A ORIGEM DO HOMEM

Blog destinado a discutir grandes mistérios que intrigam o ser humano... Mistérios da Arqueologia, Mistérios da Historia, Mistérios das Religiões, Mistérios da Astronomia, Povos misteriosos, civilizações perdidas.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

O ser humano não é perfeito


Os religiosos criacionistas dizem que Deus criou o homem à sua imagem e semelhança, de uma só vez, nos primeiros 7 dias. Dizem também que o corpo humano é a maravilha da Criação e é prova de que Deus existe.
A verdade é que o homem é o resultado de alguns bilhões de anos de evolução, a partir de bactérias unicelulares. Nosso DNA mostra isto. Ele é cumulativo e contém as características de todos os nossos antepassados, desde as primeiras bactérias. Por exemplo, temos os genes que dão olfato apurado ao rato, só que não funcionam em nós.
Um projeto decente eliminaria tudo o que não fosse necessário. Mas a evolução é uma lenta acumulação de mutações aleatórias que foram selecionadas, não porque eram a melhor solução possível mas, porque naquele dado momento, representaram uma vantagem competitiva para os indivíduos com aquela mutação. Isto também significa que não houve preocupação com consequências a longo prazo. A evolução não planeja, apenas reage.
Esta é uma lista de defeitos de “projeto” do corpo humano, uma boa porcaria que, se fosse realmente um projeto, teria sido rejeitado:
  • As consequências de termos ficado de pé, ou seja, hemorróidas e problemas na coluna. As hemorróidas, devido à pressão do sangue no reto, que aumentou pela força da gravidade, enquanto que antes havia apenas a pressão do coração. A coluna, devido ao esforço extra de suportar nosso peso, que antes ficava distribuído pelas 4 patas.
  • O joelho humano é mal projetado para a carga que tem que sustentar. E ficar muito tempo de joelhos pode provocar bursite devido ao excessivo esticamento da bursa (que cobre a rótula ou patela).
  • O cotovelo tem nervos expostos que tornam muito dolorosa qualquer pancada. E o crânio não se reforçou o bastante para proteger o tamanho extra do cérebro humano.
  • Parto doloroso: as fêmeas dos primatas podem fazer o próprio parto, puxando o filhote para fora com as próprias mãos. Nas mulheres, também por terem ficado de pé, o canal de saída é em curva e de tal forma que é preciso primeiro empurrar a cabeça numa direção e depois em outra até que ela saia, o que é quase impossível para a maioria das mulheres e resulta num parto demorado e doloroso e até na morte da mãe, em alguns casos. Um crente poderia alegar que isto é resultado do pecado original…
  • Nosso sistema imunológico e a maioria dos outros é um festival de substâncias que são produzidas por nosso corpo para consertar alguma coisa ou ativar alguma função e que produzem efeitos colaterais que, por sua vez, são corrigidos por mais um grupo de substâncias que, por sua vez, etc. etc. Não parece um sistema projetado do zero e sim uma longa série de remendos em cima de remendos e que nunca fica bom. É desnecessariamente complicado e, por isto mesmo, ruim. Mas os crentes vêem nesta complexidade a prova de que houve um Criador.
  • Nos homens, o canal urinário passa por dentro da próstata, uma glândula muito sujeita a infecções e ao inchamento resultante. Isto bloqueia a urina e é um problema comum em homens. Passar um tubo deformável através de um orgão que frequentemente se expande e bloqueia o fluxo no tubo não é um projeto inteligente. Qualquer idiota com meio cérebro (ou menos) projetaria “encanamentos” melhores para o homem.
  • Os testículos se formam dentro da barriga e depois depois têm que passar pela parede abdominal e descer até o saco escrotal, deixando um ponto fraco (na verdade dois) na parede. Este ponto é o chamado canal inguinal e pode resultar em hérnia, deixando que os intestinos saiam e fiquem presos em baixo da pele. Os intestinos ficam prejudicados e o fluxo de sangue para os testículos se reduz ou é cortado. Além disso, às vezes um ou os dois testículos não descem. Grande design…
  • Os testículos têm que ficar do lado de fora porque o calor do corpo reduz a fertilidade (o que não ocorre com os ovários). Além do problema acima, isto os deixa vulneráveis e deu origem à expressão “pé no saco”.
  • A maioria dos animais tem um olho de cada lado da cabeça. Os humanos também começam assim mas, durante a gestação, os olhos se movem para a frente. Em algumas pessoas, este deslocamento não é completo e elas ficam com os olhos muito separados.
  • Nossa mandíbula reduziu-se em relação à de nossos antepassados. Os dentes do siso ficam meio que sobrando e nem chegam a nascer em algumas pessoas.
  • O rabo que herdamos de nossos antepassados atrofiou-se e hoje nos resta apenas o cóccix mas, ainda que muito raramente, nascem crianças com rabo. Aparentemente, ocorre um problema com a programação genética para bloquear o crescimento do rabo durante a gestação.
  • As mulheres já são capazes de engravidar aos 10 ou 11 anos mas, como o resto do corpo ainda não está preparado nesta idade, o crescimento é interrompido e ficam sequelas.
  • A gravidez não é um processo saudável. Na verdade, consiste numa guerra imunológica entre a mãe e o “corpo estranho” em seu ventre, que pode causar a morte de bebês com fator RH diferente, e um dilúvio de hormônios e outras substâncias, dos quais a mulher emerge deformada e esgotada, às vezes até com uma forte depressão que leva algumas a rejeitar ou matar seus próprios filhos. A medicina moderna já tem meios de minimizar tudo isto mas a verdade é que, do ponto de vista da natureza, a saúde e o bem-estar da mãe não são importantes, desde que ela sobreviva por tempo suficiente para produzir a próxima geração e cuidar dela.
  • A menstruação é um desperdício de sangue e energia. Preparar-se todos os meses para uma gravidez que quase nunca ocorre e depois jogar tudo fora está longe de ser a melhor solução. E o processo também envolve alterações hormonais que resultam na TPM, por exemplo, entre outros incômodos.
  • O processo da fecundação não é uma coisa precisa e pode ocorrer fora do útero, como no caso da gravidez tubária.
  • Ao contrário do homem, que está sempre produzindo novos espermatozóides, a mulher já nasce com todo o estoque de óvulos que usará durante a vida. Mas eles ficam velhos demais depois de uma certa idade, dando origem a crianças com problemas genéticos.
  • Quando termina a idade fértil, vem a menopausa e a produção de hormônios se reduz ou cessa, deixando a mulher vulnerável a uma série de doenças.
A única razão de a raça humana não se ter extinguido é sua inteligência, que lhe permite compensar com tecnologia suas deficiências e sua fragilidade.
Os outros animais também apresentam claras evidências de evolução aleatória, como órgãos vestigiais, ou seja, asas que não servem para voar, dentes que existem em fetos de baleia e depois são reabsorvidos durante a gestação, guelras nos fetos de muitos animais (inclusive nos humanos) e que desaparecem, cobras com pernas atrofiadas etc. Ou então mutações em que características dos antepassados ressurgem. Tais esquisitices nem sempre atrapalham, mas comprovam que a evolução ocorreu por tentativas e as versões antigas foram se acumulando, ainda que atrofiadas, à medida em que versões mais eficientes surgiam. Ou seja, é um design porco, não um projeto em que cada versão é criada do zero, apenas com os elementos necessários. Sem remendos sobre remendos, e sim com a solução adequada.
E para terminar:
O inseto Xylocaris Maculipennis desenvolveu um hábito reprodutivo curioso conhecido como “estupro perfurante homossexual”. Aparentemente, em algumas varidades deste inseto, o macho fecha a fêmea com um espécie de rolha após fertilizá-la para evitar que outros machos a fertilizem também. Algumas espécies se adaptaram a isto perfurando a fêmea durante a relação de modo a evitar o caminho normal e contornar a “rolha”. O Xylocaris Maculipennis desenvolveu algo ainda mais drástico. O macho perfura e insemina outros machos à força de modo a que seus genes sejam carregados para as fêmeas quando o macho estuprado acasalar com elas. Deste modo, o estuprador insemina por procuração.
Fonte: Talk Origins
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terça-feira, 22 de abril de 2014

Vítimas do Período Nazista: Ideologia Racial Nazista


O HOLOCAUSTO
O Holocausto é um evento central ao nosso entendimento da civilização ocidental, do estado-nação e da sociedade burocrática moderna, bem como a natureza humana. O Holocausto foi o assassinato em massa, premeditado, de milhões de pessoas inocentes. Incentivados por uma ideologia racista que considerava os judeus "vermes parasitas" que deveriam ser eliminados, os nazistas deram início ao genocídio em uma escala sem igual. Eles condenaram todos os judeus da Europa à destruição: os doentes e os saudáveis, os ricos e os pobres, os religiosos ortodoxos e os convertidos ao cristianismo, os velhos e os jovens, até mesmo bebês.
Aproximadamente dois entre cada três judeus que viviam na Europa antes da guerra foram mortos durante o Holocausto. Quando a Segunda Guerra Mundial terminou, em 1945, seis milhões de judeus europeus haviam morrido, e mais de um milhão deles eram crianças. Mesmo esses números são enganadores, pois a maioria dos que sobreviveram vivia em áreas da Europa que não foram ocupadas pela Alemanha durante a guerra, como o leste da União Soviética, a Grã-Bretanha, a Bulgária, e estados neutros como Espanha, Portugal, Suíça e Suécia. Dezenas de milhares de judeus também sobreviveram na area da Europa ocupada pela Alemanha, ou porque ficaram escondidos ou porque conseguiram, de alguma forma, sobreviver até a libertação dos campos de concentração. Os alemães e seus colaboradores eram perseguidores implacáveis, constantemente buscando e assassinando judeus nas áreas da Europa sob seu controle.
Muito foi escrito sobre o que ocorreu durante o período do Holocausto, e sobre onde, quando e como os nazistas realizaram seus planos assassinos. No entanto, para se começar a entender as ações dos nazistas, precisamos levar em conta e compreender as bases teóricas que os levaram a elaborar e implementar tais planos. Um exame dos princípios da ideologia racial nazista explica, em parte, esse compromisso incansável com a aniquilação total dos judeus europeus.
A IDEOLOGIA RACIAL NAZISTA
Adolf Hitler, líder do partido nazista, elaborou e expressou as ideias que vieram a ser conhecidas como a “ideologia nazista”. Hitler se imaginava um pensador sério e de profundidade intelectual, e estava convencido de haver encontrado a chave para a compreensão de um mundo extraordinariamente complexo. Ele partia do princípio de que as características, as atitudes, as habilidades e o comportamento das pessoas eram determinadas por suas “origens raciais”. Na sua visão, todos os grupos, raças e povos [sem cultura científica ele usava estes termos como sinônimos] traziam dentro de si traços que haviam sido transmitidos de forma imutável de uma geração para a geração seguinte, e ninguém poderia superar as qualidades inatas da sua raça. Para ele, toda a história humana poderia ser explicada em termos do conceito de luta racial.
Ao elaborar sua ideologia racial, Hitler e os nazistas utilizaram as ideias dos darwinistas sociais alemães do final do século 19. Assim como os darwinistas sociais de antanho, os nazistas acreditavam que os os seres humanos poderiam ser classificados coletivamente como "raças", e que cada raça apresenta características diferentes das demais, as quais foram geneticamente transmitidas desde o surgimento dos seres humanos na Pré-história. Essas características herdadas tinham relação não somente com a aparência e a estrutura físicas, mas também moldavam a a vida mental interna, as formas de pensamento, as habilidades criativas e organizacionais, a inteligência, os gostos e a valorização da cultura, a força física e a capacidade militar.
Os nazistas também adotaram a abordagem social darwinista sobre a teoria da evolução relativa à "sobrevivência dos mais fortes". Para os nazistas, a sobrevivência de uma raça dependia de sua capacidade de se reproduzir e multiplicar, sua acumulação de terras para sustentar e alimentar tal população em crescimento, e do cuidado em manter a pureza de seu patrimônio genético, para assim preservar as características "raciais" exclusivas com as quais a “natureza” os havia dotado para que tivessem sucesso na luta pela sobrevivência. Uma vez que cada “raça” procurava se expandir e o espaço sobre a terra era finito, a luta pela sobrevivência resultava, “naturalmente”, em conquistas e confrontos militares violentos. Desta forma, a guerra – na verdade uma guerra contínua – era parte da natureza, parte da condição humana.
Para definir uma raça, os darwinistas sociais criaram estereótipos, positivos e negativos, sobre a aparência, o comportamento e a cultura de diferentes grupos étnicos, os quais seriam supostamente inalteráveis e baseados em uma herança biológica que não poderia ser modificada, seja ao longo do tempo ou por diferenças de ambiente, intelecto, desenvolvimento ou socialização. Para os nazistas, a assimilação de um membro de uma raça em outra cultura ou outro grupo étnico era impossível, pois os traços originais herdados não poderiam ser modificados: eles seriam apenas degenerados pela miscigenação.
GRUPOS VISADOS
Os nazistas definiam os judeus como uma "raça". Considerando a religião judaica irrelevante, os nazistas atribuíam vários estereótipos negativos aos judeus e ao que definiam como “comportamento judaico". Tais idéias eram embasadas na crença de uma suposta herança biológicamente predeterminada que havia levado à criação da "raça judaica". Acreditavam que o mesmo havia acontecido com as demais raças, todas lutando por sua sobrevivência em um mundo de recursos finitos, às custas das demais.
Ao mesmo tempo em que classificava os judeus como seu principal "inimigo", o conceito ideológico de raça nazista visava outros grupos para perseguição, aprisionamento e aniquilação, entre eles os ciganos, os deficientes físicos e mentais, os poloneses, os prisioneiros de guerra soviéticos e os afro-germanos. Os nazistas também classificaram seus opositores políticos, as Testemunhas de Jeová, os homossexuais e as pessoas anti-sociais como inimigos que colocavam em risco a segurança, uma vez que não apoiavam o regime nazista ou porque algum aspecto do seu comportamento não se encaixava nas percepções nazistas sobre as normas sociais. Eles procuravam eliminar pessoas não-conformistas e as chamadas “ameaças raciais” internas na busca por por uma eterna purificação da sociedade alemã.
Os nazistas acreditavam que raças superiores não só tinham o direito, mas também a obrigação de dominar e até mesmo exterminar as inferiores. Eles acreditavam que a “luta racial” era consistente com as leis da natureza. A visão estratégica que guiava as políticas raciais dos nazistas, era a de que a raça dominante, i.e. a ariana, governaria os demais povos, especialmente os eslavos e os chamados asiáticos (termo que usavam para se referir aos povos da Ásia Central Soviética e os islâsmicos da região do Cáucaso), a quem julgavam inferiores por natureza. Para fins propagandísticos, os nazistas frequentemente tratavam essa visão estratégica como uma cruzada para salvar a civilização ocidental dos bárbaros "orientais" ou "asiáticos", e de seus líderes e organizadores judeus.
DEFININDO O COLETIVO RACIAL
Para Hitler e para outros líderes do movimento nazista, o valor fundamental de um ser humano não estava em sua individualidade, mas no grupo racialmente definido do qual fazia parte, e o principal objetivo do coletivo racial era o de garantir a sua própria sobrevivência. A maioria dos seres humanos tem um instinto individual de sobrevivência, mas Hitler ia além, alegando que o instinto coletivo de sobrevivência era coletivo porque baseava-se no fato das pessoas serem parte de um grupo, povo ou raça [OBS: por não possuir conhecimento científico, ele utilizava estes termos de forma indistinta]. Para os nazistas, esse instinto coletivo pela sobrevivência sempre envolvia a preservação da pureza da "raça" e a luta contra outras "raças" concorrentes pelos mesmos recursos/territórios.
Manter a pureza da raça era importante, segundo Hitler e seus acólitos, pois com passar do tempo, a mistura das raças levaria ao abastardamento e à degeneração das mesmas, até um ponto em que elas perderiam suas características e, consequentemente, perderiam suas capacidades de se defender de forma eficiente, tornando-se assim condenadas à extinção. O controle do espaço era vital, insistia Hitler, pois a expansão populacional de uma raça dependia disto. Sem novos territórios que conseguissem manter uma população em expansão, a raça ficaria estagnada e, eventualmente, desapareceria.
Os nazistas também sustentavam a ideia de que existia uma hierarquia qualitativa entre as raças, pela qual nem todas eram iguais. Hitler acreditava que os alemães faziam parte de um grupo racial superior, que ele denominava "ariano", e a raça "ariana" alemã era a mais bem qualificada dentre todas as demais, afirmava ele, sendo sua superioridade biológica a razão pela qual deveria se tornar a senhora de um vasto império em todo o leste europeu.
A RAÇA "ARIANA"
Mas, alertava Hitler, uma ameaça de dissolução, tanto interna como externa, pesava sobre a raça "ariana". A ameaça interna estava presente nos casamentos inter-raciais entre alemães "arianos" e membros de raças inerentemente inferiores: judeus, ciganos, africanos e eslavos. Dizia-se que a descendência desses casamentos diluiria as características superiores do sangue alemão, debilitando a raça em sua luta contra as demais pela sobrevivência.
O estado alemão de entre-Guerras [OBS: República de Weimar] havia enfraquecido ainda mais a raça "ariana" ao tolerar a procriação entre pessoas que os nazistas consideravam geneticamente degeneradas e que exerciam uma influência prejudicial à pureza da raça como um todo: pessoas com deficiências físicas e mentais, criminosos habituais ou profissionais, e pessoas que compulsivamente apresentavam "comportamentos socialmente depravados", segundo a visão nazista, tais como mendigos, mulheres supostamente promíscuas, pessoas incapazes de permanecerem em um emprego, e alcoólatras, entre outros.
A raça "ariana" alemã também enfrentava uma ameaçada de dissolução externa porque, segundo Hitler, a República de Weimar perdia a competição pela terras e pela população para as raças eslava e asiática, consideradas "inferiores" pelos nazistas. Nessa competição, a "raça judaica" havia refinado sua ferramenta socialista tradicional - o comunismo soviético - para mobilizar os eslavos, considerados incapazes de pensar, e também enganar os alemães, fazendo-os acreditar que o instrumento artificial do conflito de classes superava o instinto natural da luta racial. Hitler acreditava que a falta de “espaço vital” reduzia os índices de natalidade dos alemães a níveis perigosamente baixos. Para piorar a situação, a Alemanha havia perdido a Primeira Guerra Mundial e, pelo Tratado de Versalhes, havia sido forçada a ceder milhares de valiosos quilômetros quadrados de terra para seus vizinhos.
Para sobreviver, alegava Hitler, a Alemanha precisaria romper o cerco territorial de seus inimigos e conquistar vastos espaços dos países eslavos ao leste. A conquista do leste europeu forneceria à Alemanha o espaço necessário para a ampla expansão de sua população, com os recursos necessários para alimentá-la, e com os meios de concretizar seu destino biológico de raça superior, chegando a Alemanha assim ao seu devido status como potência mundial.
ELIMINAÇÃO DOS INIMIGOS RACIAIS
Hitler e o Partido Nazista estereotipavam seus inimigos raciais em termos muito claros e inquestionáveis. Para Hitler e demais nazistas, os judeus representam um inimigo prioritário, tanto dentro como fora da Alemanha. Sua suposta constituição racial e genética inferior havia gerado os sistemas de exploração do capitalismo e do comunismo. Impulsionados pelo desejo de expansão, os judeus promoviam e usavam sistemas de governo e de organização de Estado, incluindo constituições, proclamações de direitos iguais para todos, e paz internacional, de forma a minar a consciência racial das raças superiores como a alemã, e para possibilitar a diluição do sangue superior pela assimilação e pelos casamentos inter-raciais.
Os judeus usavam ferramentas que estavam sob seu controle ou eram por eles manipuladas– a mídia, a democracia parlamentar com seu foco em direitos individuais, e as organizações internacionais dedicadas à resolução pacífica de conflitos nacionais – para levar adiante seu impulso biológico para controle do poder mundial. Se a Alemanha não agisse decisivamente contra os judeus, tanto dentro como fora do país, alegava Hitler, as multidões de eslavos e asiáticos sub-humanos e não civilizados, que os judeus poderiam mobilizar, acabariam por exterminar a raça "ariana".
Para Hitler, a intervenção do governo para segregar as raças, promover a reprodução daqueles com as "melhores" características, impedir a reprodução daqueles com características inferiores e preparar-se para guerras de expansão, colocava o estado alemão em sintonia com seu instinto natural de sobrevivência, biológicamente determinado. Além disso, tal intervenção incentivaria uma consciência natural de raça entre os alemães; consciência que os judeus procuravam eliminar através da democracia parlamentar, de acordos internacionais de cooperação e da expressão dos conflitos de classe. Hitler acreditava que, por sua superioridade racial, os alemães tinham o direito e o dever de tomar, dos eslavos, "asiáticos" e de seus fantoches judeus, os territórios do leste. Na busca para alcançar tais objetivos, insistia Hitler, os alemães estavam apenas seguindo seus instintos biológicos. Para derrotar e dominar definitivamente os eslavos, os líderes alemães teriam que aniquilar as classes dominantes da região e os judeus, que eram a única "raça" capaz de organizar as raças inferiores através da doutrina bolchevista-comunista, a qual era uma ideologia "judaica" biológicamente determinada.
Para eliminar essa doutrina prejudicial, perigosa à sobrevivência dos alemães, era necessário eliminar as pessoas que por natureza eram seus criadores e mantenedores, pois segundo Hitler era assim que a natureza funcionava. Em suma, o programa de guerra e de genocídio de Hitler foram resultantes do que ele via como uma equação: os alemães "arianos" precisavam se expandir e dominar outros povos e espaços, um processo que exigia a eliminação de todas as ameaças raciais – especialmente a judaica – ou então eles próprios seriam extintos.
Copyright © United States Holocaust Memorial Museum, Washington, DC

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SÍMBOLOS DA NOVA ERA






Existe há séculos uma série de símbolos que são a representações de diversos costumes e crenças. São como logotipos, representação gráfica (desenho, letras, etc) usado pelas empresas atuais que ao vê-los logo reconhecemos.

A maioria das pessoas que utiliza esse sistema simbólico está ligada à música e aos meios de diversão em geral, com destaque aos grupos de Rock (Metal), que fazem de suas vestimentas e capas de discos, os mais eficientes veículos de divulgação dessa simbologia.

Veja abaixo alguns exemplos:


Anarquia

O movimento prega a destruição de toda e qualquer organização que não queira se integrar ao novo sistema. Declara a anarquia do inferno a essas organizações que resistem à adesão universal.


Ankh ou "Cruz com laço", "Cruz egípcia"...

Antigo símbolo egípcio que representa a vida, o conhecimento cósmico e o intercurso sexual. Também é conhecido por bruxos como a "Cruz Ansata", utilizado em rituais de encantamento, fertilidade e divinação.

Todo faraó ao morrer levava a cruz junto às narinas para adquirir imortalidade.

Ele era encontrado sempre nos hieróglifos, sendo segurado pelas divindades egípcias como se fosse uma chave, o que nos remete ao seu significado como "a chave dos portões que separam a vida e a morte", já que estes desenhos eram muito comuns em pirâmides mortuárias dos faraós. O Ankh simboliza a vida, o conhecimento cósmico, o intercurso sexual e o renascimento.


Arco-íris

É o símbolo principal da Nova Era, mas apresentado só a metade! Ele representa a ponte entre a alma humana individual e a "Grande Mente Universal" ou "Alma Universal", que é Lúcifer. Também é considerado como "Ponte Mental" entre o homem e as energias cósmicas e a cidade de Shambala, governada por Lúcifer. Na Bíblia, o arco-íris é o símbolo da Aliança entre Deus e o Seu povo.


Besouro

Símbolo que mostra que a pessoa que usa tem poder dentro do satanismo.


Borboleta

A borboleta é o símbolo próprio dos adeptos da nova era ou dos "aquarianos". Como a lagarta entra no casulo, transforma-se e sai em forma de borboleta, assim a humanidade passa de uma era antiga, transforma-se em todos os sentidos e entra na nova era.


Cabeça de bode

É um símbolo de zombaria, contrário ao cordeiro de Deus "Jesus".


Casal Transpessoal

Símbolo do fim do casamento representado pela letra Omega, última letra do alfabeto grego. Os adeptos da Nova Era dizem que o ser humano não deve pertencer a nenhuma família possessiva, mas deve ficar sempre livre para buscar outros parceiros.


Chalice Well (Símbolo celta)

Associado aos poderes mágicos, o chalice well representa o poço do Glastonbury, no fundo do qual estaria escondido o Santo Graal - o cálice usado por Cristo na última ceia. É um objeto da tradição celta mais recente, pois remonta o início da Era Cristã e ao período medieval. Usado como talismã, atrai proteção e facilita a comunicação com os seres elementais - fadas, gnomos, ondinas, silfos, salamandras e duendes. Não há uma divindade associada a esse talismã, porque ele se identifica com o cristianismo (incorporado pelos celtas), não tendo, portanto, uma ligação direta com o druidismo nem com a mitologia celta primitiva.


Chifre

Usado em colares, pulseiras, brincos, etc. Simboliza o afastamento de fluídos negativos (mal olhado, olho gordo...).


Circulo

O movimento cíclico do Universo e das energias. Representa toda forma de força cíclica, seja corpórea ou universal ininterrupta.


Cruz Celta

Associada à coragem e ao heroísmo, a cruz celta ajuda a superar obstáculos e a conquistar vitórias graças aos próprios esforços. Atrai reconhecimento, fama e riqueza, mas essas bênçãos só são garantidas para quem trabalha com afinco e dedicação. Por isso, a cruz celta também concede força de vontade e disposição. A divindade relacionada a esse talismã é Lug, o Senhor da Criação na mitologia celta.


Cruz com laço

Simboliza o desprezo da virgindade, troca da parceiros conforme a escolha pessoal. A NE ensina que a sexualidade é a parte que purifica o ser humano, eleva o espírito e embeleza o corpo. É a volta ao paganismo antigo, cujos "deuses" promoviam as danças com barulho excessivo, as orgias, a prostituição ritual, etc.


Cruz Satânica ou Cruz da confusão

O nome por si já diz o que significa, qual o seu uso, e o objetivo do porque usa.


Cruz suástica

Para o Movimento Nova Era simboliza o movimento cósmico. É bem conhecida sua conotação com a pessoa de Adolf Hitler e seu movimento nazista que dizimou milhões de seres humanos na Segunda guerra mundial. É conhecido, também no Brasil e em outras partes do mundo, o renascimento deste movimento nazista. A cruz suástica é inspiração de chamberlain, um vidente satânico e conselheiro de Hitler. Foi ele que inspirou a Hitler as idéias de um reino de terror e poder.


Cruz de Cabeça para Baixo

Usado por grupos de Rock e adeptos da Nova Era. Simboliza zombaria da cruz de Jesus. Usado também em rituais satânicos.


Estrela de cinco pontas

As duas pontas para cima, significam Lúcifer e seu reino; duas pontas para baixo, significa o homem como deus, no lugar de Deus. É símbolo da adoração a Satanás já estabelecida em várias partes do mundo. Alguns conjuntos musicais de "Rock" adoram este símbolo para garantir sucesso.


Estrela de Davi em círculo

É usada pelo movimento Nova Era como símbolo da unificação da humanidade com as forças cósmicas.


Fita entrelaçada Sem Fim

Significa a vida entrelaçada, onde há sempre uma continuidade em outras encarnações. Também representa o pacto de sangue entre os nova-erinos, envolvendo pessoas ou organizações. É usado para uma melhor obediência entre os aliados do movimento Nova Era.


Lua-estrela

Usados em roupas, adereços, artes e também em centros espíritas. Simboliza poder para transportar através do cosmos.


Mancha

Usada principalmente em automóveis. É uma gota de sangue em zombaria ao sangue redentor de Jesus.


Mão chifrada

Usado por artistas ligados à música (principalmente Rock) e seus fãs. Simboliza invocação ao diabo e louvor em rituais satânicos.


Netuno

Simboliza a transformação das crenças. A cruz para baixo significa que todas as crenças serão destruídas para que o planeta Terra seja governado por Maitreya o "Novo Messias".


Número da besta

Este número tem qualidades sagradas e por isso, deveria ser usado com maior freqüência possível para representar a Nova era, segundo os ensinamentos da Alice Bailey, suma-sacerdotisa da Sociedade Teosófica.


Olho de Lúcifer

Simboliza o olhar de satanás sobre as finanças do mundo. (ver nota de um dólar).


Olho de Lúcifer

Usado em roupas e outros meios. Simboliza o olho de satanás vendo tudo e chorando por aqueles que estão fora do seu alcance (judeus e cristãos principalmente).


Olho de Hórus

É um outro antigo símbolo egípcio. Representa o olho divino do deus Hórus, as energias solar e lunar, e freqüentemente é usado para simbolizar a proteção espiritual e também o poder clarividente do Terceiro Olho.


Pé-de-galinha (Movimento Hippie)

É uma cruz de cabeça para baixo, também chamada de "pé-de-galinha". Simboliza a "verdadeira" paz sem Cristo. O pé-de-galinha é uma cruz com os braços quebrados e caídos. O círculo representa o inferno. Na década de 60 foi usada pelos hippies; também foi símbolo de ecologia no mundo, pois representa uma árvore de cabeça para baixo. E esse símbolo simboliza a Igreja de Satã nos Estados Unidos.


Pentagrama

É um dos símbolos pagãos mais poderosos e mais populares entre os Bruxos e Magos Cerimoniais. O pentagrama (uma estrela de cinco pontas circunscrita num círculo) representa os quatro antigos e místicos elementos: fogo, água, ar e terra, superados pelo espírito.

Na Wicca o símbolo do pentagrama é geralmente desenhado com a ponta para cima a fim de simbolizar as aspirações espirituais humanas. Um pentagrama voltado com duas pontas para cima é um símbolo do Deus Cornífero.


Pirâmide

É tida como elemento que capta a energia cósmica e beneficia as pessoas dando sorte nos negócios.


Plutão

Simboliza a "união planetária, construção da "Aldeia Global", é o novo nascimento do planeta Terra com a união sem fronteiras, acima de credos, cor e raça. Simboliza também a "paz universal" dentro da nova era.


Pomba com Ramo

Simboliza a paz à qual tendem os aquarianos, na esperança de que as águas de Peixes sequem para dar lugar à Nova Era.


Raio

É o reconhecimento do poderio de satanás, senhor Satã, e a disposição de estar a seu serviço.


Signo de Lúcifer

Este sinal é o símbolo da bandeira de Lúcifer. O círculo representa o planeta Terra como reino de satanás. O ponto são os homens, instrumentos a serviço deste reino.


SS

Usado por grupos nazistas e grupos de Rock também em roupas, broches, tatuagens, etc. Simboliza o louvor e invocação de satanás.


Triângulo

Símbolo com várias interpretações, aliás conciliáveis: luz, trevas e tempo; passado, presente e futuro; sabedoria, força e beleza; nascimento, vida e morte; liberdade, igualdade e fraternidade.

É um símbolo de manifestação finita na magia ocidental, sendo usado em rituais para invocar os espíritos quando o selo ou sinal da entidade a ser invocada está no centro do triângulo. O triângulo é equivalente ao número três - número mágico poderoso - e é um símbolo sagrado da Deusa Tripa: Virgem, Mãe e Anciã. Invertido simboliza o princípio masculino.

Tem cabalisticamente duas formas de interpretação, define o temário, numero três: causa, ação e reação. É também a força do etéreo quando o vértice está para cima.


Triskle Celta (Símbolo celta)

Associado aos quatro elementos básicos da natureza - a terra, o fogo, o ar e a água - , o triskle celta é o símbolo que sintetiza toda a sabedoria desse povo. Ele representa as três faces da mulher, considerada a expressão máxima da natureza: a anciã, a mãe e a virgem. Usado como talismã, esse objeto atrai as três principais qualidades femininas - ou seja, a intuição, a ternura e a beleza - e ajuda a obter proteção contra todos os males. A divindade relacionada a esse talismã é a própria natureza, cultuada pelos celtas.


Unicórnio

É o símbolo da liberdade e promiscuidade sexual: homossexualismo, lesbianismo, heterossexualismo, fornicacionismo, sexo grupal, etc.


Urano

Amor à natureza que se expressa através dos movimentos ecológicos. Urano simboliza a harmonia com o cosmo, adoração à deusa Gaia, o que eles chamam de "Lado feminino de Deus".


O Tao ou Yin Yang

A representatividade chinesa do macro e microcosmos e das duas energias que regem das duas energias que regem o mundo, yin e yang; o feminino e o masculino; o bem e o mal; a ordem e o caos; - energias opostas que se complementam. A força intrínseca do Universo convertendo-se ora em uma, ora em outra.
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AS CLAVÍCULAS DE SALOMÃO

Salomão havia representado o alfabeto por setenta e dois nomes escritos em trinta e seis selos e é o que os iniciados do Oriente denominam ainda de “as pequenas chaves” ou “clavículas de Salomão”, que fecham o caminho da coluna do meio. Trata-se da chave geral de todos os antigos dogmas religiosos, a chave da Cabala e das Escrituras Sagradas, um alfabeto hieroglífico e numeral que concentra uma série de idéias divinas, gerais e absolutas. O uso desta chave só era conhecido pelos sumos sacerdotes da antiguidade.É um encadeamento de causas e efeitos infinitos onde os princípios referem-se a um número e uma letra e seus significados na criação.


A palavra clavícula " BRIAH' em hebreu significa ferrolho e também fugitivo. Homem aquele que fugiu do Edem e ficou aferrolhado pelo Querubim que guarda a entrada da Porta do Senhor.

Se considerarmos esse alfabeto por setenta e dois nomes escritos e cada nome representado por seus respectivos arcanos maiores e menores, sendo que cada um deles pertence a uma letra, e se combinássemos todas elas, teríamos 231 portas ou combinações ( Merkabah*), as quais cabalisticamente se aproximaram de uma compreensão do universo ou macrocosmos, para o microcosmos.

(*)MERKABAH não significa apenas “carruagem” mas também “combinação” de letras o veículo divino que se manteve oculto durante muito tempo. Todos os judeus religiosos acreditam que Deus criou a Tora antes de criar o próprio mundo e que o hebreu não era somente a linguagem original, se não que cada palavra deste idioma contém a essência da coisa que nomeia e que cada letra deste alfabeto, foi uma construção da Criação.

Os elementos do mundo são os Arcanos Menores, em conseqüência disto toda a criação procede de um único nome. ARCANOS são os anjos e arcanjos creadores de todas as coisas nas vinte duas dimensões vivas, perfazendo um só corpo na unidade do Senhor.

As vinte e duas letras do alfabeto hebreo são constituídas por três mães, sete duplas e doze simples.


- As três mães são os fundamentos que representam “o prato do merecimento “, “o prato da culpabilidade” e “ a balança da lei “, elas são Aleph que domina sobre o espírito, Mem que domina sobre a água e Schin que reina sobre o fogo.

- As sete duplas que são reduzidas em seus opostos pela permutação de suas letras criando a vida e a morte, a paz e guerra, a ciência e ignorância, a riqueza e pobreza, a graça ou abominação, a felicidade ou esterilidade, a liberdade ou escravidão.

Elas são Beth que criou a Lua, Guimel que criou Marte, Daleth que criou o Sol, Kaf que criou a Venus , Phe que criou Mercúrio , Reish que criou Saturno e Tav que criou Júpiter.

As doze simples ou astrológicas serão descritas em futuro texto.

Na cabala entende-se que Deus cria todas as coisas com números, medidas e pesos, sendo, que cada número contém um verbo, mistério e tributo da divindade e da inteligência, sendo que tudo o que existe, existiu o vai existir no universo da natureza e produto do Senhor.

Todas as 22 letras são consoantes, que dependendo de sua pronúncia e aspiração fonéticas poderão ser conjugadas como uma vogal.


O significado vulgar para os nomes das letras hebraicas derivam dos antigos hieróglifos do qual estas letras provem.

Estes significados são ALPEPH(touro), BETH(casa), GHIMEL(camelo), DALETH(porta), HE( xxx), VÔ (gancho), ZAIN(arma), HEITH(cinto), TEITH(serpente), YOD(mão), KAF(palma da mão) , LAMED(aguilhão), MEN(água), NOUM (peixe), SAMECH(cobra), AYIN(olho), PHE(boca), TSARE(casa), QEF(hospício), REICH(cabeça), SCHIN(dente), TAY(sinal).

Quanto ao significado cabalístico subtraído do mundo das idéias estas letras simbolizam e representam 3 sentidos: o material, o espiritual e o valor semântico (transformações sofridas no tempo).

Este alfabeto se subdivide, em três partes que designam: do ALEPH, ao IOD, o mundo angélico - da letra KAFJA a TSADEY as diferentes ordens de anjos que protegem o mundo material e da letra QEF a TAY o mundo dos elementos regidos pelo Espírito Santo.


Sendo todas as letras abençoadas pelo absoluto Ser dos Seres que na combinação do Verbo cria a alma e a vida de todas as criaturas e de todas as coisas deste mundo, cada letra é governada por um anjo, o qual é um raio de um fluxo das virtudes do todo poderoso, quantidades de Deus, que formam as palavras.

As palavras formam as orações e são os Anjos que designados pelas letras e reunidos nas palavras escritas e faladas, realizam as maravilhas que deslumbram os homens comuns.
(Continua)

Postado por Ponte Oculta às 12:23
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Marcadores: Cabala
Postado por jotamachado às 18:09 Nenhum comentário:
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sociedade epicuréia


"Ponto de encontro entre a literatura e a vida,
onde os jovens procuravam dar realidade às imaginações românticas"



Esta frase do crítico literário Antonio Cândido publicada no jornal Estado de São Paulo de 25 de Janeiro de 1954, resume num ponto de vista, o que foi a Sociedade Epicuréia. Porém, para que compreendamos com maior discernimento, devemos antes de tudo, conhecer Epícuro e o Epicurismo.
Epícuro (341–270 a.C.) foi um filósofo grego partidário de Demócrito. O essencial de sua obra reside no conceito de gozar os bens materiais e espirituais do mundo com ponderação e medida; de forma que a excelência desses bens seja percebida naquilo que há de melhor em sua natureza. Mas a doutrina de Epícuro foi desvirtuada por seus opositores, principalmente religiosos, que lutavam contra todas as formas de materialismo. Então o Epicurismo (Epicuréia, no feminino) tornou-se sinônimo de busca exclusivamente material; de volúpia e prazeres terrenos. Esta conotação foi usada para designar a Sociedade Epicuréia.


A Sociedade

Nosso cenário é a capital paulista em meados do século XIX. A Faculdade de Direito, instalada no antigo Convento de São Francisco, abrigava jovens vindos de diversas partes do Brasil. De acordo com o historiador Richard Morse: "os estudantes introduziram novas modas no vestuário. As caçadas, a natação, o flerte, as bebidas, as orgias e o hábito de se reunirem para discussão e divertimento levaram a vida para as ruas, ao ar livre, criaram a necessidade de tavernas e livrarias, e inauguraram o sentimento de comunidade".
Acomodados em pequenos quartos das repúblicas, os estudantes viam-se distantes do olhar recriminador da família. Aliada a liberdade, a atmosfera austera e sombria de uma São Paulo com no máximo 15 mil habitantes, fornecia elementos suficientes para o cultivo e propagação da imaginação. Neste caso, manifestada na literatura, e talvez, na vida real.
Um grupo criado em 1845, composto por boêmios universitários liderados pelos seus fundadores Aureliano Lessa, Bernardo Guimarães e Álvares de Azevedo, se intitulava "Sociedade Epicuréia". De acordo com as lendas, este grupo escandalizava as tradicionais famílias paulistanas ao promover orgias nas necrópoles da cidade. Dizia-se que haviam embriagado uma meretriz e a levaram secretamente para um cemitério. Numa cerimônia macabra, onde vinho e tabaco eram componentes essenciais, consagraram a prostituta como "Rainha dos Mortos", envoltos na fria neblina da madrugada paulistana.
O conto Noite na Taverna de Álvares de Azevedo, evoca um ambiente semelhante ao que poderia conter nestas cerimônias. Os relatos dos personagens Solfieri e Gennaro, por exemplo, poderiam ter sido inspirados em situações vivenciadas pelo autor e transcritas como simples contos.
Segundo o contemporâneo de Álvares de Azevedo, o escritor José de Alencar, "Todo estudante de alguma imaginação queria ser um Byron, e tinha por destino inexorável copiar ou traduzir o bardo inglês". Assim, os jovens e ávidos devoradores de Lord Byron, denominavam-se como personagens de suas obras. Estes pseudônimos eram usados apenas em suas reuniões. De certa forma, este recurso atribuía um aspecto alegórico e misterioso a Sociedade Epicuréia.
Outros boatos também contribuíram para que fosse criado um caráter profano ao redor da Sociedade Epicuréia e seus membros. Porém, os fatos combinam-se com os mitos e a veracidade das informações fica comprometida ao analisarmos alguns fatores.
É notório que Álvares de Azevedo possuía uma saúde frágil e uma personalidade introspectiva manifestada em seus versos. Além disso, o estudioso e dedicado jovem, teve uma importante parcela de sua obra construída durante o período que cursou a Faculdade de Direito. Portanto, é espantoso crer que o poeta promoveria e participaria de orgias como as que compõem a reputação da Sociedade Epicuréia, e esmaecem no véu dos tempos.
Mas deixemos as lendas. O fato significativo a ser destacado, é que a Sociedade Epicuréia é considerada por alguns, um grupo ou um período, onde se consolidou uma intensa e virtuosa produção literária estudantil. Até hoje, não houve um fenômeno de grandiosidade seme-lhante; e provavelmente não haverá. Isto porque a capacidade daqueles jovens poetas é incontes-tável, e o romantismo que circundava a outonal São Paulo daqueles tempos, jamais voltará a cena.

Por Spectrum
Postado por jotamachado às 18:06 Nenhum comentário:
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