terça-feira, 15 de abril de 2014

Exilados de Capela




Dentre os vários contingentes de exilados trazidos para o planeta Terra, o caso mais vivo em nossa memória espiritual, talvez por ter sido o mais recente, é o dos exilados provenientes do sistema de Capela.

Conforme nos relata Ramatis em "Mensagens do Astral", obra psicografada por Hercílio Maes, "...temos à disposição em nosso mundo, literatura mediúnica que cita muitos casos de espíritos expulsos de outros orbes para a Terra, em fases de seleção entre o "trigo e o joio" ou entre os "lobos e as ovelhas", fases essas pelas quais tereis em breve de passar, para higienização do vosso ambiente degradado.

Entre os muitos casos de exílio que vosso mundo tem acolhido, ocorreram diversos casos isoladamente (em pequenos contingentes), e bem como emigrações em massa, como a proveniente do sistema de Capela, as quais constituíram no vosso mundo as civilizações dos chineses, hindus, hebraicos e egípcios, e ainda o tronco formativo dos árias. Esse o motivo por que, ao mesmo tempo em que floresciam civilizações faustosas e se revelavam elevados conhecimentos de ciência e arte, desenvolvidos pelos exilados, os espíritos originais da Terra mourejavam sob o primitivismo de tribos acanhadas.

Ombreando com o barro amassado, das cabanas rudimentares do homem terrícola, foram-se erguendo palácios, templos e túmulos faustosos, comprovando um conhecimento e poder evocado pelos exilados de outros planetas."

"No vosso mundo, esses enxotados de um paraíso planetário constituíram o tronco dos árias, descendendo dele os celtas, latinos, gregos e alguns ramos eslavos e germânicos; outros formaram a civilização épica dos hindus, predominando o gênero de castas que identificava a soberbia e o orgulho de um tipo psicológico exilado. As mentalidades mais avançadas constituíram a civilização egípcia, retratando na pedra viva a sua "Bíblia" suntuosa, enquanto a safra dos remanescentes, inquietos, indolentes e egocêntricos, no orbe original, fixou-se na Terra na figura do povo de Israel.

Certa parte desses exilados propendeu para os primórdios da civilização chinesa, onde retrataram os exóticos costumes das corporações frias, impiedosas e impassivas do astral inferior, muito conhecidas como os "dragões" e as "serpentes vermelhas".

Segundo Edgar Armond na obra "Os Exilados da Capela", "esta humanidade atual foi constituída, em seus primórdios, por duas categorias de homens, a saber: uma retardada, que veio evoluindo lentamente através das formas rudimentares da vida terrena, pela seleção natural das espécies, ascendendo trabalhosamente da inconsciência para o Instinto e deste para a Razão; homens, vamos dizer autóctones, componentes das raças primitivas das quais os "primatas" foram o tipo anterior melhor definido; e outra categoria, composta de seres exilados da Capela, o belo orbe da constelação do Cocheiro a que já nos referimos, outro dos inumeráveis sistemas planetários que formam a portentosa, inconcebível e infinita criação universal."

"Esses milhões de ádvenas para aqui transferidos, eram detentores de conhecimentos mais amplos, e de entendimento mais dilatado, em relação aos habitantes da Terra e foi o elemento novo que arrastou a humanidade animalizada daqueles tempos para novos campos de atividade construtiva, para o aconchego da vida social e, sobretudo, deu-lhe as primeiras noções de espiritualidade e do conhecimento de uma divindade criadora."

"Essa permuta de populações entre orbes afins de um mesmo sistema sideral, e mesmo de sistemas diferentes, ocorre periodicamente, sucedendo sempre a expurgos de caráter seletivo; como também é fenômeno que se enquadra nas leis gerais da justiça e da sabedoria divinas, porque vem permitir reajustamentos oportunos, retomadas de equilíbrio, harmonia e continuidade de avanços evolutivos para as comunidades de espíritos habitantes dos diferentes mundos."

"Por outro lado é a misericórdia divina que se manifesta, possibilitando a reciprocidade do auxílio, a permuta de ajuda e de conforto, o exercício enfim, da fraternidade para todos os seres da criação. Os escolhidos, neste caso, foram os habitantes de Capela que deviam ser dali expurgados por terem se tornado incompatíveis com os altos padrões de vida moral já atingidos pela evoluída humanidade daquele orbe."

"Mestres, condutores e líderes que então se tornaram das tribos primitivas, foram eles, os exilados, que definiram os novos rumos que a civilização tomou, conquanto sem completo êxito."

Vamos prosseguir neste tópico com informações trazidas por Emmanuel em "A Caminho da Luz", obra psicografada por Francisco Cândido Xavier, as quais nos proporcionam uma rápida idéia de como e em que regiões do planeta foram organizados os exilados provenientes de Capela.

O Sistema de Capela

Nos mapas zodiacais, que os astrônomos terrestres compulsam em seus estudos, observa-se desenhada uma grande estrela na Constelação do Cocheiro, que recebeu, na Terra, o nome de Cabra ou Capela. Magnífico sol entre os astros que nos são mais vizinhos, Capela é uma estrela inúmeras vezes maior que o nosso Sol e, se este fosse colocado em seu lugar, mal seria percebido por nós, à vista desarmada.

Na abóbada celeste está situada no hemisfério boreal, limitada pelas constelações da Girafa, Perseu e Lince; e quanto ao Zodíaco, sua posição é entre Gêminis, Perseu e Tauro. Na sua trajetória pelo Infinito, faz-se acompanhar, igualmente, da sua família de mundos, cantando as glórias do Ilimitado. A sua luz gasta cerca de 42 anos para chegar à face da Terra, considerando-se, desse modo, a regular distância existente entre Capela e o nosso planeta, já que a luz percorre o espaço com a velocidade aproximada de 300.000 quilômetros por segundo.

Quase todos os mundos que lhe são dependentes já se purificaram física e moralmente, examinadas as condições de atraso moral da Terra, onde o homem se reconforta com as vísceras dos seus irmãos inferiores, como nas eras pré-históricas de sua existência, marcham uns contra os outros ao som de hinos guerreiros, desconhecendo os mais comezinhos princípios de fraternidade e pouco realizando em favor da extinção do egoísmo, da vaidade, do seu infeliz orgulho.

Um Mundo em Transições

Há muitos milênios, um dos orbes da Capela, que guarda muitas afinidades com o globo terrestre, atingira a culminância de um dos seus extraordinários ciclos evolutivos. As lutas finais de um longo aperfeiçoamento estavam delineadas, como ora acontece convosco, relativamente às transições esperadas no século XX, neste crepúsculo de civilização.

Alguns milhões de Espíritos rebeldes lá existiam, no caminho da evolução geral, dificultando a consolidação das penosas conquistas daqueles povos cheios de piedade e virtudes, mas uma ação de saneamento geral os alijaria daquela humanidade, que fizera jus à concórdia perpétua, para a edificação dos seus elevados trabalhos.

As grandes comunidades espirituais, diretoras do Cosmos, deliberam, então, localizar aquelas entidades, que se tornaram pertinazes no crime, aqui na Terra longínqua, onde aprenderiam a realizar, na dor e nos trabalhos penosos do seu ambiente, as grandes conquistas do coração e impulsionando, simultaneamente, o progresso dos seus irmãos inferiores.

Espíritos Exilados na Terra


Foi assim que Jesus recebeu, à luz do seu reino de amor e de justiça, aquela turba de seres sofredores e infelizes.

Com a sua palavra sábia e compassiva, exortou essas almas desventuradas à edificação da consciência pelo cumprimento dos deveres de solidariedade e de amor, no esforço regenerador de si mesmas. Mostrou-lhes os campos imensos de luta que se desdobravam na Terra, envolvendo-as no halo bendito da sua misericórdia e da sua caridade sem limites. Abençoou-lhes as lágrimas santificadoras, fazendo-lhes sentir os sagrados triunfos do futuro e prometendo-lhes a sua colaboração cotidiana e a sua vinda no porvir.

Aqueles seres angustiados e aflitos, que deixavam atrás de si todo um mundo de afetos, não obstante os seus corações empedernidos na prática do mal, seriam degredados na face obscura do planeta terrestre; andariam desprezados na noite dos milênios da saudade e da amargura; reencarnariam no seio de raças ignorantes e primitivas, a lembrarem o paraíso perdido nos sofrimentos distantes. Por muitos séculos não veriam a suave luz da Capela, mas trabalhariam na Terra acariciados por Jesus e confortados na sua imensa misericórdia.



A Civilização Egípcia

Dentre os Espíritos degredados na Terra, os que constituíram a civilização egípcia foram os que mais se destacaram na prática do Bem e no culto da Verdade.

Aliás, importa considerar que eram eles os que menos débitos possuíam perante o tribunal da Justiça Divina. Em razão dos seus elevados patrimônios morais, guardavam no íntimo uma lembrança mais viva das experiências de sua pátria distante. Um único desejo os animava, que era trabalhar devotadamente para regressar, um dia, aos seus penates (deuses do lar entre os romanos e etruscos - Derivação:sentido figurado. casas paternas; lares, famílias) resplandecentes. Uma saudade torturante do céu foi a base de todas as suas organizações religiosas.

Em nenhuma civilização da Terra o culto da morte foi tão altamente desenvolvido. Em todos os corações a ansiedade de voltar ao orbe distante, ao qual se sentiam presos pelos mais santos afetos. Foi por esse motivo que, representando uma das mais belas e adiantadas civilizações de todos os tempos, as expressões do antigo Egito desapareceram para sempre do plano tangível do planeta. Depois de perpetuarem nas pirâmides os seus avançados conhecimentos, todos os Espíritos daquela região africana regressaram à pátria sideral.

A Ciência Secreta

Em virtude das circunstâncias mencionadas, os egípcios traziam consigo uma ciência que a evolução não comportava.

Aqueles grandes mestres da antiguidade foram, então, compelidos a recolher o acervo de suas tradições e de suas lembranças no ambiente reservado dos templos, mediante os mais terríveis compromissos dos iniciados nos seus mistérios. Os conhecimentos profundos ficaram circunscritos ao círculo dos mais graduados sacerdotes da época, observando-se o máximo cuidado no problema da iniciação.

A própria Grécia, que aí buscou a alma de suas concepções cheias de poesia e beleza, através da iniciativa dos seus filhos mais eminentes, no passado longínquo, não recebeu toda a verdade das ciências misteriosas. Tanto é assim, que as iniciações no Egito se revestiam de experiências terríveis para o candidato à ciência da vida e da morte - fatos esses que, entre os gregos eram motivos de festas inesquecíveis.

Os sábios egípcios conheciam perfeitamente a inoportunidade das grandes revelações espirituais naquela fase do progresso terrestre; chegando de um mundo de cujas lutas, na oficina do aperfeiçoamento, haviam guardado as mais vivas recordações, os sacerdotes mais eminentes conheciam o roteiro que a Humanidade terrestre teria de realizar. Aí residem os mistérios iniciáticos e a essencial importância que lhes era atribuída no ambiente dos sábios daquele tempo.

O Politeísmo Simbólico

Nos círculos esotéricos, onde pontificava a palavra esclarecida dos grandes mestres de então, sabia-se da existência do Deus Único e Absoluto, Pai de todas as criaturas e Providência de todos os seres, mas os sacerdotes conheciam, igualmente, a função dos Espíritos prepostos de Jesus, na execução de todas as leis físicas e sociais da existência planetária, em virtude das suas experiências pregressas.

Desse ambiente reservado de ensinamentos ocultos, partiu, então, a idéia politeísta dos numerosos deuses, que seriam os senhores da Terra e do Céu, do Homem e da Natureza. As massas requeriam esse politeísmo simbólico, nas grandes festividades exteriores da religião. Já os sacerdotes da época conheciam essa franqueza das almas jovens, de todos os tempos, satisfazendo-as com as expressões exotéricas de suas lições sublimadas.

Dessa idéia de homenagear as forças invisíveis que controlam os fenômenos naturais, classificando-as para o espírito das massas, na categoria dos deuses, é que nasceu a mitologia da Grécia, ao perfume das árvores e ao som das flautas dos pastores, em contato permanente com a Natureza.

O Culto da Morte e a Metempsicose

Um dos traços essenciais desse grande povo foi a preocupação insistente e constante da Morte. A sua vida era apenas um esforço para bem morrer. Seus papiros e afrescos estão cheios dos consoladores mistérios do além-túmulo.

Era natural. O grande povo dos faraós guardava a reminiscência do seu doloroso degredo na face obscura do mundo terreno. E tanto lhe doía semelhante humilhação, que, na lembrança do pretérito, criou a teoria da metempsicose, acreditando que a alma de um homem podia regressar ao corpo de um irracional, por determinação punitiva dos deuses. a metempsicose era o fruto da sua amarga impressão, a respeito do exílio penoso que lhe fora infligido no ambiente terrestre.

Inventou-se, desse modo, uma série de rituais e cerimônias para solenizar o regresso dos seus irmãos à pátria espiritual. Os mistérios de Ísis e Osíris mais não eram que símbolos das forças espirituais que presidem aos fenômenos da morte.

Os Egípcios e as Ciências psíquicas

As ciências psíquicas da atualidade eram familiares aos magnos sacerdotes dos templos. O destino e a comunicação dos mortos e a pluralidade das existências e dos mundos eram, para eles, problemas solucionados e conhecidos. O estudo de suas artes pictóricas positivam a veracidade destas nossas afirmações. Num grande número de afrescos, apresenta-se o homem terrestre acompanhado do seu duplo espiritual.

Os papiros nos falam de suas avançadas ciências nesse sentido, e, através deles, podem os egiptólogos modernos reconhecer que os iniciados sabiam da existência do corpo espiritual preexistente, que organiza o mundo das coisas e das formas. Seus conhecimentos, a respeito das energias solares com relação ao magnetismo humano, eram muito superiores aos da atualidade. Desses conhecimentos nasceram os processo de mumificação dos corpos, cujas fórmulas se perderam na indiferença e na inquietação dos outros povos.

Seus reis estavam tocados do mais alto grau de iniciação enfeixando nas mãos todos os poderes espirituais e todos os conhecimentos sagrados. É por isso que a sua desencarnação provocava a concentração mágica de todas as vontades, no sentido de cercar-lhes o túmulo de veneração e de supremo respeito. Esse amor não se traduzia, apenas, nos atos solenes da mumificação. Também o ambiente dos túmulos era santificado por estranho magnetismo. Os grandes diretores da raça, que faziam jus a semelhantes consagrações, eram considerados dignos de toda a paz no silêncio da morte.

As Pirâmides

A assistência carinhosa do Cristo não desamparou a marcha desse povo cheio de nobreza moral. Enviou-lhe auxiliares e mensageiros, inspirando-o nas suas realizações, que atravessaram todos os tempos provocando a admiração e o respeito da posteridade de todos os séculos.

Aquelas almas exiladas, que as mais interessantes características espirituais singularizam, conheceram, em tempo, que o seu degredo na Terra atingira o fim. Impulsionados pelas forças do Alto, os círculos iniciáticos sugerem a construção das grandes pirâmides, que ficariam como a sua mensagem eterna para as futuras civilizações do orbe. Esses grandiosos monumentos teriam duas finalidades simultâneas: representariam os mais sagrados templos de estudos e iniciação, ao mesmo tempo em que constituiriam, para os pósteros (que ainda vai acontecer; futuro - a geração ou as gerações que vêm depois da de quem fala ou escreve) um livro do passado, com as mais singulares profecias em face das obscuridade do porvir.

Levantaram-se, dessarte (advérbio - destarte - assim, desta maneira; dessarte) as grandes construções que assombraram a engenharia de todos os tempos. Todavia, não é o colosso de seus milhões de toneladas de pedra nem o esforço hercúleo do trabalho de sua justaposição o que mais empolga e impressiona a quantos contemplam esses monumentos. As pirâmides revelam os mais extraordinários conhecimentos daquele conjunto de Espíritos estudiosos das verdades da vida. A par desses conhecimentos, encontram-se ali os roteiros futuros da Humanidade terrestre.

Cada medida tem a sua expressão simbólica, relativamente ao sistema cosmogônico (relativo ou pertencente a cosmogonia; cosmogenético - conjunto de teorias que propõe uma explicação para o aparecimento e formação do sistema solar) do planeta e à sua posição no sistema solar. Ali está o meridiano ideal, que atravessa mais continentes e menos oceanos, e através do qual se pode calcular a extensão das terras habitáveis pelo homem, a distância aproximada entre o Sol e a Terra, a longitude percorrida pelo globo terrestre sobre a sua órbita no espaço de um dia, a precessão dos equinócios, bem como muitas outras conquistas científicas que somente agora vêm sendo consolidadas pela moderna astronomia.

Redenção

Depois dessa edificação extraordinária, os grandes iniciados do Egito voltam ao plano espiritual, no curso incessante dos séculos. Com seu regresso aos mundos ditosos da Capela, vão desaparecendo os conhecimentos sagrados dos templos tebanos, que, por sua vez, os receberam dos grandes sacerdotes de Mênfis.

Aos mistérios de Ísis e de Osíris, sucedem-se os de Elêusis, naturalmente transformados nas iniciações da Grécia antiga.

Em algumas centenas de anos, reuniram-se de novo, nos planos espirituais, os antigos degredados, com a sagrada bênção do Cristo, seu patrono e salvador. A maioria regressa, então, ao sistema da Capela, onde os corações se reconfortam nos sagrados reencontros das suas afeições mais santas e mais puras, mas grande número desses Espíritos, estudiosos e abnegados, conservou-se nas hostes de Jesus, obedecendo a sagrados imperativos do sentimento e, ao seu influxo divino, muitas vezes têm reencarnado na Terra, para desempenho de generosas e abençoadas missões.

A Índia

Dos Espíritos degredados no ambiente da Terra, os que se agruparam nas margens do Ganges foram os primeiros a formar os pródromos (Uso: formal: o que antecede a (algo); precursor, prenúncio, antecedente - Ex.: os p. da revolução - 2 espécie de prefácio; introdução, preâmbulo) de uma sociedade organizada, cujos núcleos representariam a grande percentagem de ascendentes das coletividades do porvir. As organizações hindus são de origem anterior à própria civilização egípcia e antecederam de muito os agrupamentos israelitas (sempre sofreram as conseqüências nefastas do orgulho e do exclusivismo), de onde sairiam mais tarde personalidades notáveis como as de Abraão e Moisés.

As almas exiladas naquela parte do Oriente muito haviam recebido da misericórdia do Cristo, cuja palavra de amor e de cuja figura luminosa guardavam as mais comovedoras recordações, traduzidas na beleza dos Vedas e dos Upanishads. Foram elas as primeiras vozes da filosofia e da religião no mundo terrestre, como provindo de uma raça de profetas, de mestres e iniciados, em cujas tradições iam beber a verdade os homens e os povos do porvir, salientando-se que também as suas escolas de pensamento guardavam os mistérios iniciáticos, com as mais sagradas tradições de respeito.

- O povo hindu não aproveitou como devia as experiências sagradas no orbe terrestre, embora grandes emissários como CRISNA e BUDA tenham sido mandados em sua ajuda - Muitos destes encontram-se ainda hoje em sua jornada de redenção no globo terrestre.

Os Arianos

Era na Índia de então que se reuniam os arianos puros, entre os quais cultivavam-se igualmente as lendas de um mundo perdido, no qual o povo hindu colocava as fontes de sua nobre origem. Alguns acreditavam se tratasse do antigo continente da Lemúria, arrasado em parte pelas águas dos Oceanos Pacífico e Índico.

A realidade, porém, qual já vimos, é que, como os egípcios e os hindus eram um dos ramos da massa de proscritos da Capela, exilados no planeta. Deles descendem todos os povos arianos, que floresceram na Europa e hoje atingem um dos mais agudos períodos de transição na sua marcha evolutiva. O pensamento moderno é o descendente legítimo daquela grande raça de pensadores, que se organizou nas margens do Ganges, desde a aurora dos tempos terrestres, tanto que todas as línguas das raças brancas guardam as mais estreitas afinidades com o sânscrito, originário de sua formação e que constituía uma reminiscência da sua existência pregressa, em outros planos.

Os Mahatmas

Da região do Ganges partiram todos os elementos irresignados com a situação humilhante que o degredo na Terra lhes infligia. As arriscadas aventuras forneceriam uma noção de vida nova e aqueles seres revoltados supunham encontrar o esquecimento de sua posição nas paisagens renovadas dos caminhos; lá ficaram, apenas, as almas resignadas e crentes nos poderes
espirituais que as conduziriam de novo às magnificências dos seus paraísos perdidos e distantes.

Os cânticos dos Vedas são bem uma glorificação da fé e da esperança, em face da Majestade Suprema do Senhor do Universo. A faculdade de tolerar, e esperar, aflorou no sentimento coletivo das multidões, que suportaram heroicamente todas as dores e aguardaram o momento sublime da redenção.

Os "mahatmas" (grandes almas) criaram um ambiente de tamanha grandeza espiritual para seu povo, que, ainda hoje, nenhum estrangeiro visita a terra sagrada da Índia sem de lá trazer as mais profundas impressões acerca de sua atmosfera psíquica. Eles deixaram também, ao mundo, as suas mensagens de amor, de esperança e de estoicismo resignado, salientando-se que quase todos os grandes vultos do passado humano, progenitores do pensamento contemporâneo, deles aprenderam as lições mais sublimes.

Irmãos de Órion - Transmigrações Interplanetárias

Segundo pesquisadores, muitos de nós somos esses exilados tentando recuperar o tempo perdido, portanto caminhemos juntos sempre com a intenção de avanço, mas não só para o nosso progresso, mas para o de todas as civilizações.

Paz e Luz nessa caminhada!

Mistérios Antigos

Conheça a incrível estação de pesquisa que simula a vida em Marte

Se as pessoas não vão até Marte, Marte vai até as pessoas. Para entendermos melhor o funcionamento do planeta vermelho, no início dos anos 2000 foi construída a Mars Desert Research Station (Estação de Pesquisa Deserto de Marte), um centro de treinamento que simula as condições de vida em Marte.
A estação, que fica localizada no deserto de Utah, nos Estados Unidos, é administrada pela Mars Society e usada para que astronautas e pesquisadores da Nasa entendam como seria viver em nosso planeta vizinho.
Cientistas, estudantes e entusiastas trabalham juntos desenvolvendo táticas de campo e estudando o terreno. Todas as explorações são feitas com trajes espaciais e a tripulação vive em uma pequena base com quantidades limitadas de energia elétrica, alimentos, oxigênio e água.
O fotógrafo Jim Urquhart passou algum tempo no centro de treinamento registrando imagens dos cientistas que estão participando dos estudos nesse momento. Abaixo, você confere fotografias desse pedacinho de Marte em nosso próprio planeta:
Pesquisadores aguardam em uma câmara, com seus trajes espaciais, antes de se aventurarem coletando amostras geológicas no deserto
Pesquisadores aguardam em uma câmara, com seus trajes espaciais, antes de se aventurarem coletando amostras geológicas no deserto
81210070
A estação de pesquisa, no dia 2 de março
Membros da pesquisa recolhem amostras geológicas para estudo
Membros da pesquisa recolhem amostras geológicas para estudo
As belas e misteriosas formações rochosas do deserto parecem mesmo de outro planeta
As belas e misteriosas formações rochosas do deserto parecem mesmo de outro planeta
O Observatório Musk, visto pelos pesquisadores que vivem na estação
O Observatório Musk, visto pelos pesquisadores que vivem na estação
Membros da equipe retornam após um longo dia de trabalho com as amostras geológicas para estudo que recolheram
Membros da equipe retornam após um longo dia de trabalho com as amostras geológicas para estudo que recolheram
No início do trabalho, os pesquisadores planejam a expedição
No início do trabalho, os pesquisadores planejam a expedição
Plantas são cultivadas e estudadas para entender como elas poderiam sobreviver em Marte
Plantas são cultivadas e estudadas para entender como elas poderiam sobreviver em Marte
Após o dia de trabalho, os pesquisadores tem essa belíssima vista do céu noturno no deserto
Após o dia de trabalho, os pesquisadores têm essa belíssima vista do céu noturno no deserto
Assista abaixo ao vídeo que mostra testes feitos na estação em 2007:[Boston/Mars Desert Research Station]

Confirmado: fizemos sexo com os Neandertais

neanderthal-girl-131202
Um novo estudo da Universidade de Edimburgo (Escócia) concluiu que os seres humanos de fato fizeram sexo com os Neandertais. O método utilizado na pesquisa também poderia ajudar a compreender a evolução de outros organismos.
Cerca de 400.000 anos atrás, os Neandertais se separaram da linha de primata que deu origem aos humanos modernos. O grupo, então, mudou-se para a Eurásia e desapareceu completamente do mundo cerca de 30.000 anos atrás. Algumas teorias indicam que os Neandertais podem ter vivido perto do Círculo Polar Ártico em torno de 31.000 a 34.000 anos atrás.
No passado, as semelhanças genéticas entre Neandertais e seres humanos foram associadas a dois cenários possíveis.
A primeira hipótese diz que certas populações humanas – aquelas que se tornaram os eurasiáticos modernos – evoluíram em locais isolados na África, o que lhes permitiu ficar geneticamente semelhantes aos Neandertais, mesmo depois de se separarem de seu ancestral comum compartilhado.
Uma outra hipótese, no entanto, sugere um cruzamento – ondas de reprodução entre humanos e Neandertais, que teriam ocorrido após os seres humanos migrarem da África.
Pesquisas anteriores já haviam mostrado que os europeus e os asiáticos têm alguns genes Neandertais em seu genoma – na verdade, muitos cientistas acham que os europeus e asiáticos herdaram entre 1 e 4% de DNA Neandertal, o que é muita coisa.
Isso parece apoiar a teoria do cruzamento, mas, até agora, os cientistas não haviam conseguido demonstrar definitivamente que essas semelhanças genéticas são o resultado de reprodução entre as duas espécies, ao invés de apenas um ancestral comum no passado.
Então, para descobrir qual hipótese genética estava correta, os cientistas do novo estudo utilizaram uma abordagem estatística.
“Nós fizemos muitas contas para calcular a probabilidade dos dois cenários diferentes”, disse Laurent Frantz, coautor do estudo e biólogo evolucionário da Universidade de Wageningen, na Holanda. “Nós fomos capazes de fazer isso através da divisão do genoma em pequenos blocos de comprimento igual, a partir dos quais nós inferimos genealogia”.
Os pesquisadores disseram que o novo método permite-lhes dizer que os seres humanos cruzaram com Neandertais com um alto grau de certeza.
Além disso, a técnica desenvolvida também pode ser usada para estudar a evolução de outros organismos com pouca amostra genética. A equipe havia na verdade criado esse método para estudar as populações de insetos da Europa e espécies raras de porcos no Sudeste Asiático.
Por fim, Frantz pensa que estes resultados, juntamente com os de estudos anteriores, devem servir para mudar teorias sobre a brutalidade da evolução humana – no passado, havia mais de uma espécie de hominídeo. No entanto, somos a única espécie humana que sobreviveu, e não se sabe ao certo como as demais se extinguiram.
“Houve uma série de argumentos sobre o que aconteceu com estas espécies”, diz o pesquisador. “Alguns pensam que elas foram mortas por nós, mas agora podemos ver que não é tão simples assim”. Frantz explica que, com toda a probabilidade, alguns Neandertais viveram em certas populações humanas e compartilharam suas vidas diárias. Então, pensar que a humanidade fez de tudo para destruir tudo o que era diferente da nossa espécie está, pelo menos parcialmente, incorreto. [NWN, TheVerge]

Os camelos não deveriam estar no Gênesis, descobrem cientistas

camel-bible-date-01_76407_990x742
Quem quer que tenha lido a Bíblia sabe que tem muitos camelos nela. Eles aparecem mais de quarenta vezes no Antigo Testamento, a maior parte no livro do Gênesis, como no versículo em que Abraão manda um servo com camelos procurar uma noiva para seu filho (Gênesis 24:10).
Entretanto, uma nova pesquisa aponta que não poderia ter nenhum camelo no Gênesis. O motivo é simples – os historiadores acreditam que estas histórias estão ambientadas entre os anos 2000 e 1500 aC, e o camelo teria sido introduzido em Israel entre 930 e 900 aC.


Para chegar a esta informação, datação de radiocarbono foi utilizada em evidências recuperadas de escavações (ossos de camelos recolhidos de minas de cobre). Tudo começou com uma constatação interessante – os ossos só apareciam em camadas datadas do final do século 10 e por todo o século 9 aC.
Este período coincide com a invasão do rei egípcio Sheshonq I, conhecido na Bíblia como Sisaque (I Reis 14:25-26, II Crônicas 12:5-9), no ano 925 aC, levando à especulação de que talvez os dois eventos estejam conectados.
Uma das hipóteses é que após a conquista de Israel e Judá, o faraó reorganizou a extração e comércio de cobre, e introduziu os camelos como um meio mais eficiente de transporte, substituindo as mulas e jumentos usados anteriormente. subCAME-superJumbo
As consequências econômicas e sociais deste gesto simples provavelmente foram imensas – os grandes desertos do Levante não podiam ser atravessados de jumento ou mula, mas o camelo podia ser usado para viajar de oásis para oásis.

Mas onde teria sido domesticado o camelo? A melhor candidata é a região da Península Arábica, no início do primeiro milênio aC. A análise do perfil da mortalidade dos esqueletos dos camelos que foram escavados – sexo, lesões nos ossos das patas decorrentes de estresse repetitivo como animais de carga, etc – leva a esta conclusão.
E os camelos já eram velhos conhecidos dos moradores daquela região. Escavações encontraram ossos de camelos de períodos anteriores, talvez até mesmo antes do Neolítico (cerca de 9700 aC), só que provavelmente eles eram animais selvagens e livres, que nunca tiveram que carregar um lingote de cobre.
E os camelos dos patriarcas, como ficam? A explicação mais plausível é que a história foi escrita muito tempo depois que ela aconteceu ou da época a que ela se refere. Os estudiosos apontam que o Gênesis tem partes, como a história de Noé, que foram escritas durante o exílio babilônico, séculos depois dos patriarcas, e décadas depois do reinado de Davi. Vivendo em um mundo que há séculos usava os camelos, não parecia lógico escrever uma história sobre um patriarca e não dar a ele camelos, muitos camelos. [Universidade de Tel Aviv, New York Times, National Geographic]

10 teorias misteriosas e antigas sobre alienígenas

O surgimento da vida na Terra permanece um mistério. Apesar das várias explicações e teorias sobre a expansão da vida humana no planeta, a maioria dos conceitos acaba caindo em ensinamentos religiosos, ou em algum poder divino ou espiritual. A impossibilidade de vida alienígena parece bastante sólida para muita gente, mas a esperança é a última que morre e imaginação não falta aos humanos. Segundo algumas teorias dessa lista – às vezes absurdas –, os ETs estão conosco já faz um tempo. Confira:
1) Nossos criadores alienígenas

Não é de hoje que algumas pessoas acreditam que os ETs ajudaram a popular a Terra. A primeira teoria do tipo, de Erich von Däniken, chamou a atenção em 1968, mas o conceito existe desde meados do século 19. A população humana teria sido influenciada por um grupo de extraterrestres que visitaram o planeta no passado. Eles estavam diretamente envolvidos na evolução dos primatas, incluindo humanos, através de engenharia genética e/ou cruzamento, ajudando no desenvolvimento das culturas, tecnologias e religiões humanas. Uma variante comum da ideia inclui propostas que as divindades das diversas religiões, incluindo os anjos e demônios, são na verdade extraterrestres, que as pessoas acreditaram serem seres divinos graças às suas tecnologias avançadas. A teoria afirma que os extraterrestres propositadamente enganaram a população humana para acreditar que eles eram deuses, criando a religião para ajudar as pessoas a evoluírem de forma mais eficiente. O “paradoxo de Fermi” é a aparente contradição entre as estimativas de alta probabilidade da existência de civilizações extraterrestres e a falta de evidências a favor, ou de contato com, tais civilizações. Foi proposto que, com a idade atual do universo e seu vasto número de estrelas, se a Terra era típica, a vida extraterrestre deveria ser comum. Em resposta a este paradoxo, a “hipótese zoológico” tem sido sugerida. Ela afirma que os ETs evitam que sua presença seja conhecida pela humanidade, ou evitam exercer influência sobre o desenvolvimento, algo semelhante a um tratador que observa animais em um zoológico. Os adeptos da hipótese acham que a Terra e os seres humanos estão sendo secretamente examinados. Um manuscrito de 1915, de Charles Fort, o romance “X”, descreve como os seres de Marte controlam eventos na Terra. O manuscrito foi queimado, mas uma citação que sobreviveu dá gás a teoria: “A Terra é uma fazenda. Nós somos propriedade de alguém”.
2) Anjos e demônios

A ideia de antigos ETs gerou uma religião chamada Raëlism. O Movimento Raeliano ensina que a vida na Terra foi cientificamente criada por uma espécie de extraterrestres, que eles chamam de Elohim. Os membros do Elohim apareceram para os humanos e foram confundidos com anjos, querubins, ou deuses. A Bíblia está repleta de relatos de anjos e demônios. O texto menciona milhões de anjos e suas experiências na Terra e nos céus. Na tradição cristã, os demônios são semelhantes aos anjos: espirituais, imutáveis e imortais. Os livros relatam que um grupo de 200 anjos rebeldes, ou Vigilantes, deixou o céu e desceu à Terra para se casar com mulheres humanas e ter filhos com elas. O Alcorão também descreve uma história de anjos. Um dos anjos foi Iblis (Satanás/Lúcifer), que se rebelou e foi expulso para a Terra, onde criou um desentendimento entre a humanidade. A ideia da intervenção alienígena na Terra também pode ser encontrada na moderna filosofia religiosa de Thelema. Thelema foi desenvolvida pelo escritor britânico Aleister Crowley. O Livro da Lei seria um ditado direto de uma entidade chamada Aiwass, que Aleister identificou mais tarde como seu próprio Santo Anjo da Guarda. A religião está fundada na ideia de que o século 20 marcou o início do Aeon de Horus, em que um novo código ético seria seguido: “Faze o que tu queres, há de ser tudo da lei”.
3) Os homens de preto

A hipótese extraterrestre é a teoria de que alguns objetos voadores não identificados (OVNIs) são mais bem explicados como sendo alienígenas. A ideia parece simples para os seres humanos modernos, mas é um conceito relativamente novo, que se originou dos “avistamentos de discos voadores” nos anos 1940-1960. Um dos temas emergentes nesses eventos é dos Homens de Preto. Os Homens de Preto são homens ou alienígenas, vestidos em ternos pretos, que assediam ou ameaçam testemunhas de OVNIs para mantê-las quietas sobre o que viram. Na maioria dos casos, os homens dizem ser agentes do governo, mas frequentemente sugerem que eles próprios podem ser alienígenas. As pessoas que relataram ter encontrado os homens de preto muitas vezes os descrevem como homens de baixa estatura, com uma tez bronzeada e profundamente escura. Eles sempre parecem ter informações detalhadas sobre a pessoa, como se o indivíduo estivesse sob vigilância durante um longo período de tempo. Eles têm sido descritos como parecendo confusos com a natureza de elementos cotidianos, tais como canetas, utensílios de cozinha ou alimentos, e utilizam gírias ultrapassadas. Eles costumam se identificar, mas quando a pessoa verifica a identificação, descobre que o nome não existe ou está morto por algum tempo. Outras características que definem os homens de preto são sorrisos largos e gargalhadas desconcertantes. Alguns pesquisadores sugerem semelhanças entre os Homens de Preto e contos demoníacos. Os seres são uma manifestação moderna do mesmo fenômeno que antes era interpretado como o diabo, ou encontros com fadas. O termo “homem negro” tem sido usado há séculos em referência ao diabo. Durante a Idade Média, o negro não era uma pessoa com características africanas, mas sim um homem vestido de preto. Nos tempos modernos, um outro fenômeno conhecido como “o homem sorridente” tornou-se associado com os homens de preto, e vários relatórios de atividade paranormal. Estas criaturas são maiores e caracterizam-se por um rosto sorrindo largamente. Na maioria dos casos, as pessoas descrevem uma estranha sensação de não serem capazes de focalizar o homem sorridente.
4) Desenvolvimento tecnológico

Durante a Segunda Guerra Mundial, pilotos de aviões descreviam vários OVNIs e fenômenos aéreos misteriosos nos céus europeus e no centro de operações do Pacífico. No rescaldo da guerra, o mundo entrou numa era de avanço técnico significativo. Um exemplo é o Lockheed SR-71 Blackbird, um avião americano desenvolvido no início dos anos 1960. A aeronave de reconhecimento estratégico detém atualmente o recorde de velocidade no ar. Em 1976, o SR-71 Blackbird atingiu 3,529.6 km/h. A embarcação foi tripulada por Eldon W. Joersz durante o vôo de registro, mas é altamente capaz de decolar e pousar sem assistência. Nos tempos modernos, organizações alegam a existência de um governo mundial de “acobertamento” de informações relativas aos objetos voadores não identificados e encontros com extraterrestres. As pessoas alegam que os avanços técnicos que os seres humanos têm experimentado desde a Segunda Guerra Mundial foram alcançados com a ajuda de extraterrestres. O desenvolvimento de armas nucleares despertou um interesse crescente no caminho evolutivo da humanidade, levando a uma era de abduções e avistamentos. Alguns apontam para as previsões globais de perturbações climáticas e apocalipse, identificando-as como um precursor para a intervenção secreta extraterrestre na Terra.
5) Cabelo de anjo

Cabelo de anjo é uma substância que “cai” de OVNIs. É descrito como sendo parecido com uma teia de aranha ou uma gelatina. O cabelo de anjo foi relatado em aparições da Virgem Maria. Esse fato tem intrigado os antigos crentes de alienígenas, e tem sido usado como uma possível indicação da influência extraterrestre em relatos de avistamentos da Virgem Maria e Jesus. Relatos históricos afirmam que a substância se desintegra, ou evapora, em um curto espaço de tempo. Uma teoria é de que a substância é “ar ionizado de um campo eletromagnético” que circunda uma nave. O incidente mais relatado de cabelo de anjo ocorreu em Oloron, França, em 1952. O evento foi caracterizado por uma grande quantidade de avistamentos de aeronaves sem explicação. Em novembro de 1959, na cidade de Évora, Portugal, o cabelo de anjo foi coletado e analisado por técnicos das forças armadas e cientistas da Universidade de Lisboa. Conclusões diziam que a substância era tão avançada que poderia ser um organismo unicelular, um produto vegetal, não animal. As pessoas têm ligado referências da Bíblia ao fenômeno. “Pó de pirlimpimpim” também já foi relacionado. A partir do século 14, os humanos começaram a mencionar uma substância gelatinosa chamada estrela de geléia, uma gelatina transparente ou branco acinzentada, que tende a evaporar-se logo após a queda. No passado, a substância estava conectada a chuvas de meteoros. Há também a “grama de anjo”, que ocorre quando curtos fios metálicos caem ao chão, entrelaçados. No entanto, esse fenômeno tem explicação, e vem de certos aviões militares.
6) Greys

Greys são uma espécie alienígena, a mais amplamente associada com o fenômeno da abdução, pois realizam experiências médicas em seres humanos. A teoria é de que eles são diferentes em muitos aspectos, incluindo sua natureza, disposições morais, intenções e aparência física. Uma descrição comum são seres de pequeno porte, assexuados, com a pele cinzenta lisa, cabeça e olhos grandes. Lembram humanóides que possuem formas reduzidas, ou uma falta completa de órgãos humanos externos, tais como nariz, orelhas ou órgãos sexuais. As pessoas têm relatado dois grupos distintos de Greys, um sendo muito mais alto. Isto levou à sugestão de que os Greys menores não são biologicamente vivos, mas sim robôs “servos”. Os relatos de encontros com Greys compõem aproximadamente 50% na Austrália, 43% nos Estados Unidos, 90% no Canadá, 67% no Brasil, 20% na Europa Continental, e 12% na Grã-Bretanha . Foi proposto que o planeta desses seres está localizado no sistema da estrela Zeta Reticuli. É dito que os Greys costumam olhar nos olhos para induzir estados alucinógenos ou diretamente provocar emoções diferentes nas pessoas. De acordo com o biólogo reprodutivo inglês Jack Cohen, a imagem típica de um Grey, uma vez que teria evoluído em um mundo com diferentes condições ambientais e ecológicas da Terra, é muito fisiologicamente semelhante a um ser humano para ser crível como uma espécie alienígena. Isso ainda levou à teoria de que esses seres extraterrestres tiveram influência sobre a evolução da vida na Terra no passado distante, ou que eles são uma antiga raça de humanos que foi forçada a abandonar o planeta, mas que ainda o visita.
7) Mutilação animal

Mutilação de gado, ovelhas e cavalos é um fenômeno que ocorre sob circunstâncias excepcionais ou anômalas. Uma característica marcante desses incidentes é a natureza cirúrgica da mutilação. As criaturas são frequentemente encontradas completamente sem sangue, faltando órgãos internos. Não há nenhum ponto óbvio de incisão. Outra ocorrência estranha é que os corpos dos animais são encontrados abandonados em uma área onde não há marcas ou pegadas perto da carcaça, mesmo quando o corpo é encontrado em terreno macio ou lama. As feridas do tipo cirúrgicas observadas parecem ser feitas por calor intenso e um instrumento muito forte e preciso. Muitas vezes, a carne é removida do osso de forma exata, como ao redor da mandíbula. O primeiro caso relatado de mutilação ocorreu perto de Alamosa, Colorado, EUA, em 1967. O evento envolveu uma égua chamada Lady, que foi descoberta com a cabeça e o pescoço esfolado. Os cortes na égua eram muito precisos e nenhum sangue foi encontrado. Segundo o proprietário do animal, havia um cheiro medicinal forte no ar que rodeava o cadáver. 15 marcas circulares afiladas foram perfuradas no solo. Esta prova foi descoberta em uma área de quase 5 mil metros quadrados. Similar a outros casos de mutilação de animais, a área circundante ao animal mostrou um aumento nos níveis de radiação. Os animais mutilados são evitados por predadores de grande porte, tais como coiotes, lobos, raposas, cães, gambás, texugos. Da mesma forma, animais domésticos ficam visivelmente agitados e com medo da carcaça. Segundo análises, quase 90% do gado mutilado têm entre 4 e 5 anos de idade. Testes mostram que os animais tinham níveis anormalmente elevados ou baixos de vitaminas ou minerais, e presença de produtos químicos normalmente não encontrados neles. Em um caso envolvendo uma vaca mutilada, as amostras de fígado do animal foram encontradas completamente desprovidas de cobre e contendo quatro vezes o nível normal de potássio, zinco e fósforo. Várias hipóteses têm sido escritas, sugerindo que as mutilações de gado são cometidas por ETs que estão recolhendo material genético para fins desconhecidos. Alguns sugerem que, como vacas formam uma parte significativa da dieta humana global, um estudo está sendo realizado sobre este elemento da cadeia alimentar humana.
8 ) Teoria da Nave da Lua

Ao longo dos anos, tem sido atribuída à nossa lua algumas características estranhas. A lua é o quinto maior satélite natural do sistema solar. Acredita-se que foi criada por um impacto gigante entre a jovem Terra e um corpo do tamanho de Marte. A lua está, aparentemente, na órbita errada para o seu tamanho. Dados indicam que as regiões do interior da lua são menos densas do que as externas, o que dá origem à especulação inevitável que ela poderia ser oca. Algumas dessas reclamações vêm do fato de que quando os meteoros atingem a lua, ela treme como um sino. Em julho de 1970, cientistas propuseram a Teoria da Nave da Lua. As alegações da teoria pseudocientífica são de que a lua da Terra pode ser uma nave alienígena. Ela seria um planetóide oco criado por seres desconhecidos com tecnologia muito superior a qualquer outra na Terra. Grandes máquinas teriam sido usadas para derreter rochas e formar grandes cavidades no interior da lua. Ela seria uma concha com uma camada externa feita a partir de escórias metálicas rochosas. A nave teria sido então colocada em órbita ao redor da Terra. Os defensores da teoria destacam fotos de OVNIs tiradas pela NASA em missões à lua e constatações de asteróides e meteoros que só criam crateras rasas na superfície da lua, e produzem um piso convexo até a cratera, em vez de côncavo como o esperado, reforçando a ideia de uma concha rígida. A lua também parece ser muito mais antiga do que se esperava, talvez até mais do que a Terra ou o sol. A idade mais antiga da Terra é estimada em 4,6 bilhões de anos, enquanto rochas lunares foram datadas em 5,3 bilhões de anos. A composição química do pó das rochas é muito diferente das próprias rochas. Isso indica que a superfície lunar pode ter sido transferida de outro lugar. A crosta da lua é um mistério. Quando a NASA registrou uma perfuração a poucos centímetros na superfície da lua, parecia que lascas de metal eram visíveis. A lua da Terra também é o único satélite natural do sistema solar que tem uma órbita circular quase perfeita. Como explicar a coincidência de que a lua está exatamente na distância certa para cobrir completamente o sol durante um eclipse? Para finalizar, os astrônomos profissionais foram gradualmente desencorajados de investigar um fenômeno que tem sido relatado na lua por mil anos. É uma alteração de luz, cor e outras aparências, de curta duração, conhecido como fenômeno transitório lunar.
9) Milagre do Sol

A partir de maio de 1917, três crianças da cidade de Fátima, Portugal, começaram a descrever uma mulher, que ficou conhecida como Nossa Senhora de Fátima. A mulher era mais brilhante que o sol, derramava raios de luz mais claros e mais fortes do que uma bola de cristal, atravessados por raios do sol. O ser sempre aparecia para as crianças no dia 13, por seis meses consecutivos em 1917, com início em 13 de maio. De acordo com Lúcia Santo, 10 anos, a mulher confidenciou às crianças três segredos, agora conhecidos como os três segredos de Fátima. Em três ocasiões diferentes, antes do Milagre do Sol, as crianças relataram que a mulher lhes havia prometido que iria, em 13 de outubro de 1917, revelar sua identidade e fazer um milagre para que todos acreditassem. Em 13 de outubro de 1917, o Milagre do Sol foi testemunhado e relatado por 50.000 a 100.000 pessoas nos campos de Cova da Iria, perto de Fátima, Portugal. De acordo com muitas declarações, depois de uma queda de chuva, as nuvens escuras sumiram e apareceu um sol opaco, como um disco giratório no céu. Era significativamente mais maçante do que o normal, e lançava luzes multicoloridas. Diz-se que seus raios resvalaram a Terra em ziguezague. As roupas das pessoas, antes molhadas, ficaram completamente secas de repente, bem como o chão molhado e lamacento. O evento durou aproximadamente dez minutos. O Milagre do Sol foi marcado por uma grande quantidade de cabelo de anjo sobre a Terra. Os três segredos que a mulher confiou às crianças têm sido altamente controversos na Igreja Católica, e foram revelados ao público em diferentes períodos de tempo. O Primeiro Segredo teria sido uma visão do inferno. O Segundo Segredo foi uma declaração de que a Primeira Guerra Mundial iria terminar, bem como a previsão da Segunda Guerra Mundial. A segunda metade do segredo inclui informações sobre a Rússia e pede que se torne consagrada ao Imaculado Coração. Nota-se que o Segundo Segredo não foi revelado até 1941, após a Segunda Guerra Mundial ter começado. A maior parte da controvérsia, no entanto, é com o Terceiro Segredo, que foi revelado em 2000 e inclui informações sobre a perseguição dos cristãos no século 20, que culminou com o atentado falhado contra o Papa João Paulo II. Porém, referências históricas para o Terceiro Segredo indicam algo totalmente diferente, com informações sobre o apocalipse, uma grande apostasia, e infiltração satânica na Igreja Católica. Se você não está familiarizado com o termo, apostasia é a desfiliação formal, ou abandono de religião por uma pessoa.
10) Fotografia do homem do espaço em Solway Firth

Em 23 de maio de 1964, o bombeiro Jim Templeton tirou três fotos de sua filha de 5 anos durante uma viagem para Burgh Marsh, com vista para o Solway Firth em Cumbria, na Inglaterra. As únicas pessoas relatadas na área pantanosa aquele dia eram um par de velhas senhoras, e animais muito longe da localidade da foto. Na segunda imagem da menina, uma figura branca pode ser vista no que parece ser um traje espacial. Jim insiste que ele não viu a figura até que suas fotografias foram reveladas. Analistas da Kodak confirmaram que a foto era genuína. Até este dia, a imagem permanece inexplicada e uma fonte de fascínio internacional. Quando a foto foi tirada, em 1964, os trajes espaciais humanos estavam em sua infância. Após o lançamento nacional da fotografia, Jim Templeton afirmou que foi visitado por dois homens que disseram ser do governo. Os homens tentaram fazer com que ele admitisse que havia fotografado uma pessoa, mas ele se recusou. No mesmo período de tempo que a foto foi tirada, um lançamento de míssil foi abortado por causa de dois grandes homens que foram testemunhados no campo de tiro. Os técnicos relataram que eles se assemelhavam ao homem espacial de Solway Firth. Ufólogos têm usado a fotografia como prova de que vida extraterrestre influenciou o programa espacial moderno, incluindo trajes espaciais. [Listverse]

Evolução humana chegou ao ápice, diz geneticista Steve Jones da Universide de Londres em conferência sobre o “O Fim da Evolução Humana”



Humanos reduziram taxas de mutação devido às mudanças de padrões reprodutivos. O geneticista Steve Jones, professor da Universidade de Londres, em uma conferência chamada “O Fim da Evolução Humana”, argumentou que, devido aos avanços da tecnologia e da medicina, já não são apenas os mais fortes que passarão seus genes para a geração seguinte. E que a humanidade chegou ao fim de sua evolução.
Ele sugeriu que o tipo de homens que encontramos no mundo hoje é o único que haverá – porque os seres humanos não ficarão mais fortes ou inteligentes ou saudáveis.
“Acho que todos estamos de acordo com o fato de a evolução ter funcionado de forma adequada para o ser humano no passado”, afirmou.

Evolução e passado
“Um dos exemplos está nas razões que permitiram que o homem negro vivesse na África e o branco pudesse viver na Europa.”
“O homem branco perdeu o pigmento de melanina da pele, absorvendo mais radiação solar e produzindo mais vitamina D, permitindo que seus filhos crescessem mais saudáveis.”
“Este é apenas um exemplo, há vários outros. Ao compreender como foi a evolução no passado, podemos deduzir como será no futuro”, afirmou.
Segundo o cientista, para que exista evolução são necessários três fatores: seleção natural, mutação e mudanças aleatórias.
O cientista acredita que os humanos reduziram de forma inesperada nossas taxas de mutação devido às mudanças de nossos padrões reprodutivos.
Estes padrões reprodutivos incluem mudanças sociais como os padrões de casais e os mecanismos anticoncepcionais. As substâncias químicas e a poluição também alteraram a genética humana.
Mas, o fator mais importante que alterou as mutações é a redução do número de homens mais velhos que têm filhos.
Mutações
Diferente das mulheres que, com o avanço da idade produzem menos óvulos, os homens nunca deixam de produzir espermatozóides.
Quando o homem chega aos 29 anos, em média a idade de procriação masculina ocidental, ele já copiou e repassou 300 vezes o espermatozóide original que o criou (e que foi passado por seu pai). Em um homem de 50 anos, isto já ocorreu mil vezes.
Cada vez que o espermatozóide é copiado e repassado, ocorrem divisões celulares, cada uma com possibilidades de mutação, e talvez de erros.
Desta forma, com menos pais em idade avançada existem menos possibilidades de passar para a geração seguinte mutações ou defeitos aleatórios.
Sem seleção
“Outro fator (a ser levado em conta) é a diminuição da seleção natural”, afirmou Jones.
“Na antiguidade a metade das crianças que nasciam na Inglaterra morria antes de chegar aos 21 anos e estas mortes eram a base da seleção natural.”
“Hoje, em grande parte do mundo desenvolvido, 98% destas crianças sobrevivem, chegam aos 21 anos, quase não existem diferenças entre os que morrem e entre os que sobrevivem antes de se reproduzirem”, acrescentou o cientista.
Segundo o cientista também foi reduzida a quantidade de mudanças aleatórias na raça humana.
“Atualmente os humanos são 10 mil vezes mais comuns do que deveríamos ser, tendo como base as regras do reino animal. E isto se deve à agricultura.”
“No mundo todo, todas as populações estão cada vez mais ligadas e as possibilidades de mudanças aleatórias estão diminuindo”, afirmou Jones.
De acordo com o geneticista, “estamos nos misturando em uma espécie de massa global e o futuro não será branco e negro, será cor de café”.
“Acredito que vão ocorrer mudanças, mas nossas mudanças não serão físicas, serão mentais”, afirmou Jones.
Comentários meus:
Concordo com muitas das afirmações do Dr. Steve Jones, mas não penso mesmo que as mutações chegaram ao ápice; não mesmo. Acreditar nisto seria acreditar que já atingimos algum tipo de perfeição, mas não é o que vemos diariamente, onde podemos citar como exemplo simples a longevidade que podemos alcançar nos dias atuais, todavia, percebe-se que as mulheres deixam de ovular muito jovens diante disto, e que os humanos tem problemas ainda a serem melhor desenvolvidos, como os dentes que tendem a durar menos que a longevidade, os cabelos que caem antes da hora, e assim como ainda somos muito frágeis a inúmeras doenças degenerativas que impedem o uso pleno das capacidades mentais na terceira idade que deveria ser a melhor de todas.

Entretanto, também é impossível acreditar em aleatoriedade genética, justo porque o universo não trabalha com eventos aleatórios, acasos, sorte ou azar. Tudo tem uma razão de acontecer. Mas acertou ao falar sobre os novos seres com tons café. Ele vislumbrou a futura raça dourada.

Também ele está certo ao indicar que as mutações diferenciadas estão se findando. É claro que a tendência após períodos longos de várias gerações tenderá a criar seres humanos cada vez mais homogêneos e cada vez mais ocorrerá a apuração genética. Hoje os humanos são ainda muito diferentes entre si ainda, em função ainda da falta de maior miscigenação racial e física entre si. Aliás, por este princípio de homogeneidade é que o programa de evolução segue.

Logo, num futuro ainda distante, não caberá termos aqui gordos, magros, baixos, altos, diferentes cores raciais, físicos diferenciados, etc. tudo caminha para sermos todos muito parecidos entre si, físicos, cabelos, pele, olhos, formatos, etc.

A marca de uma raça mais adiantada e com mais tempo de evolução é a homogeneidade.
Quanto mais parecidos formos todos, mais próximos estaremos da evolução final. Então afirmar hoje que já atingimos o limite da evolução é falso pois não corresponde com a visão do futuro.

Mas este Dr. Steve é bom, pois inferiu muitas coisas importantes que a teosofia vem ensinando há décadas, como por exemplo, o desenvolvimento do mental abstrato, desenvolvimento e evolução esta que será a tônica nos milhões de anos que se seguirão nas Civilizações Humanas do futuro.
E creio que também está correto em afirmar que não será mais as características do mais forte que se sobresairão no futuro, mas outras qualidades muito mais importantes na evolução, como capacidades mentais.
Quanto as formas e a “mão de Deus na evolução (e não aleatoriedade)” já explicamos esta tese em vários textos deste blog. Acreditar que os criadores iriam deixar tudo somente por conta da raça hominal é acreditar demais que há acasos, sorte e azar. Não, o ser humano em sua evolução tanto física quanto mental é muito importante para deixar para o aleatório e por conta própria, pois, sozinhos apenas somos capazes de criar monstruosidades.
Há evolucionismo e criacionismo, é claro, ambos tem a mesma origem: o Criador, pois tudo que existe é do Criador e não resultado da criatura em si mesmo e por si mesmo. E a ciências conhecerão mais sobre isto em breve, na minha visão.
E durma-se com este barulho.

Atama Moriya,