sábado, 9 de abril de 2016



Abril, 
durante o vigésimo quinto 
ano do nosso exílio — o décimo quarto depois de 
Jerusalém ter sido capturada — veio sobre mim a mão
 do Senhor, e numa visão, levou-me até à terra de
 Israel e me deixou sobre uma alta montanha, onde 
pude contemplar aquilo 
que me pareceu ser uma cidade, em frente de mim.
 Ao aproximar-me vi um homem cuja aparência era
 como a do bronze e que estava em pé diante do portão
 do templo, segurando na mão uma fita para medir e 
uma vara, também para fazer medições.

Disse-me assim: “Homem mortal, vê e 
escuta bem tudo o que mostrar e grava-o no teu 
coração; foste trazido até aqui para que te 
possa mostrar muitas coisas; depois, regressarás
 ao povo de Israel e contar-lhe-ás tudo o 
que observaste.”

A porta oriental para o átrio exterior

5/6 O homem começou então a medir a parede
 limitando a área exterior ao templo com a sua
 vara de medição, que tinha 3,5 metros de 
comprimento. Disse-me: “Esta parede tem 3,5 
metros, tanto de altura como de largura”.
 Depois, levou-me até à passagem que dá para o
 muro de leste. Subimos sete degraus até ao átrio 
de entrada: tinha 3,5 metros de largo.
7/12 Indo através da passagem referida, vi que
 havia três compartimentos para guardas de
 cada lado, cada um deles era quadrado, com 3,5 
metros de lado, e estavam separados 3 
metros uns dos outros. Diante destes compartimentos
 havia um umbral de 45 centímetros
 de altura e 45 centímetros de largura. Do outro lado
 dos compartimentos havia um vestíbulo 
de 3,5 metros dando para um átrio com 4,5 metros,
 e colunas de um metro. Do outro lado do 
átrio, na outra extremidade da passagem, havia
um vestíbulo de 7 metros e meio de largura e
 5 metros e 75 centímetros de comprimento.
13/16 Depois mediu toda a largura exterior da 
porta, desde o telhado duma câmara até ao telhado
 da outra: 14,5 metros; fez a estimativa dos pilares 
de cada lado dos pórticos: mais ou menos 
10 metros de altura. Todo o comprimento da
 passagem de entrada era de 29 metros, de uma 
à outra extremidade. Havia também janelas, que 
estreitavam para o interior, através das paredes,
 de ambos os lados da passagem e nas paredes 
das câmaras. Havia também janelas à
 saída e à entrada dos vestíbulos. Os pilares eram
 decorados com palmeiras.

O átrio exterior

17/19 Depois levou-me ao átrio exterior. Havia 
um pavimento de pedra em toda a volta, 
da parte de dentro das paredes; e viam-se trinta
 quartos construídos contra as paredes, e 
dando para este pavimento. A isto chamava-o o 
pavimento inferior. A distância das 
paredes até ao pavimento era a mesma da 
extensão da passagem da entrada. Mediu 
a parede do outro lado do átrio exterior do templo
 e achou a medida de 58 metros.

A porta do norte

20/23 De seguida, deixou a passagem oriental e
 dirigiu-se para a que passa pela 
parede do norte, medindo-a. Aqui também havia 
três câmaras de guarda de cada lado, 
e todas as medidas foram as mesmas da passagem
 anterior — 29 metros de
 comprimento e 14,5 metros, de lado a lado. Havia 
janelas, um átrio de entrada e 
decorações com palmeiras, tal como do lado oriental.
 Sete degraus conduziam ao vestíbulo 
interior. Aqui, na entrada do norte, tal como na do
 leste, se alguém entrasse através
 da passagem para o átrio e o atravessasse, vinha 
a encontrar-se com um muro interior
 no qual havia um corredor que dava para outro 
átrio interior. A distância entre as duas
 passagens era de 58 metros.

O portão do sul

24/27 Depois levou-me de volta para o portão do sul, 
mediu as várias secções das suas
 passagens, verificando que eram as mesmas 
medidas das anteriores. Tinha também
 janelas nas paredes, tal como as outras e um átrio
 de entrada. E também à semelhança
 das outras, tinha 29 metros de comprimento e 
14,5 de largura. Havia igualmente uma 
escada de sete degraus que levava até lá; viam-se
 semelhantes decorações com palmeiras,
 nas paredes. Aqui também, quem caminhasse pela
 passagem para o átrio chegava
 a um muro interior no qual encontrava uma 
abertura por onde se ia ter a um átrio interior.
 A distância entre as duas passagens era pois de 
58 metros.

As portas para o átrio interior

28/31 Levou-me então ao átrio interior pela porta 
do sul, e achou as mesmas medidas 
que anteriormente. As suas câmaras, pilares e 
vestíbulos eram idênticos aos outros. 
Tinham também janelas em volta. E mediam igualmente
 29 metros por 14,5 de largo.
 A única diferença era que havia aqui oito degraus em
 vez dos sete das outras.
 Também se encontravam aqui as decorações com 
palmeiras nos pilares.
32/34 Depois levou-me ao átrio interior pelo caminho
 do oriente fazendo as mesmas medidas,
 e encontrando os mesmos resultados. As câmaras,
 os pilares, os vestíbulos eram do
 mesmo tamanho. Viam-se as mesmas janelas nas 
paredes. Media 29 metros de
 comprido e 14,5 de largo. Os seus vestíbulos
 estavam defronte do átrio exterior; havia 
decorações de palmeiras nas colunas; mas 
contavam-se oito e não sete degraus como
 antes, para chegar até à entrada.
35/37 Guiou-me à porta do norte e fez as mesmas 
medições: As câmaras, os pilares e 
os vestíbulos eram semelhantes às outras; tinha 29 
metros de comprimento e 14,5 de
 largura. O vestíbulo estava em frente do átrio 
exterior e tinha pinturas de palmeiras 
nas paredes de cada lado da passagem de acesso.
Havia também oito degraus aqui para 
chegar até à entrada.

O espaço para preparação dos sacrifícios

38/43 Uma porta neste vestíbulo dava acesso a um 
espaço onde a carne para os sacrifícios
 era levada antes de ser transportada para o altar; 
havia de cada lado da passagem de
 acesso duas mesas onde os animais eram degolados 
para serem apresentados em 
holocausto, como oferta pelo pecado e como oferta
 pelas culpas, no templo. Fora do átrio de 
entrada, de cada lado das escadas de acesso à entrada
 do norte, havia mais duas mesas 
ainda. Assim, ao todo, viam-se oito mesas, quatro do
 lado de fora e quatro no interior,
onde os sacrifícios eram preparados. Havia também 
quatro mesas de pedra onde se 
encontravam os instrumentos necessários para aquele
 serviço de preparação dos animais. 
Estas mesas tinham cerca de 80 centímetros de lado; 
eram quadradas; mediam 53 
centímetros de altura. Viam-se ganchos de uns 10 
centímetros de comprimento presos às
 paredes do átrio de entrada e nas mesas onde a carne
 devia ser posta.

Câmaras para os sacerdotes

44 No átrio interior havia duas câmaras, uma junto à 
entrada do norte, virada para o sul e 
outra junto à entrada do sul, virada para o norte.
45/46 Disse-me depois: “A câmara junto à entrada
 do norte é para os sacerdotes que
 têm a responsabilidade de guardarem o templo. A outra 
junto à entrada do sul é para os 
sacerdotes que se ocupam do altar — os descendentes 
de Zadoque — porque só eles, de
 entre todos os levitas, podem chegar-se ao Senhor
 para o servir.”
47 Depois mediu o átrio interior: era quadrado, com 58 
metros de largura; havia um altar no 
pátio, diante do templo.

O templo

48/49 Levou-me ao vestíbulo do templo. Subia-se até 
lá por dez degraus. As suas paredes 
formavam pilares, dois de cada lado, com 3 metros 
de espessura, cada um. A entrada tinha 
8 metros de largura, e as suas paredes eram de 1,75 
metros. Assim, o átrio de entrada tinha 
11,5 metros de largo e 6,5 metros de comprido.
41 1/2 Seguidamente levou-me à nave do templo, a
 parte mais espaçosa do templo e 
mediu os seus pilares. Eram quadrados, com 3,5
 metros de lado. A largura da entrada
 era de 5,75 metros; e tinha 3 metros de fundo. A nave 
só por si tinha 23 metros de 
comprimento e 11,5 metros de largura.
3/4 Depois entrou no compartimento ao fundo da 
nave e mediu as colunas de entrada, 
que eram de um metro de espessura. A largura da
 entrada desse quarto era de 3,5 metros 
com um vestíbulo de 4 metros de fundo, por detrás. 
Esse compartimento era quadrado 
e tinha 11,5 metros de lado. “Este”, disse-me ele, “é 
o lugar santíssimo”.
5/7 Mediu a parede do templo e constatou que era da
 espessura de 3,5 metros com uma
 série de câmaras laterais em toda a volta. Cada uma 
dessas câmaras tinha 2,25 metros 
de largura. Estas câmaras estavam construídas em
 três fileiras que se sobrepunham; 
cada fileira tinha trinta câmaras. Toda a estrutura estava 
suportada por vigas e não estavam 
presas à parede do templo. Cada fileira era mais largo do
 que a que estava por baixo
 correspondendo à estrutura do templo, em altura.
 Havia uma escada de acesso, de andar 
para andar.
8/9 Notei que o templo estava construído sobre uma
 plataforma e que a última fila de 
câmaras se sobrepunha, em 3,5 metros sobre essa 
plataforma. A parede exterior dessas 
câmaras tinha 3 metros de espessura; e ficou um espaço 
vazio, das câmaras laterais, que
 estava junto ao templo.
10/11 Onze metros e meio afastada da plataforma,
 de ambos os lados do templo, havia 
uma fila de câmaras, em baixo, no pátio interior. Duas
 portas abriam-se, da fileira de
 câmaras sobre a plataforma, que tinha 3 metros de
 largura; uma delas virada para o norte
 e a outra para o sul.
12/16 Havia um grande edifício que se erguia a ocidente,
 diante do átrio do templo, e que
 media 40,75 metros de largura, por 52,5 metros de 
comprimento. As paredes tinham três 
metros de espessura. Então mediu o templo e
 também os espaços de separação em volta
. Era uma área de cinquenta e oito metros quadrados. 
O pátio interior, a oriente do templo,
 tinha também 58 metros de largo, e igual a este 
era também o edifício a ocidente do 
templo, incluindo as suas duas paredes.
A nave do templo, o lugar santíssimo e o átrio de entrada 
estavam cobertos de
 madeira; e estes três lugares tinham igualmente janelas
 recuadas. Quanto às
 paredes interiores do templo, eram da mesma foram
 revestidas de madeira tanto na 
parte de cima como na parte de debaixo das janelas. 
17/20 O espaço acima da parte
 que conduzia até ao lugar santíssimo também estava 
revestido de madeira. As
 paredes eram decoradas com incrustações representando 
querubins, cada um deles
 com dois rostos e intercalados alternadamente com 
palmeiras. Um dos rostos — como
 um rosto humano — olhava para a palmeira que estava 
de um lado; o outro — como rosto 
de um leão — estava virado para o lado da outra palmeira. 
E era assim em toda a volta da 
parede interior do templo.
21 Havia ombreiras em todas as portas da nave do 
templo, e em frente do lugar 
santíssimo encontrava-se algo que tinha a aparência de
 um altar, mas que era feito
 de madeira. 22 Este altar era quadrado, com um metro 
de lado e 1,75 metros de altura; 
os seus cantos, a sua base e os lados eram de madeira. 
“Isto”, disse-me ele, “é a mesa 
do Senhor”.
23/26 Tanto a nave do templo como o lugar santíssimo 
tinham duplas portas, cada uma
 com dois batentes volantes. As portas que conduziam à 
nave do templo tinham querubins
 como decoração, além das palmeiras, tal como as paredes. 
Uma trave grossa estava 
atravessada por cima do vestíbulo de entrada. Havia
 janelas recuadas e palmeiras
 trabalhadas na madeira, de ambos os lados do átrio de 
entrada, e também nos
 vestíbulos laterais do templo e nas grossas traves da
 entrada.

sexta-feira, 8 de abril de 2016




No interior do território brasileiro o Centro Oeste e o Planalto
 Central estão
 predestinados ao surgimento da Sétima Raça, dali acontecer 
o surgimento
 uma nova civilização – a Raça Dourada.
Nota do Site: Este artigo foi publicado pelos vários e-mails 
enviados 
sobre o assunto, não representa nenhuma afirmação ou ideia 
do 
editor. O que fiz foi comparar as profecias com as cartas de
 Chico 
Xavier aonde psicografado ele deixa uma mensagem não
 muito
 positiva sobre o futuro deste lindo território…

Raça Dourada

Visualizando o mapa do Brasil (abaixo) ele assemelha a um
 triangulo com 
o vértice para baixo. E o Triângulo um polígono que tem três 
ângulos e três
 lados (e, neste caso o isóscele com três lados iguais), por
 detrás desta 
definição aparente simples existe toda uma significação, toda 
uma simbologia,
 que através das idades, dos séculos e das civilizações, o 
Homem nunca 
ignorou e sempre soube respeitar, consciente ou 
inconscientemente.
 O simbolismo do triângulo cruza-se com o do número Três. 
E o Três 
que tem o seu significado mais amplo irradiado da Matemática 
Universal,
 é também universalmente um número fundamental,
 exprimindo uma
 ordem intelectual e espiritual – em Deus, no Cosmos e 
no Homem.

Água e Terra (Femininos, a base do triângulo é em cima e

 o vértice aponta 
para baixo/Matéria)… “E viu-se um grande sinal no céu: uma 
mulher vestida 
do sol… E deu à luz um filho homem que há de reger todas
 as nações com 
vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para 
o seu trono”…
Fogo, Ar (Masculinos, a base do triângulo é embaixo e o
 vértice voltado
 para cima/Espírito)… E do interior do território brasileiro…
 Deu a luz um 
filho homem…
No interior do Brasil e dentro de uma região delineada por 
um triangulo 
(isóscele) um novo tempo já começa se tornar realidade. 
Ali a semente
 para germinar uma nova civilização já foi plantada e já se 
mostra como
 o presente buscando o futuro – a Era de Ouro. Esta realidade 
já se mostra
 presente pelo o que é ainda inexplicável pela ciência oficial 
na forma
 de várias entradas (físicas) para os mundos interiores na
 região da 
Chapada dos Guimarães, Serra do Roncador e principalmente,
 na Barra 
das Garças (MT); pelo nascimento da cidade de Brasília (GO)
 como o 
coração e o centro do poder (temporal), que ainda está
 aprendendo como 
se deve conduzir em sintonia com este novo
 tempo; pelo o que já está sendo construído em parceria com 
as realidades 
paralelas na Cidade de Ziguratz, com o seu grande vórtice – 
“portal”, no 
Município de Corguinho (MS); pelas vibrações em frequências 
mais sutilizadas
 que estão reforçando a construção de um futuro espiritual e
vibracional para 
a humanidade e que estão sendo irradiadas das cidades de 
Pouso Alto, 
Itanhandu, Carmo de Minas, Maria da Fé, São Tomé das
 Letras, 
Conceição do Rio Verde, Aiuruoca – e, de São Lourenço
(MG).

O território do Brasil se assemelha muito 
a um triângulo com o vértice para baixo
 (feminino), e cortado pelos paralelos
 15º e 20º (marcados em vermelho),
 conforme a visão de Dom Bosco*, 
forma o SÍMBOLO da Terra em alquimia.
Dom Bosco: São João Melchior Bosco, em italiano Giovanni
 Melchior 
Bosco, mais conhecido como “Dom Bosco”, nasceu em 1815,
 na
 Itália, e faleceu em 1888. Ordenado pela Igreja Católica, foi 
canonizado 
em 1934. Em 30 de agosto de 1883, Dom Bosco teve uma 
visão profética 
a respeito de uma cidade que seria construída entre os
 paralelos
 15º e 20º da América do Sul, que muitos entendem como 
sendo Brasília:
“Tra il grado 15º e il 20º grados vi era un seno assai lungo e
 assai largo
 que partiva di un punto che formava un lago. Allora una voce 
disse 
ripetutamente, quando si verrano a scavare le miniere nascoste 
in mezzo
 a questi monti di quel seno apparirà qui la terra promessa 
fluente latte
 e miele, sarà una ricchezza inconcepibilie“. (Memorie 
Biografiche, XVI,
 385-394)
“…entre os paralelos 15º e 20º graus, havia uma enseada 
bastante extensa
 e bastante larga, partindo de um ponto onde se formava 
um lago…”
Nessa terra, conforme a visão de Dom Bosco, surgiria uma 
grande civilização
, na qual jorraria leite e mel. Essas palavras proféticas 
influenciaram a decisão
 final quanto ao local onde seria instalada a nova Capital Federal 
do Brasil.}
A NAÇÃO brasileira (pau brasil=brasa/fogo) é de clima tropical 
(UMA MULHER 
VESTIDA DE SOL), que na sua fronteira ao sul é delimitada
 pela Argentina, 
cujo nome deriva do metal abundante encontrado pelos 
espanhóis durante 
sua colonização que foi a PRATA (Argentum em latim) que
 em esoterismo
 e alquimia é o metal correspondente à LUA (TENDO A LUA
 DEBAIXO DOS 
SEUS PÉS). Os pés tem uma posição ao SUL do corpo humano,
 posição 
geográfica ocupada pela Argentina em relação ao Brasil.
O Brasil divide o espaço e ocupa a maior parte do continente 
sul americano 
com os demais DOZE países da América do Sul a saber: 
Argentina, Uruguai,
 Paraguai, Chile, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia,
 Venezuela, Guiana, Suriname 
e Guiana Francesa, (E UMA COROA DE DOZE ESTRELAS
 SOBRE A SUA
 CABEÇA) tendo fronteira com dez deles.
No mapa do Brasil (mais acima) é possível 
ver um
 triângulo c/barras verticais nos Paralelos 
15° e
 20° assinalados (esquerda), que reproduz o símbolo 
do elemento FEMININO terra conforme o desenho 
do símbolo a esquerda (representação do SAGRADO Feminino,
 da Deusa
 Mãe, Geratrix e Nutrix) que confirma a visão de Dom Bosco
 e de João e
 outros sobre A PREDESTINAÇÃO do Brasil!!! [Fonte]

O Futuro incerto do Brasil segundo carta de Chico Xavier

Trecho: 
“Caso a humanidade encarnada decida seguir o infeliz
 caminho da 
III Guerra Mundial, uma guerra nuclear de consequências
 imprevisíveis
 e desastrosas, aí então a própria mãe Terra, sob os
 auspícios da 
Vida Maior, reagirá com violência imprevista pelos nossos
 homens de 
ciência. O homem começaria a III Guerra, mas quem iria
 terminá-la
 seriam as forças telúricas da natureza, da própria Terra 
cansada dos
 desmandos humanos, e seríamos defrontados então com
 terremotos 
gigantescos; maremotos e ondas (tsunamis) consequentes; 
veríamos a 
explosão de vulcões há muito tempo extintos; enfrentaríamos 
degelos 
arrasadores que avassalariam os pólos do globo com trágicos
 resultados
 para as zonas costeiras, devido à elevação dos mares; e,
 neste caso, as 
cinzas vulcânicas associadas às irradiações nucleares nefastas
 acabariam 
por tornar totalmente inabitável todo o Hemisfério
 Norte de nosso globo terrestre.”
E ainda: “Nosso Brasil como o conhecemos hoje será então 
desfigurado e 
dividido em quatro nações distintas. Somente uma quarta
 parte de nosso 
território permanecerá conosco e aos brasileiros restarão 
apenas os Estados 
do Sudeste somados a Goiás e ao Distrito Federal. Os
norte-americanos,
 canadenses e mexicanos ocuparão os Estados da Região 
Norte do País, 
em sintonia com a Colômbia e a Venezuela. Os europeus
 virão ocupar os 
Estados da Região Sul do Brasil unindo-os ao Uruguai,
 à Argentina e ao 
Chile. Os asiáticos, notadamente chineses, japoneses e 
coreanos, virão
 ocupar o nosso Centro-Oeste, em conexão com o Paraguai, 
a Bolívia 
e o Peru. E, por fim, os Estados do Nordeste brasileiro serão 
ocupados
 pelos russos e povos eslavos. Nós não podemos nos esquecer 
de que
 todo esse intrincado processo tem a sua ascendência espiritual 
e somos
 forçados a reconhecer que temos muito que aprender
 com os povos invasores”.
Quando lemos estas linhas, ficamos muito apreensivos, 
pois identificamos 
um elevado grau de correlação entre o seu enunciado e
aquilo que está
 a ocorrer em nosso mundo. Para muitos especialistas na área, 
a 3ª guerra
 mundial já começou em várias expressões do Poder Nacional, 
restando
 apenas a sua fase final, a militar, de forma mais abrangente.
É fato notório que as nações mais desenvolvidas não
 possuem recursos 
naturais, sequer água, para manter seu padrão de 
desenvolvimento. Algumas
 das menos desenvolvidas (por exemplo, o Brasil) os possuem
 em abundância,
 porém além de não aproveitá-los de modo satisfatório, ainda 
despertam a 
cobiça dos “donos do mundo”, interessados em sua posse 
e usufruto.
 Para isto, progressivamente, vão promovendo campanhas 
com farta utilização
 de seus vastos recursos financeiros, comprando consciências
 corruptas, 
criando ONGs internacionais e outras ditas nacionais, com o
 claro objetivo 
de estabelecer a cizânia entre os brasileiros. Jogam Irmãos 
contra Irmãos 
sobre diversos pretextos. Ora etnias contra etnias, sexo 
contra sexo, religião 
contra religião. Até a recomendação do Clube de Roma de 
controle do
 crescimento demográfico através do incentivo à propagação
 do 
homossexualismo está sendo implantada com sucesso no
 mundo,
 em especial no Brasil. A demarcação de “terras indígenas
” abriu o
 caminho sem volta de perda da Soberania Nacional e da 
Integridade 
do Patrimônio Nacional.
Para facilitar a consecução de seus nefastos objetivos
 promovem o 
enfraquecimento das Forças Armadas, bem como o 
desarmamento 
dos cidadãos, com a cooperação de verdadeiros traidores 
da 
Pátria. O partido de Silvério dos Reis cresce 
assustadoramente.
 O recado dado com a invasão do Iraque, do Afeganistão, 
o ataque à
 Líbia e outros episódios é muito claro. Ou deixam-se explorar 
ou serão 
dominados “manu militari” os países ricos em recursos naturais
. E a 
diferença entre os países, considerando-se a expressão militar 
do Poder 
Nacional é assustadora. Os EUA possuem uma hegemonia 
avassaladora e impedem que nações com potencial de
 tornarem-se
 perturbadoras da nova ordem mundial sejam dominem a
 tecnologia nuclear e sequer consigam autonomia
 convencional”…[Fonte]

sábado, 27 de fevereiro de 2016

A RELIGIÃO EGÍPCIA




Origens e características:

 

     As raízes da religião egípcias encontram-se nas aldeias neolíticas, anteriores à organização do  Estado. Como a maioria dos povos primitivos, os primeiros egípcios tinham uma atitude de respeito em relação aos fenômenos da natureza- o Sol,  a Lua, o Nilo - e às características marcantes dos animais - a ferocidade do leão, a força do crocodilo, etc. As primeiras divindades que surgiram eram quase sempre representadas sob a forma de um animal. Os egípcios veneravam especialmente o Sol: devem ter percebido que a vida depende dele e o adoravam sob vários nomes e diversos cultos. À medida que foram aprendendo a dominar a natureza, passaram a valorizar as qualidades humanas e o antropomorfismo - concepção dos deuses sob a forma humana  - apareceu na religião egípcia, algum tempo antes do advento da primeira dinastia.
Os egípcios eram politeístas. Cada nomo possuía o seu próprio deus, - senhor do lugar -, freqüentemente associado a um animal, enfeixando atribuições e poderes diferentes. Apenas as cerimônias do culto, executadas pelos altos sacerdotes, eram semelhantes para os diversos deuses. Quando uma cidade se tornava importante politicamente, o deus local tendia a aumentar de prestígio e o seu culto crescia. Assim ocorreu com o deus Ra de Heliópolis, o Ptah de Mênfis, o Hórus-Falcão do Delta, o Amon-Ra de Tebas, o Ibis-Tot de Hermópolis.
A religião influenciava profundamente a vida dos egípcios. Consideravam que os menores detalhes de seu quotidiano e tudo que os cercava das cheias previsíveis do Nilo à morte acidental de um animal dependia inteiramente da disposição dos deuses.

Principais crenças

Entre as principais crenças religiosas egípcias, sobressaiu-se a do deus Sol, que foi durante vinte séculos o culto oficial da monarquia faraônica. Ao lado dele, os mitos mais importantes foram os de Osíris, Ísis e Hórus, favoritos da devoção popular. Os cultos do Sol e das demais divindades estavam vinculados à importância da agricultura e das cheias do Nilo, das quais dependia a vida das aldeias.
O culto solar, elaborado em Heliópolis ( Cidade do Sol ), reconhecia o Sol -denominado Ra -como divindade suprema e criadora do Universo. Era chamado também de Kopri (sol da manhã), e de Atum (sol da tarde). Esse culto fundiu-se com o de Amon de Tebas, daí Amon-Ra.
HINO AO DEUS RÁ (O SOL): "Que belo é teu levantares-te no horizonte do céu, ó Rá (Sol), iniciador da vida! Quando te arredondas no horizonte, enches a terra de tuas belezas: és encantador, sublime. Quando repousas no horizonte ocidental, a Terra fica em trevas, como morta... Mas a aurora vem, tu despontas no horizonte, irradias como Disco do dia, as trevas dissipam-se... As Duas-Terras do Egito põem-se em festa... Todos os animais se alegram, as árvores e plantas crescem, as aves voam de seus ninhos, com as asas abertas em adoração do teu Ka... Tu criaste a Terra segundo o teu coração, com os homens e os animais, tudo que na Terra existe..., os países estrangeiros..., a terra do Egito... Tu crias o Nilo no mundo inferior e os fazes sair à superfície da terra, onde queres, para alimentar os homens do Egito... e também puseste o Nilo no Céu, para que desça aos povos afastados, para regar seus campos, suas regiões, de que eles vivam...   (Texto do 2º milênio a. C., in A. Moret, O Nilo e a Civilização Egípcia , citado por: FREITAS, G. de. 900 Textos e documentos de História. Antiguidade e Idade Média. Lisboa, Plátano, 1975, v. l, p. 78.   
O MITO DE OSÍRIS:  O deus Osíris era um grande rei, que sucedera a seu pai Geb (a Terra); de parceria com sua mulher; a deusa-mágica Ísis, ensinou aos homens a agricultura, inventou o pão, o vinho e a cerveja (elementos essenciais da alimentação do povo egípcio), revelou-lhes a metalurgia. Mas seu irmão Tifão ou Sete mata-o: afoga-o no Nilo, corta-o em pedaços, que espalha pelos canaviais. Então Ísis procura, recolhe e reúne os membros esparsos refaz o corpo (como múmia) e, usando da sua ciência mágica, ressucita Osíris, que viverá agora eternamente, mas no Céu. Vingando-o, seu filho, o deus Hórus, combate e vence Sete e sucede ao pai no trono do Egito. Dele recebem em herança este reino os reis humanos -os faraós-que assim têm caráter divino.  A SIGNIFICAÇÃO DO MITO OSIRIANO: Este mito, não só procura explicar a ascendência divina dos faraós, como, sobretudo, exprime no drama de Osíris, ao mesmo tempo deus da vegetação e divinização do Nilo, o mistério do nascimento das plantas e seus frutos, e depois o da sua morte, quando, na mesma ocasião em que a cheia do Nilo acaba, o vento ardente do deserto (Sete ou Tifão) sopra, e as espigas de trigo ceifadas são batidas, para se separar o grão, de que uma parte, pela sementeira, volta à terra sua sepultura, quando o rio tiver outra vez fecundado o solo (tiver também ressuscitado), para renascer em novas espigas...  (FREITAS, G. de., op. cit. V. 1, p. 47/48)

 A lenda de Osíris, que conta a morte e ressurreição do deus, está intimamente ligada à vida política e sócio-econômica do Egito. Através dela, podemos obter dados sobre a unificação do Sul e do Norte, o plantio do trigo, a importância do Nilo e a origem do poder divino do Faraó.
O Faraó era a encarnação do deus e o sumo sacerdote, sendo o seu poder praticamente absoluto, porque exercido em nome do deus. Daí o Egito ser considerado uma monarquia despótica de origem divina. O templo egípcio, construído em pedra, não era um lugar à disposição do povo. Era a habitação privativa da divindade, ao qual somente o Faraó e os sacerdotes tinham acesso.
O culto diário consistia em preces, gestos consagrados, hinos e defumações de incenso, realizados pelos sacerdotes, como delegados do Faraó, em teoria o único habilitado a estabelecer a ligação entre os homens e os deuses. Pela manhã e à tarde, a porta do santuário localizada no interior do templo era aberta e a estátua do deus era reverenciada, lavada e vestida, recebendo oferendas de alimentos e bebidas. Em todos os santuários eram feitos os mesmos atos. Ao povo somente era permitido fazer suas oferendas e adorações na parte externa dos templos.  
As crenças sobre  a vida depois da morte fizeram dos túmulos egípcios, principalmente as pirâmides, túmulos dos faraós, os  mais ricos da história humana em oferendas enterradas com os defuntos e em pinturas retratando a vida quotidiana. A crença na ressurreição do corpo conservado gerou a prática da mumificação por processos muito desenvolvidos e até hoje não inteiramente conhecidos.
O EMBALSAMENTO DE RICO: "Primeiro, com a ajuda de um ferro curvo, extraem o cérebro pelas narinas... Em seguida, com uma pedra cortante, fazem uma incisão no flanco e retiram os intestinos, que limpam e purificam com vinho de palmeira e purificam uma segunda vez com arômatas moídas. Depois, enchem o ventre de mirra pura triturada, de canela e de todos os  outros arômatas, com exceção do incenso e cosem. Feito isso, salgam o corpo cobrindo-o de natrão (carbonato de sódio natural) durante 70 dias... Lavam o corpo, enrolam-o todo em faixas de linho fino, com uma camada de borracha (como cola)... Metem o morto num estojo de madeira em forma de figura humana... que guardam no interior de uma câmara funerária...      
O EMBALSAMENTO DE POBRE: Desinfetam os intestinos... metem-no no sal durante 70 dias; entregam o corpo. (Heródoto, in: FREITAS, G. de, 900 Textos e Documentos de História. Lisboa, Plátano, 1975, v. 1, p. 49. 
    Enormes recursos e trabalhadores foram recrutados no Egito, na construção de templos e pirâmides paraperpetuar os Faraós, suas realizações e feitos, mesmo que isso significasse o trabalho compulsório de grande parte da população, não beneficiária desses momentos. A cada ano, os sacerdotes realizavam cerimônias para garantir a chegada da inundação, e o rei agradecia a colheita solenemente às divindades adequadas. Os deuses eram consultados para solucionar problemas políticos e burocráticos, bem como os de caráter familiar. A religião penetrava, pois, em todos os aspectos da vida pública e privada dos antigos egípcios, tornando-se a base do poder do Faraó ( Senhor da Casa Grande) e marcando profundamente a sociedade, a política, a economia, a medicina, as letras e as artes.  

ESCRITA, LITERATURA, CIÊNCIAS E ARQUITETURA  

A escrita hieroglífica, inventada em fins do período pré-dinástico e aperfeiçoada sob as primeiras dinastias, foi utilizada até o fim da Antiguidade. Consistia numa combinação de ideogramas (sinais que representam idéias) e fonogramas (sinais que representam sons). Deu origem a duas outras escritas mais simplificadas e mais próprias a serem grafadas no papiro: o hierático e o demótico. A escrita hierogrífica foi decifrada pelo francês Champollion, em 1822.
Os textos egípcios que se conservaram são predominantes religiosos e funerários - textos das pirâmides, textos dos sarcófagos, Livro dos Mortos (coletânea de ensinamentos de como proceder na vida de além-túmulo e durante o julgamento de Osíris), hinos a diversas divindades, inscrições que se referem aos mitos e rituais divinos, além de romances, poesias líricas, sátiras, tratados técnicos, etc.
A ciência egípcia consistia em conhecimentos práticos diversos como receitas de medicamentos, fórmulas geométricas e trigonométricas para a agrimensura ou para a construção. A numeração era decimal, mas não usavam o zero; conheciam a soma e a subtração. O calendário, ao mesmo tempo solar e lunar, estabeleceu-se cedo, através da observação da coincidência eventual do aparecimento conjunto do sol e da estrela Sírius. Os médicos egípcios eram famosos na Antiguidade e a prática da mumificação levou a uma acumulação de conhecimentos sobre anatomia. Não obstante, a medicina, a astronomia  e os outros ramos da ciência estavam profundamente penetrados de magia e de religião.
A arte egípcia preocupou-se em expressar a riqueza e o poder dos governantes, destacando-se a arquitetura monumental, a decoração de templos e túmulos com relevos, pinturas e estátuas, a confecção de vasos de pedra e a ourivesaria.  
A arquitetura era sólida, de proporções colossais, tentando expressar toda a  força e poder da monarquia. Os exemplos mais conhecidos são as pirâmides (características do Antigo Império), destacando-se as dos faraós Quéops, Quéfren e Miquerinos; a Esfíngie, gigantesca estátua com corpo de leão e cabeça humana, cuja construção é atribuída a Quéfren; os templos de Luxor e de Carnac, erguidos no Novo Império. Além das pirâmides, a arquitetura funerária criou outros tipos de túmulos: as mastabas, de forma trapezoidal e os hipogeus, tumbas subterrâneas cavadas nas montanhas.
Autores: Fábio Costa Pedro e Olga M. A. Fonseca Coulon.
História: Pré-História, Antiguidade e Feudalismo, 1989