sexta-feira, 26 de agosto de 2016

PERFIL DE UM PSICOPATA

O BREVE PERFIL DE UM PSICOPATA


Seguem algumas características dos psicopatas para que possamos entender que essa raça não dá sinais. Eles dissimulam o tempo todo. Espero poder ajudar -
O BREVE PERFIL DE UM PSICOPATA Entendemos que a realidade de nosso sistema social hoje, apresenta diversas distorções de comportamento que geram muitos problemas que, em alguns casos, chocam e criam um alerta para a saúde mental dos indivíduos. Analisando a criminalidade, chegamos até a psicopatia, que é uma destas distorções que causam preocupações importantes dentro dos direitos humanos no Estado Democrático e Social de Direito. É a banalização da vida humana. Hoje em nosso país, centenas de pessoas morrem sem um motivo real, onde perdemos a vida como quem perde um brinquedo. Muitas vezes, os autores deste cenário cruel, são os psicopatas. Doentes que torturam e cometem crimes horripilantes, por puro prazer. De maneira geral podemos dizer que psicopatas são pessoas cruéis e desumanas. Sem qualquer sentimento de culpa ou arrependimento. Agem com muita frieza e apresentam atos executados com muita cautela e minúcia. Estudos mostram que um psicopata não pode ser considerado um doente mental, pois possuem alto grau de inteligência e consciência de seus atos. Além da capacidade de autodeterminação. Então, podemos fazer a seguinte pergunta: o que leva um sujeito a tornar-se um psicopata? A personalidade humana é objeto de vários artigos e estudos ao longo dos anos. Não é fácil desvendar alguns segredos, mas é muito mais difícil encontrar a resposta adequada para a pergunta em questão. Matar por prazer, sem culpa, medo ou qualquer reação que justifique tal brutalidade, é o objeto da ação do nosso psicopata. Avaliando este nosso personagem, muitos apresentam desde a infância, problemas comportamentais sérios. Trazem esta carga pesada desde a infância até a vida adulta, mas quando completam 18 anos, nossa sociedade cria o rótulo para eles de: Transtorno de conduta. O livro da Dra. Ana Beatriz Barbosa – MENTES PERIGOSAS - deixa claro que ninguém vira psicopata da noite para o dia: eles nascem assim e permanecem assim durante toda a sua existência. Os psicopatas apresentam em sua história de vida alterações comportamentais sérias, desde a mais tenra infância até os seus últimos dias, relevando que antes de tudo, a psicopatia se traduz numa maneira de ser, existir e perceber o mundo (BARBOSA, 2008, p. 170). Como principais características, podemos enumerar alguns destaques como: agem com muita frieza, são calculistas, inescrupulosos, dissimulados, mentirosos, sedutores, visam sempre benefício próprio, além de não permitirem em momento algum, a manifestação da culpa ou do remorso. E podem, em alguns casos, tornarem-se agressivos e violentos. FONTE: PORTAL EDUCAÇÃO COMPORTAMENTO DO PSICOPATA O psicopata tende a ser muito ciumento e possessivo. Como tem muita gente que confunde ciúmes com amor, acaba se deixando levar, acha que se o outro está tão preocupado, se fica ligando pra saber onde você está, com quem, que horas volta, e algumas pessoas acabam achando que isso só pode ser amor. Isso pode encantar a pessoa. “olha como ele me ama”. Muitas vezes não é amor, é posse. E sentimento de posse é muito diferente de amor. Nem todo psicopata é um assassino, mas muitas vezes ele pode ser aquela pessoa que te suga, te deixa até fraco, sem resistência? Se faz de vítima, você fica com dó dele. FONTE: PSICÓLOGOS EM SÃO PAULO ALGUMAS CARACTERÍSTICAS São mentirosos patológicos. Mentem principalmente para conseguir benefícios ou justificar suas condutas. Têm comportamento manipulador. E, se forem inteligentes o bastante, os outros não perceberão esse comportamento psicopata. Não sentem remorso ou culpa. Nunca ficam em dúvida. Quanto à afetividade, são frios e calculistas. Não aceitam as emoções, mas conseguem simular sentimentos se for necessário. Não sentem empatia. São indiferentes. E até podem manifestar crueldade. Têm uma incapacidade patológica para assumir responsabilidade pelos seus atos. Não aceitam os seus erros. Eles raramente procuram ajuda psicológica, porque acham que o problema é sempre dos outros. Necessitam de estímulo constante. Ficam aborrecidos facilmente. Gostam de um estilo de vida parasitário. Eles têm versatilidade para a ação criminal. Eles preferem golpes e delitos que requerem a manipulação de outros. FONTE: DISCOVERY BRASIL A ausência de culpa ou compaixão é a marca essencial do psicopata. Isso o leva a cometer inúmeros atos que atentam contra os outros. O psicopata, tão temido e tido como a culpa de todos os males do mundo, anda entre nós e pode muito bem ser o seu amigo de infância, seu irmão, sua tia ou namorada. Esse tipo de pessoa não vem com tarja preta na cara e nem com código de barras danificado. Quem tenta atrapalhar suas vontade está correndo um sério risco para seu bem-estar. Como ele é incapacitado de se colocar no lugar dos outros ou ter compaixão, costuma ter grande dificuldade de se adaptar ao convívio social. Ele desenvolveu a técnica de copiar os comportamentos dos outros e reagir de forma mais automática. Habilidade principal: ser frio, calculista e agir da forma que julgar adequada - meticulosa, impiedosa, impulsiva... - para conseguir aquilo que deseja. Sem sentimento de culpa, sem rodeios e sem justificativas. FONTE: PAPO DE HOMEM

PSICOPATAS-AMOR PRÓPRIO






Amor próprio: o único patrimônio moral do psicopata





Psicopatas

Olavo de Carvalho

Todo psicopata é, por definição, psicologicamente invencível. Por mais que você lhe mostre seus erros e prove os seus crimes, ele continuará não só proclamando inocência, mas cantando vitória.
O psicopata não sente culpa, não sabe o que é o arrependimento interior, mas foge da vergonha exterior com uma obstinação inflexível, defendendo com a ferocidade de mil leões o único patrimônio moral que possui: o amor próprio. Aquele mesmo amor próprio que o cristão destrói sistematicamente todos os dias ao confessar seus pecados num tribunal interior onde o auto-engano não escapa ileso, é para o psicopata o supremo bem, a arma da qual depende para garantir sua subsistência, sua ascensão social, seu sucesso no mundo. Mesmo pego em flagrante, exibida ante os olhos do mundo a prova do seu crime, ele jamais admitirá: “Pequei, necessito do perdão.” Ele jamais sofrerá interiormente por ter feito o mal, por ter prejudicado um inocente, por ter lesado um irmão, por ter arruinado um amigo ou atacado covardemente um inimigo pelas costas. Em vez disso, produzirá do nada os mais extraordinários subterfúgios e racionalizações, apelando, se necessário e possível, ao mais rebuscado e postiço arremedo de erudição, para não dar o braço a torcer. Nenhuma lágrima de arrependimento correrá sobre a sua face, nenhum sincero pedido de perdão brotará da sua boca.
Se eu, por deslize e mesmo sem a intenção consciente de mentir, houvesse espalhado contra alguém um zunzum tão perverso quanto a historinha do meu fracasso num vestibular da USP, que Paulo Ghiraldelli e Bertone de Oliveira Sousa inventaram a meu respeito, tão logo advertido eu me sentiria tão mal, tão humilhado diante da minha própria consciência e de Deus, que não somente pediria perdão ao adversário difamado, como também perderia todo impulso de discutir com ele exceto nos termos mais amigáveis e respeitosos possíveis, caso ele, depois de tal cachorrada, ainda me concedesse essa honra.
Essa é a reação normal de um ser humano, mesmo sem fé religiosa. A religião pode aprimorar a consciência moral, mas só quando esta existe antes disso. Nenhuma conversão religiosa, por si, corrigirá um psicopata. Será preciso uma dura fiscalização externa para mantê-lo nos limites da conduta tolerável. Ou, para mudá-lo por dentro, um milagre.
Ghiraldelli e Bertone são obviamente psicopatas. Psicopatas leves, daqueles que não chegariam provavelmente ao homicídio, mas que vão abrindo caminho na vida com pequenos delitos sutis, quase imperceptíveis, defendendo-se valentemente contra qualquer intrusão da consciência moral num assunto tão importante quanto a glória do seu ego no mundo.
Numa situação normal, as pessoas têm geralmente alguma defesa instintiva contra esses indivíduos. Percebem vagamente que há neles algo de errado e, sem acusá-los de nada, se afastam deles por precaução.
A confusão moral generalizada no ambiente mental brasileiro, nos últimos anos, favorece, ao contrário, a ascensão de milhares desses tipos a lugares de destaque na sociedade: tornam-se jornalistas, professores, formadores de opinião, não raro políticos e governantes.
Dois fatores concorrem para o seu sucesso.
O primeiro é de ordem neurofisiológica. Eles não têm sentimentos morais, mas percebem os dos outros e sabem manipulá-los em vantagem própria. Isso acontece porque, diante de situações que normalmente deveriam tocar os seus corações, o que se ativa no seu cérebro não são as áreas emocionais, como nas demais pessoas, e sim a área da comunicação lingüística. Com a maior facilidade, eles dissolvem a percepção moral alheia numa pasta confusa de subterfúgios verbais que bloqueiam a certeza intuitiva e a substituem por dúvidas e desconversas desesperadoramente artificiosas, em geral superiores à capacidade de análise lógica do cidadão comum. Groucho Marx satirizou a situação com a famosa tirada: “Afinal, você vai crer em mim ou nos seus próprios olhos?”
O segundo, decorrência do primeiro, pertence mais à sociologia. Os sentimentos morais profundos são em geral difíceis de verbalizar. Permanecem guardados no fundo das almas, só comunicáveis em relações de excepcional intimidade, quando um olhar diz mais que mil palavras. Ver os seus sentimentos morais mais pessoais e autênticos ser remexidos, contestados, esfarelados com as artes de uma lógica infernal é, para a quase totalidade das pessoas, uma experiência atemorizante. Daí que, se não conseguem evitar a companhia dos psicopatas mediante uma precaução instintiva, podem acabar cedendo e se submetendo ao domínio da mente mais agressiva, mais veloz, mais maliciosa e mais hábil.
Quando escrevo, procuro expressar não somente o que vejo e sinto, mas o que os meus leitores também vêem e sentem. Milhares deles me enviam mensagens do tipo "Você disse exatamente o que eu estava tentando dizer e não conseguia." O psicopata, ao contrário, escreve para insinuar que você NÃO SENTIU O QUE SENTIU, NÃO VIU O QUE VIU, NÃO SABE O QUE SABE. E muitas vezes consegue mesmo instilar no cérebro das pessoas a Síndrome do Piu-Piu.
Quando começo alguma discussão, parto do princípio de que o meu antagonista, se não é um primor de honestidade, é pelo menos uma pessoa normal. Procuro então ater-me ao assunto da discussão, sem reparar muito na “forma mentis” do adversário. Meus leitores são testemunhas da atenção sem fim que dou aos argumentos de críticos e antagonistas, mesmo quando obviamente idiotas. Já quando percebo que o debatedor é um desequilibrado, que portanto o tema em discussão não é o verdadeiro foco dos seus pensamentos, mas apenas o pretexto ocasional para a busca de uma compensação neurótica ou a expressão de uma genuína fantasia psicótica, paro imediatamente a discussão para não ferir mais fundo uma mente que já vem ferida. Mas, se identifico nele algo de mais grave, não uma simples doença mental, uma neurose ou psicose, e sim uma psicopatia em sentido estrito, é preciso algo mais do que interromper um debate. É preciso advertir à platéia que estamos todos na presença de um criminoso.

Mídia sem Máscara

Psicopatas no trabalho




Abaixo, por indicação do amigo e leitor Walt Marcos, publico matéria da Folha de S. Paulo que aborda os estragos de psicopatas corporativos, ou seja, também no ambiente de trabalho os psicopatas provocam grande destruição na vida profissional de suas vítimas.

Psicopatia é transtorno de personalidade e não tem cura. O que precisamos fazer é conhecer cada vez mais o perfil destes predadores, sua forma de ataque, e nos precavermos de sua ação maléfica.

Mercado aquecido estimula presença de psicopata corporativo

CAMILA MENDONÇA
DE SÃO PAULO

Eles são boas companhias, atenciosos e, muitas vezes, bons profissionais. Difíceis de identificar, os psicopatas corporativos causam prejuízos nas empresas.

Doutor em psicologia pela Universidade de Sydney (Canadá), John Clarke calcula, com base em pesquisas internacionais, que cerca de 1% da população adulta que trabalha é formada por psicopatas corporativos.

Por isso, diz Clarke, lidar com eles é difícil, e poucos sobrevivem. Para ajudar empresas e profissinais a não se tornarem vítimas, o psicólogo escreveu "Trabalhando com Monstros" (ed. Fundamento), guia que mostra o perfil dos psicopatas organizacionais, como atuam e escolhem suas vítimas e como é possível proteger-se.

Em entrevista concedida à Folha, Clarke explica que a psicopatia requer ambiente favorável para desenvolver-se e alerta: "Mercados aquecidos [como no Brasil] são perfeitos".
*
Folha - Psicopatia é doença ou problema comportamental?

O psicopata sofre de um distúrbio patológico que se manifesta no comportamento e em características de personalidade -- que incluem falta de consciência e de sentimentos como remorso ou culpa; charme superficial; mentiras patológicas; manipulação; promiscuidade sexual etc.

Eles têm uma desordem de personalidade que modela a maneira como veem o mundo. Tudo o que fazem é guiado pela necessidade de poder e controle sobre outras pessoas.

No local de trabalho, eles manipulam com o objetivo de dominar e destruir psicologicamente vítimas selecionadas.

Psicopatia é um transtorno desenvolvido ao longo da vida, porque é um transtorno de personalidade. O local de trabalho não faz uma pessoa tornar-se psicopata.

O psicopata organizacional é diferente do psicopata social?

Na mente do psicopata, não há nada mais poderoso do que ter a capacidade de tirar uma vida humana ou torturar uma pessoa até a morte. No caso do psicopata organizacional, é o mesmo. Eles sentem uma incrível sensação de poder e controle quando destroem [a carreira de] sua vítima. A diferença é que, na primeira situação, há destruição física e, na segunda, destruição psicológica.

A psicopatia organizacional tem fases?

Primeiro, o psicopata faz amizade com as pessoas que estão no topo para, depois, começar a perseguir aqueles que estão "protegidos" por aqueles que estão no topo.

Ele estabelece uma reputação de que é bom trabalhador manipulando as pessoas ao seu redor e roubando ideias e trabalhos. Depois disso, identifica a vítima, que é isolada das pessoas com quem trabalha.

Para isso, o psicopata espalha rumores sobre a vítima, deixando-a de lado em ocasiões sociais que organiza. Ela sente-se excluída e, quando fala sobre o assunto com alguém da família, eventualmente, pode não ser ouvida e nem compreendida.

A vítima é isolada de sua rede de apoio e de colegas, que tornam-se mais dependentes do psicopata para aprovação e validação do trabalho.

O psicopata também dará tarefas inatingíveis às vítimas para continuar a criticá-las e para diminuir sua autoestima. Isso também permite que o psicopata tome medidas contra a vítima para evitar o que ela cresça como deveria.

A organização é usada pelo psicopata como arma para manipular, dominar e destruir a vítima psicologicamente.

Este processo continua até que a vítima se desgaste e tenha transtorno de ansiedade ou depressão e deixe a organização.

Por que existem psicopatas no trabalho? Há algo que estimule o surgimento deles?

Porque não encontram um ambiente que lhes permite destruir as pessoas psicologicamente e ser recompensado por isso financeiramente.

O trabalho é oportunidade para mentir e intimidar os outros em troca de benefício financeiro e que satisfaçam necessidades de poder e controle sobre os outros.

O mercado de trabalho aquecido no Brasil favorece a identificação dos psicopatas?

Um ambiente econômico em rápida transformação e crescimento, com alta rotatividade, é perfeito para um psicopata organizacional, porque lhe permite mover-se entre as empresas de forma rápida e fácil quando é identificado.

Também permite que ele escape, quando a empresa detecta que seu desempenho está abaixo do que deveria. Em cenários de mudanças rápidas, o psicopata organizacional é capaz de camuflar-se mais facilmente.

A alta rotatividade de pessoal também permite que o psicopata justifique os motivos das saídas de sua área. Ele culpa a economia ou o mercado de trabalho, e não o seu comportamento. A companhia ideal para um psicopata é uma organização em rápida mudança ou crescimento.

Um psicopata na liderança é diferente de um psicopata que não está nessa posição?

Normalmente, eles são mais inteligentes e, portanto, mais eficazes na manipulação e controle das pessoas.

Como podemos sobreviver a um líder psicopata?

A chave para sobreviver ao psicopata organizacional é o conhecimento de como o psicopata chega ao poder. É preciso ser capaz de reconhecê-lo, para evitar ser isolado e ter a reputação destruída.

Contudo, é difícil para um funcionário que não tem o apoio de sua organização manter o seu emprego e sobreviver, porque o psicopata utiliza a organização como arma para vitimizar as pessoas, e quando a vítima se queixa, o peso da organização é exercido para proteger o psicopata e incentivá-la a sair.

É possível conviver com um colega psicopata e não ser atingido de alguma forma?

A maioria das pessoas que trabalha com psicopatas não sabe disso, porque os psicopatas são muito específicos na escolha dos seus alvos, selecionados com base em sua capacidade de manipulá-los.

Normalmente, as pessoas interagem com o psicopata, porque eles são bons oradores e peritos em fazer as pessoas se sentirem bem.

É possível recuperar um psicopata corporativo?

Não. Os programas de reabilitação para psicopatas criminosos encontrados pelos pesquisadores os fizeram piorar. Normalmente, o psicopata aprende novas habilidades sociais e aprimora as maneiras de interagir com as pessoas.

Eles não acreditam que haja algo de errado, porque veem a vida como uma selva onde os mais fortes sobrevivem.

PSICOPATAS.......

Perfil dos Psicopatas



Psicopatas: o Mal existe





Traiçoeiros, desleais, indignos de confiança
Não é uma tarefa fácil diagnosticar indivíduos portadores de síndrome de psicopatia. Para tanto nos valemos das pesquisas desenvolvidas pelo psicólogo canadense Robert D. Hare, professor da Universidade Colúmbia Britânica, pioneiro nos estudos de psicopatia. Os tópicos abaixo fazem parte do seu livroWithout conscience: the disturbing world of the psychopaths. Sem consciência: o inquietante mundo dos psicopatas. Ed. Guilford Press, New York; p. 33-35. Ainda sem tradução para língua portuguesa.




Simplistas e superficiais
Os psicopatas na maioria das vezes são inteligentes e articulados. Eles podem ser pessoas divertidas, interessantes, conversadoras, preparadas para dar respostas rápidas e inteligentes. De forma convincente, contam histórias improváveis, mas de maneira a que o assunto pareça verdadeiro. Eles são muito eficazes nas suas aparências e frequentemente são charmosos e simpáticos. No entanto, para muitas pessoas eles são muito dissimulados, de falsa docilidade, aparentando hipocrisia e superficialidade. São observadores astutos e muitas vezes tem-se a impressão que os psicopatas estão encenando algum papel, de forma mecânica, interpretando um roteiro já estabelecido. Um dos meus examinadores descreveu uma entrevista que ele fez com um prisioneiro: “Sentei-me e tirei a minha prancheta, sendo que a primeira coisa que o cara me disse era que eu tinha os olhos bonitos. Ele controlou meu trabalho completamente, fazendo alguns elogios a respeito de minha aparência ao longo da entrevista, fechando com o meu cabelo. Assim, quando eu terminei de guardar minhas coisas no fim da entrevista eu estava sentindo uma coisa rara... Bem bonito. Eu sou uma pessoa muito cuidadosa especialmente no meu trabalho, pois um dado falso pode desacreditar a entrevista. Quando cheguei lá fora, eu não podia acreditar que tinha caído numa linha de conversa como essa.”
Psicopatas podem divagar e contar histórias que parecem improváveis, levando-se em conta tudo aquilo que é conhecido a respeito deles. Normalmente, eles tentam parecer familiarizados com sociologia, psiquiatria, medicina, psicologia, filosofia, poesia, literatura, arte ou com o direito. Essas características nos permitem fazer uma leitura de que eles não possuem muitas preocupações em serem desmascarados. Um de nossos arquivos de prisão descreve um presidiário psicopata que afirma ter níveis mais avançados de sociologia e psicologia, quando na verdade ele nem sequer tinha concluído o ensino médio. Ele manteve essa ficção durante uma entrevista com um dos meus alunos, um candidato a doutorado em psicologia. O aluno comentou que o preso estava tão confiante nos seus conhecimentos de termos técnicos e conceitos que aqueles que não estão familiarizados com o campo da psicologia poderiam muito bem ficar impressionados. A variação sobre esses indivíduos especialistas em algum tema é comumente verificada entre os psicopatas.

Egocêntricos e narcisistas­
Os psicopatas são exageradamente narcisistas, dão grande importância para sua auto-estima, possuem um egocentrismo espantoso, e noções do que é correto. No entanto, pensam que são o centro do universo, seres superiores, que agem de acordo com suas próprias regras. “Não é que eu não queira seguir a lei”, disse um de nossos entrevistados. “Eu sigo a minha própria legislação. Eu nunca violo as minhas próprias regras.” O entrevistado descreveu essas regras em termos de “olhar para fora para um número.” Quando da entrevista de outro psicopata, preso por uma variedade de crimes que incluem a extorsão, violação e a fraude, foi perguntado se ele tinha algumas fraquezas. Ele respondeu: “Não possuo nenhuma fraqueza, exceto talvez por eu ser demasiado inquieto.Em uma escala de 10, avaliado por ele mesmo, respondeu: “Uns 10 no conjunto geral. Eu diria 12, mas daí eu estaria me vangloriando. Se eu tivesse tido uma educação melhor talvez eu fosse brilhante”. 
A grandiosidade e importância que os psicopatas dão para si mesmos geralmente surgem de forma espantosa nos tribunais. Por exemplo, não é difícil eles criticarem e abdicarem de seus advogados, assumindo as suas próprias defesas, normalmente com resultados desastrosos. “Meu parceiro pegou um ano de condenação. Eu peguei dois por culpa de um advogado idiota”, disse um de nossos entrevistados. Mais tarde o entrevistado tratou seu problema pessoalmente e viu sua pena ser aumentada para três anos. Psicopatas geralmente são percebidos como uma pessoa arrogante, descarada, fanfarrão, cheio de autoconfiança, opinativo e dominador. Eles gostam de ter poder e controle sobre os outros e parecem incapazes de acreditar que outras pessoas têm opiniões válidas diferente da deles. Eles parecem carismáticos e “eletrizantes” para algumas pessoas. 
Psicopatas raramente sentem-se embaraçados por problemas legais, com pessoas ou com finanças. Em vez disso, eles vêem os problemas como retrocessos temporários, resultados de má sorte, de amigos infiéis ou incompetentes, ou por injustiça do sistema.
Embora os psicopatas geralmente afirmem ter objetivos específicos em suas vidas, eles mostram pouco conhecimento das qualificações exigidas, não possuem idéias de como atingir seus objetivos, e pouca ou nenhuma chance de alcançá-los, dado seu histórico e pela falta de interesse contínuo no campo educacional. O detento psicopata pode pensar em liberdade condicional, imaginando planos mirabolantes para tornar-se um magnata ou dedicando-se para a advocacia para pobres. Um, que particularmente não era nenhum letrado, criou um título para um livro que pretendia escrever sobre si mesmo e já foi contando a fortuna que iria ganhar com a venda de seu best-seller... 

Falta de remorso ou culpa
Psicopatas demonstram uma impressionante falta de preocupação com os efeitos devastadores que suas ações têm sobre os outros. Muitas vezes, eles são completamente sinceros sobre o assunto, afirmando com calma que não possuem nem um sentimento de culpa, que não há motivos para pedirem desculpas pela dor e destruição que causaram, não existindo nenhuma razão para eles se preocuparem.
Quando perguntado se ele tinha algum arrependimento sobre uma vítima de roubo e esfaqueamento, que passou três meses em um hospital decorrente dos ferimentos recebidos, um dos nossos entrevistados respondeu: “Caia na real! Ele passa alguns meses em um hospital e eu apodreço aqui. Eu cortei ele um pouco, mas se eu pretendesse matá-lo eu teria cortado a sua garganta. Esse é o tipo de cara que eu sou, eu dei-lhe uma espetada.” Indagado se ele lamenta qualquer um de seus crimes, ele disse: “Eu não me arrependo de nada. O que está feito, está feito. Deve ter havido alguma razão para eu ter feito isso na época, e é por isso que foi feito.”
Por outro lado, psicopatas, por vezes, verbalizam remorso, mas depois se contradizem em palavras ou ações. Criminosos na prisão aprendem rapidamente que o remorso é uma palavra importante, um atenuante. Quando perguntado a um interno se ele teve remorso de um assassinato que ele cometeu, um jovem preso nos disse: “Sim, com certeza, sinto remorso.” Pressionei mais, ele disse que não “se sentia mal intimamente a respeito”.
Certa vez eu estava aturdido pela lógica de um preso que descreveu como a vítima havia sido beneficiada com o crime, aprendendo “uma dura lição de vida”. “O rapaz tinha apenas que culpar a si mesmo”, disse outro detento do homem que havia assassinado em uma discussão banal sobre o pagamento de uma fatura com código de barras. “Qualquer um poderia ter visto que eu estava com um péssimo humor naquela noite. O que ele queria por não ter se preocupado comigo”? Ele continuou: “Enfim, o cara nunca havia sofrido. Facadas em uma artéria é a maneira mais fácil de isso acontecer”.
A falta de remorso ou culpa verificada nos psicopatas está associada a uma notável capacidade de racionalizar seu comportamento e livrar-se da responsabilidade pessoal pelas ações que causam choque e decepção com a família, amigos e outras pessoas cumpridoras das regras sociais. Normalmente eles têm desculpas à mão para o seu comportamento, e, em alguns casos, eles costumam negar que tenham causado algum dano a outra pessoa.
Em alguns aspectos, como a emoção, eles são como os andróides retratados na ficção científica, incapazes de exprimir o que os seres humanos sentem na vida real. Um estuprador, qualificado com escore alto da Psychopathy Checklist, comentou que ele achou difícil simpatizar com suas vítimas. “Eles são assustados, né? Mas, veja você, eu realmente não entendo. Eu tenho medo mesmo, e nem por isso sou desagradável”.
Psicopatas vêem as pessoas como um pouco mais que objetos a serem utilizados para sua própria satisfação. Os fracos e vulneráveis – que eles zombam ao invés de sentir pena – são os alvos favoritos. “Não existe tal coisa no universo do psicopata, como o meramente fraco”, escreveu o psicólogo Robert Rieber. “Quem é fraco também é um otário, ou seja, é alguém que pede para ser explorado”...

Falta de empatia
Mentir, trapacear e manipular são talentos naturais dos psicopatas. Com seu poder de imaginação artístico e focado em si mesmo, os psicopatas parecem surpreendentemente imperturbáveis pela possibilidade – ou mesmo certeza – de não serem identificados. Quando pegos em uma mentira ou desafiados com a verdade, eles raramente ficam perplexos ou com vergonha – eles simplesmente mudam de assunto ou tentam reformular os fatos para que eles pareçam ser coerentes com a mentira. Os resultados são uma série de contraditórios e declarações que confundem o ouvinte completamente. 
Grande parte das mentiras parecem não ter outra motivação que, para o psicólogo Paul Ekman, seria como um “prazer”...Os psicopatas parecem orgulhosos de sua capacidade de mentir. Quando perguntado se ela mentiu facilmente, uma mulher com uma pontuação alta no Checklist Psychopathy riu e respondeu: “Eu sou a melhor, e sou realmente boa no que faço, porque eu acho que às vezes é bom admitir que exista algo ruim sobre mim. Eles pensam, bem, se ela está admitindo que possa ter algo de ruim nela, ela pode estar dizendo a verdade sobre o resto”. Ela também disse que, por vezes, “sais da mina” são como uma pepita de verdade. “Se eles pensam que algumas coisas que você diz são verdade, eles geralmente pensam que tudo é verdade”.
Muitos observadores têm a impressão que os psicopatas, por vezes, não sabem que estão mentindo, é como se as palavras possuíssem vida própria, e o falante não possui restrição nenhum quanto ao fato do ouvinte ter pleno conhecimento dos fatos. Para o psicopata é indiferente que ele possa ser identificado como um mentiroso, é verdadeiramente extraordinário, que faz com que o ouvinte a se perguntar sobre a sanidade do alto-falante. Mais frequentemente o ouvinte é envolvido...

Emoções superficiais
“Eu sou o filho da puta mais sangue-frio que você já conheceu”. Foi assim que Ted Bundy se descreveu para a polícia após finalmente ter sido preso.Os psicopatas parecem sofrer de uma espécie de pobreza emocional que limita o alcance e a profundidade de seus sentimentos. Embora eles pareçam frios e sem emoção, muitas vezes são propensos a sentimentos dramáticos e superficiais. Observadores atentos ficam com a impressão de que estes sentimentos são uma encenação e que pouca coisa está acontecendo no seu pensamento íntimo.
Às vezes, eles afirmam experimentar emoções fortes, mas são incapazes de descrever as sutilezas de vários estados afetivos. Por exemplo, eles igualam o amor com a excitação sexual, tristeza com frustração, raiva com a irritabilidade. “Eu acredito nas emoções: ódio, raiva, luxúria e ganância”, disse Richard Ramirez, o “caçador noturno”...
A aparente falta de afeto normal e profundidade emocional levou os psicólogos JH Johns e HC Ouav a dizer que o psicopata “conhece as palavras, mas não a música”. Por exemplo, em um livro que faz uma abordagem sobre o ódio, violência e justificativa sobre o seu comportamento, Jack Abbot fez este comentário revelador: “Existem emoções – em todos os aspectos delas – que eu sei que só existem através das palavras, feitas através da leitura da minha imaginação imatura. Eu posso imaginar que eu sinto essas emoções (saber, portanto, que elas são), mas na verdade eu não tenho esse sentimento. Na idade de 37 anos eu sou apenas uma criança precoce. Minhas paixões são as de um menino”...

Psicopatia Penal



SOU ESPIRITO E NÃO MATÉRIA


”Eu” sou o Espírito Ilimitado que está presente em cada pedacinho da manifestação

O que eu gostaria de fazer, se eu pudesse, é dar à vocês uma ideia de quem são vocês. A ideia comum de quem nós somos vêm da superstição do materialismo. Nós normalmente pensamos em nós como um CORPO FÍSICO que aprendeu como pensar e com uma espécie de ego encapsulado na pele que está confinado num saco de carne e osso e que passa o tempo de uma vida espremido no volume de um corpo.
Esta ideia de quem nós somos vem até nós, porque interpretamos a realidade através dos NOSSOS SENTIDOS Nós pensamos que nossos sentidos nos dão uma imagem precisa do mundo. Nós temos esta ideia de que a experiência sensorial é o teste crucial da realidade, que somente se eu puder tocar alguma coisa é que ela realmente existe, caso contrário isto está apenas “na minha imaginação”. Mesmo do ponto de vista do “senso comum”, nós sabemos que isto não é verdade. Meus sentidos me dizem que a terra é plana e ninguém acredita mais nisso. Meus sentidos me dizem que o chão no qual eu estou de pé está parado, mas eu sei que ele está se movendo através do espaço em uma velocidade estonteante. Meus sentidos me dizem que certas coisas têm uma certa textura, cor, cheiro – mas o que vem a ser é que o que eu percebo dessas coisas não é realmente sua natureza intrínseca, é a resposta do observador. É como os meus sentidos decodificam alguma coisa que é muito mais vasta, mais abstrata e bastante inefável.
Neste momento, 99% das pessoas NESTA CIDADE estão recebendo menos do que um bilionésimo dos estímulos que estão presentes na CIDADE. Os estímulos que as pessoas realmente recebem é governado pelo conceito daquilo que você pensa que existe “lá fora”. Se você não tem o conceito, você não vai perceber. Com efeito, isto não existe para você. O que nós chamamos realidade é realmente o resultado de uma coleção de nossas experiências subjetivas. Se acontecer da gente concordar com aquelas experiências subjetivas, nós chamamos isto de “ciência objetiva”.
Mas, “ciência” não é nada mais do que um método de explorar o mapa daquilo que nós pensamos que é a verdade. Ciência não é um método para explorar a verdade. Ciência é uma extensão do nosso mapa da realidade.
O modelo do qual nós pensamos termos nos originado está congelado num modelo obsoleto – modelo que aparece ao corpo como uma estrutura anatômica congelada. De fato, o corpo humano (como também tudo na criação) é um rio de inteligência, energia e informação e que está constantemente se renovando durante cada segundo desta existência. O você real, que é permanente, não pode entrar no mesmo corpo duas vezes. A cada segundo, você está renovando seu corpo mais facilmente do que antes. O corpo físico que você tem agora não é o mesmo que você tinha 20 minutos atrás.
Uma pessoa pode examinar um número de processos psicológicos para ver como isto é literalmente verdadeiro. Apenas o ato de respirar : a cada inspiração você inala 10²² átomos DO UNIVERSO. É uma quantidade astronômica de material cru que vem de todos os lugares e termina como estrutura celular renovada do corpo. A cada expiração, você está expirando 10²² átomos do Universo, que tem sua origem em todos os lugares dentro do seu corpo. Você está literalmente respirando pedaços dos seus órgãos, tecidos e estruturas de DNA. Tecnicamente falando, nós estamos compartilhando intimamente nossa estrutura interna uns com os outros o tempo todo. Você não pode reivindicar exclusividade sobre o seu corpo.
Neste momento, no seu corpo físico, você tem mais de um milhão de átomos que já estiveram no corpo de Cristo, Maomé, George Bush e todo mundo. Todo mundo que alguma vez existiu. Parte do material cru deles está no seu corpo. Apenas nas últimas três semanas, um quatrilião de átomos entraram no seu corpo, depois de ter passado através dos corpos de cada espécie viva no planeta . De acordo com os estudos dos radioativos isótopos, você regenera quase todo o seu corpo em um ano. Noventa e oito por cento de todos os átomos do seu corpo são substituídos em menos de um ano. Você literalmente faz um fígado novo a cada seis semanas, uma nova pele a cada mês, uma nova parede do estômago a cada cinco semanas, um novo esqueleto a cada três meses, as células do cérebro a cada ano e o D.N.A (que guarda a memória de milhões de evoluções) que vem e vão a cada seis semanas. Se você quiser prestar conta de cada átomo no seu corpo, são todos substituídos em menos de 2 anos.
Se você pensa que é o seu corpo físico, você certamente tem um problema. De qual corpo está falando? O que aconteceu com o corpo do ano passado? Voltou a poeira de onde ele veio uma vez? Está morto e ainda assim eu não morri? Este é o primeiro grande insigne que a ciência está começando a compreender. Eu estou constantemente vivendo a morte física do corpo, neste exato momento.
Talvez o corpo seja um lugar o qual as minhas memórias chamam de “casa” pelo tempo de existência. Em outras palavras não é a matéria quem produz Consciência – é o contrário. É a CONSCIÊNCIA QUE PRODUZ A MATÉRIA. Consciência que constrói e se torna matéria física. Será isto apenas uma especulação filosófica oriental? Eu gostaria de dizer que este é um insight científico. Se você for à um físico e perguntar: ” Qual é a verdadeira natureza da realidade física? O físico pode te dizer que a verdadeira natureza da realidade física é que ela é não física. Se você olhar para qualquer coisa “material” você verá que ela é feita de átomos, que são feitos de partículas movendo-se à uma alta velocidade em torno de enormes espaços vazios- estas partículas não são objetos materiais de modo algum. São flutuações de energia e informação que ocupam um enorme vazio de informação e energia.
Visto através dos olhos de um físico e não através do artefato da experiência sensorial humana, o corpo humano (ou qualquer outra coisa física) é proporcionalmente tão vazio quanto o espaço intergaláctico. Se você pudesse ver alguma coisa como ela realmente é você veria um enorme vácuo com alguns pontos fragmentados (eles mesmos sendo energia) e algumas descargas elétricas (mais energia). O fato é que 99,99999% do corpo humano ou de qualquer coisa é basicamente espaço vazio. O 0,00001% que parece material também é espaço vazio.
A coisa toda é feita através do nada. O material essencial do Universo é aquele que não é material de forma alguma. A “coisa” essencial do Universo é “não-coisa”. O aspecto mais interessante disto é que não apenas é “não coisa” mas está pensando “não coisa” porque nosso espaço interior não é só um vácuo – é o útero da criação – a natureza vai para o mesmo lugar para criar uma galáxia ou um corpo humano assim como um pensamento, porque o que é um pensamento, senão um impulso de energia e informação vindo do mesmo Campo Unificado que estrutura e engendra todas as forças da natureza que, em última instância, é experienciada como ” realidade material”?
Por si só, o campo está além de ambos “corpo” e “mente”. O “pensador” não está no reino do corpo ou mente – o campo é o “pensador” atrás do pensamento, assim como, a causa da mente e do corpo. Um grande pensador Sufi uma vez disse: “Além das ideias de fazer certo ou fazer errado, existe um campo – eu encontro você lá.” Einstein falou sobre o campo. Ele disse que não é um modelo atual para eventos de espaço-tempo que nós chamamos “realidade material”, mas um campo de potencialidade. É um continuo de todas as possibilidades e estados de energia de informação que subsequentemente se manifesta em eventos de tempo-espaço.
Na literatura Védica, os Rishis disseram: “Quando eu descobri quem eu realmente era eu descobri que eu não estou na mente, mas a mente sou eu: eu não estou no corpo, mas o corpo sou eu; eu não estou no mundo, mas o mundo sou eu; curvado de volta dentro de mim eu crio de novo e de novo; em essência, eu sou Aquilo que cria tudo Daquilo- eu sou Aquilo, você é Aquilo, tudo isto é Aquilo e isto é tudo que há; se você descobrir Aquilo, então você tem tudo.”
Existem alguns experimentos que eu gostaria de falar a respeito porque eles são cruciais para este entendimento. Um experimento foi publicado pelo Dr. Herbert Specter, pelo Instituto Nacional de Saúde, aonde ele deu à ratos uma injeção de um químico chamado “polyIC” que estimula o sistema imunológico. Ele fez com que esses ratos cheirassem cânfora ao mesmo tempo. Depois do tempo passar, ele descobriu que sempre que estes ratos cheiravam cânfora , eles estimulavam o seu próprio sistema imunológico. Outros cientistas verificaram este trabalho. Se você contaminasse os ratos com “bactéria de doença” e fizesse com que eles cheirassem cânfora, eles não ficariam doentes. A diferença crucial entre vida e morte é a interpretação da memória do cheiro da cânfora.
A interpretação da memória… isto tem qualquer sentido para nós? Você aposta que sim, porque isto é tudo o que a gente faz. Nós estamos constantemente interpretando nossas memórias. A média de pensamentos dos humanos é de mais ou menos 60.000 pensamentos por dia. O que é desconcertante é que mais ou menos 85% dos pensamentos que você teve hoje são os mesmos que você teve ontem. Os Humanos se tornaram “bandos de reflexos condicionados” constantemente reestimulados e provocados pela mídia, pessoas e circunstâncias nos mesmos eventos quânticos, químicos, resultados comportamentais e experiências de vida. Nós nos tornamos “vítimas” da mesma repetição das nossas memórias obsoletas. A ironia é que o seu atormentador de hoje é o você que sobrou de ontem.
Imagine que o edifício que nós estamos hoje é feito de tijolo e você tem a habilidade de mudar cada tijolo do edifício uma vez ao ano – que é o que nós fazemos com o nosso corpo físico. Você pergunta: Bem, se eu estou realmente reconstituindo o meu corpo inteiro a cada ano, então porque eu ainda tenho este problema nas costas e esta artrite? A resposta é que através da resposta condicionada e apego ao conhecido, nós engendramos os mesmos eventos quânticos através da nossa própria auto-interação que têm o mesmo resultado.
Se nós lermos a antiga literatura Védica da Índia, em um lugar o Sr. Shiva diz: “Veja o mundo como se fosse pela primeira vez, VEJA ATRAVÉS  DOS OLHOS DE UMA CRIANÇA e subitamente descubra que você está livre”. Escravidão não é outra coisa, senão ver o mundo através da camuflagem de ideias pré-concebidas, noções, expectativas, interpretações, rótulos, descrições, definições, avaliações, análises e finalmente com julgamento. Se você pudesse ver o mundo sem julgamento, você o veria como uma criança – fresco, com infinitas possibilidades, todas contidas num Eterno contínuo.
O que você precisa para ser livre não é abandonar o desconhecido – o que você precisa para ser livre é deixar o conhecido. Liberdade do conhecido é o que nós precisamos. Nós precisamos pular no desconhecido a cada segundo das nossas vidas, porque o Conhecido não é outra coisa do que padrões rígidos de condicionamento do passado- memórias e pesos do passado. O Conhecido está dentro da Consciência temporal. A Consciência temporal é a consciência da Autoimagem.
Através da nossa própria interpretação nós abandonamos o self pela autoimagem. A autoimagem não é nada mais do que uma MASCARA SOCIAL, o verniz de proteção e a máscara através da qual nós nos escondemos. A autoimagem tem somente um objetivo: ela quer se reforçar a si mesma o tempo todo. A autoimagem tem uma consciência temporal, aonde cada ação comportamental é provocada por antecipação de uma resposta ou em perseguição de uma memória.
Vá além da consciência temporal e você vai encontrar O SELF. O self é consciência sem tempo, porque o self está além do corredor do tempo-espaço, energia e matéria. O Self tem uma consciência sem tempo na qual a vida é supremamente concentrada no presente. Na literatura Védica, os Rishis dizem: “Eu não me preocupo com o passado, eu não estou sobrecarregado pelas culpas e memórias do passado, eu não antecipo o futuro ou tenho medo dele, porque a minha vida está supremamente concentrada no Presente – a resposta certa para cada situação acontece para mim como ela ocorre – porque construído dentro de meu Self está um processo, que é ainda mais preciso do que pode ser encontrado dentro das limitações do pensamento racional – não existe destino pior do que ser pego em mecanismos de racionalidade”. Quando uma pessoa escapa dos mecanismos da racionalidade, então uma pessoa escapa da prisão do condicionamento tempo-espaço e causa. Você deve ir além do intelecto. Experiência sensorial é o teste crucial da realidade.
Então, se nossos corpos são ideias auto-engendradas, a pergunta é: Quem está tendo estas ideias? Eu gostaria de dizer para você que esta pessoa que “faz a escolha” – não é local – você não pode alfinetá-lo em qualquer lugar, porque ele está em todo lugar e em nenhum lugar ao mesmo tempo. Você não pode encontrar o local daquele que decide movimentar o seu braço. Você pode encontrar no cérebro a execução do comando, mas não daquele que decide movimentar o braço. Onde está aquele “que faz a escolha”? Aquele que faz a escolha está entre os espaços entre os nossos pensamentos.
Este espaço contém escolhas infinitas e em cada pequeno espaço entre cada pensamento existe um “Eu” sentado lá, como parte do “pensador atrás dos pensamentos”.
Aquele espaço é a janela e o vórtex transformador através do qual a mente individual se comunica com a mente Cósmica. Este processo é a restauração da memória do todo – de quem nós somos.
”Eu” sou o Espírito Ilimitado que está presente em cada pedacinho da manifestação. Eu apenas escolhi estar aqui por esse tempo – um acontecimento de tempo-espaço do contínuo da Eternidade. Ter a restauração desta memória, no nível da experiência, é ser livre e inteiro. Você pode realizar qualquer coisa e tudo, como a natureza faz, sem esforço, apenas sendo – o mundo vai se oferecer para você – não há escolha.

Os 7 maiores Conquistadores da História

Os conquistadores Gêngis Khan, Alexandre, o Grande, Tamerlão, Ciro, o Grande, Átila, o Huno, Adolf Hitler e Napoleão Bonaparte contribuíram decisivamente para moldar o mundo como nós o conhecemos hoje. Montagem: autoria nas imagens em separado.
Os conquistadores Gêngis Khan, Alexandre, o Grande, Tamerlão, Ciro, o Grande, Átila, o Huno, Adolf Hitler e Napoleão Bonaparte contribuíram decisivamente para moldar o mundo como nós o conhecemos hoje. Montagem: autoria nas imagens em separado.

Motivados por ideais distintos, os mais competentes conquistadores da História de uma forma ou de outra se portaram como implacáveis em seu tempo, sendo praticamente invencíveis quando confrontados individualmente. Tribos, nações e até inimigos ferrenhos uniram esforços — quase sempre em vão — para detê-los.

As conquistas aqui mostradas não encontram paralelos na História. Foram expedições longas, modificadoras e brutais, tendo sido, para uns, incrivelmente gloriosas, para outros (os derrotados), um verdadeiro inferno dantesco. Foram guerras que agarraram o mundo pelo pescoço e o sacudiram com tremenda força…
…Guerras estas que fariam o próprio Deus Marte, deus da guerra na mitologia romana, orgulhar-se de sua mais brilhante e devastadora criação: os Conquistadores!
Um mundo de terras e mares a serem conquistados pela vastidão da “eternidade”. Imagem: Daniel Apolinário: http://2016.mezclador.com.br/daniel-apolinario/.
Um mundo de terras e mares a serem conquistados pela vastidão da “eternidade”. Imagem: Daniel Apolinário: http://2016.mezclador.com.br/daniel-apolinario/.
Compete esclarecer introdutoriamente que o alicerce para esta matéria reside unicamente sobre o quesito território conquistado, pois, a depender do espaço e tempo, alguns conquistadores encontraram inimigos mais poderosos e aguerridos que outros, como Napoleão que, embora se encontre na sétima posição, realizou feitos incríveis em um tempo em que a Revolução Francesa iluminava a França e que, enfraquecida, vulnerável e sem liderança central minimamente capacitada, era fortemente oprimida por seus poderosos vizinhos para que as ideias revolucionárias não fossem propagadas em detrimento das monarquias seculares.
7º CONQUISTADOR: NAPOLEÃO BONAPARTE (1760-1821)
De espírito brilhante e ambicioso, Napoleão Bonaparte logo cedo mostrou seu gênio militar, sendo um dos mais brilhantes chefes militares que o mundo já testemunhou. Dono de proezas quase inacreditáveis, de dezenas de batalhas vitoriosas e de derrotas que se contam nos dedos de uma só mão, Bonaparte simplesmente tomou seu assento entre os grandes conquistadores da História.
Napoleão Bonaparte. Imagem: Paul Delaroche.
Napoleão Bonaparte. Imagem: Paul Delaroche.
O poder é minha amante — Napoleão Bonaparte.
De berço humilde, o jovem corso, por mérito próprio, tornou-se General aos 24 anos de idade e lutou contra os mais poderosos impérios de seu tempo, mostrando-se impossível de se aplacar individualmente por qualquer outra nação, o que inclui a Rússia, que tantas vezes foi derrotada miseravelmente. Individualmente, em terra, Napoleão representou o que de melhor existiu à época.
Entretanto, com seu ambicioso sonho de unificar a Europa sob seu comando, acabou desencadeando efeito contrário ao unir o Velho Continente quase inteiramente contra si. As batalhas da Era Napoleônica ficaram marcadas pelo gigantesco emprego de recursos materiais e humanos. Era comum se ter grandes exércitos alinhados em rota de colisão para rápida e sangrenta resolução da pauta de guerra.
Território conquistado pela La Grande Armée de Napoleão Bonaparte. Imagem: Daniel Apolinário: http://2016.mezclador.com.br/daniel-apolinario/.
Território conquistado pela La Grande Armée de Napoleão Bonaparte. Imagem: Daniel Apolinário: http://2016.mezclador.com.br/daniel-apolinario/.
6º CONQUISTADOR: ADOLF HITLER (1899-1945)
Desta lista, Adolf Hitler é o único que não comandou diretamente seus exércitos nas diversas frentes de combate, contudo, seu implacável empenho na construção da armada nazista acabou por subsidiar uma série de importantes conquistas territoriais, de modo, inclusive, bem similar às de Bonaparte.
O Führer Adolf Hitler, Chefe do Estado Alemão. Imagem: © Bettmann/CORBIS, Adolf Hitler saudando, ca. 1933-1945, ID.: BE002442.
O Führer Adolf Hitler, Chefe do Estado Alemão. Imagem: © Bettmann/CORBIS, Adolf Hitler saudando, ca. 1933-1945, ID.: BE002442.
Não há nada na história que tenha sido conquistado sem o derramamento de sangue! — Adolf Hitler.
Contando a excelente tradição germânica de forjar comandantes capazes e, por vezes, geniais, Hitler teve o privilégio de dar ordens a marechais-de-campo como Rundstedt, Guderian, Manstein e o mais famoso e respeitado comandante da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), Rommel, a Raposa do Deserto.
Todavia, as sucessivas ingerências de Hitler nos planos cuidadosamente traçados pelo Estado-Maior Alemão são apontadas, por vezes, como “desastrosas”, pois o Führer sempre os modificava deixando seus idealizadores confusos, quando não assustados por temerem a morte pelo que se chamava educadamente de “alta traição”.
Território conquistado pela Alemanha Nazista de Adolf Hitler. Imagem: Daniel Apolinário: http://2016.mezclador.com.br/daniel-apolinario/.
Território conquistado pela Alemanha Nazista de Adolf Hitler. Imagem: Daniel Apolinário: http://2016.mezclador.com.br/daniel-apolinario/.
5º CONQUISTADOR: ÁTILA, O HUNO (406-453)
Notório por sua ferocidade em conquistas, Átila, o rei dos hunos, lançou-se furiosamente sobre a Europa em uma campanha expansionista que lhe rendeu a alcunha de o Flagelo de Deus. Dono de vastas planícies entre a Europa e a Ásia, principalmente na atual Hungria, os hunos foram capazes de montar um poderoso exército montado que geralmente arrasava adversários nos mais diversos campos de batalha do Ocidente e Oriente.
Átila, o Huno. Imagem: Museu do Louvre, Paris, França. ID.: AO-2432.
Átila, o Huno. Imagem: Museu do Louvre, Paris, França. ID.: AO-2432.
Onde eu passar, a grama não crescerá novamente — Átila, o Huno.
Sob a liderança de Átila, os hunos pilharam e extorquiram os impérios Romano do Oriente e Parta, da Pérsia, aterrorizaram as planícies europeias, escravizaram outros povos bárbaros e deram sua contribuição à queda do decadente Império Romano do Ocidente.
Ainda, embora breve tenha sido seu reinado, atribui-se à figura de Átila, o Huno, o título de maior líder bárbaro da era conhecida como Invasões Bárbaras.
Expansão máxima do território de Átila, o Huno. Imagem: Daniel Apolinário: http://2016.mezclador.com.br/daniel-apolinario/.
Expansão máxima do território de Átila, o Huno. Imagem: Daniel Apolinário: http://2016.mezclador.com.br/daniel-apolinario/.
4º CONQUISTADOR: CIRO, O GRANDE (600-529 a.c.)
Ciro II, popularmente conhecido como Ciro, o Grande, consagrou-se como o grande criador do Império da Pérsia, sendo diretamente responsável por grandes conquistas territoriais. Ficou conhecido como um homem íntegro, generoso e até amado.
Ciro, o Grande. Imagem: autoria desconhecida.
Ciro, o Grande. Imagem: autoria desconhecida.
Seu império é considerado um dos mais importantes da história e se estendia das montanhas do Hindu Kush, no atual Afeganistão, até o Rio Indo, no Mediterrâneo. Dentre suas grandes conquistas, encontram-se a Lídia, Suméria, Babilônia e tantas outras possessões gregas. Estas últimas deram origem às guerras entre gregos e persas, as quais abarcam as famosíssimas batalhas de Maratona e dasTermópilas.
Acerca da Babilônia, Ciro, o Grande, é o responsável pela soltura dos judeus que nela se encontravam cativos, também devolvendo generosamente o antigo território dos filhos de Israel. Este evento, inclusive, encontra-se narrado na Bíblia. De acordo com o comumente noticiado, Ciro teria tido um sonho em que deveria libertar o povo hebreu.
Território conquistado por Ciro, o Grande. Imagem: Daniel Apolinário: http://2016.mezclador.com.br/daniel-apolinario/.
Território conquistado por Ciro, o Grande. Imagem: Daniel Apolinário: http://2016.mezclador.com.br/daniel-apolinario/.
3º CONQUISTADOR: TAMERLÃO (1336-1405)
Tamerlão, também conhecido como Timur, o Coxo, restaurou parte da antiga grandeza do império mongol criado por Gêngis Kahn. Desde cedo suas habilidades táticas e competência de comando o fizeram se destacar. Para se tornar Khan, diz-se que teria simulado seu parentesco com Gêngis Khan para viabilizar sua posse. É conhecido como um dos últimos grandes conquistadores da Ásia.
Estátua de Tamerlão, o Coxo. Imagem: autor desconhecido.
Estátua de Tamerlão, o Coxo. Imagem: autor desconhecido.
Como só há um Deus no Céu, tem que haver apenas um governante na Terra — Tamerlão.
Tamerlão conseguiu restaurar considerável parte do império mongol, contudo, ficou mais conhecido por sua crueldade sem-fim. Suas conquistas foram incrivelmente violentas ao ponto de mostrarem como verdadeiros massacres insanos. Em determinada ocasião, na Índia, logo após a Batalha de Panipat, em 17 de dezembro de 1398, Tamerlão ordenou a execução de aproximadamente 100 mil soldados indianos, massacrou os habitantes da cidade de Déli e saqueou tudo que era possível ser transportado, incluindo 90 ou 100 elefantes de guerra, sendo todo o restante destruído.
Território conquistado por Tamerlão. Imagem: Daniel Apolinário: http://2016.mezclador.com.br/daniel-apolinario/.
Território conquistado por Tamerlão. Imagem: Daniel Apolinário: http://2016.mezclador.com.br/daniel-apolinario/.
2º CONQUISTADOR: ALEXANDRE, O GRANDE (356-323 a.c.)
Alexandre, o Grande, nasceu na Macedônia, tornou-se rei aos 20 anos de idade e morreu antes de completar os 33. Deixou a vida como o maior conquistador do mundo, sendo, atualmente, considerado o maioral da Antiguidade e um dos principais capitães da História.
Mosaico de Alexandre, o Grande. Imagem: Museu Arqueológico Nacional de Nápoles, Itália.
Mosaico de Alexandre, o Grande. Imagem: Museu Arqueológico Nacional de Nápoles, Itália.
Uma tumba agora basta àquele para quem cujo mundo não era o bastante — Alexandre em seu leito de morte.
Seu império se estendeu dos Balcãs, na Europa, até a longínqua Índia, na Ásia, somando-se os territórios do Egito e Afeganistão. Sob o comando do pupilo do filósofo Aristóteles, as mortíferas falanges macedônias nunca lamentaram derrota em batalha, mesmo encarando impérios seculares e experientes com forças numericamente superiores e diversificadas.
Território conquistado por Alexandre, o Grande. Imagem: Daniel Apolinário: http://2016.mezclador.com.br/daniel-apolinario/.
Território conquistado por Alexandre, o Grande. Imagem: Daniel Apolinário: http://2016.mezclador.com.br/daniel-apolinario/.
O MAIOR CONQUISTADOR: GÊNGIS KHAN (1162-1227)
Nascido como Temujim, teve seu pai assassinado e uma infância extremamente dura, sendo escravizado e por vezes alvo de assassinos. Sem desistir de lutar, o histórico líder mongol resistiu com bravura incomum para vencer seus inimigos, unificar seu povo e lançar a mais extraordinária expansão militar que se tem registro. Orgulhava-se de se vestir e viver como seus guerreiros.
Gêngis Khan. Imagem: Bitrix Studio.
Gêngis Khan. Imagem: Bitrix Studio.
Eu sou um castigo de Deus. E se você não cometeu grandes pecados, Deus não teria enviado um castigo como eu — Gêngis Khan.
A horda mongol, guiada pela flecha incansável de Gêngis Khan, arrebatou seus cavaleiros nômades da longínqua e esquecida Mongólia à Europa e ao Oriente Médio. “Com os galopes mais rápidos e implacáveis das Idades Antiga e Média, as hordas das estepes asiáticas lideradas por Gêngis Khan forjaram, ao longo do século XIII, tanto o maior território contínuo quanto a segunda maior extensão territorial total de um império da História – conquistando em 25 anos o que civilizações inteiras, como a Pérsia e a república e o império romano, juntos, não conseguiram em quase 1.000 anos.” (BEZERRA, 2016, s/p)
Nunca ouve outro tão grandioso Conquistador como Gêngis Khan.
A imensidão do território conquistado por Gêngis Khan é impressionante. Imagem: Daniel Apolinário: http://2016.mezclador.com.br/daniel-apolinario/.
A imensidão do território conquistado por Gêngis Khan é impressionante. Imagem: Daniel Apolinário: http://2016.mezclador.com.br/daniel-apolinario/.
A título de curiosidade, o mais vasto domínio já criado pertenceu à Inglaterra, no século XIX, sendo ligeiramente maior que o mongol de Gêngis Khan. Contudo, diferentemente dos seus “concorrentes” elencados acima, o império britânico foi uma construção secular, quase milenar, e não fruto do espírito engajado e obstinado de um único indivíduo durante seu curto período de vida na Terra.

REFERÊNCIAS:
AGUIAR, LÍVIA. 10 maiores conquistadores de terras. Acesso em: 18. Fev. 2016.
BEZERRA, Eudes. As irresistíveis hordas mongóis de Gêngis Khan. Acesso em: 21 fev. 2016.
CAWTHORNE, Nigel. Os 100 Maiores Líderes Militares da História. trad. Pedro Libânio. Rio de Janeiro: DIFEL, 2010.
CUMMINS, Joseph. As Maiores Guerras da História. trad. Vania Cury. Rio de Janeiro: Ediouro, 2012.
GILBERT, Adrian. Enciclopédia das Guerras: Conflitos Mundiais Através do Tempo. trad. Roger dos Santos. São Paulo: M. Books, 2005.
GIORDANI, Mário Curtis. História da Antiguidade Oriental. 13 ed. Petrópolis: Vozes, 1969.
VILAR, Leandro. Tamerlão, o “homem de ferro”. Acesso em: 21 fev. 2016.
IMAGEM(NS):
A equipe do Museu de Imagens buscou informações para creditar a(s) imagem(ns), contudo, nada foi encontrado. Caso saiba, por gentileza, entrar em contato.