terça-feira, 15 de julho de 2014

Você sabe o que é arqueologia ?


Jouhan e o Espelho de Zanandra
"Com foco em arqueologia, essa obra promete revolucionar o que você pensa a respeito de aventuras! Um livro construtivo e educativo, que mistura ficção com enigmas da História! Porém dentro das tendências mundiais de literatura, como mundos paralelos, seres mitológicos, etc..."
É UM IMENSO PRAZER PODER DIVIDIR ISSO COM VOCÊS!
LANÇAMENTO EM BREVE! EM BRASIL E PORTUGAL!!!


Bem, galera, essa foi a divulgação postada por mim no facebook! Porém, para que fique melhor especificado, vou mostrar aqui no blog, o que exatamente estou abordando! Segue abaixo! ;)
Arqueologia (do grego, « arqué », antigo, e « logos », discurso depois estudo, ciência) é a disciplina científica que estuda as culturas e os modos de vida do passado a partir da análise de vestígios materiais. É uma ciência social que estuda as sociedades já extintas, através de seus restos materiais, sejam estes móveis (como por exemplo um objeto de arte) ou objetos imóveis (como é o caso das estruturas arquitectónicas). Incluem-se também no seu campo de estudos as intervenções feitas pelo homem no meio ambiente.
A maioria dos primeiros arqueólogos, que aplicaram sua disciplina aos estudos das antiguidades, definiram a arqueologia como o estudo sistemático dos restos materiais da vida humana já desaparecida. Outros arqueólogos enfatizaram aspectos psicológico-comportamentais e definiram a arqueologia como a reconstrução da vida dos povos antigos.
Em alguns países a arqueologia é considerada como uma disciplina pertencente à antropologia; enquanto esta se centra no estudo das culturas humanas, a arqueologia dedica-se ao estudo das manifestações materiais destas. Deste modo, enquanto as antigas gerações de arqueólogos estudavam um antigo instrumento de cerâmica como um elemento cronológico que ajudaria a pôr uma data à cultura que era objeto de estudo, ou simplesmente como um objeto com um verdadeiro valor estético, os antropólogos veriam o mesmo objeto como um instrumento que lhes serviria para compreender o pensamento, os valores e a própria sociedade a que pertenceram.
A investigação arqueológica necessita do auxílio de vários outros ramos científicos (ciências naturais e sociais), assim como é importante adquirir o conhecimento empírico da população que nos rodeia, pois a fonte oral é muitas vezes o ponto de início para o desenvolvimento de algum estudo. Costuma-se dizer que "cada velho que morre é uma biblioteca que arde", pois é informação que se perde.

Uma investigação arqueológica começa pela investigação bibliográfica ou, em alguns casos, pela prospecção, que faz parte do levantamento arqueológico. Há uma grande diferença entre prospecção e sondagem, a primeira é para o levantamento e a segunda é o que dá inicio a escavação propriamente dita.
No levantamento, é sempre importante se observar as especificidades de um local: a abrupta mudança de coloração do solo (camadas estratigráficas), a presença de plantas não nativas, a presença de animais e outros aspetos.
Apesar de toda a dedicação, a arqueologia é amostral, porque trabalha com vestígios e não com a totalidade da história do local.
Fonte: Wikipédia

Bem, está aí, galera! Pra quem tinha dúvidas, talvez possa ser uma bela opção de profissão!
Um super beijo!!

Impressionante! Novos indícios sobre a ressurreição de Jesus Cristo.



Um grupo de arqueólogos e especialistas em assuntos religiosos apresentou em Nova York as conclusões de uma pesquisa que apresenta indícios da ressurreição de Jesus a partir de um túmulo localizado em Jerusalém há três décadas.

"Até agora me parecia impossível que tivessem aparecido túmulos desse tempo com provas confiáveis da ressurreição de Jesus ou com imagens do profeta Jonas, mas essas evidências são claras", afirmou nesta terça-feira à Agência Efe o professor James Tabor, diretor do departamento de estudos religiosos da Universidade da Carolina do Norte, um dos responsáveis pela pesquisa.
O túmulo em questão foi descoberto em 1981 durante as obras de construção de um prédio no bairro de Talpiot, situado a menos de quatro quilômetros da Cidade Antiga de Jerusalém. Um ano antes, neste mesmo lugar, foi encontrado um túmulo que muitos acreditam ser de Jesus e sua família.

Ao lado do professor de Arqueologia Rami Arav, da Universidade de Nebraska, e do cineasta canadense de origem judaica Simcha Jacobovici, Tabor conseguiu uma permissão da Autoridade de Antiguidades de Israel para escavar o local entre 2009 e 2010.
Em uma das ossadas encontradas, que os especialistas situam em torno do ano 60 d.C., é possível ver a imagem de um grande peixe com uma figura humana na boca, que, segundo os pesquisadores, seria uma representação que evoca a passagem bíblica do profeta Jonas.
A pesquisa, realizada com uma equipe de câmeras de alta tecnologia, também descobriu uma inscrição grega que faz referência à ressurreição de Jesus, detalhou à Agência Efe o professor Tabor, que acrescentou que essa prova pode ter sido realizada "por alguns dos primeiros seguidores de Jesus".

"Nossa equipe se aproximou do túmulo com certa incredulidade, mas os indícios que encontramos são tão evidentes que nos obrigaram a revisar todas as nossas presunções anteriores", acrescentou o especialista, que acaba de publicar um livro com todas as conclusões de sua pesquisa, "The Jesus Discovery".
O professor reconhece que suas conclusões são "controversas" e que vão causar certo repúdio entre os "fundamentalistas religiosos", enquanto outros acadêmicos seguirão duvidando das evidências arqueológicas da cristandade.
Anteriormente, essa mesma equipe de pesquisadores participou do documentário "O Túmulo Secreto de Jesus", produzido pelo cineasta James Cameron. Na obra, os arqueólogos encontraram dez caixões que asseguram pertencer a Jesus e sua família, incluindo Virgem Maria, Maria Madalena e um suposto filho de Jesus.

Segundo o documentário, as ossadas encontradas supostamente apresentavam inscrições correspondentes às identidades de Jesus e sua família, o que acaba reforçando a versão apresentada no livro "O Código da Vinci", de Dan Brown, o mesmo que indica que Jesus foi casado com Maria Madalena e que ambos teriam tido um filho juntos.
Fonte: Estadão

Curiosidades da história: O que era a Cidade Proibida na China?



Era um impressionante conjunto de pavilhões e palácios que foi o centro de poder do Império Chinês durante mais de meio milênio. Embora sua construção tenha começado no século 13, as características atuais do lugar só apareceram mais de 100 anos depois. "Na época, o imperador Yong Le transferiu a capital de Nanquim para Pequim. Ele decidiu remodelar o complexo com uma obra que durou de 1407 a 1420 e ocupou mais de 200 mil trabalhadores", diz o jornalista brasileiro Jayme Martins, que viveu em Pequim por mais de 20 anos. Essa suntuosa cidade era considerada "proibida" porque o acesso era limitado a funcionários do governo e a integrantes da família imperial.
No lugar, a arquitetura e a disposição de cada edifício obedecem a tradicionais princípios de numerologia, mitologia e de Feng Shui, a milenar arte chinesa de criar ambientes com harmonia. Para começar, o desenho do complexo representa um diagrama cósmico que simboliza o Universo: todos os prédios principais estão voltados para o sul, em honra ao Sol (como a China fica no hemisfério norte, o sul é onde predomina o Sol). Além disso, a distribuição do espaço representaria o mítico Palácio Celestial, uma construção de 10 mil cômodos onde viveriam os deuses.
De acordo com a tradição, a Cidade Proibida teria um total de 9 999 cômodos e meio, pois a mitologia desaconselhava que os homens tentassem se equiparar à perfeição dos deuses. Apesar da importância da área, suas construções sofreram com a deterioração das estruturas e com incêndios acidentais ao longo dos séculos. Com a revolução que proclamou a república, em 1911, a Cidade Proibida deixou de ser a sede do governo da China, mas a família do último imperador, Aisin-Gioro Pu Yi, continuou vivendo até 1924 no local. Declarada Patrimônio Cultural da Humanidade em 1987, a área hoje abriga um concorrido museu que recebe até 50 mil visitantes por dia.
Capital ancestralConjunto de palácios e pavilhões foi o centro do poder chinês por mais de 500 anos
MAPA DA METRÓPOLE
Localizada no coração de Pequim, a Cidade Proibida abrangia um conjunto de edifícios espalhados por uma área de 720 mil metros quadrados, protegida por uma muralha com mais de 10 metros de altura e um fosso cheio d’água, com 6 metros de profundidade. A entrada se dava por quatro portais, um em cada ponto cardeal. Confira no mapa abaixo e nos desenhos os edifícios mais importantes
1. PORTAL MERIDIONAL
Erguido em 1420, o acesso principal da Cidade Proibida tinha cinco arcos de passagem. A abertura do meio era exclusiva do imperador — as imperatrizes só podiam usá-la uma única vez, no dia do casamento. Dali, o imperador anunciava o novo calendário no início de cada ano, assistia ao desfile das tropas e julgava prisioneiros
2. PAVILHÃO DA PRESERVAÇÃO DA HARMONIA
Até o século 18, esse aposento era usado principalmente para os banquetes imperiais. Mas a partir de 1789 o salão tornou-se o local onde aconteciam os chamados "exames palacianos", algo como um concurso público em que vários candidatos concorriam a altos cargos governamentais e administrativos do Império
3. PAVILHÃO DA PUREZA CELESTIAL
Queimado em incêndios e restaurado três vezes desde a inauguração em 1420, esse edifício serviu até o século 17 como residência oficial do imperador, que lá cuidava dos assuntos de rotina do governo instalado em outro de seus tronos. Os terraços abrigavam esculturas de bronze de tartarugas, simbolizando longevidade, e uma concha para medir cereais, representando a justiça
4. PAVILHÃO DA SUPREMA HARMONIA
O maior e mais alto salão da Cidade Proibida foi finalizado em 1420 e restaurado várias vezes depois. Com cerca de 2 400 metros quadrados e 35 metros de altura, esse pavilhão era o centro da corte. Lá aconteciam as mais importantes cerimônias de Estado, como o aniversário e o casamento do imperador. O lugar também guardava o trono principal, de onde o imperador governava
5. PAVILHÃo DA HARMONIA CENTRAL
Era uma espécie de quarto do imperador, onde ele dormia e se vestia antes das cerimônias. Em outros cômodos, o governante recebia autoridades estrangeiras, examinava amostras de sementes para as plantações da nova safra e discursava aos seus filhos, nascidos de várias esposas oficiais e de concubinas
6. PRAçA E PORTAL DA SUPREMA HARMONIA
A maior praça do complexo era onde a nobreza jogava pólo a cavalo e a Guarda de Honra alinhava-se antes das cerimônias mais importantes. Cinco pontes de mármore cruzavam o riacho das Águas Douradas, conduzindo ao portal da Suprema Harmonia. Essa estrutura, por sua vez, levava ao salão da Suprema Harmonia por meio de três escadas — a central, como sempre, era só para o imperador.
Dica de filme: Não tinha contato com seu povo, desconhecia as dificuldades pelas quais passavam seus súditos, era assessorado por ministros e secretários muitas vezes inescrupulosos e, com certeza, não desconfiava das alterações pelas quais passaria muito brevemente o seu país.
Surpreendido por um golpe de estado que fez surgir a república na China, teve que sair da Cidade Proibida e iniciar uma verdadeira epopéia rumo a seu destino final. Na década de 1930 foi utilizado como testa de ferro pelos japoneses no comando de um novo país no território chinês, chamado de Manchukuo.
Em 1949 viu a ascensão de um forte movimento de bases populares liderado pelo socialista Mao-Tsé-Tung chegar ao poder e todos os símbolos relacionados ao passado imperial sofrerem intensas e violentas perseguições por parte do novo regime.
Seus dias pareciam contados, seu passado glorioso como imperador era apenas uma lembrança esmaecida com o passar dos anos; atrás das grades do novo sistema, Pu Yi estava condenado a purgar, a pagar pelo luxo e pela ostentação burguesa condenada pelos artífices do socialismo...
Obs.: O filme foi premiado em festivais de cinema na Inglaterra, na França e nos Estados Unidos, onde arrebatou 4 Globos de Ouro e 9 Oscars (melhor filme, diretor, fotografia, direção de arte, figurino, edição, trilha sonora, som e roteiro adaptado).

Fonte: Mundo Estranho

Como era o sexo na Pré-História?


Os homens da Pré-História já distinguiam sexo de reprodução, usavam cosméticos naturais para incrementar a paquera, faziam sexo em posições bem diferentes do papai-e-mamãe e usavam até mesmo métodos anticoncepcionais. Pelo menos é isso que indicam os estudos feitos por arqueólogos baseados em objetos como estátuas e pinturas rupestres. Só não dá para ter certeza porque a Pré-História é caracterizada justamente pela inexistência de documentos escritos. "Chegar à verdade acerca da Pré-História é quase impossível. A arte pré-histórica, grande parte da qual tem conteúdo sexual explícito, obviamente revela coisas sobre as quais as pessoas pensavam, mas não pode refletir por completo o que realmente faziam", afirma o arqueólogo Timothy Taylor no livro A Pré-História do Sexo. Veja nestas páginas o que os cientistas descobriram sobre os hábitos sexuais que faziam a cabeça da humanidade que habitou o planeta entre 2 milhões a.C. e 4000 a.C. :-P

É PAU, É PEDRA...
Na Idade da Pedra, métodos anticoncepcionais e masturbação já faziam parte da rotina sexual
POSIÇÕES
Nada de papai-e-mamãe na Pré-História. Uma imagem encontrada em Ur, na Mesopotâmia, datada de 3200 a.C., mostra a mulher por cima, posição também encontrada em obras de arte da Grécia, do Peru, da China, da Índia e do Japão. Uma outra imagem pré-histórica mostra a mulher sentada com as pernas levantadas para facilitar a penetração do homem. A relação com penetração por trás também aparece com frequência, assim como imagens de sexo oral
CASAMENTO
No Paleolítico, a Idade da Pedra Lascada, os machos dominantes se casavam com várias mulheres, seguindo o comportamento de animais polígamos, como bisão e veado. Já no Neolítico, a Idade da Pedra Polida, a monogamia passa a ser predominante. Nessa época, os homens passaram a domesticar animais. Observando o estilo de vida dos bichos e o papel do macho na procriação, os homens passaram à monogamia.
MASTURBAÇÃO
Não faltam exemplos da prática do sexo solitário na Pré-História: há de estátuas a bastões fálicos talhados em madeira ou em pedra. Uma das estátuas, de Malta, mostra uma mulher se masturbando de pernas abertas por volta de 4000 a.C. Outra retrata um homem sentado descabelando o palhaço em 5000 a.C.
CIÊNCIA
Os homens usam plantas medicinais há pelo menos 40 mil anos. Não há provas diretas, mas arqueólogos desconfiam que plantas do gênero Aneilema eram usadas para evitar a gravidez, enquanto a borragem provavelmente já era usada para amenizar os sintomas da tensão pré-menstrual nas mulheres e como afrodisíaco para os homens.
HOMOSSEXUALIDADE
Pesquisadores apontam que a atividade homossexual masculina e feminina é comum em mais de 200 espécies de mamíferos, aves, répteis, anfíbios, peixes e insetos, o que poderia indicar que também era praticada pelos homens pré-históricos. Entre os grandes macacos, como chimpanzés e gorilas, também rola sexo entre animais do mesmo gênero.
SEXO SELVAGEM
A relação do homem pré-histórico com os animais era bem próxima - até demais! Há uma pintura rupestre de cerca de 3000 a.C., em Val Camonica, na Itália, que mostra um homem copulando com um asno! Já na Sibéria aparecem imagens de homens copulando com alces - em uma das pinturas, o homem está usando esquis nos pés enquanto transa com o bicho.
MULHER MELANCIA ANCESTRAL
Os homens faziam estátuas eróticas que podem ser consideradas ancestrais da pornografia. A mais famosa é conhecida como Vênus de Willendorf: uma mulher de nádegas e peitos grandes com traços de corante vermelho, encontrada em uma região com traços de ocupação de até 40 mil anos atrás. Naquela época, a Europa vivia a Era Glacial, e as mulheres gordinhas teriam maior potencial de resistência, e por isso podem ter sido as gostosas da vez.
PAQUERA
Na hora da paquera, o homem pré-histórico já tinha à disposição cosméticos feitos de plantas, como a hena, usada nos cabelos. Sabe-se que extratos de beladona eram usados para dilatar as pupilas e, assim, chamar mais a atenção. Havia ainda pigmentos avermelhados, que destacavam partes da pele, e joias feitas de pedras, madeira ou dentes de animais.
CORPO A CORPO
Quando o homem virou bípede, o corpo passou a ter novos focos de atração sexual. Os peitos das mulheres, únicas fêmeas entre os primatas que têm seios permanentemente grandes, passaram a ser tão atrativos quanto a bunda. Assim, o ser humano passou a ser um dos poucos animais que fazem sexo cara a cara, enquanto outros bichos praticam o coito por trás.
Fonte: Mundo Estranho

Conspiração - Antiga Civilização na Lua!


Para quem já viu ou for ver o novo trailer do Transformers, aparece algo parecido com a teoria que vão ver... De que em tempos existiu uma civilização na lua, e que deixou lá "rastos", na qual a NASA tenta desesperadamente nos esconder... Mas uma questão fica, então afinal a aterragem à lua foi tudo encenado ou não? E se não foi e tudo foi irreal, haveria lá, provas de ETs?  Umas coisa parece certa, a NASA esconde de nós algo!

Por que foram feitas as fraudes das fotos da Lua?

As imagens da Terra, tiradas de fotografias de satélites com uma resolução de 100 m, exibem linhas retas, círculos e quadrados, correspondentes às estradas, edifícios e cidades. Hoagland levando isto em consideração, ao observar a Lua, disse que havia encontrado em sua superfície, formas geométricas com uma resolução de 100 m. acredita que são ruínas de enormes estruturas de vidro que protegeriam as cidades lunares. "Sem as limitações da gravidade - comenta Hoagland -, estas estruturas são muito maiores que qualquer coisa que se possa construir na Terra". Estima que uma delas, a qual dá o nome de "A Torre", poderia ter 12 Km de altura. Acredita que recobrem uma grande parte da Lua e que podem ser vistas da Terra quando a Lua some na escuridão. Hoagland diz ainda que se tratam de uma civilização perdida e acredita que os astronautas das missões Apolo tinham conhecimento de sua existência.

- Extraterrestres na Lua

O ufólogo Timothy Good, em seu livro Beyond Top Secret, informa que os astronautas viram extraterrestres na Lua. A evidência seria uma conversação secreta entre o controle da missão e os astronautas da nave Apolo 11, Armstrong e Aldrin, registrada pelos soviéticos.
O Dr. Vladimir Azhazha, físico e professor de matemática russo, disse que o encontro aconteceu pouco depois da alunissagem do módulo lunar mas que o público não pode escutar o informe dos astronautas pois a NASA o havia censurado.
Maurice Chatelain, um especialista em comunicação da NASA, declarou que "o encontro com OVNIs era perfeitamente conhecido pela NASA" e que "todas as missões Apolo tinham sido seguidas por OVNIs".
Isto sugere que a NASA está disposta a admitir perante o mundo que seus astronautas tinham sido vigiados de perto por OVNIs e que encenaram as fotografias aqui na Terra com a finalidade de não assustar o público com o que realmente acontecia no espaço.
Uma das questões mais intrigantes sobre a Lua é por que a NASA não enviou mais astronautas depois das missões Apolo e por que não tem intenção de faze-lo no futuro. Será que a Lua já teria entregado todos os seus segredos?
Fonte: Conversa de Café 
===>E pra você que se interessou pela nossa matéria, aqui está um link onde poderá, você mesmo, fazer a pesquisa! Visite a Lua, atravéz do:  http://www.google.com/moon/

O Apocalipse Bíblico: O anticristo já está entre nós?


Convém, no entanto, antes de continuar, deixar esclarecido que é apreciada certa confusão entre as expressões bíblicas "fim do mundo" e "últimos tempos". Parece que entre estes e aquele haverá uma grande época de paz, na qual Jesus Cristo reinará de um confim a outro da Terra, após sua segunda vinda, e que todos seus inimigos ancestrais cairão a seus pés.
Assim, Isaías (66,15) disse: "... porque vai Yahvé exercer o juízo com fogo e com a espada a toda carne, e serão muitos os que perecerão pela mão de Yahvé... Muitas serão as vítimas de Yahvé... lhes darei um sinal e mandarei a alguns dos sobreviventes para que publiquem minha glória... E ao sair poderão ver os cadáveres dos homens que se rebelaram contra mim e serão horror para todo mortal". E Sofonias ameaça com os seguintes termos (I, 14-17): "Próximo está o grande dia de Yahvé, próximo e chega velozmente. Já se ouve o ruído do dia de Yahvé e até o valente dará gritos de espanto! Dia de ira será aquele dia, dia de tribulações e de angústia, dia de calamidade, e de miséria, dia de trevas, de escuridão, dia de nuvens e de espessos aguaceiros, dia de trombetas e de alarmes contra as cidades fortificadas e os altos torreões. Eu incutirei angústias aos homens e eles caminharão como cegos, porque pecaram contra Yahvé, seu sangue será derramado como pó e sua carne atirada como excremento...". E acrescenta Isaías (24, 1-6): "Por isso a maldição devora a Terra e restará somente um pequeno número".
"Ouvireis falar de guerras..."
Parece claro que não vamos todos perecer nesta apoteose final. Uma parte da humanidade permanecerá com vida, purificada para viver em um mundo de paz em louvor a Deus. Talvez seja Zacarias quem mais se comprometa ao dar uma magnitude de catástrofe, assegurando que "de três partes de Terra, duas desaparecerão por completo".
São Mateus (24, 1-13) nos refere uma passagem de Jesus na qual responde para quem será o sinal do fim do mundo e quando deverá acontecer: "Cuidado que ninguém os engane. Ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; não os alarmeis, porque é preciso que isso aconteça, porém não será ainda o fim. Pois se levantará povo contra povo e reino contra reino; haverá fome e terremotos em diversos lugares, mas tudo isso será somente o princípio das dores".
Uma visão profética da história
O profeta Daniel nos concede uma explicação das distintas etapas que deverão preceder ao fim de nossos dias: "... quatro bestas enormes, diversas uma da outra, saiam do mar. A primeira era como um leão com asas de águia. Eu estava olhando e vi que lhe arrancaram as asas, a levantaram da terra e a incorporaram como um homem e lhe deram um coração humano. Depois desta, apareceu outra besta, a segunda, semelhante a um urso; ia levantada de um lado, e tinha três costelas nas fauces entre seus dentes e lhe dizia: "Eia, devora muita carne" Depois vi outra besta, como um leopardo com quatro asas de ave em seu dorso; tinha também quatro cabeças e lhe foi dado o poder. Em seguida vi uma quarta besta terrível, espantosa, extraordinariamente forte. Tinha enormes dentes de ferro, comia e triturava e o restante pisoteava com suas patas".
Cada uma destas quatro bestas da visão do profeta Daniel correspondem sucessivamente, ao imperialismo alemão de Bismarck e Hitler; ao comunismo russo e sua expansão, cujo símbolo é o urso na profecia; o império inglês, cujo símbolo é o leopardo, e finalmente, com o apareci
mento da quarta besta, a mais monstruosa, prevê Danielde alguma conflagração mundial, ou um grupo de nações aliadas, que poderiam ser, por exemplo, os Estados Unidos, o mundo comunista, a OTAN, etc. Este tipo de agrupamento de nações, desde logo com fins bélicos e de destruição, e muito poderosa supõe aultima etapa de que se produza o fim dos tempos.
O apocalipse segundo São João
Inicia este livro revelado ao apóstolo São João com as cartas enviadas a sete igrejas, que os experts reputam dirigida todas elas à mesma, porém em diferentes etapas das história, que concordam perfeitamente com seu conteúdo. A primeira vai dirigida a Efeso, que significa ímpeto, e faz referência à inicial expansão do evangelho. A seguinte, a Esmirna, amargura, indica a época das grandes perseguições. A terceira foi remetida à Igreja de Pérgamo e corresponde à etapa de enriquecimento de conhecimentos e florescimento do panorama religioso. A quarta vai dirigida a Tiatira, triunfo, e abrange a mais brilhante trajetória do cristianismo, desde o Sacro Império romano, até a Revolução Francesa. Em seguida, contempla um período de acumulação de riquezas, que coincide com a missiva remetida à igreja de Sardes, onde reinou Creso. A falta de religiosidade vai sendo imposta entre os homens devido ao pouco crédito que merecem os ministros da Igreja, como é refletido na carta dirigida a Filadelfia, que quer dizer amor entre irmãos. Somente falta por cumprir-se o conteúdo da sétima, a Laodicea, juízo de Deus, o qual sem lugar a dúvidas significa um próximo final.
Satanás anda solto
Posteriormente São João nos revela a vinda de Satanás ao mundo após ter estado "encadeado mil anos", frase que deu origem à teoria milenarista e na qual, ao estar repetida duas vezes, todavia se apoiam os que pensam que o planeta não passará o ano 2.000. Parece evidente que o Diabo assentou-se na Terra, ou ao menos isso dizem os teólogos e demais estudiosos do tema. Se bem que ainda não temos provas da chegada do Anticristo, tão anunciada como princípio do fim, não existe dúvida do relaxamento da moral, a falta de religiosidade, a escalada de conflitos, o florescimento de novas seitas religiosas e um acúmulo de circunstâncias que normalmente são associadas a uma influência predominantemente satânica, entre as quais também caberia destacar a cada vez mais proliferante aparição de falsos profetas e enganadores.
O reinado do anticristo
Aparentemente, tanto o profeta Daniel, como 3 Apocalipse se colocam de acordo em conceder um período de reinado sobre a Terra ao Anticristo de três anos e meio, o que nos leva a pensar que não se trata de uma idéia mais ou menos contrária a Igreja, como o comunismo, que indubitavelmente já leva muitos anos em vigência.
Por último, São João nos relata a chegada de sete anjos, enviados por Deus, que vêm derramar os sete cálices de sua ira em forma de enfermidades, pragas terrestres e marinhas, colisões planetárias, guerras e um sem fim de calamidades, que, no entanto, não deviam de ter comparação com a última delas e' que o mesmo céu lhe ordena silenciar presumivelmente pela magnitude de seu horror.
Uma leitura detida do Apocalipse nos traria a mente mais e mais detalhes da proximidade do fim de nosso mundo, que nós preferimos omitir, por ser a maioria deles repetições de calamidades e destruições que já ficaram suficientemente referidas. Nem todos os homens perecerão no fim dos tempos, mas a Terra ficará tão devastada e tão vazia de animais e de vida, que os poucos sobreviventes que, como escreveu São João, "buscarão a morte, porém não a encontrarão", terão que começar novamente a reconstrução da própria espécie e a evolução de uma cultura distinta que, ao final, talvez fatalmente, conduza ao mesmo aniquilamento. Voltarão a ser cultivados os campos, e isto é também profético, os desertos serao pomares, a existência será possivelmente mais longa e mais feliz, até que chegue, de uma maneira inexorável, o Juízo Final.

Anticristo

Anticristo ( "opositor à Cristo") é uma denominação comum no Novo Testamento para designar aqueles que se oponham à Jesus Cristo, e também designa um personagem escatológico, que segundo a tradição cristã dominará o mundo nos últimos dias antes que haja a segunda vinda de Cristo.
O termo anticristo ocorre apenas quatro vezes na Bíblia, todas elas nas cartas do apóstolo João. As passagens são 1 João 2:18 , 2:22 , 4:3 e 2 João 1:7, onde o termo anticristo é definido como um "espírito de oposição" aos ensinamentos de Cristo. O Cristianismo crê, no entanto, que este "espírito" seja uma personificação de um "messias demoniaco" que virá nos últimos dias. Por essa razão, os cristãos crêem que este anti-cristo é descrito em outros textos, tais como o livro de Daniel, as cartas de Paulo (como "o homem do pecado") e o Livro da Revelação como a "Besta que domina o mundo". Para a Igreja Católica tal Besta chegou a ser personificada através do imperador romano Nero.
Ao longo da história, diversas correntes cristãs acusaram-se entre si ou atribuíram aos seus inimigos a designação de "anticristos", sendo exemplos de utilização de tais argumentos, a utilização pela apoiantes ou opositores da Reforma Protestante, durante o Cisma Papal, nas cruzadas (como referência ao profeta Maomé) e em diversos outros acontecimentos.
Atualmente, o termo é bastante popular sobretudo no meio cristão evangélico, que crê no nascimento do Anticristo como uma pessoa que se oporá aos mandamentos da Bíblia e organizará uma sociedade baseada em valores outrora atribuídos ao paganismo, onde todos os cidadãos poderão ser controlados através de uma marca na mão ou na testa à semelhança da marca que os romanos impunham sobre seus escravos. A maioria dos evangélicos que crêem neste ensino, no entanto, creem que não sofrerão nas mãos deste Anticristo uma vez que terão sido arrebatados. Este Anticristo, por fim, seria derrotado por Cristo em sua segunda vinda, quando se estabelecer seu reinado milenar.
Outros observadores consideram também que o termo Anticristo poderá estar ligado aos modernos movimentos satânicos.


O Anticristo será um líder que busca a paz e trava guerras. 
Na busca de paz ele será bem-sucedido e enganador; ao travar guerras ele será destemido e destrutivo. O Anticristo geralmente é descrito na Bíblia como um guerreiro. Suas atividades são resumidas em Daniel 9.27:
"Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele."
Em Apocalipse 6.2, João apresenta o Anticristo ao escrever: "Vi, então, e eis um cavalo branco e o seu cavaleiro com um arco; e foi-lhe dada uma coroa; e ele saiu vencendo e para vencer."
Nosso mundo precisa desesperadamente de paz, pessoas sinceras de vários contextos de vida trabalham e oram diariamente por uma paz duradoura. Na verdade, como crentes, somos incentivados pela Bíblia a orar por paz. Ainda assim, a instabilidade política é profunda em muitas regiões do mundo. A busca de uma paz permanente no Oriente Médio exige muita atenção e produz muitas manchetes; muitas vidas e carreiras foram sacrificadas na tentativa de trazer paz à região. Em última análise, no entanto, não haverá paz duradoura no mundo enquanto ele não for governado por Jesus Cristo, o Príncipe da Paz.
Quando o Anticristo emergir, será reconhecido e aceito por causa de sua habilidade como pacificador. Como líder da confederação multinacional, ele imporá paz a Israel e ao Oriente Médio, iniciando e formulando um tratado de paz para Israel. O Dr. Walvoord escreve sobre essa paz:

Quando um gentio, líder de dez nações, apresentar um tratado de paz a Israel, este será imposto com força superior e não como um tratado de paz negociado, ainda que aparentemente inclua os elementos necessários para tal acordo. Ele incluirá a delimitação das fronteiras de Israel, o estabelecimento de relações comerciais com seus vizinhos – algo que Israel não tem atualmente, e, principalmente, oferecerá proteção contra ataques externos, o que permitirá que Israel relaxe seu estado de constante alerta militar. Também é possível prever que algumas tentativas serão feitas para abrir áreas sagradas de Jerusalém para todas as religiões a elas relacionadas.[1]
No decorrer dos séculos, cristãos e judeus fiéis seguiram a exortação de Salmo 122.6 de "orar pela paz de Jerusalém." Mas a falsa paz do Anticristo não é a "paz de Jerusalém." O tratado ou aliança de paz do Anticristo só trará uma paz temporária e superficial à região. A princípio ela poderá ser eficaz e reconfortante, mas não durará. Depois de três anos e meio ela será quebrada e os gritos de alegria serão substituídos por gritos de aflição. Como todas as obras de Satanás, a vitória proclamada acabará em dor e violência.
Depois desse conflito e da quebra da aliança com Israel, o Anticristo se declarará líder mundial.
Sem ter que lutar para conseguir isso, ele governará o mundo como instrumento de Satanás."[3] Seu poder e força aumentarão, assim como sua tirania, e isso resultará num desafio final da sua força militar e política, que culminará na batalha de Armagedom (Apocalipse 16.14-16). Como tantos líderes e governantes antes dele, o Anticristo prometerá paz e travará guerras. Ele entrará num conflito de conseqüências globais – um conflito definitivo do tipo "quem ganhar fica com tudo" – e será derrotado e destruído por Jesus Cristo (veja Salmo 2).

Fonte: Chamada

Quem foram os vikings?


Os vikings são uma antiga civilização originária da região da Escandinávia, que nos dias atuais compreende o território de três países europeus: a Suécia, a Dinamarca e a Noruega. Também conhecidos como nórdicos ou normandos, eles constituíram uma rica cultura que se desenvolveu devido à atividade agrícola, o artesanato e um notável comércio marítimo.

A vida dos vikings voltada basicamente para os mares também colaborou para que a pirataria se tornasse outra importante atividade econômica destes povos. Em várias invasões realizadas pela Europa Continental, os vikings saquearam e conquistaram terras, especialmente na região da Bretanha, que hoje abriga do Reino Unido. O apogeu da civilização viking ocorreu entre os séculos VIII e XI.

A invasão à Bretanha ocorreu no final  do século VIII. No ano de 865, um potente exército de vikings dinamarqueses deu início a uma guerra que teve como resultado a conquista de grande parte das terras britânicas. Em razão disso, ocorreu à consolidação do Danelaw, um extenso território viking que incluía as regiões Centro-norte e Leste da Bretanha. Neste mesmo período, os vikings prosseguiram com a expansão por terras escocesas.

A principal autoridade política entre os vikings era o rei. Em seguida, vinham  os condes e chefes tribais que por sua vez também desfrutavam de grande prestígio e poder de comando entre a população. O poder de decisão entre os vikings contava com a presença deles que, reunidos, debatiam a elaboração de suas leis próprias e as punições a serem aplicadas contra os criminosos.

Na área religiosa, aos vikings é atribuída rica mitologia povoada por vários deuses sempre adorados nos eventos coletivos. Várias histórias envolvem a luta entre os deuses nórdicos ou o embate entre as divindades e os gigantes. Odin por exemplo,  era adorado como “o Deus dos deuses”. Thor era a divindade mais popular,  tinha poder sobre os céus e protegia os vikings. Porém, ao longo da Idade Média, diante do processo de cristianização da Europa, os vikings foram lentamente convertidos a essa religião. Por fim, a dissolução da cultura viking ocorreu entre os séculos XI e XII.
Diante de inúmeros conflitos contra os nobres da Normandia e os ingleses acaba-se por estabelecer o fim desta civilização, entretanto, ainda se encontra presente em algumas manifestações da cultura europeia.

O culto a Odin
Odin foi a principal divindade dos guerreiros e aristocratas, sendo um deus da poesia, da morte, das batalhas e da magia. Perdeu um dos olhos para obter mais conhecimento mágico. Andava sempre com dois lobos e dois corvos ao seu lado, além de sua lança Gungnir. Um dos rituais para Odin envolvia periodicamente a imolação de prisioneiros de guerra, geralmente enforcados (em referência a seu auto-sacrifício na árvore Yggdrasill) ou espetados com lanças. O principal local de seu culto parece ter sido a ilha de Gotland, no báltico sueco, com centenas de estelas funerárias representando símbolos e imagens relacionados ao Valhala, além de esculturas reproduzindo Odin em seu cavalo Sleipnir. O seu nome também estava associado ao furor no nórdico (Ódr) quanto no germânico antigo (Wodan) e somado ao fato da crença de que os melhores que morressem em batalha iriam servir a Odin em seu palácio (Valhalla), explica tanto a devoção quanto o frenesi nas guerras.

Técnicas de guerra entre os Vikings
As táticas militares utilizadas normalmente em unidades pequenas (a exemplo do “partindo como um Viking”, os ataques surpresas pelo mar), previam o uso da oportunidade e detalhado conhecimento sobre o inimigo. Uma empreitada bem sucedida requeria boa inteligência, segurança e coragem. A estratégia da guerrilha, desta maneira, foi utilizada com eficiência pelos Vikings em situações que envolviam poucas pessoas. Segundo o historiador Paddy Griffith, as chaves do sucesso para operações nórdicas teriam sido: operações com escassos feridos no ataque, mobilidade e rapidez na sua execução e armamento.

Vikings famosos
Um dos mais famosos foi Egil Skallagrímsson, que encarnou todos os protótipos e contradições de um nórdico: poeta, pirata, fazendeiro, mercador, guerreiro e mercenário. Com a idade de 6 anos matou um garoto vizinho com o machado de seu pai, seu primeiro assassinato de uma longa série. Tornou-se um famoso aventureiro e pirata a serviço do rei Athelstan da Inglaterra. Para o rei Erik de York, compôs o poema Hofuðslaun. Envelhecendo, tornou-se fazendeiro na Islândia. Outro nórdico muito famoso foi Harald Hardrada (1015-1066), considerado por muitos o último grande chefe Viking. Após fracassar em tentar a sucessão ao trono da Noruega, serviu como mercenário de sucesso em Bizâncio. Adquirindo grande reputação como guerreiro e acumulando muitas riquezas, voltou para a Suécia e depois para a Noruega, adquirindo poder político e autoridade. Em 1066 tentou invadir a Inglaterra, morrendo na célebre batalha da ponte de Stamford.
Fonte: Só Historia