
Há uma gigante pedra na Cidade Maravilhosa. Ela não esta entre as sete maravilhas do mundo como o Cristo Redentor, mas é um dos muitos enigmas da terra. A 842 metros acima do nível do mar, entre os bairros da Barra da Tijuca e São Conrado, existe uma lendária montanha, chamada Gávea, um nome dado pelos primeiros portugueses que notaram que ela era um observatório perfeito das caravelas que chegavam.
A pedra da Gávea é a face de um gigante desconhecido, onde existem inscrições antigas que podem ser de um povo que viveu na terra cerca de 1.000 a.C. Mas ninguém até hoje conseguiu provar quem as fez e o por quê.
Os estudos começam no século XIX, quando o então imperador do Brasil D. Pedro I inicia pesquisas oficiais na rocha, segundo relatório fornecido pelo grupo de pesquisa diz que eles “viram as inscrições e também algumas depressões feitas pela natureza.”. Entretanto essa análise foi muito refutada, pois qualquer um que veja as marcas de perto acredita que nenhum fenômeno natural faria aquelas inscrições.
Depois do primeiro relatório a Pedra voltou à tona, quando em 1931 um grupo de excursionistas formou uma expedição para achar uma suposta tumba de um rei fenício que subiu ao trono em 856 a.C. Escavações amadoras foram feitas sem muito êxito. Em 1937 este mesmo clube organizou outra expedição, desta vez com um número grande de participantes, com o objetivo de explorar a face e os olhos da cabeça até o topo, usando cordas. Esta foi a primeira vez que alguém explorava aquela parte da rocha depois dos fenícios, se a lenda está correta.
No ano de 1946, o Centro de Excursionismo Brasileiro enviou um grupo de exploradores para uma escalada no lado Oeste, eles conquistaram a orelha direita da cabeça, a qual está a 20 metros de altura e tem uma inclinação de 80 graus do chão. Depois dessa perigosa subida, encontraram ali, na orelha, uma entrada para uma gruta que leva a uma longa e estreita caverna interna que vai até ao outro lado da pedra.
O lado leste da cabeça, chamado de “Paredão do Escaravelho”, só foi explorado em 1972 pela Equipe Neblina. Nessa expedição eles encontraram inscrições feitas a 30 metros abaixo do topo, as quais estão muito bem conservadas para um lugar de chuvas constantes como Rio. As inscrições só foram traduzidas em 1963 pelo professor de habilidade científica chamado Bernardo A. Silva Ramos.

Foto da inscrição
LAABHTEJBARRIZDABNAISINEOFRUZT
Que lidas ao contrário:
TZUR FOENISIAN BADZIR RAB JETHBAAL
Ou:
TIRO, FENÍCIA, BADEZIR PRIMOGÊNITO DE JETHBAAL
Fim do Mistério?
Fim do Mistério?
O jornal “O Globo” no dia 6 de Agosto de 2000 publicou a pesquisa
feita por um grupo de geólogos que acreditam ter colocado um ponto final
no mistério da Pedra da Gávea, depois de mais de 200 anos de muitas
teorias, de que ela poderia ser: uma tumba de um rei fenício, a cabeça
de uma gigante esfinge, portal para um outro mundo ou, até mesmo, pouso
para naves espaciais. Os dados apresentados pelo grupo formado por
estudantes da UFRJ e da UERJ, que utilizando na pesquisa o GPR(sigla que
inglês quer dizer radar de penetração no solo) chegaram a seguinte
conclusão “Os dados obtidos não mostram nada além de rocha maciça na
Pedra da Gávea” - declaração feita pela geofísica Paula Ferrúcio da
Costa . Concluíram também que as inscrições não passam de falhas
geológicas causadas pelas intemperes que desgastaram os minérios mais
sensíveis.Os arqueólogos diferentes dos geólogos ainda não confirmaram a tese dos fenícios tampouco a descartam.
O que despertou 200 anos de muitas teorias?
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(Provérbio Árabe)
A humanidade está cercada de mistérios, de grandes enigmas os quais alimentam nossa sede por saber, por novas descobertas. O que seria de nós, humanos, se não houvesse mais nada a saber, se não houvesse mais nada para descobrir?



As
estrelas se aglomeram em sistemas que são chamados de galáxias, elas
podem ser comparadas a gigantes ilhas vagando pela imensidão do
universo. As galáxias possuem um núcleo repleto de estrelas que vão se
dissipando por braços espiralados como mostra a imagem acima. É
exatamente no núcleo das galáxias onde se encontra a maior população
estelar, cerca de 90% das estrelas da galáxia estão no núcleo. O nosso
sistema solar composto por Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter,
Saturno, Urano, Netuno e Plutão (acho que plutão não faz mais parte),
está localizado em um destes braços espirais, a cerca de 30 mil anos luz
do núcleo da galáxia, a famosa Via Láctea, que é constituída por cerca
de 200 bilhões de estrelas, prestem muita atenção nestes números, 200
bilhões já é algo inimaginável, uma ordem de grandeza colossal, e isto
somente em nossa galáxia.
O tamanho da Via Láctea é de 100 mil anos luz, isto significa que nós demoraríamos 100 mil anos viajando na 










