terça-feira, 15 de julho de 2014

O ESPIRITISMO E AS CIVILIZAÇÕES EXTRATERRESTRES


O ESPIRITISMO E AS CIVILIZAÇÕES EXTRATERRESTRES
(PUBLICADO PELA REVISTA UFO, Nº 119, DE FEVEREIRO DE 2006)


                Desde as mais recuadas épocas o Universo tem nos acenado com a possibilidade, cada vez mais admissível, de existência de vida fora do planeta Terra. E, ao elevarmos a fronte em direção ao firmamento, uma profunda intuição nos dá a certeza de que Deus não ergueria bilhões de corpos celestes apenas para nossa contemplação.Sob o ponto de vista estatístico, no mínimo, seria uma grave incoerência nos rogarmos os únicos moradores deste Cosmo Infinito. Fato é que, astros como a Terra, populam aos milhões na Via Láctea, que, por sua vez, é apenas uma dentre as mais de 400 bilhões de outras galáxias.Ademais, de 1995, até os dias atuais, foram descobertos mais de 140 (cento e quarenta) planetas situados além do sistema solar.Prestamo-nos, portanto, no presente estudo, a demonstrar, por todas as comunicações mediúnicas até hoje recebidas, a total consonância dos ensinamentos dos Espíritos, que compõem a Doutrina Espírita, com as investigações ufológicas, que, através dos tempos, nos têm dado provas substanciais acerca da existência de vida extraterrena. Costumamos afirmar que o Espiritismo é o Cristianismo Redivivo, pois, como tal, nos vêm apresentar, com amplitude de entendimento, os ensinamentos de ordem filosófica, com profundas implicações científicas, repletas de religiosidade cósmica, oferecidos pelo Cristo.E foi assim que, na França, a partir de 18 de abril 1857, data do lançamento de O Livro dos Espíritos, primeira obra basilar do Espiritismo, passamos a ter o respaldo das Inteligências Celestiais, que vinham para atestar a Pluralidade dos Mundos Habitados, revivendo, na verdade, o próprio Jesus, quando assim sentenciou:

“Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim,eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar.” (João 14 : 2).


DE CAPELA PARA O PLANETA TERRA REENCARNAÇÃO DOS EXTRATERRESTRES

Uma dessas maravilhosas moradas merece especial atenção, justamente por ter marcado sensivelmente toda a história do planeta Terra. Referimo-nos a um daqueles maravilhosos planetas, submetido à orbita de uma espetacular estrela, distante da Terra cerca de 42 anos-luz, situada na Constelação de Cocheiro que, entre nós, foi batizada pelo nome de Cabra ou Capela. Aquele orbe passava por grandes transformações, sobretudo morais, que o credenciavam a uma ascensão na escala evolutiva dos mundos. Havia, contudo, naquele planeta, como hoje na Terra, alguns milhões de Espíritos rebeldes que obstaculavam a consolidação do progresso que não mais se poderia adiar. Conta-nos o Espírito Emmanuel, através da obra "A Caminho da Luz", sob psicografia de Francisco Cândido Xavier, que as grandes comunidades diretoras do Cosmo deliberaram, então, por localizar aqueles espíritos pertinentes no mal aqui na Terra, que à época do expurgo, encontrava-se numa posição bastante primitiva, razão pela qual passariam a animar os corpos dos homens primatas. Entretanto, ressalte-se que, muito embora decaídos moralmente, aquela falange de exilados manteve em seu inconsciente todos os progressos intelectuais individualmente conquistados no planeta de origem, que foram desabrochando lentamente à medida em que reencarnavam sucessivamente, o que se tornou possível pela gradual evolução dos corpos físicos, efetivada através dos tempos. Esse despertar intelectual resultou na formação das chamadas raças adâmicas, troncos das principais civilizações antigas, tais quais: Egito, Índia, China e Israel, cuja origem é, por conseguinte, indubitavelmente extraterrestre. Certamente chegaremos a tal conclusão ao analisarmos, por exemplo, as maravilhosas contribuições deixadas pela civilização egípcia, nos mais variados campos do conhecimento humano. Até hoje, a propósito, temos tentado, de posse de nossa “avançada” tecnologia, desvendar o mistério que ainda cerca a construção das grandes pirâmides, que, sem dúvida alguma, foi resultado da aplicação da mais pura tecnologia extraterrestre. Assim nos falou Emmanuel  a respeito do Antigo Egito:

“Foi por esse motivo que, representando uma das mais belas e adiantadas civilizações de todos os tempos, as expressões do antigo Egito desapareceram para sempre do plano tangível do planeta. Depois de perpetuarem nas Pirâmides os seus avançados conhecimentos, todos os Espíritos daquela região africana regressaram à pátria sideral .” grifei (A Caminho da Luz-Editora FEB, psicografia de Chico Xavier) Significa dizer que os extraterrestres egípcios, após terem cumprido com sabedoria sua trajetória expiatória na Terra, fizeram por merecer retornar ao seu maravilhoso planeta de origem. Prova disso é que o Egito de hoje é, sob todos os aspectos, um pálido reflexo do que representou outrora para toda a humanidade. Mas a realidade é que espíritos de outros planetas, ainda hoje, têm reencarnado na Terra. Na  questão 172,  de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec assim indagava:
 As nossas diversas existências corporais se verificam todas na Terra? Ao que responderam os Espíritos:

“Não; vivemo-las em diferentes mundos. As que aqui passamos não são as primeiras, nem as últimas; são, porém, das mais materiais e das mais distantes da perfeição.” (grifei)
Estabelecida está, portanto, a indubitável existência de vida extraterrestre, além da franca possibilidade de reencarnações de espíritos de diversos mundos em nosso planeta, sem que nos apercebamos dessa realidade; reencarnações essas, das mais materiais, conforme acima se observa. Isso se justifica pela análise da nota de Kardec ligada à questão 188 daquela mesma obra basilar, que assim nos esclarece:

“De acordo com o ensinamento dos Espíritos, de todos os globos que compõem o nosso sistema planetário, a Terra é onde os habitantes são menos avançados, tanto física como moralmente (...).” 
Basta atentarmos para os acontecimentos diários para, de fato, atestarmos a realidade de que habitamos um mundo ainda muito primitivo; repleto de provas e expiações, como habitualmente rotulamos, no qual, ainda que transitoriamente, o mal predomina sobre o bem; onde o orgulho e o egoísmo, duas terríveis chagas da humanidade, nos impedem de alçar vôos mais longos em direção a planetas que, 1certamente, não estão assim tão distantes de nós, pois fazem parte de nossa família solar, como por exemplo: Marte.


  
A VIDA NO PLANETA MARTE — SEGUNDO O ESPIRITISMO


No ano de 1935 vinha a lume a obra Cartas de Uma Morta (Editora LAKE), uma coletânea de mensagens psicografadas por Francisco Cândido Xavier, na qual o Espírito Maria João de Deus, sua mãe natural, descrevia aspectos interessantes e surpreendentes sobre a vida marciana. Mais tarde, em crônica datada de 25 de julho de 1939 , integrante da obra intitulada Novas Mensagens (Editora FEB) , o Espírito Humberto de Campos, também sob psicografia de Chico Xavier, nos trazia informações complementares, corroborando o relato anterior. Analisemos, comparativamente, as comunicações recebidas sob o mesmo tema:

 ASPECTOS GERAIS:

“ Vi-me à frente de um lago maravilhoso, junto de uma cidade, formada de edificações profundamente análogas às da Terra.”  (Maria João de Deus— Cartas de uma Morta)
“Ao longe, divisei cidades fantásticas pela sua beleza inaudita, cujos edifícios, de algum modo, recordavam a Torre Eiffel ou os mais ousados arranha-céus de Nova York (...). Ante os meus olhos atônitos, rasgavam-se avenidas extensas e amplas,onde as construções eram profundamente análogas às da Terra.”  (Humberto de Campos — Novas Mensagens)
“Percebi que a vida da humanidade marciana é mais aérea. Poderosas máquinas,muitíssimo curiosas na sua estrutura, cruzavam os ares, em todas as direções”  (Maria João de Deus — Cartas de uma Morta)
 “Máquinas possantes, como se fossem sustidas por novos elementos semelhantes ao “Hélium”, balouçavam-se, ao pé das nuvens, apresentando um vasto sentido de estabilidade e de harmonia, entre as formas aéreas.”  (Humberto de Campos — Novas Mensagens) 

ASPECTOS GEOGRÁFICOS

“Percebi, perfeitamente, a existência de uma atmosfera parecida com a da Terra, mas o ar, na sua composição, afigurava-se-me muitíssimo mais leve. Assegurou-me, então, o Mestre, que me acompanhava (na excursão) que a densidade em Marte é sobremaneira mais leve, tornando-se a atmosfera muito rarefeita. (...) Apenas a vegetação era ligeiramente avermelhada, mas as flores e os frutos particularizavam-se pela variedade de cores e de perfumes. (...). Vi oceanos,apesar da água se me afigurar menos densa e esses mares muito pouco profundos. Há ali um sistema de canalizações, mas não por obras de engenharia dos seus habitantes, e sim por uma determinação natural da topografia do planeta que põe em comunicação contínua todos os mares (...).” (Maria João de Deus — Cartas de uma Morta)
“Dentro da atmosfera marciana experimentamos uma extraordinária sensação de leveza (...).A vegetação de Marte, educada em parques gigantescos, sofria grandes modificações, em comparação com a da Terra. É de um colorido mais interessante e mais belo, apresentando uma expressão de tonalidade avermelhada em suas características gerais. Na atmosfera, ao longe, vagavam nuvens imensas,levemente azuladas, que nos reclamaram a atenção, explicando-nos o mentor da caravana que se tratava de vapor d’água, criadas por máquinas poderosas da ciência marciana, a fim de que sejam supridas as deficiências do líquido nas regiões mais pobres e mais afastadas do sistema de canais, que ali coloca os grandes oceanos polares em contínua comunicação uns com os outros.”  (Humberto de Campos — Novas Mensagens
ASPECTO FÍSICO DOS HABITANTES

“Vi homens mais ou menos semelhantes aos nossos irmãos terrícolas, mas os seus organismos possuíam diferenças apreciáveis. Além dos braços tinham ao longo das espáduas ligeiras protuberâncias à guiza de asas que lhes prodigalizavam interessantes faculdades volitivas.”  (Maria João de Deus — Cartas de uma Morta)
“Tive, então, o ensejo de contemplar os habitantes do nosso vizinho, cuja organização física difere um tanto do arcabouço típico com que realizamos as nossas experiências terrestres. Notei, igualmente, que os homens de Marte não apresentam as expressões psicológicas da inquietação em que semergulham os nossos irmãos das grandes metrópoles terrenas. Uma aurade profunda tranqüilidade os envolve. É que, esclareceu o mentor que nos acompanhava, os marcianos já solucionaram os problemas do meio e já passaram pelas experimentações da vida animal, em suas fases mais grosseiras. Não conhecem os fenômenos da guerra e qualquer flagelo social seria, entre eles, um acontecimento inacreditável”. (Humberto de Campos — Novas Mensagens)
Vê-se, portanto, tratar-se de uma coletividade extremamente evoluída sob o ponto de vista moral, desfrutando de suas conquistas individuais elaboradas ao longo das encarnações. E, como planeta totalmente equilibrado, estando seus habitantes plenamente consciente de suas funções no Plano Divino, o progresso científico assumiu semelhantes feições, que os tornaram aptos, por exemplo, a construir poderosos telescópios, capazes de perscrutar a Terra, aumentando-lhe a imagem mais de 100.000 vezes, chegando ao extremo de examinar, inclusive, as vibrações de ordem psíquica, que, a propósito, são motivos de grande preocupação para os marcianos, razão pela qual, muito constantemente, têm nos enviado, com solicitude divina, diversas mensagens através de ondas luminosas que se confundem com os raios cósmicos, cuja presença no mundo, por vezes, têm sido registradas, muito embora, por enquanto, não tenham podido ser decifradas a contento.


A VIDA EM SATURNO — SEGUNDO O ESPIRITISMO

Ainda na obra Cartas de Uma Morta, encontramos a descrição da vida no planeta Saturno, afirmando-nos, a autora espiritual, ser um mundo constituído de uma população extremamente mais evoluída que a nossa, cuja constituição física não guarda qualquer semelhança com o hominídeo. Dotados da mais alta sabedoria, desconhecem as guerras, as sensações animalizantes, os vícios, enfim, dedicando-se à constante intensificação do poder intelectual. Possuem amplo domínio sobre os poderes da natureza que canalizam para as mais nobres realizações. Guardam, ainda, pleno conhecimento das dificuldades pelas quais passamos no planeta Terra, enviando-nos, constantemente suas mais puras vibrações.


AS CONTRIBUIÇÕES DA CIÊNCIA


Ante tudo o que expusemos, alguém poderá questionar: Que populações são essas que habitam tais planetas, cuja existência, as mais variadas incursões científicas não foram capazes de atestar? Poderão, certamente, citar as diversas sondas enviadas até o planeta Marte;desde a missão fracassada da Marsnik 1, enviada pela URSS em 1960, até a bem sucedida Pathfinder, fruto do investimento de milhões de dólares que, tendo ousado em solo marciano em 04/07/1997, liberou, dois dias após, o veículo teleguiado denominado Sojourner. Durante meses diversas imagens nos foram transmitidas, entretanto, em momento algum foram encontrados quaisquer indícios de vida orgânica, como a temos na Terra.Por extensão de raciocínio, poderíamos dizer: Se nos é defeso, enquanto encarnados, visualizar aspectos da civilização marciana, mesmo de posse dos mais hodiernos recursos da tecnologia astronômica, a que espécie de vida, afinal, se referiram os Espíritos Humberto de Campos e Maria João de Deus em suas revelações? Primeiramente devemos dizer que, em decorrência da alta tecnologia praticada em Marte, é provável que os nossos aparatos tecnológicos visualizem tão somente aquilo que eles permitam, em virtude de nossa inferior condição moral.Mas pode ser também que os corpos e as edificações de Marte tenham uma constituição bastante diferenciada da nossa. Recorramos à
questão 181, de O Livro dos Espíritos, na qual o mestre de Lyon indagava: Os seres que habitam os diferentes mundos têm corpos semelhantes aos nossos? A que os Espíritos respondem:

“Sem dúvida possuem corpo, porque é preciso que o Espírito esteja revestido de matéria para agir sobre a matéria. Porém, esse corpo é mais ou menos material, de acordo com o grau de pureza a que chegaram os Espíritos. E é isso que diferencia os mundos que devem percorrer; porque há muitas moradas na casa de nosso Pai e, portanto, muitos graus (...)”.
E mais adiante,à questão 186, Kardec questionaria:

“Há mundos em que o Espírito, deixando de habitar um corpo material, tem apenas como envoltório o perispírito? Tendo obtido o seguinte esclarecimento:

-Sim, há. Nesses mundos até mesmo esse envoltório, o perispírito, torna-se tão etéreo que para vós é como se não existisse. É o estado dos Espíritos puros (grifei). Percebemos, destarte, que os Espíritos que ora habitam o planeta Marte,ainda que não se encontrem num patamar evolutivo de absoluta pureza,certamente se fazem revestir de um corpo de matéria tão sutil que nossa visão não se encontra aparelhada para captar.Importante ressaltar que quanto mais evoluídos forem os habitantes, mais equilibrados, em todos os sentidos, serão os planetas que lhes servirão de morada e menos grosseiros os corpos de que se revestirão em suas encarnações.E foi por respeitar profundamente as investigações científicas a respeito do tema, que Kardec, certamente orientado pelos Espíritos Superiores, assim, estatuiu:
“Caminhando de par com o progresso, o Espiritismo jamais será ultrapassado, porque, se novas descobertas lhe demonstrassem estar em erro acerca de um ponto qualquer, ele se modificaria nesse ponto. Se uma verdade nova se revelar, ele a aceitará” 
(Kardec, A Gênese, capítulo I,item 55).



INTERCÂMBIO COM EXTRATERRESTRES


Cremos, portanto, na existência, para nós comprovada, dos extraterrestres,pois que os consideramos espíritos eternos que habitam conosco o Universo, nos mais variados graus evolutivos.Bem sabemos que, na escala dos planetas, existem aqueles ainda inferiores à Terra, moral e intelectualmente. Outros, certamente, se encontram num patamar superior, em todos os sentidos, não porque sejam seres de exceção, criados puros ou melhores, mas, sim, porque souberam conquistar essa condição ao longo das sucessivas encarnações a que estamos todos sujeitos. Tornaram-se, portanto,inteligências atuantes, capazes de construir os mais avançados aparatos tecnológicos que lhes permite deslocar-se no espaço em velocidades até agora inimagináveis pelos terráqueos. Em vista disso, não há que se negar a possibilidade de contato com nossos irmãos de outros sistemas planetários, nos diversos graus catalogados pela Ufologia, com base em registros históricos fidedignos espalhados por todo o mundo.


DA COMUNICAÇÃO MEDIÚNICA COM EXTRATERRESTRES


Estando os habitantes de outros orbes submetidos às mesmas leis universais,que eles compreendem num grau mais elevado ainda, não podemos negar,também, a possibilidade de intercâmbio mediúnico desses conosco, guardadas as devidas possibilidades mediúnicas inerentes a cada ser e as dificuldades de se transformar, no inconsciente do médium, pensamentos em palavras que possam ser compreendidas por nós. Além, é claro, da utilidade e urgência da mensagem que se pretende transmitir.É importante ressaltar que as ondas mentais estão no domínio de todos os processos de comunicação mediúnica, e, portanto, pode se dar que o contato se desencadeie pela telepatia, em que um desencarnado transmite suas idéias que serão codificadas pelo médium, na medida de sua sensibilidade e aptidão. Por isso,nos afirma Kardec que somos todos médiuns em maior ou menor grau. Vivemos,portanto, num oceano de mentalizações que não conhecem obstáculos.Imaginemos, outrossim, a questão da psicografia: Quando um espírito desencarnado, que tenha ou não vivenciado sua experiência reencarnatória na Terra, deseja se manifestar, ele o faz agindo, não sobre a mão do médium, como se estivesse a tomá-la, mas, sim, atuando na região psicomotora do cérebro, que,então, desencadeará o movimento da escrita.Poderá ocorrer, em tese, que a comunicação se dê pela psicofonia, quando o desencarnado fala através do médium, ou, poderá se dar, ainda, uma materialização plena ou parcial de um extraterrestre que tenha se despojado de seu corpo físico, como o entendemos na Terra, ainda, que esse tipo de manifestação seja raro nos dias atuais.Queremos por fim, ressaltar que não há qualquer impedimento para que se processe um contato mediúnico de fora do planeta para a comunidade terrestre,até porque, pela sutileza dos corpos de que são dotados alguns extraterrestres,não deverão estar necessariamente “desencarnados” para que se cumpra o intercâmbio a nível mediúnico.


A OPINIÃO DE CHICO XAVIER


 
Em 1971, Chico Xavier submeteu-se a uma entrevista no programa Pinga Fogo, da TV Tupi. Através da mediunidade auditiva, conforme declararia mais tarde,Chico foi totalmente assessorado por Emmanuel em suas respostas.E a pergunta que nos interessa lhe foi feita nos seguintes termos:
“Será possível, ainda, em nossa civilização, o homem entrar em contato com civilizações de outros planetas?"

Ao que obteve a seguinte resposta:
"Se não entrarmos numa guerra de extermínio nos próximos 50 anos, então poderemos esperar realizações extraordinárias da ciência humana, partindo da Lua. (...)Portanto não podemos acusar nossos irmãos que estão se dirigindo à Lua para pesquisas que devem ser consideradas da máxima importância para o nosso progresso futuro, pois as despesas serão naturalmente compensadas com, talvez,a tranqüilidade para uma sociedade mais pacífica na Terra, porque se não entrarmos num conflito de proporções imensas, é possível que o homem construa na Lua cidades de vidro — cidades estufa — onde cientistas possam estabelecer  pontos de apoio para observação da nossa galáxia.Tais cidades não são sonhos da ciência, e com muito sacrifício da humanidade poderão ser feitas, e com elas poderão obter azoto, oxigênio, usinas de alumínio e formações de vidro e matéria plástica na própria Lua, e a água será fornecida pelo próprio solo lunar.Teremos, quem sabe, a possibilidade de entrar em contato com outras comunidades da nossa galáxia, então vamos definitivamente encerrar o período bélico na evolução dos povos terrestres, pois vamos compreender que fazemos parte de uma grande família universal, pois não somos o único mundo criado por Deus.Portanto nós precisamos prestigiar a paz nos povos, com a delegação máxima para a ciência, para que possamos auferir esses benefícios num futuro talvez mais próximo do que remoto, se fizermos por merecer."
Entretanto, infelizmente, enquanto humanidade ainda desviada do caminho do bem, preferimos despender grandes recursos econômicos e morais no poderio bélico, em busca das guerras fratricidas que alimentam os interesses financeiros,embalados pelo personalismo inferior e a vaidade avassaladora.Pretendemos encerrar nossa modesta contribuição para a temática falando brevemente de Jesus, que, para nós espíritas, foi, e será sempre, o Espírito mais perfeito que Deus nos concedeu como Guia e Modelo. Não foi, absolutamente, um ser de exceção, criado à revelia das Leis Naturais, pois que viveu inúmeras encarnações até chegar ao patamar em que se encontra. Não as viveu na Terra,mas em outros planetas, onde construiu sua autoridade moral e intelectual com esforço próprio desencadeado ao longo dos séculos.Segundo as tradições espirituais, há bilhões de anos, Ele já fazia parte de uma Comunidade de Espíritos Puros, responsabilizando-se pela formação deste orbe, desde os seus primeiros momentos.Espíritos da qualidade de Jesus encontram-se em toda parte do Universo, a convidar, num apelo constante, todas as coletividades planetárias para que se unam em torno de uma sublime determinação, que é a solução para toda a problemática humana, pois que resume plenamente a Religião Universal, a ser praticada em todos os cantos e recantos do Universo e que foi magistralmente eternizada pelo Cristo Planetário, com as seguintes palavras:
“Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes.” (Marcos 12 : 30 e 31).

 
(PUBLICADO NA REVISTA UFO, nº 119, EDIÇÃO DE FEVEREIRO DE 2006) 



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

XAVIER, Francisco Cândido Novas Mensagens, Editora FEB; pelo Espírito Humberto de Campos Cartas de Uma Morta, Editora LAKE; pelo Espírito Maria João de Deus A Caminho da Luz, Editora FEB; pelo Espírito Emmanuel.KARDEC, Allan O Livro dos Espíritos, editora da Federação Espírita Brasileira A Gênese, editora da Federação Espírita Brasileira Revista Espírita, Ano I, agosto de 1858, número 8 JESUS, Novo Testamento, Evangelho de João, cap.14 e Evangelho de Marcos cap.12.

Você sabe o que é arqueologia ?


Jouhan e o Espelho de Zanandra
"Com foco em arqueologia, essa obra promete revolucionar o que você pensa a respeito de aventuras! Um livro construtivo e educativo, que mistura ficção com enigmas da História! Porém dentro das tendências mundiais de literatura, como mundos paralelos, seres mitológicos, etc..."
É UM IMENSO PRAZER PODER DIVIDIR ISSO COM VOCÊS!
LANÇAMENTO EM BREVE! EM BRASIL E PORTUGAL!!!


Bem, galera, essa foi a divulgação postada por mim no facebook! Porém, para que fique melhor especificado, vou mostrar aqui no blog, o que exatamente estou abordando! Segue abaixo! ;)
Arqueologia (do grego, « arqué », antigo, e « logos », discurso depois estudo, ciência) é a disciplina científica que estuda as culturas e os modos de vida do passado a partir da análise de vestígios materiais. É uma ciência social que estuda as sociedades já extintas, através de seus restos materiais, sejam estes móveis (como por exemplo um objeto de arte) ou objetos imóveis (como é o caso das estruturas arquitectónicas). Incluem-se também no seu campo de estudos as intervenções feitas pelo homem no meio ambiente.
A maioria dos primeiros arqueólogos, que aplicaram sua disciplina aos estudos das antiguidades, definiram a arqueologia como o estudo sistemático dos restos materiais da vida humana já desaparecida. Outros arqueólogos enfatizaram aspectos psicológico-comportamentais e definiram a arqueologia como a reconstrução da vida dos povos antigos.
Em alguns países a arqueologia é considerada como uma disciplina pertencente à antropologia; enquanto esta se centra no estudo das culturas humanas, a arqueologia dedica-se ao estudo das manifestações materiais destas. Deste modo, enquanto as antigas gerações de arqueólogos estudavam um antigo instrumento de cerâmica como um elemento cronológico que ajudaria a pôr uma data à cultura que era objeto de estudo, ou simplesmente como um objeto com um verdadeiro valor estético, os antropólogos veriam o mesmo objeto como um instrumento que lhes serviria para compreender o pensamento, os valores e a própria sociedade a que pertenceram.
A investigação arqueológica necessita do auxílio de vários outros ramos científicos (ciências naturais e sociais), assim como é importante adquirir o conhecimento empírico da população que nos rodeia, pois a fonte oral é muitas vezes o ponto de início para o desenvolvimento de algum estudo. Costuma-se dizer que "cada velho que morre é uma biblioteca que arde", pois é informação que se perde.

Uma investigação arqueológica começa pela investigação bibliográfica ou, em alguns casos, pela prospecção, que faz parte do levantamento arqueológico. Há uma grande diferença entre prospecção e sondagem, a primeira é para o levantamento e a segunda é o que dá inicio a escavação propriamente dita.
No levantamento, é sempre importante se observar as especificidades de um local: a abrupta mudança de coloração do solo (camadas estratigráficas), a presença de plantas não nativas, a presença de animais e outros aspetos.
Apesar de toda a dedicação, a arqueologia é amostral, porque trabalha com vestígios e não com a totalidade da história do local.
Fonte: Wikipédia

Bem, está aí, galera! Pra quem tinha dúvidas, talvez possa ser uma bela opção de profissão!
Um super beijo!!

Impressionante! Novos indícios sobre a ressurreição de Jesus Cristo.



Um grupo de arqueólogos e especialistas em assuntos religiosos apresentou em Nova York as conclusões de uma pesquisa que apresenta indícios da ressurreição de Jesus a partir de um túmulo localizado em Jerusalém há três décadas.

"Até agora me parecia impossível que tivessem aparecido túmulos desse tempo com provas confiáveis da ressurreição de Jesus ou com imagens do profeta Jonas, mas essas evidências são claras", afirmou nesta terça-feira à Agência Efe o professor James Tabor, diretor do departamento de estudos religiosos da Universidade da Carolina do Norte, um dos responsáveis pela pesquisa.
O túmulo em questão foi descoberto em 1981 durante as obras de construção de um prédio no bairro de Talpiot, situado a menos de quatro quilômetros da Cidade Antiga de Jerusalém. Um ano antes, neste mesmo lugar, foi encontrado um túmulo que muitos acreditam ser de Jesus e sua família.

Ao lado do professor de Arqueologia Rami Arav, da Universidade de Nebraska, e do cineasta canadense de origem judaica Simcha Jacobovici, Tabor conseguiu uma permissão da Autoridade de Antiguidades de Israel para escavar o local entre 2009 e 2010.
Em uma das ossadas encontradas, que os especialistas situam em torno do ano 60 d.C., é possível ver a imagem de um grande peixe com uma figura humana na boca, que, segundo os pesquisadores, seria uma representação que evoca a passagem bíblica do profeta Jonas.
A pesquisa, realizada com uma equipe de câmeras de alta tecnologia, também descobriu uma inscrição grega que faz referência à ressurreição de Jesus, detalhou à Agência Efe o professor Tabor, que acrescentou que essa prova pode ter sido realizada "por alguns dos primeiros seguidores de Jesus".

"Nossa equipe se aproximou do túmulo com certa incredulidade, mas os indícios que encontramos são tão evidentes que nos obrigaram a revisar todas as nossas presunções anteriores", acrescentou o especialista, que acaba de publicar um livro com todas as conclusões de sua pesquisa, "The Jesus Discovery".
O professor reconhece que suas conclusões são "controversas" e que vão causar certo repúdio entre os "fundamentalistas religiosos", enquanto outros acadêmicos seguirão duvidando das evidências arqueológicas da cristandade.
Anteriormente, essa mesma equipe de pesquisadores participou do documentário "O Túmulo Secreto de Jesus", produzido pelo cineasta James Cameron. Na obra, os arqueólogos encontraram dez caixões que asseguram pertencer a Jesus e sua família, incluindo Virgem Maria, Maria Madalena e um suposto filho de Jesus.

Segundo o documentário, as ossadas encontradas supostamente apresentavam inscrições correspondentes às identidades de Jesus e sua família, o que acaba reforçando a versão apresentada no livro "O Código da Vinci", de Dan Brown, o mesmo que indica que Jesus foi casado com Maria Madalena e que ambos teriam tido um filho juntos.
Fonte: Estadão

Curiosidades da história: O que era a Cidade Proibida na China?



Era um impressionante conjunto de pavilhões e palácios que foi o centro de poder do Império Chinês durante mais de meio milênio. Embora sua construção tenha começado no século 13, as características atuais do lugar só apareceram mais de 100 anos depois. "Na época, o imperador Yong Le transferiu a capital de Nanquim para Pequim. Ele decidiu remodelar o complexo com uma obra que durou de 1407 a 1420 e ocupou mais de 200 mil trabalhadores", diz o jornalista brasileiro Jayme Martins, que viveu em Pequim por mais de 20 anos. Essa suntuosa cidade era considerada "proibida" porque o acesso era limitado a funcionários do governo e a integrantes da família imperial.
No lugar, a arquitetura e a disposição de cada edifício obedecem a tradicionais princípios de numerologia, mitologia e de Feng Shui, a milenar arte chinesa de criar ambientes com harmonia. Para começar, o desenho do complexo representa um diagrama cósmico que simboliza o Universo: todos os prédios principais estão voltados para o sul, em honra ao Sol (como a China fica no hemisfério norte, o sul é onde predomina o Sol). Além disso, a distribuição do espaço representaria o mítico Palácio Celestial, uma construção de 10 mil cômodos onde viveriam os deuses.
De acordo com a tradição, a Cidade Proibida teria um total de 9 999 cômodos e meio, pois a mitologia desaconselhava que os homens tentassem se equiparar à perfeição dos deuses. Apesar da importância da área, suas construções sofreram com a deterioração das estruturas e com incêndios acidentais ao longo dos séculos. Com a revolução que proclamou a república, em 1911, a Cidade Proibida deixou de ser a sede do governo da China, mas a família do último imperador, Aisin-Gioro Pu Yi, continuou vivendo até 1924 no local. Declarada Patrimônio Cultural da Humanidade em 1987, a área hoje abriga um concorrido museu que recebe até 50 mil visitantes por dia.
Capital ancestralConjunto de palácios e pavilhões foi o centro do poder chinês por mais de 500 anos
MAPA DA METRÓPOLE
Localizada no coração de Pequim, a Cidade Proibida abrangia um conjunto de edifícios espalhados por uma área de 720 mil metros quadrados, protegida por uma muralha com mais de 10 metros de altura e um fosso cheio d’água, com 6 metros de profundidade. A entrada se dava por quatro portais, um em cada ponto cardeal. Confira no mapa abaixo e nos desenhos os edifícios mais importantes
1. PORTAL MERIDIONAL
Erguido em 1420, o acesso principal da Cidade Proibida tinha cinco arcos de passagem. A abertura do meio era exclusiva do imperador — as imperatrizes só podiam usá-la uma única vez, no dia do casamento. Dali, o imperador anunciava o novo calendário no início de cada ano, assistia ao desfile das tropas e julgava prisioneiros
2. PAVILHÃO DA PRESERVAÇÃO DA HARMONIA
Até o século 18, esse aposento era usado principalmente para os banquetes imperiais. Mas a partir de 1789 o salão tornou-se o local onde aconteciam os chamados "exames palacianos", algo como um concurso público em que vários candidatos concorriam a altos cargos governamentais e administrativos do Império
3. PAVILHÃO DA PUREZA CELESTIAL
Queimado em incêndios e restaurado três vezes desde a inauguração em 1420, esse edifício serviu até o século 17 como residência oficial do imperador, que lá cuidava dos assuntos de rotina do governo instalado em outro de seus tronos. Os terraços abrigavam esculturas de bronze de tartarugas, simbolizando longevidade, e uma concha para medir cereais, representando a justiça
4. PAVILHÃO DA SUPREMA HARMONIA
O maior e mais alto salão da Cidade Proibida foi finalizado em 1420 e restaurado várias vezes depois. Com cerca de 2 400 metros quadrados e 35 metros de altura, esse pavilhão era o centro da corte. Lá aconteciam as mais importantes cerimônias de Estado, como o aniversário e o casamento do imperador. O lugar também guardava o trono principal, de onde o imperador governava
5. PAVILHÃo DA HARMONIA CENTRAL
Era uma espécie de quarto do imperador, onde ele dormia e se vestia antes das cerimônias. Em outros cômodos, o governante recebia autoridades estrangeiras, examinava amostras de sementes para as plantações da nova safra e discursava aos seus filhos, nascidos de várias esposas oficiais e de concubinas
6. PRAçA E PORTAL DA SUPREMA HARMONIA
A maior praça do complexo era onde a nobreza jogava pólo a cavalo e a Guarda de Honra alinhava-se antes das cerimônias mais importantes. Cinco pontes de mármore cruzavam o riacho das Águas Douradas, conduzindo ao portal da Suprema Harmonia. Essa estrutura, por sua vez, levava ao salão da Suprema Harmonia por meio de três escadas — a central, como sempre, era só para o imperador.
Dica de filme: Não tinha contato com seu povo, desconhecia as dificuldades pelas quais passavam seus súditos, era assessorado por ministros e secretários muitas vezes inescrupulosos e, com certeza, não desconfiava das alterações pelas quais passaria muito brevemente o seu país.
Surpreendido por um golpe de estado que fez surgir a república na China, teve que sair da Cidade Proibida e iniciar uma verdadeira epopéia rumo a seu destino final. Na década de 1930 foi utilizado como testa de ferro pelos japoneses no comando de um novo país no território chinês, chamado de Manchukuo.
Em 1949 viu a ascensão de um forte movimento de bases populares liderado pelo socialista Mao-Tsé-Tung chegar ao poder e todos os símbolos relacionados ao passado imperial sofrerem intensas e violentas perseguições por parte do novo regime.
Seus dias pareciam contados, seu passado glorioso como imperador era apenas uma lembrança esmaecida com o passar dos anos; atrás das grades do novo sistema, Pu Yi estava condenado a purgar, a pagar pelo luxo e pela ostentação burguesa condenada pelos artífices do socialismo...
Obs.: O filme foi premiado em festivais de cinema na Inglaterra, na França e nos Estados Unidos, onde arrebatou 4 Globos de Ouro e 9 Oscars (melhor filme, diretor, fotografia, direção de arte, figurino, edição, trilha sonora, som e roteiro adaptado).

Fonte: Mundo Estranho

Como era o sexo na Pré-História?


Os homens da Pré-História já distinguiam sexo de reprodução, usavam cosméticos naturais para incrementar a paquera, faziam sexo em posições bem diferentes do papai-e-mamãe e usavam até mesmo métodos anticoncepcionais. Pelo menos é isso que indicam os estudos feitos por arqueólogos baseados em objetos como estátuas e pinturas rupestres. Só não dá para ter certeza porque a Pré-História é caracterizada justamente pela inexistência de documentos escritos. "Chegar à verdade acerca da Pré-História é quase impossível. A arte pré-histórica, grande parte da qual tem conteúdo sexual explícito, obviamente revela coisas sobre as quais as pessoas pensavam, mas não pode refletir por completo o que realmente faziam", afirma o arqueólogo Timothy Taylor no livro A Pré-História do Sexo. Veja nestas páginas o que os cientistas descobriram sobre os hábitos sexuais que faziam a cabeça da humanidade que habitou o planeta entre 2 milhões a.C. e 4000 a.C. :-P

É PAU, É PEDRA...
Na Idade da Pedra, métodos anticoncepcionais e masturbação já faziam parte da rotina sexual
POSIÇÕES
Nada de papai-e-mamãe na Pré-História. Uma imagem encontrada em Ur, na Mesopotâmia, datada de 3200 a.C., mostra a mulher por cima, posição também encontrada em obras de arte da Grécia, do Peru, da China, da Índia e do Japão. Uma outra imagem pré-histórica mostra a mulher sentada com as pernas levantadas para facilitar a penetração do homem. A relação com penetração por trás também aparece com frequência, assim como imagens de sexo oral
CASAMENTO
No Paleolítico, a Idade da Pedra Lascada, os machos dominantes se casavam com várias mulheres, seguindo o comportamento de animais polígamos, como bisão e veado. Já no Neolítico, a Idade da Pedra Polida, a monogamia passa a ser predominante. Nessa época, os homens passaram a domesticar animais. Observando o estilo de vida dos bichos e o papel do macho na procriação, os homens passaram à monogamia.
MASTURBAÇÃO
Não faltam exemplos da prática do sexo solitário na Pré-História: há de estátuas a bastões fálicos talhados em madeira ou em pedra. Uma das estátuas, de Malta, mostra uma mulher se masturbando de pernas abertas por volta de 4000 a.C. Outra retrata um homem sentado descabelando o palhaço em 5000 a.C.
CIÊNCIA
Os homens usam plantas medicinais há pelo menos 40 mil anos. Não há provas diretas, mas arqueólogos desconfiam que plantas do gênero Aneilema eram usadas para evitar a gravidez, enquanto a borragem provavelmente já era usada para amenizar os sintomas da tensão pré-menstrual nas mulheres e como afrodisíaco para os homens.
HOMOSSEXUALIDADE
Pesquisadores apontam que a atividade homossexual masculina e feminina é comum em mais de 200 espécies de mamíferos, aves, répteis, anfíbios, peixes e insetos, o que poderia indicar que também era praticada pelos homens pré-históricos. Entre os grandes macacos, como chimpanzés e gorilas, também rola sexo entre animais do mesmo gênero.
SEXO SELVAGEM
A relação do homem pré-histórico com os animais era bem próxima - até demais! Há uma pintura rupestre de cerca de 3000 a.C., em Val Camonica, na Itália, que mostra um homem copulando com um asno! Já na Sibéria aparecem imagens de homens copulando com alces - em uma das pinturas, o homem está usando esquis nos pés enquanto transa com o bicho.
MULHER MELANCIA ANCESTRAL
Os homens faziam estátuas eróticas que podem ser consideradas ancestrais da pornografia. A mais famosa é conhecida como Vênus de Willendorf: uma mulher de nádegas e peitos grandes com traços de corante vermelho, encontrada em uma região com traços de ocupação de até 40 mil anos atrás. Naquela época, a Europa vivia a Era Glacial, e as mulheres gordinhas teriam maior potencial de resistência, e por isso podem ter sido as gostosas da vez.
PAQUERA
Na hora da paquera, o homem pré-histórico já tinha à disposição cosméticos feitos de plantas, como a hena, usada nos cabelos. Sabe-se que extratos de beladona eram usados para dilatar as pupilas e, assim, chamar mais a atenção. Havia ainda pigmentos avermelhados, que destacavam partes da pele, e joias feitas de pedras, madeira ou dentes de animais.
CORPO A CORPO
Quando o homem virou bípede, o corpo passou a ter novos focos de atração sexual. Os peitos das mulheres, únicas fêmeas entre os primatas que têm seios permanentemente grandes, passaram a ser tão atrativos quanto a bunda. Assim, o ser humano passou a ser um dos poucos animais que fazem sexo cara a cara, enquanto outros bichos praticam o coito por trás.
Fonte: Mundo Estranho

Conspiração - Antiga Civilização na Lua!


Para quem já viu ou for ver o novo trailer do Transformers, aparece algo parecido com a teoria que vão ver... De que em tempos existiu uma civilização na lua, e que deixou lá "rastos", na qual a NASA tenta desesperadamente nos esconder... Mas uma questão fica, então afinal a aterragem à lua foi tudo encenado ou não? E se não foi e tudo foi irreal, haveria lá, provas de ETs?  Umas coisa parece certa, a NASA esconde de nós algo!

Por que foram feitas as fraudes das fotos da Lua?

As imagens da Terra, tiradas de fotografias de satélites com uma resolução de 100 m, exibem linhas retas, círculos e quadrados, correspondentes às estradas, edifícios e cidades. Hoagland levando isto em consideração, ao observar a Lua, disse que havia encontrado em sua superfície, formas geométricas com uma resolução de 100 m. acredita que são ruínas de enormes estruturas de vidro que protegeriam as cidades lunares. "Sem as limitações da gravidade - comenta Hoagland -, estas estruturas são muito maiores que qualquer coisa que se possa construir na Terra". Estima que uma delas, a qual dá o nome de "A Torre", poderia ter 12 Km de altura. Acredita que recobrem uma grande parte da Lua e que podem ser vistas da Terra quando a Lua some na escuridão. Hoagland diz ainda que se tratam de uma civilização perdida e acredita que os astronautas das missões Apolo tinham conhecimento de sua existência.

- Extraterrestres na Lua

O ufólogo Timothy Good, em seu livro Beyond Top Secret, informa que os astronautas viram extraterrestres na Lua. A evidência seria uma conversação secreta entre o controle da missão e os astronautas da nave Apolo 11, Armstrong e Aldrin, registrada pelos soviéticos.
O Dr. Vladimir Azhazha, físico e professor de matemática russo, disse que o encontro aconteceu pouco depois da alunissagem do módulo lunar mas que o público não pode escutar o informe dos astronautas pois a NASA o havia censurado.
Maurice Chatelain, um especialista em comunicação da NASA, declarou que "o encontro com OVNIs era perfeitamente conhecido pela NASA" e que "todas as missões Apolo tinham sido seguidas por OVNIs".
Isto sugere que a NASA está disposta a admitir perante o mundo que seus astronautas tinham sido vigiados de perto por OVNIs e que encenaram as fotografias aqui na Terra com a finalidade de não assustar o público com o que realmente acontecia no espaço.
Uma das questões mais intrigantes sobre a Lua é por que a NASA não enviou mais astronautas depois das missões Apolo e por que não tem intenção de faze-lo no futuro. Será que a Lua já teria entregado todos os seus segredos?
Fonte: Conversa de Café 
===>E pra você que se interessou pela nossa matéria, aqui está um link onde poderá, você mesmo, fazer a pesquisa! Visite a Lua, atravéz do:  http://www.google.com/moon/

O Apocalipse Bíblico: O anticristo já está entre nós?


Convém, no entanto, antes de continuar, deixar esclarecido que é apreciada certa confusão entre as expressões bíblicas "fim do mundo" e "últimos tempos". Parece que entre estes e aquele haverá uma grande época de paz, na qual Jesus Cristo reinará de um confim a outro da Terra, após sua segunda vinda, e que todos seus inimigos ancestrais cairão a seus pés.
Assim, Isaías (66,15) disse: "... porque vai Yahvé exercer o juízo com fogo e com a espada a toda carne, e serão muitos os que perecerão pela mão de Yahvé... Muitas serão as vítimas de Yahvé... lhes darei um sinal e mandarei a alguns dos sobreviventes para que publiquem minha glória... E ao sair poderão ver os cadáveres dos homens que se rebelaram contra mim e serão horror para todo mortal". E Sofonias ameaça com os seguintes termos (I, 14-17): "Próximo está o grande dia de Yahvé, próximo e chega velozmente. Já se ouve o ruído do dia de Yahvé e até o valente dará gritos de espanto! Dia de ira será aquele dia, dia de tribulações e de angústia, dia de calamidade, e de miséria, dia de trevas, de escuridão, dia de nuvens e de espessos aguaceiros, dia de trombetas e de alarmes contra as cidades fortificadas e os altos torreões. Eu incutirei angústias aos homens e eles caminharão como cegos, porque pecaram contra Yahvé, seu sangue será derramado como pó e sua carne atirada como excremento...". E acrescenta Isaías (24, 1-6): "Por isso a maldição devora a Terra e restará somente um pequeno número".
"Ouvireis falar de guerras..."
Parece claro que não vamos todos perecer nesta apoteose final. Uma parte da humanidade permanecerá com vida, purificada para viver em um mundo de paz em louvor a Deus. Talvez seja Zacarias quem mais se comprometa ao dar uma magnitude de catástrofe, assegurando que "de três partes de Terra, duas desaparecerão por completo".
São Mateus (24, 1-13) nos refere uma passagem de Jesus na qual responde para quem será o sinal do fim do mundo e quando deverá acontecer: "Cuidado que ninguém os engane. Ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; não os alarmeis, porque é preciso que isso aconteça, porém não será ainda o fim. Pois se levantará povo contra povo e reino contra reino; haverá fome e terremotos em diversos lugares, mas tudo isso será somente o princípio das dores".
Uma visão profética da história
O profeta Daniel nos concede uma explicação das distintas etapas que deverão preceder ao fim de nossos dias: "... quatro bestas enormes, diversas uma da outra, saiam do mar. A primeira era como um leão com asas de águia. Eu estava olhando e vi que lhe arrancaram as asas, a levantaram da terra e a incorporaram como um homem e lhe deram um coração humano. Depois desta, apareceu outra besta, a segunda, semelhante a um urso; ia levantada de um lado, e tinha três costelas nas fauces entre seus dentes e lhe dizia: "Eia, devora muita carne" Depois vi outra besta, como um leopardo com quatro asas de ave em seu dorso; tinha também quatro cabeças e lhe foi dado o poder. Em seguida vi uma quarta besta terrível, espantosa, extraordinariamente forte. Tinha enormes dentes de ferro, comia e triturava e o restante pisoteava com suas patas".
Cada uma destas quatro bestas da visão do profeta Daniel correspondem sucessivamente, ao imperialismo alemão de Bismarck e Hitler; ao comunismo russo e sua expansão, cujo símbolo é o urso na profecia; o império inglês, cujo símbolo é o leopardo, e finalmente, com o apareci
mento da quarta besta, a mais monstruosa, prevê Danielde alguma conflagração mundial, ou um grupo de nações aliadas, que poderiam ser, por exemplo, os Estados Unidos, o mundo comunista, a OTAN, etc. Este tipo de agrupamento de nações, desde logo com fins bélicos e de destruição, e muito poderosa supõe aultima etapa de que se produza o fim dos tempos.
O apocalipse segundo São João
Inicia este livro revelado ao apóstolo São João com as cartas enviadas a sete igrejas, que os experts reputam dirigida todas elas à mesma, porém em diferentes etapas das história, que concordam perfeitamente com seu conteúdo. A primeira vai dirigida a Efeso, que significa ímpeto, e faz referência à inicial expansão do evangelho. A seguinte, a Esmirna, amargura, indica a época das grandes perseguições. A terceira foi remetida à Igreja de Pérgamo e corresponde à etapa de enriquecimento de conhecimentos e florescimento do panorama religioso. A quarta vai dirigida a Tiatira, triunfo, e abrange a mais brilhante trajetória do cristianismo, desde o Sacro Império romano, até a Revolução Francesa. Em seguida, contempla um período de acumulação de riquezas, que coincide com a missiva remetida à igreja de Sardes, onde reinou Creso. A falta de religiosidade vai sendo imposta entre os homens devido ao pouco crédito que merecem os ministros da Igreja, como é refletido na carta dirigida a Filadelfia, que quer dizer amor entre irmãos. Somente falta por cumprir-se o conteúdo da sétima, a Laodicea, juízo de Deus, o qual sem lugar a dúvidas significa um próximo final.
Satanás anda solto
Posteriormente São João nos revela a vinda de Satanás ao mundo após ter estado "encadeado mil anos", frase que deu origem à teoria milenarista e na qual, ao estar repetida duas vezes, todavia se apoiam os que pensam que o planeta não passará o ano 2.000. Parece evidente que o Diabo assentou-se na Terra, ou ao menos isso dizem os teólogos e demais estudiosos do tema. Se bem que ainda não temos provas da chegada do Anticristo, tão anunciada como princípio do fim, não existe dúvida do relaxamento da moral, a falta de religiosidade, a escalada de conflitos, o florescimento de novas seitas religiosas e um acúmulo de circunstâncias que normalmente são associadas a uma influência predominantemente satânica, entre as quais também caberia destacar a cada vez mais proliferante aparição de falsos profetas e enganadores.
O reinado do anticristo
Aparentemente, tanto o profeta Daniel, como 3 Apocalipse se colocam de acordo em conceder um período de reinado sobre a Terra ao Anticristo de três anos e meio, o que nos leva a pensar que não se trata de uma idéia mais ou menos contrária a Igreja, como o comunismo, que indubitavelmente já leva muitos anos em vigência.
Por último, São João nos relata a chegada de sete anjos, enviados por Deus, que vêm derramar os sete cálices de sua ira em forma de enfermidades, pragas terrestres e marinhas, colisões planetárias, guerras e um sem fim de calamidades, que, no entanto, não deviam de ter comparação com a última delas e' que o mesmo céu lhe ordena silenciar presumivelmente pela magnitude de seu horror.
Uma leitura detida do Apocalipse nos traria a mente mais e mais detalhes da proximidade do fim de nosso mundo, que nós preferimos omitir, por ser a maioria deles repetições de calamidades e destruições que já ficaram suficientemente referidas. Nem todos os homens perecerão no fim dos tempos, mas a Terra ficará tão devastada e tão vazia de animais e de vida, que os poucos sobreviventes que, como escreveu São João, "buscarão a morte, porém não a encontrarão", terão que começar novamente a reconstrução da própria espécie e a evolução de uma cultura distinta que, ao final, talvez fatalmente, conduza ao mesmo aniquilamento. Voltarão a ser cultivados os campos, e isto é também profético, os desertos serao pomares, a existência será possivelmente mais longa e mais feliz, até que chegue, de uma maneira inexorável, o Juízo Final.

Anticristo

Anticristo ( "opositor à Cristo") é uma denominação comum no Novo Testamento para designar aqueles que se oponham à Jesus Cristo, e também designa um personagem escatológico, que segundo a tradição cristã dominará o mundo nos últimos dias antes que haja a segunda vinda de Cristo.
O termo anticristo ocorre apenas quatro vezes na Bíblia, todas elas nas cartas do apóstolo João. As passagens são 1 João 2:18 , 2:22 , 4:3 e 2 João 1:7, onde o termo anticristo é definido como um "espírito de oposição" aos ensinamentos de Cristo. O Cristianismo crê, no entanto, que este "espírito" seja uma personificação de um "messias demoniaco" que virá nos últimos dias. Por essa razão, os cristãos crêem que este anti-cristo é descrito em outros textos, tais como o livro de Daniel, as cartas de Paulo (como "o homem do pecado") e o Livro da Revelação como a "Besta que domina o mundo". Para a Igreja Católica tal Besta chegou a ser personificada através do imperador romano Nero.
Ao longo da história, diversas correntes cristãs acusaram-se entre si ou atribuíram aos seus inimigos a designação de "anticristos", sendo exemplos de utilização de tais argumentos, a utilização pela apoiantes ou opositores da Reforma Protestante, durante o Cisma Papal, nas cruzadas (como referência ao profeta Maomé) e em diversos outros acontecimentos.
Atualmente, o termo é bastante popular sobretudo no meio cristão evangélico, que crê no nascimento do Anticristo como uma pessoa que se oporá aos mandamentos da Bíblia e organizará uma sociedade baseada em valores outrora atribuídos ao paganismo, onde todos os cidadãos poderão ser controlados através de uma marca na mão ou na testa à semelhança da marca que os romanos impunham sobre seus escravos. A maioria dos evangélicos que crêem neste ensino, no entanto, creem que não sofrerão nas mãos deste Anticristo uma vez que terão sido arrebatados. Este Anticristo, por fim, seria derrotado por Cristo em sua segunda vinda, quando se estabelecer seu reinado milenar.
Outros observadores consideram também que o termo Anticristo poderá estar ligado aos modernos movimentos satânicos.


O Anticristo será um líder que busca a paz e trava guerras. 
Na busca de paz ele será bem-sucedido e enganador; ao travar guerras ele será destemido e destrutivo. O Anticristo geralmente é descrito na Bíblia como um guerreiro. Suas atividades são resumidas em Daniel 9.27:
"Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele."
Em Apocalipse 6.2, João apresenta o Anticristo ao escrever: "Vi, então, e eis um cavalo branco e o seu cavaleiro com um arco; e foi-lhe dada uma coroa; e ele saiu vencendo e para vencer."
Nosso mundo precisa desesperadamente de paz, pessoas sinceras de vários contextos de vida trabalham e oram diariamente por uma paz duradoura. Na verdade, como crentes, somos incentivados pela Bíblia a orar por paz. Ainda assim, a instabilidade política é profunda em muitas regiões do mundo. A busca de uma paz permanente no Oriente Médio exige muita atenção e produz muitas manchetes; muitas vidas e carreiras foram sacrificadas na tentativa de trazer paz à região. Em última análise, no entanto, não haverá paz duradoura no mundo enquanto ele não for governado por Jesus Cristo, o Príncipe da Paz.
Quando o Anticristo emergir, será reconhecido e aceito por causa de sua habilidade como pacificador. Como líder da confederação multinacional, ele imporá paz a Israel e ao Oriente Médio, iniciando e formulando um tratado de paz para Israel. O Dr. Walvoord escreve sobre essa paz:

Quando um gentio, líder de dez nações, apresentar um tratado de paz a Israel, este será imposto com força superior e não como um tratado de paz negociado, ainda que aparentemente inclua os elementos necessários para tal acordo. Ele incluirá a delimitação das fronteiras de Israel, o estabelecimento de relações comerciais com seus vizinhos – algo que Israel não tem atualmente, e, principalmente, oferecerá proteção contra ataques externos, o que permitirá que Israel relaxe seu estado de constante alerta militar. Também é possível prever que algumas tentativas serão feitas para abrir áreas sagradas de Jerusalém para todas as religiões a elas relacionadas.[1]
No decorrer dos séculos, cristãos e judeus fiéis seguiram a exortação de Salmo 122.6 de "orar pela paz de Jerusalém." Mas a falsa paz do Anticristo não é a "paz de Jerusalém." O tratado ou aliança de paz do Anticristo só trará uma paz temporária e superficial à região. A princípio ela poderá ser eficaz e reconfortante, mas não durará. Depois de três anos e meio ela será quebrada e os gritos de alegria serão substituídos por gritos de aflição. Como todas as obras de Satanás, a vitória proclamada acabará em dor e violência.
Depois desse conflito e da quebra da aliança com Israel, o Anticristo se declarará líder mundial.
Sem ter que lutar para conseguir isso, ele governará o mundo como instrumento de Satanás."[3] Seu poder e força aumentarão, assim como sua tirania, e isso resultará num desafio final da sua força militar e política, que culminará na batalha de Armagedom (Apocalipse 16.14-16). Como tantos líderes e governantes antes dele, o Anticristo prometerá paz e travará guerras. Ele entrará num conflito de conseqüências globais – um conflito definitivo do tipo "quem ganhar fica com tudo" – e será derrotado e destruído por Jesus Cristo (veja Salmo 2).

Fonte: Chamada