Realmente,
o planeta Terra merece ser estudado profundamente. Os seus habitantes
querem viajar a outros mundos quando ainda não conhecem o mundo em que
vivem.
Por todo o planeta, se encontra inúmeros fatos, eventos, fenômenos,
completamente ignorados pela ciência oficial. Não será demais recordar
alguns acontecimentos que se verificam nos mares. Comecemos trazendo à
lembrança certos fenômenos que ocorrem a algumas criaturas dos oceanos.
Em agosto de 1917, foi vista em Cape Ann (Massachussets, Estados Unidos)
uma serpente marinha que media 27 metros de comprimento. A Sociedade de
Naturalistas de Boston a esteve observando detidamente.
Lamentavelmente, nunca mais se voltou a vê-la por aquelas regiões, é
óbvio.
O oceanógrafo dinamarquês Anton Brunn viu em um barco de arrastão a
captura de um filhote de rã em estado de larva que media uns dois metros
de tamanho. Se o tivessem deixado se desenvolver, de acordo com os
estudos naturalistas, teria alcançado uns 22 metros. São geralmente
criaturas desconhecidas, mas, como vivem? Como atuam? De onde se
desenvolver? Por que existem?
Pensemos agora no famoso peixe azul que se considerava desaparecido. Se
lhe chamou sempre de forma poética com um nome que nos lembra o canto, a
poesia. Refiro-me a coleocanto; animal algo estranho que tem
extremidades parecidas com as dos seres humanos. Vive especialmente no
fundo do oceano Índico e existiu na Lemúria. Isso indica que ainda pelos
dias atuais aquele peixe segue habitando a Lemúria. Vive nas
profundezas oceânicas e rara vez sobe para a superfície.
Inquestionavelmente, as profundezas do Oceano Índico são
extraordinárias. Deixa-nos muito para pensar a existência de um animal
antediluviano em pleno século XX. Por que nestes tempos? A que se deve?
Certa vez, encontrou-se os restos fossilizados de um coleocanto e
calculou-se-lhe 18 milhões de anos de existência. O coleocanto era muito
conhecido há 60 milhões de anos. É assombrosa a aparência do
coleocanto. Chama a atenção que tenha as extremidades residuais
desenvolvidas, isto é, membros parecidos com braços, mãos ou pés do ser
humano. Ainda existe e está bem vivo. Criatura antediluviana nas décadas
finais desse século? Que poderiam dizer os antropólogos materialistas
sobre um animal assim? Qual seria seu conceito? Tudo isso nos convida
para uma grande reflexão. Que diremos nós em verdade sobre o mosassauro
ou sobre o ictiossauro dos tempos arcaicos, os quais ainda seguem
vivendo nas profundezas terríveis do Pacífico? Que sabem sobre isso os
homens da ciência profana? Absolutamente nada! Assim que, convém que
sigamos explorando essas questões a fim de formarmos um conceito claro.
O caso das enguias resulta por certo muito especial. Algumas enguias
procedentes da Europa e da América vão se encontrar no mar do Sargaços
com o propósito de se reproduzirem. Porém, o interessante é que nunca
voltam ao ponto de partida. Quem na verdade retorna são os filhos. Por
que isso acontece? Por que os pais não voltam e sim os filhos? Como os
antropólogos da falsa ciência poderiam explicar esses fenômenos? O que
sabem sobre este particular? Estou seguro que eles ignoram completamente
esses assuntos.
Estudemos o caso do atum, o qual em verdade merece muita reflexão. Os
atuns saem do Brasil e se dirigem para a Escócia, depois aproximam-se da
Europa e passam perto do Mediterrâneo, porém é raro o atum que viaja
pelo Mediterrâneo. Que poderiam dizer sobre isso os homens da ciência?
Por que as correntes migratórias do atum não entram no Mediterrâneo?
Quem as dirige? Por que o fazem? Em que época os senhores da
antropologia definiram esses eventos? Se eles pretendem ter a sabedoria
do universo, por que não falam sobre isso em particular? Essa gente
materialista não somente ignora, como ainda ignora que ignora. Isso é
gravíssimo.
Há enormes calamares, monstros gigantescos dotados de grandes
tentáculos, sobre os quais a ciência retardatária nunca falou nada.
Pode-se calcular o tamanho desses calamares através dos esqueletos
achados ocasionalmente. Marcas de tentáculos enormes foram encontrados
no lombo das baleias. Sem qualquer dúvida, os tentáculos dos calamares
succionam o pigmento da pele e deixam a marca que sugere titânicas lutas
nas profundezas oceânicas.
Há peixes-lagartos ou ichthysaurus de origem desconhecida sobre os quais a pseudo-antropologia nunca fez comentários.
Continuando, falaremos também de outros fenômenos que são desconhecidos
pelos ditos senhores. Sabemos que há rios no mar a centenas de metros de
profundidade e que se deslocam em direções opostas. Por que o fazem?
Por que um rio vizinho do outro tem seu curso em direção oposta e no
mesmo oceano? Esses rios giram: os do norte da esquerda para a direita,
como os ponteiro de um relógio visto de frente, e os do sul ao inverso.
Porém, por que a corrente de Bengala não gira? Que se passa? Qual a
explicação dada pela pseudosapiência? Por que ficam calados? Que podem
nos dizer a respeito?
Frente à costa do Peru, a 1.500 metros de profundidade, pôde-se observar
colunas talhadas entre edifícios. Foram obtidas magníficas fotografias.
Fica assim demonstrada a existência da Lemúria, porém os tontos
cientistas continuarão negando, negando e negando.
Há civilizações desaparecidas como a da ilha da Páscoa, onde ainda hoje
existem monumentais estátuas, enormes cabeças humanas talhadas por mãos
de titãs. A ciência materialista nunca disse nada, somente cala, cala,
cala… Que diremos da Antártida? Não há dúvida que antes da revolução dos
eixos da Terra existiram poderosas civilizações nos pólos sul e norte.
Sem dúvida alguma, nos gelos da Antártida, estão os restos dessas
antiguíssimas culturas. Chegará o dia em que a pá dos arqueólogos poderá
desenterrá-los. Enquanto isso, a ciência não dá explicações.
Há ondas gigantescas em mares tranqüilos e serenos, ondas isoladas que
não tem razão de ser. Refiro-me precisamente às ondas seiche. Qual a sua
origem? Algum terremoto submarino? Como os senhores cientistas
materialistas poderiam explicá-las? Que dizem os inimigos do eterno a
respeito? Que hajam ondas em mares furiosos se aceita, mas que em um mar
tranqüilo surja uma onda isolada, solitária, gigantesca e monstruosa,
sem se saber o motivo, por que? Isso nunca teve explicação científica!
No entanto, esses fatos ocorrem no oceano e os cientistas materialistas
não podem explicar.
Na cordilheira submarina central do Atlântico, onde antes estivera o
grande continente atlante, ocorrem ao redor de cem mil terremotos
anuais….Recordem que terríveis terremotos e grandes maremotos acabaram
com o continente atlante. Porém, ainda nos dias atuais, a submersa
Atlântida segue tremendo.
Convém que reflitamos sobre todos estes temas, pois no fundo criam muita
inquietação. A Terra é desconhecida pelos antropólogos materialistas.
Na realidade, este mundo continua sendo um verdadeiro enigma para eles.
Há uma certa espécie de lagosta que se reúne em quantidades suficientes
para constituírem uma migração. Elas descem pela plataforma continental
seguindo para a planície abissal com rumo desconhecido. Que dizem sobre
isso os supostos sábios? Quem explicações dão? Para onde se dirigem?
Qual é a meta exatamente? Por que realizam semelhantes migrações?
Enigmas que os ignorantes ilustrados não entendem!
A Terra não foi sempre como é agora. Sua fisionomia geológica mudou
várias vezes. Se nós examinarmos os quatro mapas de Elliot Scott veremos
que a Terra há um milhão de anos era completamente diferente. Esses
quatro mapas geográficos merecem ser tidos em consideração. Eles se
assemelham a quatro mapas que existem em algumas criptas subterrâneas da
Ásia Central. Os sabichões da ciência materialista desconhecem tais
mapas, pois são guardados secretamente com o propósito de conservá-los
intactos, já que os senhores da antropologia estão sempre dispostos a
alterar tudo com a finalidade de justificar suas tão cacarejadas
teorias.
O
primeiro mapa de Elliot Scott chama muito a atenção, resulta
interessantíssimo. Nele se vê como era o mundo há uns oitocentos mil
anos A.C. Naquela época, a região dos braquicéfalos da preclara
antropologia ultramoderna não existia. Desde o estreito de Bering,
passando pela Sibéria e Europa, até a França e Alemanha, a única coisa
que havia era água. Nem a Sibéria nem a Europa tinham ainda aparecido do
fundo do oceano. Da África, não havia senão a parte oriental porque o
oeste e o sul permaneciam submersos nas embravecidas ondas do oceano. O
pequeno continente que então existia na África oriental era conhecido
com o nome de Grabonzi. A América do Sul estava no fundo das águas do
oceano. Estados Unidos, Canadá e Alasca estavam submersos e, no entanto,
o México existia.
Parece incrível que há oitocentos mil anos A. C. o México já existisse.
Quando a Europa ainda não tinha aparecido, o México já existia. Quando a
América do Sul ainda não tinha saído do fundo dos mares, o México já
existia. Isso nos convida a compreender que nas entranhas da sagrada
terra mexicana , tão antiga quanto o mundo, há tesouros arqueológicos e
esotéricos que ainda não foram descobertos.
A Lemúria foi naquele tempo um gigantesco continente que se estendia
pelo Pacífico e o cobria todo. Sua área que abrangia a Austrália, a
Oceania e o Índico projetava-se por todo o Pacífico até estes lugares
onde mais tarde brotaria a América do Sul. Quão monumental era a
Lemúria! Que enorme!
A fisionomia do globo terrestre era completamente diferente há uns
oitocentos mil anos A. C. A capital da Atlântida era Toyan, a cidade das
sete portas de ouro maciço.
Dirão os antropólogos materialistas, que não vêem além de seus narizes:
em que nos baseamos para poder falar sobre a grande capital? Quero dizer
aos senhores que tanto trabalharam para tirar os valores eternos da
humanidade e para precipita-la no caminho da involução que temos dados
exatos. Podemos falar sobre a Atlântida com segurança. Há mapas que são
conservados secretamente em criptas subterrâneas e que indicam onde
estava Toyan, a capital atlante. Assim, pois, se falamos, o fazemos com
conhecimento de causa. Se situamos a Lemúria e a Atlântida é porque
foram continentes reais.
Toyan estava situada em um ângulo, no sudeste daquele grande país,
frente á costa sudeste de uma franja de terra que se estendia claramente
até o Loire, no Mediterrâneo, e leste da África e que por fim chegava
até o sul da Ásia, a qual já existia. A Atlântida em si se projetava
desde o Brasil até os Açores e desde a Nova Escócia diretamente por todo
o oceano Atlântico.
A Atlântida cobria em sua totalidade ao oceano que leva seu nome. Era um
grande país. Imaginem por um momento a Atlântida projetando-se até os
Açores e Nova Escócia e descendo até onde hoje é o Brasil. Que enorme
continente era! Estendia-se de norte a sul! Era grandioso! Afundou
devido a grandes terremotos. Várias catástrofes foram necessárias para
que a Atlântida desaparecesse definitivamente.
O cenário do mundo tem mudado. A fisionomia do globo terrestre não foi
sempre a mesma e nele se desenvolveram as diferentes raças humanas.
Precisamos estudar cuidadosamente a fisionomia do mundo dos antigos
tempos e as diferentes alterações geológicas pelas quais passou. Apenas
assim conseguiremos formar um conceito preciso sobre a origem do homem,
de suas diversas culturas e de seus diversos processos evolutivos e
involutivos. Mas, se ficarmos engarrafados nos preconceitos
contemporâneos, não conseguiremos conhecer nada sobre a geologia, e
muito menos sobre o desenvolvimento da raça humana.
É necessário inquirir, investigar e analisar…Há muitos enigmas sobre a
superfície da Terra e muitos deles a ciência oficial nem os conhece.
Como é possível que o ictiossauro ou monossauro, que pertenceu às épocas
do plioceno, siga existindo em pleno século 20 nas profundezas do
Pacífico?São enigmas que os insignes materialistas até agora nem puderam
compreender, quanto mais decifrar.
Temos de conhecer os diferentes cenários do mundo. Temos de lançar luz
às trevas. Uma vez que tenhamos posto os fundamentos científicos da
antropologia gnóstica, revisaremos as antigas culturas. É indispensável
saber como surgiram os pelasgos na Europa. É preciso conhecer as
culturas arcaicas. É urgente saber algo sobre a civilização dos
hiperbóreos etc. Porém, antes de tudo, há que se revisar as diferentes
mudanças geológicas pelas quais passou a Terra.
Compreendemos que cada raça teve um cenário. Precisamos conhecer o
ambiente, o clima, as condições que teve para viver, etc. Isto é
indispensável!… Quando se diz que as culturas da América vieram do
continente asiático através do estreito de Behring, está se afirmando
uma espantosa falsidade porque os mapas antigos demonstram que o
estreito de Behring, a Sibéria, o Canadá e os Estados Unidos não
existiam.
Há 800 mil anos o México tinha uma população solene, maravilhosa,
separada do Estreito de Behring pelos grandes oceanos. Assim é que a
ciência materialista está falando do que não viu, do que não lhe consta.
Enquanto que nós falamos tomando como base mapas como os de Elliot
Scott e outros similares que se encontram nas criptas subterrâneas das
cordilheiras do Himalaia na Ásia Central.
Os que afirmam que a raça humana chegou à América pelo estreito de
Behring estão demonstrando uma grande ignorância, um desconhecimento
total das antigas cartas geográficas. Com esse tipo de afirmações, os
antropólogos materialistas estão enganando a opinião pública e abusando
da inteligência dos leitores.
Nós, repito, somos amantes da investigação científica e da análise
exata. Não nos permitimos ao luxo de aceitar teorias materialistas. Não
somos tão tontos a ponto de deixar que nos enganem como suposições
fundamentadas em falsos utopismos. Temos cartas geográficas e estamos
seguros que os leitores desta obra compreenderão bem a nossa posição e
compreenderão ainda melhor depois que as entregarmos ao mundo.