sábado, 16 de abril de 2016

As 5 Principais Raças Extraterrestres em Contato Com a Terra Atualmente:

As 5 Principais Raças Extraterrestres em Contato Com a Terra Atualmente: O Que Você Precisa Saber

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Você acredita em inteligência extraterrestre ? E sobre a ideia de que não só eles existem, mas que estão em contato com a Terra ? Todas as provas que eu vi tem apontado para isto ser verdadeiro e se você já viu algumas informações sobre isto, eu tenho certeza que esta ideia vem sem você precisar buscar muito. Este artigo irá expor a história sem encobrimentos, apresentando as espécies que você pode fazer contato direto agora ou em um futuro bem próximo.
Contato Comprovado
1) Os Essassani2) Os Yahyel (Também conhecidos por Shalanaya)3) Híbridos Sirianospost-06-13-64) Os Pleiadianos5) Os ArturianosComo Entrar em Contato Com Estes Seres.Os Antigos Sabiam Dissopost-06-13-10A “Luz é Invencível” tem por norma não publicar comentários com links que não estejam ligados ao artigo publicado.
Pedimos a compreensão de todos, para qualquer dúvida temos nossa caixa de sugestões onde todos podem fazer livremente suas colocações.Agradecemos a compreensão de todos.
Equipe da “Luz é Invencível”.



Os seres humanos já descobriram 2.000 exoplanetas em nosso Universo, com mais de 500 descobertos só neste ano. Estes planetas são potencialmente adequados para a vida e têm as condições adequadas para apoiá-lo, incluindo oxigênio, carbono e água.
Nosso estudo contínuo do espaço só nos levou a perceber que o Universo é absolutamente repleto de vida, especialmente quando você leva em conta que existe uma estimativa de 100 bilhões de galáxias no nosso Universo. Algumas pessoas pensam que é impossível que os alienígenas sejam capazes de existir e duplamente impossível que eles seriam capazes de viajar anos-luz para nos visitar. Mas pense nisso:
Nossa terra tem apenas 4 bilhões de anos em um Universo que tem 14 bilhões de anos. Uma espécie poderia aprender, criar e fazer isto dispondo digamos de uma vantagem inicial de 2 ou 3 milhões de anos sobre nós ?
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Os seres humanos que atuam como canais espirituais tem divulgado por anos, informando com quais extraterrestres eles mantêm contato diretamente. Abduzidos, militares, denunciantes, mesmo cientistas respeitáveis, foram exaustivamente testados por uma vasta gama de neurologistas, hipnotizadores, psicólogos, etc, provando indiscutivelmente que estas pessoas tiveram contato com ETs, sendo relatado que alguns são benevolentes e outros beligerantes.
Se isso é novidade para você, aqui está o ex-ministro da Defesa Nacional do Canadá Paul Hellyer dando plena divulgação dentro do parlamento canadense sobre as histórias de encobrimento de OVNIs, ETs e contatos que os governos fazem e depois não divulgam para a população. Ele explica em uma sala na frente de funcionários do governo que existem mais de 80 espécies de alienígenas que o governo do Canadá está ciente e 4 delas em particular mantêm contato direto com a Terra.
A maioria dos que nos contataram até agora são benevolentes e querem nos ajudar. Alguns desses seres podem parecer estranhos ou de natureza paranormal para nós, isto acontece pela dificuldade que temos de compreender plenamente a sua consciência, inteligência e a forma como eles interagem com a realidade.
Sem mencionar que só pela existência destes seres a nossa compreensão e nosso lugar no Universo muda de forma dramática, tornando muito natural nós estarmos inclinados a rejeitar aquilo que é desconhecido, estranho e desafiador para nós, nos forçando a revermos as mentiras que os governos nos contam. Eu também sei que esta é uma conversa altamente controversa para ser compartilhada, mas as pessoas precisam ter acesso a esta informação para usarem seu discernimento interior.
Eu acredito que é o momento de começarmos a interagir conscientemente com estes seres, iniciando um novo relacionamento com eles e criando uma ponte de comunicação. Eu tenho experimentado isto em primeira mão comigo mesmo, muitos outros também têm. Eu realmente acredito que é parte do nosso destino futuro como espécie e é uma parte orgânica do amadurecimento para existir em um planeta inteligente, amoroso e compassivo.
Assim, sem mais delongas aqui estão as 5 principais raças de ETs que estão em contato com a Terra. Por favor, tenha em mente que estas informações não estão sendo liberadas sem provas. Elas provem de altos níveis dos governos, pessoal militar, cientistas e contatados diretamente.
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Os Essassani são tecnicamente os nossos répteis, parentes híbridos, humanos cinza. Há um tempo atrás uma espécie conhecida como Cinzas veio à Terra. De acordo com os relatórios, tinham sofrido mutações genéticas a ponto de não serem mais capaz de se reproduzir. Eles só podiam sobreviver por meio da clonagem.
Nós como espécie concordamos em compartilhar nossa genética com eles, para que pudessem alterar o curso da sua história e o futuro. A maioria das experiências de abdução tinham a ver com este curso de correção genética, que foi muito confuso para os seres humanos. Nós em algum nível concordamos com esta relação.
Desde então, uma raça inteiramente nova de seres foi criada, que naquela época já eram muito mais avançados do que nós, foi preparado e entregue um planeta para eles habitarem, o que lhes permitiu avançar, evoluir e crescer rapidamente, sem precisarem passar pelos estágios primitivos que a humanidade teve na Terra.
Eles são de certa maneira nossos parentes diretos e estão aqui para nos apoiar durante a nossa jornada de ascensão. Nos ajudando a manter o curso da realidade que gostaríamos de criar, desejavelmente com paz, harmonia e abundância. Os Essassani são de fato uma raça benevolente e amorosa. Eles têm uma relação estreita com os seus EUs Superiores, são extremamente brincalhões e gostam de refletir de volta a nossa busca para nos compreendermos melhor.
Os Essassanis são os nossos embaixadores de contato, você pode estar mais familiarizado com a espécie Essassani de Bashar, canalizado por Daryl Anka.
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Os Yahyel são uma espécie linda e graciosa de seres híbridos. Eles irradiam uma energia solar-dourada muito pura, são um dos parentes interestelares mais próximos que temos.
Serão a primeira raça a fazer contato direto conosco em pouco tempo. Eles são próximos da nossa altura, circunferência e parecem possuir a aparência de um personagem de anime angelical, muitos dos quais tem um olhar altamente multicultural. Eles são muito bonitos, gentis, inteligentes, atenciosos e centrados no coração.
Eles têm uma relação muito saudável com sua tecnologia e estão aqui para nos ajudar a nos desenvolver e evoluir. Também fizeram contato conosco nos tempos primitivos e são muito mais avançados do que nós atualmente. Diz-se que muitas das nossas plataformas de redes sociais foram entregues a Terra com a ajuda do seu fluxo de consciência.
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Estes hiper sapiens são altamente evoluídos e de acordo com os registros, tiveram muito contato conosco desde o início da jornada humana. Eles são uma das nossas raças criadoras, se uniram para ajudar a criar geneticamente os seres humanos. Muitas profecias antigas e textos espirituais relatam que os extraterrestres estavam envolvidos na criação dos seres humanos.
Os seres de Sirius existem há cerca de 300 a 500 anos no futuro e são dezenas de milhares de anos mais avançados e evoluídos do que a nossa raça. Eles são especializados em tecnologia, arquitetura, energia sustentável e geometria sagrada. O ser descrito no filme Avatar é muito semelhante em aparência aos Sirianos.
Eles são próximos da nossa altura, embora um pouco mais altos em geral, esbeltos e têm músculos definidos. Eles têm um tom morno azulado na pele, olhos ovais quentes, longos dedos permitindo muita precisão e destreza.
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Os Pleiadianos hiper sapiens são altos, de rosto redondo, olhos arregalados, com características em detalhes suaves. Eles são seres bonitos que são descritos quase exclusivamente como tendo o cabelo loiro (quando têm cabelo) e olhos azuis. Muitos de nós passamos um tempo em treinamento nas Plêiades aprendendo sobre a vida na Terra antes de virmos para cá, já nos disseram que é para onde vamos retornar depois da ascensão da Terra.
Seus corpos funcionam como instrumentos delicados, bem ajustados, que podem captar sinais psíquicos transmitidos em todo o Universo. Desta forma, se você quiser se conectar psiquicamente com ETs, os Pleiadianos na maioria das vezes são os mais sensíveis diretamente e aparentemente os ETs mais próximos que estão em contato conosco.
Os Pleiadianos também têm qualidades diplomáticas, à medida que estão bastante envolvidos com a Aliança Interestelar, apoiando o desenvolvimento de raças semeadas em outros planetas, garantindo o progresso e a evolução de todos. Os Pleiadianos são extremamente gentis, amorosos e são a raça mais fácil para começarmos a entrar em contato psiquicamente. Eles estão prontamente disponíveis e sempre respondem e interagem rapidamente.
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Os Arturianos são a raça mais antiga de toda a nossa galáxia, são hiper sapiens, uma raça de seres altamente evoluídos. São profundamente conscientes, inovadores e experientes. Nos informaram que o sistema Arturiano foi o primeiro a ser semeado nesta galáxia, e que iniciou uma série de raças descendentes na galáxia, incluindo a nossa própria.
Os Arturianos tem várias formas, a sua consciência altamente avançada permitiu-lhes passar através da singularidade, coexistindo totalmente em uma realidade de alta vibração e poderosamente avançada. A raça principal tem cerca de 1.20 m a 1.5 m de altura, pele azul e cérebro grande. Seus corpos no entanto são surpreendentemente amplos e tem uma forma de encaixe sobre eles.
Os Arturianos estão acelerando e se tornando menos físico. São espirituosos e psíquicos, tem facilidade em nos compreender porque sempre supervisionaram e apoiaram a nossa experiência de vida. Eles são uns dos nossos ancestrais das estrelas mais profundas.
Para mais informações sobre contatos humanos iniciados com ET, encobrimentos dos governos, abduzidos e denuncia de testemunhas, eu recomendo que você assista ao documentário Sirius. Ele contém décadas de investigação em tempo integral, com informações sobre dispositivos de energia livre, raças alienígenas e espiritualidade, veja o trailer:
Eu recomendo que você reserve um tempo para meditar todos os dias, sempre no mesmo horário. Limpe seu espaço, posicione-se confortavelmente e respire profundamente algumas vezes. Faça um pedido para recebê-los em seu espaço. E então apenas medite… Permaneça tranquilo e ouça. Se quiser, faça uma pergunta e analise que tipo de resposta você recebe.
Como Max Plank disse uma vez, o número de mentes no Universo é uma só. Estes seres têm milhares ou milhões de anos de evolução mais do que nós, então capacidades como telepatia, Percepção Extra Sensorial (PES) e transmissão física são tão fáceis para eles como o envio de um sinal de rádio é para nós.
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Existem registros de que os ETs nos visitam há milhares de anos, todas as culturas antigas falam sobre os “deuses” que iriam “descer do céu” com uma luz brilhante e trazer-lhes conhecimento, ferramentas, tecnologia e cultura. Estes seres são descritos geralmente tendo a pele brilhante ou usando algum tipo de equipamento espacial, geralmente com a cabeça grande e olhos grandes arregalados.
Eram os Deuses Astronautas” é uma leitura maravilhosa que resume uma grande quantidade de evidências de que o homem antigo foi visitado no passado por seres extraterrestres e eles criaram arte, pinturas rupestres (veja imagem acima) e esculturas destes visitantes distantes para descrever as experiências que tiveram com eles.
Estas são as cinco principais raças que mantêm contato com a Terra. Mais uma vez, gostaria de sublinhar que esta não é uma besteira da nova Era. Estas informações vem de registros dos mais altos níveis do complexo militar industrial, dos governos e dos contatados diretamente.
Existem muito mais raças em contato conosco agora e muitas outras que também desejam entrar em contato. Talvez eles estejam esperando por nós abrirmos nossa mente e nosso coração, deixar ir a nossa ganância e orgulho, crescer um pouco, atingindo um progresso espiritual maior antes de tornarem sua presença conhecida no planeta inteiro.
©Amateo Ra e Steven Bancarz
Tradução e Divulgação: A Luz é Invencível

sábado, 9 de abril de 2016

A evolução em nosso Planeta e tudo que nele habita teve início no plano 
mental ou kamamanásico.A Terra tinha então forma ígnea, ou de fogo,
 quando aqui se desenvolveu a Primeira Raça-Mãe, chamada Adâmica ou Polar.

As Raças Mães ou Raizes


Cada Raça-Mãe desenvolve, segundo Helena Blavatsky, complementada por Henrique José de Souza, 7 Sub-Raças, 56 Ramos Raciais.Cada Ramo desenvolve 7 Famílias a que os livros sagrados chamam de Tribos.
Repetindo então, temos 7 Raças-Mães na Terra, a saber:

1 – ADÂMICA ou POLAR. Os seres eram considerados Chayas ou sombras, e passaram por 7 estágios que poderiam ser chamados de Sub-Raças, apesar das modificações quase imperceptíveis com o passar de milhões e milhões de anos.
Os seres eram sem sexo e tinham só forma espiritual ou mental. Sendo assexuados, eram chamados de filhos do suor.
Com o calor, cada gota de suor gerava outro ser. Poderiam ser chamados então de andróginos latentes.
O sentido correspondente foi o da visão.
A Terra foi então modificando seu estágio de ígneo para gasoso, mas sem similaridade com os gases que conhecemos hoje.
Os chamados espíritos da natureza foram construindo invólucros mais densos para surgiram seres mais densos.
2 – HIPERBÓREA, ou segunda Raça-Mãe. Apesar de os seres serem mais densos, ganhando uma espécie de escama para densificar os invólucros, eram ainda muito espirituais ou mentais, mas já desenvolvendo o chamado corpo astral.
O sentido correspondente foi o da audição, juntamente com o aprimoramento da visão, quando começaram a perceber cores e a polarização de prana animando os corpos, dividindo-os em dois sexos.
3 – LEMURIANA. Nesta terceira Raça-Mãe, os seres passaram de andróginos latentes para andróginos propriamente ditos.
Em princípio, começaram a se desenvolver a partir de substâncias étero-astrais que, com o tempo, passaram a semi-fluídicas, mais próximas da água que temos hoje.
A reprodução foi se modificando de gotas de suor para ovos como os de galinha. Com o tempo, o ovo foi se interiorizado o surgimento do que poderia ser chamado de ovário, mas ainda eram andróginos desenvolvendo mais um sentido, o do gosto.Em meados dessa Raça, ou há 18 milhões de anos atrás, estes seres eram gigantescos, atingindo até mais de 50 metros de altura com um olho na testa e três dedos em cada mão e três em cada pé. Foi quando aconteceu a
chegada dos chamados exilados de Capela, segundo Edgar Armon, que deram
àquele ser o chamado princípio de AHANKARA ou egoísmo,
e a divisão deles em masculinos e femininos.
As 7 Sub-Raças já foram melhor definidas. Três sentidos: visão, audição e gosto ou paladar.
Havia muito pouco a saborear então.
Os Agnisvatas deram a esses seres os germens da emissão; os germens do mental concreto
4 – ATLANTE, ou quarta Sub-Raça. Decorreu da evolução da Lemuriana. O olho da testa foi se interiorizando e se transformou em glândula pineal. Surgiram então os dois olhos na cabeça, quando o veículo físico alcançou maior densidade.
Apesar da estatura ir diminuindo, da Raça Lemuriana para a Atlante, os atlantes eram mais densos e foram chamados Titãs.
A sensação que começaram a desenvolver foi o olfato, mas mesmo no final da última Sub-Raça da Raça Atlante, ainda não distinguiam cheiro, mas o sentido que lhe correspondia era o do tato.
As 7 Sub-Raças dos Atlantes foram já bem delineadas com seus Ramos e Fami1ias a que se referem os chamados livros sagrados das religiões.
Algumas Sub-Raças são conhecidas até pelo mundo profano, como a Quinta Sub-Raça Semita; a Sétima e última, Mongólica, bem como a dos Toltecas.
Foi a vez do mental concreto começar a se desenvolver como sempre com atuação dos elementais ou espíritos da natureza correspondentes.
Tinham 4 dedos em cada mão e 4 em cada pé, correspondentes aos 4 sentidos que possuíam.
Foi a Raça mais brilhante deste Planeta. Tais seres dominaram o átomo sem exalar radioatividade e conseguiram voar nos veículos que chamavam de Vimanas ou discos voadores, segundo o Prof. Henrique José de Souza. Daí o mito da Torre de Babel, ouo desejo de voltarem às origens celestiais, antes de terminarem
a evolução na Terra, de acordo com o plano cósmico.
Nossa Raça ainda precisa lutar muito para conseguir ao menos se igualar aos Atlantes em certos setores.
5 – ARIANA, ou Quinta Raça Mãe. Consta que surgiu há 1 milhão de anos atrás, misturando-se à Quarta Raça-Mãe, ou dos Atlantes.
Foram nascendo crianças com 5 dedos em cada mão e 5 em cada pé. O Manu, ou guia Vaivásvata, separou as melhores sementes e as conduziu à meseta do Pamir, para desenvolver nelas ainda mais o mental concreto, que foi bem desenvolvido com os Atlantes,
e dar início à evolução do mental abstrato.
Hoje, com cinco sentidos bem delineados, mesmo que ainda em aperfeiçoamento, visão, audição, gustação, tato e olfação, alguns de nós já tentam desenvolver os dois restantes. A obrigação de nossa Raça Arianaé desenvolver o mental abstrato.
Especificamente, a Quinta Sub-Raça, que é a nossa, tem o dever, sob pena de praticar crime contra a evolução, de desenvolver o raciocínio abstrato, dedicando-se a tudo que seja abstração: filosofias, religiões, ciências,
artes, etc. Pouco importa se há pessoas praticando magia negra pelo
pensamento; o que importa é que temos de desenvolver a arte de pensar,
de raciocinar, para nos tornarmos racionais, sob pena de provocarmos, para
nós mesmos, no futuro, um karma extraordinariamente pesado.
6 – As Raças seguintes são as RaçasBIRMÂNICA e ATABIRMÂNICA.
Quem quiser desenvolver a intuição, fazendo cessar os pensamentos, ouvindo o que Helena Blavatsky chama de A Voz do Silêncio, claro que pode e deve, porque estará já trabalhando o que a Sexta Raça deverá desenvolver, ou seja, a intuição.
E como a intuição puxa o mental abstrato e o concreto, não há problema tentar trabalhá-lo neste momento cósmico. O problema é se esquecer de se esforçar ao máximo para conseguir desenvolver o mental abstrato.
Infelizmente, a humanidade, praticamente inteira, ainda está com o mental enfocado no emocional ou ainda na Lemúria e na Atlântida.
Portanto, os que se interessam por esses assuntos são os chamados escolhidos para o Quinto Sistema ou Quinto Momento Cósmico, que já começou na Terra e deverá ser completado num local que está sendo preparado pelas hierarquias para os lados das
estrelas Três Marias.

O mito de Hórus, Osíris e Ísis


Tenho esta imagem junto aos meus livros, porque quero que este mito seja a base da minha vida, sobretudo da minha vida com o Alexandre. :)
Bem, a verdade, verdadinha, é que passo a vida a contá-lo a toda a gente. Conto e volto a contar este mito aos meus amigos… que querem, eles esquecem-se. :P
Se repararem, junto com a imagem da trindade egipcia, está a mais especial de todas as minhas pedras coração. E, digam lá, não gostam das minhas pedras quasepirâmides? :)


Conhecem o mito? Bem, vou fazer um pequeno resumo:
Osíris e Ísis reinavam no Egito. E o reino crescia com eles em beleza e sabedoria. Era um tempo feliz. Osíris, o senhor do sol, e Ísis, a senhora da lua e da magia, eram amados por todos. Ou quase todos. Seth sentia crescer dentro de si a ira e a inveja do sucesso do irmão Osíris. Seth queria o trono.
Osíris afastou-se do Egito para travar uma batalha, deixando Ísis a governar em seu lugar, o que apenas enfureceu mais Seth. Quando Osíris regressou triunfante, Seth juntamente com 72 amigos fiéis foram saudá-lo e dar-lhe as boas vindas num grande banquete. Quando a festa em honra de Osíris estava a terminar, abriram-se as grandes portas e um magnífico sarcófago em ouro foi transportado para o meio do salão. Perante a aclamação de todos, Seth informou que o sarcófago seria para aquele que lá ficasse melhor. Contudo, o sarcófago tinha sido feito de modo a que servisse na perfeição a Osíris, que era mais alto, mais largo de ombros e mais forte que qualquer outro homem. Quando, por fim, foi a vez de Osíris experimentar o sarcófago, Seth e os amigos puseram-lhe de imediato a tampa, fecharam-no e atiraram-no ao nilo.
Após muitas dificuldades, Ísis conseguiu recuperar o sarcófago e o corpo de Osíris. Senhora da sua arte, Ísis usou a magia e trouxe de novo Osíris à vida. Durante o ritual, Ísis uniu-se com Osíris num acto sagrado e, assim, engravidou do divino Hórus. Mas, enquanto ambos descansavam, Seth rastejou sob a capa da escuridão até ao corpo de Osíris e retalhou-o em 14 pedaços que, de imediato, mandou os seus seguidores espalharem por todo o Egito.
E a bela Ísis, com um coração profundamente dolorido, nunca desistiu de procurar o seu amado Osíris. Mesmo quando a gravidez e o desespero cresciam, Ísis manteve-se na sua busca. Sempre leal. E, com muita perseverança, Ísis encontrou, um a um, os pedaços do seu amado senhor. Todos menos um: o falo de Osíris tinha sido comido por um peixe e estava perdido para sempre.
Usando novamente a magia, Ísis uniu de novo o corpo de Osíris. Contudo, este agora estava incompleto. Não podendo ser o senhor da vida, passou a presidir no mundo dos mortos.
E a luta de Ísis continuou, teve que lutar sempre pela vida do seu filho Hórus que, enquanto criança, sofreu diversos atentados por parte do seu tio Seth. Mas a frágil criança Horus cresceu e transformou-se num guerreiro ao nível do seu divino pai. E as lutas entre Hórus e Seth começaram. Travaram-se muitas batalhas sangrentas, todas elas ganhas por Hórus que, após cada triunfo, pedia à Grande Enéada a devolução da terra e do título de seu pai. Mas a Enéada mantinha-se indiferente. E as batalhas recomeçavam.
Seth surgia numa grande variedade de disfarces. Mas Hórus sempre o reconhecia e matava-o. Contudo, numa dessas batalhas, Seth tirou o olho esquerdo a Hórus. Ísis substitui-o pelo poderoso Olho Udyat.
Por fim, Hórus parou de lutar e dirigiu-se a Ísis, pedindo que o ajudasse a conquistar a sua herança. E, porque Ísis era o trono, a Enéada concedeu-o, finalmente, a Hórus.
Este o mito. E, como nos tempos que correm, os mitos são vistos como analogias e estão sujeitos a interpretações, interpretemos também este.
Em primeiro lugar, temos o conceito de lealdade absoluta. Ísis nunca coloca sequer a possibilidade de desistir de Osíris. Consideremos que o contrário também seria verdadeiro. Assim, ensina-nos que não se desiste de uma união, mesmo diante do fracasso e da derrota. É um conceito que me parece redentor.
Temos ainda o pormenor da concepção de Hórus, que nos mostra que um filho é sempre uma fonte de esperança, quaisquer que sejam as circunstâncias externas. E nada há de mais sagrado do que a própria vida. É a incapacidade de gerar vida que leva Osíris a reinar no mundo dos mortos.
Em terceiro lugar, temos a infância de Hórus: difícil, necessitando de cuidados continuos. O que nos mostra que também devemos cuidar do que ainda não amadureceu em nós, devemos ser capazes de proteger os nossos dons e tudo aquilo que nos é precioso e vulnerável, para que cresça e o nosso destino se cumpra.
Por último, há que referir, que o sucesso mais do que por mérito próprio, vem pela generosidade dos deuses. Invoquemos, então, a divina Ísis, o verdadeiro trono, para que por seu intermédio a nossa vida floresça em beleza, sabedoria e riqueza.
Este é o mito. Mas o que é exatamente um mito? Volto a insistir: só para o homem moderno que, infelizmente, perdeu quase todo o contacto com os mitos, é que um mito passou a ser uma fábula. Para a humanidade que o criou, o mito era suposto exprimir a verdade absoluta, pois contava uma história sagrada.
Antes de acabar, quero ainda referir que o mito de Hórus continua no nosso mundo. Sabemos que em Edfu, a casa de Hórus, todos os anos se realizavam festivais e recriações das antigas batalhas para celebrar a vitória de Hórus sobre Seth. Já na era romana, vemos uma estátua, que se encontra no British Museum, de Hórus vestido como centurião romano, montado num cavalo e espetando um lança em Seth, o crocodilo. Ainda mais tarde, a batalha de Hórus e Seth, tornou-se na luta de S. Jorge e o Dragão. Há até quem pense que o nome egípcio de Seth, Sutekh, pode ter evoluído para a palvra Satã.
Deixem-me só referir outro aspecto: para os egípcios, a primeira luz era Re-Hor-em-akhet, Re que é o Hórus do horizonte, em que Hórus é representado como um falcão, com as suas asas estendidas refletindo o sol. E Hórus será sempre a primeira luz da manhã, nas nossas noites.
Termino, desejando que as nossas noites se unam com os nossos dias, que a serpente e a ave parem de combater e que ambos, o poder da ave e o poder da serpente, nos fortaleçam. [FONTE]

Sinais divinos ou Ovnis? O Contato Extraterrestre nos livros sagrados


Nos anais de Tutmés III, cerca de 1504 a 1450, antes de Cristo, 
escribas viram no céu círculos de fogo que, em seguida, subiram
 mais alto e dirigiram-se para o sul.
Em 163 AC, em Concius, um homem foi queimado por um raio
 que veio de um espelho no céu.
Em 436 DC, em Bizâncio, após fortes tremores de terra, uma 
criança sobe ao céu e volta, a vista de muitas pessoas.
Cruzes no céu foram vistas em diversas épocas:
No ano de 776, os franceses, dentro do castelo de Sigibut, estavam 
sitiados pelos saxões. No entanto, foram salvos quando surgiram 
sobre a igreja da fortaleza dois escudos vermelhos no céu. E assim os 
saxões fugiram. (Annales Laurissense).
Crônicas do ano 1120, do monge Mateus de Paris, nos fala de uma cruz
 voadora sobre o santo sepulcro. (Hist. Anglorum)
No ano de 1200, também foi vista uma cruz no céu sobre Jerusalém. 
Em 312 DC, surgiu uma cruz no céu quando o imperador Constantino 
aceitou o Cristianismo, no Império Romano.
Em 1528, no cerco de Utrech, foi vista uma cruz de Borgonha, de cor amarela,
 no céu da Holanda.
Em 1954, uma patrulha de discos voadores sobrevoa Roma, fazendo evoluções 
e ao final, forma uma cruz sobre a basílica de São Pedro, no dia do aniversário 
da revolução Comunista.
Temos milhares de contatos descritos na história universal e a maioria 
deles foi interpretada como sinal divino:
“608 AC – É a segunda vez que me foi dirigida a palavra do senhor a qual dizia:
 Que vês tu? E respondi: Vejo panela a ferver que vem da banda do Aquilão.
” (Jeremias-1.13)
“Levantei de novo os olhos e eis que havia rolo que voava, o qual tinha 200 
côvados de comprimento e 10 côvados de largura.” (Zacarias – Liv. 1 – 5.1.-2.)
 Seria um charuto?
“Parou, pois, o sol no meio do céu e não se apressou a por-se durante o espaço de
 um dia.” (Livro de Josué)
166 DC – Julius Obsequens, em Prodigiorum Libellus, cita que em Capua o sol
 brilhou à noite. E Tito Livius escreveu que Albae viram-se dois sóis à noite. Em De
 Divination, Cícero fala sobre dois sóis e três luas vistas no céu.
Do livro Aparições, de Erich Von Daniken:
28/12/1933 – A Sra. Van Nieke Van Den Diji, em Onkerzeele, Bélgica, viu um sol verde
 vermelho girando.
15/04/1950 – Em Casalicchio, a Aquivava, na Itália, milhares de espectadores dizem
 ter observado uma nuvem que se abriu e em cujo centro havia uma estrela de brilho
 opaco e, respectivamente, um sol girando e brilhando em todas as cores.
30/10/1950 – Segundo relato expresso do Cardeal Todeschini, por várias vezes o 
Papa Pio XII viu nos jardins do Vaticano o sol girando, semelhante ao milagre
 do sol de Fátima.
13/10/1917 – Em Fátima, Portugal, 70.000 pessoas presenciaram o milagre do 
sol. Estava chovendo, quando o sol apareceu através das nuvens. Parecia um disco 
achatado, com um contorno nitidamente definido. Tinha o brilho mutante e, 
de repente, começou a fazer manobras e a rodar com crescente velocidade. 
Começou a cair e logo aquilo, avermelhando-se, manobrou e desapareceu nas nuvens.
Se raciocinarmos, poderemos ver que todos esses avistamentos, tidos como sol, 
nada mais são do que OVNIS. Como o sol poderia deslocar-se, aproximando da 
Terra? Todo o sistema solar seria destruído. E ainda mais em Fátima, como esse
 astro poderia caber entre as nuvens e o solo do nosso planeta se ele tem 1.300.000
 vezes o diâmetro da Terra.
Em 1463, Catarina de Bolonha, na Itália, viu o Senhor sentado num trono resplandecente. 
E em 214 AC, em Hádria, no Golfo de Veneza, houve um estranho espetáculo.
Surgiu um homem vestido de branco sobre um altar no céu. (Julius Obsequens e 
Tito Livius em história romana – Liv. 21- Cap. 62)
Esses avistamentos de altares no céu nada mais eram do que tripulantes vistos em
 OVNIs em vôo, tendo uma parte transparente que permitia ver o interior do mesmo.
Em 1950, um observador da zona rural, contou-nos que viu um objeto pousado
 emitindo intensa luminosidade. Ele tinha a forma de um “chapéu” e, no local
 onde seria a copa, tinha uma cúpula transparente e lá ele viu um ser assentado com as mãos no queixo e os cotovelos apoiados nas pernas. E disse-nos que aquilo era uma assombração.
E o que poderiam pensar, aqueles que citamos, há mais de 500 anos?
“Em 14, um moribundo contou a seguinte história a São Tomás de Villanueva,
 Arcebispo de Valência:
Eu era judeu, tendo sido rigorosamente educado de acordo com as leis judaicas.
 Estávamos três a passear, quando subitamente, o céu se abriu como uma cortina. 
Ficamos assustadíssimos, pois nenhum de nós havia visto um espetáculo dessa 
natureza. Então, surgiu no ar um cálice de ouro com uma hóstia branca sobre ele.
 (Aparições – Erich Von Daniken).
Como são os contatos observados com olhos religiosos! Pois o que o moribundo viu
 foi um OVNI iluminado em determinadas partes, emitindo um facho de luz em cone, 
para baixo. Já ouvimos de moradores rurais, em nossas pesquisas, a expressão: “parecia
 um ostensório”, que é um objeto usado na religião apostólica romana.
15/12/1631 – Perto de Nápoles, pairando sobre um campo de trigo, a “Rainha dos 
céus”, apareceu a vários jesuítas, para anunciar a iminente erupção do Vesúvio.
 (Aparições – Erich von Daniken).
04/11/1799 – Em Cumana, Venezuela, houve um terremoto, sendo vistas várias bolas
 vermelhas no céu.
Em 26/09/1954, OVNIs foram vistos, durante um terremoto, pairando no espaço.
E também, em 11/02/1957, em Leicestershire, Inglaterra, OVNIs foram vistos no céu, 
durante terremoto.
Muitas vezes os OVNIs foram vistos antes de algum cataclisma do planeta. 
Talvez seus instrumentos sofisticados tenham detectado o que se sucederia e se
 mostram como um sinal dos céus, já que conhecem nossas crenças. Ou, então, 
pretendem avisar-nos que algo suceder naquele lugar, já que essas visões sempre
 foram consideradas mau presságio. E, especulando, podemos pensar que se aproveitam 
de sua tecnologia para manipularmos e continuar a fazendo-nos encarar suas
 Aparições como divinas ou demoníacas.
12/09/1914 – Em La Marne, França, quando estava em curso a grande batalha do Rio 
Marne, muitos soldados alemães distinguiram, no firmamento, uma dama de branco
 que impediu seu avanço. (Aparições – Erich Von Daniken)
Em 1099 AC, os cruzados, sitiando Jerusalém, viram um cavaleiro agitando o escudo
 brilhante sobre o Monte das Oliveiras, ordenando atacarem novamente.
Em 204 AC, apareceram dois anjos resplandecentes no céu, de aparência pavorosa 
e paralisaram o exército egípcio de Ptolomeu IV, quando ele resolveu matar os judeus.
É interessante destacar que esses avistamentos de OVNIs sempre se fizeram presentes
 em guerras. Será que eles tem até o interesse de interferir em nossa história,
 mudando o curso de uma batalha?
Mas vejamos os OVNIs e as religiões…..
OVNIS E AS RELIGIÕES
Gostaríamos de frisar, antes de expormos nossas idéias, que acreditamos em 
Deus, um ser espiritual, onipresente e onisciente. Cremos na evolução do espírito 
através de sucessivas reencarnações nos incontáveis mundos do Cosmo. Mas, por
 Deus ser tão complexo, nossa mente ainda não pode compreendê-lo. E assim, a
 humanidade, nessa busca incessante para explicá-lo, buscou em fatos reais, 
acontecidos ao correr dos milênios, uma maneira de entendê-lo.
E dessa maneira tudo que vinha do céu era considerado divino. E, nossos
 antepassados, em contatos com seres de outros planetas, interpretaram isso como 
aparições de anjos, santos e até o próprio Deus. No entanto, não queremos, de
 maneira alguma, criticar qualquer religião que seja – pois todas elas encaminham o
 homem para o “bem” – e também influir na crença de um Deus Criador. nós somente
 estamos colocando-o no lugar que ele ocupa, o cosmo e não um pequenino planeta
 como a terra, pois, “Ele” semeou a vida em múltiplos mundos desse universo maravilhoso 
e nós não estamos sós.
Estudando as religiões antigas, podemos notar a presença de seres físicos,
 dotados de tecnologia avançadíssima, em contato com a humanidade. E surgiram os
 falados cruzamentos entre seres celestiais e mulheres da terra, fatos descritos em livros
 sagrados e na história universal.
Luciana Lemos Bocchetti
A Bíblia Sagrada nos diz: ” Entrementes os homens haviam se multiplicado na terra 
e lhes tinham nascido filhas. Os filhos de Deus vendo a beleza das filhas dos
 homens tomaram por esposas aquelas que mais lhe agradaram.” (Gênesis)
Mais adiante temos:
“E havia naquele tempo gigantes sobre a terra e os houve também depois que os 
filhos de Deus se uniram às filhas dos homens e destas nasceram filhos; são estes
 os heróis famosos desde o tempo antigo.” (Gênesis)
Os livros sagrados de Dzyan contam-nos que os primeiros homens na Terra eram filhos 
dos homens celestes ou Pitris e que os “Reis da Luz” ocupavam “tronos Celestes”.
O Nihongi, Japão, descreve-nos seres divinos que desceram do céu, em “barcos
 celestiais”, e se uniram às filhas dos homens. E também nos falam de uma “ponte 
celestial ou flutuante” entre o céu e a terra.
Zeus, Mercúrio e outros deuses gregos desciam do Olimpo para amarem as lindas 
mulheres da Grécia.
O Bundhasvamin Brihat Katha Shlokasanigraha, um antigo romance do Nepal, narra 
contos de seres divinos descendo do céu e seduzindo as mulheres e guerreando em
 seus “carros voadores”.
Na Índia, o Rig Veda os conta histórias sobre “seres celestiais” que desciam à Terra
 para amar ou fazer guerra. O mesmo encontramos no Ramaiana, também da Índia, pois
 nos fala de histórias de seres do espaço com mulheres de nosso planeta.
Em muitas civilizações antigas, as virgens eram sempre destinadas aos deuses. 
Na Babilônia, segundo alguns autores, os Zigurats, altas torres, eram reservados
 aos deuses, para seus encontros com as virgens a eles destinadas. Na Grécia antiga, 
era costume de muitas outras mães solteiras dizerem que seus filhos tinham origem 
divina. Os Súcubos e íncubos na idade média apavoravam muitas mulheres e homens
 com suas seduções. Podemos especular dizendo que esses contatos, entre homens 
de outros planetas e mulheres da terra, tinham uma finalidade de melhorar geneticamente
 as raças por eles escolhidas, pois, os cruzamentos entre parentes as degeneravam,
 atrasando a evolução. Por isso é que muitos povos tinham proteção dos deuses, 
ajudando-os até a lutar contra outros. No entanto, é difícil compreendermos tudo isso,
 porque o que citamos vai de encontro a dogmas religiosos de mais de dois mil anos.
Posteriormente, os seres extraterrestres que nos visitavam passaram a uma segunda fases
 de suas missões na Terra. Começaram a dar a humanidade noções de justiça, moral e 
ordem. Mas os homens daquela época não podiam conceber engenhos voadores, daí 
sempre vermos textos antigos a expressão: “O céu se abriu “. Imaginavam que atrás do 
céu, no espaço, estaria a morada de Deus, inacessível ao homem.
Porém, esse podia abrir-se e dar passagem a Ele ou a seus enviados para contatos com 
a humanidade. E os contatos sucediam-se e daí selecionavam um líder e a ele eram
 dadas instruções para transmiti-las a seu povo. E desses contatos entre nave tripulante
 nasceram os anjos, santos e até o próprio “Deus”, que era visto como “nuvem”, 
“bola de fogo”, com fumaça, trovões e relâmpagos. E assim surgiram as religiões…
Hamurabi, na Babilônia, recebeu suas famosas leis de seu Deus Sámas, numa 
montanha. Minos, fundador de Cnossos, recebeu as leis cretenses, também de um
 Deus, num monte sagrado. Em 550 AC, Zoroastro, numa caverna que foi banhada
 em fogo (luz), teve seu contato com Ahura Mazda (Dono da Luz) e fundou o Zoroastrismo.
Em 610 DC, Maomé visionou o anjo de Alá que lhe mostrou uma tabuinha de ouro, em
 montanhas próximas à Meca, daí criando o Islamismo.
Por volta de 1.500 AC, no cume do Himalaia, Manu sobreviveu ao dilúvio e visionou Brama.
Em cerca de 1800, nos Estados Unidos, Joseph Smith visionou o anjo Moroni que surgiu 
em seu quarto, envolto numa luminosidade. E depois ele o viu subir num poço
 de luz (elevador?). Posteriormente, em outros contatos, fora lhe indicado um local 
aonde se encontraram as tabuinhas de ouro que lhe deram noções para criar a religião
 Mórmon.
Fato semelhante aconteceu com o Papa São Gregório, em 589 DC, cognominado o
 Grande, em Roma, quando ele escondeu-se numa caverna e foi descoberto por um 
clarão. E ali ele viu anjos subindo e descendo por um espectro. Na realidade, ele viu uma
 nave com seu sistema de propulsão ligado e seus tripulantes entrando e saindo.
Hoje conhecemos vários casos em que a nave, pousada ou próxima ao solo, projetava
 uma “coluna de luz”, e os tripulantes foram vistos, entrando nesta coluna e eram “sugados” 
para dentro da nave, ou descendo através dela. Um tipo de elevador?
 (Nota de Aloysio Carvalho)
São especulações, mas não podemos admitir que seres espirituais precisariam de
 veículos que emitissem fogo para suas subidas e descidas do céu. Aviões e helicópteros não poderiam ser, já que nas mencionadas datas eles não existiam.
Vejamos o que a Bíblia Sagrada nos mostra:
“Um dia, tendo conduzido seu rebanho para o deserto, chegou ao Monte de Deus,
 Horeb, o Senhor ali apareceu em uma chama de fogo, do meio de uma sarça, Moisés
 via a sarça arder, sem se consumir.” (Êxodo)
Nesse encontro com Deus, Moisés estava diante de uma luz, já que a expressão “sarça
 arder sem se consumir” exclui “fogo”. Seria uma nave profusamente iluminada? Mas 
vejamos outros encontros que teve com Deus no Monte Sinai:
“Já chegava o terceiro dia e a manhã estava brilhando; Eis que começou a ouvir um 
estrondo de trovões, e relâmpagos apareceram; Uma nuvem densíssima cobria o monte, 
um soar de trombetas se fazia ouvir com estrépito e o povo que estava nos
 acampamentos experimentou um grande medo. Moisés conduziu-os para fora do 
acampamento ao encontro de Deus, e eles pararam ao pé do monte. Todo o Monte Sinai 
fumegava, porque o Senhor baixara sobre ele no meio de chamas; O fumo subia como se
 fora de uma fornalha e o monte inteiro incutia pavor.” (Êxodo)
Experimente ler o texto novamente e trocar a palavra “Senhor” por “nave”. É evidente
 que Moisés estava diante do pouso de uma grande nave, ouvindo o barulho de 
seus motores, vendo sua fantástica iluminação e o fogo que saia de seus jatos
 propulsores, que chegavam a incendiar o solo do monte, provocando fumaça. 
E raciocine, isso aconteceu há mais de dois mil anos. Ali, Moisés ficou por 40 dias e 
40 noites, sendo instruído para guiar o povo hebreu. Recebeu os “Dez Mandamentos”, 
gravados em pedras, e enquanto isso o povo não podia aproximar-se do monte, veja:
“Desce e avisa ao povo para que não ouse ultrapassar os limites para ver o senhor, 
para que não morra um grande numero deles.”
É claro que aqueles seres tinham medo da multidão, que poderia até danificar a nave. 
E, ademais, não queriam ser percebidos como seres físicos, daí é que somente Moisés
 entrava em contato direto com eles. Vejamos outros textos bíblicos que nos mostram naves:
“O Senhor precedia-os para ensinar-lhes o caminho, de um dia, numa coluna de nuvens e
 à noite, numa coluna de fogo, a fim de lhes servir de guia dia e noite.”
“O anjo do Senhor que precedia os bandos de Israel levantou-se para chefiar os grupos
 que iam atrás dele; Moveu-se com ele a coluna de nuvens, que estava à frente e seguiu
 atrás do povo, entre o campo egípcio e aquele de Israel, a nuvem era escura em
 um lado, mas do outro iluminava.”
OVNIs guiando o povo hebreu, durante o dia com suas luzes apagadas e à noite
 acessas, nuvem e coluna de fogo. Daí, por esse motivo, é que a “nuvem era escura em
 um lado, mas do outro iluminava”. Especulando, podemos dizer que seria um holofote 
dirigido para a frente.
Ezequiel teve um contato onde ele descreve o seguinte:
“Eis que um vento de tempestade vindo do norte e uma grande e espessa nuvem com
 fulgurações de um fogo todo resplandecente; E ela encerrava uma espécie metal 
brilhante, que estava completamente inflamado.
Tinham também a semelhança de quatro seres vivos e eis qual era o seu aspecto:
 Pareciam-se homens. Cada um possuía quatro faces e quatro asas. As suas 
pernas, bem verticais, tinham cascos de bovinos e cintilavam como bronze polido (…)
E tais eram seus rostos. As suas asas estavam desdobradas, duas unindo-se em cima
 e duas cobrindo-lhes o corpo. Cada um andava em frente; Aonde o espírito lhes ordenava 
que fossem, elas iam; Não se viravam ao caminhar. E quando a estas criaturas vivas,
 dir-se-ia serem carvões em brasa ardendo como tochas e isso circulava entre
 os viventes, em fogo deslumbrante, e do fogo saíam clarões. E as criaturas vivas corriam
 em todos os sentidos, qual a faca.
Eu olhava para os viventes e eis, no solo, uma roda junto deles, sobre as suas quatro
 faces. O aspecto das rodas e sua matéria eram como tarxixe e todas as quatro eram 
parecidas; O seu aspecto e a sua estrutura eram como uma roda enganchada numa
 (outra) roda. (…)
Quando as criaturas vivas andavam, as rodas giravam também, ao lado delas, e
 quando as criaturas vivas se elevaram da terra, as rodas elevaram-se também. Para 
onde o espírito as impelia, elas iam, o espírito empurrando-as e as rodas elevando-se 
com elas; E quando se elevavam da terra, as rodas elevavam-se igualmente, porque o
 espírito de cada vivente estava nas rodas. Por sobre a cabeça das criaturas
 vivas havia como que um firmamento semelhante a um cristal cintilante, estendido por 
cima de suas cabeças.
E sob o firmamento erguiam-se suas asas uma contra a outra e cada qual tinha duas 
que lhe cobriam o corpo. E ouvi as suas asas ressoarem quando andavam, qual o ruído 
das grandes águas, qual o trovão do Todo Poderoso, qual o túmulo de um exército;
 Quando paravam, deixavam pender as asas e ouvia-se um ruído, que partia do 
firmamento estendido por sobre suas cabeças.
Por sobre o firmamento, que estava por cima de suas cabeças via-se como 
que uma pedra de safira, assemelhando-se a um trono; E sobre essa semelhança
 de trono parecia surgir um semblante de homem. No interior e por fora, vi como 
que metal brilhante, com aspecto de fogo, resplandecendo tudo ao redor.”
A narração de Ezequiel, de onde extraímos os textos principais, nos mostra que ele 
teve um contato com uma nave. Ele fala claramente nas suas luzes, seu sistema
 de propulsão, cúpula ou grandes janelas transparentes e a tripulação dentro da
 nave. É claro, isso numa linguagem como ele podia conceber naquela época, já que até 
um simples automóvel seria para Ezequiel uma aparição divina, ainda mais um OVNI. Ele
 também fala do ruído dos motores da nave, nas escotilhas da mesma e quando cita 
asas ele claramente nos mostra que o engenho podia voar. Não há duvida que Ezequiel
 teve seu contato com um engenho oriundo de outros planetas.
São João, no Apocalipse, nos descreve um anjo que tinha olhos como labaredas e outro
 com um rosto como o sol e os pés como colunas de fogo. Muitos outros termos que 
nos levam aos OVNIs são citados na Bíblia, tais como: “tronos de fogo” , “braseiros 
consumidores” e “rios que jorram em montes de fogo”.
Os livros de Enoque e Esra, que não figuram na lista de obras canônicas, também
 nos trazem contatos com seres de outros planetas. No livro de Reis, encontramos 
o seguinte:
“Continuando seu caminho entretidos a conversar, eis que de repente surge um carro
 de fogo, e uns cavalos de fogo, que os separam um do outro. E Elias subiu ao céu
 num turbilhão.”
O texto nos dá a entender que Elias subiu ao espaço à bordo de uma nave,
 “um carro de fogo”. Com Ezequiel também aconteceu um fato semelhante, vejamos:
“(…) aparência de fogo, resplendor com brilho de âmbar. Aquilo o levantou entre a
 terra e o céu e nas visões de Deus o levou a Jerusalém.”
Daniel também teve seu encontro com um OVNI e o descreveu: ” (…) Daniel, próximo 
ao rio Tibre, viu o Senhor: Era como berilo, com aparência de relâmpagos, olhos como 
lâmpadas de fogo e seus braços e pés de cor semelhante a cobre polido e som de
 suas palavras como uma multidão.”
Os Celtas tinham Balder, filho de Odin, e sua mansão denominada largamente Brilhante.
 Os germânicos, Thor e seu martelo encantado e as Valquírias, cavaleiras mágicas
 que desciam de Asgard (céu). Na Índia o Rig Veda nos fala deDyas-Pitar, Indra 
com seu carro aéreo, com corcéis de crina de ouro e pele brilhante, os Maruts em seus 
carros dourados e Vayu com sua carruagem brilhante puxada por cavalos rubros como
 o sol. Vishnu, Puxam e Surya, juntamente com os Asvins que voavam em carros 
fulvos brilhantes e flutuavam por sobre o oceano, eram outros deuses indianos.
No Ramaiana, temos as aventuras de Rama na busca de Sita, sua esposa, em 
seu carro aéreo e dotado de armas mortíferas. No Mahabarata temos relatos de
 guerras espaciais com armas que só a ficção científica atual nos pode descrever. 
Os egípcios acreditavam que o faraó era um ser divino e Manetho, Sacerdote de
 On, no Aegyptica, diz que os primeiros reis eram deuses. O Shan-hai-ching 
nos fala de uma raça humana dotada de asas, chamadas Miao que por volta de
 2.400 AC perdeu a capacidade de voar, depois de se desvair com o Senhor do
 Alto, foi exilada. Seria uma lembrança da expulsão do primeiro homem do Paraíso?
Os índios Hopis, dos Estados Unidos, acreditavam que seus ancestrais vieram de 
outros planetas, Os Navajos e Sunis, também dos Estados Unidos, veneravam 
deuses louros e acreditavam em outros mundos no cosmo. O “Thunderbird” 
(Pássaro Trovejante) é uma lenda entre muitas tribos da América do Norte.
Os Noothaus falam da visita de um deus que veio numa “canoa de cobre”, e
 os Pawnees, em um ser que brilhava com estranhas radiações. Quetzalcoaltl 
fez maravilhas no México e os Maias os chamavam de Kukulkan, os quichuas da 
Quatemala, de Gucumatz e no Peru foi conhecido como Viracocha, na Colômbia
 como Bochica e os Polinésios, de Wakee. Os índios Machiguengas do Peru 
falam no “povo de céu” que veio por uma “estrada brilhante”.
O Livro dos Mortos, do antigo Egito, nos fala em “legiões no céu”, “espíritos da luz” 
e “seres brilhantes”. Pandoro escreveu, em 400 AC, sobre os Egregori (guardas-anjos) 
que desceram à Terra no ano cósmico 1.000. Osíris, Isis e Hórus eram representados
 como disco solar, como também eram comuns os barcos solares egípcios.
Na América do Sul existem centenas de lendas que nos falam de seres que desceram
 do céu e viveram entre os índios. No Brasil, temos o Bacororo e Baitagogo, dos índios
 Bororós. Os Kadweus, do Mato Grosso, falavam de Karana. Os Caiuás tinham o Baira,
 porém o Guaricana era um ser sagrado que vinham curar os enfermos. Jupari foi
 um dos deuses indígenas brasileiro mais cultuados. Mas, quando o homem branco
 chegou, para catequizá-los, transformaram-no em um “espírito do mal”. Os índios
 diziam que Jupari era filho de Ceuci, nome que davam as Plêiades.
Sumé também foi outro deus civilizador das tribos brasileiras e diziam que sua morada
 sagrada era Itaoaoca. O Dr. João Américo Peret colheu entre os índios a lenda de
 Bebgororoti, Era um ser que vestia o Bo (traje) e levava à mão a Kob (arma). Viveu 
entre os índios e quando foi embora, na serra de Punkato-Ti, ouviu-se um grande
 estrondo e Bebgororoti desapareceu nos ares, envolto em fumaça, chama e trovão.
 E o mais interessante é que quando os índios relembram Bebgororoti, fazem uma
 roupa que se assemelha a dos astronautas atuais em suas festividades.
Além da presença marcante de deuses físicos em toda a história da humanidade,
 os OVNIs também foram denominados de aves, répteis e animais voadores,
 principalmente pelos indígenas. Tivemos Boitat , Mbai-Tat (cousa de fogo),
 Mboi-Guaçú (cobra grande), Nhandutat (passaro de fogo – “Thunderbird”), Carbúnculo 
(lagarto de fogo), etc… tudo isso no folclore brasileiro. Já os civilizadores os situaram
 no campo sobrenatural e criaram Mãe do Ouro, fantasmas, luzes fantasmas, Fogo 
Corredor, Curacanga, Mulher de branco, Alamoa, João Galáfuz e dezenas de outros
 mitos, por todo o território brasileiro. No início do século, criou-se uma denominação 
interessante para os OVNIs, a do Carro Fantasma. Um veículo que assombrou
 muita gente nas estradas intermunicipais.
Na história universal, encontramos milhares de relatos que nos falam sobre os OVNIs
 no correr dos milênios. No entanto, apesar de se fazerem presentes na história de
 todos, muitos não crêem na sua existência. E se assim o fazem é porque querem 
ainda considera-los como oriundos do céu, divinos. Não queremos dizer com isso
 que Deus é astronauta, pelo contrário, queremos dizer que Deus é o criador de 
tudo que existe e que não precisa de naves para vir ao nosso planeta…