segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Existe vida após a morte? Deus, Céu e parentes mortos vistos por criança...

O que é Carma e Darma ou Karma e Dharm

O que é Carma e Darma ou Karma e Dharma

 

 

 

 Se analisarmos o sentido hinduísta da palavra Dharma (ou Darma), veremos que tem uma conotação mais geral e abrangente, no sentido talvez de resumir a conquista à “salvação” ou a “ascensão aos céus” adquirindo Darma.
Acho um belo sentido.
Tentando falar de uma forma mais simples e objetiva sobre as Leis de Carma e Darma, resolvi criar este artigo.
Uma vez também que o artigo “Cientistas comprovam a reencarnação humana” está tendo milhares de acessos, descobri que é um tema muito pesquisado e que as pessoas têm muitas dúvidas sobre o assunto.
Deixo claro que, aqui não existe nenhum dono da verdade (e nem quero ser), apenas tentarei esclarecer da maneira simples o que aprendi sobre Carma e Darma. E continuo aprendendo, sempre.
Ok?

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Carma e Darma são duas Leis, entre tantas, do universo que interagem (e regem) 24 quatro horas por dia sobre todas as nossas ações.
Para simplicar como agem cada uma dessas leis, as palavras que me vêm a mente no momento são “crédito e débito”.
Ou seja, Darma é crédito (saldo) e Carma é débito (dívida).
Este crédito ou este débito são baseados em nossas atitudes diárias. Tudo que fazemos aqui no plantea Terra (plano físico ou terceira dimensão) e em qualquer outra dimensão ou mundo, ou plano espiritual (cada vertente dá-se um nome) todos estes atos ficam registrados e tem suas consequências.
Positivas ou negativas.

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A cada ato positivo, de bondade, solidariedade, compaixão, caridade, misericórdia e outros milhares pequenos ou grandes que causem o bem, adquirimos Darma (crédito).
E a cada ato negativo, de maldade, covardia, violência física ou mental, desonestidade, humilhação, crimes de toda sorte, falsidade, traição e outros milhares pequenos ou grandes que causem o mal, adquirimos Carma (débito).
O Carma e Darma também se dividem em espiritual (etéreo) e físico (material). Onde o espritual é quando a pessoa adquire mais consciência desperta se aproximando cada vez mais da Divindade. E o material é quando adquirimos bens materias de toda sorte, dinheiro, propriedades, etc.
Quem não já ouviu falar do ditado “É dando que se recebe”? Estas leis são assim quanto mais você dá mais você recebe. Se der o bem, o bem retorna, se der o mal, o mal terá.

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Ligando estas leis à reencarnação (alguns chamam de “existências na Terra”), quanto mais Carma tivermos mais ficamos presos a este plano físico tridimensional, chamado também de Roda do Samsara.
E quanto mais Darma adquirimos, conquistamos a chance de um dia experimentarmos o que realmente vale a pena: o êxtase dos mundos superiores em outras dimensões (a salvação), não permitidas àqueles que nelas, não acreditam.
Podemos fugir das leis dos homens ou ludibriá-las, mas das leis cósmicas será que tem como fugir?
Simples assim.
Grande abraço!

Imagens:
en.wikipedia.org

Cientistas comprovam a reencarnação humana

Cientistas comprovam a reencarnação humana

 

 

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Desde que o mundo é mundo discutimos e tentamos descobrir o que existe além da morte.
Desta vez a ciência quântica explica e comprova que existe sim vida (não física) após a morte de qualquer ser humano.
Um livro intitulado “O biocentrismo: Como a vida e a consciência são as chaves para entender a natureza do Universo” “causou” na Internet, porque continha uma noção de que a vida não acaba quando o corpo morre e que pode durar para sempre. O autor desta publicação o cientista Dr. Robert Lanza, eleito o terceiro mais importante cientista vivo pelo NY Times, não tem dúvidas de que isso é possível.
Além do tempo e do espaço
Lanza é um especialista em medicina regenerativa e diretor científico da Advanced Cell Technology Company. No passado ficou conhecido por sua extensa pesquisa com células-tronco e também por várias experiências bem sucedidas sobre clonagem de espécies animais ameaçadas de extinção.
Mas não há muito tempo, o cientista se envolveu com física, mecânica quântica e astrofísica. Esta mistura explosiva deu à luz a nova teoria do biocentrismo que vem pregando desde então. O biocentrismo ensina que a vida e a consciência são fundamentais para o universo.
É a consciência que cria o universo material e não o contrário.
Lanza aponta para a estrutura do próprio universo e diz que as leis, forças e constantes variações do universo parecem ser afinadas para a vida, ou seja, a inteligência que existia antes importa muito. Ele também afirma que o espaço e o tempo não são objetos ou coisas mas sim ferramentas de nosso entendimento animal. Lanza diz que carregamos o espaço e o tempo em torno de nós “como tartarugas”, o que significa que quando a casca sai, espaço e tempo ainda existem.
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A teoria sugere que a morte da consciência simplesmente não existe. Ele só existe como um pensamento porque as pessoas se identificam com o seu corpo. Eles acreditam que o corpo vai morrer mais cedo ou mais tarde, pensando que a sua consciência vai desaparecer também. Se o corpo gera a consciência então a consciência morre quando o corpo morre. Mas se o corpo recebe a consciência da mesma forma que uma caixa de tv a cabo recebe sinais de satélite então é claro que a consciência não termina com a morte do veículo físico. Na verdade a consciência existe fora das restrições de tempo e espaço. Ele é capaz de estar em qualquer lugar: no corpo humano e no exterior de si mesma. Em outras palavras é não-local, no mesmo sentido que os objetos quânticos são não-local.
Lanza também acredita que múltiplos universos podem existir simultaneamente. Em um universo o corpo pode estar morto e em outro continua a existir, absorvendo consciência que migraram para este universo. Isto significa que uma pessoa morta enquanto viaja através do mesmo túnel acaba não no inferno ou no céu, mas em um mundo semelhante a ele ou ela que foi habitado, mas desta vez vivo. E assim por diante, infinitamente, quase como um efeito cósmico vida após a morte.
Vários mundos
Não são apenas meros mortais que querem viver para sempre mas também alguns cientistas de renome têm a mesma opinião de Lanza. São os físicos e astrofísicos que tendem a concordar com a existência de mundos paralelos e que sugerem a possibilidade de múltiplos universos. Multiverso (multi-universo) é o conceito científico da teoria que eles defendem. Eles acreditam que não existem leis físicas que proibiriam a existência de mundos paralelos.
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O primeiro a falar sobre isto foi o escritor de ficção científica HG Wells em 1895 com o livro “The Door in the Wall“. Após 62 anos essa ideia foi desenvolvida pelo Dr. Hugh Everett em sua tese de pós-graduação na Universidade de Princeton. Basicamente postula que, em determinado momento o universo se divide em inúmeros casos semelhantes e no momento seguinte, esses universos “recém-nascidos” dividem-se de forma semelhante. Então em alguns desses mundos que podemos estar presentes, lendo este artigo em um universo e assistir TV em outro.
Na década de 1980 Andrei Linde cientista do Instituto de Física da Lebedev, desenvolveu a teoria de múltiplos universos. Agora como professor da Universidade de Stanford, Linde explicou: o espaço consiste em muitas esferas de insuflar que dão origem a esferas semelhantes, e aqueles, por sua vez, produzem esferas em números ainda maiores e assim por diante até o infinito. No universo eles são separados. Eles não estão cientes da existência do outro mas eles representam partes de um mesmo universo físico.
A física Laura Mersini Houghton da Universidade da Carolina do Norte com seus colegas argumentam: as anomalias do fundo do cosmos existe devido ao fato de que o nosso universo é influenciado por outros universos existentes nas proximidades e que buracos e falhas são um resultado direto de ataques contra nós por universos vizinhos.
Alma
Assim, há abundância de lugares ou outros universos onde a nossa alma poderia migrar após a morte, de acordo com a teoria de neo biocentrismo.
Mas será que a alma existe? Existe alguma teoria científica da consciência que poderia acomodar tal afirmação? Segundo o Dr. Stuart Hameroff uma experiência de quase morte acontece quando a informação quântica que habita o sistema nervoso deixa o corpo e se dissipa no universo. Ao contrário do que defendem os materialistas Dr. Hameroff oferece uma explicação alternativa da consciência que pode, talvez, apelar para a mente científica racional e intuições pessoais.
A consciência reside, de acordo com Stuart e o físico britânico Sir Roger Penrose, nos microtúbulos das células cerebrais que são os sítios primários de processamento quântico. Após a morte esta informação é liberada de seu corpo, o que significa que a sua consciência vai com ele. Eles argumentaram que a nossa experiência da consciência é o resultado de efeitos da gravidade quântica nesses microtúbulos, uma teoria que eles batizaram Redução Objetiva Orquestrada.
Consciência ou pelo menos proto consciência é teorizada por eles para ser uma propriedade fundamental do universo, presente até mesmo no primeiro momento do universo durante o Big Bang. “Em uma dessas experiências conscientes comprova-se que o proto esquema é uma propriedade básica da realidade física acessível a um processo quântico associado com atividade cerebral.”
Nossas almas estão de fato construídas a partir da própria estrutura do universo e pode ter existido desde o início dos tempos. Nossos cérebros são apenas receptores e amplificadores para a proto-consciência que é intrínseca ao tecido do espaço-tempo. Então, há realmente uma parte de sua consciência que é não material e vai viver após a morte de seu corpo físico.
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Dr. Hameroff disse ao Canal Science através do documentário Wormhole: “Vamos dizer que o coração pare de bater, o sangue pare de fluir e os microtúbulos percam seu estado quântico. A informação quântica dentro dos microtúbulos não é destruída, não pode ser destruída, ele só distribui e se dissipa com o universo como um todo.” Robert Lanza acrescenta aqui que não só existem em um único universo, ela existe talvez, em outro universo.
Se o paciente é ressuscitado, esta informação quântica pode voltar para os microtúbulos e o paciente diz: “Eu tive uma experiência de quase morte”.
Ele acrescenta: “Se ele não reviveu e o paciente morre é possível que esta informação quântica possa existir fora do corpo talvez indefinidamente, como uma alma.”
Esta conta de consciência quântica explica coisas como experiências de quase morte, projeção astral, experiências fora do corpo e até mesmo a reencarnação sem a necessidade de recorrer a ideologia religiosa. A energia de sua consciência potencialmente é reciclada de volta em um corpo diferente em algum momento e nesse meio tempo ela existe fora do corpo físico em algum outro nível de realidade e possivelmente, em outro universo.
E você o que acha? Concorda com Lanza? Grande abraço!
Indicação: Pedro Lopes Martins
Artigo publicado originalmente em inglês no site SPIRIT SCIENCE AND METAPHYSICS.

sábado, 8 de novembro de 2014

OS TRES CONTINENTES-HIPERNÓREO-LEMURIANO E ATLANTE




OS ENSINAMENTOS ORIENTAIS E A GEOLOGIA (Os três continentes HIPERBÓREO, LEMURIANO E ATLANTE) de Mario Roso de Luna



OS ENSINAMENTOS ORIENTAIS E A GEOLOGIA 1
Os três continentes HIPERBÓREO, LEMURIANO E ATLANTE de Mario Roso de Luna

Assim como a cultura greco-latina foi uma verdadeira revelação na Renascença, após a noite medieval, do mesmo modo a cultura do povo ário, trazida à luz pelos sancritistas, é uma revelação ainda maior para a nossa cultura contemporânea.
As traduções dos Vedas, Puranas e Brâmanes; as expedições ao Tibete; as religiões e línguas comparadas; a filologia, etc., nos vão pondo em contato com as idades mais remotas do planeta, idades que, se aqui na Europa se caracterizaram pela barbaria troglodita como nos ensina a Paleontologia; em troca na Ásia deram civilizações colossais, verdadeiramente pré-históricas e ao lado das quais a nossa está longe de se comparar, pese a nossa vaidade de povo adolescente.
Dia chegará em que consagraremos a esta empresa um trabalho mais avançado. Tamanhas revelações, com efeito, nos foram antecipadas por intermédio de uma mulher sábia e generosa, Helena Petrovna Blavatsky, a quem a Humanidade contemporânea não começou ainda a fazer justiça.

Esta heroína, que realizou viagens perigosíssimas que eclipsam as de Marco Polo, Humboldt, Stanley e Livingston, nos deu nos volumes da sua Doutrina Secreta uma série de orientações, onde vão sempre entrelaçadas a religião primitiva da Humanidade e a ciência mais excelsa. Seu estilo, em aparência, confuso e desordenado; seus métodos de exposição, verdadeiramente orientais ou intuitivos; a magnitude do edifício erguido; os prejuízos de todo o gênero que nos avassalam; tudo, enfim, se conjura para nos impedir hoje de extrair de tal obra os devidos frutos.
Vamos fazer um paralelo entre os ensinamentos que nos transmite a dita escritora sobre os continentes e as conclusões da Geologia.

De cinco grandes formações continentais, consideradas como sendo troncos de povos ou Raças-Raízes da atual evolução terrestre, ela nos diz ao começar o segundo volume da Doutrina Secreta:
1. De uma Ilha Sagrada ou imperecível, do Polo Norte, verdadeira Terra dos deuses e laboratório de raças futuras, devendo perdurar durante toda a evolução terrestre, que se denomina de Quarto Ciclo ou Ronda.
2. Um continente boreal, do qual são restos todo o Norte de Europa, Ásia e América.
3. Um continente austral ou lemuriano, que deixou como restos principais a Austrália e Madagascar.
4. O continente da Atlântida, ocupando toda a zona do Oceano deste nome e mais ainda a Europa ocidental, parte da América e talvez, não pouca do Pacífico.
5. O continente atual ou Ário, que abarca em realidade, dois: o de Ásia, Europa e África reunidas e as terras americanas.”
Nossa ciência positiva atual tem que prescindir da Ilha ou primeiro continente, porque não o puderam alcançar nossas expedições polares mais atrevidas (2) e temos que nos contentar com o muito que dele têm falado, mais ou menos veladamente, os mitos e simbolismos religiosos de todos os tempos, com seus Monte Meru, Montserrat, Santo Graal, Terra Divina, Ilha dos Devas, etc. G. W. Surya publica sobre o “Polo Ártico e os ocultistas” um precioso artigo no Zentralblatt für Okkultismus, de Leipzig, onde comentando os últimos fracassos de Andrée e de Wellmann, pergunta: “Não é certo, pois, que o Polo Ártico parece guardar um segredo ante a Humanidade inteira? De onde procederá esta singular e insaciável ânsia por alcançar o Polo Norte e qual será o motivo da curiosidade científica, assinalado na glória de por o pé por vez primeira em um pedaço de terra coberta de neves eternas? Será o móvel de tão temerários esforços um algo desconhecido, que talvez atraia com força mágica a alguns investigadores? Quem é o senhor dessa ‘fortaleza polar’, que ordena aos ventos deter à distância os exploradores importunos, ou que os obriga a arribar, sem poder dar-nos sinal algum de suas vidas, de seus êxitos ou de seus fracassos?… Uns quantos viajantes entreviram, após as mais altas latitudes, algo assim como um mar livre de gelo e até troncos flutuantes de árvores. Além daquele mar livre, espécime de longínqua miragem está o país eterno e inacessível, a mansão dos deuses de que nos fala o Vishnu Purana e o próprio Pitágoras.”

Deixando à Mitologia comparada a árdua tarefa de esclarecer quanto tem acreditado a Humanidade a respeito desse mistério terrestre, entendo que há muita cousa na face do globo, segundo conhecemos, que concorda com os ensinamentos da citada obra de Blavatsky, como vamos ver, a respeito dos outros quatro continentes, apoiandonos na Geologia. Para aproveitar melhor a leitura, convém que o leitor tenha um bom mapa diante dos olhos.
Desde logo ressalta um fato singular a respeito do segundo continente de que fala a dita obra.
A orientação das grandes linhas de cordilheiras na parte setentrional dos nossos atuais continentes, é sensivelmente de Sul a Norte, como se elas houvessem constituído em remotíssimos tempos uma irradiação a partir de um cume ou uma verdadeira linha de irradiação situada nas vizinhanças do Polo Ártico, e que até onde pode apreciar a exploração geográfica, sepultou-se abaixo do nível das águas posteriormente, formando o Oceano glacial do Norte.

Orientados desse modo, vemos com efeito, os Montes Urais, entre as Rússias européia e asiática, continuando debaixo das águas, para entrelaçar-se com os arquipélagos de Nova Zembla e Francisco José, até os 84 graus de latitude; os Dofrines escandinavos, prolongados de igual modo pelo arquipélago de Spitzberg até os 80 graus; os montes do País de Gales e os Grampians escoceses, mais ou menos relacionados orograficamente com a Islândia aos 69 graus. Vemos, do mesmo modo, esta ilha e a Groenlândia com montanhas de vários milhares de metros de altura, que se perdem entre os 75 e os 83 graus de latitude; as complicadas terras do mar de Baffin e do Arquipélago de Parry, desde a margem direita do rio Mackenzie às terras de Alaska, e a cordilheira que na Ásia bordeja a margem direita do rio Lena e península de Zeimour, até latitudes semelhantes. Em resumo, seis ou oito linhas montanhosas, formando, por assim dizer, as espinhas de outras tantas massas continentais, despedaçadas e deslocadas de Sul a Norte pelo aparecimento posterior do Atlântico e o Pacífico, e de Este a Oeste, talvez, ou seja em sentido circular, pelo oceano Ártico.
Tamanho continente, hoje coberto pelas neves perpétuas próprias de sua geológica velhice – velhice admiravelmente concordante com a atual posição do eixo da terra em relação à eclíptica – afeta a uma zona que, com o leito dos mares que em parte a ocultam hoje, talvez fosse mais extensa do que chamamos agora antigo continente, aparecido muitos milhares de séculos depois. Na atualidade, abarca a metade superior da América do Norte e mais da quarta parte da Europa e Ásia. Seus limites meridionais, que talvez tivessem cortado o atual Equador em mais de um ponto, se acham já apagados ou sepultados debaixo da formação diluviana russo-siberiana e dos infinitos acidentes orográficos que preparam em baixo o surto ulterior dos nossos continentes, como hoje os conhecemos.
Semelhante formação antiquíssima, por mui pouco esboçada que nos pareça agora, não deixa de ter no planeta outra formação similar ulterior a que se devem, de igual modo, os atuais continentes, ou seja, o continente Ário, típico da Quinta Raça-Raiz, depois das catástrofes lemuriana e atlante.
Nada mais fácil do que nos convencermos de tal cousa. Com efeito, suponhamos situados na Meseta de Pamir, esse ponto estratégico da velha Ásia, que parece ter servido de centro de dispersão mundial, tanto das montanhas como dos povos históricos. Semelhante meseta é o centro de uma imensa cruz de alinhamentos montanhosos, tal como talvez o fosse muito antes o legendário Monte Merú, centro polar para todo continente hiperbóreo.
O braço do Nordeste é constituído pelas cordilheiras de Thianchan, de Altay, de Jablokoy e de Stanovol, que separam geograficamente o povo tártaro do povo chinês. Chegado ao vértice constituído pelo estreito de Bhering, continua entretanto em linha reta, ou melhor dito, em círculo máximo, pois que se trata de uma esfera e não de um plano, em toda a largura da América, até o cabo de Hornes.
O braço Sudeste da cruz ou aresta da pirâmide orográfica de Pamir, é constituído pelos Himalaias e todos os alinhamentos paralelos da Indochina, enlaçados com o oriente da Austrália e Nova Zelândia, onde podemos considerar localizado o segundo vértice.
O braço Noroeste, apenas com solução de continuidade além das alturas bactrianas, clarissimamente constituído pelo Norte do Irã, Armênia, Cáucaso, Carpatos e Balcãs, Alpes e Pireneus até o cabo de Finisterra na Espanha, onde podemos considerar o terceiro vértice ou extremo da grande cruz orográfica de Pamir.
O braço Sudoeste, formado pelas alturas meridionais do Afeganistão e da Arábia, pelos montes da Abissínia e do oriente da África, até o cabo da Boa Esperança, que consideraremos como o quarto extremo da referida cruz.
A considerações muito interessantes se presta esta nova maneira de ver nossa terra atual. Talvez os quatro fusos esféricos em que fica assim dividido o planeta – fusos que se cortam em Pamir e em seu antípoda das alturas peruanas – encerrem o segredo das quatro últimas Raças-Raízes daquela obra: o 2o ou do continente hiperbóreo no fuso do Norte, com o centro da superfície para o Polo Ártico; o 8o ou lemuriano em todo fuso do Sul, hoje quase todo sepultado e cujo centro se acha no maciço antártico; o 4o ou atlante em dois fusos: o de Este e do Oeste, com os centros respectivamente para a Espanha e para a Polinésia; o 5o ou ário, novamente, no fuso do Norte, sendo nossa História Universal, até os dias da descoberta da América ou da época contemporânea (época tão fecunda em revelações de todo gênero), um mero preparo ário-atlante dessa raça admirável, que hoje ostenta as suas civilizações principalmente na Inglaterra, França, Alemanha e Estados Unidos.

Seja como for, imaginai que uma mudança de posição da Terra no espaço, faça coincidir com linha Pamir-Perú seu eixo de rotação e que um cataclismo sepulte a toda Ásia Central, deixando no centro e acima do mar o Tibete. Tereis assim a explicação, com bastante fidelidade, de todas as aparências atuais do continente hiperbóreo, que passaria deste modo, como passou este último, de um clima cálido e paradisíaco, como o da Índia, ao clima ártico com as suas neves perpétuas.
Comprovada pela descrição geográfica anterior, a existência do segundo continente de que nos fala A Doutrina Secreta, falta provar que, efetivamente, é o mais antigo que se conhece em toda a Terra. Com a Geologia na mão, é fácil fazê-lo.
É clássico, com efeito, dentro da ciência de Lyell, o dito de que as formações graníticas da Europa, país cujos caracteres petrográficos e paleontológicos nos são mais conhecidos, são tanto mais antigas quanto mais se aproximam do polo. Assim se compreende que o granito dos Dofrines escandinavos se encontre mesmo na fronteira do terreno primitivo ou azoico – terreno primordial, sem vida ou sem fósseis – não obstante o qual se tem achado nos granitos de Grangesberg (Suécia) e em geral em todos, vestígios de uma matéria orgânica amorfa e de nenhum modo identificável com a dos seres vivos que conhecemos.
Nenhum geólogo duvida de que entre tais granitos e os dos Pirineus, Alpes e outros que estão relacionados com a linha de cordilheiras, desde Pamir até Finisterra, mediam idades sem conta, dado que estes últimos reapareceram desde as camadas mais fundas do planeta, períodos depois dos que se têm como primários.
Quem tenha contemplado de perto os fiordes noruegueses, escoceses e irlandeses, jamais esquecerá essa profunda impressão de velhice que os caracteriza, sobre tudo quanto exista de mais arcaico neste velho planeta. A eterna ação dos elementos vai desagregando, grão a grão, aquelas alturas, em outros tempos orgulhosas e cobertas pela luxuriante vegetação do trópico, alturas que, tal como tudo que se acerca do túmulo, se curvam, se deprimem buscando submergir-se em um mar acima do qual se ergueram orgulhosas outrora, vários milhares de metros.
Tal é a fisionomia geral de todas as costas relacionadas com os mares árticos, sepulcro do mais velho de nossos continentes, selado para a Humanidade pelo augusto mistério da neve.
Sempre que observamos a imersão lenta de uma faixa de terreno em lagos ou rios, a vemos apresentar esse aspecto de encharcamento que multiplica até o infinito os golfos, os canais e as baías, tal como se vê em todo Norte-América, desde o território dos Lagos de São Lourenço até os mais remotos limites das Ilhas de Parry, Alaska e Baffin. Com fartura o revela a inspeção dos mapas da dita zona.
Por isso, sem dúvida, para o limite meridional de tão vasta comarca de granito primitivo, este se vê como que ornado por outra zona muito extensa de terreno primário, assim chamado por ser o primeiro dos terrenos de sedimentação ou netúnicos formados no fundo dos mares primordiais pelo depósito ou sedimentação das matérias arrastadas pelos rios e mares daquela idade, sendo extraordinariamente curioso o fenômeno de que tais formações antiquíssimas, que chegam a onze quilômetros de espessura, ocupem mais da terceira parte da Europa, principalmente, de São Petersburgo à Finlândia, a maior parte da Escócia e Gales, Finisterra e a Vendéa franceses, uma extensa zona no Oeste de Espanha, desde a Serra Morena até a Galiza e toda a Boêmia.
No resto do continente europeu vêem-se por toda parte afloramentos cambrianos e silurianos, trazidos desde os estratos mais baixos de sedimentação pelas elevações ulteriores, pelo peso da grande zona montanhosa do Meio-dia da Europa. Enquanto na América do Norte, toda a região vizinha de São Lourenço, deu nome às formações principais que nos ocupam, tais como “terreno huttoniano”, “terreno laurentino”, etc., pelo qual os limites do grande continente ártico estabelecem a continuidade histórico-geológica com os nossos atuais continentes, através das longas épocas em que estiveram submersos.
Neste fato adivinha-se logo um fenômeno muito importante.
A Geologia fazendo considerações a respeito das costas escandinavas e escocesas, que nos são melhor conhecidas, teve que admitir que tais comarcas sofreram através das idades, um movimento primitivo de descida, outro de subida e um terceiro de descida, no fim do qual talvez hoje se encontrem.
Há, certamente, costas como as de Valdewalla, Istadt e Karlsberg na Suécia e a de Cedarslund na Christiania, que mostram grandes depósitos de fósseis marinhos de mais de 200 metros de altura. Não podemos deixar de relacionar a primeira elevação que construiu as ditas formações montanhosas, com o segundo continente da Doutrina Secreta; e a imersão subsequente que colocou as supraditas formações debaixo d’água, pondo-as em condições de serem o leito marítimo daqueles seres pelágicos hoje fossilizados, com a elevação contrária que, além em latitudes meridionais, devia ocasionar, como veremos adiante, o terceiro continente ou da Lemúria. Quanto ao fato que concorreu para a elevação ao nível do mar ártico das ditas montanhas escandinavas, já sobrecarregadas com os citados fósseis, pode relacionar-se com a formação do quarto continente ou atlântico, que segundo é ensinado naquela obra, tinha seu limite Nordeste para aquela parte, sendo a lenta descida atual um movimento relacionado já com os futuros destinos geológicos do continente que habitamos.
Platão, como Iniciado que era, soube cantar, ainda que veladamente, as excelências perdidas daquele paraíso hiperbóreo, como uma terra feliz, vizinha à dos Deuses, em que o Sol não se ocultava durante a metade do ano. Suas descrições, lidas com as chaves esotéricas, estão mui acima de quanto souberam os gregos a respeito do passado de um clima, já tão inóspito em seus dias como nos presentes.
O extremo limite meridional do dito continente não constitui, em verdade, o terreno siluriano, mas sim o último, ou menos antigo, dos terrenos primários; o terreno permiano que, por singular coincidência, falta em todo o Oeste da Europa, como região cujos afloramentos atuais se devem, mais à imersão hiperbórea, à ulterior da Atlântida.

Mesclados de estratos maiores ou menores de terreno silurico, vemos espalhados por toda Europa, os vestígios dos terrenos devonico e carbonífero, entre o silurico e o permico. O devonico do Sul dos Grampians e Galles; o do Oeste da França (Morbillan); o espanhol de León, Asturias e Serra Morena; o da direita do Rheno e aquele que na Bélgica e Norte da França enquadra as grandes bacias carboníferas conhecidas, e por isso mesmo, desnecessárias de enumerar.
É verdadeiramente singular o terreno permiano. Batizado assim, mercê à cidade russa de Perm que nele se assenta, próximo da bifurcação mais típica dos Montes Urais, parece separar, por uma imensa faixa que chega até o Cáspio, o terreno granítico e silúrico russo escandinavo da grande depressão geográfica que se constata desde o Mar Cáspio até a desembocadura do Obi, depressão formada por todos os afluentes deste imenso rio, que serve de fronteira entre os restos do grande continente hiperbóreo e a ulterior emersão ária ou da Ásia Central.
Ao abandonar definitivamente os terrenos primários, devemos consagrar uma lembrança aos vestígios que deixaram os mesmos, por Nubia e Abissínia, na África e – em uma terra geologicamente tão jovem como é a zona andina da América do Sul – no típico terreno de Minas Gerais (Brasil), com orientação parecida com a dos Alleghanys nos Estados Unidos, ou seja, a de Sudoeste a Nordeste, tal como se essas montanhas concorressem de mui longe para o continente ártico, a guisa de alinhamentos, ligadas com as de Groenlândia e Islândia, a menos que a interposição da vastíssima bacia do Atlântico, em consequência da emersão e imersão ulteriores de seu respectivo continente, não permitem, à primeira vista, ao menos, identificá-las como partes extremas do velho continente hiperbóreo.
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Antes de falar do terceiro continente ou lemuriano, convém consignar de passagem, algumas idéias que em nossos dias começam a ser aceitas entre os geólogos. Por importante que seja a água nos proteismos evolutivos do planeta; por mais extensa que seja a zona terrestre coberta de mares e a grande profundidade de alguns destes, é um fato que a partir de um nível geral, pouco ou nada superior a oito ou dez quilômetros sob a superfície marítima, a terra é um esferóide completamente coberto por uma capa solidificada, análoga à película de toda massa esferoidal fundida, quando chegou a certo grau de esfriamento, enquanto que o mar é um mero acidente da dita crosta.
Isso quer dizer que, o mar mais extenso e profundo, por exemplo, o Pacífico, não passa de ser, geologicamente, uma espécie de lago, enquadrado pelos Andes, o maciço antártico e as cordilheiras fronteiras de nosso velho continente e, isso é tão certo, que desde os mais elevados lagos de montanha, como o Titicaca e os dos Alpes, se passa até ao tipo do lago pelágico, valha a frase, ou seja, o Oceano, por uma gradação insensível, de que servem de exemplo, o Aral, o Cáspio e ainda o próprio Mediterrâneo, lago também em alguma época, de acordo com a lenda de Hércules.
A aplicação das hipóteses astronômicas às geológicas a respeito da formação da Terra, supõe para esta uma origem ígnea seguida de um progressivo e secular esfriamento produtor da película sólida de nosso esferóide, tanto nas partes que afloram ao nível do mar, quanto naquelas outras, quatro vezes mais extensas, que constituem os leitos marítimos.
Por conseguinte, devemos admitir, de acordo com as mais antigas e também com as mais recentes teorias geogênicas, que possua a Terra um núcleo metálico ou careça dele, existe debaixo de nossos pés, como debaixo das bacias marítimas, um verdadeiro oceano de fogo, sujeito a leis que são pouco conhecidas, porque a colossais temperaturas se juntarão pressões enormes, realizando o ideal químico de uma matéria sujeita, ao mesmo tempo, às leis dos gases e as dos sólidos. Deixando de parte as confirmações dessa teoria, deduzidas dos últimos fenômenos sísmicos, por não ser essa a nossa incumbência de hoje, encontramos, pois, que a crosta terrestre está apoiada, não em um oceano de água, mas de fogo e sobre este fato fundamental se há de apoiar todo o mecanismo das formações continentais.
Supondo-se sobre o dito mar ígneo uma primeira capa sólida, tal como parece ser o granito, todos os aparatosos fenômenos de elevações e desaparecimentos de continentes podem reduzir-se a leis mui simples, a meras oscilações ou balanços análogos aos de um navio no mar, salvo as naturais diferenças de espaço e tempo. De acordo com as leis volumétricas bem conhecidas, é natural que uma vez formada a primeira capa sólida do esferóide terrestre, as contrações de volume, devidas a esfriamentos sucessivos, propendessem a imprimir-lhe uma forma tetraedica, porque entre os sólidos de igual superfície, a esfera é a forma de maior, e o tetraedro a de menor volume. Hoje mesmo, em um globo de relevo, podemos apreciar esta última forma com os quatro vértices correspondentes, um no maciço asiático, outro no europeu, um terceiro na América do Norte, e o quarto no continente antártico. Nossos mares representam as faces correspondentes do tetraedro.
Prescindindo das erosões produzidas na superfície terráquea pelos agentes exteriores, as ações desconhecidas devido à diferente condutibilidade dos sólidos e líquidos para o calor, devem imprimir na superfície interior da crosta sólida que toca com a massa ígnea imediata, fenômenos seculares de variação de volume que transformando as leis de equilíbrio, façam oscilar as massas continentais, como os braços de uma balança quando se mudam os pesos de suas conchas. Que algo semelhante deve ocorrer nos continentes, parece indicar a própria orografia, pois em lugar de estarem colocadas suas cordilheiras principais para a metade da superfície continental, acontece que se apresentam muito mais perto de uma costa que de outra, tal como o barco que rara vez se afunda guardando a posição horizontal e inclinando-se sempre sobre uma ou outra borda. Assim o barco asiático aparece afundado do lado Sudeste, o europeu do lado Sul e o americano do lado do Oeste.
Supondo-se a continuidade da crosta sólida terrestre sobre e sob o mar, e a tendência deste a cobrir as partes mais baixas, um mero balanço, insensível para o centro e apenas de uns milhares de metros para os extremos, foi suficiente para estabelecer a solução de continuidade ou o enlace do continente hiperbóreo com o seu sucessor, o lemuriano ou antártico. O mesmo movimento que sepultou a parte central do primeiro, ora de Groenlândia, ora de Spitzberg, ergueu o segundo com o centro para Austrália e Nova Zelândia ou Madagascar. Grande parte das comarcas intermediárias, tais como as vizinhas ao Mediterrâneo e aos Estados Unidos, puderam ficar incólumes ou pouco sofrer com um e outro fenômeno. A grande abundância de terrenos secundários (triássico, jurássico e cretáceo), na Espanha, França e algum outra região, talvez esteja mais relacionada do que se crê, com a sua própria posição geográfica para a metade do caminho entre ambos os centros continentais.
Chegados aqui, sai-nos a caminho, uma grande dificuldade geológica e paleontológica, porque excluídos os seres primordiais, cuja vida se desenvolveu, indubitavelmente, debaixo das águas do mar, os fósseis dos terrenos ulteriores, ora vertebrados, ora moluscos, correspondem a seres cuja vida foi marítima para uns e terrestre para outros; porém, admitidas as teorias continentais que antecedem, os fósseis marinhos que apresente um terreno, tais como os moluscos, devem logicamente datar de uma época anterior à dos fósseis terrestres que pode apresentar o mesmo terreno, embora estejam mais ou menos confundidos com eles. Por exemplo, não devemos atribuir os moluscos marinhos encontrados na Austrália como se faz, ao terreno secundário, em cuja época já havia saído do fundo do mar o continente lemuriano de que a Austrália fez parte, mas à época primária ou de maior esplendor do continente hiperbóreo, na qual a futura Lemúria antártica jazia debaixo das águas, em condições adequadas para semelhante fauna pelágica. Do mesmo modo, o peixe siluriano não pertencerá, talvez, ao período siluriano, em que o continente hiperbóreo já havia aflorado à superfície das águas, mas sim, a uma época anterior; a da Ilha Sagrada, por exemplo, ou época primordial, como diríamos nós. Os peixes atuais aparecerão algum dia como fósseis nas sedimentações de um continente – futuro leito de mares, juntos ou mais ou menos confundidos com os da fauna terrestre correspondente a esse continente, dos quais estarão separados, entretanto, por um imenso período.
Não há que dizer se este critério tão elementar introduz ou não uma profunda modificação nas nossas idéias sobre paleontologia. Um laberintodonte ou um microlestes do período triássico, um como anfíbio, outro como mamífero, estão provavelmente separados das trigonias e posidonias, que se incluem no mesmo terreno porque nele se vêm juntos por um abismo de milhões de anos; as segundas viveram sobre tal terreno enquanto ele esteve sob as águas, enquanto que os primeiros se desenvolveram sobre o mesmo quando já havia surgido à superfície. Daí, o dever de nos impormos uma grande cautela para julgar a respeito da simultaneidade da vida por encontrarmos fósseis de habitat diferente na mesma jazida, prescindindo da diferença de meio, e portanto, de tempo, que tal coincidência de estarem juntos na mesma camada, obscurece.
De acordo com estas idéias, há que distinguir em cada formação dois períodos sucessivos: um, o de sua sedimentação marítima, caracterizada por fósseis pelágicos, tais como peixes e moluscos, e outra, o de sua elevação, indicado por fósseis terrestres tais como os mamíferos, resultando assim dos tempos do primeiro continente desconhecido, todos os fósseis marinhos do período primário até o terreno de Perm; dos tempos do segundo continente ou hiperbóreo, todos os fósseis marinhos classificados hoje como secundários; dos tempos do terceiro continente lemuriano, todos os fósseis de igual classe atribuídos hoje à época terciárias, etc.; ou, em resumo, todo terreno mostra em seus fósseis aqueles dois períodos e é preciso distinguir, como nos seres vivos, o tempo que pudéssemos chamar da gestação de cada terreno nos profundos seios dos mares e, o tempo ulterior de seu nascimento sobre as águas, ou seja, já com fósseis terrestres.
Não vamos repetir aqui quantas demonstrações se tem feito, desde Lamark e Darwin, a respeito da existência do grande continente lemuriano. A fauna e a flora da Austrália, com o que conhecemos do maciço antártico, revelam uns tipos completamente distintos da fauna e flora boreal. Muitos escalões perdidos destas se acham entre os tipos fósseis atuais daquela, como se entre ambas mediasse um abismo em espaço e tempo, sendo a Índia a única região da Ásia que se relaciona mais de perto com o dito continente australiano-mascarenho. O cume mais típico, talvez, dos poucos que perduraram fora das águas desde aqueles dias, é o da Ilha de Páscoa, tão rica, além disso, em monumentos arqueológicos.
O continente lemuriano, entretanto, não apresentou fósseis humanos para a ciência, pelo que, ainda que esta o admita pelas ditas razões, não o aceita como berço de seres humanos, apesar das tradições orientais e os anais religiosos, conservados no Adyta de certos templos tibetanos, nos falarem dele como sendo o primeiro continente habitado pelos homens mais parecidos aos da época atual e separados já em sexos, depois de um longo período em que foram andróginos, como tantos outros organismos em seus primeiros períodos e como o próprio feto humano, antes do quinto mês de gestação. Essas pobres raças de papuas e tasmanios, próximas da extinção, são os restos degenerados dos que formaram outrora opulentos impérios, dos quais nada sabe a nossa ciência contemporânea, como não sabe, tampouco, dos ulteriores que floresceram na Atlântida, o primeiro, todavia, dos continentes históricos cujos ecos chegaram até Platão.
Copiemos a conhecida passagem do Timeu, onde se fala da grande catástrofe do afundamento da Atlântida, de que conservam lembrança todas as grandes religiões, embora que o tenham desfigurado sob o véu do mito, tal como sucede com a própria Bíblia na passagem saída do Egito e da catástrofe de Faraó.
Um dia em que Solon conversava com os sacerdotes de Sais a respeito da história dos Tempos Remotos, um deles lhe disse: “Oh! Solon, Solon, vós os gregos, sereis sempre crianças. Nenhum de vós deixa de ser frívolo e inexperiente em tudo quanto concerne às tradições antigas. Ignorais o que foram aqueles heróis de que sois a progênie degenerada.”
“O que te vou relatar remonta a nove mil anos. Nossos livros contam de que maneira resistiu Atenas aos ataques de uma potência formidável que, vindo do mar Adriático, invadiu uma grande parte da Europa e da Ásia, porque o Oceano de então, se podia atravessar com grande facilidade. Em frente as embocaduras que chamais Colunas de Hércules, existia uma Ilha maior do que a Líbia e a Ásia reunidas e os navegantes de uma e outra passavam até o continente fronteiro que bordeia aquele mar.
Nesta ilha, Atlântida, viviam reis célebres por seu poderio e tinham fundado um império que abarcava toda a ilha e suas vizinhanças. Os ditos senhores dominavam da Líbia até o Egito e Europa até o mar Tirrênio. Um dia pretenderam subjugar aos povos aquém das Colunas de Hércules, e então foi quando a vossa cidade mostrou todo seu valor, arrostando os maiores perigos e restituindo a liberdade a todos os povos de aquém.
Os tempos que se seguiram, foram caracterizados por grandes terremotos e inundações. No espaço de um dia e uma noite terríveis, todos os guerreiros que haviam chegado até a porta de vossos lares, foram tragados pelo abismo. A ilha Atlântida desapareceu sob as ondas do mar e daí vem que hoje não se pode explorar senão o mar que a cobre”.
Existem livros meramente intuitivos, ou seja, desprovidos do que chama a nossa jovem ciência “fatos positivos ou experimentais”, que descrevem com preciosa amplitude o nascimento, prosperidade e ruína daquele povo gigantesco (3). Suas páginas estão implorando um canto épico superior ao de Verdaguer e ante elas empalidecem as formosas páginas do Pentateuco, relatando a passagem do Mar Vermelho pelo povo de Israel, conto simbólico que encerra o mesmo significado esotérico de um povo como o atlante, que atingiu as raias do saber e os abismos da magia negra mais horrenda e que foi sepultado no mar pelo que se pode chamar “a cólera do céu”. Os trenos comovedores do Dies irae, em que a Igreja junta o testemunho de David ao das Sibilas pagãs e o elegíaco canto do Sábado Santo e sua “Noite Terrível”, são outros tantos ecos longínquos, divinos, porém mui adulterados, daquele momento típico da história do Planeta, em que o mundo atlante da força deu lugar ao mundo ário do Amor, carregado das ubérrimas promessas do Destino, que se chamaram logo hindus, caldeus, egípcios, gregos, romanos e os que formam os povos modernos.
Ante a ligeireza com que Humboldt trata este problema, eleva-se o testemunho unânime da tradição e ainda o da ciência.
Tertuliano, Marcelo, Possidônio, Philon, Ammiano Marcelino, Dicearco, Manethon e outros tantos, são contestes com as revelações dos sacerdotes de Sais. Zaborovoski, em seu livro L’Homme prehistorique, demonstra que a geologia do Mediterrâneo está ligada com a da Europa, do Norte da África e leste dos Estados Unidos, nas três formações terciárias: eocena, miocena e pliocena.
As relações pliocenicas da Europa e a América Setentrional, estão fora de dúvida, com as suas espécies idênticas de plantas, insetos, pássaros não emigrantes e peixes de água doce. A Etnologia prova a identidade de raça dos guanches cromagnones canarios, de um lado, com os líbio-iberos, nossos antecessores, e do outro com os povos peruano, mexicano, vasco, fenício, etrusco e egípcio, sendo as invasões árias de época mui posterior. A civlização egípcia e a dos povos americanos, tais como os astecas e incas, guardam pasmosas analogias, como o provam as pirâmides ou Câmaras de Iniciação de uns e outros, cousa fora de dúvida, depois dos estudos de Nadaillac, Chatellier e Nevoberry, e sobre os índios americanos os de Bory de Saint-Vincent, Tournefort, Mentelle, Böer e Gafaert, segundo eruditamente se demonstra na obra Iberos e vascos, de J. M. Pereira de Lima, que temos à vista. O mapa batimétrico ou de profundidades marítimas que traz a dita obra, é um precioso documento que nos mostra a destruição e desaparecimento das terras atlânticas, desde Espanha até o Golfo do México. Entretanto, afloram seus cumes para os Açores, Madeira, Canárias e Cabo Verde, cujo estudo geológico, do mesmo modo, é de um interesse excepcional.
Desde então, acreditou-se que o afundamento atlante afetou somente a extensa região do Oceano de seu nome. Nós, todavia, suspeitamos que tamanho fenômeno geológico afetou a toda zona equatorial da Terra.
A batimetria do Norte do Pacífico nos mostra entre Japão e Califórnia a enorme depressão marítima da Tuscanora, guardando analogias de profundidade e situação com a oriental do Golfo das Antilhas; entre uma e outra depressão, se elevam normalmente os Andes americanos. Esta formação quaternária é uma verdadeira dobra terrestre, elevada de Norte a Sul, à custa das duas grandes depressões citadas, do Atlântico e do Pacífico. Para a primeira depressão contribuíram, do lado contrário, os Alpes e Pireneus e para a segunda depressão auxiliaram as elevações do Himalaia, China e Indochina. A zona vulcânica, desde as Molucas até Alasca, através das Filipinas e o Japão, está por isso, intimamente relacionada com os vulcões dos Andes, como estes estão para o outro limite continental, com o Ecla, o Teide e a zona vulcânica armênio-mediterrânea. O que importa dizer, que todos os vulcões de nosso planeta estão ligados geologicamente com tamanho afundamento continental, que foi, em ponto pequeno, para a Terra, algo semelhante ao vulcanismo lunar que, muito mais intenso, deu à Lua a desolada e morta fisionomia que hoje nos revela o telescópio.
Morreu, pois, o continente atlante nas mãos do continente ário atual, como o continente hiperbóreo sucumbiu, mercê a elevação lemurica e os ensinamentos dos Templos orientais alcançaram muito mais longe que a nossa novíssima geologia, na sondagem do passado de nosso planeta… É um fenômeno natural… que se repete sempre. Quando remontamos do fundo e obscuro vale da nossa ignorância de bestas humanas em divina evolução, para as alturas de novos ideais científicos, nos vemos surpreendidos, não só pelas perspectivas do vale que deixamos às nossas costas, como também, pela de outras alturas separadas da nossa por outros vales que a Humanidade outrora abandonou. Por isso, se nas épocas de ignorância, a Humanidade pôde chorar, com o clássico, no vale da dor, as épocas das grandes culturas e das brilhantes conquistas são a realização bendita do mito de Prometeu que, escalando a altura do saber, roubou o fogo divino da inteligência a uns deuses invejosos e egoístas, para enriquecer com ele a uma Humanidade desvalida, redimindo-a, como fazem todos os redentores, à custa de seu sangue e de sua vida.
Mario Roso de Luna

(1) O presente artigo, é a tradução do capítulo da obra Hacia la Gnosis, que tem por título Las ensenanzas orientales y la Geologia e por subtítulo Los três continentes: Hiperboreo, Lemuriano y Atlante. É uma das maravilhosas jóias literárias do insigne Teósofo e polígrafo Dr. Mario Roso de Luna, para a qual chamamos a atenção dos nossos ilustres leitores. – N. da Redação.
(2) Depois que foi escrito este artigo, outros exploradores tentaram a arriscada investida contra “o mistério polar”. Dentre eles, figura o célebre explorador norueguês Amundsen que afirmou ser o Polo situado num oceano livre – no que discordaram vários cientistas.
Digno de nota, porém, o seu gesto incomparável indo a procura do General Nobile e seus companheiros, perdidos entre as neves eternas das regiões polares, cujo gesto lhe causou a perda da vida. Quanto a este último – como é sabido – além das várias perdas de vida, sofre moralmente, neste momento, pelas várias acusações que pesam sobre a sua pessoa, segundo o inquérito instaurado para averiguar do fracasso de sua missão. De nada lhe valeu a “cruz” que lhe ofereceu o Papa para ser atirada quando passasse sobre o Polo. – N. da Redação.
in Revista Dhâranâ nº 49 a 51 – Janeiro a Março de 1930 – Ano V

A HISTORIA DA HUMANIDADE

“A HISTÓRIA DA HUMANIDADE”
Canalização de Kryon por Lee Carroll
Agosto/Setembro de 2007

A informação abaixo é gratuita e disponível para impressão, cópia e distribuição como o desejarem. Seus Direitos Autorais, entretanto, proíbem a venda em qualquer forma exceto pelo editor.

Esta canalização ao vivo foi Dada no mar Mediterrâneo ocidental no 8º Cruzeiro Anual de Kryon.

Esta canalização foi re-canalizada (por Lee e Kryon) e enriquecida para fornecer uma compreensão mais clara. Esta canalização a bordo foi dada em Inglês e traduzida em tempo real para o Espanhol (era um cruzeiro que saiu da Espanha). Quando transcrita, esta tradução de trás para frente cria freqüentemente sentenças muito curtas que não são lidas bem em Inglês. Portanto, ela foi totalmente reestruturada para fazê-la fluir. Além disto, foi expandida por Kryon para incluir muitas outras explicações de um tema muito amplo. Esta expansão cria até uma comunicação melhor do que o áudio ao vivo>. Se vocês ouvirem o áudio, poderão dizer quanto mais há em clareza.

Esta canalização em particular teve muitas referências aos eventos geológicos históricos e uma linha do tempo que é difícil de representar sem um gráfico. Assim o gráfico da explicação de Kryon do desenvolvimento da humanidade e da raça Lemuriana, está colocado imediatamente abaixo desta mensagem.

Assim apreciem esta mensagem enriquecida dada por Kryon a uma audiência bilíngüe enquanto era feito um cruzeiro no mar Mediterrâneo ocidental, no verão de 2007.
 



Saudações, queridos, eu sou Kryon do Serviço Magnético.
Eu estou dando ao meu sócio um vislumbre do que estou lhe pedindo que faça, e isto o deixa nervoso. Quando nós entramos neste tipo de coisas, nesta nova informação, eu tenho lhe mostrado através da energia como é importante ser exato. Esta é uma situação única, pois vocês estão se movimentando pelo oceano agora, em andamento, flutuando sobre a terra. Isto é uma desconexão com a energia que normalmente vocês têm, e por causa desta desconexão, ela permite uma percepção mais grandiosa, mais reflexiva, tanto do emissor quanto do receptor Portanto, é nestes momentos em que freqüentemente lhes damos a informação que não foi dada antes.

Nestes momentos e nos que se seguem, desejo dar informação da história da Terra desde o início da humanidade. Eu lhes revelarei a cronologia de como isto foi realizado. Nós falamos partes e fragmentos desta informação por anos, mas esta será a primeira vez que nos unimos em um sumário como este. Além disto, nós lhes daremos mais informações que são metafísicas.

O plano básico da Terra é intuitivo e está dentro de cada um de vocês. Nós falamos sobre isto por quase 19 anos. Entretanto, nós nunca revelamos a extensão desta jornada terrena. Quanto tempo os humanos ficarão no planeta? Como começou o plano? Onde vocês estão agora dentro desta linha do tempo? Como ela começará? Como foi modificada? Qual foi o livre arbítrio dos Humanos que mudou a história? Eu discutirei agora muito disto.

Querido Ser humano, embora isto possa soar como história e geologia, os anjos nesta sala estão com vocês e lhes dão notícias grandiosas sobre quem vocês são. E se vocês não tiverem interesse nestas coisas, talvez ficassem contentes de ficarem aqui apenas e terem os seus pés lavados? Talvez. Isto estaria certo com vocês? Nós falamos em uma terceira linguagem com vocês, não obstante as linguagens de terceira dimensão que estão sendo faladas aqui (Inglês e Espanhol). Nós chamamos às comunicações de uma “terceira linguagem”. Pois o número três é um catalisador. Outras coisas estão sendo transmitidas junto com a linguagem de 3D, e elas entram no coração. Elas vão à estrutura celular. Enquanto vocês estiverem nesta energia, as coisas poderão mudar em vocês se vocês derem permissão e estiverem abertos para tais coisas.

A HISTÓRIA DA HUMANIDADE NO PLANETA TERRA

A Terra é muito velha, mas a humanidade não. Tem havido uma jornada biológica muito longa e evoluída, e muitos a chamaram de evolução. Certamente, a biologia do planeta evoluiu, e este é o modo sagrado que Deus escolheu para desenvolvê-lo. Não é contrário a qualquer coisa mas o pensamento limitado de muitos Humanos que o desejam não foi deste modo.

Deixem-me levá-los de volta há um breve tempo, como vocês o vêem, como as pedras o vêem. Deixem-me pintar um quadro do planeta para vocês. Eu estou dando ao meu sócio muito para observar e muitos fatos, e poderá haver pausas enquanto ele compreende isto. Pois estas coisas das quais eu falo serão transcritas e vistas por milhares.

Há cem mil anos atrás foi o início do que vocês chamariam de Ser Humano iluminado. Isto é tudo – apenas 100.000 anos. Oh, houve um desenvolvimento humanóide muito antes disto, mas o Ser humano não tinha equipamento espiritual, vocês poderiam dizer, dentro do DNA. Era apenas biologia. Seus antropólogos lhes dirão sobre a idade dos Humanos. Eles desenterrarão muitos ossos e lhes contarão muitas histórias sobre como a humanidade pode ser. Estas são apenas criaturas evoluídas biologicamente, não ainda parte do cenário onde os seres angélicos fazem parte do DNA.

A história que eu lhes contarei é aquela que aludimos muitas vezes. Mas deixem-me pintar a cena primeiro: Havia muita biologia evoluída até então. Havia cerca de 20 tipos de Seres Humanos no planeta, e os seus antropólogos identificaram muitos deles. Eles eram todos muito diferentes, entendem? Alguns tinham cabeças que eram configuradas de modo diferente, e alguns até tinham caudas. Cerca de 20 tipos de Seres Humanos existiam juntos. Este é um fato da evolução normal no planeta, pois se vocês observarem qualquer mamífero, haverá muita variedade. Este é o modo como a natureza funciona e estava funcionando bem até há 100.000 anos. Vinte tipos de Seres Humanos estavam em desenvolvimento. Havia vários lugares onde eles estavam se desenvolvendo mais rápido do que os outros e os seus antropólogos sabem destes. Isto não começou em um lugar no planeta. Eles estavam em lugares que vocês chamariam de Europa Ocidental, ou Oriente Médio e outro lugar incomum – no meio do Oceano Pacífico! Eu explicarei em um momento. A evolução estava criando lentamente muitos tipos de Seres Humanos, como a natureza faz com tudo.
Então o planeta foi afetado pelo projeto – o projeto sagrado.

Com o projeto sagrado, este planeta foi visitado de um modo quântico por criaturas iluminadas que não eram anjos. É difícil de descrever como seria tal coisa, mas foi. Ouçam, há vida abundante neste Universo, e algo disto está nas lições como vocês e algo disto, não. Há seres biológicos que vivem no planeta como vocês, com atmosfera como a sua, mas onde não há guerra. Eles vivem em um estado quântico, onde há acordo para o que estão lá. Eles representam sociedades duas vezes tão velhas quanto a Terra. A Humanidade e tal grupo iluminado existiam e ainda existem nestes dias. Eles estão localizados há anos luz, distantes de vocês, ainda que vocês fossem visitados por eles facilmente. Eles vieram a este planeta para plantar as sementes da sacralidade dentro do seu DNA. Eles vieram com permissão, por projeto, e dentro do acordo de todos os seres angélicos no Universo. Não foi por acaso, e não foi parte de um plano de conquista. Era o seu trabalho amoroso.

Eu falo dos Pleidianos, e muito tem sido dito sobre eles. Pois quando vocês falam destas coisas, aonde um tipo de criatura vem e afeta todo um planeta, haveria aqueles que diriam: “Bem, isto tem que ser inapropriado, isto tem que ser o mal, isto tem que ser errado”. Não foi. Tem havido muita informação errônea sobre os Pleiadianos. Deixem-me lhes dizer se vocês pudessem vê-los agora, eles se parecem muito com vocês! E em algum dia em que vocês chegarem a um lugar onde seja apropriado, eles os encontrarão. Eles os chamarão de irmão, irmã, e se vocês receberem uma amostra de sua estrutura celular, pareceria muito com a sua. Pois eles têm as sementes da iluminação da raça Humana, e eles têm sabedoria e amor pela terra, pois vocês são as suas sementes.

O que eles deram a este planeta é difícil de descrever a vocês em um discurso de terceira dimensão. Pois ao usarem os presentes de estarem em um estado quântico com tudo, eles deram à humanidade no planeta duas camadas extras de DNA. E isto aconteceu imediatamente a somente uma dos 20 tipos de humanos, o tipo que vocês têm agora. Somente um tipo estava preparado para receber este presente.

Perguntem aos seus antropólogos sobre isto. Oh, não lhes perguntem sobre os Pleidianos! Perguntem-lhes o que aconteceu há aproximadamente 100.000 anos aos Seres Humanos. Eles lhes dirão que contra as possibilidades naturais deste acontecimento, somente um tipo de Ser Humano surgiu no planeta. E quanto aos outros 19? Eles morreram lentamente, incapazes de competir com aqueles com o novo DNA. Isto é contra a intuição com a natureza e deveria elevar as sobrancelhas daqueles que observam a seleção natural. Assim é algo para tomarem conhecimento, e fornece a prova do que eu estou lhes falando.

Isto se torna a história da criação em muita mitologia no planeta. Desde que isto aconteceu tão rápida e recentemente na história da Terra, leva com ela o sentimento que isto foi feito imediatamente, sem nada ter evoluído para deixar que isto acontecesse. Por esta razão, o pensamento por muitos de que a evolução não aconteceu sob qualquer condição, e que Deus criou os Humanos instantaneamente. Vocês percebem? Há uma semente da verdade para todas as coisas, mas elas são freqüentemente colocadas em um compartimento de 3D que a torna mais fácil para explicar. Um jardim maravilhoso, a tentação explicando o bem e o mal – isto é, certamente, próximo à visão metafísica do que aconteceu quando um grupo de humanos recebeu as suas duas novas camadas da consciência no DNA. Pois subitamente eles começaram a se expressar no processo da dualidade, na consciência da luz e da escuridão.

As camadas extras foi um auxílio para o teste da Terra, que se tornaria o único planeta do livre arbítrio do seu tempo. Uma camada incluiria o Registro Akashico, o registro de todas as almas angélicas que vieram e entraram no corpo Humano. A humanidade começou a se espiritualizar – não imediatamente, mas muito, muito lentamente por outros 50.000 anos. Os anjos começaram o processo de vir ao planeta, usando o corpo Humano como o veículo para criar este teste da Terra. Somente então o Ser Humano se tornou no que vocês começam a ver agora. Isto significa que a verdadeira humanidade iluminada tem realmente cerca de 50.000 anos – muito nova realmente!

A Terra era diferente então. Assim eu gostaria de levá-los há aproximadamente 40.000 anos atrás. Aqui está uma grande civilização no planeta, e ela já tinha existido em uma forma elemental por mais do que 5.000 anos. Era a maior sociedade no planeta já vista – não imensa em números, mas em consciência. Não foi algo que seria imitado mais tarde, pois foi parte da instalação da humanidade. Foi a civilização Lemuriana. Eu nunca identifiquei quanto tempo ela durou, assim eu o farei agora. O que vocês achariam de uma sociedade que durou mais do que 20.000 anos? Eles viviam em paz Menosprezar, não seria, algo que já aconteceu na sociedade documentada na terra? Nada que saibam se aproxima disto.

Os cientistas dizem: “É impossível. Não havia sociedades há tanto tempo atrás”. Certamente, não há prova, e isto, meus queridos Seres Humanos, é muito a propósito. Pois o planeta faz um trabalho muito bom ao apagar as marcas da humanidade. Apenas observem o que vocês estão estudando hoje, pois não podem achar algo muito mais antigo do que 4.000 anos! Isto tem sido agitado, decomposto, enterrado, arrastado, e perdido eternamente. Para tornar a rasura até mais completa, voltemos então à sociedade que estava em terra firme no meio do Oceano Pacífico. Agora não está.

A linha do tempo: Assim em essência dos inícios Lemurianos foi há aproximadamente 50.000 anos. Levou 10.000 anos para serem considerados unidos, e outros 5.000 para começarem a se unir como uma sociedade com um centro de controle comum Os Lemurianos tiveram uma civilização desenvolvida, madura de 35.000 anos a cerca de 15.000 anos atrás. Lembrem-se de que as coisas duravam muito tempo e eram muito lentas nos dias iniciais do desenvolvimento da humanidade. O que os leva um ano para fazer hoje, pode ter levado centenas antes. A linguagem era um problema, a comunicação era nova, viajar era muito lento, e as soberanias nunca tinham sido testadas. Considerando que vocês pudessem ter duas reuniões por dia, eles teriam duas em um ano, freqüentemente nem mesmo isto. A sua percepção de tempo era muito diferente no que eles tinham uma consciência quântica, quase um estado eterno de ser.

Deixem-me levá-los à Lemúria. Deixem-me descrever a Terra nesta época, pois ela era muito diferente então. Há aqueles que ririam, zombariam e gracejariam destes pronunciamentos. O Oceano Pacífico é imenso! “Nunca houve um tempo em que não houvesse água nele, a menos que vocês retornassem há milhões de anos”. Não é verdade. Eu não diria tudo isto. Eu somente disse da porção em que os Lemurianos se instalaram. Deixem-me pintar a cena para vocês.

O Planeta Terra estava girando a 28 graus em seu eixo. Esta era a inclinação da Terra, e não é a que vocês têm hoje. Além disto, geologicamente, o planeta era muito diferente há 40.000 anos. Vocês estavam no final da maior era do gelo que já vivenciaram. A temperatura deste planeta depende de quanta água há nele. O ciclo da água do planeta é o que controla a temperatura e o vento. O que eu estou lhes mostrando agora nesta visão é uma Terra muito diferente.

O ciclo de água da terra é o que a faz quente e fria, e é dinâmica e sempre em movimento. Com o decorrer dos anos, houve muitas mudanças baixas e altas de temperatura deste planeta. Quase todas elas sobreviveram a cada Ser Humano (significando que nenhum Humano esteve vivo o suficiente para ver todo um ciclo). Os ciclos tão curtos quanto 200 anos eram comuns. Assim a maior parte da humanidade está inconsciente de algo, exceto que ele está mudando, inconsciente dos ciclos normais. Vocês tiveram vários ciclos pequenos do gelo recentemente. Somente há algumas centenas de anos, nos anos 1400, vocês tiveram um onde as geleiras começaram a se formar novamente. As temperaturas do planeta caíram um pouco e então voltaram. Isto é típico do planeta e é o modo como ele funciona.

A coisa interessante é que antes destes pequenos eventos do gelo, há algo que não faz sentido ao Ser Humano. Ele se aquece! É parte do ciclo. Vocês estão tendo um novamente, e estão no início de um ciclo da água que voltará a uma temperatura mais baixa eventualmente. Isto é típico, cíclico e normal. Apenas peçam algum apoio.

Alguns Lemurianos escalaram as montanhas e vocês podem encontrar os seus antepassados hoje. Eles são chamados de Polinésios e conhecem tudo sobre os oceanos. Eles conhecem as marés. Eles estavam lá antes que as marés estivessem lá! Eles as observaram se formando e serem criadas. Eles podem dispor de pequenas embarcações e se mudarem de ilha para ilha, há centenas de quilômetros de distância, sem um compasso. Eles sabem o modo como funcionam os oceanos, as marés. Alguns até reivindicam que seus antepassados são os Lemurianos.

O que se segue é cientificamente controverso, pois o que eu vou lhes dizer é que pequenas colisões de meteoros eram mais comuns do que acreditavam, nestes tempos. Tão pouco quanto 13.000 anos atrás e então há 5.000 anos havia colisões. A última que ocorreu há 5.000 anos foi maior. Ela fez duas coisas para o planeta. A primeira é que ela criou tal mudança no revestimento do planeta que a terra mudou de 28 graus até 23 e 1/3. foi absolutamente um impacto! Isto foi somente há 5.000 anos. O segundo é que ela afetou a civilização. Muita poeira foi lançada na atmosfera acima, no que vocês chamam de estratosfera e o resultado principalmente foi a chuva. A chuva terminou com grande parte da humanidade. Muitos animais e Humanos morreram. Isto era necessário, necessário, e nós falamos disto antes. Era parte do plano. O propósito principal era apagar todo o conhecimento Lemuriano e criar muitos lagos para a humanidade usar. A ciência pode ver isto no estrato e isto foi até associado com a mitologia de um grande dilúvio pelo mundo inteiro e uma arca.

É interessante, não é? Há aqueles que os chamariam de criadores. Eles discutiriam com vocês em relação à evolução da humanidade. De certo modo, os dois lados estão certos. Pois a biologia da humanidade evoluiu muito lentamente. Mas a santidade foi dada imediatamente, como a história do Jardim do Éden, chamado Lemúria.

Quando descrevemos as épocas que lhes damos em anos, nós consideramos onde vocês estão agora como o ano zero. Assim nós voltamos do zero a quando nós descrevemos algo há 40.000 anos, 100.000 ou 10.000 anos. Isto se opõe à estrutura de tempo que estaria em referência a algum profeta que já viveu. Assim para aqueles que estão interessados em examinar algo da história do planeta para verificação desta mensagem, façam-no para trás deste ano como zero. Se houver algumas datas reais que desejemos discutir, nós as daremos no tipo de datas que vocês esperariam e usariam.

A civilização Lemuriana existiu basicamente de 35.000 a 15.000 anos atrás – a mais longa civilização monárquica na Terra. Ela era diferente de qualquer sociedade que vocês já tiveram, pois reveremos com vocês o que aconteceu. A verdadeira razão para a Lemúria e para todos os seus atributos do seu DNA era estabelecer um estágio para o que estava por vir. Quando o cozinheiro prepara a refeição, muito freqüentemente ele besuntará a panela, preparará todos os atributos para o alimento, e então prosseguirá com muita preparação o que realçará o alimento, mas isto não inclui o verdadeiro alimento ainda.

Os Lemurianos representavam este relacionamento com a Terra e vocês. De um modo espiritual, a refeição estava sendo preparada. Portanto, nós lhes dizemos novamente que eles tinham um atributo Akashico diferente do que vocês. Trezentos e cinqüenta milhões de Lemurianos existiam para a existência de sua cultura. Eles eram Lemurianos únicos e com algumas exceções, cada um tinha uma vida. Vocês poderiam dizer que eles estiveram construindo o Registro Akashico do planeta. Imaginem a Caverna da Criação com todos os cristais que descrevemos como as almas no planeta. A cada vez que um anjo viria e seria um Lemuriano por algum tempo. A essência de sua energia seria então colocada no planeta. O cristal com o seu nome nele entrariam na caverna. Algumas destas coisas não farão sentido para aqueles que não ouviram antes esta história sobre a Caverna da Criação. Toda a civilização Lemuriana deveria construir a Caverna da Criação e implantá-la com a energia das 350 milhões de almas. E em toda a sua história, houve somente alguns milhares que tinham vidas passadas, que viriam novamente como um Lemuriano – a maior parte sendo os seus cientistas. O resto deles teria uma vida e então voltariam e esperariam que a civilização estivesse completa (falando dos anjos que representam as diferentes almas da humanidade). Isto foi a propósito, e foi a fim de semear o planeta espiritualmente com o que estava para vir, e aumentar o valor cristalino da Caverna da Criação.

Os Lemurianos viram o que estava acontecendo. Como nós lhes dissemos, aproximadamente há 15.000 anos, o gelo começou a derreter, e isto aconteceu muito lentamente por pelo menos 5.000 anos. Vocês poderiam dizer que eles tiveram muito tempo para se prepararem, e assim eles fizeram. O que eles fizeram primeiro foi se tornarem uma nação navegante, construindo embarcações. Lentamente, muitos deles deixaram o vale em que estavam, o qual já estava lentamente inundando, enquanto o gelo derretia e as águas se elevavam no planeta. Assim vocês poderiam dizer que há parte da sociedade Lemuriana que povoou as margens de outras massas de terra através de embarcações. Procure-os na Nova Zelândia, Ilha de Páscoa – não muito ficou lá – e o grande continente que vocês chamam de Américas. Eles estavam nas áreas da Costa Ocidental que vocês chamam de Alasca e a ponte para o outro continente. Eles estavam lá. Muitos deles foram para a montanha chamada Shasta e eles existiram lá em sua forma humana muito antes que se fixassem na montanha como seres interdimensionais.

Alguns deles começaram outras sociedades em associação com outros Humanos que tinham viajado longe do núcleo, e tinham esquecido da sua linhagem completamente. Uma das culturas foi chamada Sumeriana, e estava no Oriente Médio. Isto eventualmente conduziu à cultura Egípcia, muitos anos mais tarde. É estranho que vocês achem que é aí que a história realmente começou!

Agora aqui está algo que não lhes falamos antes. Toda a evidência da antiga Lemúria tinha sido apagada. As correntes oceânicas sob os mares são muito fortes; elas correm quase como rios, lavando com areia e limo por eons. Assim há aqueles que dizem: “Isto significa que nós nunca encontraremos os artefatos da Lemúria”. Não somente vocês encontrarão alguns, vocês já encontraram, e muitos os estão escondendo. Porque quando estes colecionadores os mostrarem à ciência, eles serão ridicularizados. Pois haverá um oxímoro... uma contradição dentro do artefato real. Será muito estranho ser o que é! Pelo menos de acordo com o pensamento moderno, isto é. O que aconteceria se vocês encontrassem uma parte de automóvel que o carbono datasse de 3.000 anos atrás? Seria um artefato que “não poderia existir”. É como os artefatos da Lemúria parecerão. Pois eles serão mapas das estrelas e informação biológica que “não poderia ter sido conhecida”.

E por que alguém seria capaz de ter um artefato da Lemúria? Eu já lhes disse que a Lemúria foi arrastada pela água. É por causa das embarcações! Muitas delas afundaram em tempestades, carregando objetos Lemurianos comuns – artefatos. Alguns estão esperando ser encontrados, e alguns já foram encontrados e seqüestrados por colecionadores que não podem conseguir que alguém os observem porque eles não fazem sentido. Há mais.

Há aqueles que confundiriam a Lemúria com o que vocês chamaram Atlântida. Agora aqui está a informação que muitos não acreditarão. Pois nem muito é realmente conhecido sobre a Atlântida. Seus historiadores estão conjeturando. Deixem-me lhes falar sobre a Atlântida. Há duas delas – a velha Atlântida e a jovem Atlântida. Elas estão distantes, muito distantes, tanto fisicamente como no tempo. Uma que está sendo procurada agora é muito mais jovem do que vocês poderiam pensar. Pois a civilização da nova Atlântida tinha muita similaridade com a civilização Egípcia ao mesmo tempo. Uma foi o resultado dos homens da Europa Ocidental, e a outra foi o resultado da evolução dos homens do Oriente Médio.

“Kryon, onde está a Atlântida mais recente?” Bem, deixem-me lhes dar uma dica: Ela está próxima. Procurem-na do outro lado da bota. Isto é tudo o que eu direi. (Lembrem-se de que esta canalização estava sendo dada ao oeste do Mar Mediterrâneo, assim estas direções referidas são de onde o cruzeiro estava no oceano no momento. O outro lado da bota (o outro lado da parte mais baixa da Itália), de onde o navio estava navegando coloca-o próximo à Grécia e Creta. O cruzeiro já tinha deixado Roma quando esta informação foi dada).

“Kryon, onde está a velha Atlântida?” A resposta é que ela estava no Pacífico, longe da mais nova, e antiga em comparação. Ela foi uma instalação da Lemúria e não manteve a consciência Lemuriana por muito tempo. Ela se tornou o modelo para a escravidão e a decadência. A tecnologia era usada erroneamente. Não darei mais sobre isto agora.

Assim agora vocês conhecem os Lemurianos. Vocês também sabem que eles não estão no que vocês têm hoje no modo de consciência. Eles fazem parte da instalação do teste, e vocês perderam um fragmento e uma parte da ativação do DNA que eles tiveram através da energia que vocês selecionaram para a sua dualidade. E isto é o livre arbítrio, ver se vocês podem compreendê-lo e recebê-lo de volta. E esta é a parte quântica do DNA. É o que chamamos de camadas Lemurianas e Pleiadianas e uma delas é o Registro Akashico. Agora, se vocês estiverem associando isto, compreenderão também que os Lemurianos foram os responsáveis pela criação do Registro Akashico cósmico da Terra.

O TEMPO ATUAL

O ciclo da água é um dos mais importantes contribuintes para as mudanças do tempo no planeta. O segundo é a atividade vulcânica. O terceiro são os impactos do espaço. E vocês os tiveram todos na história recente. O que vocês têm agora foi denominado aquecimento global. Ele choca e preocupa os cientistas. Parte da razão é porque estes ciclos levam mais tempo do que uma existência Humana para desenvolver, portanto, ninguém na história moderna viu a grande cena. Vocês tiveram isto antes e aqui ele está novamente. É a mudança em um ciclo da água e acontece natural e normalmente. É o modo como a Terra funciona e se equilibra. Vocês têm grandes e pequenas mudanças no ciclo da água. Vocês terão muitas pequenas entre as grandes. É assim que a Terra funciona. A última pequena era do gelo que vocês tiveram foi nos anos 1200s aos 1400s, como vocês indicam o tempo. Os Humanos estavam aqui, e eles sobreviveram. Agora vocês têm o início de outra. Mas os cientistas não a estão chamando do início de uma mini era do gelo. Eles a estão chamando de aquecimento! É porque eles não compreendem o ciclo da água. Eles o estão vendo no que eles chamariam de um microcosmo ao invés de um macrocosmo.

Pode lhes parecer estranho que um período frio começa com o aquecimento, mas se vocês conhecerem a dinâmica do ciclo da água, isto faz um sentido total. Nenhum de vocês nesta sala verá todo o ciclo, pois ele será mais lento do que a sua existência. Vocês terão que esperar até a próxima vez. Pois os ciclos da água variam em extensão. Os pequenos podem durar tão pouco quanto 150 anos, e tão longos quanto 400 anos e vocês estão no início de um médio. Não o temam, pois ele é parte da terra, e o modo que ela se equilibra. Agora, há aqueles que disseram: “Bem, e quanto ao pensamento que os Humanos criaram isto? Isto significa que eles estão errados?” Aqui está a verdade, e vocês saberão disto algum dia: Os humanos não são responsáveis pelo ciclo da água. Entretanto, o que os humanos fizeram foi avançar o tempo deste, assim ele está um pouco mais adiantado do que seria. Sim, vocês o afetaram, mas não o provocaram.

TERREMOTOS

Há muitos que querem saber mais sobre os terremotos, assim eu revelarei outra função. Como o ciclo da água, eles fazem parte de uma mudança no planeta. Eles estão realmente relacionados com o ciclo da água. Realmente, vocês tiveram um evento recentemente que provocou um tsunami, que aumentou a compaixão no planeta. Este foi um dos maiores terremotos na história de sua existência. Ocorrendo sob o oceano, ele foi tão grande que realmente diminuiu um pouco a rotação do planeta. E este evento não sossegará por alguns anos. O que eu lhes direi pode ir contra a lógica geológica, mas é assim que a terra funciona. A diminuição da rotação do planeta provocou uma proporção de velocidade levemente diferente entre o núcleo derretido da terra e a sua crosta. Assim a terra continuará a se ajustar até que aquelas velocidades voltem ao que ela estava acostumada.

Os lugares onde a terra repercutirá mais por alguns anos serão próximos das marcas equatoriais, pois elas estão mais distantes do núcleo do planeta, e mais voláteis. Enquanto o planeta gira, eles são os que tenderão a se estender mais. Portanto, eles serão afetados devido ao fato que eles são os mais instáveis. Eu já disse para procurarem mais terremotos no equador. Nenhuma destas coisas criará destruição e tristeza neste planeta. Isto é simplesmente parte da mudança da Terra. Trabalhadores da Luz, não se preocupem com estas coisas, pois o sistema diz que vocês estarão no lugar certo, no momento certo. Então, não suponham o que significa o lugar certo. Vocês são ternamente amados e todas as coisas são apropriadas quando vocês estão no controle de sua vida

DURAÇÃO DA VIDA NA TERRA

Ao observarmos a linhagem do planeta, nós temos a informação. Não foi até o ano 1900 que o verdadeiro e novo processo de iluminação começou no planeta. Realmente, não havia muito antes então. Levou então mais 87 anos para trazer a vibração do planeta até um ponto de decisões – decisões sobre a vibração e sobre o futuro. Considerando que todos os profetas disseram que vocês teriam um término aproximadamente na mudança do milênio, ao contrário vocês mudaram a vibração deste planeta a um índice que não tinha que acontecer. Não se enganem, não havia nenhum plano de Deus para terminar este planeta. Foi a vibração do teste que vocês tinham criado em éons. Os humanos criam os seus próprios futuros. Vocês criam a sua própria profecia. É a consciência do planeta que faz isto. Vocês, portanto, criaram um futuro diferente que alguns dos profetas tinham visto, e agora quase toda a profecia anterior a 1987 é discutível. Vocês estão em um caminho completamente diferente.

Agora me deixem lhes dizer algo que vocês podem amar ao ouvir. Entre 1987 e 2007, algo surpreendente aconteceu. Devido à nova energia, os cristais que tinham nomes Lemurianos despertaram na Caverna da Criação. Eles sussurraram: “Tempo para retornar!” Trezentos e cinqüenta milhões deles. Ouçam isto, ouçam – todos os Lemurianos que já viveram neste planeta estão vivos novamente em corpos Humanos agora e estão de volta! Eles estão distribuídos por todo o globo. Ouçam, eu tenho uma sala repleta deles bem aqui. Eu estou olhando para eles. E é por isto que vocês estão aqui, queridos. É por isto que vocês estão lendo isto. E vocês imaginam por que vocês ressoam com estas coisas? Vocês imaginam por que vocês têm uma vibração mais elevada? Vocês imaginam por que há uma aliança com a sua estrutura celular e Kryon? É porque vocês são Lemurianos, uma velha alma em uma nova energia.

“Kryon, isto significa que a minha alma não esteve aqui antes de 1900?” Agora esta resposta é complicada. Partes e fragmentos estavam aqui, mas não a plena energia essencial Lemuriana. Vocês se consideram como uma entidade, uma alma, um nome, e uma face. Mas vocês não são. Vocês são uma associação de muitas energias. É difícil de explicar, senão impossível. A cada vez que vocês chegam, vocês são como a sopa que fica feita e vem ao planeta. Há um Eu Superior, que é a mesma energia essencial a cada vez. Mas o que envolve isto tem grande variedade espiritual. Mas agora alguns de vocês estão de volta com a energia essencial dos Lemurianos os envolvendo, algo que não aconteceu por 50.000 anos. Estes fragmentos do DNA estão sendo reativados.

Ouçam ao que eu estive lhes falando por anos: Menos do que metade de um por cento deste planeta tem que despertar para fazer uma diferença na vibração para todos. Vocês mudarão para 2012 com uma nova vibração. Menos do que metade de um por cento de sete bilhões de pessoas tem que despertar. Não é tanto assim. De fato, é somente 10% dos 350 milhões de Lemurianos que estão vivos hoje – uma porcentagem muito razoável.

Onde estão vocês neste enigma? Quanto tempo se supõe que a civilização dure? Eu lhes direi. A resposta é o seu futuro, e vocês decidirão isto. Vocês estão totalmente no controle disto, assim isto pode continuar tanto quanto vocês desejarem. Mas eu lhes direi por quanto tempo o teste foi projetado. Alguns de vocês rirão. Há muitos tipos de números populares que flutuam ao redor de uma cultura que se tornou doutrina e mitologia. Mas muito freqüentemente há verdade essencial para a sua importância. Uma delas que aparece muitas vezes como muitas coisas é 144.000. É intuitivo e todos vocês sabem disto. Ele representa a extensão do teste em anos – 144.000 anos.

Vocês estão na marca dos 100.000 (medida quando chegaram os Pleidianos). Vejam, há muito tempo ainda se vocês não se destruírem, e os Lemurianos podem mudar isto. Eles já mudaram. Vocês têm um tempo se aproximando que nós chamaremos de cooperativo e proporcional com todo este crescimento. E os Maias profetizaram isto. A energia da própria Gaia começará a mudar em 2012. Ocorrerá um ciclo que durará mais do que 1.000 anos- um que será mais propício ao seu crescimento espiritual do que a energia em que vocês nasceram.

A pergunta que foi feita: “Então, quando encontraremos os seus irmãos? Quando os Pleidianos retornarão ao planeta?” Oh, eu não acho que seja um mistério para alguns de vocês. Eles visitam regularmente. Alguns os vêem, alguns não. Não há nenhum plano sinistro, queridos. Quando eles os observam, eles observam com amor para ver como o jardim está crescendo. Se vocês durassem os 144.000 anos, ao final do teste vocês seriam como eles – um planeta que é iluminado, um com os atributos do Grande Sol Central (Kryon sorri).

E eu lhes direi algo que muitos de vocês não querem ouvir. Se vocês forem um Lemuriano na sala, vocês estarão lá! É como muitas existências que vocês deixaram. É quanto vocês amam a Terra. Nós lhes dissemos muitas vezes antes, como um Humano vocês se olham no espelho e espiritualmente vocês dizem: “Eu estou cansado. Eu não voltarei”. Vocês dizem: “Eu fiz o meu trabalho. Isto é muito trabalho. Eu não quero passar por isto novamente”. Então vocês ajustam a sua mente humana e têm uma conversa unilateral com Deus sobre a volta... e isto é divertido. (Kryon ri).

Todos vocês estão voltando! É isto o que vocês fazem. Vocês mal podem esperar. “Cansado” é a conversa humana. Não há ninguém cansado do outro lado do véu, somente compaixão. Este teste em que vocês estão, se refere à compaixão. 1987 trouxe a Convergência Harmônica. 2002, a conclusão da grade magnética e o início da experiência cristalina. 2004, o tsunami e o Trânsito de Vênus. 2012, outro Trânsito de Vênus. Estes são os eventos de libertação da energia feminina compassiva para este mundo, para serem assimilados e usados lentamente, assim vocês poderão se mover para a próxima energia com integridade. Isto fornece um equilíbrio compassivo para o planeta que não foi equilibrado por eons.

“Kryon, se você pudesse dar um marcador de onde estamos agora, como estamos fazendo?” Vocês não estariam aqui agora com esta canalização acontecendo, se ela não estivesse bem onde ela pertence. Virá um tempo em que vocês recordarão desta história e chamarão a este tempo de eras escuras da iluminação. E alguns de vocês sabem disto. Este é o momento em que a porta está simplesmente sendo aberta lentamente para a luz da compreensão espiritual. Aqui está um termo que muitos não traduzem corretamente em todos os idiomas, mas o momento em que vocês estão agora virá a ser conhecido como a era do monoteísmo conflitante. Todos concordam que há um Deus. Mas ninguém concorda com qual. Isto é o que vocês terão que imaginar em seguida, e assim como vocês recordam de alguém da sua história e vêem como isto foi resolvido, isto será resolvido também.

Eu termino agora. Qual é a energia do dia? Eu a darei a vocês. Compaixão e sincronicidade. Quanta luz vocês podem enviar a estes próximos a vocês? Vocês podem enviar luz a um Ser Humano neste vaso que precisa dela sem que ele necessariamente participe da reunião, ou que até conheça esta energia, ou que tenha alguma idéia sobre Deus? Vocês podem moderar a tristeza de alguém? Vocês têm a habilidade de segurar a mão dele com luz? Deixem-me lhes dizer algo. O sistema os trouxe aqui para que pudessem fazer exatamente isto. Vocês aceitam isto? Então faça isto, Lemuriano. Faça.

Bem-vindos à nova era.

E assim é.

Kryon


 

Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

Revisão: Inês Fernades

Fonte: http://www.faroldeluz.com.br/kryon/