quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Introdução às sete cátedras

Terceira cátedra – A origem do animal intelectual

 


Chegou a hora de se fazer certas análises com relação ao homem. Em nome da verdade, tornamos a afirmar que a antropologia meramente materialista nada sabe sobre a origem do homem. Em cátedras passadas, fizemos alguns estudos sumários; agora vamos nos aprofundar um pouco mais nessa questão.
Pensemos por um momento nos tempos mesozóicos do nosso mundo, na era dos répteis. Na verdade o homem já existia antes. Claro que a antropologia materialista o nega. Mas, na verdade, a antropologia meramente profana desconhece a origem real do ser humano. A antropologia materialista não quer que o homem exista antes da era quartenária; nega-lhe a possibilidade de ter existido durante o período cenozóico, o que resulta manifestamente absurdo.
No entanto, há coisas que deixam alguém pensando: por que certas espécies como o plesiossauro e o pterodáctilo puderam sobreviver durante tanto tempo e no fim morreram, deles sobrando nada mais que restos em alguns dos principais museus?
Apesar de essas espécies terem falecido, terem se extinguido da superfície da terra, como o homem seguiu existindo? Por que se extinguiram todas as espécies da era mesozóica? Como é que os seres humanos não se extinguiram? Tantas espécies desapareceram e os seres humanos continuam vivos, como é isto? Que explicação poderia dar a ciência materialista? É lógico que não dá nenhuma. Obviamente, a espécie humana deveria ter desaparecido. Se os seus contemporâneos desapareceram, também os seres humanos deveriam ter sido eclipsados da face da terra, porém continuam.
Isto nos permite inferir a existência do ser humano bem antes da era quaternária e ainda bem antes da época dos répteis ou da idade carbonífera. Temos os direito de discutir a existência dos seres humanos em tempos que estão além do período mesozoico. Tal direito confere-nos precisamente o fato concreto de que todas as espécies da era terciária e quaternária tenham desaparecido e, no entanto, seu contemporâneo, o homem, prossiga sua existência.
Se as outras espécies se esfumaram, por indução devemos dizer que o animal intelectual chamado homem, por não ter desaparecido, deve ter existido além da era mesozoica e da idade carbonífera. Os fatos o estão demonstrando; fatos são fatos e diante deles temos de nos render.
Uma coisa é terrivelmente certa; a Bíblia fala-nos por exemplo de serpentes voadoras e Jó cita ao Leviatã. O Zohar afirma de forma enfática que a serpente tentadora do Éden era um camelo voador. Não será demais recordar que na Alemanha se encontrou uma espécie de camelo voador. Refiro-me aos restos fósseis que puderam ser perfeitamente organizados pelos antropólogos. Tem 78 pés de altura, é gigantesco, possui um pescoço comprido semelhante ao dos camelos e está provido de asas membranosas. Quando se observa o corpo daquele restos fósseis, pode-se evidenciar que, na verdade, se trata de uma serpente voadora, semelhante ao camelo quanto ao seu longo pescoço.
Seria talvez o Leviatã? Que diriam a respeito os antropólogos? Obviamente, esse sáurio ou, melhor diríamos, mosassauro é no fundo unicamente o que sobrou daquilo que foram as serpentes voadoras dos tempos arcaicos da nossa Terra. Concluiremos dizendo que o mosassauro tem mais relação com os ofídios do que com os lacertílios.
Aprofundemo-nos na questão. Há muitos aspectos nesse campo da antropologia. N a Biblioteca Imperial de Pequim havia umas pinturas nas quais se observava alguns plesiossauros e alguns pterodáctilos. Perguntamos: Como é possível que os antigos, que nada sabiam de paleontologia ou de paleontografia conhecessem espécies já extintas da época dos répteis? O antes exposto seria algo sem explicação se não fosse a possibilidade de o cérebro humano poder desenvolver certas capacidades e faculdades do tipo transcendental. Faculdades que permitem o estudo da história da natureza e do homem no fundo mesmo das memórias que jazem ocultas em tudo que é, foi e será.
Na realidade, na verdade, meus estimados amigos, temos de saber que o homem atual de modo algum é o homem real. Na única coisa que poderíamos estar de acordo com os antropólogos profanos é na questão do animal intelectual. Que este venha desde a era quaternária ou dos finais da era terciária é algo que de modo algum negaríamos.
Antes de tudo, convém se fazer uma plena diferenciação entre o homem e o animal intelectual. O homem verdadeiro existiu antes da idade carbonífera e dos tempos mesozóicos. Esse homem verdadeiro viveu na época dos répteis também. Infelizmente, algum desses seres humanos autênticos degeneraram terrivelmente no final da era terciária, durante o mioceno. Misturaram-se absurdamente como já foi por mim dito com alguns animais selvagens e desse cruzamento resultaram certos símios gigantescos. Por sua vez, esses espécimes misturaram-se com outras bestas subumanas e disso tudo resultaram os macacos que conhecemos e certas evoluções de alguns tipos de humanoides.
Tais humanoides seguiram se reproduzindo incessantemente durante a era quaternária. E também depois, nesta época em que nos encontramos. Esses humanoides são, pois, a humanidade atual, mistura de homens autênticos com animais da natureza. Agora sim se poderá ver a diferença que há entre os homens reais da primeira, segunda e terceira raças e os animais intelectuais da quarta e quinta raças, sendo esta última a em que nos encontremos. Mas, não devemos desanimar por causa disso. Os germes para o retorno ao homem estão nas glândulas sexuais; não há quem não os carregue, posto que são resultado do homem com o animal.

Se o homem contém tais germes, existe a possibilidade de que se eleve ao verdadeiro estado humano. Isso sim… Há que se trabalhar com estes germes. Há que se conhecer os mistérios do sexo para se poder criar o homem autêntico dentro de cada um.
Infelizmente, os antropólogos materialistas creem que são homens. Desconhecem completamente os mistérios do sexo e inventam múltiplas teorias sobre a origem da humanidade. Nenhuma dessas teorias pode dar resultados úteis. Penso que todas as especulações dos antropólogos materialistas estão causando um dano gravíssimo aos povos. É lamentável que a antropologia materialista esteja corrompendo a raça humana, que já está bastante degenerada e com essas fantasias cada dia se degenera mais.
Nós como gnósticos e antropólogos, temos de julgar severamente aos antropólogos materialistas, esses que dizem só acreditar no que veem e no entanto estão a crer no que não viram, em utopias tão absurdas quanto aquela de que somos filhos do ratão ou a de que nosso antepassado mandril foi um elegante cavalheiro. Temos de procurar a origem desta quinta raça humana à qual pertencemos pela Caxemira, pelo planalto central do Tibet, pelo Euxímio etc.
Não quero afirmar que as regiões citadas tenham sido o único berço da raça atual, porém em nome da verdade, há que se dizer que tais lugares da Terra foram muito importantes para a origem da raça humana. Refiro-me especificamente à pessoas da quinta raça.
Existiram cinco raças no mundo que correspondem a cinco épocas diferentes. Em primeiro lugar, vem a raça protoplasmática, depois os hiperbóreos, seguem-se os lemurianos, os atlantes e por fim vem a nossa raça ariana. Nós iremos desenvolvendo através destas cátedras a história de cada raça, ainda que de forma rápida, juntando uma descrição dos cenários nos quais se desenvolveram. Agora, limito-me a dizer que os homens da primeira raça moravam na calota polar norte, na Ilha Sagrada. Naqueles tempos, a calota polar norte ocupava a zona equatorial.
Inquestionavelmente, a forma de vida daquela raça era bem diferente da atual e sobretudo a antropologia materialista na da conhece dela. Ainda mais, estas afirmações em nada concordam com a famosa Pangaea ou grande continente primitivo. Portanto, ao dizermos tais declarações, nos expomos à zombaria dos antropólogos profanos. Eles desconhecem totalmente a mecânica celeste.
Não sabem que existe um processo de revolução dos eixos terrestres. Pensam que a Terra manteve sempre a mesma posição com relação ao Sol. É óbvio que por tal motivo inventaram a sua Pangaea, posto que lhes resulta mais cômodo do que estudar astronomia.
Os hiperbóreos viveram nessa ferradura que rodeia o polo norte. A Inglaterra e até a Irlanda pertenceram às terras dos hiperbóreos. Também fazia parte o Alasca, pois que todas essas regiões formam uma ferradura em torno da calota polar norte.
A Lemúria existiu mais tarde, no Oceano Pacífico; era um enorme continente que cobria toda a área do Pacífico.
Quanto à Atlântida, esta existiu depois no local onde está o oceano que leva seu nome.
Portanto, a fisionomia do globo terrestre mudou muitas vezes. Cinco aspectos ou cenários teve o mundo, nos quais se desenvolveram cinco raças. Não podemos aspirar a que os senhores da antropologia materialista aceitem tudo isto. Inquestionavelmente é algo impossível porque eles pensam que sabem tudo, quando não somente ignoram, como ainda, isto é o pior, ignoram que ignoram.
Os sequazes do absurdo propõem-se a atacar a gênese bíblica. Em seu afã anticlerical inventaram essas especulações que abundam por aqui e acolá. Não querem sequer entender o que significa a palavra Éden. Em sua etimologia, embasada numa raiz grega que a explica, Éden quer dizer VOLUPTUOSIDADE. Assim, pois, Éden quer dizer VOLUPTUOSIDADE.
O Éden é o próprio sexo. Toda a gênese da Bíblia é uma obra de alquimia que nada tem a ver com relatos históricos.
Aquele Éden que outrora se situou na Mesopotâmia, entre o Tigre e o Eufrates, converteu-se mais tarde na escola dos magos da Caldeia, os aleim. Esse Éden tem alguma relação com o famoso Adi-Vareha dos antigos lemurianos e até com o Jardim da Hespérides do continente atlante.
O Éden é o sexo, mas isto os antropólogos do materialismo jamais aceitariam e muito menos os grandes Mistérios Sexuais da Caldeia, da Índia, da Babilônia, do México e do Egito.
Na Lemúria, a reprodução efetuava-se pelo sistema de kriyashakti. Isto ocorreu durante a época do mesozoico, muito antes de a raça humana cair na geração animal. Bem sabemos nós que essa raça caiu no período terciário, ou seja, durante a época do Mioceno. Os verdadeiros homens da era mesozoica reproduziam por kriya shakti, o poder da vontade e da inteligência. Eles eram homens legítimos e seu sistema de reprodução não seria aceito modernamente pelos intelectuais. O kriya shakti, o sistema de reprodução dos homens verdadeiros, é um sistema sagrado que causaria riso e repulsa entre os antropólogos materialistas; sentir-se-iam como que ofendidos.
Nessa época, o sexo era considerado sagrado e jamais se ejaculava o esperma santo. O esperma era considerado como matéria venerável. Um único esperma que escapasse tornava a matriz fecunda. A raça humana possuía ingentes poderes e faculdades extrassensoriais que lhes permitiam conhecer as maravilhas do universo e do cosmos. Por isso, diz-se que viviam em estado paradisíaco. Porém, quando o homem caiu na geração animal, isto é, quando começou a ejacular a entidade do sêmen, precipitou-se na involução. Isso aconteceu na terceira parte do Eoceno. Foi nessa época que o homem caído chegou a se misturar com animais. Daí nasceu o animal intelectual.
Definitivamente, o animal intelectual não poderia jamais aceitar o sistema de reprodução por kriyashakti precisamente por sua condição animal. O sistema de kriya shakti não é para animais intelectuais e sim para homens. Trata-se de dois reinos bem diferentes. Assim que, não surpreende a nós que os animais intelectuais da antropologia materialista repilam este sistema de reprodução.
Como quer que, apesar de tudo, os germes do homem estão em nossas glândulas endócrinas, é óbvio que, se trabalharmos com o sistema de kriya shakti, poderemos regenerar o cérebro e desenvolver dentro da natureza fisiológica e psicossomática ao homem real, ao homem verdadeiro. Porém, repito, isto não agrada aos animais intelectuais.
A Gnose difundiu por todas as partes os mistérios do sexo. Se bem que o gnosticismo universal tenha aceitado o sistema de reprodução por kriya shakti, também não é menos certo que milhões de animais intelectuais o rechaçaram e não podemos criticá-los, posto que são isso: animais intelectuais, produto da relação sexual de certos homens que degeneraram na época terciária com animais da natureza.
Como poderia esse produto de homens e animais aceitar um sistema sexual que não lhes pertence? Impossível! Assim que, vale a pena refletirmos um pouco.
Vamos agora entrar num tema bastante importante a fim de que reflitam sobre ele. Afinal de contas, de onde surgiram as espécies vivas? De onde surgiu esta natureza? Por que teríamos de aceitar o dogma da evolução? Chegou o momento de nos aprofundarmos um pouco nessa questão.
Em minha segunda cátedra, disse que a espécie humana havia se desenvolvido em outras dimensões. Afirmei também que os senhores materialistas não aceitavam as dimensões superiores. Eles querem manter-nos à força no dogma tridimensional de Euclides; são como o porco que a todas as horas quer estar na pocilga e não saber de nada que não se pareça com ela.
Porém, nós não aceitamos dogmas. A eles não lhes consta todas as crenças que afirmaram, como a de que o homem venha do macaco. Darwin nunca disse que o homem vinha do macaco. Ele apenas afirmou que o homem e o macaco tinham um antecessor comum, logo Darwin abriu uma porta e nada mais.
Charles Robert Darwin nunca se conformou com o relato bíblico da Criação, pois Deus aparecia como um castigador dos não crentes. No entanto, não quis que Marx lhe dedicasse a edição inglesa de O Capital porque não desejava que seu nome ficasse vinculado aos ataques à religião. Não obstante, ele sempre conservou uma fé vaga na Divindade.
Nos estados de dúvida extrema nunca foi ateu. Isto é, nunca negou a existência de um Deus, declara em sua autobiografia. Sentia horror por tudo o que fizesse sofrer a outrem. Não admitia o sofrimento que o patrão infligia no escravo ou um homem a um animal. Dito horror foi uma das causas que o levaram a abandonar a religião. Darwin não era materialista; investigava. Ele apenas abriu uma saída. Isso é tudo.
A nós cabe aproveitar essa porta e mergulhar no mistério. Se tudo o que há até agora são hipóteses, como diz Haeckel, quem na verdade assegura de forma enfática que a geologia ou a filogenia sejam ciências exatas?
Se as teorias de um dia desaparecem no outro, se os senhores estão afirmando o que nunca viram , se estão mentindo dessa forma, então não podemos nem devemos dar-lhes crédito. Portanto, temos que apelar à sabedoria dos antigos ensinada pelo gnosticismo . Que a raça humana tenha se desenvolvido em outras dimensões, isso é um impossível para a ciência materialista, porém uma realidade para os gnósticos.
Se os antigos sábios podiam falar do plessiossauro, se podiam mencionar a diferentes feras da época dos répteis primitivos e ainda mais do período carbonífero sem saber de paleontologia, sem ter esse jargão na cabeça, é porque possuíam faculdades extraordinárias, que podem ser desenvolvidas e que residem no cérebro humano.
Os antropólogos materialistas poderiam afirmar que já conhecem o cérebro humano? É óbvio que não! Ademais, afirmo que nem a ciência médica conhece o corpo humano. Acreditam que conhecem, porém não o conhecem.
Mas, enfim, qual é a origem da humanidade, da Terra, das raças e da natureza? De tudo o que foi, é e será? Isto é o que temos para refletir agora.
Que nos dizem os nahoas sobre o omeyocan? O que é omeyocan? Diz-se que no omeyocan só há vento e trevas. Assim afirmam os nahoas. Chama-se o omeyocan, devido ao vento e às trevas, também de yoalli ehecatl e isto nos deve convidar a refletir.
Que nos diria o mundo oriental sobre o omeyocan, os eruditos do nosso país e os ocidentais? Uma vez estive falando sobre o que é a matéria em si mesma. Disse que sua forma podia ser destruída, mas que como substância a matéria continuava em outras dimensões e que, por fim, a Terra, a substância ou o germe da Terra era depositado no espaço profundo do universo, na dimensão zero desconhecida. Também afirmei que essa substância era o Iliaster. A semente ficaria depositada nas profundezas do espaço infinito esperando a hora de uma nova manifestação cósmica. Assim quando morre uma árvore, fica sua semente e nela estão todas as possibilidades para um novo desenvolvimento, para uma nova árvore.
Quando um mundo morre, resta uma semente ou matéria homogênea, insípida, incolor, inodora e insubstancial depositada no seio da eterna Mãe do espaço, Essa semente com relação ao uno é duas. Não devemos esquecer que para se ser um se precisa ser dois e que o uno se sente dois. Essa Terra caótica, primitiva, é o germe do mundo; depositado na Mãe Espaço é o omeyocan, um verdadeiro paraíso que durante o tempo de inatividade vibra felicíssimo.
Chama-se também de yoalli ehecatl ao omeyocan devido ao vento e às trevas e também porque Ehecatl é o Deus do movimento cósmico, o Deus do Vento. Yoalli ehecatl, o grande movimento cósmico do omeyocan, é o lugar onde reina a autêntica felicidade do mundo, felicidade profunda e inesgotável.
Há dias e noites cósmicas. Quando a Terra está em estado germinal, quando um mundo qualquer se encontra em estado de germe, depositado no seio do espaço profundo, dorme e sendo dois é um. Depois de um certo período de inatividade, o impulso elétrico, o furacão elétrico, faz com que os aspectos negativos entrem em atividade. Por isso, se diz que, no omeyocan, há ventos e trevas. Não querendo dizer trevas no sentindo corrente da palavra. Usamos uma forma alegórica de falar. Recordemos que nos Mistérios egípcios, os sacerdotes aproximavam-se do neófito e diziam-lhe no ouvido: Osíris é um Deus Negro. Não que fosse negro; acontece que a luz do espírito puro, a luz da grande realidade, é trevas para o intelecto. Por isso, se diz que, no omeyocan, só há trevas e vento, isto é, movimento cósmico, de onde emana a luz incriada e de onde desabrocha o movimento universal representado por Ehecatl.
No omeyocan, amontoa-se a quietude infinita antes da manifestação do Logos Solar, a unidade múltipla perfeita. O Logos Solar, na sagrada terra de Anahuac, sempre foi chamado de Quetzalcoatl. Quetzalcoatl como Logos existe indubitavelmente muito antes de qualquer manifestação cósmica. O omeyocan é o umbigo do universo, onde o infinitamente grande rebenta no infinitamente pequeno através de recíprocos redemoinhos que vibram e palpitam intensamente. Lá o grande e o pequeno se encontram, o macrocosmo e o microcosmo se encontram.
Com a aurora do universo, o furacão elétrico faz com que os átomos palpitem na forma de redemoinhos dentro do omeyocan, dentro do umbigo do universo, dentro da matriz cósmica que é o dois. No omeyocan, o tloque nahuaque é tempestade noturna de todas as possibilidades. Quando o movimento elétrico, o furacão elétrico, o torvelinho elétrico, faz girar todos esses átomos dentro da matéria caótica, persiste todas as possibilidades da vida universal. Assim o escreveram sempre os melhores autores de cosmogênese.
O Omeyocan, o Senhor da Noite, o negro Tezcatlipoca, nega-se, rebenta-se em luz e nasce o fecundo universo que Quetzalcoatl, o Logos Solar, maneja. Tezcatlipoca representa à Lua e ao Deus-Mãe em seu aspecto feminino. O omeyocan é precisamente isso, o Deus-Mãe, a matriz do mundo. Por isso, se diz que Tezcatlipoca explode em luz e a mãe incha como flor de lótus. Finalmente, nasce o universo que de fato o Logos fecunda. Em nahuatl diz-se que Quetzalcoatl então dirige e maneja esse universo que surge para a existência.
O Logos, a Unidade Múltipla Perfeita, é radical, mas, mesmo assim, desdobra-se em 49 fogos para trabalhar com o nascente universo. Inquestionavelmente, é justamente o Logos Quetzalcoatl quem dirige esse universo, a consciência cósmica governando, dirigindo, o que é, foi e será…
Estou perfeitamente seguro que a antropologia oficial não aceitaria esta concepção de Quetzalcoatl. Não temos dúvida de que a antropologia materialista repele ao Logos, o qual se encontra na tradição mexicana. Eles não querem nada com a sabedoria do México. A antropologia materialista ao rechaçar a Quetzalcoatl como verdadeiro governante do universo coloca-se de fato contra o próprio México.
Assim que, meus queridos amigos, vale a pena que reflitamos um pouco. Tampouco convém que formemos do nosso senhor Quetzalcoatl uma concepção antropormófica, não! Repito: Quetzalcoatl é uma unidade múltipla perfeita; ele é o Demiurgo dos gregos ou Logos de Platão, o Princípio Ingente da natureza fazendo vibrar a cada átomo, fazendo estremecer a cada átomo. Ele é o fogo criador do primeiro instante.
Os sequazes do materialismo antropológico jamais poderiam assegurar que conhecem o fogo. Não o conhecem e muito menos a eletricidade. A nós nos interessa o fogo do fogo e o conhecimento profundo da eletricidade.
Eles julgam e consideram o fogo como sendo um produto da combustão, mas se enganam. Na verdade, se esfregamos um palito de fósforo, vemos que surge o fogo. Dirão eles que isso é produto da combustão. Não senhor! A combustão é que é um produto do fogo. A mão que risca o fósforo tem fogo para se movimentar e mesmo o fogo está latente dentro do próprio fósforo. Basta que se elimine o envoltório de matérias químicas do palito, mediante a fricção, para que surja o fogo. O fogo existe antes do palito de fósforo ser aceso e isto é algo desconhecido para a química. O fogo em si mesmo é o logos, o princípio inteligente fundamental da natureza.
Que conste que nós jamais defenderíamos a um deus antropomórfico, o qual tanto desagrada aos materialistas! Não, nós estamos unicamente dando ênfase ao que dizemos: que a natureza tem Princípios Inteligentes e que a soma deles é Quetzalcoatl., o Demiurgo dos gregos, o Logos dos platônicos, a unidade múltipla perfeita latente em todo átomo, em todo corpúsculo que vem à vida e em toda a criatura que existe sob o sol.
Não resta a menor dúvida, queridos amigos, que o monoteísmo causou um grande mal à humanidade porque em conseqüência dele apareceu o materialismo e o ateísmo. Digo também, que o Politeísmo, levado ao extremo, causou por sua vez o monoteísmo, e dele surgiu o ateísmo materialista. O Politeísmo, tendo degenerado, deu origem ao monoteísmo antropomórfico e deste, devido aos abusos dos vários cleros religiosos, frutificou o materialismo.
Se nós aceitamos Princípios Inteligentes na natureza e no cosmos, como fundamento de toda a maquinaria da relatividade, não desconhecemos que, no fundo, A VARIEDADE É UNIDADE.
Conceituo que num futuro próximo a humanidade terá de voltar ao politeísmo, mas de uma forma monística transcendental. Deverá se equilibrar, do ponto de vista espiritual, entre o monoteísmo e o politeísmo. Somente assim poderá ser iniciada uma renovação dos princípios e uma revolução completa da consciência.
(Samael Aun Weor, Antropologia Gnóstica)

Introdução às sete cátedras


Quarta cátedra – Mais absurdos da antropologia materialista

 


Antes de tudo, convém saber que os antropólogos não falam de três épocas importantes: os períodos Paleozoico, Mesozoico e Cenozoico. Afirmam eles de forma enfática que durante o período Paleozoico existiram apenas sobre as águas da vida os primeiros seres unicelulares, os micro-organismos, os moluscoides, os moluscos, peixes e os primeiros répteis.
Os antropólogos materialistas afirmam isso com uma segurança incrível, como se eles tivessem estado presentes nas épocas arcaicas, como se tivessem podido ver, cheirar, tocar e até ouvir ao que aconteceu naquelas idades.
No entanto, como já foi dito em passadas cátedras, os antropólogos do materialismo afirmam sempre que não creem senão no que veem, que jamais aceitariam o que não viram com seus olhos ou não tocaram com suas mãos.
Ainda que tenha de reiterar várias vezes, declaro que tal afirmação é absurda e completamente falsa, porquanto eles estão crendo em coisas que nunca viram e estão divulgando suposições falsas de uma maneira absolutista.
Quando viram a era primária? Quando estiveram presentes no período Paleozoico? Viveram no período Mesozoico? Por acaso existiram no Cenozoico? Estão afirmando meras hipóteses que não lhes consta. Afirmam o que nunca viram e no entanto julgam-se eminentemente práticos.
Nunca viram o período Paleozoico! Que sabem dele, das formas de vida que existiram nessa primeira idade, dos acontecimentos dessa época arcaica do nosso mundo? Falam também do período Mesozoico, a época dos grandes répteis antediluvianos. Nós não negamos que os répteis tenham existido na Terra.
É claro que houve a época dos répteis; foi um fato. Que nossa Terra esteve povoada por enormes répteis é inegável. Recordemos o estegossauro, o plesiossauro, o pterodáctilo etc.
Todos esses sáurios foram realmente gigantescos, enormes, monstros que tinham uma e até duas quadras de tamanho. Porém, consta aos senhores da falsa ciência ter visto todos os répteis do período Mesozóico? Como se reproduziam? Como viviam? Foram testemunhas disso?
Depois vem o período Cenozoico. Diz-se que muitos répteis evoluíram até o estado de mamíferos. Assegura-se que dos primatas vieram os hominídeos, antecessores do animal intelectual equivocadamente chamado homem. Não há dúvida, dizem eles, que os primatas nasceram os hominídeos que deram origem ao homem e, por outro lado, àquele ramo dos grandes gorilas, chimpanzés, etc. Ao falarem assim, praticamente põem-se ao lado de Darwin.

Bem sabemos que Darwin de modo algum declara que o homem descenda do macaco. Apenas esclarece que o homem e o macaco tem um antecessor comum. Os antropólogos do materialismo dizem que esse antecessor comum são os primatas.
Que dos primatas nasceram os primeiros hominídeos e também os grandes símios do período que poderíamos chamar de Cenozoico. Assim, pois, é como arranjam suas teorias para que de alguma maneira coincidam com os planejamentos de Darwin.
Mas, será que esses primatas existiram? Os antropólogos viram alguma vez aos primeiros hominídeos? Poderiam jurar que desses hominídeos nasceram por um lado os símios gigantescos e por outro homens? Poderiam provar que dos primatas tivessem nascido os hominídeos que são os antecessores do homem?
Será que se atreveriam a dizer que desses primatas nasceram todas as espécies de gorilas da Terra em épocas arcaicas? Que sabem disso os senhores do materialismo?
Por outro lado, Haeckel, como sempre com suas teorias, atribui ao humanoide atual umas 17 ou 18 genealogias. Que estas provêm de marsupiais, de didelfos mamíferos…. e fala com tanta segurança como se de verdade o tivesse visto. Então acreditando em utopismos fantasmagóricos da mente que não têm demonstração alguma. Os mamíferos, os marsupiais e todas essas genealogias de Haeckel resultam tremendamente absurdas.
Entre as genealogias, os antropólogos não descartam os famosos lêmures com placenta discoidal. Mas, onde está a placenta dos lêmures? Nos tempos atuais, afirma-se que viemos dos lêmures e não falta por aí certo pseudo-sapientes que apregoam que nosso antecessor é o ratão.
Francamente, os cientistas materialistas desta época dedicaram-se a zurrar afinadamente. É vergonhosa essa cacarejada cultura materialista do século 20. Tão depressa descendemos dos lêmures como do irmão ratão.
Sabemos muito bem, por tradições antigas, que a raça humana esteve formada pelos gigantes da Atlântida, da Lemúria, da raça hiperbórea e da raça polar. Para se fazer essas asseverações de que somos descendentes do ratão tem de haver uma excessiva ignorância. Nem mesmo o ratão era tão pequeno na Atlântida quanto o é agora!
Dizer que o ser humano era pequenininho e que foi crescendo, afirmar que é de baixa estatura porque é filho do ratão, resulta no fundo espantosamente ridículo.
Estamos vendo como esses cínicos do materialismo se movimentam. Tão logo dizem que somo oriundos dos primatas como já dizem outra coisa. Quando se cansam do irmão ratão, apelam para o irmão mandril devido a que o pobre animal tem as nádegas vermelhas. Que ignorantes são esses pseudoantropólogos!
Foram eles que precipitaram o mundo pelo caminho da involução e da degeneração. São eles os que estão degenerando a humanidade, os que estão tirando dela os princípios e valores espirituais eternos. Quando se tira do ser humano os valores espirituais, ele degenera espantosamente.
São eles que mandam seus sequazes, os velhacos do materialismo, ensinar à gente do campo todas essas tolices. Eles converteram-se nos instrutores dos pobre seres que vivem nas cidades. Poderíamos considerá-los corruptores de menores porque corrompem gente humilde do campo com seu grande desenvolvimento de falácias que estruturam os planos educacionais e que deles excluem tudo o que tenha sabor de espiritualidade.
Eles não têm bases suficientes para se pronunciarem contra os ensinamentos místicos da humanidade!
Asseverar que viemos do mandril, do ratão ou dos primeiros primatas da época cenozóica é por demais ridículo!
Os senhores materialistas riem-se do pai de Manu, de quem se originou toda a raça humana, tanto no norte, como no sul ou em diferentes regiões da Terra. Riem-se do Dhyanchoham, o qual lhes parece um personagem utópico. No entanto, não veem inconveniente algum em acreditar na insipidez de Haeckel, uma espécie de pitecoide estúpido com uma capacidade falante, mil vezes mais fantástica que a afirmativa do Manu ou do Dhyanchoham.
Contudo, a humanidade ainda crê no Dhyanchoham, ainda que isso aborreça os insignes materialistas. Há milhões de pessoas que aceitam o pai de Manu; acreditam nele na Ásia. Ainda se acredita no homem-espírito, no homem protótipo, colocado em um nível de ser muito superior.
Se fizéssemos investigações retrospectivas com procedimentos diferentes dos do carbono 14 ou do potássio argônio, descobriríamos que os protótipos desta humanidade vêm das dimensões superiores da natureza e do cosmos.
Temos de analisar judiciosamente o que é essa cultura materialista, que está servindo de base aos povos e às nações. Devemos buscar a origem de tanta corrupção e de tanta perversidade. Não é possível que a humanidade siga sendo vítima da ignorância; isto é cem por cento absurdo.
Dizer que aqueles lêmures, pequenos animais de olhos muito vivos, tivessem placenta e que contassem entre os nossos antecessores é absurdo porque os lêmures nunca tiveram placenta. Este é um erro zoológico imperdoável. De fato, Haeckel causou um grande dano à sociedade.
Por isso, certa vez dissemos, parodiando o profeta Jó: Que se esqueçam suas memórias e que jamais se ponha seus nomes nas ruas. Na época de Haeckel, ainda não conhecia a embriogenia. Como se atreveu ele a falar de lêmures com placenta, sendo isso incongruente?
Quando alguém investiga este tema, não pode deixar de sentir repugnância por essa escola materialista, a qual está corrompendo a cultura atual e tirando-lhe os valores eternos; está precipitando-a no caminho da perdição.
Qual é na realidade o antecessor do homem da época Cenozoica? Quais são os antecessores do homem paleolítico e quais são seus descendentes? Os conheceu alguma vez Darwin? Os conheceu Haeckel ou Huxley? Em que se baseia a antropologia materialista para falar com tanta autoridade sobre o homo sapiens, sapiens?
Huxley tentará em vão buscar entre as camadas subterrâneas da época quaternária os restos fósseis do homem primordial. Não os achará nunca! Acontece que o homem é bem mais antigo do que o supõem os porcos do materialismos. O homem do período cenozóico existiu, como existiu o do Mesozoico e o do Paleozoico.
Os materialistas não aceitam isto. Eles querem que o homem venha exclusivamente da era quaternária e de modo algum admitem que tenha existido durante o período Cenozoico.
Chegou o instante das grandes reflexões e das análises máximas. Que sabem os pseudo antropólogos da vida? De como foi se processando durante as eras primária, secundária, terciária e quaternária? Dote-se a todos os seres humanos de sua mônada e veremos todo o teatrinho da Haeckel, Huxley, Marx e demais sequazes cair feito poeira. A antropologia oficial é um edifício levantado sem cimento.
Na terceira cátedra falei sobre o umbigo do universo. Seria que a nossa Terra teria também um umbigo? Porque não? Se nós quando nascemos, quando viemos ao mundo, também tínhamos. Assim como é no macrocosmo é no microcosmo. Assim como é em cima, é embaixo.
Comentei na cátedra passada sobre o Omeyocan. Porém, o que é o omeyocan? Nada menos do que o umbigo do universo. Uma vez a Terra-Lua teve mares e montanhas cheias de vida e vegetação. Ademais, teve seus períodos paleozóico, mesozóico e cenozóico. Todos os mundos que são, foram e serão, nascem, crescem, envelhecem e morrem. A matéria meramente física da Lua morreu.
Hoje ela é um cadáver como ficou demonstrado pelos astronautas que desceram em seu solo. Agora a vida em si mesma, a substância viva da matéria não morreu. Ela continuou processando-se em uma quarta coordenada, em uma quarta vertical, junto com as sementes de todo o existente.
Essa substância processou-se mais tarde em uma quinta coordenada, depois em uma sexta e finalmente em uma sétima. Quando caiu nesta última, submergiu no seio do Espaço Abstrato absoluto. Essa substância homogênea, esse mulaprakriti dos orientais, essa Terra primitiva, continua existindo.
Era uma semente que não poderia se perder, que estava depositada no espaço profundo. Nesse semente, a vida continuou latente. Sete eternidades dormiu tal semente no caos, no espaço profundo, para ser naus claro. Muito mais tarde, o torvelinho elétrico, o furacão elétrico, as trevas e o vento, como diz o povo de Anahuac, habitaram aquele mundo primitivo, também chamado de Iliaster.
Foi então que o dois funcionou com seus opostos positivo e negativo, masculino e feminino. Do Iliaster surgiu o caos, por isso se diz que no Omeyocan prevalece o furacão, a tempestade e as trevas.

Yoali Ehecatl é o Deus do vento, dos furacões, do movimento elétrico, do macrocosmos transformado no microcosmos; tudo em incessante atividade. Assim é o caos. Existiu no Omeyocan e foi o próprio Omeyocan. No entanto, ali estarão todas as possibilidades a espera de que o Todo possa tornar o caos fecundo.
Quando o fez fecundo, apareceu, o limbus, esse limbus extraordinário deu origem a tudo é, foi e será. Desde então, o umbigo do universo teve sucessivos desdobramentos através de várias dimensões e o homem meramente germinal passou ao protoplasma e a vida, evolutiva e involutiva, através de várias dimensões, veio a se cristalizar por fim na Terra protoplasmática.
Existiu uma primeira manifestação no mundo da mente, na região da mente cósmica ou da inteligência universal. Uma segunda manifestação de tudo o que é, foi e será num segundo período. Como resultado, apareceu uma terceira manifestação numa dimensão posterior. A vida desenvolveu-se e involuiu em três dimensões extraordinárias antes de aparecer neste mundo físico.
É óbvio que, antes de a vida humana aparecer em nosso mundo protoplasmático, havia surgido entre as espécies animais existentes uma criatura bastante semelhante a qualquer mamífero ou a qualquer símio, porém, na realidade, muito diferente dos símios. O homem original ou primitivo, quando conseguiu se cristalizar na forma densa, passou por uma transformação morfologia e apareceu sobre a calota polar do norte, a qual outrora estivera localizada no zona equatorial.
Em minha próxima cátedra, falarei sobre os movimentos dos continentes. Então, diremos realmente ao mundo o que é a Pangaea. Agora, nos limitaremos a explanar que a vida se desenvolveu em outras dimensões antes de se cristalizar no mundo físico.
Quero pôr certa ênfase ao declarar que, antes de o animal intelectual existir, já existia o homem real da primeira, segunda e terceira raças. O animal intelectual, esse que surgiu na era quaternária, não é homem e sim um animal intelectual. Na cátedra anterior, disse que os homens reais viveram esplendidamente na Lemúria, mas alguns degeneraram no final daquela era e se misturaram com animais, de cuja mescla veio a resultar a humanidade atual, o animal intelectual.
Este é o momento de se entender estas questões tão delicadas. O homem é anterior aos períodos quartenário, terciário, secundário e primário. Prova disso é que apesar de todas as espécies vivas dos tempos arcaicos terem desaparecido, o homem seguiu existindo.
Se o animal intelectual equivocadamente chamado homem foi capaz de subsistir a tantas tormentas, à revolução dos eixos da Terra, aos acontecimentos da Pangaea; se os animais, os répteis, etc., de outras eras, não foram capazes de sobreviver, isto está demonstrando que o homem é anterior a todos os períodos assinalados pelos antropólogos materialistas.
Reflitamos profundamente nestes estudos. Dote-se o pobre animal intelectual de mônada, a qual se lhe tenta tirar, e todo esse circo de Darwin, Haeckel e Huxley cairá definitivamente. Estes são tempos de se desmascarar a antropologia materialista. Este é o instante de se devolver à humanidade os seus valores eternos.
Texto de V.M. Samael Aun Weor

Introdução às sete cátedras

Quinta cátedra – Acontecimentos cósmicos


Há fatos, acontecimentos cósmicos e geológicos, que bem vale a pena estudar neste tratado de antropologia. Não há dúvida que a antropologia científico-gnóstica retira todos os véus que cobrem a origem do homem e do universo. Obviamente, resulta portentosa essa mecânica da natureza, porém jamais aceitaríamos a possibilidade de uma matemática sem matemáticos ou de uma mecânica sem mecânicos.
Não quero defender um Deus antropomórfico ao estilo do Jeová judaico, aquele da doutrina do olho por olho e dente por dente. Sabemos que este tipo de dogmatismo traz como conseqüência ou corolário a reação do tipo ateísta e materialista.
Torna-se necessário entender que qualquer abuso é prejudicial à humanidade. Nos tempos antigos, rendeu-se culto aos Deuses, isto é, aos Princípios Inteligentes da natureza e do cosmos, ao Demiurgo, arquiteto do universo, o qual não é um sujeito humano nem divino, mas antes, Unidade Múltipla Perfeita, o Logos dos platônicos.
Infelizmente, na augusta Roma dos césares e até na Grécia do passado houve um processo de degeneração religiosa. Quando se abusou do culto aos Deuses surgiu por reação o monoteísmo com seu Deus antropomorfo. Mais tarde, esse monoteísmo com o seu Deus antropomorfo produziu por reação o materialismo atual.
De maneira que o abuso do politeísmo traz por fim o antropomorfismo monoteísta, a crença em um Deus antropomórfico. Por sua vez, o monoteísmo dá origem ao ateísmo materialista. Estas são as fases religiosas pelas quais passam os povos.
Francamente, em nome da verdade, considero que chegou o momento de se eliminar esse antropomorfismo monoteísta, o qual deu origem a tão más consequências. O ateísmo materialista não existiria hoje se os cleros religiosos não tivessem abusado do culto monoteísta.
Portanto, o ateísmo surgiu por reação ao antropomorfismo monoteísta, o qual já surgira como oposição ao abuso politeísta. Sempre que se abusa dos cultos aos Deuses do universo surge, por simples reação, o monoteísmo.
Precisamos reconhecer os Princípios Inteligentes da Natureza e do Cosmo. Repito, não estamos defendendo um Deus antropomórfico. Reconhecer Princípios Inteligentes parece que resiste a qualquer análise científica.
Observemos por exemplo um formigueiro. Aí vemos os Princípios Inteligentes em plena atividade. Vejam como essas formigas trabalham, como fazem seus palácios, como governam, etc. A mesma coisa acontece numa colmeia de abelhas; a sua ordem é assombrosa.
Dotemos cada uma das formigas ou cada uma das abelhas de uma mônada pitagórica ou de um jiba hindu e todo o formigueiro, toda a colmeia, toma sentido, porque todas as criaturas vivem de um princípio monádico. O materialismo de Haeckel, de Darwin e de Huxley cai completamente destroçado diante disto.
Não estamos rendendo culto a nenhum Deus antropomórfico. Queremos unicamente que se reconheça uma inteligência da natureza. Parece-nos absurdo que a natureza esteja desprovida de inteligência. A ordem que existe na construção da molécula e do átomo está nos demonstrando dom inteira claridade meridiana os Princípios Inteligentes.
Estamos na época exata de se revisar princípios. Se não estamos de acordo com o materialismo é porque ele não resiste a uma análise de base. É puro lixo; isto é óbvio. Aquela criação do homem através de processos mecânicos é mais incongruente que a do Adão surgido instantaneamente do barro da terra. Tão absurda uma como a outra.
Reconhecemos que há inteligência em toda essa mecânica da natureza: no movimento dos átomos ao redor de seu centro de gravitação, no movimento dos mundos ao redor dos sóis, etc.
É certo e de toda verdade que o nosso sol, este que nos ilumina e dá vida, é um dos sóis dessa grande constelação que gira ao redor de Alcione, a qual se chamou nos tempos antigos de Plêiades. Que existem sete sóis girando ao redor de Alcione não é estranho. Vivemos em um rincão das Plêiades, em um pequeno planeta que gira ao redor do Sol, o qual está povoado de animais intelectuais. Esse mundo chama-se Terra.
Cada um dos sóis das Plêiades, cada um dos sete sóis, dá vida aos seus mundo correspondentes os quais giram ao redor deles. É certo e não o negamos que nosso planeta Terra é um pequeno mundo que gira em torno do sétimo sol da Plêiades. Não é menos certo que as Plêiades precisam de um princípio diretor inteligente.
Naturalmente, os porcos do materialismo não creem senão na ração e na gordura. Estão empenhados a reduzir o pobre bípede tricentrado ou tricerebrado a uma simples máquina de produção e consumo tridimensional.
Os materialistas querem tirar os Princípios Inteligentes da humanidade. Querem à força despojar a mentalidade humana de seus valores eternos, os valores do Ser. Compreendemos perfeitamente que ao se tirar os valores do Ser da humanidade, esta degenera espantosamente. Isto é o que está acontecendo nestes momentos de crise mundial e de bancarrota de todos os princípios. Os sabichões da antropologia materialista obstinam-se em precipitar as pobres gentes do século 20 no caminho da mais franca perdição.
As plêiades precisam de um Princípio Diretor ou melhor de Princípios Diretores; só assim não se cairá outra vez no antropomorfismo que foi tão fatal, produzindo o ateísmo materialista. O Princípio Diretor é plural, mas tem uma representação que os porcos do materialismo de modo algum aceitariam.
Quero me referir ao Sol Astral Equatorial das Plêiades, invisível para as lentes dos telescópios, mas visível para quem desenvolveu um tipo de visão extraordinária: a visão da intuição, prajnaparamita em seu grau mais elevado. Este termo, de pronúncia bastante difícil por ser sânscrito, não é aceito pela antropologia ateísta, porém é real em sua transcendência para os homens verdadeiros.
O Sol Equatorial das Plêiades coordena inteligentemente todos os labores e atividades cósmicas, humanas, minerais, vegetais e animais; e ainda esse grupo de corpos celestes conhecido como as Plêiades. O Sol Equatorial é na realidade uma soma de Princípios Inteligentes.
Tudo isto é aborrecível para os sequazes do materialismo, porém o mundo é mundo e sempre será… O materialismo sempre produz a degeneração do cérebro e da mente, involução dos valores humanos, decadência total, incapacidade de desenvolvimento da razão objetiva do Ser etc.
As Plêiades com o seu sol constituem um belo panorama do universo. O sol das Plêiades não é um sol visível, é um sol astral situado na quinta coordenada. Se aceitássemos apenas as três coordenadas, se estivéssemos engarrafados na geometria tridimensional de Euclides, seríamos como os ateus materialistas, inimigos do eterno, que somente creem, como os burros, no pasto que veem.
Que os Princípios Inteligentes desse sol astral mantêm as Plêiades em perfeita harmonia é algo que não ignoramos. Temos métodos e procedimentos para o desabrochar de certas faculdades transcendentais do Ser que permitem ver além dos simples telescópios e se aprofundar além dos microscópios.
Já não nos devemos ater agora simplesmente às Plêiades e sim ter em conta toda a galáxia em que existimos: a grande Via Láctea com os seus cem mil sóis, milhões de mundos, de luas e de pedras soltas. Galáxia extraordinária que gira ao redor do sol Sírio.
Esse sol é gigantesco e perto dele há uma lua 5 mil vezes mais densa que o chumbo. Essa lua gira ao redor do sol Sírio. Desse sol vêm radiações extraordinárias para a matéria cósmica. Não devemos negar que daquela lua, cinco mil vezes mais densa que o chumbo, vêm também terríveis radiações infra humanas.
Poder-se-ia dizer que as radiações do sol Sírio afetam a todos os supracéus de qualquer corpo e que as infrarradiações tenebrosas do satélite que o rodeia afetam os infrainfernos, os quais produzem estados caóticos na mente das criaturas humanas, engendram ateísmo materialista etc.
A galáxia em si, com toda essa ordem extraordinária, com sua forma espiraloide a girar ao redor do sol Sírio, sem dúvida alguma precisa de Princípios Inteligentes que a governem. Vem-nos à memória nestes momentos o sol Polar. É óbvio que nele estão os Princípios Inteligentes que controlam, governam e coordenam sabiamente esta galáxia na qual vivemos, movemos e temos nosso Ser. Trata-se de um sol espiritual maravilhoso que dirige completamente a Via-Láctea.
É óbvio que esta galáxia sem Princípios Inteligentes, ainda que gravitasse toda ao redor do sol Sírio, ainda que fosse governada inteligentemente, algo lhe ficaria faltando. Faltar-lhe-ia o sol espiritual, o Sol Polar, o fundamento mesmo de todos esses princípios Inteligentes. Mas a questão não termina aqui. Temos de ir mais longe. Einstein disse O infinito tende a um limite. Ele ainda afirmou que o infinito era curvo.
Não há dúvida que existem muitos infinitos. Além deste infinito há outro infinito e, mais além, entre infinito e infinito há espaços vazios. Não há um limite para os incontáveis infinitos. Nosso infinito, o infinito de Einstein, tem cerca de 100 mil galáxias com uma média de cem mil sóis cada uma mais os seus milhões de mundos correspondentes. Isto é o que alcança a percepção com os telescópios.
Mas, na verdade, este infinito em que vivemos precisa de Princípios Inteligentes soberanos para tudo coordenar e evitar no possível as colisões e fracassos de todo tipo.
Felizmente, existe o Sol Central, o Sagrado Sol Absoluto. Nesse Sagrado Sol Absoluto estão as Inteligências Diretoras de todo este infinito, no qual, repito, vivemos, nos movemos e temos nosso ser.
A inteligência governa todo o cosmos, no infinitamente pequeno e no infinitamente grande: no macrocosmo, no microcosmo, num sistema de mundos, em um formigueiro, numa colmeia etc. A inteligência cósmica reside justamente em cada partícula desta grande criação.
Vivemos aqui, como já dissemos, num pequeno planeta do infinito universo, num diminuto mundo que gira ao redor do sétimo sol das Plêiades e que tem uma mecânica governada por Princípios Inteligentes. Inquestionavelmente, os geólogos, que tanto têm estudado, não conhecem a mecânica viva deste planeta Terra.
Sem acreditou que os continentes nos quais vivemos fossem fixos, firmes, imóveis, porém tal conceito não está certo. Bem sabem os cientistas gnósticos que a Terra em sua constituição mais se parece a um ovo do que a uma massa firme. Se observarmos um ovo de galinha, vemos que tem uma gema que se movimenta e que se sustenta sobre uma clara. A mesma coisa acontece com a Terra.
Os continentes são como a gema sustentando-se sobre uma substância como a clara, pastosa, fluidica e gelatinosa. A gema não está quieta. Mexe-se e gira sobre um eixo periodicamente.
Um dia, toda a América e a Europa estavam juntas e agora estão separadas, isto é o que dizem os antropólogos materialistas, sobre a Pangaea. Eles desconhecem os ritmos, os movimentos periódicos e a verdadeira história geológica.
Há provas mais do que suficientes para demonstrar o movimento das massas continentais. Um dia existiu a Atlântida no continente que levou seu nome. Continente que foi considerado fantasia pelos seguidores do materialismo. A Atlântida já foi devidamente demonstrada de forma concludente pelos verdadeiros sábios que apareceram de quando em quando na Terra.
Que aquele continente tivesse afundado como a nada do leite é uma afirmação absurda e tola dos ignorantes ilustrados. Se a Atlântida afundou foi devido à revolução dos eixos da Terra, mas isso os dedicados materialistas desconhecem.
A catástrofe atlante deixou os nossos continentes em má situação. Observem as Américas e verão que do lado do Pacífico se inclinam, como que querendo afundar no oceano, enquanto que o lado oriental levanta. Assemelha-se ao que sucede num barco; nunca afunda verticalmente e sim sempre de lado. A própria cordilheira dos Andes se carrega para o oceano Pacífico.
Olhemos a Europa. Não há dúvida que quer afundar pelo mediterrâneo; está mais submersa para esse lado. A mesma coisa acontece com a Alemanha e a Rússia. O continente asiático está inclinado como que querendo afundar no mar das Índias.
Os continentes foram avariados pela grande catástrofe da Atlântida que desequilibrou a formação geológica do nosso mundo.
Falamos muito de sóis, de catástrofes e de muita coisa por extensão. Os sóis de Anahuac convidam-nos à reflexão. Eles são interessantíssimos pois são de fogo, ar, água e terra. Eles marcam terríveis catástrofes cósmicas.
Diz-se que os filhos do primeiro sol, os protoplasmáticos, pereceram devorados pelos tigres. Está claro que se trata dos tigres da sabedoria!
Diz-se que os filhos do segundo sol, os hiperbóreos, pereceram arrasados por fortes furações. Isto se refere à humanidade que viveu na ferradura que circunda o pólo norte.
Afirma-se que os filhos do terceiro sol, os lemurianos, pereceram por um sol de chuva e fogo e grandes terremotos.
Os filhos do quarto sol, os atlantes, foram mortos pelas águas.
Quanto aos filhos do quinto sol, os arianos, as pessoas desta época, perecerão pelo fogo e por terremotos. Assim será, assim se cumprirá dentro de pouco tempo.
Os filhos do sexto sol, os coradis, da futura Terra de amanhã, também morrerão.
Depois de lhes falar sobre os sóis de Anahuac, passaremos a um ciclo menor. Naturalmente que sempre houve idades primária, secundária, terciária e quaternária. Só que não embasaremos essas idades nas cinco raças que existiram. Desta vez, nos fundamentaremos em algo diferente, precisamente nos movimentos da gema terrestre, nesses movimentos geológicos que se processam periodicamente sobre o seu próprio eixo, nos movimentos dos continentes sobre essa substância pastosa e gelatinosa.
Deste ponto de vista, podemos falar de idades primárias, secundárias, terciárias e quaternárias; de um Eoceno, de um período primário desconhecido por quase todos. Podemos falar de Oligoceno, Mioceno e Plioceno sim, bem como dos tipos de catástrofes que também existem, como glaciações terríveis, as quais não negamos. A Atlântida marca o final da era terciária com o seu desaparecimento. Essa era terciária foi belíssima devido aos seus edênicos jardins e deliciosa por seus vastos paraísos.
Houve várias dessas glaciações. Não há dúvida de que nos aproximamos de outra glaciação. Há catástrofes produzidas pelas revolução dos eixos da Terra, pela verticalização dos polos do mundo, porém também há catástrofes causadas pelo movimento dos continentes, quando surgem os terremotos e sobrevêm as glaciações.
Fala-se de cinco glaciações que se processaram de acordo com os movimentos continentais, mas saibam que também houve glaciações produzidas pela verticalização dos pólos da Terra. As catástrofes e glaciações são múltiplas, isso é óbvio.
Se disséssemos que o homem não existiu nas épocas do Mioceno, Plioceno e Eocenoo, estaríamos a afirmar algo falso. Resulta curioso que á medida que as espécies arcaicas de animais foram se extinguindo, o homem tenha continuado existindo.
Estou falando de homens no sentido meramente convencional, pois já sabemos que o animal intelectual não é o verdadeiro homem, mas de alguma forma temos de falar. Que houve mudanças terríveis, houve!
Pensemos naquela raça humana que surgira do Eoceno com seu clima tropical , naquela raça que desabrochou e se desenvolveu durante o Oligoceno com sua temperatura média e, por fim, naquela outra que viveu no frio Mioceno, das baixas temperaturas que se aproximaram com as últimas glaciação. O interessante é que apesar de tantas glaciações e catástrofes os seres humanos continuam existindo.
O homem paleolítico ainda existe! Incrível, porém verdadeiro! Todas as espécies de animais arcaicos desapareceram; os enormes répteis do mesozóico morrera, e, no entanto, os seres humanos continuam existindo. Como isso é possível? Como é que todas as criaturas arcaicas tenham morrido e os seres humanos ainda vivam?
Passaram-se as épocas primária, secundária e terciária do nosso mundo e ainda vemos os seres humanos caminhando pelas ruas. Isso nos dá autoridade mais que suficiente para dizer aos Darwin, aos Huxley e aos Haeckel, que tanto mal causaram à humanidade com suas teorias materialistas, que o ser humano existiu muito antes da era paleolítica.
Na cátedra passada, comentei algo sobre o umbigo do universo, sobre o Omeyocan, e o comparei ao germe do qual nasceu este planeta. É claro que o Omeyocan desenvolveu-se em várias dimensões antes de que a Terra pudesse existir fisicamente. Quero dizer que no Omeyocan, no umbigo do mundo, verificou-se a gestação de todo o planeta que passou por períodos de atividade em diversas dimensões antes de se cristalizar na forma física atual.
O ser humano, como semente, desenvolveu-se do Omeyocan e foi cristalizando-se pouco a pouco através de diversas dimensões até tomar a forma física da Época Polar.
Estamos tocando em assuntos que incomodam aos materialistas. Eles dizem que não creem senão no que veem e no entanto acreditam em todas as suas utopias. Andam buscando o homem primordial entre as camadas subterrâneas da época quaternária e a cada dia inventam mais e mais teorias, nas quais creem sem havê-las visto. Andam dizendo mentiras. Estão acreditando no que não veem. São uns falsários.
Nós podemos comprovar o que afirmamos, já que temos sistemas de investigação. Com a técnica da meditação, podemos desenvolver certas faculdades, como a do tipo intuição prajnaparamita, a qual nos permite estudar os registros akáshicos da natureza. Nesses registros, está toda a história da Terra e de suas raças.
Se os porcos do materialismo deixassem sua posição fanática e se resolvessem a entrar nas disciplinas gnósticas, poderiam desenvolver certas faculdades mediante as quais a história da Terra e de suas raças se lhes tornaria acessível.
Chegou a hora de cada um refletir sobre si mesmo e sobre o universo. O homem existe sobre a Terra muito antes da era primária, muito antes da era paleolítica. O fato concreto de que sigamos existindo apesar de os animais dos tempos idos já terem desaparecido em sua maioria nos dá o direito de fazer tal afirmação.
Se isso é assim, temos o direito de dizer que somos tão antigos quanto a terra e quanto a natureza. Fatos são fatos e diante deles temos de nos render.
Se não perecemos, se não desaparecemos do cenário do mundo apesar de tantas catástrofes, apesar de todas as criaturas do Mesozoico terem se acabado, isso nos dá autoridade para declarar que somos seres especiais, que existimos na Terra antes de as criaturas do Paleoceno ou do Mesozoico terem aparecido sobre a superfície da Terra. Este direito nos dá o fato de ainda existirmos, o fato concreto de que se passaram eternidades e continuamos vivendo.
Morreram criaturas contemporâneas e no entanto estamos vivos. Todos pereceram porém seguimos existindo. Portanto, temos bases para rirmos nos narizes de Huxley, Darwin e Haeckel, personagens que foram letais para a humanidade.

Devemos ter em conta os diversos cenários em que se desenvolveu esta humanidade. Eles merecem ser estudados. Quão maravilhosos e sábios são os sóis nahuas! Não somente contemplam a raça que foi devorada pelos tigres da sabedoria, como também aos hiperbóreos, que foram arrasados por fortes furacões, aos lemurianos que pereceram pelo sol de chuva de fogo e grandes terremotos e aos atlantes que foram tragados pelas águas.
Esses sóis nahoas vão muito longe. Eles contemplam os movimentos dessa gema sobre a clara, os movimentos periódicos desses continentes que tão depressa se separam e se afastam, produzindo grandes glaciações onde toda a vida perece, como dão origem a novas atividades. Esses sóis de Anahuac trabalham através dos períodos terciário, secundário e primário.
Por último, se lhes eleva nas trocas de fogo de cada 52 anos. Agora, estamos na quinta dessas mudanças, no quinto sol. A doutrina secreta de Anahuac contém tesouros preciosos que os inimigos do México, os antropólogos do materialismo ateu, nunca aceitariam.
(Samael Aun Weor, Antropologia Gnóstica)