sábado, 7 de março de 2015

A Teoria dos Reptilianos


 
Talvez essa não seja a mais convincente versão da Origem dos Illuminatis porém com certeza é a mais criativa. A História dos Reptilianos e dos Iluminattis se cruzam, contudo, para você entender como, teremos que começar a história desde o inicio. E quando eu falo em inicio, é inicio mesmo, numa época antes da existência humana. Reptilianos são uma raça milenar de repteis humanoides, originários de uma constelação distante (o qual não é bem definido, porém três hipóteses são mencionadas: Lira, Sirius e Orion). Essa raça é muito evoluída, teriam milhões de anos e tal como os cientistas preveem para nós, humanos, para alcançar esse patamar de existência, seus corpos teriam que se adaptar de uma forma quase que surreal. Seus cérebros seriam enormes comparados ao nosso e eles utilizariam todo o seu potencial, não apenas para corresponder as funções do seu organismo mas também para controlar o estado vibracional de suas moléculas. Como eles alcançaram esse nível é fruto de sua história e desconhecida por nós. Todavia, esse não é o nosso foco aqui. Focaremos na nossa relação “amigável” com esses seres e como ela haveria começado.
Reptilianos Antigos
Milhares de anos atrás, as constelações reptilianas estavam em declínio. O ecossistema do seu planeta natal estava entrando num ciclo de cataclismas, tornando a vida impossível. Ao ver esse quadro totalmente desfavorável, o governo reptiliano planejou uma missão tripulada, para renovação da raça, em um planeta distante, capaz de atender suas necessidades de sobrevivência. Esse planeta seria o nosso planeta. Quando a nave chegou a Terra, ela não seria assim, como nós conhecemos. Contudo os reptilianos haveriam de utilizar sua tecnologia para “recriar” a Terra. Aqui eles se estabeleceram. Mas o nosso planeta não podia oferecer tudo que eles precisavam e muitas de suas tecnologias avançadas acabaram caindo por terra com o tempo. Para manter algumas tecnologias, eram necessários compostos, alguns minérios como o ouro e uranio. Sem maquinário adequado, o jeito foi apelar para a velha forma: trabalho escravo. Os reptilianos eram mestres na genética e escolheram uma raça de macacos que andavam sob as duas patas e tinham uma estrutura corpórea semelhante a deles e DNA compatível. Assim, começaram os experimentos genéticos para criar uma raça para exercer o trabalho nas jazidas de minérios. Os geneticistas utilizaram o DNA reptiliano misturado com a raça dos símios para alcançar a nova raça, a raça humana. E por isso, esses seriam “a imagem e semelhança de seu criador”.
Reptilianos
No inicio, os humanos eram inofensivos, híbridos, inocentes. Essa realidade tímida dos humanos durou até que as necessidades reptilianas aumentaram e uma força de trabalho maior precisou ser estabelecida. A raça humana foi adaptada novamente, dessa vez, não seria mais hibrida, nem inocente, porém o dom da inteligência ainda estaria limitado. E a população humana cresceu. Ficou enorme. E quando os reptilianos perceberam, não podiam mais controlar suas criações. Aconteceu então o primeiro extermínio humano. A população humana foi reduzida a quase zero. Entretanto, não era muito do feitio dos reptilianos fazerem o trabalho pesado das minas. E não demorou muito para eles apelarem para os humanos novamente. Dessa vez, os humanos teriam o dom maior, a inteligência.
Reptilianos Adão e Eva
Foi ofertado a nossa raça, a fonte da inteligência, da arvore da vida – nome simbólico que seria referencia a nossa cadeia genética, que foi novamente alterada. Esse seria o nascimento do dito “Adão”. Os reptilianos continuaram a exercer poder sob os humanos, até que a população teria alcançado o nível critico novamente. O segundo extermínio humano foi cogitado. Só tinha um probleminha! Nesse ponto, os humanos já tinham diversos aliados. Os reptilianos não concordavam entre si sobre o extermínio, de forma semelhante a nós hoje com as demais raças de animais do planeta. Alguns até se relacionavam com os humanos, dando origem a uma terceira raça, que é citada em alguns escritos antigos como nefelins. Além desse grupo favorável aos humanos, outras raças extraterrestres habitavam o planeta. Na região aonde é a atual Índia, uma outra raça extraterrestre havia se estabelecido, sem falar nas demais raças, como a de Andromeda que tinham um afeto especial pelos humanos. Desobedecendo qualquer o consenso, o repitilianos desencadearam o segundo extermínio, o diluvio.
O extermínio não foi completo porque os grupos favoráveis a nossa raça haveriam ajudado alguns humanos a sobreviver. Esse ato acabou gerando um conflito entre as raças que habitavam o planeta e boa parte dos reptilianos decidiram retornar ao seu planeta natal, do mesmo modo que as outras raças alienígenas que habitavam a Terra. O grupo remanescente de reptilianos que permaneceram aqui achavam que os humanos lhe deviam obediência tais como animais de estimação, todavia eram minoria e contornar essa situação requeria muito mais do que mero uso tecnológico. Um plano foi elaborado para que os humanos nunca mais se rebelassem contra seus “donos”. Para isso, era importante que houve um grupo entre nós que colocasse parte dos planos em prática. Uma sociedade composta por humanos, reptilianos e híbridos, que seriam a elite que comandaria o homem. Teve a formação da raiz dos Illuminatis.
 

A maior diferença entre os Reptilianos e os anunnaki



É perfeitamente compreensível que os humanos, não sabendo de fato coisa alguma sobre as várias raças de seres que permeiam tanto o seu Universo quanto os demais universos, associem os reptilianos com os anunnaki propagando ambos como se fossem a mesma coisa. Se os humanos não sabem quem são os reptilianos e os anunnaki não podem saber a diferença entre eles. A baboseira humana de que os reptilianos e os anunnaki são a mesma coisa fica desvairada na medida em que se os humanos não sabem quem são os reptilianos e os anunnaki para que possam dizer que são diferentes também não podem dizer que são iguais ou fazer qualquer tipo de associação entre estes, mas dizem e fazem. Para os humanos não há diferença entre os extraterrestres do Antigo Egito e os dos sumérios e entre os reptilianos e os anunnaki e existe um torpe pacto de ignorância coletiva onde todos que querem falar de vida extraterrestre colocam reptilianos e anunnaki no mesmo saco.
Os reptilianos e os anunnaki não atuaram e não atuam da mesma forma na Terra e para entender a atuação de cada um é necessário esclarecer a diferença entre ambos. A primeira diferença entre ambos é que enquanto os anunnaki são deste Universo onde vivem os humanos os reptilianos são de outro universo criado pelo mesmo Criador deste Universo. Os reptilianos são geneticamente puros – existe a raça reptiliana como primordial - e os anunnaki são híbridos de reptilianos com humanóides, uma criação dos próprios reptilianos. Tudo o que foi trazido e deixado pelos anunnaki na Terra com os sumérios tem sua identidade própria por serem os anunnaki seres extraterrestres, mas tudo isso não é como o trazido e deixado pelos reptilianos na Terra com os antigos egípcios. Sendo os reptilianos os criadores e os anunnaki as criações naturalmente haverá diferença entre ambos. O propósito dos reptilianos no Antigo Egito foi um e o propósito dos anunnaki com os sumérios foi outro.
Os reptilianos vieram à Terra para desenvolvê-la e os anunnaki para explorá-la. O propósito dos reptilianos vai além do propósito dos anunnaki, pois o propósito dos reptilianos era cumprir sua função no Universo e desenvolver (criar) mundos, aí aprimorando geneticamente a raça humana. Os humanos precisaram ser geneticamente modificados para que pudessem virar gente. Os anunnaki vieram à Terra meramente para explorar; recolheram o que puderam e se foram. Os reptilianos vieram, se instalaram e continuam até hoje, não da única forma como os humanos conseguem compreender - a forma do corpo físico de um réptil -, mas de outras formas, principalmente seguindo o princípio da invisibilidade. Neste sentido não se trata da invisibilidade referente ao corpo físico invisível, mas de não ser notado. Como para os humanos o Eu Interior de um ser é o seu Eu Exterior, os humanos acham que os reptilianos não estão na Terra simplesmente porque não veem lagartos verdes bípedes de 2 metros andando pelas ruas.
O Antigo Testamento é um livro anunnaki e diz respeito aos anunnaki. O deus bíblico do Antigo Testamento é um deus anunnaki. Tudo o que consta no Antigo Testamento é relacionado ao contato de homens com os anunnaki. Os anunnaki vieram para explorar o ouro do planeta Terra e o povo que os recebeu e os serviu voluntariamente nesta empreitada foi o povo judeu. Os humanos regozijaram-se em servir aqueles que para eles eram deuses poderosos e assim serviram de mineradores aos anunnaki extraindo ouro de minas na Terra. O ouro era depositado em caixas de ouro que foram trazidas pelos anunnaki e depois as caixas eram carregadas pelos humanos diretamente para as naves dos anunnaki, às quais ficavam em cima de montes. As caixas de ouro que foram trazidas pelos anunnaki eram todas iguais e de mesmo tamanho e uma dessas foi deixada pelos anunnaki com os humanos como lembrança da aliança feita entre os humanos e os anunnaki e eis aí a Arca da Aliança.
O judaísmo religioso é, portanto, uma religião dos anunnaki. Já o cristianismo religioso é uma religião reptiliana e esta é uma das razões pelas quais há tanta diferença entre o judaísmo religioso e o cristianismo religioso. Para entender o que é o cristianismo dos reptilianos é preciso transcender a patifaria do maniqueísmo. Uma pessoa que vive separando pessoas e extraterrestres em bons e maus não chegará a lugar algum. Aquilo que os reptilianos fizeram no Antigo Egito com a religião continuam fazendo no mundo todo através do cristianismo. O cristianismo é a continuação da religião do Antigo Egito e todo reptiliano encarnado na Terra obrigatoriamente terá uma relação íntima com o cristianismo. A grande diversidade que há na Terra em todos os meios resulta das ações de diversas raças extraterrestres na Terra. Reptilianos, anunnaki, pleiadianos, andromedados etc., cada raça extraterrestre criando à sua imagem e semelhança e trazendo religião ao planeta.
Ao analisar o nascimento de uma egrégora religiosa é preciso compreender que o grande Deus Criador não se manifesta para alguém do nada, conforme histórinhas religiosas tentam fazer crer. As histórinhas de que uma pessoa à toa andava por aí à toa e de repente tem uma experiência espiritual onde recebe toda a sabedoria espiritual e a missão de fundar uma religião são apenas lorotas. Usando a racionalidade naquilo que é bom e entendendo que a religião é uma reação compreende-se que há a necessidade de uma ação e que a religião não brota do nada, não é algo que simplesmente sai da terra pulando e ganhando vida. A humanidade não tem força e poder para criar uma egrégora religiosa. Todas as grandes religiões da Terra foram fundadas por seres extraterrestres e algumas inclusive remontam a eras passadas. O cristianismo é de fato anterior ao judaísmo, apesar de que a história humana diga o contrário. A força do Cristo da Terra existe na Terra antes da encarnação de Jesus e é anterior ao judaísmo.
Os gigantes mencionados na bíblia eram anunnaki. Não existem reptilianos gigantes. Os gigantes da bíblia tinham um pouco mais do que 6 metros, enquanto que os reptilianos grandes têm cerca de 3 metros. Os reptilianos têm mais preocupação com a vaidade do que os anunnaki. Não é misticamente perfeito ser extremamente alto como eram os anunnaki. Há diferença também na vestimenta dos reptilianos e dos anunnaki. De um lado – o reptiliano - percebe-se a beleza e a magnitude das vestimentas dos faraós e do clero da Igreja Católica Apostólica Romana e de outro – o anunnaki – a grosseria e a rudeza dos sumérios. Em termos de face, enquanto os reptilianos abominam pelos faciais – os faraós e os imperadores romanos não cultuavam barba e bigode – os anunnaki deixam pelos nos rostos, trazendo à tona a grosseria e a rudeza da parte humanóide de sua genética. De mesma forma quanto mais humana a mulher mais esta sentirá apreço por homens com pelos nos rostos. Pelo no rosto é coisa de humanos.
A estrutura morfológica dos anunnaki é uma só e são semelhantes a humanos. A principal diferença entre um anunnaki e um humano é o seu olhar e olhando diretamente para um percebe-se pelo que este emana de seu olhar que o mesmo não é humano. Os reptilianos possuem diversas estruturas morfológicas e as diferenças dizem respeito à casta à qual pertencem. Quanto mais da realeza mais belo será o reptiliano. Existem reptilianos bípedes cujo corpo se assemelha ao de um humano, apenas havendo diferença na cor e na textura da pele. Neste caso a pele tem uma cor semelhante à cor verde em sua tonalidade mais escura e em relação à textura alguns podem ter a pele mais lisa, como a humana, e outros a pele mais escamada, como a de um jacaré. Quanto mais real for a linhagem de um reptiliano menos sua aparência causará repulsa. Existem reptilianos bípedes que possuem uma cauda e se parecem com uma serpente. Estes são mais esguios, involuídos e causam mais repulsa porque emanam mais animalidade.
Há reptilianos bípedes, com corpos fortes e que possuem uma cauda volumosa, assemelhando-se a um jacaré. Existem várias estruturas morfológicas de reptilianos, mas apenas uma de anunnaki e a diferença é visível. Os reptilianos são mais unidos do que os anunnaki, até porque possuem uma universo natal, e todos se veem como fazendo parte da raça reptiliana. Os anunnaki não possuem uma terra natal que possa embutir em cada anunnaki um instinto nato de unidade. Os reptilianos, mesmo encarnados como humanos, procuram-se nos universos, ainda mais quando se trata de uma linhagem real. Em termos de reprodução, os reptilianos sabem que somente um rei e uma rainha podem gerar um rei ou uma rainha, pois a questão da genética interfere diretamente na reprodução reptiliana. Os anunnaki, como são criações, não possuem um DNA primário real que possa ser preservado através dos tempos, de forma que não se interessarão, não se dedicarão e não saberão tanto sobre genética quanto os reptilianos.

Os anunnaki olham para baixo para ver coisas como os humanos; os reptilianos olham para cima para ver Deus. Os atributos do deus do Antigo Testamento são atributos dos anunnaki; o deus que se ira, se vinga, amaldiçoa, pune e se confunde com os próprios humanos. Apesar de que o cristianismo tenha em tese se originado do judaísmo a diferença entre tais religiões é gritante. O Novo Testamento traz uma religião completamente distinta da religião do Antigo Testamento, não apenas porque a egrégora espiritual é outra, mas também porque se trata de outra raça extraterrestre. A diferença entre os reptilianos e os anunnaki pode ser vista de várias formas; o universo de onde vieram, seu DNA, porque vieram à Terra, o que fazem no Universo, sua estrutura morfológica, sua política e seu conhecimento, mas não há diferença maior e mais real do que a diferença entre o que a humanidade tinha com o deus do Antigo Testamento e o que a humanidade passou a ter com Jesus, o Cristo.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

CRIMES DA HUMANIDADE

 ‘barbárie’, ‘genocídio’, ‘holocausto’, ou “massacre”?
(60 depois de Auschwitz é preciso fazer mais do que distinguir conceitos)

"Alinhe-os contra uma parede,/ Fuzile-os e observe-os morrendo./ Adoro ouvir sua agonia:/ Eles vomitam, gritam e choram".
Mieske[1]
“A história da humanidade é a história da barbárie
J.-F. Mattei

“Há que endurecer, porém jamais perder a ternura”.
Che Guevara

No Iraque, insurgentes degolam civis e soldados norte-americanos humilham prisioneiros iraquianos em fotos divulgadas pela Internet. Em Madri, terroristas explodiram trens que transportavam trabalhadores numa manhã ao se dirigirem para o trabalho. Em Israel, ônibus lotados de civis são explodidos por homens-bomba. Na Rússia, uma escola é transformada em campo de concentração e matadouro de crianças nos moldes nazistas. Em vários lugares da África, a população é obrigada a morrer de fome, ou pelo facão do grupo rival. No Brasil, moradores de rua, indefesos, são covardemente mortos a pauladas.
O noticiário tem usado a palavra ‘barbárie’ para representar morticínios aparentemente irracionais de grandes proporções. Mas, invariavelmente também tem sido usadas palavras semelhantes, tais como: ‘genocídio’, ‘crime hediondo’, ‘holocausto’, ‘massacre’, ‘chacina’, etc. Adiantando o que será comentado mais à frente (item 3), por exemplo, a palavra “holocausto” foi cunhada para ser referir apenas aos crimes dos nazistas cometidos em escala inimaginável principalmente contra os judeus.
A intenção desse artigo não é reduzir o fato criminoso a um simples formalismo de linguagem. Longe disso, é um pretexto para relembrar o que jamais deve ser esquecido, e denunciar as novas ocorrências, sem no entanto descuidar do uso da linguagem, que jamais é neutra, mas pode ser usada para “enfeitiçar” nosso entendimento da coisa acontecida, como diz Wittgenstein. Começamos, então, pelo significado e uso atual da palavra barbárie.
1. Barbárie
A palavra ‘barbárie’ originalmente foi empregada pela mentalidade eurocêntrica, que se considerava o exemplo de organização social civilizada. Foi Vico [1638-1744] que cunhou de ‘barbárie’ o estado primitivo ou selvagem de indivíduos ou grupos que não teriam evoluído rumo ao estado de homem ocidental civilizado[2]. A barbárie passou a se opor ao humanismo, ou seja, é um ato considerado ‘desumano’ porque não respeita os fundamentais valores conquistados no campo da ética, do direito, da ciência, da democracia pluralista e da própria organização social. No século 20, o termo ‘barbárie’ sofreu uma virada de sentido com as pesquisas antropológicas que reconheceram as demais culturas humanas não brancas também eram dotadas de organização social racional, tinham valores e preceitos morais próprios, portanto, eram civilizadas. Essa virada, com C. Lévi-Strauss, chegou-se ao extremo de considerar que bárbaro autêntico é aquele que apenas denuncia a barbárie do vizinho e não se dá conta de reconhecer sua própria barbárie[3].
Wittgenstein observou que o uso da palavra, determinado por certas contingências, muitas vezes perverte o seu sentido original ou etimológico. Por exemplo, no Brasil, entre as décadas de 60 e 70, surgiu um modismo lingüístico que empregava a palavra ‘bárbaro’ representando o ‘bom’, o ‘bonito’, a coisa ‘interessante’, o ‘novo’. Assim, “Fulano de tal era considerado bárbaro!”, “Que coisa bárbara!”, são frases que representavam algo novo, interessante e bom. Aproveitando o clima da época, Caetano Veloso, Maria Betânia, Gal Costa e Gilberto Gil – hoje Ministro da Cultura do Governo Lula – batizaram o seu show de “Os doces bárbaros”.
Todavia, nos dias de hoje, no início do terceiro milênio, a palavra ‘barbárie’ passou a significar o sentido originalmente negativo; passou a ser empregada para caracterizar um ato criminoso em que os civis são o alvo[4], cujos requintes de perversidade, até então impensável, representam um retrocesso no processo civilizatório. Uma vez que o ato de guerra é dirigido contra forças militares convencionais, o ato de barbárie é rotineiramente dirigido contra alvos civis, e, nesse sentido, é considerado um ato covarde e repulsivo. Quando iraquianos dançaram em volta de corpos de soltados norte-americanos queimados e pendurados em postes, logo, foram considerados pela mídia de ‘bárbaros’. Da mesma forma a decapitação, abolida depois da revolução francesa de 1889, também hoje é considerada um ato de barbárie. Matar a pauladas moradores de rua (Brasil) ou usar facões para decepar braços e pernas de crianças (Ruanda), são considerados atos de barbárie. A escravidão conduzida pelo homem branco cristão maculou para sempre a história da humanidade, é inegavelmente uma barbárie nascida na civilização branca ocidental.
O filósofo J. Racière (2004) refere-se como ‘bárbaros’, na atualidade, os jovens habitantes ainda não socializados das periferias que fazem algazarras ou praticam violência contar os passageiros dos transportes coletivos, contando com a indiferença e falta de solidariedade das pessoas ditas civilizadas diante do sofrimento dos outros. A globalização econômica, embora fazendo uso de instrumentos da civilização, termina causando efeitos bárbaros de exclusão social, de competição insana entre nações, grupos e pessoas, aumento da criminalidade, etc.
Mas, a barbárie consegue maior visibilidade quando o crime de morte aparece em grandes proporções, numa forma antes impensável e surpreendente, obtendo imediato destaque de espetáculo na mídia. Assim, os assassinatos dos moradores de rua de São Paulo e Belo Horizonte são considerados atos de barbárie, a matança de crianças são igualmente atos de barbárie, ou até mesmo podem ser tipificados como genocídio.
2. Genocídio
O ‘Genocídio’ [do latim genus = família, raça, tronco, do grego genos caedere = matar, cortar] é uma palavra cunhada por Raphael Lemkin em 1944 para especificamente se referir à política do governo nazista de extermínio completo dos judeus, ciganos, comunistas e homossexuais. Até então a humanidade não tinha sofrido nada igual; nunca o crime foi imaginado, racionalmente planejado e executado pelo Estado, em proporções gigantescas. O crime de genocídio constituiu uma das acusações contra os líderes nazistas no Tribunal Militar Internacional de Nuremberg em 1944, e, posteriormente, passou a vigorar na ONU sobre a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio (UNGC), que entrou em vigor em 1951, mas até hoje raras vezes foi aplicado. Lemkin imaginava que a palavra genocídio poderia evocar nas pessoas uma atitude de repulsa ao crime de massa e de luta pelos direitos humanos.
O genocídio quer dizer algo mais que um massacre[5] ou chacina total ou parcial de um grupo, mas sim a continuada e persistente prática de extermínio em massa praticada principalmente por um governo. A rigor, o genocídio é definido como “crime contra a humanidadeque consiste em cometer, com a intenção de destruir, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso, qualquer dos seguintes atos: I) matar membros do grupo; II) causar-lhes lesão grave à integridade física ou mental; III) submeter o grupo a condições de existência capazes de destruí-lo fisicamente, no todo ou em parte...”.”.”.”. (Dic. Aurélio). Também é considerado genocídio, a interdição da reprodução biológica e social de membros de grupos étnicos, bem como também a prática de terror contra supostos inimigos reais ou potenciais. O Brasil regula e define o genocídio pela Lei no. 2. 889, de 1º. de outubro de 1956. A Lei no. 8.072, de 25-07-1990, o considera como “crime hediondo”[6] e, como tal, insustentável de anistia, graça, indulto, fiança e liberdade provisória[7].
É curioso que o  genocida geralmente utiliza mecanismos de defesa psíquica como a racionalização e a intelectualização tentando desse modo justificar o seu ato como de “legítima defesa”, proteção contra o “intruso”; ou seja, o outro é sempre visto como “perigoso”, “inferior”, “estrangeiro”, “infiel”, “selvagem”, “coisa”  ou “objeto”[8], enfim, o ‘outro’, o ‘diferente’ é sempre considerado um problema para a existência do genocida; como é marcado na sua singularidade, o ‘outro’ não é visto como ser humano total, não é ‘humanizado’ em sua condição de ser existente[9]. Não podemos esquecer, por exemplo, que o ditador Saddan Hussein é acusado de cometer crime de genocídio contra os curdos, que Milosevic, é igualmente acusado de crimes de genocídio - “crimes contra a humanidade” - tal como foram primeiramente acusados e condenados pelo Tribunal de Nuremberg, o alto comando do governo nazista. É sabido que na pauta da política dos sérvios chefiados por Milosevic, existia a chamada ‘limpeza étnica’ contra os que eles consideravam ‘inferiores’, resgatando desse modo a ideologia da “solução final” do governo nazista de Hitler, que via principalmente nos judeus uma ameaça econômica e racial para a supremacia da raça ariana.
Pode-se dizer que existe uma “razão genocida”, que constrói campos de concentração, elabora um plano de economia sustentada no trabalho escravo de prisioneiros, também elabora um discurso pretensamente moral sobre a “legitimidade”, a “racionalidade” e mesmo a “virtuosidade” do extermínio em massa de pessoas de todas as idades.
É necessário denunciar que o crime de genocídio do Estado ou de qualquer ato de barbárie de grupos extremistas, embora pareçam ser irracionais, na verdade, são cometidos em nome de alguma causa ‘justa’, uma ‘lógica do bode expiatório’ (Zaluar, 2004). O ato monstruoso sempre recorre a uma moral tosca cuja razão cínica satisfaz aos irmãozinhos que compartilham com a mesma crença, que acreditam nas sombras dogmáticas projetadas por um psiquismo esclerosado. Muitas vezes quem pratica o grande massacre se coloca como vítima, justificando que foram ‘obrigados’ a praticar o ato monstruoso por ‘defesa própria’ ou por ‘virtude’. Ou seja, os grandes massacres “sempre foram feitos em nome da religião verdadeira, da ideologia justa, do racionalismo legítimo, etc” (Japiassu, 2001 citando F. Jacob).
Depois de Auschwitz, a razão está sob suspeita. A razão não precisa estar dormindo para produzir monstros. Pior, quanto acordada, a razão produz os piores e inimagináveis monstros e monstruosidades que a própria razão desconhecia ser capaz de cometer. Não podemos mais confiar em qualquer discurso racional, ético ou moral, porque em nossa época até a razão e a linguagem são usadas para fins irracionais. Cada vez mais – infelizmente – a razão cínica é usada para forjar uma moral do ato criminoso, especialmente quando este foi cometido em escala até então inimaginável, como foi o genocídio cometido pelos nazistas, soviéticos, sérvios, sunitas, tribos africanas, enfim, não importa se em nome da “supremacia da raça ariana”, da “da causa socialista”, ou da causa supostamente ‘santa’ que levou, por exemplo, ao massacre das crianças de Beslan.
3. Holocausto
A palavra holocausto [gr. Holókauston], originalmente, significava o "sacrifício em que a vítima – um animal - era queimada inteira", tendo assim um sentido de imolação ou expiação[10]. No período nazista, entre 1935 e 1945, os judeus se viram diante de um novo holocausto, sendo obrigados à perda da cidadania, a trabalhos forçados, a suportarem a brutal separação dos membros da família inclusive de crianças, a serem fuzilados em massa, a serem transportados pela força para os campos de concentração onde terminavam sendo exterminados coletivamente em câmaras de gás. Durante o holocausto, cerca de 6 milhões de judeus foram assassinados para cumprir o que os nazistas chamavam de ‘solução final’.
Segundo alguns analistas, o emprego da palavra holocausto teve o intuito de significar mais que a palavra ‘genocídio’. C. Lash (1990), por exemplo, argumenta que “o massacre dos judeus tornou-se holocausto porque a palavra “genocídio”, numa  época genocida havia perdido a capacidade de evocar os sentimentos apropriados aos fatos que procurava caracterizar. Ao buscar uma linguagem ainda mais extrema, os historiadores do holocausto contribuíram para a degradação do “genocídio” (...). Contra os poloneses e outros povos cativos da Europa oriental, Hitler praticou o que pode ser denominado de genocídio, de acordo co Y. Bauer (...). [isto é, a política nazista assassinou sistematicamente judeus, e, também, comunistas, homossexuais, ciganos, Testemunhas de Jeová, e todos as pessoas consideras ‘inferiores’. No entanto], “é preciso alertar que somente os judeus experimentaram um holocausto” (Lash, 91). Portanto, mais do que o genocídio, a palavra holocausto passou a ser empregada com o sentido de extermínio em massa racionalizado e insano dos judeus, coisa que era “impensável” até acontecer de fato como o maior acontecimento trágico[11] do século 20.
Entretanto, o termo holocausto “tornou-se um slogan judeu válido para qualquer assunto sobre o qual se converse”, na expressão de Jacob Neusner,
“uma espécie de palavra-chave judaica para o mal-estar comum. Uma sociedade formada por pessoas que se vêem como vítimas e sobreviventes encontra em Auschwitz a mitologia consumada da vitimização e da sobrevivência. Rejeitando a única lição que Auschwitz têm para oferecer – a necessidade de uma renovação da fé religiosa, a necessidade de um compromisso coletivo com condições sociais decentes – ela estuda minuciosamente os registros históricos em busca de um ensinamento que Auschwitz provavelmente não pode render: como sobreviver a um holocausto. A Solução Final tornou-se uma obsessão particular dos judeus porque a mitologia do holocausto ajuda a manter a identidade étnica judaica, como apontou Neusner, num período do qual a identidade dos judeus não é definida pela religião; mas ela se tornou uma obsessão geral porque carrega a promessa falsa e sedutora de ingressos na tecnologia da sobrevivência”.... O holocausto tornou-se um ‘vale-tudo’ literário[12] e político.
Hoje, quando se levantam protestos contra os atos criminosos do Governo de A. Sharon contra os palestinos,os judeus ultra-ortodoxos imediatamente sacam de lugar de “vale tudo” sua condição de vítimas supostamente indefesas cercadas por estados árabes ou por supostos terroristas islâmicos. O ‘muro da vergonha’ de Sharon, em construção, além de ser ato unilateral e bárbaro, divulga um discurso vitimista e neofascista.
4. Barbárie X civilização
Num artigo de 1968, Adorno, influenciado pela psicanálise, diz entender por barbárie a agressividade primitiva humana, os impulsos de destruição que tem por propósito destruir as conquistas da civilização, tais como a ética, o direito, a democracia pluralista, as ciências, a idéia de progresso, etc.
No seu tempo, Adorno (1995b) apontava como a maior das barbáries o genocídio praticado pela política nazista de extermínio em massa de judeus, comunistas, testemunhas de Jeová, homossexuais, bem como o ato criminoso de qualquer Estado totalitário – nazi-fascista ou comunista – contra os opositores reais ou virtuais. No sistema democrático capitalista, o pensador alemão também identificou a barbárie na arte, na cultura,  na educação, na mídia, cujos sintomas uma reação desproporcional em ato que faz oposição aos avanços da civilização’. O autor alemão considera a falência da cultura e da educação a “razão objetiva da barbárie” (1995a: 164); a barbárie se autoriza numa sociedade onde a cultura e a educação deixam de ser prioridade tanto do governo como da sociedade civil.
Estaríamos hoje vivendo um processo de barbarização em todos os setores da sociedade. A falta de respeito para com o próximo, a  falta de vergonha, a atitude dogmática e esclerosada do pensamento, a recusa em reexaminar as posições conservadoras, a indiferença para com o sofrimento dos outros, a incapacidade de identificação com os diferentes, os chamados crimes de ódio, os atos amoucos[13] cada vez mais freqüentes, a crença de que somente a “lei do cão” é capaz de consertar o mundo injusto e desigual, são alguns dos sintomas de barbárie do nosso cotidiano.
Em hipótese alguma podemos esquecer que as conquistas do estado de direito democrático – mesmo imperfeito e ditado pelo liberalismo capitalista - do conhecimento científico, não podem ser anulados em nome do tradicionalismo ou do irracionalismo que se estabelece antes pelo terror do que pelo convencimento. A única garantia da humanidade ainda se sustenta numa certa confiança na razão, na ética e no diálogo entre diferentes. O pseudo-argumento de que “estou recorrendo ao genocídio, ou ao massacre deste ou daquele grupo social como último recurso, porque eles são mais terroristas do que eu”, deve ser desmascarado como imoral e ilógico. Dizer que a barbárie cometida contra as crianças da escola de Beslan vem da política do governo de Putin, não a faz menos barbárie. Nada justifica o assassinato de crianças, diz o cineasta Mikhalkov. Um único ato de barbárie faz a humanidade retroceder no que considera avanço de civilização.
“Eles não assumem o que fazem”
Aquele que comete qualquer ato bárbaro jamais se identifica como sujeito de seu ato monstruoso. E, jamais se identifica com suas vítimas. Susan Sontag (2003) observa que tanto os chefes nazistas como os chefes que comandaram as atrocidades de Camboja, de Sarajevo, em Ruanda na África ou em Beslan na Rússia, não se identificam com suas vítimas e seu desespero. E, nunca assumem seu ato como monstruoso, isto é, quanto mais absurdo e cruel é caracterizado o crime cometido maior é a negação do criminoso.
Os nazistas sempre dirão que o genocídio ou holocausto foi uma encenação montada para as câmeras. O neonazista até hoje nega veementemente o holocausto. Divulgam que os judeus fizeram aquele filme projetado no Tribunal de Nuremberg[14] como uma farsa de Hollywood. A mesma atitude teve o diretor de propaganda em favor do ditador espanhol Franco ao afirmar que “foram os bascos que destruíram Guernica, sua própria cidade, e ex-capital, em 26 de abril de 1937, pondo dinamite nos esgotos (numa versão posterior, lançando bombas fabricadas em território basco), com o intuito de despertar indignação no exterior e revigorar a resistência republicana”. Na guerra dos Bálcãs a maioria dos sérvios residentes na Servia ou no exterior sustentavam, até o fim do cerco sérvio a Sarajevo, e mesmo depois, que os próprios bósnios haviam perpetrado o tenebroso “massacre da fila do pão” em maio de 1992, e o “massacre do mercado” em fevereiro de 1994, despejando bombas de alto calibre no centro da sua capital ou instalando minas a fim de criar cenas especialmente horripilantes para as câmeras dos jornalistas estrangeiros e angariar mais apoio internacional para o lado bósnio. (Sontag, op. cit. , 15). G.W. Bush nos EUA, A. Sharon em Israel, e V. Putin  na Rússia, e tantos outros políticos de feitio tirânico manipulam a mídia para seus próprios interesses, construindo sua permanência no poder e sua política unilateral e agressiva sustentando um discurso persecutório da ameaça terrorista internacional. De um lado como de outro, a incapacidade de identificação com o outro em seu sofrimento, miséria, intolerância e irracionalismo, promovem no mundo mais barbáries que nossa razão não pode imediatamente entender.
5.  Esperança na era de Aquarius ou na educação?
Nesse quadro de perspectivas sombrias, Adorno e Arendt (1972), já no pós- guerra, sustentavam esperança na educação e na cultura – e não na repressão policial, na guerra ou no terror. Inicialmente caberia a educação e a cultura um papel fundamental para evitar a metástase da barbárie no mundo. Cabe a escola, a universidade e a mídia uma importante função: ser agentes da civilização. “O professor é um agente que ajuda a sustentar a civilização”, diz M. Oakeshott (s.d.).
Diante do crescente risco de barbarização dos valores da civilização, é que Touraine, dentre vários filósofos de nossa época, vem a público dizer que é preciso dar “prioridade para a preservação das conquistas da civilização tais como o estado de direito, o respeito e o convívio para com as diferenças humanas, a livre garantia de troca e de debate de idéias, a difusão do conhecimento científico e a sustentação do ensino laico, esta última como uma conquista do iluminismo, como declarou A. Touraine (2004).
educação, mais especificamente, o ‘ensino’ [e não a ‘doutrinação’ baseada em livros religiosos ou laicos tomados como dogma], quando investem na manutenção das conquistas humanas fundadas no conhecimento dialógico, pode contribuir para evitar prevenir a metástase da barbárie no todo da sociedade. Porém, o conhecimento científico, a idéia de progresso, e a razão prática, não garantem evitar que a civilização se sustente. Adorno (1995a), por sua vez, é enfático quando observa que a “questão mais urgente da educação contemporânea é a desbarbarização” da humanidade (...); a desbarbarização da humanidade é a precondição imediata da sua sobrevivência” (1995b: 101-103).
Se para Marx “a história da humanidade é a história da luta de classes”, para J.-F. Mattei (2000) “a história da humanidade é a história da barbárie” [15], ou a tentativa de se evoluir minimamente dela. A educação, o ensino e as artes constituem quase que exclusivamente formas de evolução da barbárie.
A barbárie prova a cada dia ser constitutiva da humanidade. “Um animal ou um Deus não pode cair em barbárie, pois o animal, puro instinto, ou o deus, pura razão, para empregar a linguagem de Pascal, estão abaixo ou acima do humano” (Mattei, 2002 : 58). Só o homem pode cometer atos de barbárie, porque como é fruto da cisão entre razão e pulsão-instinto, do entendimento e da paixão, a pulsão não educada ou não civilizada suficientemente, pode levar um sujeito ou grupo humano aos desatinos sem volta.
O grande perigo da barbárie hoje é ter pretensões apocalípticas de destruição da humanidade e do próprio planeta. Entretanto, há otimistas – que bom que eles ainda existem - que entendem que nossa dimensão demasiadamente humana pode ser educada e transformada em desejo canalizado em prol da cultura, da linguagem dialógica e da construção de uma verdadeira civilização dotada sobretudo de  sabedoria.

[1] O autor do poema está preso nos EUA, por assassinar um mendigo. Citado por Alba Zaluar, Folha S.Paulo-Cad. Mais, 29/08/2004.
[2] ABBAGNANO, N. Dicionário de Filosofia. Nova Fronteira, 2000, p. 104-5.
[3] DUROZOI, G. & ROUSSEL, A. Dic. De filosofia, Papirus, 1993.
[4] Sontag, 2003, p. 13.
[5] Usualmente são empregados: “massacre do Carandiru”, “massacre dos moradores de rua”  e “chacina de Vigário Geral”,  “chacina da Candelária” ...
[6] Segundo o dicionário, ‘hediondo’é: sórdido, repelente, repulsivo,  horrendo, pavoroso, sinistro, medonho, imundo, etc. (Dic. Aurélio). 
[7] SILVA, P. Dic. Jurídico, 2003, p. 656.
[8] Conferir a interessante análise de Becker, S., “A criação da representação de coisa 'judeu-objeto'", 1990, pp. 59 e ss.
[9] O Dicionário do Pensamento Social do Séc. XX (1996) acrescenta o genocídio como efeito do poder ‘revolucionário e totalitário, exclusivo de ideologias nacionalistas, fascistas e comunistas. “No pós-guerra, foi pratica dos novos estados, especialmente os estados com governos comunistas ou autoritários”. Diz, ainda, que o genocídio geralmente vem associado com a pilhagem.
[10] Sergio Becker, psicanalista e autor do livro “A fantasia da eleição da eleição divina – Deus e o homem.” (Rio: Ed. C. de Freud, 1999,  a meu pedido, esclarece que “os hebreus realizavam o holocausto de animais (...), eles não imolavam vítimas humanas, o que é impensável. Também esclarece que “o termo holocausto foi cunhado por Eli Viesel, autor sobrevivente do nazismo e vencedor do prêmio Nobel da paz”.  (e-mail recebido em 29/12/2004).
[11] Embora a barbárie e o genocídio sejam acontecimentos realmente trágicos, o sentido aqui deve ser empregado com reservas. É mais correto usar a palavra “trágico” para eventos ou acontecimentos determinados pela fúria da natureza ou determinados pelo acaso. Os terremotos, maremotos, a erupção de vulcões, uma tempestade entre outros fenômenos da natureza geográfica ou climática ou mesmo um acidente de carro, uma trombada de trem, são eventos “trágicos”. Ainda, segundo G. W. Most (2001) deve-se distinguir o "trágico"  da "tragédia";  a primeira palavra refere-se a eventos "trágicos" enquanto que as "tragédias" referem-se a um gênero dramático específico de literatura que floresceu muito raramente na cultura ocidental, sobretudo na Grécia antiga, em Atenas, no séc. V a. C. O "trágico" deve ser entendido  segundo os acontecimentos que fatalizam o cotidiano da vida do ser humano, donde seguem  algumas características: 1) a eventos reais ou situações tristes; 2) envolve separações abruptas e perdas irreparáveis, em que a morte é não natural, isto é, imprevisível, desnecessária e prematura; 3) uma certa crença em um inevitável destino funesto dos acontecimentos e dos personagens. (Cf.: MOST, G. W. “Da tragédia ao trágico”. In: Filosofia e literatura: o trágico na Filosofia Política. V. 3/ 1. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001, p. 20-35).
[12] Lash, C. O mínimo eu – sobrevivência psíquica em tempos difíceis. São Paulo: Brasiliense, 1990 : 100. O grifo é meu.
[13] Transcrevo esse fragmento do sociólogo (marxista?) alemão R. Kurz (2001) sobre o ato “amouco”: “Em 1997, na cidade de West Paducah (Kentucky), um adolescente de 14 anos matou a tiros, após a oração matinal, três colegas de escola, e cinco outros foram feridos. Em 1998, em Jonesboro (Arkansas), um menino de 11 e um de 13 anos abriram fogo contra sua escola, matando quatro meninas e uma professora. No mesmo ano, em Springfield (Oregon), um jovem de 17 anos matou a tiros em uma "high school" dois colegas e feriu 20 outros. Um ano mais tarde, dois jovens de 17 e 18 anos provocaram o célebre banho de sangue de Littleton (Colorado): com armas de fogo e explosivos, eles mataram em sua escola 12 colegas, um professor e, em seguida, a si próprios. Na Europa, esses massacres em escolas foram de início interpretados, ainda no contexto do tradicional antiamericanismo, como conseqüência do culto às armas, do darwinismo social e da escassa educação social nos EUA (...). Na pequena cidade canadense de Taber, apenas uma semana após o caso de Littleton, um adolescente de 14 anos disparou ao seu redor, matando um colega de escola. Outros massacres em escolas foram notificados nos anos 90 na Escócia, no Japão e em vários países africanos. Na Alemanha, em novembro de 1999, um ginasiano de 15 anos matou sua professora, munido de duas facas; em março de 2000, um garoto de 16 anos matou a bala o diretor da escola e depois tentou se suicidar; em fevereiro de 2001, um jovem de 22 anos matou com um revólver o chefe de sua firma e depois o diretor de sua ex-escola para finalmente ele mesmo voar pelos ares detonando um tubo de explosivos. O recente ato amouco de um jovem de 19 anos em Erfurt, que, no fim de abril de 2002, durante o exame de conclusão do secundário, chacinou com uma "pump gun" 16 pessoas (entre elas quase o corpo docente inteiro de sua escola) e que em seguida atirou contra a própria cabeça, foi somente o ápice até agora de toda uma série (...) Um suíço de índole correta, que no fim de 2001 crivou de balas com uma pistola automática meio parlamento cantonal e depois se matou, chegou à triste celebridade mundial tanto quanto aquele universitário francês, graduado e desempregado, que poucos meses depois abriu fogo com duas pistolas contra a Câmara Municipal da cidade-satélite parisiense de Nanterre, matando oito políticos locais(...). [Enfim,] a bárbara "cultura do ato amouco" tornou-se há tempos, em muitos países, um acontecimento midiático periódico”.
Para Kurz tanto o ato amouco como o ato terrorista parecem irracionais-loucos, impulsivos. Mas, na verdade, os sujeitos que cometem essa barbárie fazem uso da razão para planejar o crime em grades proporções como se fosse um espetáculo; eles eram cidadãos normais, vivendo o cotidiano como qualquer um, até cometerem o ato de barbárie. Podemos suspeitar que ambos são efeitos sintomais de uma estrutura social perversa ou patológica.
[14] No Julgamento de Nuremberg, ao ser mostrado um filme com cadáveres empilhados aos montes, muitos em estado de decomposição, e  sobreviventes esqueléticos que mal podiam ficar em pé, o alto escalão nazista demonstrou incapacidade de sentir culpa, nem responsabilidade pelo genocídio, mas com tiradas cínicas tentavam buscar forjar argumentos como o de que eles nada sabiam sobre as barbaridades que ocorriam nos campos de concentração porque os que pertenciam ao alto escalão não estavam necessariamente a par com o que acontecia nos escalões inferiores. O efeito produzido por esses filmes nos acusados foi cuidadosamente observado pelo psicólogo Gilbert. Alguns, como Funk e Frank, choraram; outros como Speer e Fritzsche, ficaram prestes a chorar; Ribbentrop, Neurath, Schacht e von Papen recusavam-se a olhar; outros como Seyss-Inquart, e Streicher, assistiram, estoicamente. Hess murmurou:  “Não acredito nisso”. H. Goering, considerado o segundo depois de Hitler, assistiu o que chamou de “filme horrível” atribuiu o filme que mostrava as atrocidades como praticadas pelos russos e jamais pelos alemães. Ainda, embora tenha sido a inteligência que fosse o fundador dos campos de concentração a fim de eliminar a oposição, em sua defesa, Goering admitiu que não tinha conhecimento de tais coisas, portanto, não era o responsável direto pelo genocídio. Parece que somente Speer admitiu responsabilidade.

[15] “A história da humanidade é uma história de horror”, também é dito por Rémy, personagem central do filme canadense “As invasões bárbaras” de Denys Arcand (2003).

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

A Cidade Mais Antiga das Americas - Caral



Em 2001, a cidade mais antiga da América do Sul foi oficialmente reconhecida. Datando de 2.600 anos antes de Cristo. Misteriosa, o que mais intriga é que a cidade de Caral tem pirâmides, contemporâneas das Pirâmides do Egito. Há 22 km de Puerto Supe, ao longo da costa deserta, 120 km da capital do Peru, arqueólogos provaram que mesmo em tempos modernos, grandes descobertas ainda podem ser feitas.

A Antiga Pirâmide de Caral é anterior à civilização Inca perto de 4.000 anos e foi construída um século antes da pirâmide de Gizé. É a mais importante descoberta arqueológica desde a descoberta de Machu Picchu, em 1911. Descobertas em 1905, as ruínas foram rapidamente esquecidas posto que não estavam supridas de ouro e cerâmicas.

Ruth Shady tem escavado em Caral desde de 1994. Ela é um membro do Museu Arqueológico da Universidade Nacional de São Marcos, em Lima. Desde de 1996, ela tem cooperado com Jonathan Hass,do American Field Museum. Ela notou que certas "formações" eram "pirâmides"; antes, eram consideradas como morros naturais. Sua pesquisa anunciou a datação do carbono quatorze do lugar, na revista Science em 27 de abril de 2001.

Caral é importante habitat de plantas domésticas, como algodão, feijão, abóbora e goiaba. A ausência de recursos cerâmicos faz com que essas comidas não sejam cozinhadas ― entretanto, podem ser assadas. O Centro se entende por 150 acres e contém seis pedras plataformas tumulares - pirâmides. O morro maior mede de 154 por 138 metros, embora somente 20 metros aflorem à superfície, duas praças, ainda soterradas são a base do túmulo e uma grande praça conecta todos os túmulos.

"grande pirâmide do Peru" foi geminada com uma escadaria que dá para um átrio, como plataforma, culminando numa residência com aposentos e uma pira cerimonial. Todas as pirâmides foram construídas em uma ou duas fases, o que significa que os monumentos foram planejados. O desenho da praça central é similar às estruturas encontradas nos Andes um milênio depois. Caral é, portanto, berço de nações posteriores.

Ao redor das pirâmides existem muitas estruturas residenciais. Em uma das casas foi encontrado um corpo que estava sepultado na parede; foi morte natural. Não há evidência de sacrifício humano. No meio dos artefatos foram encontradas trinta e duas flautas feitas de ossos de pelicano e de outros de animais, com entalhes representando figuras de pássaros e macacos. Isso mostra que, embora fixados ao longo da costa, os habitantes de Caral estavam familiarizados com animais da Amazônia.

Como a cultura começou? Antes de Caral, não existe nenhuma evidência exceto a existência de numerosas pequenas vilas. Sugere-se que elas se reuniram em 2.700 antes de Cristo, desenvolveram o cultivo agrícola e técnicas de pescaria. A invenção das redes de pesca de algodão facilitou a indústria . O excesso de comida resultou em comércio com um centro religioso.
Desassociado do modelo econômico de permuta, o novo modelo fez de Caral um pólo atrativo de pessoas em busca de oportunidades gerando uma mão de obra excedente. Ao que parece essa mão deobra foi utilizada na obra religiosa: a construção de pirâmides. A descoberta de Caral suscita um enigma histórico: ao mesmo tempo, em dois diferentes continentes, aconteceu o "descobrimento da agricultura" e o incremento de atividade ligada à arquitetura e engenharia e, em ambos os casos, com a edificação de pirâmides.

Este tipo de "templo""a pirâmide", encontra-se no Peru, Suméria, Egito, China etc., em todo terceiro milênio antes de Cristo. Coincidência, ou evidência de desígnio global? Pesquisas alternativas reabriram o debate, mas os arqueólogos não estão prontos para esclarecer isso. Caral é uma verdade difícil de explicar. É muito antiga. A data de 2.627 antes de cristo sem dúvida é baseada no exame de sacos de fibras trançadas encontrados no Sítio. Estes sacos eram usados para carregar as pedras que seriam utilizadas na construção das pirâmides.

O material é excelente candidato para datação através de carbono quatorze, que permite uma alta precisão. A cidade tinha uma população de aproximadamente de 3.000 pessoas. Mas havia dezessete outros sítios, permitindo, possivelmente, um total de 20.000 pessoas no vale Supe. Todos esses lugares no Vale Supe eram divididos similarmente como Caral. Eles tinham uma pequena plataforma ou círculos de pedra. Haas acredita que Caral era o centro da civilização, parte de um enorme complexo, com comunidades litorâneas e terras distantes da costa ― como a Amazônia, considerando as pinturas e entalhes encontrados.

Por uma razão desconhecida, Caral foi abandonada rapidamente depois de um período de 500 anos (2100 AC). Segundo a teoria mais aceita a população migrou devido a uma seca. Os habitantes foram forçados procurar terras férteis. As condições ásperas de vida não desapareceram: de acordo com World Monumento Fund. (WMF), Caral é um dos 100 lugares [sítios arqueológicos] em perigo do mundo, em risco de desaparecer ou ser completamente vandalizado.

A tarefa é muito mais complicada devido aos ladrões que rondam a área à procura de tesouros arqueológicos. Embora o governo peruano tenha dado meio milhão de dólares em ajuda, Shady argumenta que a ajuda não é suficiente ― e o WMF sempre argumenta que o descaso do governo Peruano é a razão para a decadência do lugar. Doações privadas pararam de ajudar, como as da Companhia Telefônica do Peru. Mas Shady acredita que recursos de preservação venham com o turismo. Com o avanço das escavações e a restauração, Caral pode fazer da rota turística sul-americana, tal como as linhas de Nazca e a famosa Machu Picchu.


Fonte:
http://historiamaucontada.blogspot.com/2008/04/cidade-mais-antiga-das-americas-caral.html

Qual o destino dos Apóstolos - Bíblia




Todos os apóstolos que andavam com Jesus morreram como mártires, com exceção de dois: Judas Iscariotes, que traiu Jesus e acabou se enforcando, e João, que após ser exilado na ilha de Patmos, obteve a liberdade e morreu de morte natural.

PAULO, que não era apóstolo oficialmente, foi considerado apóstolo dos gentios por causa da sua grande obra missionária nos países gentílicos. Foi decapitado em Roma por ordem de Nero.

MATIAS, que ficou no lugar de Judas Iscariotes, foi martirizado na Etiópia.

SIMÃO, o zelote, foi crucificado.

JUDAS TADEU morreu como mártir pregando o evangelho na Síria e na Pérsia.

TIAGO (o mais jovem), pregou na Palestina e no Egito, sendo ali crucificado.

MATEUS morreu como mártir na Etiópia.

TOMÉ pregou na Pérsia e na Índia, sendo martirizado perto de Madras no monte de São Tomé.

BARTOLOMEU serviu como missionário na Armênia, sendo golpeado até a morte.

FILIPE pregou na Frígia e morreu como mártir em Hierápolis.

ANDRÉ pregou na Grécia e Ásia Menor. Foi crucificado.

TIAGO (o mais velho) pregou em Jerusalém e na Judéia. Foi decapitado por Herodes.

SIMÃO PEDRO pregou entre os judeus chegando até a Babilônia, esteve em Roma, onde foi crucificado com a cabeça para baixo.

Calvário Calvário ou Gólgota. Ambas as palavras, a primeira derivada do latim e a segunda do aramaico, significam "a caveira" ou "o lugar da caveira", e fazem referência ao lugar onde Cristo foi crucificado (Mt 27:33, Lc 23:33). Se o chamaram "o lugar da caveira" por ser um local de execução (um lugar onde havia caveiras) ou porque o lugar parecia com uma caveira, não se sabe ainda hoje.

A localização exata do calvário é atualmente desconhecida devido ao fato de Tito ter destruído Jerusalém no ano 70 D.C. Durante uns 60 anos, a cidade permaneceu em total ruína. Poucos cristãos regressaram para viver ali, e os que o fizeram, certamente eram em menor número do que aqueles que fugiram da cidade e não tiveram condições de reconhecer nenhum lugar em meio à devastação total. Vários lugares têm sido sugeridos como a provável localização da sepultura, mas só dois deles são considerados com seriedade. Um é no interior da igreja do Santo Sepulcro, e outro é o calvário de Gordon, com sua tumba do jardim.


Fonte:
http://curiosidadesbiblias.blogspot.com/2009/06/o-destino-dos-apostolos.html


Indícios de Contatos Extraterrestre na Bíblia




Trechos Bíblicos que podem repassar experiências humanas com OVNIS:

Gênesis 6:1,2
1- E aconteceu que, como os homens começaram a multiplicar-se sobre a face da terra, e lhes nasceram filhas.

2- Viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de tidas as que escolheram.

II Reis 2: 1,11
1- Sucedeu que, quando o senhor estava para elevar a Elias num redemoinho ao céu, Elias partiu de Gigal com Eliseu.

11- E sucedeu que, indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho.

Ezequiel 1:14,15,16,17,18,19,20
14- E os seres viventes corriam, e voltavam, á semelhança de um clarão de relâmpago.

15- E vi os seres viventes; e eis que havia uma roda sobre a terra junto aos seres viventes, uma para cada um dos quatro rostos

16- O aspecto das rodas, e a obra delas, era como a cor de berilo; e as quatro tinham uma mesma semelhança; e o seu aspecto, e a sua obra, era como se estivera uma roda no meio de outra roda.

17- Andando elas, andavam pelos seus quatro lados; não se viravam quando andavam.

18- E os seus aros eram tão altos, que faziam medo; e estas quatro tinham as suas cambotas cheias de olhos ao redor.

19- E, andando os seres viventes, andavam as rodas ao lado deles; e, elevando-se os seres viventes da terra, elevam-se também as rodas.

20- Para onde o espírito queria ir, eles iam; para onde o espírito tinha de ir; e as rodas se elevavam defronte deles, porque o espírito do ser vivente estava nas rodas.


Fonte:
http://www.ets-e-ovnis.com/2008/06/ufos-na-bblia.html


Curiosidades Gerais sobre a Bíblia:






- "BÍBLIA" vem do grego "Biblion" (que significa "livro"). O plural de "biblion" é BÍBLIA (que significa simplesmente "LIVROS).

- O Autor da Bíblia é Deus.

- O Intérprete da Bíblia é o Espírito Santo.

- O assunto central da Bíblia é Jesus Cristo.

- A Bíblia é o livro mais editado e vendido do mundo.

- A Bíblia é o livro mais lido do mundo.

- Número Total de livros da Bíblia: 66 livros.

- 39 no Antigo Testamento, 27 no Novo Testamento.

- 66, 39 e 27 são todos múltiplos de 3, o número da perfeição.

- Os 39 livros que compõem o Antigo Testamento (sem a inclusão dos apócrifos) estavam compilados desde cerca de 400 a.C., sendo aceitos pelo cânon Judaico, e também pelos Protestantes, Católicos Ortodoxos, Igreja Católica Russa, e parte da Igreja Católica tradicional.

- O Velho Testamento é cerca de três vezes e meia maior do que o Novo Testamento

- Os livros de história cobrem metade do Velho Testamento

- Os livros de poesia cobrem um quinto do Velho Testamento

- Os Evangelhos ocupam quase a metade do Novo Testamento.

- O Pentateuco (os primeiros cinco livros escritos por Moisés) é quase do tamanho do Novo Testamento

- O Antigo Testamento foi escrito em hebraico, com exceção de algumas passagens em Esdras, Jeremias e Daniel que foram escritas em aramaico.

- O Novo Testamento foi originalmente escrito em Grego.

- Existem, aproximadamente 2.800 línguas e 3.000 dialetos, mas a Bíblia já foi vertida, em parte, em 1.500 línguas e dialetos. A Bíblia inteira só está traduzida em cerca de 330 línguas.

- Inicialmente, os escritos da Bíblia não eram divididos em capítulos e versículos; a divisão em capítulos só veio a acontecer no ano 1250 d.C., pelo Cardeal Hugo de Sancto Caro, monge dominicano, que dele se serviu para a sua concordância com a Vulgata. Alguns pesquisadores atribuem essa divisão também a Stephen Langton, falecido em 1228. No ano de 1551, Robert Stephen fez a divisão em versículos, publicando a primeira Bíblia, assim dividida em 1555, a Vulgata.

- Em 1525, Jacob Bem Haim, na Bíblia Bomberg, em Veneza, tambémhavia dividido o Antigo Testamento em versículos.

- Nenhum dos livros da Bíblia recebeu qualquer título na época em foram escritos. Os títulos dos livros vieram muitos anos depois que os livros já estavam circulando.

- A palavra Bíblia vem do grego, através do latim, e significa: livros.

- A Bíblia já foi traduzida por mais de 1500 línguas e dialetos.

- A primeira Bíblia em português foi impressa em 1748. A tradução foi feita a partir da Vulgata Latina e iniciou-se com D. Diniz (1279-1325).

- No ano de 1250 o cardeal Caro dividiu a Bíblia em capítulos, que foram divididos em versículos no ano de 1550, por Robert Stevens.

- A Bíblia inteira foi escrita num período que abrange mais de 1600 anos.

- É uma obra de cerca de 40 autores, das mais variadas profissões: de humildes agricultores, pescadores até renomados reis.

- O Livro mais antigo da Bíblia pode não ser o Gênesis, mas o livro de Jó. Se é o mais antigo, pode ser que tenha sido escrito por Moisés, quando esteve no deserto, portanto décadas antes do Pentateuco.

- O Codex Vaticanus é provavelmente o mais antigo exemplar da Bíblia em forma completa.

- A primeira tradução completa da Bíblia para o inglês foi feita por Wycliffe, em 1380.

- Martinho Lutero foi o primeiro tradutor da Bíblia para a língua do povo alemão.

- Na biblioteca da Universidade de Gottingen, Alemanha, existe uma Bíblia que foi escrita em 470 folhas de palmeira.

- O primeiro Salmo encontra-se em II Samuel 1:19-27, um lamento de Davi em memória de Saul e seu filho Jônatas.

- O Antigo Testamento termina com uma maldição, e o Novo Testamento termina com uma benção.

- O último livro da Bíblia a ser escrito foi III São João.

- Há 3573 promessas na Bíblia.

- Dos quatro evangelistas só dois andaram com Jesus; Marcos e Lucas não foram seus discípulos.

- Todos os versos do Salmo 136 terminam com o mesmo estribilho: "Porque a Sua misericórdia dura para sempre."

- O profeta que veio depois de Malaquias foi João Batista.

- Judas foi o único dos doze apóstolos que não era Galileu.

- João era o discípulo mais jovem dos doze.

- Quem foram os únicos homens que jejuaram 40 dias e 40 noites? Jesus (Mateus 4), Elias (I Reis 19:8) e Moisés (Deuteronômio 9:9).

- Os versículos 8, 15, 21 e 31 do Salmo 107 são iguais.

- O Salmo 119 é o mais longo da Bíblia, é um acróstico. Os 176 versículos acham-se divididos em 22 seções de oito versos cada uma, correspondendo a cada uma das letras do alfabeto hebraico.

- Matusalém, o homem mais velho da Bíblia, morreu antes de seu pai, Enoque, que ascendeu ao Céu.

- Ló era o pai de Moabe e Bem-ami, e também o avô dos dois porque "as duas filhas de Ló conceberam do próprio pai". Gênesis. 19:36-38.

- 42 mil pessoas perderam a sua vida por não saberem pronunciar a palavra Shiboleth. Juízes 12:5-6.

- Adão não teve sogra.

- Elias teve o privilégio de comer uma refeição preparada por um anjo. I Reis 19.

- Existem muitos dados curiosos relativos às estatísticas bíblicas. Um dos números que mais aparece na Bíblia é o 7. Entre os Hebreus este número era considerado sagrado e símbolo da perfeição.

- Noé tinha 600 anos quando terminou a arca.

- A operação matemática mais rendosa foi efetuada por Jesus quando multiplicou 5 pães e 2 peixes para alimentar a mais de cinco mil pessoas e ainda sobraram 12 cestos cheios.

- Judas vendeu a Jesus por 30 moedas de prata, equivalentes a uns 20 dólares.

- Calcula-se que o presente que Naamã ofereceu a Eliseu, do qual Geazi finalmente se apropriou, equivalia a uns 48.000 dólares.

- Tiago, filho de Zebedeu, foi o primeiro dos apóstolos a morrer por sua fé. Foi decapitado a espada por ordem do rei Herodes Agripa I, por volta do ano 44 de nossa era.

- Paulo, o grande apóstolo dos gentios, segundo a tradição cristão, foi decapitado em Roma por ordem do tirano Nero.

- Em I Samuel 17:18, o queijo é mencionado pela primeira vez na Bíblia.

- Em Juízes 14:18 encontramos um dos exemplos mais antigos de enigma.

- Dois reis dos Amorreus foram postos em fuga por vespões. Josué 24:12.

- Número de vezes que aparece a palavra:

- Deus: 4.336
- Revisada (AMTGH)

- Senhor: 7.607
- Rev. (AMTGH)

- Lúcifer: 0 (nenhuma)

- Satanás: 54
- Revisada

- Fé: no AT da versão revisada
- 5, na revisada (de AMTGH)
- 2


- Há 8.000 vezes a palavra "Senhor".

- A volta de Jesus é citada 1845 vezes.

- Os escritos antigos não tinham pontuação, parágrafos, capítulos, versículos, divisões, títulos. Eram escritos mais ou menos assim:
portantoidefazeidiscipulosdetodasasnacoesbatizandoosemnomedopaiedofilhoedoespiritosanto

É claro que em Hebraico, Aramaico e Grego. Escreviam assim porque o material de escrita era excessivamente caro e raro. Sem espaços, letras maiúsculas ou minúsculas, pontuações ou parágrafos, economizavam mais espaço. Mas isto podia gerar erros de cópia e erros de tradução.

- A frase: “Não temais” aparece na Bíblia 366 vezes. Uma para cada dia do ano e uma sobra para o ano bissexto.

- A primeira citação da redondeza da terra, foi feita por Galileu [1564-1642]. Todavia bastava os descobridores conhecerem a Bíblia. Isaías 40:22.

- A arca de Noé media 134 m de comprimento, 23 m de largura e 14 m de altura. Sua área total nos três pisos era de 9.250 m2 e um volume total de 43.150 m3 aproximadamente: o que a torna próxima das embarcações atuais. Gênesis 6:15-16.

- Noé passou na arca com sua família e com os animais 375 dias. Gênesis 7:11. 8:13-19.

- O movimento ecológico, começou por um alerta de Deus. Êxodo 23:28-29.

- Davi além de poeta, músico e cantor foi inventor de diversos instrumentos musicais. Amós 6:5.

- Davi foi ungido 3 vezes, obtendo uma gloriosa confirmação divina e humana. I Samuel 16:1-13. II Samuel 2:4. I Crônicas 11:1-3.

- Salomão não era o único sábio, haviam mais 4 sábios. I Reis 4:29-31.

- O Antigo Testamento apresenta 332 profecias literalmente cumpridas em Cristo.

- As melhores e “maiores” pregações de Jesus foram feitas por ele assentado. Mateus 5:1-2. Lucas 4:20-21. Lucas 5:3.

- O nome “cristão” só aparece três vezes na Bíblia. Atos 11:26. Atos 26:28. I Pedro 4:16.

- Paulo pregou o sermão mais longo descrito na Bíblia
- até o romper da alva. Atos 20:7-11.

- A idéia organizacional é bíblica e foi implantada por Moisés no deserto sob a orientação de um sacerdote. Êxodo 18:13-26.

- O trânsito pesado e veloz, os cruzamentos, aparecem descritos exatamente como hoje. Naum 2:4.

- A questão salarial e a responsabilidade trabalhista, são uma preocupação divina há tempos. Tiago 5:4.

- A mensagem através de “out-door” é uma citação bíblica detalhada. Habacuque 2:2.

- O nome mais comprido e estranho de toda a Bíblia é: Maersalalhasbaz
- filho de Isaías. Isaías 8:3-4.

- Qual a primeira árvore que aparece na Bíblia? Figueira. Gn 3:7

- Em qual livro está escrito que Paulo tinha uma irmã? Em Atos. At 23:16

- Em que livro cita que Paulo não era casado? Em I Coríntios 7:8 (era viúvo ou solteiro)
- mais provavelmente viúvo, porque ele pertencia ao Sinédrio (Supremo Tribunal dos Judeus) Atos 26:10. E ao Sinédrio só era permitido ser membro quem fosse casado.

- Em qual lugar da Bíblia é citado Satanás pela primeira vez? Em I Crônicas 21:1. Ou Jó 1, se este foi o primeiro livro a ser escrito (anterior até a Gênesis, segundo alguns autores).

- Qual o capítulo que está na metade do N.T.? O capítulo 8 de Romanos.

- Qual o capítulo onde todos os versículos terminam com a mesma palavra? Salmo 136.

- Pedro era casado. Como sabemos disto? Porque Jesus curou a febre de sua Sogra. Mt 8:14-15.

- Dos 4 evangelistas, quais não eram discípulos de Jesus? Marcos e Lucas.

- Qual o único capítulo que termina com 2 pontos (:)? Atos 21.

- Quem aprendeu as Sagradas Escrituras desde a infância? Timóteo. II Tm 3:15.

- Quem disse: “Para mim o viver é Cristo, e o morrer é lucro”? Paulo. Fp 1:21.

- Qual foi um dos frutos que o martírio de Estevão produziu? A conversão de Saulo. At 22:20.

- Quem nos ensina que devemos cumprir tudo o que prometemos a Deus? Salomão. Ec 5:4.

- O que devemos dizer quando fazemos planos? Se o Senhor quiser faremos isto ou aquilo. Tg 4:15.

- O que acontece a quem encobre seus pecados? Não Prosperará. Provérbios 28:13.

- O que o crente não pode perder? O primeiro amor ao Senhor. Ap 2:4.

- O que Paulo nos diz sobre o amor ao dinheiro? É a raiz de todos os males. I Tm 6:10.

- O que a Bíblia diz sobre as aflições do justo? Que são muitas, mas o Senhor de todas o livra. Sl 34:19.

- Que escritor bíblico faz referência ao papel e a tinta? João. II João 12.

- Quem disse que nosso trabalho no Senhor não é em vão? Paulo. I Co 15:58.

- A "Epístola da Alegria", a carta de Paulo aos Filipenses, foi escrita na prisão, e as expressões de alegria aparecem 21 vezes na epístola.

- O maior profeta nunca realizou um milagre, mas foi o pregador mais convincente
- João Batista. João 10:41-42.

- A idéia organizacional é bíblica e foi implantada por Moisés no deserto sob a orientação de um sacerdote
- Êxodo 18:13-26.

- O nascimento de uma menina tinha o dobro do "Resguardo" do que um menino
- Levítico 12:2/5.

- 700 homens canhotos atiravam pedras com uma funda e acertavam num fio de cabelo sem errar
- Juízes 20:16.

- A palavra "Hebraico" vem de "Hebrom", região de Canaã que foi habitada pelo patriarca Abraão em sua peregrinação, vindo da terra de Ur.

- Davi, além de poeta, músico e cantor foi o inventor de diversos instrumentos musicais. Amós 6:5.

- O tio e a tia de Jesus se tornaram "crentes" na sua pregação antes de sua crucificação. Lucas 24:13:18, João19:25.

Fonte:
http://www.nbz.com.br/igrejavirtual/biblia/curiosidadesbiblicas.htm