nossa datação e acreditamos que os hominídeos podem ter ocupado a ilha ainda antes", diz Runnels, professor de arqueologia da Universidade de Boston, que pesquisa a ilha há três décadas. "Por enquanto, é só o que sabemos."


4º A civilização submersa dos Andes

Achado remete ao mito do Eldorado

Mistério - Povo incógnito é anterior aos incas

Onde - Lago Titicaca, Bolívia

Origem estimada
- Séculos 1 a 6

Desde o início da colonização espanhola na região dominada pelos incas, no século 16, correm lendas sobre cidades riquíssimas. Uma delas remete a Wanaku, pré-inca, destruída por uma enchente e uma das várias versões para o mito do Eldorado. Em 2000, um grupo de pesquisadores da Akakor Geographical Exploring achou um templo, uma avenida, um muro com 800 m e terras planas, supostamente usadas para a agricultura. Tudo isso a 30 m de profundidade no lago Titicaca. "Sem dúvida, o local foi uma cidade anterior aos incas", diz o oceanógrafo Jean-Daniel Stanley. E esconde mistérios sobre a ocupação do local há 1,5 mil anos. Os nativos, que consideram o Titicaca o berço do mundo, temem que as pesquisas tragam maus presságios para a região.


3º Um observatório milenar na Amazônia

Blocos de granito têm corpos enterrados próximos

Mistério - Houve uma civilização avançada na Amazônia?

Onde - Calçoene, Amapá

Origem estimada - Século 11

Há cerca de mil anos, onde hoje está o Amapá, 127 blocos de granito, com mais de 4 m de altura, foram fincados em um círculo de 30 m de diâmetro. Dois deles parecem servir como indicação para o solstício de inverno (o dia mais curto do ano). Em 2006, Mariana Petry Cabral e João Darcy Saldanha, do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá, apresentaram os resultados da primeira pesquisa no local. "Uma estrutura como esta exigiu tempo e algum tipo de organização social para ser erguida", diz Mariana. Marcas nas pedras indicam que elas foram extraídas do solo. Havia corpos enterrados (com roupas e artefatos diferenciados, o que sugere uma hierarquia). Que os nossos indígenas dominavam a astronomia não é novidade, mas o fato de construírem uma estrutura fixa para observar o céu é sinal de que aquela comunidade podia estar abandonando a vida nômade, coisa que nenhuma civilização amazônica faria novamente.


2º Um novo Egito, no Paquistão


Para pesquisador, escrita harappiana guarda o último grande enigma da Antiguidade

Mistério - Hieróglifos escondem detalhes e o destino de uma das primeiras e mais sofisticadas civilizações conhecidas

Onde - Paquistão

Origem estimada - 3300 a.C.

O último grande enigma da Antiguidade está na escrita de uma civilização imponente que desapareceu por volta de 1300 a.C. É o que sustenta o pesquisador Mayank Vahia, do Tata Institute of Fundamental Research, de Mumbai, na Índia. A civilização que ocupou a região hoje dividida entre Índia e Paquistão teve 5 milhões de habitantes. Surgiu por volta de 3300 a.C. e atingiu o auge entre 2600 e 1900 a.C. - nessa época, não devia nada para povos contemporâneos.

Os indoarianos ergueram cidades planejadas e praticaram a agricultura recorrendo a sistemas de drenagem muito eficientes. Entre eles estavam os primeiros dentistas conhecidos. Artesãos, tecelãos e metalúrgicos também se destacavam, assim como os comerciantes. Suas rotas de comércio chegaram ao golfo Pérsico e as feiras que eles realizavam na época sobrevivem, com pouquíssimas mudanças, até hoje. Entre 1300 e 1000 a.C., os harappianos (como são hoje conhecidos por causa da sua capital, Harappa) simplesmente sumiram. As ruínas das cidades da civilização estão cheias de vasos e selos de argila com desenhos de animais e figuras geométricas, tudo disposto da direita para a esquerda. Ali estão registradas transações comerciais e informações administrativas, acredita-se. Mas ainda falta uma Pedra de Roseta, como a que revelou a escrita egípcia porque tinha a mesma inscrição em grego. A própria existência de Harappa era desconhecida do Ocidente até 1842. "Sabemos que esse povo era pacífico e, possivelmente, prezava a igualdade econômica", diz o arqueólogo Jonathan Kenoyer, professor da Universidade de Wisconsin. "Mas, enquanto não decodificarmos a escrita dele, vamos continuar fazendo mais suposições do que afirmações." Sobre o desaparecimento da civilização, faltam dados e sobram opiniões. Há quem defenda que os governantes foram incapazes de lidar com tantos habitantes. Como no caso dos maias, também existem os defensores das causas climáticas - mudanças bruscas de temperatura, aliadas ao desmatamento, teriam provocado longas secas e migrações. Uma terceira linha considera que os harappianos foram derrotados militarmente e incorporados pelos indoarianos.


1º A primeira cidade do mundo?

Construções submersas no Japão, inclusive templos em forma de pirâmide, teriam sido erguidas em 8 mil a.C.

Mistério - Pode revelar povo mítico e mudar o que se sabe sobre aocupação do planeta

Onde - Ilha Yonaguni, Okinawa

Origem estimada - 8 mil a.C.
Há 26 anos, um mergulhador percorria os arredores de Okinawa quando esbarrou em uma estrutura de pedra de 12 m de altura. Fotografou e seguiu adiante. Em 1997, o geólogo Kimura Masaaki, da Universidade de Ryukyus, foi conferir a estrutura - havia anos, ele defendia a tese de que aquela região tinha abrigado uma civilização pré-histórica, que teria deixado marcas culturais na atual população da ilha. Até então, o que se sabia é que a civilização no Japão surgiu perto de 1000 a.C. Masaaki encontrou oito sítios, interligados entre si e semelhantes ao desenho de Machu Picchu. Em 4 km2 , a 60 m de profundidade, havia uma pirâmide de 25 m de altura, cinco templos, um estádio e muros. Certas pedras estavam esculpidas com imagens de humanos e de animais. Ele acredita tratar-se dos restos da mais antiga cidade humana. Os primeiros registros nessa linha estão na Mesopotâmia e datam de cerca de 4000 a.C. "Não temos fósseis e utensílios, pois essas evidências não são preservadas no mar. Isso dificulta a datação. Mas pelo tipo de construção (e as ferramentas exigidas para isso) acho que as estruturas de Yonaguni são de 8 mil a.C.", diz ele. Sabe-se que a região foi atingida por um tsunami em 2 mil a.C.. Assim, o complexo teria ao menos 4 mil anos. De início, a descoberta causou polêmica. "Não identifiquei sinais claros de civilização nas construções. Mas nunca vi formações marítimas como aquelas", afirma o geólogo Robert Schoch, da Universidade de Boston. Ele foi o único a colocar em dúvida se as formações são obra humana. Enquanto geólogos da Universidade de Tóquio confirmavam as afirmações de Masaaki, a imprensa local relacionava a cidade a míticas civilizações, como Mu, que teria sido pujante na Ásia até ser engolida pelo mar. "É possível que o local tenha inspirado os mitos. Mas não dá para garantir", diz Masaaki - que ainda não tem uma teoria detalhada a respeito de quem habitou as construções. O fato é que aquelas pessoas podem ter inaugurado as cidades. "Esse achado muda tudo o que sabemos sobre as primeiras civilizações. Elas começaram mais cedo e foram mais evoluídas do que imaginávamos." O Japão ainda não ordenou a preservação da área.

Não estamos (muito) sós no Universo






Fora de brincadeira: o mais novo trabalho do americano Geoff Marcy e seus colegas é a coisa mais importante — ainda que não seja a mais robusta — já produzida sobre planetas fora do Sistema Solar desde que o primeiro desses mundos foi descoberto ao redor de uma estrela similar ao Sol, em 1995. Graças aos dados do defunto satélite Kepler, pela primeira vez temos uma estimativa concreta de quão frequentes são planetas com condições potencialmente similares às da Terra no Universo.
E a resposta, em duas palavras, é: muito frequentes. A nova estimativa (com todas as incógnitas que ela ainda apresenta) sugere que 22% das estrelas similares ao Sol têm mundos do porte da Terra (uma a duas vezes seu diâmetro) em uma região potencialmente habitável do sistema planetário, em que água pode ser conservada em estado líquido.

Ainda que não atenda àquelas expectativas mais otimistas, feitas antes que os primeiros planetas fora do Sistema Solar começassem a ser descobertos, estamos falando de pencas de mundos potencialmente vivos. Antes se acreditava que praticamente todas as estrelas tinham planetas, e os sistemas planetários se organizavam basicamente da mesma forma que o nosso.
A primeira parte se confirmou. De fato, parece que praticamente todas as estrelas — seguramente todas as mais longevas, como o Sol ou suas irmãs menores, as anãs vermelhas — têm planetas. Já a arquitetura dos sistemas se mostrou ser bem mais variada do que antes se imaginava.
De toda forma, 22% é um bocado. Uma em cada cinco estrelas do tipo solar (incluindo aí as da categoria G, como o Sol, e as da categoria K, ligeiramente menores, como Alfa Centauri B) têm ao menos um planeta rochoso num lugar em que a vida potencialmente seria viável.
A forma que os astrônomos encontraram para expressar essa descoberta é assinalar que, a julgar por essa estatística, o planeta habitável mais próximo deve estar a meros 12 anos-luz de distância, orbitando uma estrela que deve ser visível a olho nu no céu noturno! Podemos estar olhando para uma Terra alienígena ao passearmos nosso olhar pelo firmamento, sem sequer nos darmos conta disso!
Para mim, isso é confirmação experimental suficiente de que a Terra não é tão especial assim na ordem das coisas, e muitos outros planetas parecidos estão lá fora esperando para ser descobertos pelos astrônomos. (Aliás, num anúncio paralelo, a equipe do satélite Kepler revelou ontem ter encontrado 10 novos candidatos a planeta do porte da Terra na zona habitável de suas estrelas!)
É uma velha desconfiança, que vem desde o século 16, com o filósofo italiano Giordano Bruno, mas que nunca esteve tão próxima de ser confirmada.
Apesar do entusiasmo, contudo, precisamos compreender o que realmente significa o achado.
PITADAS DE SAL
Nem todo planeta na zona habitável será de fato habitável. Aliás, a julgar pela definição usada pelos cientistas, Vênus e Marte seriam tão habitáveis quanto a Terra. Sabemos, contudo, que eles são tudo menos isso.
Por quê? A razão é simples. Habitabilidade (ou seja, presença de água líquida estável na superfície) não depende apenas do nível de radiação estelar que chega ao planeta, mas também das condições daquele planeta em particular.
Talvez se Marte estivesse no lugar de Vênus — menor, portanto, menos capaz de reter uma atmosfera densa capaz de gerar efeito estufa agressivo –, ele fosse bem mais aprazível. E o mesmo se pode dizer do inverso. Se Vênus estivesse no lugar de Marte no Sistema Solar, é bem possível que fosse tão agradável quanto a Terra.
A composição exata e a posição dos planetas nos sistemas é largamente aleatória, de forma que nem todos esses supostos planetas — um em cada cinco estrelas — terão a combinação exigida para se tornarem Terras tão gentis quanto a nossa. Usando só o nosso Sistema Solar como base, podemos pensar que, a cada três planetas, um é de fato habitável. E estatística baseada em três exemplos está longe de ser robusta. É possível que o nível de raridade seja bem maior: 1 em 10, ou 1 em 100. Não sabemos.
E eis que, depois disso, vem uma segunda dúvida: uma vez que o planeta é de fato habitável, ele está fadado a se tornar habitado, ou seja, desenvolver vida?
Como ninguém sabe exatamente o que é preciso para a vida surgir, essa é uma pergunta sem resposta no momento. Por um lado, sabemos que a química que gera a vida é altamente complexa e difícil de se produzir sozinha. Por outro lado, sabemos pelo registro fóssil que a vida surgiu na Terra assim que as condições favoráveis se fixaram no planeta. O surgimento da vida pode ser extremamente improvável ou quase uma certeza inevitável, e não há quem tenha essa resposta no momento. (Desconfie de alguém que diz saber.)
Resumo da ópera: se a principal condição para a vida é ter um planeta como a Terra numa região específica do sistema planetário, o Universo deve estar pululando com ETs. O problema é que não sabemos se essa premissa é verdadeira.
E aí reside a grande aventura da ciência nos próximos anos: ao confirmarmos finalmente que planetas como a Terra, em órbita e porte, são bem comuns, poderemos passar a sondar remotamente a atmosfera desses mundos em busca de sinais de vida. Dificilmente essa dúvida cruel sobre o nível de raridade das formas biológicas no Universo persistirá por mais duas décadas. O primeiro — e crucial — passo para matar a charada ancestral foi dado agora. Os próximos serão ainda mais arrepiantes.



Estamos sozinhos no Universo?


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Estamos sozinhos no Universo?
Será que nós, seres humanos, estamos completamente a sós no cenário universal?
O nosso planeta terra, é o único planeta com vida inteligente?
Para respondermos a estas perguntas, primeiramente antes de formarmos qualquer opinião, precisamos compreender a vastidão e a imensidão do universo em que vivemos. Para isso é fundamental rompermos e deixarmos de lado os nossos pré-conceitos e os “programas mentais” já estabelecidos em nossas mentes. Esqueça um pouco o que diz a sua religião, os seus amigos, os seus familiares, o big brother e o que a sociedade lhe ensina. Tente expandir um pouco a sua mente, a sua percepção.
Você conhece a imensidão do universo?
De acordo com os astrônomos, podemos enxergar uma média de 4.000 estrelas no céu aberto, ao olho nu, durante uma noite “limpa”, sem nuvens. Já com uma luneta média, em um observatório astronômico, podemos trazer aproximadamente dois milhões de estrelas ao alcance de nossa visão, enquanto um moderno telescópio de espelho refletor pode nos mostrar até alguns bilhões de estrelas; Mas comparando com as dimensões ilimitadas do cosmos, estes números são insignificantes.
Milky_Way_GalaxyAs estrelas se aglomeram em sistemas que são chamados de galáxias, elas podem ser comparadas a gigantes ilhas vagando pela imensidão do universo. As galáxias possuem um núcleo repleto de estrelas que vão se dissipando por braços espiralados como mostra a imagem acima. É exatamente no núcleo das galáxias onde se encontra a maior população estelar, cerca de 90% das estrelas da galáxia estão no núcleo.  O nosso sistema solar composto por Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão (acho que plutão não faz mais parte), está localizado em um destes braços espirais, a cerca de 30 mil anos luz do núcleo da galáxia, a famosa Via Láctea, que é constituída por cerca de 200 bilhões de estrelas, prestem muita atenção nestes números, 200 bilhões já é algo inimaginável, uma ordem de grandeza colossal, e isto somente em nossa galáxia.
sistema-solarO tamanho da Via Láctea é de 100 mil anos luz, isto significa que nós demoraríamos 100 mil anos viajando na velocidade da luz (300.000 KM por segundo) para irmos de uma ponta a outra da nossa galáxia. Agora lembre-se de que você pode viver no máximo entre 90 a 100 anos de idade. Mesmo se você inventasse uma máquina e conseguisse visitar uma estrela por dia, somente para conhecer a nossa galáxia você precisaria de 200 bilhões de dias, ou viver por 654 milhões de anos. Imagine só, se nós nem conseguimos entender tudo o que existe na terra durante toda uma vida, o que será então de um dia em cada planeta. Estes exemplos servem para nos dar uma ideia da grandiosidade do nosso universo.

O PODER DO SAL GROSSO

SAL GROSSO ... VALE A PENA LER... "E você pensou que era só misticismo? É não, veja!" SAL GROSSO CIENTIFICAMENTE PROVADO SAL GROSSO - ONDA VIOLETA Quem diria! O Sal grosso tem o mesmo comprimento de onda da cor violeta! Interessante!!! Por isso que funciona... Aproveitem! Os Poderes do Sal Grosso ... O sal grosso é considerado um potente purificador de ambientes. Povos distintos usam o sal para combater o mau-olhado, e deixar a casa a salvo de energias nefastas. O sal é um cristal e por isso emite ondas eletromagnéticas que podem ser medidas pelos radiestesistas. Ele tem o mesmo comprimento de onda da cor violeta, capaz de neutralizar os campos eletromagnéticos negativos Visto ao microscópio o sal bruto revela que é um cristal, formado por pequenos quadrados ou cubos achatados. As energias densas costumam se concentrar nos cantos da casa, por isso, colocar um copo de água com sal grosso ou sal de cozinha equilibra essas forças e deixa a casa mais leve. Para uma sala média onde não circula muita gente, um copo de água com sal em dois cantos é suficiente. Em dois ou três dias, já se percebe a diferença. Quando se formam bolhas é hora de renovar a salmoura. A solução de água e sal também é capaz de puxar os íons positivos, isto é, as partículas de energia elétrica da atmosfera, e reequilibrar a energia dos ambientes. Principalmente em locais fechados, escuros ou mesmo antes de uma tempestade, esses íons têm efeito intensificador e podem provocar tensão e irritação. A prática simples de purificação com água e sal deve ser feita à menor sensação de que o ambiente está carregado, depois de brigas ou à noite, no quarto, para que o sono não seja perturbado. Já foi considerado o ouro branco (salmoura para conservar alimentos). Os povos foram desenvolvendo técnicas de usar o sal, como as abaixo descritas: Uma pitada de sal sobre os ombros afasta a inveja. Para espantar o mau-olhado ou evitar visitas indesejáveis, caboclos e caipiras costumam colocar uma fileira de sal na soleira da porta ou um copo de salmoura do lado esquerdo da entrada. A mistura de sal com água ou álcool absorve tudo de ruim que está no ar, ajuda a purificar e impede que a inveja, o mau-olhado e outros sentimentos inferiores entrem na casa. Depois de uma festa, lavar todos os copos e pratos com sal grosso para neutralizar a energia dos convidados, purificando a louça para o uso diário. Na tradição africana, quando alguém se muda, as primeiras coisas a entrar na casa são: um copo de água e outro com sal. Usam sal marinho seco, num pires branco atrás da porta para puxar a energia negativa de quem entra. Também tomam banho com água salgada com ervas para renovar a energia interna e a vontade de viver. No Japão, o sal é considerado poderoso purificador. Os japoneses mais tradicionais jogam sal todos os dias na soleira das portas e sempre que uma visita mal vinda vai embora. Símbolo de lealdade na luta de sumô. Os campeões jogam sal no ringue para que a luta transcorra com lealdade. Use esse poderoso aliado! É barato, fácil de encontrar, e pode lhe ajudar em momentos de dificuldade e de esgotamento energético! Modo de tomar o banho de sal grosso Após seu banho convencional, deixe um punhado de sal grosso escorrer do pescoço para baixo, embaixo da água da ducha. Banho de sal grosso e o antigo escalda-pés (mergulhar os pés em salmoura bem quente) têm o poder de neutralizar a eletricidade do corpo. Para quem mora longe da praia é um ótimo jeito de relaxar e renovar as energias. Tomar banho de água salgada com bicarbonato de sódio descarrega as energias ruins e é relaxante. O famoso banho de assento, com água morna e bicarbonato de sódio, é excelente para a higiene íntima, pois evita infecções. Mas no banho, o único cuidado é não molhar a cabeça, pois é aí que mora o nosso espírito e ele não deve ser neutralizado. Uma opção que agrada muitas pessoas é colocar um punhado de sal dentro de uma meia, e repousar esta na nuca (atrás do pescoço) debaixo da ducha. Não são aconselháveis banhos frequentes com o sal. Dê preferência para os banhos na fase da Lua Cheia, utilize velas no banheiro, e se quiser ativar sua intuição, apague as luzes do banheiro. Benefícios de banhos e escalda pé com sal grosso. • Fisiológicos: Ajuda a desintoxicar o corpo e afastar os vírus. Estimula a circulação natural para a melhoria da saúde Ajuda a aliviar o pé do atleta, calos e calosidades. Relaxa a tensão, dores musculares e nas articulações. Ajuda a aliviar artrite e reumatismo Ajuda a aliviar a dor lombar crônica Benefícios estéticos: Tira as impurezas da pele Alivia irritações da pele como psoríase /eczema. Alivia comichão, ardor e picadas. Suaviza e amacia a pele• Incentiva a pele se renovar. Ajuda a curar as cicatrizes. Restaura o equilíbrio a umidade da pele. Ocupacional: Alivia o cansaço, os pés doloridos e os músculos da perna Alivia a tensão nas mãos e punhos. Ajuda a aliviar lesões ocorridas nas práticas esportivas. Psicofísica: Proporciona um relaxamento profundo Ajuda a aliviar o estresse e tensão

sábado, 23 de novembro de 2013

Uma Nave Espacial Alienígena na Lua



Uma Nave Espacial Alienígena na Lua






Esta é uma história que tem circulado na Web desde 2007. É bastante surpreendente e fico espantado por não ter recebido mais atenção. Penso que muitos editores imaginaram que era demasiado absurda para ser verdade.

Para ser honesto, pensamos que era uma fraude até que um dos membros do viewzone decidiu procurar excertos do filme no site da NASA, e notou que havia duas imagens disponíveis do objecto, (tiradas de ângulos diferentes) e fez uma composição a 3 D. Os resultados estão no fim desta página. Embora não estejamos confiantes no vídeo e nas imagens da entidade alienígena (o corpo de mulher), estamos surpreendidos que as imagens a r dimensões mostrem um verdadeiro objecto na superfície da Lua.

Se têm os óculos vermelhos e azuis a 3 D, podem ver a nave especial com muita nitidez. Não há muitas dúvidas que é uma nave espacial – ou isso ou um submarino – mas deixamos isso ao critério dos leitores.


Uma Nave Espacial Alienígena na Lua

Origem da história

O relato chegou até nós de um homem que afirma que fez parte de uma missão especial da NASA:

William Rutledge está reformado e agora vive em África. Surgiu recentemente para revelar alguns factos espantosos sobre o seu envolvimento com a NASA nos anos 70. Rutledge afirma ter trabalhado pelo menos em duas missões à Lua, incluindo a missão falhada da Apollo 19, e da Apollo 20, que diz ter sido lançada em Agosto de 1976 da Base da Força Aérea de Vandenberg.

Segundo Rutledge, ambas estas missões eram "missões Espaciais classificadas conjuntas" resultantes da colaboração entre o governo dos Estados Unidos e o governo Soviético. Não aparecem em nenhum registo das missões da NASA -- e, se for verdade – por boas razões.

O objectivo dessas missões era investigar um grande objecto no lado oculto da Lua, na região Delporte-Izsak, alegadamente descoberto e fotografado durante a missão Apollo 15. O objecto, que se assemelha vagamente a um caça "Asa X" como é visto nos filmes da Guerra das Estrelas, foi tomado por um spacecraft (nave espacial) que se tinha despenhado ou que foi abandonada na Lua em tempos antigos.


Uma Nave Espacial Alienígena na Lua


Uma Nave Espacial Alienígena na Lua

Qual é o tamanho desta nave? Graças ao site ramistrip.com, temos um gáfico para demonstrar. Quando dizemos "enorme" realmente precisamos de outra palavra porque esta não descreve esta nave. Deixo que a fotografia fale por si!


Uma Nave Espacial Alienígena na Lua

Imagens, e mesmo vídeos dessa nave apareceram na web, e foram popularizadas por investigadores como Richard C. Hoagland durante os últimos anos.


Uma Nave Espacial Alienígena na Lua

O corpo recuperado de uma mulher EBE

Rutledge afirma que eles (juntamente com o cosmonauta Soviético Lexei Leonov) aterraram um módulo Lunar (de fabrico Russo) perto da nave alienígena e entraram nela. Certos artefactos foram descobertos e recuperados, incluindo dois corpos pertencendo aos alegados "pilotos --Um estava em excelentes condições e parecia ser uma mulher. Um segundo corpo estava demasiado deteriorado e a cabeça foi recuperada. A mulher foi apelidada de "Mona Lisa".

"Fomos ao interior da nave especial enorme, e também de forma triangular. A parte mais destacada da exploração foi a seguinte: Era uma nave espacial, muito antiga, que cruzou o universo pelo menos a um bilião de anos ( 1 bilião e meio foi o tempo estimado). Haviam muitos sinais biológicos dentro dela, restos antigos de vegetação na secção do "motor", rochas triangulares especiais que emitiam "lágrimas" de um liquido amarelo que tinham propriedades medicinais e, certamente, de criaturas extra solares. Encontramos restos de pequenos corpos (10 cm) a viver numa rede de tubos de vidro, em toda a nave, mas a principal descoberta foram dois corpos, um intacto.

A "City" como foi chamada na Terra e registada como estação um, mas que parecia ser verdadeiro lixo espacial, cheia de cortes, partes de ouro, só uma construção parecia intacta (chamamos-lhe a Catedral). Fizemos fotos de peças de metal, de tudo o que mostrava caligrafia, exposto ao sol. A "City" parece ser tão antiga quanto a nave, mas é uma parte muito pequena. No vídeo pirata, as lentes das teleobjectivas tornam os artefactos maiores.


Uma Nave Espacial Alienígena na Lua
Uma Nave Espacial Alienígena na Lua
Uma Nave Espacial Alienígena na Lua

Imagens da "City"

Não me lembro quem deu o nome à rapariga, se foi Leonov ou eu – era uma EBE (extraterrestrial biological entity = entidade biológica extra terrestre ) intacta. Humanoide, fêmea, 1.65. Com órgãos genitais, cabelo, seis dedos ( acreditamos que a matemática é baseada na dúzia). Função: piloto. Aparelhos de pilotagem fixados aos dedos e aos olhos, sem roupas, tivemos de cortar dois cabos ligados ao nariz. Sem buracos nas narinas. Leonov retirou os aparelhos dos olhos (pode ver no vídeo). Concreções de sangue ou de liquido que surgiu e congelou na boca, nariz, olhos e em algumas partes do corpo. Algumas partes do corpo estavam numa condição excepcionalmente boa, (cabelo) e a pele estava protegida por uma fina camada transparente. Como dissemos para o controlo da missão, o estado vital parecia nem morto nem vivo. Não tínhamos conhecimentos nem experiência médica, mas Leonov e eu aplicamos um teste, aplicamos o nossos equipamento biológico ao EBE, e a telemetria recebida pelo cirurgião (Médicos de Controlo da Missão) foi positiva.

Isso é outra história. Agora, algumas partes podiam não ser credíveis, prefiro contar a história toda quando estiverem outros vídeos online. Esta experiência foi filmada em LM. Encontramos um outro corpo, destruído, trouxemos a cabeça para bordo. A cor da pele era azul acinzentada e azul pastel. A pele tinha alguns pormenores estranhos, debaixo dos olhos e na testa, uma banda à volta da cabeça, sem qualquer inscrição. O "cockpit" = cabine de comando estava cheio de caligrafia em forma de tubos longos semi hexagonais. Ela está na Terra e não está morta, mas prefiro publicar outros vídeos antes de dizer o que aconteceu depois."
-- Entrevista de William Rutledge (em Inglês)


Uma Nave Espacial Alienígena na Lua

Foram encontrados na face da mulher alienígena tubos estranhos. Foram removidos mais tarde e o seu corpo oi inspeccionado e filmado a bordo do Módulo Lunar. O vídeo está disponível no YouTube.



Também foram encontradas amostras do que parece ser escrita. Embora pareça mais serem gatafunhos.


Uma Nave Espacial Alienígena na Lua

Conclusão da Viewzone

Se bem que o vídeo e a história possam parecer ser um embuste, o objecto que foi fotografado pela Apollo 15 é completamente real. Não é uma descoloração da superfície, um artefacto ou uma cratera estranhamente iluminada. A fotografia a 3 dimensões mostra claramente a forma e a posição deste objecto tão pouco habitual.

Em baixo, tomamos duas imagens publicadas da missão Apollo 15 e misturamos para formarem uma imagem a 3 dimensões. Para ver com exactidão necessita de um par de óculos de 3 dimensões (vermelho na lente esquerda e azul na direita. O que é isto?


3D glasses on!
Uma Nave Espacial Alienígena na Lua


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