"O
ódio é um fator de luta; O implacável ódio ao inimigo impulsiona para
além das limitações naturais do ser humano e o transforma em uma
efetiva, violenta, seletiva e fria máquina de matar. É assim que nossos
soldados devem ser; um povo sem ódio não pode aniquilar um inimigo
brutal." (Che Guevara)
Fonte: ApocalipseTotal e Guerreiro do Apocalipse
O verdadeiro objetivo do BBB
Sabemos que O Big
Brother não é um Reality Show nacional, mas sim internacional. Ele é
transmitido aqui no Brasil através da rede de televisão que mais
representa os Illuminatis em nossa nação, a Globo. Essa rede de
alienação social representa bem essa imposição mundial, que impõe
simbolismos satânico-ocultista e aonde se condiciona as massas a
aceitarem a serem vigiados por "segurança". Pois essa será a desculpa da
Elite para suas farsas, tudo em nome da "Segurança" seja financeira ou
social, eles sempre inventam essa desculpa. Como a marca da besta será
imposta como forma de segurança para garantir a identificação das
pessoas e tornando os meios de trocas mais fácil e 'confiáveis', mas
como sempre, tudo não passará de uma farsa. Vejamos a seguir algumas
subliminares presente nesses tipo de Reality Show:
O número 11 é muito
significante para os ocultistas, por isso no BBB11 as "homenagens" aos
Illuminati eram inevitáveis, de tal maneira que os simbolismos nem pode
ser chamado exatamente de mensagens subliminares, mas sim de mensagens
explicitamente ocultistas, símbolos explícitos.
Uma sociedade vigiada e
autoritário-totalitária, é o que os Illuminatis querem impor que
aceitemos, um mundo governado pelo 'deus' illuminati, o "olho que tudo
vê"(lúcifer). O "Big Brother" o "Grande Irmão" descrito por George
Orwell no livro 1984 é o próprio Anti-Messias, ou Anticristo, a Besta.
Umas das simbologias bem
claras do BBB referentes aos deuses-demônios dos illuminatis está
exatamente nos 'mascotes' do Big Brother, o "Grande Irmão", que é o
"olho de tudo vê" é personificado em vários "aliens-robôs" do BBB.
Lembrando que alienígenas são demônios, e a ideia de robôs trás o ideal
tecno-transumanista dos Illuminati à nós. Eles querem impor a sociedade,
em nossas mentes, de forma banal, as suas crenças, ritos e símbolos de
forma subliminar. Criando assim a sociedade perfeita para receber o
"Grande Irmão"...
O Pesadelo de Orwell (Parte IV) Livro de Bruno Campanella: "Os Olhos do Grande Irmão"
Amado
por alguns e odiado por outros, o formato de reality show Big Brother é
um dos fenômenos culturais mais debatidos da última década. No Brasil, o
BBB foi responsável pela criação espontânea de uma comunidade de fãs,
composta por blogs e fóruns, dedicada à discussão tanto do dia a dia dos
confinados quanto da própria transmissão do programa nas suas múltiplas
plataformas. A partir da etnografia midiática dessa comunidade on-line,
o autor busca entender como o cotidiano dos participantes do Big
Brother nacional repercute em uma audiência produtora de um espaço
social rico em hierarquias e disputas por capital subcultural. “Os Olhos
do Grande Irmão” oferece uma valiosa amostra dos processos de
articulação entre a sociedade e os produtos culturais do ambiente
midiático contemporâneo.
Capa do livro "Os Olhos do Grande Irmão -
Uma etnografia dos fãs do Big Brother Brasil", resultado da tese de
doutorado de Bruno Campanella (foto)
[O] Big Brother tem uma coisa da observação da
sociedade. O Big Brother replica... É como se você
pegasse a nossa realidade, pegasse a sociedade, tirasse
uma fatia, cortasse um pedacinho, né?... e botasse ali
para observar. Igual uma lâmina de laboratório: você
passa, tira um pedaço de tecido e bota lá para ficar
observando.
"O reality show Big Brother estreou na televisão brasileira
em janeiro de 2002. Devido ao grande sucesso comercial do programa junto à audiência nacional, a Rede Globo, detentora dos
seus direitos no Brasil, lançou uma segunda edição em meados
daquele mesmo ano. Foi exatamente nesse período, quando
eu estava fazendo mestrado em Londres, que descobri o Big
Brother, porém em sua versão britânica. Embora já conhecesse
o formato por meio de comentários de amigos e da imprensa
em geral, foi assistindo ao BB3 UK, como era popularmente
conhecido, que experimentei, de fato, o reality show. Durante
quase três meses, acompanhei o dia a dia de um grupo de confinados britânicos em suas conversas, brincadeiras, intrigas e
relacionamentos amorosos. Mais do que isso, segui a repercussão gerada por esses acontecimentos nas revistas e jornais,
especialmente os tabloides. Mesmo já morando na Inglaterra há
aproximadamente um ano, fui surpreendido pela quantidade de
informações novas relativas aos modos de pensar da sociedade
britânica, às maneiras como as diferenças de classe e etnia se materializavam nas práticas cotidianas do indivíduo (e como
elas repercutiam na mídia), às formas com que as sexualidades
diversas manifestadas no confinamento eram interpretadas pela
audiência, entre outras.
A participação de Jade Goody naquela edição do BB
UK foi particularmente informativa nesse sentido. Proveniente
de um contexto familiar problemático – filha de uma mãe
dependente de heroína e deficiente física (devido a um acidente de moto) e de um pai com diversas prisões por furto e porte
de drogas (ele estava cumprindo pena quando Jade entrou no
BB) –, a enfermeira dentária do bairro londrino de Bermondsey
foi considerada “inimiga pública número um” do país após
poucas semanas de confinamento. Jade, apelidada pelo tabloide
The Sun de pig (porca) devido ao seu porte avantajado, lábios
carnudos e nariz largo, herança de seu avô paterno negro de
origem caribenha, foi vítima de uma campanha hostil desferida
por vários meios de comunicação. Além da aparência, esses
tabloides ironizavam seu comportamento rude junto aos companheiros de BB, sua ignorância em relação a conhecimentos
básicos de história e geografia geral, seu forte sotaque cockney (associado às classes operárias de Londres) e o fato de ela ter
mantido relação sexual com um outro confinado, conhecido
como PJ, ao final de uma noite em que ambos consumiram
grande quantidade de álcool. A campanha contra Jade culminou com uma manchete na primeira página no The Sun, onde
se lia “Expulsem a porca”, em que o tabloide afirmava que Jade
“é uma influência destrutiva na casa e a prova condenatória do
sistema educacional britânico”.
As discussões envolvendo a participação de Jade Goody
no BB3 UK expuseram inúmeras tensões dentro daquela sociedade que, até o momento, eram invisíveis para mim. Talvez
ainda mais surpreendente tenha sido a reviravolta dada pelos
meios de comunicação após a não eliminação de Goody em seu
primeiro “paredão”. Ao perceber que a participante ganhava
simpatia da população, a despeito de ter sido impiedosamente
ridicularizada em inúmeras manchetes, a imprensa popular iniciou um processo de meia culpa em que reconhecia o papel das
dificuldades socioeconômicas na formação da personalidade ríspida da confinada, assim como também assumia o caráter racista
e preconceituoso de inúmeros comentários direcionados a Jade. As discussões suscitadas pelo BB3 UK envolvendo os
mais diversos aspectos da cultura britânica me incitaram (após
meu retorno ao Brasil) a realizar um estudo aprofundado do
caso brasileiro, país em que aproximadamente 40% dos domicílios com televisão acompanham o resumo diário do Big
Brother exibido pela Rede Globo. Embora não exista uma
cultura de jornais tabloides consolidada como no Reino Unido,
a repercussão do reality show na sociedade brasileira não é
menor. Ao contrário, o país é responsável por um fenômeno
aparentemente singular no mundo: o do aparecimento espontâneo de uma comunidade on-line de grandes proporções de fãs
desse programa.
Criada em 2003 pelos blogueiros Tors e Dona Lupa
com o intuito de debater o Big Brother Brasil (BBB), a comunidade de fãs cresceu substancialmente ao longo dos anos,
transformando-se em um espaço no qual inúmeros segmentos
da sociedade brasileira interagem. Entre seus frequentadores –
sejam eles visitantes
esporádicos ou ativos blogueiros e comentaristas – é possível encontrar,
por exemplo, acadêmicos, profissionais liberais, funcionários públicos,
jovens estudantes, donas
de casa, desempregados e executivos de empresas. Na net o
BBB, conforme ficou conhecida entre os seus membros pioneiros, era composta, no início de 2008, por aproximadamente
vinte e cinco blogs e um fórum. O Tevescópio, um dos mais
influentes blogs desse espaço social, recebeu uma média diária
de 6 mil comentários, enquanto que o blog De Cara Pra Lua
registrou recorde de 12 mil comentários em um só dia durante
o período de exibição do BBB daquele ano. A própria Rede
Globo, percebendo a importância dessa iniciativa, tentou – sem
sucesso, porém – negociar a incorporação de alguns dos blogs
com maior visitação da comunidade ao portal oficial do Big
Brother Brasil (Campanella, 2009a).
Tendo em vista tanto o ineditismo quanto a relevância
do fenômeno descrito acima, este trabalho tem por objetivo
central analisar como se dão as articulações entre uma parcela da audiência nacional, os participantes da NetBBB e o reality
show Big Brother Brasil (BBB), um dos conteúdos televisivos
de maior impacto junto ao público dos últimos anos. Mais especificamente, deseja-se responder às seguintes perguntas: Quais
são as principais motivações que levam os fãs do programa a
participarem ativamente dos debates envolvendo o cotidiano
dos confinados? Quais critérios são utilizados para avaliar a
atuação dos postulantes ao prêmio final do BBB? Até que ponto
categorias sociais presentes na sociedade brasileira (tais como:
classe social, raça, gênero e identidade regional) interferem
nas leituras feitas do Big Brother Brasil? Como as condições
criadas pelo ambiente de confinamento do reality show podem
ser relacionadas às narrativas contemporâneas que privilegiam a
autenticidade e a autossuperação do indivíduo? De que maneira
os diferentes pontos de vista em relação ao programa moldam
dinâmicas e criam tensões dentro da comunidade de fãs e sociedade?"
O Pesadelo de Orwell (Parte V) Cordel de Antonio Barreto: "Big Brother Brasil, Um Programa Imbecil"
Big Brother Brasil Um Programa imbecil
Autor: Antonio Barreto, Cordelista natural de Santa Bárbara-BA, residente em Salvador.
Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.
Há muito tempo não vejo
Um programa tão ‘fuleiro’
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.
Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, ‘zé-ninguém’
Um escravo da ilusão.
Em frente à televisão
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme ‘armadilha’.
Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.
O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.
Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.
Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.
Respeite, Pedro Bienal
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Da muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.
Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério – não banal.
Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.
A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os “heróis” protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.
Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.
Talvez haja objetivo
“professor”, Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.
Isso é um desserviço
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.
É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos “belos” na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.
Se a intenção da Globo
É de nos “emburrecer”
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.
A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.
E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.
E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.
E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.
A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.
Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.
Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?
Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal.
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal.
Pesadelo de Orwell (Parte VI) ALIENAÇÃO SOCIAL: Ignorância da Lucro
Como funciona o Esquema BBB:
se alguém sentir-se ofendido não me culpe essa é a verdade do SISTEMA:
35.000.000 Milhões de ligações do povo brasileiro votando em algum candidato para ser eliminado.
Vamos colocar o preço da ligação a R$ 0,30 (trinta centavos) e só.
Então, teremos... R$ 8.700.000,00 !!!
Oito milhões e setecentos mil reais, que o povo brasileiro gastou (e gasta) em cada paredão !
Suponhamos que a Rede
Globo tenha feito um contrato “50% por 50%” com uma operadora de
telefonia, ou seja, ela embolsou R$ 4.350.000,00 SOMENTE EM UM ÚNICO
PAREDÃO !
Alguém poderia ficar
indignado com a Rede Globo e a operadora de telefonia ao saber que as
classes menos letradas e abastadas da sociedade, que ganham mal e
trabalham o ano inteiro, ajudam a pagar o prêmio do vencedor e, claro,
as contas dessas empresas.
Mas o "x" da questão,
não é esse. É saber que paga-se para obter um entretenimento vazio, que
em nada colabora para a formação e o conhecimento de quem dela desfruta;
mostra só a ignorância da população, além da falta de cultura e até
vocabulário básico dos participantes e, consequentemente, daqueles que
só bebem nessa fonte.
Certa está a Rede Globo.
O programa BBB dura cerca de 3 (três) meses, ou seja, o “sábio público”
tem ainda várias chances de gastar quanto dinheiro quiser com as
votações.
Aliás, algo muito natural, para quem gasta mais de R$ 8.000.000,00 em apenas uma noite !
Coisa de país rico como o nosso, claro!
Nem a UNICEF (órgão das
Nações Unidas para a infância), quando faz o programa Criança Esperança,
com um forte apelo social, arrecada tanto dinheiro...
Vai ver, deveriam bolar
um "BBB Unicef". Mas, tenho dúvidas se daria audiência. Prova disso, é
que na Inglaterra, pensou-se em fazer um BBB só com gente inteligente. O
projeto morreu na fase inicial,de testes de audiência.
Qual o motivo do fracasso?
O nível das conversas diárias foi considerado muito alto, ou seja, o público não se interessaria.
Programas como BBB
existem no mundo inteiro, mas explodiram em audiência em países de 3º
mundo. Um país como o nosso, onde o cidadão vota para eliminar um bobão
ou uma idiota qualquer... mas não se lembra em quem votou na última
eleição.
Estejam certos de uma
coisa: os ILETRADOS e os APRENDIZES, vítimas da falência da cultura, da
educação e da família, terão dezenas de horas de puro deleite de como
ser falso, mentiroso, infiel, hipócrita, leviano, canalha, com todos os
derivativos da falta de ética e imoralidade estando à mostra.
Mas o contribuinte não
deve ligar mesmo, ele tem condições financeiras de juntar R$ 8 milhões
em uma única noite para se divertir (?),ao invés de comprar um livro de
literatura, filosofia ou de qualquer entretenimento televisivo relevante
para melhorar a sua articulação, a sua autocrítica e a sua
consciência...
A Rede Globo sabe muito
bem disso, o Gugu e o Faustão também; Os Cantores e Produtores das
Bandas de Brega, de Pagode, das Músicas Baianas, também sabem
disso: Ignorância dá Lucro.
Não é maldade nem desabafo.
É constatação mesmo!
Pesadelo de Orwell (Parte VII)
O Objetivo maior do BBB é condicionar as massa a aceitar a Vigilância
constante do Estado sobre a população, que, através da Mídia, são
manipulados a aceitar a submissão a subversão, aceitando o erro, o
controle, a falta de liberdade e a manipulação das massas ao iníquo.
Internet
Washington vigia o mundo, é claro. E isso só é possível por permitirmos
há tempos que os gigantes da internet façam o mesmo
"Google cede aos
defensores da privacidade: o Google Glass não terá capacidade de ler
mentes nem suporte a drones", tuitou ironicamente Evgeny Morozov,
pesquisador e crítico dos efeitos sociais da tecnologia, em 4 de junho. O
contexto era o debate sobre o uso nesse aparelho de aplicativos de
reconhecimento facial, a partir dos quais se poderia infernizar a vida
de qualquer ser humano capaz de despertar a curiosidade alheia. Bastaria
olhar para alguém e o aparelho o identificaria, cruzaria informações e
localizaria o alvo nas redes sociais, noticiários e bancos de dados
públicos, no mínimo. Se o usuário tiver vocação para paparazzo e algum
talento de hacker, poderá descobrir seus hábitos de consumo, onde esteve
em cada hora do dia, com quem se comunicou, que páginas visitou na
internet, que arquivos guarda na "nuvem" e talvez acessar sua ficha
médica e conta bancária. A empresa prometeu não permitir esse tipo de
aplicativo, mas poucos creem que será capaz de cumprir a palavra.
Pode-se até tomar a
frase no sentido literal sem exagerar A leitura de mentes por
ressonância magnética está em uso experimental para facilitar a
comunicação de pacientes paralíticos. A IBM garante que até 2017 bastará
pensar para mover um cursor na tela ou fazer uma chamada telefônica. Os
drones logo serão tão comuns que será possível usá-los para bisbilhotar
o próximo (ou pior) sem chamar atenção. Uma conhecida cadeia de
pizzarias já os experimenta para fazer entregas em Londres. A dúvida é
se tais acréscimos fariam mesmo muita diferença. Bastam as informações
que cada um de nós, conscientemente ou não, compartilha pela internet
para descobrir nossas preferências, hábitos e opiniões. É disso, é
claro, que vivem empresas como o Google e o Facebook. Oferecem-nos
serviços aparentemente gratuitos, mas em troca nos vendem e nos
direcionam a seus clientes pagantes.
Graças à inconfidência
de Edward Snowden e à reportagem de Gleim Greenwald no jornal britânico
The Guardian, temos agora a evidência do monitoramento da telefonia e
internet pelo sistema PRISM da Agência de Segurança Nacional (NSA) dos
Estados Unidos, com a colaboração desses e de outros gigantes da
informática.Embora
tenha sido uma ordem secreta, emitida por um tribunal secreto, não é
uma revelação inesperada. Assim como os vazamentos do WikiLeaks sobre a
diplomacia e espionagem dos Estados Unidos, apenas confirma o que
qualquer observador bem informado sabia. Sua utilidade é suspender o
silêncio forçado ou cúmplice da mídia e obrigar a discussão pública do
tema. Mas é importante não perder de vista que a Casa Branca exigir e
obter acesso a esses dados é quase um detalhe. Seria ridículo supor que
essa informarão é inofensiva nas mãos de monopólios privados e perigosa
só nas do governo.
Jogo Illuminati que revela o plano de Monitoramento Novaordeano (NOM)
Considere-se o primeiro
uso desse controle da informação, pelas próprias empresas de internet.
Os primeiros links obtidos na lista de um buscador como o Google ou o
Bing determinam, na prática, o que o usuário médio fica sabendo sobre um
assunto ou a qual empresa recorrerá para obter um produto ou serviço.
Poucos percorrerão as centenas de páginas que poderiam ser pesquisadas?
Hoje, dois indivíduos que usam um mesmo buscador ao mesmo tempo
encontram duas listas diferentes de links, pois o histórico de cada
usuário foi processado por um algoritmo secreto. A popularidade geral do
site é um dos critérios, mas as preferências reveladas pelo usuário na
internet pesam.
Um dos resultados é
fechar cada um em sua própria bolha. Conforme disse a um blog de
tecnologia o diretor do Google Maps, em entrevista de fevereiro: "Se
você e eu olhamos um mapa, ele deve sempre ser o mesmo para eu e você?
Não estou certo disso, pois eu vou a lugares diferentes". O Google
objetiva determinar não só a visão do espaço virtual, como também a do
físico, dando preferência a lugares frequentados por amigos de redes
sociais, mencionados em e-mails ou procurados no buscador. Lugares que
nossos contatos não conhecem serão cada vez mais difíceis de encontrar,
como, de modo geral, tudo que contrarie nossos próprios hábitos e
crenças. Um conservador não verá opiniões de esquerda, um fã de rap não
ouvirá falar de jazz, um frequentador de restaurantes italianos não
saberá da existência de bistrôs e vice-versa. A menos, é claro, que o
partido de esquerda, o artista de jazz ou o dono do bistrô paguem por
publicidade para ser encontrados, vistos e ouvidos.
O mesmo acontece nas
redes sociais. Antes, ao se seguir alguém no Facebook, tinha-se acesso a
tudo o que era postado. Agora a rede social mostra ou esconde postagens
segundo seus próprios critérios. "Olhamos para diversos fatores para
decidir qual vai ser a história mais interessante para cada pessoa,
depois de anos monitorando cuidadosamente como cada pessoa interage",
esclareceu a empresa em nota ao New York Times. A menos, mais uma vez,
que o usuário pague para que suas postagens sejam vistas. Tornou-se
inútil para uma celebridade como Paulo Coelho, por exemplo, ter 8,9
milhões de seguidores no Facebook. Se quiser que o leiam, tem de pagar
cerca de 10 mil dólares por postagem, queixou-se. No Twitter, é claro.
Isso para não se falar
de censura pura e simples. Ao mesmo tempo que as redes se promovem como
espaços públicos e pretendem monopolizar a experiência da internet - é
objetivo declarado do Facebook, por exemplo, que os usuários façam todas
as suas comunicações, consultas e negócios dentro da rede social querem
impor suas regras por critérios privados. Essa mesma rede proíbe fotos
de seminudez aceitáveis a jornais e revistas de grande circulação - mães
amamentando, protestos do Femen, nus artísticos – enquanto ignora
protestos contra obscenas imagens de violência que promovem o ódio a
mulheres e minorias. Bloqueia eventos em prol da Palestina ou do
WikiLeaks e dá livre expressão à ultradireita. Censurou uma leve
alfinetada do perfil humorístico "Dilma Rolada" a Aécio Neves a respeito
de um processo por desvio de verbas da Saúde em Minas Gerais, apesar de
permitir milhares de mensagens brutalmente agressivas a outros
políticos. Para depois voltar atrás, ante a repercussão na mídia
tradicional, é verdade. Ser óbvio demais pode matar a galinha dos ovos
de ouro. O Altavista foi o buscador mais popular em tempos mais ingênuos
e de tecnologias mais grosseiras, nos meados dos anos 1990. Condenou-se
ao limbo ao sobrecarregar a página de publicidade a ponto de tornar o
resultado da busca quase invisível.
Em tese, tudo visa o
engajamento e o conforto do usuário e a aceleração das buscas, mas seria
ingênuo supor que a empresa não manipula seus algoritmos de acordo com
seus interesses econômicos e políticos, ou os de quem paga por seus
serviços. Ou de quem tem poder para lhe criar problemas legais ou
outros. Sutilezas à parte, pode-se contar com uma lógica conservadora.
Como nota Morozov, na medida em que organizar e vender informação é a
alma do negócio, um buscador ou rede social precisa convencer os
anunciantes de que é capaz de predizer aonde seus usuários vão, o que
compram e onde clicam. Para isso, é preciso torná-los cada vez mais
previsíveis, limitar artificialmente suas escolhas e convencê-los a ir
aonde pessoas parecidas ou relacionadas já vão. E até a encontrar sempre
empresas semelhantes: companhias aéreas como a KLM oferecem aos
passageiros a opção de consultar os perfis uns dos outros e escolher ao
lado de quem sentar, sem o risco de confrontar alguém de interesses,
profissão ou raça diferentes.
É exatamente a lógica
por trás do sistema PRISM: não se trata, por ora, de monitorar
conteúdos, mas de estabelecer padrões estatísticos de uso da internet
a partir dos quais se possam detectar comportamentos desviantes que
sugiram supostas ameaças à segurança nacional, de eventuais conspirações
terroristas a articulação de protestos, atividade hacker e vazamentos
de informação.
A espontaneidade é tão ameaçadora para o Vale do Silício quanto para a Casa Branca.

O ideal é transformar o
mundo digital no análogo da série de condomínios fechados californianos
nos quais vivem os engenheiros da Apple ou da Google, localizáveis a
qualquer hora do dia ou da noite e calculáveis em seus interesses e
lazeres. A substituição dos computadores pessoais por tablets é parte do
processo de evitar que o usuario digite e explore a internet por sua
conta e dependa de aplicativos predefinidos. Outro é impedir que um
software ou hardware seja usado por alguém que não o usuário cadastrado e
identificado. Com o novo console Xbox One, a Microsoft proibirá o
empréstimo de jogos a amigos e tolerará que sejam vendidos ou trocados
só uma vez. O console exige conectar-se à internet ao menos uma vez a
cada 24 horas, para a empresa verificar se o jogador adquiriu novos
jogos e bloquear os usados. A Google fará algo semelhante com o Google
Glass.
Dependeremos cada vez
mais da "computação em nuvem" sistema pelo qual usuários deixam de
confiar em suas máquinas e recorrem a serviços da rede para gravar
arquivos ou usar softwares. Deixa-se de correr o risco de perder
arquivos por u ma súbita falha do disco rígido para se sofrer com
dificuldades de conexão com a internet, mas isso é o de menos. O
arquivo, subdividido e copiado em inúmeros bancos de dados da rede, foge
do controle do usuário. Pode ser acessado por quem o fornecedor do
serviço repassar as senhas e eventualmente ser sujeito a espionagem ou
censura. Mesmo que o usuário queira apagá-lo, não há garantia de que a
empresa não vai manter uma cópia. Não é mera especulação, é objetivo
declarado da NSA incluir no PRISM o Dropbox, sistema de armazenamento de
arquivos online. A licença de uso dessa e de outras companhias do
gênero previne o usuário. Os arquivos a ela confiados podem ser
revelados a terceiros em caso de "solicitação legal compulsória", ou
seja, de uma mensagem de um agente do FBI que alegue motivos para
investigá-los.
E preciso preocupar-se
não só com o governo. Snowden, o delator da espionagem da Casa Branca,
trabalhou para a CIA até 2009 como especialista em segurança, mas não
obteve os documentos sobre o sistema nessa época. Seu acesso deu-se ao
trabalhar para a consultoria Booz Allen Hamilton, que prestava serviços à
NSA. E apenas uma das 1.930 empresas privadas contratadas por programas
relacionados a contraterrorismo, segurança nacional e inteligência.
Resistirão todas às tentação de usar seus serviços e conluios na área
para descobrir segredos da concorrência?
E mais: alguém é ingenuo
o suficiente para acreditar piamente que o governo dos EUA usara o
poder de acessar qualquer arquivo, mensagem ou troca de ideias só para
combater o terrorismo e não para promover seus interesses estratégicos e
comerciais no mundo, ou mesmo das empresas privadas mais importantes ou
com mais acesso a altos funcionários? Ao vazarem as informaçues sobre o
PRISM, a Comissão Europeia pediu esclarecimentos. Sua preocupação,
claro, não é com a bisbilhotice de assuntos pessoais dos cidadãos
comuns, e sim, dos negócios e segredos de suas empresas privadas, que
poderiam ser explorados de forma desleal (se já não o são) pelos Estados
Unidos. Retrospectivamente, é preciso dar razão a países que, como a
China e o Irã, procuram cercar-se com equivalentes digitais da Grande
Muralha e fazer seus cidadãos usarem sistemas nacionais alternativos. O
Baidu em vez do Google, o Weibo no lugar do Twitter, o Beidou em vez do
GPS, por exemplo. Qualquer nação disposta a concorrer a sério com os EUA
terá de considerar fazer o mesmo. nibir o acesso de seus cidadãos a
certas informações pode ser um dos objetivos, mas dificultar tanto a
espionagem quanto a sabotagem vinda de fora, como o uso do vírus Stuxnet
contra o programa nuclear do Irã, desde 2010, é estrategicamente ainda
mais importante.
A consideração dos
aspectos econômicos e estratégicos internacionais mais concretos não
deve deixar de lado a possibilidade menos imediata, mas real, do seu uso
para a vigilância cerrada e autoritária dos cidadãos comuns. Segundo a
Amazon, as vendas do romance 1984 saltaram 7.000% após a revelação do
sistema PRISM, em comparação com o qual as técnicas do Grande Irmão de
George Orwell parecem desajeitadas e amadoras (quadro à página 25). Não é
mera paranóia. Como observou Daniel Ellsberg, o responsável pelo
vazamento dos Papéis do Pentágono, em 1971, isso não significa, por si
mesmo, um Estado policial, mas a infraestrutura eletrônica e legislativa
para instalá-lo já está no lugar. Basta um pretexto adequado - uma
guerra ou outro grande atentado, exemplifica - para autorizar os
próximos passos.
Ninguém ficou mais
perplexo com a revelação do PRISM que o conhecido artista e dissidente
chinês Ai Weiwei. "Os EUA estão se portando como a China", intitula-se
seu artigo em The Guardian, no qual explica aos ocidentais como é viver
em um país onde o Estado tem fácil acesso a conversas, contas bancárias c
interações sociais e pode saber exatamente o que faz e pensa qualquer
cidadão por quem se interessar. "Quando pessoas tem medo e sentem que
tudo está exposto ao governo, censuram o próprio livre pensamento. Isso é
perigoso para o desenvolvimento humano. Na União Soviética antes, na
China hoje e mesmo nos EUA, funcionários sempre pensam que o que fazem é
necessário e acreditam firmemente que o que fazem é o melhor para o
Estado e o povo, Mas a lição que se aprende da História é a necessidade
de limitar o poder do Estado. Não há garantia de que a China, os EUA ou
qualquer outro governo não usarão a informação falsa ou erradamente. Um
país tecnicamente avançado como os EUA não devia tirar vantagem de seu
poder, que encoraja outras nações."
Parece haver, porém,
pouca oposição. Antes mesmo de a Casa Branca falar cm ex tradição e
prisão de Snowden, estas eram exigidas pelo presidente republicano da
Câmara, John Boehner, e pelo líder da oposição no Congresso, Eric
Cantor. Segundo pesquisa de opinião posterior à revelação, 62% dos
cidadãos apoiam o sistema de vigilância nos termos em que lhe dizem
es-tar funcionando hoje e 45% acham que devia ser ainda mais estrito.
Snowden, assim como Julian Assange e Bradley Manning, está para se
tornar outro "inimigo público", como o Emmanuel Goldstein a quem a mídia
de Oceania, no romance de Orwell, consagrava o "minuto de ódio" de
insultos diários do qual todo cidadão patriota devia participar.
A disposição é
suprapartidária e compartilhada por boa parte da sociedade civil, dos
tabloides que exigem maior vigilância dos cidadãos em nome da missão
impossível de prever quando um desequilibrado explodirá uma panela de
pressão a um Mark Zuckerberg, que defende que "a privacidade está
obsoleta" e "mais visibilidade nos transforma ein pessoas melhores"
Jeremy Bentham, o criador do Panopticon estudado por Michel Foucault,
era da mesma opinião. É a ideologia tecnocrática de se esperar da
cultura do Vale do Silício, que abomina os processos de disputa
democrática e se julga capacitada a ditar soluções de engenharia de
software a lodosos problemas humanos.
Assim como o uso de
drones, a vigilância da internet começou no governo neoconservador de
Bush júnior, mas Obama não só recorreu aos mesmos mesmos mecanismos como
os desenvolveu com surpreendente rapidez e entusiasmo, talvez mais do
que o teriam feito John McCain ou Mitt Romney. Não deveríamos ficar
surpresos. Foi o mesmo gosto pela tecnologia que permitiu ao democrata
inovar em propaganda, organização de campanha e arrecadação e vencer em
2008. Mas cabe sempre lembrar: se é necessário se preocupar com o poder
do governo sobre as empresas de informática, ó preciso ter ainda mais
cautela com o vice-versa. Não será de graça que elas oferecerão esses
meios ao governo e uma Casa Branca a serviço do Vale do Silício não é em
nada melhor do que uma dominada por Wall Street ou pela indústria do
petróleo.
O Pesadelo de Orwell (Parte IX)
Um dos grandes clássicos distópicos de George Orwell é 1984, livro no qual conta a história de um homem preso nas engrenagens de uma sociedade totalitária.
O Pesadelo de Orwell (Parte X) Vigilância e Manipulação
George Orwell tentou
retratar o futuro da real condição humana de seu tempo, pois observando
como ele foi traído e iludido pelas utopias hediondas dos comunistas e
socialismo stalinista, ele percebeu que tudo não passava de uma farsa,
uma mera ilusão. Perdendo sua visão utópica de mundo era natural que
escrevesse um livro distópico como 1984. O pesadelo de Orwell é um sonho
para os illuminatis.
Os conspiradores
adotaram as ideias orwellianas de um mundo autoritário-totalitário,
agora tentam condicionar as pessoas a aceitar a vigilância, o controle
constante através de câmeras de "segurança", através do poder estatal e
através da mídia e meios de comunicações como algo bom. Mas não é bom,
pois para garantimos essa "segurança" é necessário sacrificarmos nossa
liberdade.

Em 1984 o sonho
illuminati ainda não tinha se realizado, afinal o livro de Orwell pode
ter contribuído para atrasar a NOM, porém esse pensamento e ideal
conspiratório foi complexificado, em 1989 caiu os muros de Berlim
representando o fim do Socialismo e inicio da Globalização na déc.90 e
anúncio da NOM por George W. Bush com medidas neoliberais e
"antiterroristas" (depois dos 'ataques terroristas' houve medidas de
'segurança' muito burocráticas, controladores e preconceituosas).
A dependência das
pessoas ao Estado os trará a sua própria destruição, pois o pretexto de
segurança não é válido, eles só querem nos prender ao SISTEMA através e
por meio do medo de lutarem pela liberdade. O poder é imaginário, todos
seres humanos são iguais, porém o Sistema quer que venhamos a dar valor a
papeis inúteis e a obedecer regras estúpidas e burocrática e que nunca
resolverão nada, apenas criaram mais e mais problemas...Eles estão nos
condicionando a sermos submisso as subversão, aceitando portando o que é
errado e negando a Verdade.

Atualmente o BBB vem
trazendo uma concepção muito receptiva dessa vigilância constante, como
algo bom, que traz fama e entretenimento, também uma maneira hedionda de
manipular e condicionar as massas a aceitarem essa "segurança"
estadista. Porém os conspiracionistas-maçônico-illuminatis não se
limitam a burocracia estatal e nem a manipulação midiático-televisiva,
eles tem amplo poder de influência através dos demais meios de
comunicação como as redes sociais na internet.

Falando em Internet,
recentemente e atualmente podemos ver esse pesadelo orwelliano se
tornando cada vez mais real. A Internet é um meio de comunicação livre, é
até mesmo de origem libertária, porém atualmente a rede está se
rendendo ao mercado capitalista se tornando cada vez mais burocrática e
controladora, também tentam manipular e influenciar-nos a aceitarmos a
invasão de privacidade e aceitarmos isso de forma receptiva com a ilusão
de que seja algo bom, mas alguns tentam nos alertar sobre o assunto e
são perseguidos e nem damos tanta atenção assim aos avisos, ignorando e
aceitando cada vez mais a alienação e a manipulação da Mídia sobre nossa
mentes...Veja:
No vídeo eles tratam o
símbolo de forma irônica para poder banalizar o assunto, assim como eles
sempre fazem na mídia através de filmes e meios de comunicações
tentando inferiorizar a validade dos fatos relacionados a Conspiração,
chamando de "teorias" da conspiração como forma de zombaria, porém são
mais que teorias, existem fatos também. Aqui podemos ver mais um fato,
que eles tentam ridicularizar, tentando banalizar o fato de que estamos
sendo MONITORADOS! E não deveríamos estar aceitando isso. Deve existir
uma alternativa melhor do que o SISTEMA (Como a Autarquia), não podemos aceitar que esses satanistas-maçônicos-illuminatis nos controle.
O Caso Snowden:
O Governo
norte-americano está através do NSA e do PRISM espionando a sociedade
por meios de comunicações, redes sociais, etc...Aproximando-se, pois, do
pesadelo orwelliano de vigilância constate. Enquanto eles nos vigiam,
você está aí, assistindo Televisão, mexendo no Facebook, vendo Novela,
Futebol,etc...Enquanto vc se aliena eles te controlam e a prova está aí,
a Vigilância Máxima é um sonho illuminati que se torna real com a CIA,
NASA e NSA com a pura desculpa de que tudo é por "segurança", porém tudo
não passa de uma mentira.
Precisamos nos livrar do
SISTEMA e buscar um Mundo RENOVADO (E Não um "Novo Mundo"(NOM) e nem
uma "Nova Era", pois são farsas utópicas). Agora vejam sobre o Projeto Echelon, que poucos sabem:
Eles controlam tudo, ATÉ
AS REDES SOCIAIS, porém o povo acordou...Até o Brasil Acordou!!!
Uau...Será? SQÑ. Embora as manifestações ultimamente sejam de livre e
espontânea vontade e podem derrubar o Governo, esses movimentos tem
grande influência midiática, inclusive da Internet e das REDES SOCIAIS.
Se eles controlam tudo, porque não impediram que as redes sociais
culminasse em manifestações? Bem claro, eles não querem que as pessoas
percebam que a sua prisão é real, por isso deixam elas acreditarem,
deixam nós acreditarmos, que temos liberdade e que a liberdade de
expressão é real, porém a ilusão de liberdade é maior do que uma prisão
explícita. Então em vez de impedir eles alimentam essas manifestações
para que elas sejam radicais, desorganizadas e ignoradas, e fazendo por
fim o Governo não atender as suas reivindicações, porém, atendendo os
objetivos dos novaerinos...Afinal, quem São os "líderes" dessas
manifestações? Vejam, não há líderes, nem representantes embora apareçam
muitos oportunistas que se dizem representantes, quem lidera eles é uma
"ideia", um conceito, uma ilusão...
Anonymous não podem
representar os ideais anti-novaordeanos e anti-conspiracionistas contra a
Conspiração Illuminati, pois eles tem origens lulz, nonsense, e só
ganharam seus ideais políticos com os movimentos hacktivistas e
ciberativistas de fachada para poder implantar os ideais novaerinos na
sociedade através das manifestações e das redes sociais, que é
controlada pelos "senhores do mundo" (os Illumiantis).
Coca-Cola faz apologia ao Pesadelo Orwelliano "1984" e a vinda do "Big Brother" (o Anticristo)
Coca-cola nos condiciona a aceitar o Big Brother - Pesadelo Orwell se torna Realidade
"Vamos olhar para o mundo um pouco diferente" Um mundo de Vigilância contante aonde há o BBB da vida real.
Através da Mídia e programações (mentais) televisivas como o Big Brother nos
condicionam cada dia mais a aceitar a Vigilância dos Illuminati sobre a
Sociedade, alias, é bem pior, a vigilância do "Grande Irmão"
(Anticristo) sobre nós.
Vejam a propaganda:
Essa é mais uma forma de condicionamento subliminar pra aceitarmos a vigilância da Besta, o "Big Brother" sore nós.